quinta-feira, 31 de julho de 2008

Fátima Jó na Maringá (foto)
CLEMILDO BRUNET* A amizade é uma das melhores conquistas que se pode ter nesta vida, principalmente quando ela cresce de tal modo solidificado no respeito mútuo entre duas ou mais pessoas. “Como é bom a gente ser amigo/como é bom a gente ser querido”. Esta frase está na letra de uma música que Nelson Cavaquinho deu para Nelson Gonçalves gravar, como selo de uma amizade entre ambos. A minha homenagem hoje é dedicada a uma amiga que neste sábado 02 de agosto de 2008 está aniversariando. Fátima Jó, radialista afastada do meio radiofônico em razão de sua aposentadoria por problemas de saúde. Meu primeiro contato com ela se deu quando da instalação da Rádio Maringá de Pombal AM, pois veio fazer parte do corpo de funcionários como discotecário (a). Função esta que desempenhou com muita aptidão. Acompanhei de perto o seu trabalho na condição de diretor de programação da emissora e sou testemunha de seu desembaraço, seguindo a risca para cumprir sua missão com responsabilidade. A satisfação em sua fisionomia datilografando toda programação musical, carregando pilhas e mais pilhas de discos long-plays em tempo hábil para os programas que eram levados ao “AR” pela a Caboclinha do Sertão como era chamada carinhosamente a Rádio Maringá AM de Pombal. Seu nome de batismo: Maria de Fátima Santos Jó, filha de Francisco Jó e de Maria dos Santos Jó, casada com Nilo Gomes da Silva, cabeleireiro nesta cidade. Fátima nunca mediu esforços no trabalho, quando era chamada para qualquer serviço fora de sua área, atendia prontamente. O domingo que era sua folga, muitas vezes vinha para o labor em ocasiões especiais como: Dia dos Namorados, das mães, dos pais, estava sempre nessas oportunidades presente ao Programa “A Tarde é Nossa” auxiliando-nos tanto na arrumação dos pedidos de músicas, como na seleção musical, chegando até fazer dupla comigo na locução. Certa vez eu lhe disse: “solta essa voz sem medo você tem potencial” ela perdeu a timidez e oficialmente, veio a ser a primeira voz feminina no rádio pombalense. Fátima Jó era polivalente, seu trabalho no rádio se estendeu a outras tarefas: Foi recepcionista, caixa, operadora de áudio e na condição de locutora emprestou sua voz gravando vários comerciais para clientes da Rádio Maringá, levados ao “ar” na programação da emissora. Fez diversos programas radiofônicos como: “O Nosso Mundo Disco”, antes apresentado por Gregório Dantas (saudosa memória). Roberto Carlos e seus Convidados, As Canções do Rei e o Informativo 1.490 - Boletim de Notícias de 5 minutos que era dado de hora em hora no decorrer do dia. O Programa Manhã Revista foi sua marca maior pelo elevado índice de audiência. Era temperado com música, horóscopo, temas de novelas, arte culinária e assuntos relacionados à mulher. Depois de algum tempo fui trabalhar na Rádio Bonsucesso e Fátima Jó continuou na Maringá. Mesmo distante do ambiente de trabalho, a amizade permaneceu, pois a despeito de ser uma pessoa do sexo oposto, nosso relacionamento de amigos em todo tempo, era e é baseado no respeito e consideração mútua. Aqui cabe a citação bíblica “e há amigo mais chegado que um irmão”. Por deferência de seu genitor e meu amigo Chico Jó (Em Memória) tive o privilégio de acompanhá-la e ser padrinho na sua formatura em Cajazeiras, pois segundo a própria Fátima, o seu pai me escolhera para substituí-lo; decisão prontamente aceita pela formada. A empatia que tenho por ela vem de seu gesto no trato com as pessoas, pois me lembra muito bem idêntica atitude de minha irmã Claudete de saudosa memória. Em 14 de fevereiro de 1994 passei pelo vale da sombra da morte, Fátima Jó sendo sabedora do meu estado de saúde ao chegar em casa intercedeu a Deus a meu favor e mecanicamente abriu a bíblia, deparando-se no salmo 30 que diz: “Eu te exaltarei, ó Senhor, porque tu me livraste e não permitiste que os meus inimigos se regozijassem contra mim. Senhor, meu Deus, clamei a ti por socorro, e tu me saraste. Senhor, da cova fizeste subir a minha alma; preservaste-me a vida para que não descesse à sepultura”. Versículos de 1 a 3. É neste salmo que encontramos conforto nas seguintes palavras: “Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã". Eu sei que muitas pessoas amigas pediram por mim naquele dia e eu agradeço a todas, no entanto, este é um fato real e verdadeiro contado por ela dias depois na minha convalescença. Fátima Jó, amiga de sempre! Receba esta singela homenagem no seu aniversário. Dia que Deus lhe concedeu – O milagre da vida. Medite agora nas palavras destes versos de autor desconhecido e que achei apropriado para este momento. Amigo (a) Estamos distantes e ao mesmo tempo tão perto... A amizade que nos une pode vencer todas as distâncias. Ela sim é mais forte que o tempo. Ela sim poderia atravessar a imensidão do espaço e transcender os limites da vida. Sim... Como ela é forte, Pois essa amizade nada nem ninguém destruirá. Que perdure enquanto nossas almas existirem... Que nem a distancia, nem o tempo e nem mesmo Os nossos erros, terminem a nossa amizade. Nada é mais valioso do que ela. *RADIALISTA WEB. http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetco@hotmail.com

