sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Tarcisio de Sousa Pereira
POR TARCÍSIO DE SOUSA PEREIRA*
 A concepção de herói, para uma criança, geralmente está associada a um sonho. Por exemplo: Por algum tempo, na minha infância, o meu sonho era ser locutor do LORD AMPLIFICADOR. Eu gostava do LORD como simples ouvinte, escutando as difusoras na rua, mas o LORD se tornou um lugar mágico a partir do instante em que comecei a ter acesso ao seu Studio.
Eu sempre estava nos programas de Evilásio e Evandro Junqueira. Já aos seus programas eu não entrava. Não que você não deixasse, aliás, nunca pedi, mas porque eu tinha medo. Tinha medo de entrar e que você me desse uma bronca. Por que o medo? Porque uma vez eu levei uma bronca de Clóvis, seu irmão, na padaria. Eu trabalhava com Cláudio na Padaria e, um dia, Clóvis me deu um grito porque me esqueci de fechar uma torneira e a água molhou parte da lenha que ficava atrás do forno, onde se assavam os pães. Ele tinha razão, mas aquele grito me traumatizou. Como você era irmão de Clóvis, achei que também pudesse me gritar se eu entrasse no LORD. Lembro que ás vezes, antes de entrar, eu perguntava a Evilásio: “Clemildo está aí?” Se não estava, a barra estava limpa e então eu acompanhava o programa até às nove da noite. Minha maior emoção foi no dia em que Evilásio ou Evandro não me lembra ao certo, permitiu que eu colocasse a agulha na faixa de um disco. Meu dedo tremia, enquanto arrastava o braço do pick-up. Era um disco de Roberto Carlos. Quando a música começou a tocar, me arrepiei com um sentimento de enorme poder. Que momento mágico: Porque eu sabia que, naquele instante, Pombal escutava uma música que eu tinha colocado! *TEATRÓLOGO E DIRETOR DO TEATRO SANTA ROSA - JOÃO PESSOA-PB.

postado por Clemildo Brunet às 05:58 em 31/08/2007

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

CLEMILDO BRUNET* (Foto) Bom seria que nós seres humanos estivéssemos sempre prontos a falar coisas boas de nossos semelhantes e assim estaríamos cumprindo a recomendação do apóstolo Tiago quando diz: “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz”. Tiago 4:11. Apesar de haver nascido em Pombal, a minha aproximação com o dileto amigo Romero Cardoso, dista de um dez anos aproximadamente. Foi através de entrevistas concedidas por ele em nossas emissoras de rádio, que conseguimos firmar nossa amizade. É que a comunicação entre as pessoas tem esta magia. Conversa vai, conversa vem, vamos através do diálogo, estabelecendo um elo de conhecimento. Romero Cardoso nasceu em 28 de setembro de 1969, na cidade Pombal Estado da Paraíba, filho de Maria de Lourdes Araújo Cardoso e Severino Cruz Cardoso. Menino de origem humilde, que segundo ouvi falar muito travesso, comum a idade semelhante aos demais de seu tempo. Por intermédio do esforço de suas tias ou primas, começou a freqüentar o banco escolar numa preparação para a vida. Graduou-se em licenciatura em geografia pelo Departamento de Geociências do Centro de Ciências Exatas e da natureza da Universidade Federal da Paraíba, campus I, João Pessoa PB. Cursou Especializações em Geografia e Gestão Territorial e em organização de arquivos. Submeteu-se no ano de 1998 a concurso público para docente do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Campus Central, Mossoró RN, obtendo o primeiro lugar. É professor Assistente-IV. Concluiu, em julho de 2002, mestrado em desenvolvimento e meio ambiente-PRODEMA-UERN, com dissertação versando sobre a importância da caprinovinocultura em assentamentos rurais de Mossoró-RN. Romero Cardoso, é assessor da Fundação Vingt-un Rosado “Coleção Mossorense”, onde fez o lançamento dos seguintes livros: Nas Veredas da Terra do Sol (1996), Terra Verde, Chapéu de Couros, e outros ensaios (1996), Aos Pés de São Sebastião – Novela Sertaneja (1998), Fragmentos de Reflexões-Ensaios Selecionados (1999), A descendência de Jerônimo Ribeiro Rosado e Francisca Freire de Andrade – A família de Menandro José da Cruz (2001). Essa inteligência rara, Romero Cardoso, é autor de inúmeras plaquetas, a exemplo de Mossoró e a Resistencia a Lampião (2002) e de Maria do Ingá a Maringá (2003). É sócio- correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, membro do Conselho Consultivo da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço e Sócio da Associação Paraibana de Imprensa, além de sócio fundador do Grupo Benigno Ignácio Cardoso D’Arão. Estudioso do semi-árido nordestino e dos movimentos sociais desta região, sempre na defesa, em busca de tecnologias que permitam melhor convivência do homem com os problemas regionais. Podemos dizer com certeza, que Romero Cardoso, é justamente aquele pensamento do apóstolo Paulo, quando afirma: “Quando era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino: quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino”. I Coríntios 13:11. Na última entrevista que me deu em 2004, no meu Programa: “Saudade Não Tem Idade” na Rádio Opção 104 FM de Pombal, pude observar bem, nos gestos e palavras de Romero Cardoso, a sua inquietação e desenvoltura própria dos homens destros, tendo na ponta da língua a resposta de todas as perguntas a ele dirigidas, aproveitando os intervalos acendia o cigarro e ia fumar lá fora. Romero Cardoso é uma pessoa simples e muito popular reside em Mossoró Rio Grande do Norte, quando vem a Pombal, procura saber das coisas da terra com o maior interesse, sempre almejando o melhor para a sua urbe, principalmente no que diz respeito à preservação do patrimônio histórico de sua cidade natal e o seu desenvolvimento, para que ela venha se tornar cada vez mais, uma cidade próspera no setor comercial e Industrial, além do seu significado em termos de cultura. Foi de Romero que ouvi pela primeira vez, que eu, era descendente direto do grande naturalista francês Louis Jacques Brunet, cientista renomado que foi o responsável pela descoberta e fomento na condução da carreira do maior artista plástico paraibano, o areiense Pedro Américo. Romero Cardoso, esta homenagem que lhe presto, não é simplesmente por ser seu amigo, poderia haver até razão de ser. Mas não é por esse lado. A verdade é que desde o dia em que travamos o nosso primeiro diálogo, descobrir a suficiência de sua capacidade e a maneira simples como você a expressa: Sem vaidade e sem orgulho. Daí a razão do título deste artigo. Romero Cardoso: Uma Inteligência Rara! *RADIALISTA. CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com WEB: http://clemildo-brunet.blogspot.com/

