domingo, 29 de julho de 2007

JERDIVAN NÓBREGA DE ARAÚJO (Foto)
"Quando eu for embora para bem distante e chegar à hora de dizer a adeus " A difusora do Lord Amplificador não dá tréguas aos meus ouvidos. Cada música ali tocada expõe em carne viva a saudade que arrebenta no meu peito, dilacerado pelo tempo e pela distancia. Eu ficaria horas aqui neste batente da Coluna da Hora, meu observatório do tempo, vendo as meninas que voltam do Josué Bezerra e os rapazes que vão ao Arquidiocesano; o repique do Sino da Matriz; o jeep de Padre Oriel e Fagundes com o cartaz do Cine Lux nas costas. O meu pai bem ali a prosear com tio Cândido e toda esta monotonia bucólica da minha terra. Vejo com tristeza a saída de mais um ônibus da Aviação Gaivota, cheio de pombalenses a deixar tudo que era de seu para trás. O meu pai sempre dizia que não havia outra alternativa aos filhos de Pombal, senão embarcar no "bacurau", só voltando uma vez a cada dois anos, na Festa do Rosário, para rever os amigos e parentes mesmo que fosse no Cemitério. - Há os que fazem questão de anunciar no Lord Amplificador que estão na cidade, mas têm também os que o Lord faz questão de anunciar a sua chegada na Terra de Maringá. Dizia meu pai. O Clemildo advinha a nossa aflição e, intuitivamente, joga no "prato da radiola", nos nossos ouvidos e nos nossos corações, o ultimo sucesso de Agnaldo Timóteo, antes de anunciar a volta de mais um filho de Pombal. "Se algum dia a minha terra eu voltar quero encontrar as mesmas coisas que deixei. Quando o trem parar na estação eu sentirei no coração a alegria de chegar, de rever a terra em que nasci e correr como, em criança, nos verdes campos do lugar...". Sabe-se da importância de uma organização para um povo ou para uma cidade quando esta organização passa ser referencia para seu povo. O Lord Amplificador de Pombal teve uma dimensão tamanha para a nossa geração, nos idos anos de 1970, que era de fato uma referencia. Esperavam-se as horas anunciadas pelas difusoras do Lord. Anunciavam-se os extremos do nascimento e da morte de filhos de Pombal e o convite a missa de sete e trinta dias. A musica oferecida por toda a família pelo aniversariante daquele domingo também estava na difusora do Lord Amplificador. - Não fosse o anuncio do Lord Amplificador eu não teria comprado àquela bicicleta em 24 vezes nas Lojas Paulistas. - Eu tenho um segredo para te contar. Dizia a fofoqueira de plantão. - Essa não é novidade. Já deu até no Lord. A minha mãe sempre alertava para que eu estivesse em casa antes da Difusora do Lord sair do ar. Assim eu fazia. Quando em uma conversa, intuitivamente levantávamos a voz, o interlocutor alertava: - Coloca logo no Lord, se quer que todo mundo saiba. A vida simples e boa da minha cidade, onde eu tinha tempo de sentar em um batente apenas para ouvir uma nova música de Roberto Carlos, faz de mim um homem preso ao passado. A sombra das algarobas me traz a lembrança do som de um "bozó" a tilintar em um copo de alumínio e ser jogado, não sem antes assoprar, em um tabuleiro de Ludo, onde eu e mais outros companheiros matávamos o tempo, ao som da difusora do Lord Amplificador de Pombal: O Som Direcional da Comunicação
CONTADA POR FÁTIMA JÓ (Foto) Clemildo! Parabéns pelo seu aniversário e que Deus multiplique os anos de vida com muita saúde, paz e felicidade juntamente com todos os seus. Ter um amigo como você é um grande privilégio, pois apesar de trabalharmos pouco tempo juntos, nunca perdemos o contato. Você sempre esteve presente nos bons e nos momentos difíceis de minha vida. Você Clemildo é a simplicidade em pessoa; trata a todos com a mesma atenção. Prova disso, era a amizade que você tinha com o meu pai, uma das pessoas mais simples que já convivi e que teve o prazer de te conhecer melhor. Ele não usava a nossa linguagem de pai da comunicação mas, no seu simples linguajar, ele dizia foi Clemildo quem criou o Rádio aqui Pombal e muita vez falava-me da Difusora do LORD AMPLIFICADOR. Como ele te admirava! E transferiu prá mim, toda essa admiração e respeito pela sua pessoa, pela sua profissão que mais tarde ensinaria não só a mim, mas a tantos outros radialistas. Não é toda cidade que possui um Clemildo Brunet, que lutou com toda garra para trazer o primeiro Rádio a nossa cidade. E foi com humildade que no meio de pessoas tão importantes, tornou-se importante para a nossa história. Tudo que você fez, foi com muito amor e muita intensidade, porque quando se propõe fazer algo se entrega por completo. Clemildo, precisa ter mérito para ser lembrado e admirado em vida, e você conseguiu essa proeza, mais do que justo, pois fez por merecer. Homenagem é essa que fazemos em vida; que nos emociona e nos faz reviver bons momentos e sentirmos gratificados por existirmos e por ter a certeza de que valeu a pena lutar pelos nossos ideais. O esforço, a dedicação de cada trabalho que você realizou e que se Deus quiser, ainda o fará por muito tempo. Parabéns! Mais uma vez por você ser um iluminado, predestinado e escolhido de Deus. Pois faz questão de colocá-lo acima de tudo. Nunca pisou ninguém prá ser o que é, tornou-se esse ícone da comunicação pombalense por mérito próprio e você conseguiu essa proeza desempenhando bem o seu papel de comunicar com seriedade, coragem, criatividade, verdade e respeito para com o seu público. Você Clemildo! Tem um papel muito importante na minha vida em dois momentos: 1º - Quando me tornei Radialista e por motivo da minha timidez, eu era um pouco travada e fazendo uma Tarde é Nossa com você; você me disse: “Solta essa voz sem medo que ela é bonita e você tem potencial”. Ouvi isto de você foi como se eu tivesse feito um teste e tirado um dez. Apartír daí me senti mais segura e acreditei em mim mesma e não demorou para que eu me tornasse a 1ª Mulher Radialista Pombalense. Comecei como controlista, discotecário, recepcionista, caixa, fiz vários comerciais, até chegar a apresentação de Programas, em fim; me apaixonei pelo o Rádio e fui uma polivalente. É porque o Rádio possui esse poder de sedução. Fiz vários Programas como “O Nosso Mundo do Disco”, antes, apresentado pelo saudoso Gregório Dantas; “Roberto Carlos e seus Convidados” As Canções do Rei, Conjuntos Musicais, Informativos de hora em hora, e Músicas que Marcaram Época. Tive a oportunidade de fazer o Jornal Maringá duas vezes com você que nesse tempo era o Diretor da Rádio Maringá AM, e comandava todas as manhãs no horário nobre a minha marca registrada: O Programa “Manhã Revista” de grande audiência, por ser um Programa bem diversificado que ainda hoje tenho o orgulho de tê-lo apresentado. O 2º - momento importante da minha vida que você participou deixei prá final e fazer-te uma surpresa! Talvez, você nem lembre dessa foto. Foi muito marcante tê-lo como meu padrinho de formatura. Desculpe mais uma vez lembrar-me do meu pai, mas, é que ele o escolheu como seu substituto para me conduzir até o palco para receber meu Diploma e com muito orgulho acatei sua decisão. Até que não sou tão travada para escrever, porque se fosse escrever tudo que vivenciamos de bom no trabalho, levaria folhas e folhas de papel, porque nossa profissão era uma diversão. O prazer de bater a máquina toda Programação Musical e ser seguida a risca, de carregar pilhas e mais pilhas de discos para o Studio, de correr a pé atrás de uma notícia, de começar uma “A Tarde é Nossa” às duas da tarde, Dia das mães, dos Pais, dos Namorados etc. e só parar quando não houvesse mais nenhuma carta a ser lida, de fazer uma cobertura de Eleição sem ir em casa nem almoçar, era muito gostoso a equipe toda feliz, cada um com sua missão pronta para detonar. E o melhor vinha depois de tudo realizado, o prazer, a gratificação de ouvirmos dos donos e do povo: Parabéns! Vocês arrasaram! Imagine se tivéssemos a tecnologia de hoje. Clemildo, obrigada por ter tido a chance de trabalhar com você e aprender o pouco que sei. Obrigada por você ter sido um grande Professor. Obrigada por você ser meu amigo de verdade e torcer sempre por mim. Obrigada por você existir e de juntos fazermos parte da História Radiofônica de Pombal. Mil Parabéns! E cento e muitos anos de vida prá você. Com um abraço respeitoso. Fátima Jó. RADIALISTA