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Professor Vieira (foto)
Profº Francisco Vieira* “É MELHOR SER CORNO DO QUE PREFEITO...” Esta é uma das façanhas de Mané Doido nas ruas de Pombal. E completava a frase. “... Prefeito é por quatro anos e cormo é a vida toda”. Seu palco preferido era a Cel. José Fernandes, antiga rua do rio. Era o centro comercial onde se concentrava maior número de gente. Ali estava seu público. O percurso começava no posto de Silvino Moura, próximo da linha férrea e numa reta se estendia até a residência do Sr. Norvino Soares, defronte a Escola João da Mata. Eu me sentia privilegiado, pois assistia a tudo da mercearia de meu pai onde me escondia de suas investidas. Era passagem obrigatória. Um vai e vem sem fim. Coisa de doido mesmo. Coisa de quem procurava em vão um objeto perdido. Os remanescentes da época ainda lembram. Lá estava ele, descalço e maltrapilho, carregando consigo um amontoado de jornais que fingia ler. Caminhava apressado e a passadas largas. Falava em voz alta para impor a autoridade de uma pessoa rica, valente, forte e poderosa. Na santa inocência ele era o próprio poder. Tinha de imediato uma resposta para qualquer indagação ou ofensa. Como se sabe, todo doido tem sua mania, senão vejamos. Certa vez alguém lhe repreendera por estar comendo um pão na rua. De imediato respondeu: “e eu vou alugar uma casa para comer um pão”. A maior de todas as suas proezas vale à pena narrar. Aconteceu num dos raros momentos de sua lucidez, evidentemente depois da fase lunar. Havia um grupo de meninos que brincava de “preso”, com Mané, todas as noites na Praça do Centenário. Incomodados com o barulho os moradores da rua do rio buscando providências comunicaram o incidente a Ten. Caxias – o nome exprime rigor, austeridade – delegado muito temido que encontrou a solução mais viável. Determinou: prenda o doido e o problema estará resolvido. A solução não poderia ser outra, pois o pau só quebra do lado mais fraco. Havia no grupo de “filhos de papai” e prendê-los seria delicado para não dizer uma afronta. Poderia lhe custar à remoção. Na mesma noite, um soldado de porte franzino que estava à espreita, abraçou Mané subitamente pelas costas dizendo a frase padrão “teje preso”. Mané, mesmo de costas, puxa o soldado pelos braços que gira sobre sua cabeça caindo fortemente no chão. Vendo que se tratava realmente de um soldado foi grande a surpresa. E, exclamou: “É DE VERA”, isto é, de verdade. Aí disparou na carreira deixando o soldadinho todo quebrado no chão. De todos, Mane foi o principal, pois conviveu mais tempo e teve uma participação mais ativa. Mas, houve outros que também fizeram histórias, deixaram marcas. Aí me vem à lembrança AÇOITE. Natural de Patos onde havia estudado no seminário no ideal de ser padre. Dizem que enlouqueceu de tanto estudar. Impressionava por falar francês, latim e ter decorado discursos dos grandes políticos paraibanos da época, João Agripino, Rui Carneiro e Ernani Sátiro. De origem desconhecida havia também “Barrão”. Era o mais temido e pornográfico. Quando perturbado pronunciava nomes obscenos em voz alta e se auto-mutilava com mordidas e pancadas na cabeça com qualquer objeto. Aí de quem ele lhe acertasse uma pedra. Tinha também Expedito. Louco por relógio, sem sequer saber as horas. Tinha como mania colocar rapadura em um pote e esperar que desmanchasse em garapa e dançar nas antigas Lojas Paulista. E, Nonato. Também não posso esquecer. Era a inocência em pessoa. Andava sempre limpo e bem vestido. Sua psicomania estava ligada a igreja. Sabia todas as orações e cantava todos os hinos. Mas, em contrapartida, soletrava com perfeição palavras obscenas. Era calmo, tranqüilo e obediente. Vejamos: Nonato, veja se estou na esquina. Após verificar dizia: “ta não”. Então, veja se já cheguei. Atendia tantas e quantas vezes fosse solicitado. Houve ainda “Zé Capitula”, que orgulhosamente exibia seus apetrechos. Eram relógios, anéis, pulseiras e colares feitos de arame por ele mesmo. Peças de péssima qualidade e sem nenhum valor – exceto para ele. Mesmo assim ainda trabalhava. Transportava água do rio e vendia nas casas, pois não havia ainda saneamento na cidade. Sua cacimba era a mais bem cuidada, salvo quando defecavam dentro dela. Lembrei-me também de Clóvis. Também inocente e sem maldade. Era fascinado por jogo do bicho e metido a decifrador de sonhos, mesmo sem nenhuma lógica. Costumava mandar jogar os 25 bichos. Era acerto garantido. Do lado feminino lembro-me de Luzia – Carne Assada. Sempre bem vestida, bolsa e lenço faziam a própria moda. Cada peça do seu vestuário tinha uma cor. A diversidade de cores ia além do arco-íris. Vinda, não sabe de onde, tinha Martina. Séria, calada e sisuda. Não dava atenção a ninguém. Falava somente o necessário. Era hóspede dos meus avós maternos na rua Prof. Horácio Bandeira – rua do Açougue – onde sua presença era infalível no almoço. Serví-la era delicado, pois sua zanga era fácil. Minha tia lhe atendia muito bem. E, Dina. Ah, como posso esquecer, ela fazendo marcas no chão com os pés durante horas sem parar. Era a freguesa fiel de “Toinho da Bodega” na rua do comércio. Muito exigente fazia sua “feira” onde de tudo se colocava um pouco. Comentam que enlouqueceu devido o calor das buchadas quentes que conduzia na cabeça a mando de sua mãe. “A quentura derreteu seu juízo”. Era o que diziam. Bem, é doido que não acaba mais. Mas, basta de falar tanto. Vou parar para não ser contagiado e incluído no rol que já é enorme. Quem sabe, depois estaria eu falando de mim mesmo. Contudo, devo ainda citar: Chico Catabio, Doido da Paulista, Pildo, Gerinha, Maria Piolho e outros. Estes, embora em menor intensidade, tiveram também influência e participação na história de Pombal. É, evidente, cada um com suas “DOIDICES”. Portanto, omitir seria negar a própria história. Que esse artigo não seja visto como uma atitude sarcástica, mas, como uma forma de divulgação da nossa cultura que na amplitude do seu sentido inclui folclore e tradições. Enfim, cultura é tudo que revela particularidade: é a marca de um povo ou de uma região. Independente de qualquer outra coisa deve-se lembrar que todo doido tem passagem livre. Portanto, todos merecem o nosso respeito. *Educador e ex-Diretor da Escola Estadual João da Mata.