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

CONTADA POR VERNECK ABRANTES* (Foto)
Em 1966 Clemildo Brunet instalou em Pombal uma rádio denominada: A Voz da Cidade; com grande sucesso de audiência. Em 1967, a direção da rádio abriu um espaço semanal, das 12:00 às 13:00 horas de cada domingo para Paulo Queiroz (com apoio de Arruda e Aluiso de Ubaldo) levar aos lares pombalense um programa denominado: A Voz do Estudante. Na época, o governo era militar, que exercia uma grande repressão política, principalmente sobre o partido comunista, sobre a música, literatura, cinema, etc. censurando, prendendo, exilando e ditando as ordens como bem lhe conviesse. Paulo, nada disso levava em consideração, sutilmente, entre uma música e outra de Geraldo Vandré, Chico Buarque, Edu Lobo, Elis Regina, recitais de João Cabral de Melo Neto, Ferreira Gullar, Tiago de Mello, ele discretamente enaltecia a Revolução Russa e a Cubana, ocasionalmente falava e comentava textos de Karl Marx, Lênin, Leon Trotsky, falava em Carlos Lamarca, Che Guevara, e nunca foi incomodado. Imagina-se que o delegado da cidade, tenente Raposo, costumava dormir no horário do programa, desconhecia ou nunca lhe informaram sobre A Voz do Estudante.
*VERNECK ABRANTES - ENGENHEIRO AGRÔNOMO E ESCRITOR. CAMPINA GRANDE -PB.
CLEMILDO BRUNET* (Foto) Já se diz que o poder emana do povo e em nome deste é exercido. O Exercício cultural também é emergente do povo, não importa raça, cor ou credo religioso. O Folclore por exemplo, data desde a antiguidade, vem de tempos remotos. Ele centraliza-se e tem sua sobrevivência em cada país e em cada região com o seu modo típico, superando até mesmo o avanço da tecnologia. O arqueólogo Willliam Johms Thoms, em 22 de agosto de 1846, designou o nome de folklore, para registros de contos, costumes, narrativas e usos antigos. Folk (povo), Lore (saber, ciência) “sabedoria do povo”. Ainda me vem à lembrança, quando foi inaugurada a primeira estação de rádio convencional em nossa cidade em 1982, Rádio Maringá de Pombal AM (atualmente fora do ar); No prefixo de abertura da emissora dizia assim: “Pombal terra de velhos costumes e tradições históricas”. O Dia 22 de agosto é o Dia Mundial do Folclore e Pombal está situado dentro desse contexto, dessa riqueza cultural, pela existência dos três grupos Folclóricos: Os Congos, que gostam de ser chamados os pretinhos do congo – Grupo de danças com entrecho dramático, cortejo, embaixada e de trajes exóticos. Geralmente se apresenta na Festa do Rosário. Negro dos Pontões, é outro grupo de danças que também se apresenta na mesma festa,Tem o maior número de participantes. Os homens desse grupo usam uma lança de madeira e na ponta um maracá enfeitado com fitas coloridas, camisas azuis e encarnadas e dançam acompanhados por uma banda cabaçal. Por ultimo, temos o Reisado, é constituído de folgazões, de um rei, Mateus, secretário e o general. A orquestração é composta de um violão, pandeiro e um apito, que, com a marcação do sapateado e do canto completa a parte musical. A nossa velha comunidade sertaneja, conserva em todo seu esplendor a Festa do Rosário, devoção de pretos escravos, com seus reis negros e tradições folclóricas, associadas a autos populares que foram comuns em quase todas as regiões onde houve trabalho escravo negro no Brasil. Folclore é o conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares, expressas em provérbios, contos ou canções. E Pombal tem tudo isso. Só não tem o apoio dos poderes constituídos. Infelizmente, ontem e hoje; Os valores culturais de nossa terra são levados a um segundo plano. Teatro, cinema, grupos folclóricos, cancioneiros populares, comunicadores e organizações que prezam pela conservação da cultura, muitas vezes, não recebem o devido valor. Os grupos folclóricos de nossa cidade lutam enfrentando dificuldades para se manter e preservar a tradição. Não há incentivos ou apoios logísticos. Jaz no esquecimento e quando se apresentam é de maneira voluntária, pedindo contribuições a um e a outro, para pelos menos uma vez por ano, na Festa do Rosário, se fazer presente ao evento que reúne o maior número de pombalenses que residem fora de sua terra. Pombal cidade natal do Senador Ruy Carneiro, do Grande Economista Celso Furtado, do Poeta Leandro Gomes de Barros, do Grande Arruda Câmara e tantos outros filhos ilustres que dignificaram esta terra, poderia pelo menos, marcar em seu calendário a passagem desse dia com apresentações públicas dessa grande riqueza cultural do qual somos detentores. Ainda bem, que Pombal tem um Luizinho Barbosa, professor, cantor e compositor, que com o seu espírito altruísta, não deixa esta data passar em brancas nuvens e usando de todo seu potencial de cultura, todo o ano organiza uma programação para homenagear o nosso folclore. Nos Dois turnos amanhã e tarde da Escola Estadual “Arruda Câmara” foi realizada uma feirinha com comidas típicas regionais. A noite consta na programação do evento: Apresentação dos Negros dos Pontões, Quadrilha “Brilho da Lua” com exibição do xote das meninas, a burrinha de Salomão e outras atividades no gênero. Na Sexta Feira, exibições de Peças teatrais e no sábado no único teatro ao ar livre “O Murarte” apresentação da orquestra sinfônica Beradeiro (Gente que encanta) pertencente ao Instituto Beradeiro de Catolé do Rocha, fundada pelo cantor e compositor catoleense, Chico César, sob a coordenação da irmã Iraci Barbosa de Almeida. Dia Mundial do Folclore em Pombal é restrito somente a trabalhos culturais nas Escolas, faltando portanto a contemplação dos órgãos governamentais e das autoridades, para o reconhecimento e apoio as ações daqueles que conhecem e valorizam o nosso folclore e sua riqueza. *RADIALISTA WEB: http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Fundado em 7 de setembro de 1905 Rua Barão do Abiaí, 64 – 58013 Email: ihgpb@bol..com.br João Pessoa, 25 de julho de 2007. Radialista Clemildo Brunet Ilustre Confrade: Acusamos o recebimento do CD Tributo ao Historiador Pombalense Wilson Nóbrega Seixas, onde se ouve a famosa canção Maringá, na oportunidade em que a Rádio Liberdade homenageia o grande historiador Wilson Seixas, nosso ex-sócio efetivo. Apreciamos com satisfação o seu artigo O desbravador da nossa História, destacando o pioneirismo das pesquisas daquele confrade restabelecendo a verdade histórica sobre a emancipação política do velho arraial. Seus trabalhos foram incorporados ao nosso acervo para apreciação dos nossos usuários. Atenciosamente, Luiz Hugu Guimarães Presidente

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

MACIEL GONZAGA* A leitura é um testemunho oral da palavra escrita, atividade extremamente importante para o homem civilizado, atendendo múltiplas finalidades. Podemos vincular o conceito de leitura ao processo de letramento, numa compreensão mais ampla do processo de aquisição das habilidades de leitura e escrita e, principalmente, da prática social destas habilidades. Deste modo, a leitura nos insere em um mundo mais vasto de conhecimentos e significados. A escrita precisa ter um sentido para quem lê, pois saber ler não pode ser representar apenas a decodificação de signos, de símbolos. Ler é muito mais que isso; é um movimento de interação das pessoas com o mundo e delas entre si e isso se adquire quando passa a exercer a função social da língua, ou seja, quando sai do simplismo da decodificação para a leitura e reelaboração dos textos que podem ser de diversas formas apresentáveis e que possibilitam uma percepção do mundo. Desde de cedo, ainda morando em Pombal, eu tive o prazer de conviver com um homem que gostava muito de ler: padre Oriel Antônio Fernandes, o nosso querido “Padre Orié”. Foi ele quem despertou em mim o interesse pela leitura e pela palavra escrita. Com o passar dos anos, busquei aperfeiçoar essa minha aptidão. Direcionei meus estudos para a área das Ciências Sociais e, principalmente da Ciência Jurídica. Descobri que, é por meio de narrativas que se pode conhecer outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, de outra ética, outra ótica... É ficar sabendo História. Para mim, ler e escrever é benéfico à saúde mental, pois é uma atividade neuróbica. Acho que até hoje não se inventou melhor exercício do que ler e escrever. Faço este preâmbulo apenas para justificar a razão de tanto estar escrevendo nesse “Novo Lord” de Clemildo. Mas, o que pretendo falar hoje é sobre uma pessoa que estimo muito e sempre mantive por ele uma afeição e consideração sem igual. Falo de Genival Severo. Fomos amigos de infância. É bem verdade que ele é mais velho do que eu. Mas, eu nunca vi uma pessoa de estado de espírito igual a Genival. Também, nunca o vi com raiva. Todos os seus amigos – e aí me incluo na linha de frente – tinham um apelido dado por ele. Vejam só: Clemildo era “Brack” – um cachorro – que Genival fazia questão de imitar o seu rosnar, inclusive fazendo o gesto das garras; Pássaro Preto era “Beiço”; Zeilto Trajano era “Baba” – numa alusão a orquestra Chaveron – na qual dizia que os músicos salivavam mais do que tocavam; Eurivo Donato era “a Bola” – porque gostava muito de futebol e comandava o São Cristóvão; Arrudinha era “o Cego” – porque não enxergava as mulheres que lhe olhavam nos passeios da Praça Centenário; o nosso saudoso educador padre Luiz Gualberto era “Balú”; Otacílio Trajano – irmão de Zeilto – era “Diazinha” – numa alusão ao seu velho pai “Diaza”. Com a relação a mim, ela chamava “Nego Blue Cap”, pois dizia que eu parecia com um dos integrantes do grupo musical Renato & Seus Blue Caps. Isso é apenas uma pequena demonstração pois, com o passar dos anos, ninguém escapa da falha da memória. Tinha mais gente com apelidos, como os prefeitos Azuil Arruda, Avelino Elias de Queiroga, o deputado Chico Pereira, o delegado, padre Oriel, padre Andrade, padre Martinho Salgado, o juiz da cidade, os promotores Arlindo Ugulino e Nilton, Toinho Ugulino, Cabina, Todos tinham tinha um apelido dado por Genival. Imagine só, no nosso ciclo de trabalho, que era o Rádio Pombalense, todos terem que ser chamados pelos nomes de acordo com as normas impostas por Genival Severo. O leitor pode perguntar: “E Genival como era chamado?”. Ele não aceitava ter apelido. Certo noite, eu e Arruda, que morávamos em um apartamento no Ginásio Diocesano, resolvemos por um apelido em Genival: PERIGO - numa alusão a uma paixão de infância dele. Não gostou, queimou ruim e fez o maior barulho, não admitindo a alcunha. Pois não é que pegou! Lembro-me que nas missas dominicais dos alunos do Colégio Diocesano, Arruda gritou muitas vezes dentro da Igreja Matriz: “Olha o Perigo!” - quando nos aproximávamos de quem de direito (a bela adormecida). Genival queimava ruim com a gente. A única reação dele era por a culpa em mim, dizendo: “Nego, Safado! Isso é coisa sua” – e colocava a mão no meu pescoço acenando que eu iria levar um murro. Mas, era só brincadeira e tudo continuava na paz, na alegria e na harmonia que reinava entre todos nós da “Voz da Cidade”. Lembro-me de certa vez quando eu me preparava para ir estudar em João Pessoa e morar na Casa do Estudante. Genival organizou uma “clack” para me intimidar, dizendo que iriam me soltar na orla marítima, próximo de uma favela, e eu nunca mais ira voltar para casa. Pois não é que eu fiquei com medo e acabei optando por ir estudar em Campina Grande, longe da turma dele. O tempo passou. Há décadas que não me encontro com Genival Severo. Apenas fica a lembrança do grande amigo, do homem honesto, digno, trabalhador e responsável que sempre foi – pois ainda jovem começou a trabalhar no cartório de José Avelino -; do comunicador inigualável na apresentação de programas de forró e, principalmente, daquele que nos levava alegria e descontração numa época em que não tínhamos violência, não havia droga, tudo era voltado para o estudo, o aprendizado, paz, amor, harmonia e sonhos, já que todos nós na flor da juventude, almejávamos algo na vida. Um abraço meu querido Genival, você é um PERIGO!
*JORNALISTA, APRESENTADOR DE TV, ADVOGADO E PROFESSOR. NATAL- RN
POESIA DA PROFESSORA E POETISA Mª DE LOURDES PEREIRA DE ARAÚJO (Foto), POR OCASIÃO DO ANIVERSÁRIO DE CLEMILDO NO PROGRAMA "SAUDADE NÃO TEM IDADE"PELA RÁDIO OPÇÃO 104 FM, EM PRIMEIRO DE AGOSTO DE DOIS MIL E CINCO.
Em mil novecentos e setenta Quando a Pombal retornei, Vi que algo havia mudado E logo observei. Um Lord Amplificador, Na cidade eu encontrei Um homem conceituado, Atendendo todas demandas, Com uma simples difusora, Fazia as propagandas Do comercio de Pombal, Com capacidade tamanha! Era você Clemildo Brunet. Que eu ainda nem conhecia, Mas sabia admirar, Tudo que você fazia. Com sua simplicidade Conquistou a radiofonia. E por ser um grande mestre, Rico de experiência, A outros radialistas, Fez provar a eficiência. Nos trabalhos realizados, Com maior número de audiência. Tendo Genival Severo, Dorival e Orácio Bandeira, Naquele Lord Amplificador Com a voz serena e pioneira, Vocês fizeram sucesso, E uma brilhante carreira. Fundaram-se então as rádios, Maringá, Liberdade, Bonsucesso, E a 104 FM, Em todas você tem acesso De um trabalho relevante. Na luta do seu Progresso. Hoje na Rádio 104 FM, Você tem um programa especial, Que resgata o passado, Com o brilho do seu ideal, O “Saudade Não Tem Idade”, É para nós essencial. Você é um homem renomado, Excelente professor. Na radiofonia pombalense, É respeitado com amor, Por Deus é abençoado, E amado com fervor. Por ser digno e eficaz, Já alcançou muitas vitórias, Você é precioso ser, E merece ter mais glórias, Pois, diante de tanto sucesso, Fiz um pouco de sua história. E o seu aniversário, Clemildo, Eu não poderia esquecer, Que o dia 1º de agosto, Traz um novo amanhecer E renova a sua vida, Para o amor renascer. Parabéns Clemildo Brunet, Pelas dádivas de felicidade, Para você e sua família, Desejo com sinceridade, Que Deus ilumine sempre sua vida, Seu dom, carisma e sinceridade. Deus proteja os seus caminhos, Sua vida, seu labor, Derrame todas as bênçãos, saúde, paz e amor, um feliz aniversario, e que reine sempre o esplendor.