sexta-feira, 27 de julho de 2007

CLEMILDO BRUNET* (Foto) Vez em quando a natureza nos presenteia com pessoas dotadas de inteligência natural, vindo depois manifestar o seu conhecimento, revela-se como expoente marcante na trajetória política, social, religiosa e cultural de sua gente. Assim foi com o historiador e escritor Antonio José de Sousa. De origem humilde, procedente da zona rural do município de Lagoa Paraíba,chegou a Pombal com 12 anos de idade. Vindo a falecer em 1986 aos 95 anos de Idade. Em seu livro “Apanhados Históricos Geográficos e Genealógicos do Grande Pombal”, no Prefácio feito pelo bacharel em direito e ex-Secretário de Educação da Paraíba, Dr. José Medeiros Vieira, ele diz que Antonio José de Sousa, era amigo do seu pai que foi um autêntico virtuoso em conversas na calçada. “Antonio José de Sousa, teve, anos a fio, sua cadeira cativa nas rodas que se formavam, todas as tardinhas, lá em casa, no velho Pombal, para comentários habituais sobre figuras e acontecimentos políticos da época” No Capítulo Explicação Necessária em seu livro, Antonio José de Sousa em um trecho escreveu o seguinte: “A partir de 1912, venho narrando fatos do meu conhecimento pessoal, como testemunha presencial. Porque, iniciando-me em política naquela época e passando a ser político militante, modesto, até a presente data tenho tomado parte no que de mais importante, no setor político-administrativo do nosso município, se tem registrado, desprezando, todavia, detalhes e minúcias, que muito nos interessariam em particular” Filho de José Trajano de Sousa e Francisca Izabel de Moura, que eram considerados por ele “O expoente das virtudes” e sua genitora que apesar de pobre era chamada pela vizinhança “A mãe da Pobreza”. Teve uma infância labutando na agricultura, aluno de primeiras letras do professor Simplício, famoso de palmatória na mão, desasnando muitas gerações naqueles ermos afora. Antonio José de Sousa, indiferente as atitudes de crianças e adolescentes de seu tempo, começou sua vida na cidade de Pombal, nos balcões da botica de João Queiroga, com estágios posteriores em outros estabelecimentos comerciais. Antonio José de Sousa, era corajoso e firme na maneira de escrever. De 1935 até o fim de 1939 foi Secretário da Prefeitura, na gestão do então Prefeito Francisco de Sá Cavalcante, Este, o incumbiu de responder as constantes indagações partidas do Governo Federal, querendo informações sobre assuntos históricos do município de Pombal, procurou em seu arquivo velhos almanaques e coleções de leis do Estado da Paraíba, além de vários compêndios da História da Paraíba, como de: João Lira Tavares, Coriolano de Medeiros, Dr. Manoel Tavares Cavalcanti, Irineu Pinto, Celso Mariz e Luiz Pinto. Número grande de correspondência informativa, foi dirigida ao IBGE, Agencia da Paraíba, ao Dr. Felinto Muller, então chefe de Polícia do Governo Getúlio Vargas. Antonio José de Sousa, ao tempo da Administração Francisco de Sá Cavalcanti, recebeu delegação do chefe do executivo pombalense, para organizar os limites intermunicipais e os interdistritais. Com o aval do Prefeito, marcou encontro com todos os Prefeitos dos municípios vizinhos: Coremas, Sousa, Catolé do Rocha, Brejo do Cruz, Patos, Malta. E Assim ficou traçado os limites do município de Pombal com os seus vizinhos, que depois de firmados nos apontamentos necessários, Antonio José de Sousa, redigiu o Decreto Lei, que foi assinado por ele e pelo Prefeito Francisco de Sá Cavalcanti sendo posteriormente, transformado em Lei Estadual. Antonio José de Sousa que também exerceu o cargo de Secretário da Prefeitura na gestão do Prefeito Dr. José Ferreira de Queiroga, disse que uma das preocupações deste gestor era mandar escrever a história de Pombal e como Prefeito acertou com o historiador Celso Mariz a execução do seu plano. Celso Mariz esteve em Pombal proferindo palestra sobre a nossa história, o que seria parte principal do seu livro, ficando na obrigação do secretário a remessa de alguns dados, que foram enviados através de várias correspondências. Com a morte do Dr. Queiroga, o livro não foi editado, sendo devolvido o material ao seu lugar de origem. Daí, aos setenta e quatro anos de idade, Antonio José de Sousa escreveu o livro: “Apanhados Históricos, Geográficos e Genealógicos do Grande Pombal”. Diz o prefaciador desta obra literária: “O livro não obedece a um plano definido, nem sequer uma sistematização de matérias. O autor não tem maiores pretensões e é bom que assim seja. Confessa-se desde logo um homem de primeiras letras – o antigo aluno do Professor Simplício- e isso não é nenhum desdoro, sobretudo para quem conseguiu superar-se a si mesmo,à custa de seus próprios esforços, nesse autodidatismo contingente que presidiu a formação intelectual dos homens do seu tempo, alguns dos quais incluídos na galeria de paraibanos ilustres com direito a retrato na parede em salões nobres até de instituições culturais. Ele próprio, diz José Medeiros Vieira, já o vi a receber menção honrosa das mãos do Governador do Estado, em noite de cultura, ao lado de artistas e escritores paraibanos de nomeada”. O nosso escritor autodidata, foi Tabelião Público e lugar-tenente do Dr. Queiroga, nas duras lutas e entraves das refregas políticas municipais. Participou ativamente das festas sociais e religiosas. Na atividade política era o responsável pela publicação de boletins e manifestos subscritos pela direção partidária, no entanto nunca quis ser candidato a cargo de qualquer natureza. Era de inteira confiança dos seus partidários, mas, atraia para si o rancor dos adversários, dias que eram marcados pela violência. A sua satisfação era a porfia em si mesma, levado pela emoção no campo da batalha. De repente se transfigurava, o leão voltava a ser o cordeiro, protegido nas asas da religião, atendendo o chamado do sino da Igreja matriz para o novenário da Padroeira. Antonio José de Sousa, era um profundo admirador de Epitácio Pessoa. Por ocasião do Centenário do paraibano de Umbuzeiro, foi realizada uma sessão especial no auditório do Cine Lux, presidida pelo Dr. Ananias Gadelha, juiz de então, da comarca de Pombal, quando nosso escritor autodidata foi o orador oficial da solenidade. Nos Vinte e cincos anos de ordenação do Monsenhor Abdon Pereira, foi realizada a maior festa cultural que já houve em Pombal, fazendo parte dela. D. José Medeiros Delgado, arcebispo do Maranhão, D. José Mousinho, bispo de Cajazeiras e mais de sessenta padres e seminaristas, sob a presidência de Antonio José de Sousa, na condição de representante do Prefeito de então Dr. José Ferreira de Queiroga. Para finalizar esta homenagem que presto a Pombal nos seus 145 Anos de Elevação a cidade, através dos nossos historiadores e escritores, que ocuparam esta minha coluna, quero mais uma vez enfatizar os dotes recebidos pelo nosso homenageado de hoje, quando na sua humildade assim se expressa: “Escrevendo a história de Pombal, notadamente de meio século a esta data, escrevo, não há dúvida, a história da minha vida pública. Se não como fez Joaquim Nabuco no seu grande livro A MINHA FORMAÇÃO, faço-o dentro dos estreitos limites de minha obscura capacidade intelectual e da minha humilde formação”. PARABÉNS POMBAL PELOS 145 ANOS DE ELEVAÇÃO A CATEGORIA DE CIDADE! *RADIALISTA CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com WEB. http://clemildo-brunet.blogspot.com/