domingo, 27 de julho de 2008

Maciel Gonzaga (foto)
Maciel Gonzaga de Luna* O Apóstolo Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, descreve os nossos dias como “tempos trabalhosos” (2 Tm 3.1). Dois mil anos depois vemos a humanidade descambando-se aceleradamente para o abismo, a cada minuto e a cada instante. Há crise em todo lugar e em todos os níveis: moral, espiritual, social, etc. Mas, a pergunta que se faz é: De quem é a culpa? A quem devemos responsabilizar pelo caos no mundo? Seria fácil e cômodo atribuirmos a culpa aos líderes políticos e governamentais e ao próprio diabo. Jesus estabeleceu Sua igreja para ser uma força remidora da humanidade e neutralizadora da corrupção e degeneração da raça humana. Ela foi estabelecida para ser “o sal da terra e a luz do mundo” (Mt 5.13,14). A essa igreja, Jesus deu a responsabilidade de fazer discípulos de todos os povos da terra (Mt 28.19). Jesus foi um grande evangelizador, porém, os mais influentes líderes de sua época, bem como o próprio povo, que por vezes fora curado e abençoado por Ele, o identificaram como Mestre (Jo 3.2). Ele próprio exaltou acima de todos os seus ministérios, o de mestre (Jo 13.13). Dentre os dons de ministério que o Senhor dá à igreja, destaca-se o de Mestre (professor ou educador). João Locke reconheceu a importância do ensino quando disse: “— Creio que podemos afirmar que em cem homens, mais de novena são o que são — bons ou maus, úteis ou perniciosos à sociedade — pelo ensino que têm recebido”. Vivemos hoje em um mundo decaído e moralmente destruído, sem escrúpulos, despudorado. A maioria de nossos jovens não sabe o que é firmeza espiritual, por nunca tê-la experimentado, e quase sempre nós educadores, estamos omissos quanto ao problema. O quadro que vemos em nosso país é de fome, miséria, pessoas sem moradia, etc. Pensamos sempre que a razão do problema seja a má administração do dinheiro público ou a falta de planos de governo, claros e definidos. Mesmo que tudo isso também seja verdade, contudo, o verdadeiro problema que se desemboca na fome, miséria e nas calamidades que vemos por aí, no cotidiano, tem como causa a crise moral e a crise espiritual de nosso povo. A partir dessas considerações, quero chamar a atenção para a importância que teve o padre Luiz Gualberto de Andrade na educação da cidade de Pombal. Natural da cidade de São João do Rio do Peixe nasceu no dia 21 de outubro de 1921. No início dos anos 60 chegou a Pombal para substituir ao padre Vicente de Freitas, na direção do Colégio Diocesano de Pombal, que ainda funcionava no prédio ao lado da Cadeia Pública, próximo da Igreja do Rosário. Partiu para construção do novo colégio. Foi um educador incansável, afeito a desafios e teve uma grande participação no processo de desenvolvimento educacional, econômico e social da nossa cidade, patrocinado pela sua ação administrativa e visão profética. Como sacerdote e educador religioso, pregava a mensagem do Evangelho, como um bom pastor e questionava os principais problemas do País, dando ênfase à educação, tema que o apaixonava. Nós estudantes o respeitávamos muito, principalmente pela sua condição de pessoa vocacionada por Deus e confirmada pela Igreja para atuar especialmente no ministério na área de Educação Religiosa, de incutir em nossas mentes o bom relacionamento familiar; manter uma auto-imagem positiva; o bom relacionamento entre liderados, pastor e demais líderes. Levava nós estudantes católicos à Missa, celebrada por ele, aos domingos na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bonsucesso, o que se tornou por muitos anos uma tradição. Eu já não me encontrava mais em Pombal, mas, sim, estudando em Campina Grande, quando em 1969 o Padre Luiz Gualberto deixa a nossa cidade e é nomeado diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras, iniciando um processo de construção de um pólo educacional na cidade que “Ensinou a Paraíba a Ler”. Dez anos depois, em 1979, no dia 1º de agosto, se torna o primeiro diretor do Campus V da UFPB, tendo sido o grande incentivador e principal interlocutor para que a Universidade Federal da Paraíba se instalasse em Cajazeiras. Enquanto exercia suas atividades, além da implantação do primeiro curso superior no interior da Paraíba, quando encontrou no caminho inúmeros obstáculos, superou a todos e saiu vitorioso. Também, no ensino de 1º e 2º graus, foi diretor do tradicional Colégio Diocesano Padre Rolim, que estava passando por uma grande crise, e poderia ter as suas atividades paralisadas. Assumiu a direção e resolveu o impasse. Era um superador de crises, um homem de soluções.Ainda, em Cajazeiras, com a saída das Dorotéias do Colégio Nossa Senhora de Lourdes, Padre Gualberto foi convocado pelo Bispo Diocesano Dom Zacarias Rolim de Moura para resolver o problema. Assumiu ao mesmo tempo a FAFIC, o Colégio Diocesano e o Colégio Nossa Senhora de Lourdes, além de suas atividades religiosas. Era um homem obstinado pelo trabalho, um apóstolo da educação e da fé. Gostava de trabalhar com a juventude. Na minha vida profissional, devo muito ao Padre Luiz Gualberto. Certo dia, estando ele na casa de “Seu” Moreira, na Rua Nova, conversando com amigos, foi procurado certo dia pela minha mãe, Dona Roza Gonzaga de Luna, que foi lhe pedir uma bolsa de estudo para mim, no Colégio Diocesano de Pombal, que era uma escola privada. A sua resposta foi incontinente: “Procure Erotides na segunda-feira e faça a matrícula do menino”. E como eu dava sinais de que desejava seguir a carreira do sacerdócio, recebi um grande incentivo por parte do Padre Gualberto, que foi para mim um grande e insubstituível conselheiro e orientador. Um companheiro de todos os momentos. Também, arranjou um emprego para a minha mãe, a quem ele carinhosamente chamava de “Roza Rica”, no Hospital e Maternidade “Sinhá Carneiro”. Padre Gualberto me encaminhou ao Seminário Diocesano Nossa Senhora da Assunção, em Cajazeiras, no ano de 1964. Anos depois, quando resolvi desistir da carreira do sacerdócio, antes de tomar a decisão de deixar o Seminário, o procurei e ele me disse estas palavras: “Para você servir a Deus e ser Homem, não precisa ser padre não. Siga o seu caminho, mas sempre estudando”. Estamos certos de que, tudo o que relatamos neste artigo é muito pouco para definir a importância do padre Luiz Gualberto de Andrade na formação educacional religiosa dos pombalenses, ensinando-nos a importância de se levar o educando a um desenvolvimento completo e à uma experiência mais profunda com o Senhor. Foi ele um educador que, além de amar seus educandos, soube nos educar evangelizando e evangelizar educando.
*Jornalista, Advogado, Professor - Natal RN.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Zé Avelino (foto)