sábado, 18 de agosto de 2007

CONTADA POR JERDIVAN NÓBREGA DE ARAÚJO* (Foto) Tudo o que eu queria da vida não era uma saudade, nenhuma ilusão perdida nem mesmo uma cerveja gelada. Sequer queria de volta meus verdes anos. Posso me contentar com menos... Eu queria me vê, sentado nos batentes da Coluna da Hora à sombra dos quatro relógios, cada um marcando a hora da sua vontade e nenhuma das horas concordando com a sirene da Brasil Oiticica. Eu queria agora poder olhar a minha frente e ver o passeio do Bar Centenário no sabor gostoso de um sorvete de morango lá na sorveteria de Bernardo. Ouvir os recados de Clemildo Brunet na Difusora Lord Amplificador e oferecer uma música a uma paixão que eu deixei escapar nas ruas de Pombal. Como é perverso o implacável tempo. As pessoas que meus olhos miravam não existem mais. A paisagem que meus olhos fotografaram e agora se revelam em relances não existem mais. O meu mundo é uma paisagem vista da janela. D'alguma janela de cor azul, entre aberta, numa casa da Rua de baixo, quando ainda havia a porta de baixo e a porta de cima. ― Ao sair feche a porta de cima, também. Gritava mãe Lourdes lá na Rua do Comércio. Eu queria poder levar um último recado á mãe Lourdes. Eu diria da falta que ela nos faz. Um moleque sentado no terceiro batente da Coluna da Hora não tinha ainda o tempo lhes cobrando o balanço das horas. Tempo que os relógios hoje me cobram, como fiscal das minhas ações. A minha esquerda, posso avistar a Barraca P e Cicero de Zé de Lau; a oficina de Mestre Álvaro e o Rotary Club, na prosa sem fim de Dr. Nelson e Jovem Assis. Via também, ali na esquina do Mercado Público, o meu pai sentado em um tamborete proseando com Eduardo Lacerda, Edvaldo relojoeiro e Benedito Leonel ― na parede da memória esse é o quadro que dói mais ―, enquanto ria de um bêbado que era seguido por malvadas crianças. Eram tantos os bêbados, loucos e vagabundos que perambulavam pelo centro da cidade. Os loucos da minha cidade tinham nomes e personalidades de loucos se é que isto existe. Eles, nas limitações das suas loucuras, serviam as famílias tradicionais, que os adotavam, as vezes por caridade outras por um parentesco distante e que muitas das vezes era escondido pela sua condição de trapos das ruas de Pombal. Nonato doido levava os recados de madrinha Nena. Nedina defendia "padrim" Toinho e Mané do Chicote levava os embrulhos de seu Félix até a Rua de Baixo. Tantas sombras que passam a minha frente: Chico Leque, Catita, Cachorra Véia , Antônio Ajado, Arrupiado , Acabraiado , Amor de Zé de Bú , Xí , Antonio Pinga , Beba, Butijinha, Biró de Beradeiro Cobra Verde, Chica de Jotão, Chica Pavi , Chico Ló, Chicota, Canudo, Cota, Cotinha, Curinha, Catingueira Antônio de Cota e Cabrinha. ― O meu povo tinha nomes esquisitos. Cícero de BemBem vendia os melhores peixes durante o dia e roubava galinhas e perus durante á noite. A minha direita a Igreja do Rosário. Ultimamente tenho olhado para ela como se fosse um imenso picolé a derreter no calor de Pombal. Padre Andrade desce a rua Nova cambaleando dentro da sua batina preta. Parece que nunca vai chegar ao destino. Dosinha me perguntou por Bobóia, que acaba de entrar no Cassino do Galego. Dali só sai quando perder o último centavo. Fonhonhon me conta uma história sem fim e Janduy da Banca do Bicho dá o palpite do dia: ― Vai ser veado, diz ele, com a certeza e a experiência de um profissional. Chico de Geraldo entra na casa de Severino Sadi enquanto Fonfon procura desesperadamente por Bezita. Fagundes, que vem caminhando trazendo de volta o cartaz do filme que foi exposto durante todo o dia no Mercado Central. ― Durango Kid de novo Fagundes? Não teremos outra opção: à noite estaremos todos de frente ao Cine Lux, se não para assistir ao filme, pelo menos para trocar livros de Faroestes, ouvir musicas e paquerar. "Eu faço samba e amor até madrugada por isso durmo até mais tarde.." O novo LP de Chico Buarque já faz parte da discografia sempre bem atualizada do Lord Amplificador. A grande Castanhola do João da Mata e o Flanboayan de seu Mizim, vermelho em flor, são espetáculos aos meus olhos sempre tão tristes. Não devo esquecer do Cruzeiro que me tira a visão dos miseráveis a espera de julgamento na velha e quente cadeia. A Coluna da Hora é o meu observatório do tempo. Não consigo ver o futuro dessa cidade. Apenas o passado trazendo ás suas ruas o meu povo e as minhas histórias. Quanta gente com nomes esquisitos passa por aqui. Zé Bonitinho, Raimundo Piaba, Pachota, Pecado, Papel, Pandeirinho, Pacote Ribinha, Sabonete, Saburá , Seu Lau , Soró do Mercado , Semba, Sófon, Mosquito, Vandeca, Febrim, Famoso, Fitita de Zé Canuto, Gago da Banda , Gerinha, Geraldinho de Chagueira, Godô, Guerrinha, Gera Mãe de Sofôn. Amanhã me sentarei de frente para Matriz. Quero observar as pessoas que descem a rua Nova. Quero contemplar as torres da Igreja Matriz que a um século contempla minha cidade. Quem sabe eu possa encontrar o irmão que partiu. O que é que e a vida afinal? "Era só isso que eu queria da vida uma cerveja um ilusão atrevida que mim dissesse uma verdade chinesa com a intenção de um beijo doce na boca a tarde cai a noite levanta a magia quem sabe a agente vai se ver outro dia..."
*ESCRITOR POMBALENSE.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