domingo, 22 de julho de 2007

POESIA DE UM EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NOS IDOS DOS ANOS SETENTA! Acordei com saudade da minha infância saudosa, Tão distante no tempo e tão próxima na memória, O cheiro do umbuzeiro ainda conservo forte E trago na boca o gosta do cajá mais maduro e doce; Não esqueço o olhar severo e corretivo da professora, Naquela escola improvisada na igreja do Rosário, Dos colegas são poucos os rostos que lembro ainda, Recordo da menina na primeira fila olhando-me sorrindo; O banho no rio com os moleques do meu tempo, O jogo de bola de pano num terreno qualquer, A feira aos sábados e o meu primeiro emprego, Detalhes de uma vida que não posso esquecer; O som do Lord Amplificador na coluna do relógio, Produzido no lado sul do mercado público municipal É uma marca indelével que ficou do meu passado, São marcas profundas da minha querida Pombal.
Sergio Kante www.kantepoemas.com.br
CLEMILDO BRUNET* Quando pensamos em estrela, pensamos em algo que brilha, que se destaca e que é sinônimo de um astro que possui luz própria. Se olharmos para o céu veremos milhões e milhões delas a brilhar no infinito. Cada estrela resplandecente, tem uma missão a cumprir. Estrela é nome dado também a celebridades de cinema, TV, teatro e das artes em geral. A nossa homenagem neste artigo, vai para uma estrela pombalense, que com sua verve poética já lançou três obras primas e na sua desenvoltura já lhe assegura o direito a um espaço na área literária. Maria do Bom Sucesso de Lacerda Fernandes, dona Cessa, como é carinhosamente tratada pelos amigos. Escritora, poetisa, artista plástica, fundadora e presidenta da Academia de Letras de Pombal, madrinha dos radialistas de nossa terra, o que é uma honra para nós, título que lhe foi dado pelo radialista pombalense, Orácio Bandeira. Fundadora da Associação Poética Pombalense ASPONPS, “Professor Newton Pordeus Seixas”, Fundadora e Coordenadora do Tinju- Teatro Infanto Juvenil. Casada com Francisco Fernandes da Silva (Bibia), tem um lar feliz, mantido com a força do amor, da compreensão e de verdadeira doação, premiados por Deus, com cinco filhos: Francisco, Francimar, Antonio Neto, Rômulo e Cândida Florêncio. Dona Cessa, é graduada em letras pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Cajazeiras e fez ainda pós graduação em língua portuguesa. Dela disse o emérito historiador e escritor pombalense, Wilson Nóbrega Seixas: “A nossa poetisa Cessa, já nasceu assim, porque trouxe nas veias, o sangue dos primitivos habitantes das Algarves, distrito e província de Portugal, que povoaram os sertões da Paraíba, na segunda metade do século XVIII; em qualquer época teria naturalmente de manifestar a sua vocação poética e a sua inteligência privilegiada, como um fruto que já brotasse amadurecido, ou uma rosa que já surgisse aberta em pétalas” A professora Diana Maria de Oliveira Assis, também falou sobre dona Cessa: “A imortal poetisa Cessa, foi também agraciada com os dons belos de Deus, reforçados com a dinâmica e rica influencia da arte poética, emitida por seu patrono, professor Newton”. Escada de Sentimentos (1991), primeiro livro de Dona Cessa. A poetisa traduz em versos: Paz...Tristeza... Saudade... Felicidade... Amor... Onde ela exprime seu pensamento: “A minha vida consolida-se na maior oração; AMAR. Oração expressa por um verbo de ação ilimitada, indissolúvel e invejável. Exemplo edificante de Cristo. Força que nos ascende ao Paraíso Celestial. O amor para mim, é o tribunal de paz, justiça e de felicidade”. Sentenciou a poetisa. Parabéns, Pombal! História Viva da Comunicação (1999), Um verdadeiro documentário onde dona Cessa retrata as homenagens prestadas aos comunicadores de Pombal, em um programa de rádio, evento de iniciativa de dois líderes comunitários, Salomão da Silva Oliveira e Vicente Liberato Filho das Comunidades: Jardim Petrópolis e Nova Vida, baseados em pesquisas feitas nos diferentes seguimentos da sociedade de Pombal, promoção essa transmitida pela Rádio Bonsucesso no dia 19 de dezembro de 1998. Nessa ocasião houve entrega de comendas e a palavra foi facultada a cada homenageado. Convidado pela produção do programa, o radialista Orácio Bandeira fez a entrega do título de Rainha do Rádio e dos Comunicadores a estrela, escritora e nossa madrinha, Maria do Bom Sucesso de Lacerda Fernandes. Homenagem e Resgate (Prosa e Poesia) (2001) No Centenário de nascimento do Senador Ruy Carneiro, dona Cessa lança essa obra literária, numa alusão a Ruy Carneiro e a Canção Maringá. A poetisa mostrando também as suas habilidades nas artes cênicas, monta neste livro uma peça de teatro, intitulada “O Hino do Sertão”, com a participação de estudantes de nossa terra, para formação do elenco representativo dos seguintes protagonistas da história da Canção Maringá. Jourbert de Carvalho – médico e compositor, Jaime Távora, Secretário do Ministro da Aviação José Américo de Almeida; Ruy Carneiro Chefe de gabinete do Ministro e Carlos Galhardo, como intérprete da música. Essa peça, resgata a verdadeira história da canção Maringá e foi exibida primeiramente em Pombal no auditório da Escola Estadual Arruda Câmara e no dia 25 de agosto de 2001, em João Pessoa capital do Estado, a Convite da Presidenta da Academia Paraibana de Poesia, Dra. Helena Raposo Carneiro Cunha, ocasião da celebração do Centenário de nascimento do Senador Ruy Carneiro, foi apresentada com muita galhardia no auditório da própria academia, na presença de familiares de Ruy Carneiro, autoridades, dos acadêmicos, e caravana de Pombal. Neste livro Homenagem e Resgate (Prosa e Poesia), dona Cessa mostra sua versatilidade de pesquisadora autêntica, dissipando dúvidas sobre a origem da canção Maringá. Na exibição da peça em João Pessoa, foi mostrada uma faixa, na qual estava escrita: “Ruy Carneiro é uma moeda encastoada em ouro no coração da Paraíba” de autoria da Professora Ivanil Salgado de Assis. Em 23 de agosto de 2001, época em que eu fazia o Comentário do Dia, no programa Orácio Bandeira, da Rádio Liberdade FM, escrevi uma crônica homenageando dona Cessa, sob o título: “A Estrela e a Cor da Canção”, no arremate do texto finalizava dizendo:“Brilha Pombal, vai brilhar no ponto mais oriental das Américas, com a estrela e a cor da canção”! Dona Cessa, Pombal está comemorando 145 anos de elevação a categoria de cidade, creio que, pela primeira vez a senhora, nossa madrinha, se ausenta de nossa terra em razão de problema de saúde que estás enfrentando na capital do Estado. A senhora faz parte de nossa história, estamos todos numa corrente torcendo pela sua recuperação, a sua ausência é sentida por todos nós neste momento, em que a sua cidade natal está aniversariando. Volte logo, este é o nosso anseio, aí então, a estrela vai brilhar novamente e desta vez, será no sertão da Paraíba. *RADIALISTA. CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com WEB: http://clemildo-brunet.blogspot.com/
João Pessoa, 21/07/07 Prezado Clemildo, Abraços cheios de saudades! Li na net o texto do dia 19 deste que você publicou em referência a mim nas homenagens de aniversário da nossa terrinha querida. Não me surpreende você referenciar a minha pessoa nesta data tão importante, não obstante, me emociona e alegra. Conheço há muito tempo a sua idoneidade para com os fatos que ocorrem na comunicação da nossa terra, pois venho acompanhando os seus escritos, que sempre ilustram tudo e a todos com uma sensibilidade virtuosa, julgando os fatos que ocorrem no dia a dia de nossas vidas, transmitindo verdade e brilho. São estas qualidades admiráveis que constituem a sua identidade moral e profissional. Parafraseando o pensamento do saudoso e admirado Pe. Leo: “QUANDO A GRAÇA DE DEUS SE ENCONTRA COM UM ESPÍRITO PURO E BATALHADOR OS MILAGRES ACONTECEM”. A COMUNICAÇÃO e o RADIALISMO foram, portanto, os milagres que ocorreram na nossa terrinha através do brilho da sua inteligência e capacidade quando abraçou com dignidade e amor a causa da radiofonia pombalense. Você legou aos meus outros afilhados o brilho da comunicação, fator que me faz orgulhosa de ser madrinha de todos os radialistas e comunicadores da minha terra. Sou convicta de que a maior oração é amar e a gratidão é um dos maiores sentimentos do amor. Desta feita agradeço a preocupação que vocês dispensam à minha pessoa, apelando, ao mesmo tempo, pela continuidade de orações em prol do meu restabelecimento e volta à nossa terra amada. Nesta oportunidade enseja-me parabenizar Pombal nesta gloriosa data. Atenciosamente, Cessa Lacerda Fernandes.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