ZÉ AVELINO DO CARTÓRIO: AMIGO DILETO! CLEMILDO BRUNET* Conhecidíssimo por toda Pombal como Zé Avelino do Cartório, seu nome de batismo herdou de seu avô, coronel José Avelino da Fazenda Conceição no Município de Paulista Paraíba: JOSÉ AVELINO DE QUEIROGA NETO. Filho de Avelino Assis de Queiroga (saudosa memória) e de Bernadete Lourdes de Assis (dona Dete) nasceu no dia 04 de novembro de 1939 em Pombal Estado da Paraíba. Encontrou a sua cara metade em Maria Elias de Queiroga (Ivone), com quem casou em 22 de outubro de 1968 tendo os seguintes filhos: Joana Darc, Paulo Ney Sobrinho, Janaina e André Luiz. Após 38 anos de feliz união conjugal, faleceu a 18 de junho de 2006. Sua primeira escola foi o Grupo Escolar “João da Mata”, onde terminou o curso primário. Concluiu o curso ginasial no Colégio Diocesano de Patos. Mudou-se para Recife vindo a estudar naquela capital no mesmo Colégio com o Desembargador Antonio Elias de Queiroga, seu dileto primo. Aos 18 anos de idade serviu o exército brasileiro no Décimo Quarto Regimento de infantaria (14 R.I.) na capital Pernambucana. Terminado seu tempo de corporação regressou a sua terra Natal. Ainda no Recife Zé Avelino fez vestibular para medicina. Não quis dar continuidade aos estudos e chegando a Pombal, lecionou como Professor de Ciências no antigo Colégio Josué Bezerra. Zé Avelino foi Secretário geral da Prefeitura de Pombal em três administrações: Elry Medeiros Vieira (1955/1958) Dr. Azuil Arruda de Assis (1959/1962) e Dr. Avelino Elias de Queiroga (1963/1967. Em 1965 Foi nomeado Professor de Ciências físicas e biológicas do Colégio Diocesano sob a direção do Padre Luiz Gualberto de Andrade, ficando até o ano seguinte. Em 1966, por ato do Exmº Senhor Governador de então, Dr. João Agripino Filho, foi nomeado Tabelião e Escrivão Titular do Cartório do 2º Ofício da Comarca de Pombal, substituindo o seu pai Avelino, que se aposentou em razão da idade. Zé Avelino exerceu o cargo de Tabelião com muita galhardia recebendo elogios pela sua atuação frente a este ofício, sendo merecedor da confiança dos seus amigos pela eficiência de seus trabalhos notariais. Na condição de escrivão da 2ª Vara tendo por determinado tempo ficado a frente do Cartório Eleitoral, foi referenciado como exemplo de dignidade por juízes e corregedores da mais alta corte deste Estado. Era discreto no exercício do seu labor não revelando a ninguém a sua tendência política partidária, exceto na intimidade em família. Por isso, era respeitado e acatado por todas as facções políticas. Grande amigo, meu contato direto com ele se deu através de outro amigo da minha época, Genival Severo. A amizade que já desfrutava com Genival, possibilitou minha aproximação a Zé Avelino que se revelou depois um grande amigo. O Cartório do 2º Ofício a Rua Cel. José Fernandes nesta cidade, foi exatamente o local onde freqüentemente ia conversar com Genival. E nessa troca de palavras, Zé Avelino entrava sempre na nossa conversa. Pouco a pouco fui sentindo o grau de amizade que era nutrido por este cidadão e deste modo, eu não era mais simplesmente uma pessoa que ficava só na recepção do Cartório, agora tinha acesso às outras dependências do prédio No cotidiano de minhas atividades desde a Voz da Cidade, Lord Amplificador até as rádios de Pombal como radialista e jornalista, graças a Zé Avelino como tabelião público e escrivão do júri da Comarca de Pombal, fui apresentado a diversos magistrados que passaram por aqui, recebendo também o beneplácito da justiça comum e eleitoral em assuntos de furos de reportagens. Referindo-se a um juiz ou a um promotor, Genival sempre me dizia, o Dr. Fulano de Tal gosta muito de você. Acredito que isso se dava em razão das boas referências que eram transmitidas a esses defensores da justiça, pelo grande amigo José Avelino de Queiroga Neto. Todos nós como cidadãos comuns estamos propensos por circunstâncias alheias a nossa vontade enfrentar casos que são resolvidos na justiça. Por exemplo: Uma (questão de foro íntimo) que aconteceu comigo. Depois que o Divórcio virou Lei em nosso País contei com a valiosa colaboração do grande amigo Zé Avelino na elaboração da peça do processo, escolhendo ele mesmo um advogado amigo nosso, para tratar do caso. Conversando com dona Ivone ela me disse que seu esposo era uma pessoa maravilhosa, super educada, fino no trato com as pessoas, tanto fazia ser de casa ou não. Disse-me ela, que ele não sabia falar mal de ninguém e que não era do seu feitio conversar sobre a vida dos outros. Seu único problema era beber, pois gostava da boemia desde o tempo de jovem. Segundo Ivone, Zé Avelino tinha um carinho especial para com os filhos, lamentando tão somente o fato da bebida, coisa que somente prejudicava a ele mesmo. Falando sobre seu esposo, Ivone declarou que ele tinha medo da morte e por esta razão não ia a velório ou enterro por mais que a pessoa falecida fosse sua amiga. Não passava em frente de Cemitério e temia aparição de alma. Quando era informado da morte de um conhecido dormia segurado na mão dela. Ela ainda contou que certa vez, Epitácio Queiroga (saudosa memória), muito amigo do seu marido, preparou uma peripécia para Zé Avelino, convidando-o para uma festa de aniversário na casa de uma pessoa amiga; chegando ao local tratava-se de um velório, quando Zé deu de cara com o caixão, qual não foi à surpresa e o medo que sentiu! Nesta singela homenagem que presto ao dileto amigo Zé Avelino de saudosa memória, transcrevo os versos de autoria da dona Ivone, viúva do homenageado, que diz assim: Zeloso no trato com os amigos Eras tu uma estrela a brilhar, Ante a vida boemia de outrora Voz suave de eterno encantar, Embalando teus sonhos marotos Lenitivo era o teu trabalhar, Inconstante às vezes olvidavas Nossas vidas de humores mutantes Onde o amor nunca “fez esperar”. Certa ocasião ele participou do quadro “Minha Música Preferida” do Programa Saudade Não Tem Idade na Rádio Opção 104 FM. Na entrevista pedi que ele contasse sobre sua vida. Assumiu que era um boêmio desde a época que serviu o Exército brasileiro em Recife. Costumava aos sábados na sua folga, chegar ao bairro de Casa Amarela onde morava e ouvir a música “A Flor do Meu Bairro” na voz de Nelson Gonçalves tocada em uma difusora que havia naquele local. Era dentre outras como: Minha Rainha com Noite Ilustrada, essa, ele lembrava o sofrimento de dona Ivone pela vida de boêmio que levava e Farrapo de Calçada com Roberto Muller, suas músicas preferidas. Pela vida de boêmio varando as madrugadas manteve contatos com vários cantores populares de projeção nacional, uns que se apresentaram aqui, outros de passagem. Conheceu Nelson Gonçalves no bar de Zé Preto, Augusto Calheiros no bar de Pedro Junqueira, Bienvenido Granda no Grande Hotel, Altemar Dutra no Barraco de Biró pai do promotor Severino Coelho Viana, Alcides Gerardi em um banho no rio juntamente com Maurício Bandeira e Cláudia Barroso na companhia do radialista Zeilto Trajano. Ainda na entrevista ao Programa “Saudade Não Tem Idade”, Zé Avelino fez referências ao amigo Genival Severo, tendo-o na conta de não um funcionário seu, mas de um amigo do peito, pois havendo viajado diversas vezes para o Rio de Janeiro, entregava o Cartório aos cuidados dele (Genival), com total confiança, também considerava seu amigo do peito, como se fosse um irmão. Tenho em meus arquivos a gravação desse programa que foi levado ao “AR” pela segunda vez, após seu falecimento, como homenagem póstuma. Assim foi Zé Avelino do Cartório como era conhecido. Homem simples, dedicado a sua família e a seu trabalho. Fez grandes amizades. Lembrar Zé Avelino do Cartório é honrar o nome de um homem que deve ser imortalizado na história de Pombal e que prestou relevantes serviços ao judiciário e cartorário do nosso Município. *RADIALISTA. WEB. http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