CLEMILDO BRUNET*
SÉRGIO LUCENA (Foto)
Tão rápida foi sua passagem aqui na terra a semelhança de um fenômeno atmosférico de aparição brilhante e de curta duração. Uma estrela cadente! Inspiração essa, para o título deste artigo em homenagem a um colega que se foi e que brilhou no trabalho radiofônico como comunicador não somente de Studio de rádio, mas também em aparições públicas com o carro de som que ele administrava com zelo e ousadia. Profissional autêntico na missão de cumprir com amor tudo que lhe vinha às mãos para fazer. Sérgio Giulliano de Sousa Lucena, nasceu em Pombal em 08 de dezembro de 1973, filho de Cristiano Pereira de Lucena e Rita Maria de Sousa Lucena (saudosa memória); tendo como irmãos: Violeta, Vanda, Valnéia e Gilberto. Casou-se em 29 de junho de 1991 com a jovem Francisca de Araújo Assis e dessa união nasceu o casal de irmãos, Cristhyane Assis Lucena e Cristiano Pereira de Lucena Neto. Faleceu no dia 18 de agosto de 2004 na capital do Estado, acometido de uma enfermidade que precocemente lhe dizimou a vida. Apesar das circunstancias e do tratamento que vinha recebendo, a notícia da morte de Sérgio Lucena, nos pegou de surpresa. Ouvi o comunicado pelo rádio no momento em que o locutor anunciava que acabara de falecer um profissional da comunicação da nossa cidade, nem me passou pela cabeça que se tratava de Sérgio Lucena. Ao declinar o nome, tomei um susto, sentindo-me abalado em minha saúde. Um verdadeiro impacto para minha sensibilidade, estremeci por dentro, fiquei melancólico e sombrio, a tristeza invadiu meu ser e chorei silenciosamente. De imediato procurei os meus arquivos e comecei a pensar como prestar a minha homenagem a um colega, mais do que isso, um amigo na expressão máxima da palavra, cujos primeiros passos de locução foram dados nos microfones do Serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR” de minha propriedade. Dirigir-me a Rádio Maringá, da qual Sérgio Lucena era funcionário, para me inteirar da Programação que já havia sido modificada naquele dia e que por sugestão minha quando lá cheguei, convidei os demais colegas para ao meio dia, realizar um programa especial em homenagem ao confrade falecido.Todos atenderam o nosso chamado. Nesse momento houve concordância de que iríamos receber o cortejo fúnebre na cidade de São Bentinho, fato ocorrido por volta das 14 horas. A Tristeza dominava os corações das pessoas que se postavam na entrada da cidade, observando a passagem do corpo de Serginho. Certamente, muitos de seus ouvintes, que vinham naquele momento prestar a última homenagem ao nosso comunicador querido. Tive a oportunidade de receber Sérgio Lucena na Rádio Maringá de Pombal quando era Diretor Comercial da emissora, e logo depois de algum tempo, Sérgio seguiu para João Pessoa, tinha potencial para isso, e foi militar no rádio na capital do Estado, passando uma temporada por lá, regressou; e veio novamente prestar serviço a Rádio Maringá, chegando a falecer como funcionário da mencionada emissora. Agradeço a categoria de profissionais de nossa cidade, por me haver escolhido para falar em nome da classe, no momento da missa de corpo presente. Foi um momento muito difícil. Era manhã do dia 19 de agosto, data que nunca me sairá da lembrança. No Cenáculo, o silêncio dominava, e no inicio de minha oratória disse: “Há momentos em que o silêncio fala mais alto que as palavras. Eu gostaria que este fosse assim”. E continuei: Mas, como silenciar? Se nós somos comunicadores, se somos aqueles que utilizamos o microfone para falar... Para comunicar. Como silenciar? Meus amigos, família enlutada aqui presente. Depois de saudar cada um da família, continuei: Como silenciar? Se quem inventou a comunicação foi o próprio Deus! O texto sagrado diz: Deus falou, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos fala através do seu filho Jesus Cristo. E enfatizei: Deus falou muitas vezes. Ele é o inventor da comunicação! A comunicação de Deus dirigida a nós, é essa: “vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois apenas como neblina que aparece por instante e logo se dissipa”. Isto aqui é comunicação de Deus! Ele fala da nossa transitoriedade. Este é o quadro que presenciamos agora, verdadeira reflexão sobre a vida! Por fim, Falei naquela ocasião de três características que Sergio Lucena possuía: Simplicidade: As pessoas o procuravam e ele as escutava com paciência. Sempre estava pronto a ouvir, sem interromper o seu interlocutor. Tinha um carisma especial, era comunicativo ao extremo. Franqueza: Ele usava dessa característica com quem quer que seja, em suas afirmações se sentia seguro naquilo que transmitia. Podemos dizer que na sua sinceridade usando a linguagem comum, Sérgio Lucena não abria nem para o trem! Era difícil arrancar do nosso comunicador meteórico uma palavra. Mas no momento de falar, era tranqüilo e consciencioso. Lealdade: Essa era outra qualidade de Sérgio Lucena. Nunca recusou fazer serviço prá ninguém. Não se escusava com desculpas amarelas. Atendia prontamente todos que lhe procuravam para alguma atividade no ramo radiofônico. Sérgio Lucena; foi curta a sua passagem por este planeta, mas, deixaste um legado importante para a comunicação: A sua desenvoltura para o trabalho cumprindo fielmente a missão que lhe foi entregue. Você nos faz lembrar o sentido da mensagem bíblica quando diz: “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” Eclesiastes 9:10 (Bíblia- Revista e atualizada no Brasil, traduzida por João Ferreira de Almeida) *RADIALISTA CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com WEB: http://clemildo-brunet.blogspot.com/
CONTADA POR JOSÉ ROMERO ARAÚJO CARDOSO* (Foto)
Nos dias de hoje, quando a radiodifusão se encontra impecavelmente estruturada em inúmeros municípios sertanejos, poucos lembram-se de trabalhos dinâmicos efetivados por grandes e inesquecíveis idealistas que disponibilizaram experiências inovadoras no âmbito do radialismo em diversos rincões espalhados no semi-árido, difundindo informações preciosas para esquecidas populações de ermos distantes, carentes de entretenimentos e novidades. Em um passado recente, a velha e tradicional cidade de Pombal, localizada no sertão central do estado da Paraíba, contou com inesquecível experiência radiofônica personificada no saudoso Lord Amplificador, cujas difusoras, extrategicamente localizadas no centro da cidade, irradiavam à população resultados concretos da fluente inteligência de pioneiros das atuais ondas dos rádios existentes na cidade, concretizadas através das importantes emissoras que engrandecem e enriquecem a cultura e o patrimônio da velha terra de Maringá. Impossível esquecer o carinho e a devoção do grande radialista Clemildo Brunet quando da efetivação dos inúmeros programas transmitidos pelo Lord Amplificador, o qual se constituiu indubitavelemnte em verdadeira escola para muitos profissionais que atuaram e ainda atuam no exercício digno de uma profissão merecedora de respeito e louvor. Clemildo, amigo dileto e extremamente dedicado às atividades radiofônicas, teve papel destacado na história da expressiva experiência desenvolvida em Pombal, a qual marcou indelevelmente o imaginário de gerações que tiveram o privilégio de desfrutar da concretização de ideiais nobres permeados pela devoção à radiofonia. Clemildo Brunet, descendente direto do grande naturalista francês Louis Jacques Brunet, cientista renomado que foi o responsável pela descoberta e fomento na condução da carreira do maior artista plástico paraibano, o areiense Pedro Américo, se destaca pelo amor ao rádio, pela responsabilidade primorosa para com sua gente, levando entretenimento e informações há décadas, transformou-se, graças à sua luta initerrupta, em patrimônjo histórico da terra de Maringá. Uma das escolas radiofônicas na qual militou o grande expoente da radiofonia pombalense, foi justamente o Lord Amplificador, inegavelmente um dos pontos de referência quando se trata da história do radialismo no sertão paraibano. Torna-se impossível esquecer o papel desempenhado pelo velho e saudoso Lord Amplificador quando das festas pombalenses, intercalando-se com as festividades em razão do uso profuso por parte da população incluindo concretizar informações, lazer e cultura em uma época em que a tecnologia ainda não tinha sido efetivada de forma proeminente na cidade de Pombal. Quando das festas do Rosário, boa parte da programação do Lord Amplificador estava articulada e direcionada aos encaminhamentos do evento religioso dos pombalenses. As difusoras marcavam siginificativamente a paisagem do centro de Pombal, quando ouvidos atentos se concentravam para as falas dos radialistas e para as notícias que, se não houvesse o Lord Amplificador, tenderiam a se tornar distorcidas ou cairem no marasmo do desconhecimento. Quando de minha infância em Pombal, tornou-se obrigatório dirigir atenção aos transmissores da experiência radiofônica pombalense, principalmente para a difusora instalada no mercado público, ponto central da urbe no qual as ondas eram captadas com maior proeminência pelos transeuntes. Indubitavelmente, a população do velho município sertanejo teve no Lord Amplificador, significativo referencial à melhor qualidade de vida em item correspondente às informações veiculadas que eram difundidas à população, pois conhecimento traduzido em ondas de rádio também significam, inegavelmente, cultura de qualidade, principalmente em virtude do compromisso sério e ético dos locutores que marcaram época quando da existência do velho Lord Amplificador. Hoje o município de Pombal conta com muitas estações radiofônicas, transmitindo através de AM e FM, mas há certo desconhecimento de gerações presentes sobre a importância assumida pelo trabalho impecável desenvolvido pelas diversas e bravas pessoas que desempenharam funções na saudosa experiência personificada no Lord Amplificador. O imaginário local foi significativamente marcado pelas notícias e seleções musicais veiculadas quando do período de intensas atividades que assinalaram a importância do inesquecível veículo de comunicação social da terra de Maringá. Relembrar o Lord Amplificador é o mesmo que remexer o baú do tempo, rememorar histórias que estão presentes na mente de diversas pessoas que viveram a época nostálgica que não volta mais em razão de que o advento impressionante da tecnologia estar presente de forma significativa no velho rincão que contribuiu e contribui para que o estado da Paraíba tenha tido enriquecimento na radiodifusão, devido a presença marcante de grandes profissionais que se destacam pelo caráter e pela expressividade do amor devotado à valiosa atividade na qual o rádio marca destacada presença na vida sócio-cultural de uma população brava que enfrenta cotidianamente os desafios e percalços apresentados pela contínua construção coletiva efetivada no semi-árido brasileiro. (*) José Romero Araújo Cardoso. Geógrafo. Professor Adjunto do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Especialista em Geografia e Gestão Territorial e em organização de Arquivos. Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