CONTADA POR GENIVAL TORRES DANTAS
Meu caro amigo, Clemildo Brunet de Sá. Acuso recebimento do seu email relatando as informações que passei ao nosso caro amigo e conterrâneo José Tavares. Realmente as distantes lembranças pelo tempo passado, mas de um presente constante na nossa memória faz do Serviço de Alto Falantes Lord Amplificador o som de um passado vivo dentro da alma daqueles que conviveram com a sua existência, na vida radiofônica da nossa quase sesquicentenária, Pombal. Lembrar de fatos ligados ao serviço de som Lord Amplificador é reviver uma época de saudosos momentos, principalmente de lugares próximos que ouvíamos o som inesquecível, caso específico da Praça Centenário, local onde os enamorados procuravam o aconchego das melhores arvores para se recostarem e ali namorar ao som do Lord Amplificador, confesso que era um garoto, nem tão garoto assim, pois fui um entre tantos que viveram desses momentos gratificantes, para quem sonhava acordado, todo enamorado é um sonhador, seja qual for sua idade, e em qualquer praça, mas aquela praça, Centenário, com seus detalhes que só ela tinha, e embalado pelo Lord Amplificador, era muito mais romântica, naquelas horas de fantasias, quando junto com a namorada, e namorar na época tinha outra conotação, falávamos, principalmente aos finais de semana, das aulas e dos intervalos do Colégio Diocesano, das chanchadas no Cine Lux, das missas na matriz, era uma conversa cheia de vida e juventude. Meu caro Clemildo, lembranças que trago na minha memória e que não devem se apagar até que eu venha a desencarnar, são tantas que nem sei quantas, mas são saudades com sabor de ternura, ternura antiga, memoráveis saudades! Um abraço do amigo. Genival Torres Dantas

sexta-feira, 13 de julho de 2007

CLEMILDO BRUNET*(foto)
Continuando com a série de artigos homenageando os nossos Historiadores e Escritores por ocasião do Centésimo Quadragésimo Quinto Ano da elevação de Pombal a categoria de cidade, prestaremos nossa homenagem ao pesquisador e escritor “Jerdivan Nóbrega de Araújo”. O que nos sugere colocarmos o título acima, é justamente a maneira do humor sutil como Jerdivan escreve as histórias relacionadas a Pombal. Jerdivan nasceu aqui, viveu as décadas de 60 e 70, atenado aos acontecimentos, ouvindo histórias e acompanhando a política cultural da nossa terra. Nos seus escritos ele conseguiu abrir para nós a janela do tempo com suas crônicas de fácil entendimento. Jerdivan Nóbrega de Araújo, é filho do casal Félix Tavares de Araújo (In Memoriam) e Gildethe Nóbrega de Araújo, casado com Thereza Christina e pai de Rodrigo Márcio, Márcia Danielle e Ramon Diego. Formado em Direito, pesquisador, funcionário dos Correios e Telégrafos, membro efetivo do grupo de estudos Benigno Cardoso dArão, onde publicou diversos títulos, sempre com o apoio do diretor da coleção mossorense. Com maestria de hábil escritor, Jerdivan sob narrar fatos interessantes que envolvem pessoas, lugares, organizações e patrimônios históricos da velha Pombal. O Livro “Sob o Céu Estrelado de Pombal” fragmentos recompostos, “os relatos” diz Verneck Abrantes, na apresentação da obra: “São mistos de emoção, humor, clareza e marcados pela verdade dos fatos, assim, dar-se mais um significativo passo para a memória pombalense, ávida de registros, do contrário, poucos poderiam compreender o significado do amor que se tem pela terra, especialmente aquele que nela nasceu, viveu e um dia partiu”. Já Jerdivan nesse livro em um capítulo que tem o título Ganhando o Mundo sem Perder Pombal, ele conta em um trecho o sentimento de saudade e melancolia: “Não houve tempo de me despedir dos amigos. Ainda Chegamos a combinar um rubacão na oiticica de Ana, mas não foi possível” Na viagem ele fazia planos de sua vida na nova e estranha terra. E pensou em pelo menos passar dez anos sem vir a Pombal. E no final do capítulo arremata: “Esquecer o passado é morrer em vida. É negar a própria existência... Esquecer a cidade onde nascemos, os amigos, os folguedos e as peripécias de criança é se tornar parte das pedras que calçam as ruas. Eu quero que saibam que, mesmo longe, eu sempre estarei em cada esquina desta velha cidade”. Esse livro lhe rendeu uma moção de aplausos da Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba, propositura feita pelo Deputado Tião Gomes, filho de Pombal, no entanto, não é favorito de votos nessa região. Na justificativa o deputado Tião Gomes disse o seguinte: “Jerdivan uniu a memória e a pesquisa para resgatar as histórias e os costumes do povo mais simples de Pombal” Ele destacou o livro como uma obra de grande importância para o Município: “É uma obra que serve não apenas como leitura de entretenimento, mas como de um documento vivo da história para as futuras gerações” declarou o parlamentar. Por sua vez, a Câmara Municipal de Pombal, prestou uma homenagem a Jerdivan, por ocasião do lançamento do livro no dia 03 de outubro de 1997, na Festa do Rosário de nossa cidade. Na Tela do Cine Lux de Pombal, outra obra literária de Jerdivan.Esse teve o seu lançamento em Pombal no dia 02 de outubro de 2002, também por ocasião da Festa do Rosário. O Cine Lux que teve as suas portas fechadas em 1989, foi à razão maior das histórias contadas nesta obra. Depois de uma luta renhida de onze anos, tentando o tombamento do Cine Lux de Pombal junto ao IPHAEP, não conseguindo êxito, Jerdivan resolveu escrever esse livro, depois de ver derrubado o prédio do Cine Lux, perdendo Pombal a chance de transformá-lo em Teatro, sendo enorme o prejuízo para nossa cultura. Na história do livro, bêbados e loucos são colocados no lugar de Prefeito, primeira dama e vereadores, que como os políticos de verdade não puderam evitar que o velho cinema fosse destruído. Uma verdadeira sátira aos políticos de Pombal que deixaram o patrimônio artístico e cultural da cidade se transformar em pó,pois era hora, de se valorizar essa riqueza como atrativo do turismo sustentável. Jerdivan fez a apresentação do volume VIII da biografia do grande incentivador das artes: Vingt um Rosado Maia. Fez publicações de Crônicas nos Jornais: A União, Correio da Paraíba, O Norte e Correio das Artes e em 1998 “Os Trabalhadores em Correios e Telégrafos Vão a Luta”; o que identifica bem a área de seu trabalho no campo secular. Mais recentemente, com Verneck Abrantes e Evandro Nóbrega fez a revisão crítica do livro “O Velho Arraial de Piranhas” (Pombal) do ilustre historiador Wilson Seixas Nóbrega. Um buraco feito na parede da Igreja do Rosário, trouxe indignação a Jerdivan, que vendo as fotos do absurdo e atendendo pedido de seu amigo Verneck, foi até o IPHAEP fazer a denuncia por escrito. Nada serviu. Não havia dinheiro para a fiscalização chegar a Pombal. Jerdivan viu aquele buraco na Igreja como um desacato aos nossos antepassados e derramou toda sua indignação em um texto enorme e cheio de raiva foi até o Jornal Correio da Paraíba, levando as fotos. No dia seguinte estava tudo ali nas páginas do Jornal. Segundo Jerdivan, “o Padre revoltado mandou tapar o buraco, restando ainda à cicatriz para que chame atenção dos nossos jovens e nunca mais se repita tamanha insensatez.” Jerdivan conta que outra luta foi para tirar as barracas de frente a Cadeia Velha.Diz Jerdivan: “Eu sabia que os comerciantes que ali se instalaram tinham aquilo como meio de sobrevivência, numa cidade onde se vive de emprego público, porém, não é justo usar este argumento para deteriorar a nossa história e o nosso patrimônio. Jerdivan então fez um texto para o Jornal o Norte, edição de 27/05/97, com o título: “Pombal e o IPHAEP”, onde denunciou a situação do Patrimônio Histórico de Pombal. Em 28/06/97 o assunto foi ventilado novamente no mesmo Jornal. No mês de outubro a frente da Cadeia estava limpa, e aberta aos visitantes. Jerdivan ainda assistiu indignado a História de Pombal sendo transformada em pó, quando fez petição no IPHAEP, solicitando o tombamento do centro da nossa cidade, principalmente da Cadeia, Igreja, Sobrados e Cine Lux. A Resposta que recebeu é que não era possível enviar os engenheiros a Pombal, pois IPHAEP não tinha viaturas. “uma lástima, uma vergonha” sentenciou Jerdivan. E Aí fica a pergunta: Onde estão os que se dizem representantes do povo de Pombal as Vésperas das Eleições? Resgatar o apito da Brasil Oiticica que se confundia com o gemido do Trem Asa Branca na curva do rói, foi reabrir uma janela fechada pelo tempo. Trazer nomes de pessoas que já não estão entre nós e que fizeram história nesse tempo passado, foi reabri um velho álbum de família que é o povo de Pombal. Por isso que eu digo Jerdivan: Você é o obstinado escritor pombalense. *RADIALISTA.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