terça-feira, 22 de julho de 2008

TRECHO DA ENTREVISTA DO CANTOR RAIMUNDO FAGNER AO NOSSO PORTAL, POR OCASIÃO DO CENTÉSIMO QUADRAGÉSIMO SEXTO ANIVERSÁRIO DE POMBAL. Clemildo: Fagner que achou de Pombal é a primeira vez que vem a nossa cidade? Fagner: prá fazer show com certeza, adorei; festa bonita, público muito bacana, muito receptivo, querendo ouvir as músicas que já conhece, a gente também tocou outras que eles não conheciam, uma festa muito legal, adorei. Clemildo: Por que Você gosta de São Miguel no Rio Grande do Norte? Fagner: Há muitos anos que eu vou lá, muitos amigos que do Rio Grande do Norte que moravam em Fortaleza que começavam a me levar de férias lá pra São Miguel e mantive essas amizades, e mantendo durante muitos anos, é uma coisa muito legal na nossa vida é manter as amizades de tradição, o tempo que vai passando e a gente finca mais esses laços. Um lugar muito especial na minha vida. Clemildo: Como você encara hoje as bandas eletrônicas de Forró, que não tem aquele ritmo do forró nordestino, do forró do Gonzagão? Fagner: Isso faz parte da modernidade, faz parte da juventude de querer fazer música pra meninada dançar mais eufórica ainda. Mas, mesmo assim tem aqueles que mantêm a tradição, tem aqueles que continuam fazendo aquele forró nosso autêntico e fazem muito bem feito, como essa moçada também faz música eletrônica faz muito bem feito. Acho que é uma concorrência meia com axé que dominou muito o Nordeste durante muitos anos e eles tiveram a resposta deles mesmo através do forró. Tem que ser louvável, cada um sabe fazer o que pode e o que deve fazer. Eu gosto mais da música das lições de Luiz Gonzaga, ouvindo aprendi com ele também fazer muito essa música, mas a gente tem que respeitar, é a coisa da moda, a moçada a juventude se espelha também. A gente tem que louvar também. Clemildo: Quando se deu o início de carreira e qual foi a música que o projetou nacionalmente? Fagner: Início de minha carreira foi no começo dos anos 70 e a música que me projetou foi Mucuripe que a Elis Regina gravou, Roberto, essa foi a música carro chefe minha mesmo, não é nem um grande sucesso assim de público, mais ela reconhecida como minha melhor música. (Clemildo interrompe) Você teria essa música como um hino nacional de sua carreira, ou haveria outra? Fagner: Ah! Têm várias. Pra mim essa foi uma. Clemildo: Muito obrigado pela sua entrevista e seja sempre bem vindo a Pombal. Fagner: Muito obrigado!

domingo, 20 de julho de 2008

Biró (foto)
PARABÉNS POMBAL PELOS 146 ANOS DE CIDADE!
CESSA LACERDA FERNANDES*
POMBAL, cidade condecorada de honoráveis filhos, ilustrando a sua rica história de 310 anos. Berço do naturalista Arruda Câmara, do guerreiro Padre Nobre e do herói Argemiro, ícones do nosso Hino, verdadeira evocação a nossa história, poema dedicado a Pombal pelo imortal poeta, Pai da Educação Pombalense: Professor Newton Pordeus Seixas. Hino do Município de Pombal oficializado pela Câmara Legislativa, Lei número 103, de 18 de janeiro de 1956. Valendo ressaltar, que Francisco Ribeiro, renomado músico, foi o compositor da bela melodia. Pombal, pátria do renomado economista Celso Furtado, de honrados Políticos, brilhantes escritores, dinâmicos literatos, jornalistas, professores e destacáveis vates: Leandro Gomes de Barros, Belarmino de França, Silvestre Honório e tantos outros. Em plena comemoração das homenagens a nossa terra amada, escolhi quatro vates da minha admiração e o sorteado para prestarmos a nossa homenagem, é: O HOMEM, O PÓETA, O POLÍTICO, Severino de Sousa Silva, (Biró, Beradeiro ou Beira-mar). Acredito que estes três personagens que ele assumiu, tenham sido batizados por ele próprio, sendo BEIRA-MAR, o que mais se identifica com o vate espirituoso que ele é. O nosso homenageado nasceu no sítio Jurema, município de Pombal, em 15 de novembro de 1923. Filho de agricultores, João Correia da Silva (Joca) e Maria Próspera de Araújo (Duca). Biró nasceu e criou-se forte, acostumando-se ao trabalho do campo como é peculiar a todo filho de agricultor ou talvez embevecido nas características do clássico pensamento euclidiano, “O sertanejo é antes de tudo um forte”. Veio para a cidade de Pombal, já rapazinho e aqui, se auto-descobriu poeta. Pois o poeta é assim, já nasce feito. Teria ele, que despertar, um dia, mesmo por força das circunstâncias ou dos prazeres que lhe envolviam. Desenvolveu o seu brilhante intelecto. Casado com a prendada senhora Maria de Almeida Silva, constituindo um lar feliz, com uma prole de quatro filhos: José Araújo, filho adotivo e sobrinho do nosso vate; Severino de Sousa Filho (Dr. Birozinho); Francisco Sales de Almeida Silva (Dr. Sales) e o caçula, Cláudio Almeida de Sousa Silva. Família pequena, porém recheada de noras e belos netos. Nos idos de 53, Biró, já despertava as belezas do seu intelecto. Poeta popular de uma envergadura cultural extraordinária. Correligionário dos chefes políticos Janduy e Ruy Carneiro, do antigo PSD, de quem recebeu grande influência política, mantendo-se sempre fiel em todas as campanhas partidárias para a escolha dos seus representantes. Quando na campanha para prefeito, em 1955, em que Dr. Avelino e Nelito concorreram com Elry Medeiros e Cândido Queiroga foi que Biró ingressou com entusiasmo nas campanhas e animava-as com brincadeiras procurando conquistar o eleitor. Em 1963, quando Dr. Avelino foi novamente candidato a prefeito pelo PSD, Biró ingressou na política com muito vigor, usando sua verve poética para proclamar os seus candidatos. Nessa época conquistou as atenções de todos, correligionários e também adversários. Manteve destaque em todas as concentrações políticas com a poesia e a música. Fez três paródias para o seu candidato. Cito uma com plágio do frevo de (Gagárim). Avelino é candidato de conceito Com Nelito vão marchar para a vitória O povo já lhes considera eleitos Vai ser o nosso prefeito Que vai ficar na história. Pombal agora Vai dar um passo a frente Duas figuras decentes Vão governar sem demora. É Avelino e Nelito que o povo quer Vai ser nosso prefeito Em Pombal, se Deus quiser. Ingressou na Militância Política como Vereador por dois mandatos, do prefeito e vice-prefeito, Francisco Pereira e Hildo de Assis Arnaud, de 1973 a 1976 e no governo de Paulo Pereira e Aureliano Ramalho, de 1977 a 1982, este, por seis anos, por prorrogação de mandato do referido prefeito. Conferindo assim, dez anos sua militância como Vereador. Vale ressaltar que foi nessa época que ele compôs BEIRA-MAR, fazendo a sua propaganda. (Refrão Beira-Mar, Beira-Mar, Beira-Mar. PMDB tá botando pra quebrar. (bis) (1ª Estrofe) Eu lhe peço, por favor. Pedindo um voto eu estou, Quero ser vereador. Se o povo me ajudar Meu número vou publicar. Quinze seiscentos e oito Que sou candidato afoito Pra derrotar mangangá... .É louvável citar alguns testemunhos de pessoas, que, mesmo adversárias de Biró admiravam os seus versos. Quando alguma pessoa chegava a seu Chico Pereira contando bisbilhotice de Biró, ele, com mansidão (qualidade própria), dizia: “Deixe Biró fazer os versinhos dele, que eu acho até muito bonito, aquele Beira-Mar”, e, a pessoa saia desconfiada com a bela lição. Meu pai era adversário de Biró, porém tinha uma grande admiração por ele principalmente por sua veia poética. Biró, ainda militou na política como Vice-prefeito, cumprindo com Levi Olímpio, um mandato de seis anos, 1983 a 1988. Neste ínterim, quero registrar a sua participação como vice-prefeito no JORNAL DE POMBAL, ANO I - EDIÇÃO ESPECIAL ANIVERSÁRIO DA CIDADE. - 21 de julho de 1984. “Parabéns Pombal, por hoje estar completando mais um ano não só de aniversário, mas também de luta, e que essa luta seja transformada em UNIÃO, PAZ E AMOR”. (arquivo de Cessa). Extremamente devotado a sua terra, prestou admirável contribuição ao nosso município. Compôs ainda muitas paródias nas campanhas políticas, e, fez belas poesias com os amigos, a exemplo de Dr. Avelino, quando morreu, fez a linda poesia, intitulada, de: MEU ADEUS A AVELINO. Era assim que Biró fazia política e suas campanhas, com carro de som e a ilustração da sua poesia, animando o povo e conquistando votos. Hoje, tudo mudou. As pessoas, não se portam com democracia, com respeito ao adversário, praticam coisas incoerentes, retirando a paz dos que têm senso de fé cristã, que confiam ainda numa sociedade justa, constituindo um todo para o bem comum. Biró tem passado e tem história, marcando ainda o patrimônio cultural com predominância ou inclinação pelas coisas do espírito, da inteligência premiada por Deus. Hoje, faz parte do ilustrado Quadro dos grandes vates pombalenses. Atualmente pertence à ASSOCIAÇÃO POÉTICA POMBALENSE, “PROF. NEWTON PORDEUS SEIXAS”, honrando por mérito o cargo de Presidente Emérito da mesma. Para narrarmos a vida do nosso homenageado seria precisa compilar outro livro, além de MEMÓRIAS DO BEIRA MAR, autoria do escritor Wertevan Fernandes, onde se encontra uma parte da sua história. E para distrairmos um pouco, comprovando a beleza do seu improviso, apenas uma de suas Sétimas que declamou ao encontrarmos um dia. MOSCA E MURIÇOCA. A mosca e a muriçoca São dois insetos que aborrecem. A mosca durante o dia, De noite desaparece Mas quando ela faz a troca É a vez da muriçoca Até que o dia amanhece. Eis ai, O HOMEM, O POETA, O POLÍTICO, importante patrimônio da nossa terra. Parabéns, BIRÒ, pelo que você representa para nós e para nossa Pombal. Receba com carinho esta homenagem dos seus irmãos poetas: ASSOCIAÇÃO POÉTICA POMBALENSE, “PROFESSOR NEWTON PORDEUS SEIXAS”. *Professora e escritora. Contato: cessalacerdapb@hotmail.com