MACIEL GONZAGA DE LUNA* (Foto) EX-INTEGRANTE DA "VOZ DA CIDADE"- DE POMBAL
Aproveitando a temática do Blog, decidi escrever algumas linhas, sobre a importância do rádio. Aliás, um tema muito bem abordado por outros “bloguistas”. Mas, nunca é demais falar sobre a importância do rádio na comunicação. Veiculo tradicional de comunicação de massas, o rádio tem seu público cativo, que não é pequeno. Como jornalista, homem de televisão e amante e praticante da Ciência do Direito, continuo acreditando na força do rádio como instrumento social de comunicação. Aliás, gosto sempre de caracterizá-lo como de massa, entendido sob dois aspectos: o quantitativo e o qualitativo. Uso aqui o quantitativo na relação com "massa" para chamar a atenção para o fato de que hoje são quase 4 mil emissoras de rádio espalhadas por todo o território nacional, segundo o Ministério das Comunicações, atendendo aos locais mais distantes, muitos dos quais desprovidos do sinal de televisão. O qualitativo é utilizado para destacar o fato de que as "massas", em uma acepção popular, têm no rádio um meio de amplo uso, já que ele atinge de forma mais direta as populações de baixa renda e a juventude. O Brasil tem um dos mais altos índices de analfabetismo do mundo – 22,8 milhões de brasileiros, o que corresponde a 13,8% da população com mais de 15 anos de idade. Pelos dados do IBGE, além dos analfabetos propriamente ditos (ou absolutos), que não sabem ler nem escrever, existem 30,5% de analfabetos funcionais, aqueles com menos de quatro anos de escolaridade. O rádio, é bom que se diga, é o único meio de comunicação de massa que efetivamente não exige alfabetização do receptor. Recente pesquisa publicada na Revista Meio & Mensagem, atesta que 87% das pessoas assistem televisão e 68% ouvem rádio. É a velha constatação de que o rádio é o segundo veículo de massa, embora não venha recebendo por parte das agências e anunciantes maiores investimentos de mídia, sobretudo atualmente com as mudanças na economia brasileira e com a estabilização da moeda provocando fortes reduções nas verbas de publicidade. Os planejadores de mídia são levados a dar mais ênfase a prioridades que beneficiam a televisão que, pelos seus elevados custos exaure vigorosamente as verbas, deixando o rádio mais secundário do que na verdade ele é. No entanto, o rádio é um veículo de massa da maior importância para a cobertura das necessidades de comunicação de qualquer produto. É o veiculo que, com custos absolutamente inferiores aos da televisão, tem assegurada penetração em todas as localidades do Estado, tornando-se indispensável ao processo de interiorização das mensagens. O universo de ouvintes de rádio é abrangente nas diversas camadas da sociedade, por sexo, classe social, faixa etária e suas diversas atividades. É o único veículo que tem a faculdade de ser percebido em todo lugar, nos carros, nas ruas, nos bares, com as pessoas andando ou trabalhando, conversando ou brincando, enfim, descompromissadas de qualquer postura para ouvi-lo. De um modo geral a importância do rádio, como mídia, é indispensável tanto para campanhas institucionais como para o varejo e, para determinados produtos como bebidas e refrigerantes, por exemplo, os resultados podem atingir até 100%. Entretanto, é preciso destacar que o rádio chega aonde a TV não vai, é prático e portátil e está em 98% das casas, enquanto a TV em apenas 75%. E mais, o horário nobre do rádio dura 13 horas, enquanto o da TV, apenas três. Tudo isso numa constatação que agrada quem paga a conta. Sim, porque uma produção no rádio custa 95% menos que a da TV. Foi a partir do rádio que construí toda a minha vida profissional, quer como jornalista, homem de televisão e, depois, nas Ciências Jurídicas. Comecei na “Voz da Cidade”, sob o comando de Clemildo Brunet, ao lado de inesquecíveis nomes como Zéilton Trajano, Eurivo Donato, Genival Severo, Massilon Gonzaga (meu irmão e hoje professor universitário de rádio), Gago de Chicó, Pássaro Preto, Dia, e tantos outros. Me transferi no final da década de 60 para a cidade de Campina Grande e lá chegando, em menos de 60 dias, estava trabalhando na Rádio Caturité, onde fiquei 12 anos. Depois, passei pela Rádio Borborema, Correio FM, Campina FM. No final da década de 80 me transferi para Natal/RN e, aqui, onde moro até hoje, fiz carreira na Televisão (TV Ponta Negra e TV Potengi, onde trabalhei por 16 anos), chegando ao último posto (Diretor de Jornalismo). Depois, passei por jornais, assessorias político-administrativa, marketing político, relações públicas, etc. Quando ingressei na Faculdade de Direito não tive nenhum problema de enfrentar o embate jurídico, por um único motivo: vinha do rádio, conhecia os caminhos da palavra e da oratória. Hoje, agradeço tudo na minha vida ao RÁDIO POMBALENSE, onde aprendi mais do que ser profissional, ser homem e saber trilhar os caminhos tortuosos da vida, com responsabilidade, dignidade, ética e moral. O filho de Dona Rosa e Zé Preto, criado tomando banho nas águas do rio Piancó e jogando bola no campo do São Cristóvão, pode hoje dizer ao povo da MINHA TERRA que, Pombal, através da semente plantada por Clemildo Brunet, formou um digno profissional. E para as gerações de hoje e de amanhã, deixo um lembrete: é do interior, dos grotões - como se fala nas capitais – que sempre saíram e continuam saindo as melhores estrelas do rádio. Pombal foi e continua sendo um grande celeiro de radialistas. *JORNALISTA, ADVOGADO, APRESENTADOR DE TV E PROFESSOR. Natal/RN, 25/07/2007
CONTADA POR MACIEL GONZAGA (Foto)
O Rádio Pombalense foi pioneiro na região do Alto Sertão da Paraíba. Nós só perdemos para Cajazeiras que, profissionalmente, através da Difusora Rádio Cajazeiras - de José Adegildo – e, posteriormente, da Rádio Alto Piranhas - do saudoso Padre Vicente de Freitas -, fizeram rádio dantes de nós. Em Pombal, muito antes de eclodir a Revolução de 64, como vários articulistas já falaram nesse Blog, um grupo de abnegados já fazia rádio, embora artesanalmente. Eram: Zeilto Trajano, Eurivo Donato, Genival Severo, Arrudinha, Maciel Gonzaga, Zé Geraldo, Gago de Chicó, Otacílio Trajano, Pássaro Preto, entre outros. Todos sob o comando de Clemildo Brunet de Sá, o nosso querido “Brack”. Aliás, o apelido de “Brack” foi posto por Genival Severo e, agora, passados tantos anos, não me lembro mais o motivo e a razão. Mais isso não vem ao caso. Na verdade, o que me proponho a falar nesse artigo é sobre uma dessas figuras, que já não está mais entre nós: Genivan Fernandes, um dos dois filhos do exímio pedreiro conhecido por “Velho Fernandes”, cidadão de bem, evangélico praticante da Assembléia de Deus, que veio de Campina Grande para trabalhar em Pombal. Posso dizer até que era homem da confiança do comerciante Napoleão Brunet de Sá. O “Velho Fernandes” era espirituoso ao extremo. Mordaz. Quando resolveu, ainda muito jovem, criar o seu próprio serviço de som, Clemildo Brunet começa a arregimentar pessoas para trabalhar e, talvez, um dos primeiros a entrar no ramo foi o garoto Genivan, ainda adolescente, o filho mais velho de “Velho Fernandes”. O menino passou a trabalhar como operador de som (controlista ou sonoplasta), por ser um apadrinhado de “Zefa”, a mãe de criação de Clemildo. O nome artístico “Pássaro Preto” foi dado pelo seu próprio pai, que fazia questão de chamar o outro filho mais novo – Gilson – de “Cara de Broa Preta”. Pássaro Preto fez sucesso no Rádio Pombalense daquela época. Recebia inúmeras cartas das menininhas, tinha muitas fãs, namoradas. Foi o primeiro galã de cor escura do nosso rádio. Estava sempre rindo. Era uma figura genial! Genival Severo, que nunca prestou na vida, muitas vezes chegou a dizer em seus programas de forró: “A escuridão aqui é grande. A única coisa branca que eu estou vendo são os dentes de Pássaro Preto”. Que maldade! Nos dias de hoje seria racismo brabo, que dá cadeia (Lei 7.716). Vamos andar um pouco no tempo. Em dezembro de 1968, a “Voz da Cidade” já havia sido fechada pela Ditadura Militar. Tínhamos apenas o Lord de Clemildo. Todos nós desejávamos crescer no rádio. Eu fui o primeiro a criar coragem, levantar vôo e buscar novos caminhos. Fui estudar em Campina Grande. Lá chegando, através do grande Gilson Souto Maior, que era amigo de um parente meu, fui levado poucos meses depois para trabalhar na Rádio Caturité Ltda, emissora católica pertencente a Diocese de Campina Grande. Poucos anos depois, recebo a visita de Pássaro Preto, que me dizia estar disposto a vir morar em Campina. Gilson Souto já não estava mais na Caturité e, sim, na Rádio Borborema. Apresentei Pássaro Preto a Gilsão e ele arranjou uma colocação na emissora dos Diários Associados, onde o nosso amigo ficou até se aposentar. Aí resolveu mudar de nome, passou a ser chamado de Genival (e não mais Genivan, que era o seu verdadeiro nome). Depois, com o passar do tempo, vieram de Pombal o meu irmão Massilon Gonzaga e, posteriormente, Evilásio Junqueira. Os dois foram trabalhar na Rádio Borborema. Mesmo bebendo, farrando muito, gostando de noitadas no Ypiranga Clube, Pássaro Preto era o conselheiro-mor dos pombalenses. Recebia a todos, arranjava emprego, procurava casa para as pessoas alugar. Era um verdadeiro cônsul de Pombal em Campina. Por conta de meus afazeres fiquei um pouco distante dele. No final da década de 80 me transferi para a capital do Rio Grande do Norte, onde passei a trabalhar na TV Ponta Negra (SBT). Certa vez, nos anos 90, fui visitar Campina Grande e encontrei Pássaro Preto trabalhando como operador de som na Rádio Universitária da UERN, um segundo emprego conseguido por Massilon Gonzaga. Ele foi logo me reclamando que havia dado conselhos ao meu irmão, sobre um filho que o mesmo tinha em João Pessoa e que estava de "castigo" - sem receber a "mesada" - porque havia chegado em casa bêbado. A reação de Pássaro foi esta: "Olhe Maciel, eu não aceito que Massilon vá punir o menino porque ele chegou bêbado em casa. Isso foi a única coisa que EU e ELE sempre fizemos durante toda a nossa vida”. Eu ri muito com suas palavras, procurei Massilon e contei a história de Pássaro. Massilon riu muito e fez as pazes com o filho, dizendo: “Vou perdoá-lo somente por causa de Pássaro”. E completou: “Eu só faço isso, para meu filho Márcio não repetir os erros que eu cometi na vida”. Pássaro Preto passava o dia na Rádio Borborema. Mesmo quando não estava trabalhando. Na ante-sala da emissora, no andar vazado do Edifício João Rique, recebia cantores, fãs, amigos e as menininhas que lá chegavam para entregar cartas, sempre com um largo sorriso. Era amigo, alegre e bondoso. Casou-se, teve um só filho, me parece que se chama Gildo. No final da sua vida, abandonou a cachaça e a vida boêmia e entregou a sua alma ao Criador. Era evangélico. Foi mais um que surgiu no Rádio Pombalense pelas mãos de Clemildo, que fez história fora da sua terra. Não podemos esquecê-lo. MACIEL GONZAGA - JORNALISTA, APRESENTADOR DE TV, ADVOGADO E PROFESSOR - NATAL RN.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007