CONTADA POR JOSÉ COSTA (O GAGO DE CHICÓ) Tudo começa nos anos 50, mais precisamente, em 51/52 com a chegada do então desconhecido compositor Rosil Cavalcanti. Veio a Pombal para trabalhar como funcionário da Brasil Oiticisa S/A. Chegando à cidade, já trazia dentro de si, a vocação e jeito para o rádio e assim, para as horas de lazer – sem objetivos comerciais - ele criou a primeira difusora batizada de Difusora Tupi que só tinha um horário de funcionamento, à noite, das l9 às 21 horas. Por razões pessoais, Rosil Cavalcanti retorna a Campina Grande onde tinha família e residência fixa e passa a difusora tupi para Manoel Bandeira, um colega também de vida radiofônica, que logo mudou o nome da difusora tupi para Difusora Guarany. Com stúdio instalado na rua Tenente Aurélio Cavalcanti, Manoel, deu vida comercial e até artística, criando dentro de suas próprias dependências, um programa de auditório aos domingos à tarde, onde surgiram os primeiros calouros como, Silas Gonzaga, Pedoca de Deca, Nilo Calheiros (cantores) Dedé Espalha (panderista e cantor), Chico de Dora, Doutor Espalha e Bideca (violonistas). Aqui se revela também um dos melhores locutores da cidade: Vicente Candeia que passa a comandar o programa de auditório e a locução comercial de studio. Por falta de recursos financeiros a Difusora Guarany fecha definitivamente sua programação. Em 1953, o Sr. Afonso Mouta, um comerciante recém chegado procedente do Ceará, abre a primeira sorveteria da cidade, a Sorveteria Tabajara e logo depois adquire a Difusora Guarany que passa a funcionar como Difusora Tabajara. Com nova direção, a Tabajara amplia o seu sistema de comunicação, implantando três alto-falantes em pontos estratégicos, atingindo assim, os pontos cardeais da cidade, levando a comunicação para toda comunidade. Na Difusora Tabajara surgiram outros bons nomes da locução a exemplo de Jurandy Urtiga e Zé Geraldo, e a primeira voz feminina na radiofonia pombalense; a locutora Lucrecia Moura. Para dar melhor ênfase à voz feminina, a Tabajara cria um programa exclusivo com cantoras do rádio: Ângela Maria, Emilinha Borba, Carmem Costa, Aracy de Almeida, Dalva de Oliveira, Elizete Cardoso e tantas outras da época. Em 1958 o Sr. Afonso Mouta se desfaz da Sorveteria Tabajara e passa a administrar o único cinema da cidade, o memorável e inesquecível Cine Teatro Lux, considerado o melhor cinema do sertão paraibano e leva consigo, a já conceituada Difusora Tabajara. A Difusora Tabajara é transferida para as dependências do cinema e ai cria-se o melhor programa de auditório da cidade, aos domingos, pela manhã, intitulado de Calouros Matinais sob o comando do locutor Vicente Candeia e do animador de auditório Manoel Bandeira, uma grata revelação, um comunicador por excelência. Com o programa de auditório vem também o conjunto musical da então Difusora Guarany. Durante os dias úteis da semana a Tabajara funciona nos três turnos e carece de elementos para compor seu quadro de locutores. Nesse momento, a convite de Zé Geraldo, surge então Zeilton Trajano, a grande revelação, e logo se conceitua como um grande radialista paraibano. A Tabajara continua sendo um órgão de comunicação comunitária por um bom tempo, até o sr. Afonso transforma-la num stúdio ambiente, servindo simplesmente para os interesses do cinema. Nesse período Jurandy Urtiga já fazia parte do quadro de radialistas da Rádio Espinharas de Patos. Aproveitando a ampliação e mudança dos equipamentos da Espinharas, Jurandy Urtiga, compra o primeiro transmissor da Rádio Espinharas que havia sido substituído por um outro mais potente. Com o transmissor instalado no 1º andar do Edfício Maringá, Jurandy criou a Radio Maringá (a primeira) em homenagem a histórica Maria do Ingá que deu inspiração à composição musical de Joubet de Carvalho, intitulada Maringá, música de inestimável valor historio para Pombal. Com um prefixo elegante e bastante charmoso ZYK - 13 RARIO MARINGÁ DE POMBAL, - criação do Dr. Wilson Seixas – a emissora oficializa o prefixo de fantasia, ZYK 13 e se conceitua como uma emissora, mesmo sendo clandestina pois não havia registros. Como não havia uma programação elaborada e nem tão pouco uma administração voltada para o seu engrandecimento, a emissora desativa o seu transmissor e sai definitivamente do ar. Surge então a Rádio Difusora de Pombal, uma emissora de confecção caseira, elaborada tecnicamente nas oficinas de uma revenda de componentes eletrônicos, situada na rua da Areia, na cidade de João Pessoa. Também clandestina, sem registros, passa a transmitir sua programação diretamente das dependências do antigo Grande Hotel. Seu proprietário, Nelson Pequeno, também um amante da locução, mantém a rádio com seus próprio recursos financeiros. A Rádio Difusora funcionou elegantemente com excelente padrão e excelente conceito, embora sem uma estrutura administrativa e financeira e sem uma programação bem elaborada, a rádio foi útil à comunidade como veículo de comunicação e entretenimento musical. A rádio permaneceu por uns dois anos no ar, fechando suas atividades mais por medo do que financeiro, a fiscalização já rondava à cidade. Vem então a mais conceituada, a mais forte e a mais difundida de todas: A Rádio Voz da Cidade. A terceira tentativa, um empreendimento de Clemildo Brunet, também de fabricação caseira, e portanto, clandestina; instalada seus stúdios numa pequena sala ao lado sul do mercado público, a Voz da Cidade teve força e domínio de audiência se destacando e se fazendo respeitar pelo bom nível de programação e pela boa qualidade artística de seus componentes. Líder absoluto de audiência em todos os horários, anulando quase por completo, a audiência das outras concorrentes, a Voz da Cidade é a pedra fundamental da radiofusão pombalense. Servindo também como laboratório, revelou vários talentos para o rádio paraibano: Zeilton Trajano (Alto Piranhas e Arapuã); Carlos Abrantes (Correio e Tabajara); Eurivo Donato (Piranhas e Rádio Difusora de Cajazeiras); Maciel Gonzaga (Caturité e o Jornal da Paraíba); Macilon Gonzaga (Caturité e Borborema); Genivan Fernandes (Caturité); Otacílio Trajano (Correio da Paraiba); Juarez Farias (Espinharas); Genival Severo (Maringá, Bomsucesso e Liberdade) e Clemildo Brunet, seu fundador e expoente máximo do rádio pombalense, elemento referencial de Mestrado em rádio comunicação, de brilhante passagem pelos rádios do sertão paraibano. Incompatibilizada com sua linha de atuação, não se sabe de onde, surge uma denúncia de clandestinidade, e a fiscalização oficial obriga a Voz da Cidade a desativar seus equipamentos, retirando-se do ar definitivamente.