sexta-feira, 18 de julho de 2008

D. Cessa (foto)
"Médico Competente, Parlamentar Atuante"
Admirado Clemildo! Obrigada pelo belo texto que você me presenteou sobre Dr. Janduy Carneiro, ilustre conterrâneo que muito merece aplausos, e, neste texto complexo que você fez com muita propriedade de conhecimento e com muito fôlego, é que cremos verdadeiramente no homem que representou para Pombal e tem que ser conhecido e imortalizado. Acredito que não poderia ser diferente esta narrativa produzida por você, pois apesar de jovem ainda manteve contato com ele. Conhecia muito da sua história, porém o que você escreveu agora é um currículum vitae. É mais um texto seu para o meu arquivo. Pois sou fã dos seus escritos. Clemildo, são tantos os nossos conterrâneos que merecem nestas festas serem elogiados e aclamados, porém irão sendo divulgados através de nós, que gostamos de escrever e que escrevemos com transparência. O seu trabalho merece ser divulgado em amplitude, isto é, lido no jornal do meio dia, na rádio, para que todo pombalense e sertanejo possam conhecer a história dele, principalmente a juventude que nos representa no momento e que haverão de representar no futuro. Abraços cordiais. CESSA
Dr. Janduhy (foto)
MÉDICO COMPETENTE, PARLAMENTAR ATUANTE! CLEMILDO BRUNET* A história do município de Pombal está pautada com personagens que se destacaram não somente aqui na Paraíba, mas que tiveram seu enlevo a nível nacional, fato desconhecido pela maioria de nossa gente. Estamos vivendo neste mês de julho de 2008, o Centésimo Quadragésimo Sexto Aniversário que Pombal foi elevado à categoria de cidade, 21 de julho de 1862 e 310 anos de sua fundação, 27 de julho de 1698. Sua Emancipação Política se deu quando de Arraial foi elevada à categoria de Vila de Pombal há 236 anos, 04 de maio de 1772. Hoje vamos falar de um vulto da nossa história que exerceu a arte da medicina e teve projeção a nível nacional pela sua atuação parlamentar como Deputado Federal participando ativamente da Constituinte de 1946, tendo apresentado várias emendas e dois discursos versando sobre a “Democratização do uso da Medicina no Brasil”. Este personagem é nada mais nada menos do que o filho ilustre de nossa terra, Dr. JOSÉ JANDUHY VIEIRA CARNEIRO. Nasceu em 20 de julho de 1903, véspera da data do aniversário de Pombal, mormente em que Pombal completou no ano de seu nascimento, 41 anos da passagem de Vila à Cidade. Filho de João Vieira Carneiro (Joca Carneiro) e Maria Carvalho Carneiro (Sinhá Carneiro). Janduhy Carneiro teve o seu primeiro contato com as letras na escola do Professor Newton Pordeus Seixas na cidade de Pombal. Cursor o secundário no Colégio Padre Rolim em Cajazeiras e ainda nos Colégios São Luiz e Castelo em Fortaleza – Ceará, onde concluiu o curso. Iniciou na Faculdade de Medicina da Bahia, seu curso de médico, fazendo o primeiro ano, indo depois para a Faculdade de Medicina da Praia Vermelha da Universidade do Brasil. Recebeu o diploma de médico aos 23 anos de idade no ano de 1926. Já formado e dedicando-se extremamente ao estudo da medicina, Janduhy Carneiro gozava de elevado conceito no Rio de Janeiro, onde se radicara e venceu as lutas de pós graduação. Nesse tempo foi nomeado pelo Professor Henrique Roxo assistente extranumerário de psicologia da cadeira de Clínica Psiquiátrica da Faculdade de Medicina, cargo que exerceu durante dois anos. Com a morte de seu pai em 1929, a mãe Mª de Carvalho Carneiro e as filhas ainda solteiras, Dalva, Araci e Mirtes tiveram de dar suporte a família. Em face dos acontecimentos Janduhy Carneiro voltou a Pombal. Chegando aqui viu que o exercício de sua especialidade na psiquiatria não era compatível com as necessidades da região. Resolveu então voltar ao Rio de Janeiro onde se preparou em Ginecologia e Obstetrícia e muito mais, ampliou os seus conhecimentos médicos em Pediatria e Doenças Infectocontagiosas. Só assim deste modo pode voltar a sua terra natal e exercer a sua profissão de médico. Certa vez, o Dr. Janduhy foi chamado para atender uma gestante em trabalho de parto. Era numa pequenina casa de taipa, nem luz de lamparina tinha na casa, imediatamente para atender essa dificuldade demoliu a parede da frente que dava para o quarto, fazendo penetrar a claridade dos faróis de seu próprio carro e assim realizou o parto, salvando mãe e filho. A pobreza daquela casa era tão grande que Dr. Janduhy deu a sua bata de médico para abrigar o recém nascido e aceitou ser padrinho da criança. Maria do Socorro Dias de Almeida, hoje residindo em Belém do Pará, filha de Manoel Dias e Maria Dias de Almeida, diz que sua história é pouco conhecida dos pombalenses, através de E-mail que me foi enviado, expressa sua gratidão a Janduhy Carneiro, narrando um fato acontecido em sua vida quando morava em Pombal. “Minha genitora com seis meses de gestação contraiu uma doença que a tornou paralítica, este homem usado pelas mãos divinas lhe deu toda assistência com a maior preocupação com a criança que com certeza seria prejudicada, foi incansável sempre acompanhado por minha madrinha Dalva sua irmã; até a hora de meu nascimento no dia 23 de dezembro de 1939, ás 11h40min da manhã, cheguei a este mundo, logo foi por ele observado um problema nos olhos se não tratado poderia levar a cegueira. Este homem apesar dos poucos recursos na medicina na época me tratou como também a minha genitora e sou uma pessoa normal de perfeita visão, graças a Deus e a Dr. Janduhy Carneiro. Há pouco tempo precisei de exames profundos, ou seja, uma tomografia ocular tendo sido constatado um problema sério, porém tratado e aqui Dr. Janduhy Carneiro desejando que nos altos esteja recebendo em glórias tudo que fez de bom em sua jornada terrestre interceda a Jesus pelos nossos governantes que venham mais Janduhy Carneiro para defesa dos menos favorecidos” Janduhy era possuidor de um carisma excepcional, pois exercia sua função de médico com muita dedicação e carinho para com as pessoas. Muitos o tiveram como líder e desta forma atraído pelo povo, de maneira natural ingressou na política partidária. Em 1929 quando João Pessoa candidatou-se à Vice Presidente da República