ZEILTO E O CANTOR NILTON CESAR (Foto Arquivo de Francisca Lima (Viúva) 

  CLEMILDO BRUNET* 


Acabam-se os nossos anos como um breve pensamento. Porque tudo passa rapidamente, e nós voamos. Palavras do grande Legislador de Israel e libertador do povo de Deus, chamado Moisés. 

Nossa vida jamais teria sentido, se não tivéssemos na memória o que fomos no passado. Esta possibilidade faz com que possamos reparar os nossos erros de outrora, corrigindo-os; para dar prosseguimento as nossas ações aqui. 

O Apóstolo dos gentios, Paulo de Tarso declarou: “Que nada trouxemos para este mundo e nada levaremos dele” 

Nesta coluna vai a nossa homenagem a um expoente da comunicação pombalense, que merece todo nosso apreço, já que este ano, marca o jubileu de prata de sua partida para outra esfera. Há Vinte e cincos Anos que este comunicador, conhecido como o homem dos sete instrumentos, deixou o nosso convívio. 

Zeilto Trajano de Sousa, nasceu em Pombal no dia 16 de abril de 1944, filho do casal Otacílio e Nely (em memória), tendo como irmãos, Mª do Socorro, Zelita, Francisca Zita, Mª do Carmo e Otacílio Trajano, este último, ainda hoje milita no rádio. Contraiu núpcias com Francisca de Lima Sousa, nascendo dessa união quatro elegantes garotas: Nadja Rejane, Alba, Kátia e Márcia. 

Começou suas atividades em microfone desde os tempos áureos de Serviço de Alto Falantes, iniciando na Difusora Rádio Maringá de propriedade do Sr. Raimundo Lacerda (Conhecido por Raimundo Sacristão) no começo dos anos sessenta. Exerceu na sua labuta o tipo garoto propaganda, quando dos memoráveis queimas de tecidos das Lojas Paulista, fazia o seu périplo em um carro de som pelas ruas da nossa cidade e aos sábados animava as feiras na porta da loja, conclamando os transeuntes para comprar mais barato. 

Ainda me lembro de um queima de tecidos com a locução feita por Zeilto, que provocou uma fila enorme de pessoas para as compras. Ele dizia assim: “Quem quer vem, quem não quer manda, não mande ninguém em seu lugar, venha você mesmo comprar”. 

Tive a oportunidade de me aproximar de Zeilto, quando na Difusora de Raimundo Sacristão em 1962, eu fazia a vez dos que são chamados hoje de operadores de som (sonoplasta). No crepúsculo de uma tarde em que os raios de sol começavam a declinar, Zeilto me pedia para tocar sua música predileta: “Tu Précio” de Bienvenido Grande, e ia para a esquina, entre as ruas Francisco de Assis e João Pessoa, acendendo o cigarro, curtia a melodia que saía do Projetor de som do Mercado Público. 