sábado, 7 de julho de 2007

CLEMILDO BRUNET*(foto)
Considero o Rádio, a despeito de outros meios de comunicação mais modernos, como o maior veículo de massa. Não há fronteiras nem limites que impeça o rádio penetrar a onde quer que seja no seu raio de ação. Seja no campo, na cidade, nos lugares altos e baixos, entre ricos e plebeus, independente de raça, tribo e nação, aí o rádio está presente. A história do rádio se confunde com a história de nossa gente. No inicio da comunicação do rádio afinalidade era o entretenimento e diversão. O Rádio era utilizado para trazer músicas aos seus ouvintes. As notícias eram levadas através de impressos. Depois de certo tempo, o rádio começou a transmitir mensagens em forma de noticiários, como uma forma de levar de modo mais rápido os acontecimentos que iam marcando a história dos povos. Foi através do rádio que os cantores e intérpretes do passado se projetaram no meio artístico. As Emissoras contratavam esses artistas que serviam como point de audiença da grande massa popular que desejava conhecer o seu ídolo preferido comparecendo aos programas de auditório, já que o áudio trazia só a voz sem visualizar por imagem quem estava cantando. Desta maneira, ficava no imaginário popular ao ouvir a voz do seu intérprete, como seria os traços fisionômicos de quem estava falando ou cantando. Apesar do avanço tecnológico em outras áreas da comunicação o rádio também evoluiu. Antes emissoras de ondas médias, curtas e tropicais as chamadas amplitudes moduladas. Depois, as rádios FM, conhecidas como Freqüência moduladas. Cada uma atuando de formas diferentes no seu contexto de ondas. Até mesmo hoje em dia, os links utilizados pela NET, muitos deles são via rádio, isto é o sinal vai pelo "AR", sem a necessidade de fios. Neste Portal pretendo contar a história da Comunicação e de rádio, principalmente de minha cidade natal, que é Pombal, para que as gerações de hoje e de amanhã, fiquem inteirados um pouco dessa história
*RADIALISTA
JERDIVAN NÓBREGA DE ARAÚJO(Foto)
A Difusora do Lord Amplificador anunciava o novo LP de Antonio Marcos. As seis faixas seriam rodadas sem intervalo para em seguida, abrir espaço para os ouvintes oferecer músicas aos corações apaixonados que perambulavam pelas imediações da Praça do Centenário. “Preciso saber o que você vai fazer domingo à tarde” O vazio que me traz os domingos de hoje, com a televisão às alturas para abafar o meu soluço e amenizar a minha solidão, me faz lembrar as tardes de domingo de Pombal. O planejamento começava na Sexta Feira; iríamos tomar banho no rio pela manhã ou catar cajá no Araçá? Será que os trapiás e as pinhas que colocamos dentro do pote lá na casa de farinha já estão maduros? Hoje faço outras indagações: Será que ainda existe o trapiá ou a casa de farinha lá na “Outra Banda”? Será que mestre Álvaro ainda faz telhas para aqueles lados? -Será que eu ainda existo? E essa música de Antonio Marcos que voltou do nada aos meus ouvidos? Será apenas o meu fantasma me puxando pelas mãos para passear nas ruas de Pombal, em um domingo à tarde de 1973? Os domingos à tarde em Pombal eram únicos. Não me refiro aos domingos pela manhã e sim os domingos à tarde. Não me lembro se era frio ou se fazia calor insuportável. Naquele tempo não tínhamos esta preocupação. As mãos marginais, por entre as grades da velha cadeia ainda me assustavam, mas, não tínhamos a preocupação de fechar as portas de casa ao sair para se divertir nas praças ou no rio. Tínhamos o futebol na calçada da Igreja do Rosário. O São Cristovão enfrentaria o Selecionado da Rua dos Pereiros, e a procissão de cachaceiros voltava da beira do rio fazendo algazarra. Aos domingos não tínhamos o vendedor de carvão, que era substituído pelo de Quebra-queixo. A Banda tocou uns dobrados no coreto, e os componentes já estão embriagados, contando farofa. As crianças mais privilegiadas eram vistas aprendendo andar de Bicicleta Monareta em volta a Praça do Centenário. Por que eu não tinha inveja deles? Hoje eu sempre quero um carro melhor do que o do meu vizinho. Dona Eliane me encontrava vadiando na praça central e me alertava para o “dever de casa” que até aquelas horas eu ainda não havia feito: como ela sabia? A professora sabia da minha vida! Uma matinê no Cine Lux estava na programação. O badalar do sino da Velha Matriz me convocava mas para ele eu nunca dei ouvidos. -Assumirei esta dívida.... “Por que chora, à tarde seu pranto entristece o caminho Por que chora, se tem a beleza do sol e da flor Por que chora, à tarde sabendo que existe outro dia E a alegria depois da tormenta, é dia de sol” Antonio Marcos continua a inebriar os corações com suas belas melodias e voz entorpecente.Era outra música que pulava de dentro de mim como se quisesse me arrastar aos domingos à tarde Pombal. Por que veio a minha mente duas músicas que falam de tardes memorosas? O que há dentro de mim que não me deixa em paz, trazendo de volta algo que preciso esquecer? “Por que chora, à tarde no rio salpicando o seu leito Por que chora, gritando ao vento angustias e dor É que à tarde já sabe que alguém carregou meu carinho Eu compreendo que também a tarde, soluça de amor” Não posso querer de volta o Cine Lux, o Circo Continental, ou as partidas de futebol do São Cristovão. Não me é de direito exigir que o tempo não passe para mim, se não é possível parar também para os outros. Se o fantasma que habita a minha lembrança trouxe de volta ás tardes de domingo de Pombal, fazendo ressurgir em minha mente as fisionomias jovens dos meus amigos; amigos que hoje carregam o peso do mundo em suas costas não é justo que eu tenha isto só para mim. “A Tarde está chorando por você Por que assiste a solidão no meu caminho A tarde entristeceu junto comigo E eu preciso desta tarde como abrigo” Eu choro pelos amigos e pelas paisagens da minha cidade. Choro pelos escombros do Cine Lux e dos velhos sobrados. Choro pelos amigos aquietados nos Cemitérios de Pombal. Eu choro pelos pais e mães que em uma tarde de domingo carregaram os seus filhos até o último endereço. “A tarde está chorando por você Ela sabe que o amor partiu para sempre Seus passos vão sumindo pela estrada E esta chuva faz a tarde tão molhada” Que não me venham à mente nunca mais as lembranças das tardes de domingo de Pombal. Eu não preciso destes sofrer gratuito. Eu prefiro esquecer e enterrar junto ao meu corpo frágil e debilitado pela solidão e saudade e as lembranças que tanto quero de volta. O que vamos fazer domingo à tarde?