pela Aliança Liberal, Janduhy Carneiro nesta campanha orientou o movimento político de seu Município. Neste pleito, o Cel. José Pereira de Princesa Isabel rebelou-se contra o resultado das eleições em que saiu vencedora a Aliança, comandando a insurreição armada na Paraíba decidiu invadir Pombal com o fim de aumentar o seu domínio. Janduhy junto a amigos, armados, impediram a façanha. A trama continuou até a vitória da Revolução de 1930. No Nordeste o movimento era comandado pelo chefe militar Juarez Távora e a ponte de ligação com os paraibanos foi Ruy Carneiro, na época Diretor do Jornal Correio da Manhã. No dia 05 de outubro de 1930, Janduhy Carneiro era nomeado Prefeito de Pombal pelo Dr. José Américo de Almeida, Interventor do Estado da Paraíba. Janduhy Carneiro como Prefeito de Pombal fez importantes obras no Município, como o Grupo Escolar João da Mata, O Matadouro e o Mercado Público, estradas carroçáveis para os povoados de Paulista e Várzea Cumprida dentre outras. Mais somente em 1945, após a decretação do Estado Novo, foi que Janduhy Carneiro fundou o Partido Social Democrático juntamente com o seu irmão Ruy Carneiro e outros companheiros. Ruy Carneiro em 1940 ao assumir o cargo de Interventor Federal na Paraíba, convidou seu irmão para o cargo de Diretor do Departamento de Saúde Pública do Estado o equivalente hoje a Secretaria de Saúde da Paraíba. Durante o tempo em que Janduhy Carneiro esteve à frente do Departamento de Saúde, foi construído o primeiro Manicômio Judiciário do Nordeste. Instalou também o Serviço de Verificação de óbitos permitindo que ninguém fosse sepultado sem o diagnóstico da causa mortis. Quando Deputado Federal Janduhy Carneiro, pertenceu por cinco anos, a Comissão de Saúde da Câmara, tendo sido relator do Plano Salte, setor saúde, no Governo Dutra. Participou também da Comissão de Finanças, onde permaneceu por muitos anos. Como parlamentar pronunciou em plenário diversos discursos sobre medicina pública, política e economia. Autor de vários projetos que foram transformados em leis, destacando-se a que criou a Campanha Nacional Contra a Lepra e a que abriu ao Ministério da Saúde o crédito especial de cem milhões de cruzeiros, para a luta contra o câncer, possibilitando a conclusão do Instituto Nacional do Câncer no Rio de Janeiro. Como resultado de suas atividades na Câmara dos Deputados, Janduhy Carneiro por meio de verbas orçamentárias, fundou Hospitais e Maternidades, Postos de Saúde e de Puericultura, na Paraíba, nas cidades de Uiraúna, Malta, Itaporanga, João Pessoa, Santa Rita, Cabedelo, Patos, Santa Luzia e Pombal. Nestas últimas, Os Hospitais e Maternidades “Sinhá Carneiro”. Foi Presidente da Fundação Laureano e grande Patrono do “Hospital Napoleão Laureano em João Pessoa para tratamentos de doentes do câncer. Verbas orçamentárias trazidas pelas mãos benfazejas de Janduhy Carneiro ajudaram a construir Escolas Normais em nosso Estado e muitas outras instituições de cunho filantrópico. Ele, embora não tenha obtido vitória em dois pleitos, o primeiro quando se candidatou em eleições diretas para Prefeito de Pombal, perdendo para Sá Cavalcanti em 1935 e o segundo para Pedro Moreno Gondim na disputa pelo Governo do Estado em 1960, foi integrante da bancada federal do seu Estado, durante oito mandatos consecutivos; desde a primeira legislatura depois do Estado Novo instalada em 1946, ali permaneceu até 1975 pela legenda do antigo Partido Social Democrático, posteriormente, pelo Movimento Democrático Brasileiro. Lembro-me que em 1968 quando o Dr. Atencio Bezerra Wanderley foi eleito Prefeito de Pombal pelo MDB, instalamos o transmissor da antiga Voz da Cidade na Sede Operária Beneficente (local da abertura das urnas), para cobrir apuração dos votos; face às despesas para a execução desse serviço pedir a colaboração do Deputado Janduhy Carneiro. Prontamente solícito ao nosso apelo o parlamentar nos ofertou a importância de duzentos mil cruzeiros. Também em 1968, por ocasião do movimento para se conseguir o registro de uma rádio para Pombal encabeçado por mim, tendo como coadjuvantes: Pastor Jônathas Barros de Oliveira, Padre Zélio, Genival Severo, Arruda, José Costa, Maciel Gonzaga, José Geraldo, Eurivo Donato, Otacílio Trajano e tantos outros companheiros; ele (Janduhy Carneiro) foi o nosso mediador junto ao Ministério das Comunicações para se inteirar de toda documentação necessária a oficialização de uma estação de rádio. O Ministério das Comunicações em resposta ao Deputado enviou a documentação contendo a minuta do contrato e as normas estabelecidas para exploração do serviço de radiodifusão. O nosso representante Federal colocou o seu gabinete em Brasília ao nosso dispor para dar andamento ao processo. Infelizmente, a diretoria da Sociedade Anônima já formada e composta por comerciantes e empresários para a constituição da emissora, fraquejou; ficando o projeto só no papel. Por um triz perdemos a chance do pioneirismo do rádio na região, visto que naquele tempo existiam somente as Rádios Alto Piranhas, Difusora de Cajazeiras e Espinharas da cidade de Patos. Janduhy Carneiro ficou conhecido na Paraíba como um dos Deputados, em todos os tempos, que mais carreou recursos para o nosso Estado. Faleceu no dia 07 de julho de 1975, em pleno exercício de seu 8º mandato, era casado com a senhora Diva Dunshe de Abranches Carneiro de tradicional família do Estado do Rio de Janeiro, que lhe deu cinco filhos: Sonia, José Ruy, Gilda, Susana e Janduhy. Pela sua brilhante atuação na vida pública, foi agraciado com a Medalha de Honra Osvaldo Cruz; a Ordem Nacional do Mérito Médico; a Comenda no Grau de Cavaleiro, da Ordem Militar e Hospitalar de São Lázaro de Jerusalém; e o Diploma de Professor Honoris Causa, da Faculdade de Ciências Econômicas da Paraíba. Era Patrono da cadeira nº 23 da Academia Paraibana de Medicina, hoje ocupada pelo Dr. Jackson Derville Araruna. No Centésimo Quadragésimo Sexto Aniversário de Pombal, a nossa sincera homenagem a Dr. José Janduhy Vieira Carneiro: Médico competente e Parlamentar atuante! *RADIALISTA. WEB. http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Verneck Abrantes