Zeilto, fez Programa de Calouros dentro do próprio Studio, onde havia grande ajuntamento de pessoas; eu fui um desses calouros e cantei a música sucesso da época: “Boneca Cobiçada” de Palmeira e Biá, gravada anos depois pelo cantor Antonio Marcos. Nesse tempo, comecei a soltar minha voz ainda infantil no microfone e as pessoas nas ruas indagavam: Quem é a menina que está falando na Difusora Maringá? 

Em 1966, veio o Serviço de Alto Falantes “A Voz da Cidade” de minha propriedade, tinha acoplado um transmissor de fabricação caseira em ondas curtas na freqüência de três mil e pouco kilociclos. Zeilto veio fazer parte e comandava alguns programas musicais, destaque para “Almoço a Brasileira” e Jornalístico: “O Positivo e o Negativo” além do “Comentário do Dia”, apresentava o Jornal da Emissora. 

Em 1967, Zeilto adentrava ao Studio da Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras e pouco tempo depois já exercia as funções de Diretor. Foi em Cajazeiras que Zeilto veio projetar-se no rádio sertanejo, e conquistou audiência na região com os programas criados por ele: “Discoteca Dinamite” de cunho jornalístico, o mais polêmico da época; o DDD e DDI, que apresentava crônicas em parceria com o médico Júlio Maria Bandeira, chegando a causar “frisson” na Polícia Federal, que especulava o significado dessas letras. “Nosso Encontro com Nelson” aos domingos, até hoje permanece.  Este programa ao completar 15 anos, Zeilto teve a proeza de trazer Nelson Gonçalves a Cajazeiras para um show no sábado a noite e o comparecimento ao vivo do cantor, ao Programa no domingo pela manhã para uma entrevista. 

Nos eventos que se registravam em Pombal, Zeilto trazia a Rádio Alto Piranhas. Ainda me lembro, como fui honrado por ele em uma transmissão da Rádio Alto Piranhas direto do Cine Lux na cobertura da Convenção Municipal do MDB. Na ocasião eu era o locutor do Partido e ele, depois de fazer a conexão com a emissora, virou-se pra mim e entregando-me o microfone disse: Se vire, e foi embora do local. 

De outra feita numa visita que eu fiz a Rádio Alto Piranhas, Zeilto me entregou uma Carteira funcional nomeando-me repórter correspondente da emissora em Pombal. Anos depois, em 1993, a Rádio Alto Piranhas, agora sob nova direção, contratava os meus serviços profissionais; tamanha foi a minha emoção ao sentir que estava em um meio de comunicação que Zeilto havia exercido suas atividades e ao colocar meus olhos no livro de registro, encontrei a página onde estava a foto dele e seu registro profissional, a emoção bateu mais forte ainda. 

A Festa do Rosário, tornou-se mais conhecida na região. Todos os anos, Zeilto a acompanhava transmitindo através da Rádio Alto Piranhas a parte religiosa da Festa. Outro evento que a Alto Piranhas se fez presente por intermédio dele, foi a Grande Festa realizada no Pombal Ideal Clube, intitulada: “A Paraíba em uma Noite”. Zeilto, ainda fez cobertura para a Rádio Alto Piranhas da Inauguração da Rodovia Federal BR 427 que liga a nossa cidade ao Rio Grande do Norte, quando da vinda a Pombal do Ministro dos Transportes de então, Mário Andreazza. 

Zeilto era conhecido pela sua habilidade nas artes, era músico e como tal, fundou sua própria Orquestra em Cajazeiras, chamada “CHAVERON”; e pela versatilidade que possuía, Zeilto formou mais duas orquestras: a Chavereque e a Oritimbó, isto no decorrer de três anos, animando os Carnavais e matinês dos Clubes de Cajazeiras. Por sinal tocou vários Carnavais na região e uma vez animou um Carnaval no Pombal Ideal Clube. Chegando até compor uma música de Carnaval com o título: “Maroaje”. 

Amou tanto a terra de Padre Rolim, que criou dois Slogans para enaltecer Cajazeiras: Costumava dizer nos microfones da Rádio Alto Piranhas: “Minha Linda Cajazeiras” e em uma vinheta da emissora: “Rádio Alto Piranhas a única emissora em Cajazeiras que o Nordeste conhece”. 

Após dezoito anos na Rádio Alto Piranhas, Zeilto foi levar a sua voz para João Pessoa capital do nosso estado, assumindo a direção comercial da Rádio Arapuã e despertava os pessoenses com o seu Programa: “Café da Manhã”. 

Um dia, no cumprimento de sua missão, Zeilto trilhou a sua última caminhada no rádio, estava cumprindo mais uma jornada de trabalho, sem saber que aquele dia, seria o último de sua carreira. Compareceu ao aeroporto – Castro Pinto em João Pessoa, para fazer a cobertura jornalística da visita do Presidente da República de então, General João Batista de Figueiredo, que veio a Paraíba cumprir agenda de compromissos do Governo Federal para com o nosso Estado. Zeilto com brilhantismo fez o seu trabalho e ao finalizá-lo, de repente, se sentiu cansado, debruçou-se sobre a direção de seu carro e disse: “Está escurecendo”, foram suas últimas palavras. Ficou em coma, acometido de aneurisma cerebral e após alguns dias, veio a falecer no centro de terapia intensiva da casa de saúde São Vicente de Paula em João Pessoa, no dia 25 de agosto de 1982. 

Seu sepultamento foi realizado no Cemitério Nossa Senhora do Carmo em Pombal com grande acompanhamento, principalmente de seus colegas de Profissão, tanto da Capital, como do interior. A Rádio Maringá, da qual Zeilto, através do convite que lhe fiz, presidiu o Cerimonial de Inauguração, transmitiu para uma rede de emissoras no Estado, a missa de corpo presente na Matriz do Bom Sucesso e acompanhou as homenagens no campo santo, ocasião em que o Radialista e Jornalista Nonato Guedes, falou em nome dos colegas. 

Zeilto cumpriu bem a sua missão sendo querido de todos os políticos que foram entrevistados por ele. Esse radialista emudeceu sua voz que arrebatava ouvintes e empolgava multidões. Polêmico, vibrante, versátil, ativo e participante, um polivalente. Expoente da Comunicação! 

Radialista ou Jornalista, vive da história dos outros. E isto me faz lembrar uma canção interpretada por Altemar Dutra, que leva o nome: “EU CANTO A MINHA DOR” composição de Toso Gomes e Antonio Correia, cuja letra diz assim: Eu pego o violão, e canto a dor alheia, Também minha alma anseia e Canto a minha dor, nesta canção. E tão emocional meus olhos rasos d’água, Me faz sentimental, meu coração ficou cheio de mágoa. Abre a janela e vem, ouvir a voz de quem Deu tudo que era seu E nada recebeu, E há de saber por quem a minha voz vagueia, Eu canto a minha dor, não canto a dor alheia. 