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Clemildo Brunet


Por Clemildo Brunet* 

Neste mês de julho em que se comemora mais um aniversário da cidade, vamos prestar mais uma homenagem a um filho da terra, que apesar de sua formação acadêmica e Profissional não ter nada haver, com o título desse artigo. Verneck Abrantes, filho de um grande amigo de meu pai, que juntos fundaram A Sociedade Operária Beneficente de Pombal em 08 de julho de 1934. 

Filho de José Benigno de Sousa e Elisa Abrantes de Sousa, o nosso homenageado tem nível superior de engenheiro agrônomo formado pela CCT/UFPB - Campos III de Areia com formação profissional tendo cursos de especialização em Agro-Negócio, Agente de Inovação e Difusão tecnológica, e Irrigação e Drenagem, todos esses pelo Campus II da UFPB de Campina Grande. Ativo na sua área de trabalho participou de vários Seminários e Congressos. Sua consorte é Berta Leonia e da união conjugal nasceu Alana Alcântara Formiga de Abrantes. Atualmente Verneck exerce a função de Assessor Regional da Emater com sede em Campina Grande. Foi eleito em 2005 Coordenador Regional do Sindicato dos Engenheiros no Estado da Paraíba e Conselheiro do CREA-PB. Eleito este ano para Academia Brasileira de Extensão Rural, com sede em Brasília. È sócio honorário do Instituto Histórico e Geográfico do Cariri Paraibano. Em 2005 fez viagem internacional chegando a conhecer, Portugal-Lisboa e Fátima; Itália-Roma, Pádua, Assis, Veneza; Suíça –Lucerna; França – Paris. 

O nosso homenageado demonstrando a sua vocação de escritor e historiador, começou a fazer pesquisas em torno da história de Pombal e desvendou alguns mistérios que deixavam dúvida se era verdade ou não. Por exemplo o caso da Cabocla Maringá. Diz Verneck: “uma Canção homenageia a cidade de Pombal. Maria é um nome comum nos sertões nordestinos. Ingá, uma cidade do agreste paraibano. A junção de Maria com Ingá deu formação à palavra Maringá, por exigência métrica de composição”. Em outro trecho do livreto Nossa História, Nossa gente Nº 03, ele retrata com precisão a existência dessa cabocla: “Acredita-se que ela morou no sertão da Paraíba nos idos da seca de 1921, mais precisamente em uma das ruas periféricas da então pequenina e graciosa cidade de Pombal, e depois de ali viver por indeterminado tempo, partiu numa leva de retirantes a caminho de outras paragens, onde o céu fosse mais complacente e a terra menos desventurada”. O certo é que Maria partiu deixando uma lacuna entre os pombalenses que ficaram, segundo informações de Ruy Carneiro na época um jovem que gostava de serestas aos 20 anos de idade. 

Segundo comentários, Ruy Carneiro, que depois daquela época viria a ser Interventor da Paraíba, Senador da República e que em 1932 era chefe de gabinete do então Ministro da Aviação e Obras públicas, José Américo de Almeida, teria comentado de forma sutil no Rio de Janeiro no momento de uma conversa informal os sentimentos de saudade por essa cabocla, quando no diálogo com um consagrado músico e um político, comentando as coisas do sertão; como as secas e as levas de retirantes. Ruy Carneiro instigou o poeta a compor uma música que falasse sobre a seca no sertão. Esse poeta era o compositor Joubert de Carvalho, que de inicio, pensou na cidade do Ministro; como a cidade de Areia não dava rima, virou-se para Ruy Carneiro e perguntou: onde você nasceu? Nasci em Pombal Sertão da Paraíba. Pombal da rima e ai Ruy começou a contar sobre a devastação da seca citando vários lugares, destacando a cidade de Ingá. 

E assim o compositor fez a junção das palavras e deu Maringá. “Há quem diga que Ruy Carneiro colaborou na letra e na música” Outro ponto da história de Verneck: Foi a questão do nome Vila Nova de Pombal, que segundo Irineu Joffily, quando escreveu, “Notas Sobre a Paraíba” deu a versão que era em homenagem ao Marquês de Pombal, I Ministro de Dom José I, rei de Portugal e que foi recebida sem averiguações por todos os autores que lhe seguiram, daí o equivoco. O nome veio em decorrência de se homenagear uma cidade de Portugal chamada Pombal. A carta Régia de 22 de julho de 1766, mandava erigir novas vilas e denominá-las com nome de localidades e cidades de Portugal. 

Em um de seus escritos publicado em 2004, Vernekc destaca a importância das três datas de Pombal. “Pombal foi o primeiro núcleo populacional do sertão paraibano, tem 306 anos de fundação, 232 de Vila e Emancipação Política e, 142 de cidade. Quanto mais antigo o lugar, maior referencial histórico e cultural para os seus filhos, portanto, é interessante valorizar e divulgar a data de sua Fundação, 27 de julho de 1698, a qual contempla Pombal com 306 anos de fundação. Propagar isso não é difícil, porque o dia do aniversário da cidade é 21 de julho e da fundação 27 de julho, as datas estão próximas, assim, na mesma semana poderemos comemorar as duas datas, claro, referenciando a maior e, logicamente, mantendo a tradição da festa no mês referenciado. Esperando a quebra do paradigma e a valorização da nossa história”. 

Verneck é um historiador que não somente se preocupa com a veracidade dos fatos, como também é um defensor intransigente do nosso patrimônio histórico. Numa determinada ocasião em uma Festa do Rosário, em um compartimento da velha Igreja, alguém entendeu de realizar uma reforma para o estabelecimento de uma cantina que serviria para a barraca da Igreja, ocasionando mudança no aspecto físico do imóvel sem o mínimo respeito ao patrimônio histórico; pois bem, Verneck juntamente com o seu amigo também escritor Jerdivan Nóbrega, protestou contra tal absurdo, ocupando emissoras de rádio e denunciando o fato aos órgãos competentes, até que medidas foram tomadas no sentido de repor tudo no seu devido lugar. 

Outro ponto importante a se destacar é quanto a referencia feita a maior festa frequentada por pombalenses que estão distantes e turistas, e que alguns por desconhecimento de causa a chamam de Festa de Nossa Senhora do Rosário, Verneck conseguiu nas suas pesquisas um dado importante: A Festa não é de Nossa Senhora do Rosário é simplesmente Festa do Rosário, numa alusão ao rosário e não a Santa do Rosário. 

Em 2004 Verneck Abrantes juntamente com o colunista José Tavares Neto, enfrentou uma luta em defesa da conservação da Casa da Cultura de Pombal que tem como sede o prédio da Cadeia Velha de nossa cidade. È que na época a Casa da Cultura estava uma lástima sofrendo um desprezo total por parte do Poder Público Municipal, já que os fundadores da instituição abandonaram de vez o órgão e estava entregue ao deus-dará. Foi publicado em livro e distribuído gratuitamente com a população um manifesto em defesa do Patrimônio Histórico, intitulado “A Cadeia Velha de Pombal”. Obra da lavra de Verneck e José Tavares, onde consta o protesto de muitos pombalenses em torno do assunto. Graças a essa manifestação o Poder Público Municipal resolveu tomar conta e restaurou a Casa da Cultura que hoje se encontra aberta para visitação de todos. Além das publicações em Revistas e Jornais desde histórias de Pombal as mais antigas até os dias atuais, 

Verneck tem também escrito sobre assuntos relacionados com o profissionalismo que ele exerce e a sua função na Emater em Campina Grande. Dentre os livros publicados do nosso homenageado, podemos destacar: A Cadeia Velha de Pombal - manifesto em defesa do patrimônio histórico com José Tavares.(Gráfica Andyara)2004; Um Olhar sobre Pombal Antigo- (Editora União)2002; A Trajetória Política de Pombal-(Editora Imprell)1999; O Velho Arraial de Piranhas (Pombal) de Wilson Seixas. Revisão crítica com Evandro da Nóbrega e Jerdivan Araújo-2004; Belarmino de França - Um Trovador do Sertão-com Irani Medeiros-2006; Série Nossa história, nossa gente- A Cadeia Velha de Pombal; A Cruz da Menina de Pombal e Maringá. 

Verneck tem uma atuação na vida cultural e social de Pombal, já atuou em teatro e até como figurante no longa metragem “O Salário da Morte”,assim como na Diretoria da Associação dos Estudantes Universitários de Pombal (AEUP). 

Nesta justa homenagem que prestamos ao jovem escritor e historiador, nada mais convincente para chamá-lo de o historiógrafo nato do que a frase de sua autoria: “Pombal foi o berço, a porta de entrada para a civilização sertaneja. Arraial, Vila e Cidade de Pombal; Os caminhos de luta fazem sua seqüência histórica”. 
postado por Clemildo Brunet às 18:12 em 04/07/2007
*RADIALISTA.
CONTADA POR JERDIVAN NÓBREGA DE ARAÚJO (FOTO)
Quando eu era criança, meus 11 ou 12 anos, entre as muitas coisas que eu gostava de fazer, além do banho no rio , jogar bola, assistir for west no cine Lux, era ir aos estúdios do LORD AMPLIFICADOR DE POMBAL ver os radialistas trabalharem. Sou do tempo dos irmãos Evilásio e Evandro Junqueira. Rosil Bezerra e Genival Severo, todos coordenados pelo Clemildo Brunet. Não sei nem se as musicas que ofereci as minhas "namoradas" foram ouvidas por elas.Que importa isto agora? O importante é que, de alguma forma, fiz parte da história do LORD, nem que seja como um curioso por trás de uma portiola de vidro esperando a luz vermelha apagar, para poder conversar com os amigos que ali trabalhavam, a respeito dos novos LPs que acabara de chegar ao mercado.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

CONTADA POR JOSÉ ALVES (FOTO) PRIMEIRO REDATOR DA RÁDIO MARINGÁ AM DE POMBAL-1982 Na Rádio Maringá, tive a oportunidade de assumir meu primeiro emprego. Tão logo a emissora entrou em fase de experiência, fui contratado como redator. Na prática, meu trabalho ia além disso, pois também saía às ruas em busca de notícias e, quando faltava algum locutor, dava cobertura levando ao ar, de hora em hora, o informativo 1490. Em certa ocasião, cobria a reunião da Câmara Municipal, quando o Vereador Zé Elias fez uma denúncia gravíssima: segundo ele, para obter a liberação do custeio agrícola na agência local do Banco do Brasil, era preciso “deixar uma bola” para o gerente. Como manda o contraditório, princípio básico do jornalismo, no dia seguinte, de posse de um gravador, dirigi-me ao Banco para ouvir o outro lado da história. Para minha felicidade ou infelicidade, ainda não sei ao certo, o gerente geral da agencia, alvo da denúncia, estava de férias e no seu lugar estava o sub-gerente, conhecido pela sua rudeza no trato com as pessoas. Não desisti da entrevista. Solicitei a audiência e fiquei aguardando do lado de fora da sala da gerência, que, nesta época, era localizada no primeiro andar da agência. Naquele tempo , não era qualquer um que podia falar com o gerente do Banco do Brasil, o qual, juntamente com o Padre e o Prefeito, eram as autoridades da cidade. Somente depois de muito tempo, fui autorizado a entrar na Sala, onde fui recebido por um sujeito sizudo, que, sem levantar os olhos, foi logo me dizendo: -Diga; Coloquei o gravador em cima da mesa, apertei a tecla REC e chateado pelo chá de cadeira e entorpecido pela pouca experiência, fui direto e sapequei a pergunta: -É verdade que para obter a liberação do agrícola é preciso deixar “uma bola” para o Gerente? O cidadão que até então me atendia de vista baixa, manuseando seus papéis, arregalou os olhos, encarou-me com ar severo e, tomando o cuidado de antes desligar o gravador, ameaçou-me: -Moleque sem vergonha e atrevido. Retire-se da minha sala, senão mando o segurança expulsá-lo. Peguei o gravador, coloquei debaixo do braço e desci correndo as escadas, sem coragem de olhar para ver se alguém estava me seguindo. Nesta época, a Rádio Maringá participava, todos os dias, às seis da manhã, do circuito estadual da notícia, que ia ao ar sob a liderança da Rádio Tabajara da capital. Como não tinha a outra versão dos fatos, mas tão somente a denúncia do Vereador, no dia seguinte, em rede estadual, A Rádio Tabajara destacou a seguinte notícia: BANCO DO BRASIL DE POMBAL USA DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS NA LIBERAÇÃO DO CUSTEIO AGRÍCOLA. - Detalhes com o Repórter Clemildo Brunet, diretamente dos estúdios da Rádio Maringá, em Pombal. Até a Superintendência Estadual do Banco do Brasil em João Pessoa entrou na história para saber o acontecido. O certo é que, Fenelon Arnaldo, Chefe da carteira agrícola do Banco, sujeito fino no trato e elegante no dizer, procurou o diretor da Rádio, Clemildo Brunet, foi agendada uma entrevista e o assunto definitivamente encerrado. Anos depois, tive de sair de Pombal e ausentar-me do jornalismo. Por uma dessas coincidências da vida, fui aprovado no concurso do Banco, nomeado e designado para tomar posse, em Pombal. A preocupação era encontrar novamente e ter como superiores no novo emprego o sub-gerente valentão e o gerente “boleiro”. Para minha felicidade, quando lá cheguei pra tomar posse, só tive notícias de que o gerente tinha sido transferido pras bandas de Minhas Gerais e o sub-gerente estava aposentado.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

UM HOMEM DAS LETRAS

Nonato Nunes Por Nonato Nunes*  O livro "Memoriais & Legados", do radialista e escritor pombalense Clemildo Brunet de...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CLIQUE NO PLAY E OUÇA A ENTREVISTA.

COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!