*RADIALISTA 

domingo, 5 de agosto de 2007

CLEMILDO BRUNET* (Foto)
Nas escolas da vida, geralmente as pessoas elegem aqueles que se destacam no modo de agir para com elas, lhes fazendo o bem e sempre levam ao conhecimento de terceiros em forma de elogios, os benefícios recebidos. Por outro lado, deveria haver no currículo do calendário escolar, uma disciplina que fizesse lembrar as gerações do presente e do futuro, os feitos daqueles que foram destaques no cenário político, ético, social e religioso em um Estado da Federação ou do País onde nasceu. Quantas vezes ouvimos falar no nome de pessoas dado a uma rua ou avenida e não sabemos nada a respeito do homenageado, cuja designação está em uma placa naquele logradouro público. Acontecendo o mesmo com nomes que são dados a sala de aula, edifícios, galerias etc. Ruy Carneiro, por exemplo, muitos sabem apenas que ele foi Senador,no entanto não foi somente isso, ele foi um político versado na ética e na arte da política, se vivo estivesse iria completar no dia 20 deste mês de Agosto, 106 Anos. Nos dias de hoje, os sinônimos menores que se possa pensar ou falar de um político são: Desonestos, ladrões, corruptos, mensaleiros e muitos outros designativos que coloca a classe política no fundo do poço. Os constantes escândalos que avassalam o Congresso Nacional (alta e baixa), casas Legislativas, o Poder Central e por extensão chegando até os Governos de Estado, Deputados, Prefeitos e edis mirins, são fatos que a Imprensa brasileira vem denunciando dia a dia nessa Nação. È claro que ainda mesmo sendo minoria existem políticos bons, mas o brado deles o efeito é de ouvido de mercador. Em um artigo sob o título “Aos Homens de Bem” que me foi enviado pelo radialista e advogado Ubiratan Lustosa lá do Paraná, em determinado trecho ele diz o seguinte: “Hoje em dia, estudam-se as leis para aprender as chicanas, evita-se assinar para não precisar responder pela assinatura, e a palavra – da qual tanto são pródigos – cada vez se emprega mais e vale menos”, no final ele conclama os homens de bem, para que se mantenham firmes em seus princípios e arremata: “Só com a união e mobilização dos homens sérios, dignos e decentes é que o bem continuará se sobrepondo ao mal”. Durante as comemorações do Centenário de nascimento do Senador Rui Carneiro em 2001, Carneiro Arnaud Ex-prefeito de João Pessoa, declarou duas qualidades fundamentais de seu tio Ruy Carneiro: “Lealdade e seriedade”, enfatizando que Ruy foi sempre leal com os partidos e partidário, nunca dando as costas para os verdadeiros amigos, situação rara na atual conjuntura política brasileira, onde a troca de legendas tornou-se um fato corriqueiro. A Maneira como Ruy Carneiro se envolveu com os humildes, fez com que exercesse sobre eles uma liderança incontestável através de anos em que depois que foi para o Senado da República sempre foi vitorioso e pela virtude das ações de cunho social, ficou conhecido como “Escravo Branco da Paraíba”, pelo fato de sempre acolher os seus conterrâneos, onde quer que eles estivessem. No Rio de Janeiro, na Paraíba ou no Mato Grosso. Certa feita ele foi buscar uma família que estava sendo mantida em regime de trabalho escravo em uma fazenda. Os primeiros estudos do senador Ruy Carneiro foram em Pombal e Catolé do Rocha, o secundário em Patos, Cajazeiras e João Pessoa. Formou-se em direito pela Faculdade de Recife. Foi nomeado por Getúlio Vargas, Interventor da Paraíba e assumiu o Governo no dia 16 de agosto de 1940. Foi fundador do Partido Social Democrático (PSD) em 1946. Com a extinção dos Partidos políticos em 1964 criou o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), atualmente PMDB. Outra marca de Ruy Carneiro na história política brasileira foi a sua permanência na direção partidária, 31 anos de liderança exercendo a presidência do partido até seu falecimento em 1977. Um fato curioso que chama atenção foi quando Ruy Carneiro era interventor na Paraíba. Conclamou os paraibanos de uma forma direta ou indireta participarem da II Guerra Mundial, promovendo campanha para a FEB – Força Expedicionária Brasileira; contribuíam com dinheiro (era a campanha do tostão), agasalhos, cobertores, roupas etc. A Cruzada Nacional, telegrafou ao interventor Ruy Carneiro, agradecendo o “Bônus de Guerra”, enviado pela Paraíba. A primeira vitória dos países aliados foi a libertação de Bayeux, cidade da França. A Paraíba por sugestão dos Diários Associados, para homenagear aos combatentes dos Estados Unidos, mudou o nome de Barreiras para Bayeux. O Governo De Gaulle, enviou uma mensagem ao Dr. Ruy Carneiro: “Quero exprimir a Vossa Excelência e pelo seu intermédio a Grande Nação Brasileira, os sentimentos de gratidão da cidade de Bayuex e da Nação Francesa profundamente tocadas pela fraternal amizade de sua iniciativa”. Chanceler Massigli – Ministro do Interior da França Livre. Os Jornais e a BBC de Londres, anunciaram o fato com grande destaque. O Embaixador da França – Jules François, em telegrama agradeceu: “Os filhos de Bayeux, da gloriosa Paraíba, onde sempre pulsaram os mais vibrantes sentimentos de liberdade, são todos defensores dos princípios inspiradores da cultura e da civilização. Bayeux cidade paraibana, é o símbolo de libertação que permanecerá nas plagas brasileiras como roteiro para os homens de bem”. Ficou na Paraíba, a presença simbólica da França”. Ruy Carneiro, exerceu um governo liberal, democrático, pluralista. Reorganizou a administração, normalizando o pagamento dos funcionários, criou o DSP Departamento do Serviço Público. Inaugurou o Manicômio Judiciário, a Colônia de Mangabeira, Estação Termal de Brejo das Freiras, Centro de Reabilitação para as mulheres delinqüentes e inúmeras outras obras, dentre elas, a construção do Mercado Público de Pombal. Ao transmitir o cargo em 20 de outubro de 1945, ao Dr. Samuel Duarte, oportunidade em que assinou o Projeto da Nova Carta Política do Estado, Ruy Carneiro proclamou aos paraibanos: “Outros poderão ter servido, e muitos outros servirão ainda a nossa terra, com brilho e mais sabedoria do que eu. Nenhum porém, a terá servido ou virá servi-la com maior carinho, maior devotamento e o mais rigoroso sentido de honestidade”. Os cento e seis anos do grande líder popular no dia 20 deste mês que tinha a sua maneira de comandar, é um desafio a classe política dos dias de hoje tão estremecida e abalada com os acontecimentos que mancham o nome dessa classe. Ruy Carneiro, exemplo de civismo; inspirar-se nesse civismo é saber eleger para si e para os outros o bem estar de todos. Para o Deputado Federal e ex-governador da Paraíba, Ronaldo da Cunha Lima, conviver com Ruy Carneiro foi um privilégio que o destino lhe ofereceu, “guardo dele atitudes dignas e corajosas” e que segundo Ronaldo, na política tenta, a todo custo, perseguir os exemplos de Ruy Carneiro. Como se não bastasse tudo isso, foi Ruy Carneiro quando chefe de gabinete do então Ministro da Aviação e Obras Públicas José Américo de Almeida, em 1932, que induziu o médico e compositor Joubert de Carvalho a compor a canção Maringá vindo anos depois servir de inspiração que deu o nome a uma cidade no Paraná. Dele disse o seu sobrinho Desembargador Rafael Carneiro Arnaud: “Ruy era dono de um carisma irrestível e se constituiu num símbolo das virtudes políticas de todos os paraibanos conscientes, que jamais lhe negaram o apoio e a confiança, consagrando-o como seu grande líder e leal condutor dos seus ideais políticos” Em Pombal as homenagens por ocasião do Centenário do Senador, a administração do Grupo Claudino do Armazém Paraíba, pois uma placa no imóvel onde hoje funciona uma de suas lojas, com a seguinte mensagem: “Nesta casa nasceu no dia 20 de agosto de 1901, o grande filho desta terra, o Senador Ruy Carneiro.” Outra homenagem prestada a Ruy Carneiro em Pombal é o Hospital Distrital que leva o seu nome pertencente a rede de Hospitais do Governo do Estado. Ruy Carneiro Entra para a história política brasileira como único parlamentar a ser eleito quatro vezes consecutiva para o Senado, em eleição direta. 1950, 1958, 1966 e 1974. Ficou ainda mais conhecido e lembrado por todos pela célebre frase: “FORTE É O POVO”. *RADIALISTA CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com WEB: <>

sábado, 4 de agosto de 2007

POESIA DE CESSA LACERDA FERNANDES (FOTO) EM HOMENAGEM AO PROGRAMA RADIOFÔNICO "SAUDADE NÃO TEM IDADE" PELAS RÁDIOS LIBERDADE FM E BONSUCESSO AM DE POMBAL, QUANDO DE SUA ESTRÉIA EM 05-11-2000.
É sempre Clemildo que trás Músicas para recordar Aquele “CORAÇÃO APAIXONADO” Faz hoje, todos lembrar, Mexeu com agente, demais E que nos soube cativar Agora, é a SAUDADE que vem Dizendo: _ “Não tenho idade”, E que moverá toda cidade Com aquilo que a música tem, Provocando felicidade E grande alegria também. Começando está agora Este programa prá frente Foi chegado bem na hora De Clemildo promover agente Voltando com músicas de outrora. Deixando-nos muito contente! Devemos ficar contentes Para no domingo ouvir E de corações presentes Puder com amor, curtir A SAUDADE que mexe com agente Neste programa que vai abrir. Ele vai agradar a todos Nos domingos logo cedo Trazendo pois, as músicas Que prá nós, constituem segredos. Parabéns, parabéns, Clemildo Por esta idéia colossal. É isto que sempre aparece Nesta rádio de Pombal E também a cultura cresce Por aqueles que têm ideal De fazer o que ela merece Pois é sua cidade natal. Transbordando de alegria Aqui estamos a comemorar Este domingo que irradia E que faz o povo alegrar Com músicas e com minha poesia Que trouxe para participar. Parabenizo as rádios: Liberdade e Bonsucesso Com respeito e admiração E digo que continuem no progresso De sua divulgação Colhendo mais a mais, sucesso Em sua programação. A Clemildo, eu desejo Felicidade para este programa Paz, saúde, também almejo No decorrer desta chama E que Deus o proteja Naquilo que você proclama. CESSA LACERDA FERNANDES - POETISA POMBALENSE! Pombal, 05/11/2000.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

A IMPORTÂNCIA DO COMPLEXO CUREMA-MÃE D’ÁGUA: CONSIDERAÇÕES HISTÓRICAS E SOCIOECONÔMICAS

Emmanoel R. Carvalho Professor Emmanoel Rocha Carvalho aborda importância do complexo Curema-Mãe d’Água. Artigo publicado em versão alg...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

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COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!