Centro de Pombal

Verneck Abrantes*

A Vila Nova de Pombal recebeu essa denominação em homenagem à antiga cidade de Pombal de Portugal, localizada no centro do litoral Português, a cerca de 150 km de Lisboa. Como muito se pensou, não foi em homenagem a Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, primeiro ministro de Dom José I, Rei de Portugal, por dois motivos a considerar, simples, mas de fundamental importância histórica. 1º - No século XVIII ainda não estava em moda esse tipo de homenagem aos governantes. 2º - A Carta Régia de 22 de julho de 1766, que mandava erigir novas vilas na Capitania de Pernambuco e Paraíba, orientava os administradores de vilas a denominá-las com nome de localidades e cidades de Portugal.
Considerando esses fatos, a verdade é que, se nossa cidade fosse uma homenagem ao Marquês, com certeza seria denominada de: Vila do Marquês de Pombal, como isso não procede, é improvável, recebeu o nome de Vila Nova de Pombal, em homenagem a cidade de Portugal de mesmo nome.
Ressaltamos que em diferentes regiões do Brasil, outras vilas também receberam denominação de localidades de Portugal, a exemplo de: Amarante-MA, Aveiro-PA, Barcelos-AM, Bragança-PA, Guimarães-MA, Obidos-PA Montemor-o-Novo (antiga Mamanguapé-PB), Oeiras-PA, Estremoz-RN, Santarém-AM, Vila do Conde-PB, Trancoso-BA etc., etc.
Devemos lembrar que o Marquês de Pombal foi quem sugeriu ao rei criar novas vilas na Capitania de Pernambuco e Paraíba, isso com certeza teve influência na denominação da vila com o nome de Pombal, cidade portuguesa na qual viveu o Marquês de 1777 a 1782, quando veio a falecer. No entanto, devemos ressaltar que a homenagem foi à cidade de Pombal de Portugal e não ao Ministro do Rei, considerando os motivos acima.
A versão do nome como sendo uma homenagem ao Marquês de Pombal, foi tomada por Irineu Joffily, quando escreveu “Notas Sobre a Paraíba”, e acatada sem maiores averiguações por todos os autores que lhe seguiram, daí o equivoco. Cronologia da Elevação da Vila de Pombal.
Em 29 de dezembro de 1755, por resolução do Conselho Ultramarino de Lisboa, foi homologada por Carta Régia, anexação da Capitania da Parahyba à de Pernambuco. Tal subordinação perduraria até 1799. Em 1766, o futuro Marque de Pombal (que recebeu o título em setembro de 1769), orientou o Rei D. José I, assinar a Carta Régia de 22 de julho de 1766, autorizando o governador de Pernambuco, Conde de Vila Flor (Manoel da Cunha Meneses), a erigir novas vilas na área da sua jurisdição, que incluía também a Capitania da Parahyba.
Em 03 de março de 1772, o Ouvidor Geral da Parahyba, José Januário de Carvalho, encaminhou, em nome da povoação de Nossa Senhora do Bom Sucesso do Pinhancó, propondo a instalação de uma vila no sertão da Paraíba, nos termos da Carta Régia de 22 de julho de 1766. Não demorou o sim do governador, datado de 11 de março de 1772. Logo depois, em 04 de maio de 1772, foi instalada a Vila Nova de Pombal. De imediato, fizeram-se eleições para o preenchimento dos cargos Oficias da Câmara e elegeu-se o primeiro Presidente e Juiz Ordinário da Câmara, cabendo a honraria ao Capitão-Mor Francisco de Arruda Câmara. Foi nesta data Pombal foi elevada à categoria de Vila e Emancipada politicamente, sendo também, a primeira vila instalada no sertão da Paraíba. No dia 21 de julho de 1862, a Vila Nova de Pombal foi elevada ao status de cidade.
*ESCRITOR E HISTORIADOR POMBALENSE

postado por Clemildo Brunet às 06:13 em 17/07/2008

terça-feira, 15 de julho de 2008

Dona Cessa (foto)
Li com atenção e profunda emoção o seu texto referente ao nosso querido e inesquecível Mons. Oriel. Fiquei encantada com a sua brilhante e lúcida reserva memorial. É ótimo quando se encontram capacidades como a sua para resgatar os vultos importantes e imortais que deixaram feitos inacabáveis e lembranças de coisas boas, pois digo que, bonita foi a sua história em relação com ele, faz mesmo diferença, a fidelidade de bom pastor, de influenciador na nossa formação quando éramos crianças. Desconhecia o fato narrado por você, que foi coroinha a ponto de chamarem filho do padre, se orgulhe muito disto. Eu também devo muito aos seus legados, como padre, confessor espiritual e amigo. Sabia que sou fã dos seus escritos? Só que estava ainda calada. Mas, você me desenterrou agora com este texto emocionante. Querido Maciel, sei que você, Massiilon e sua irmã receberam boa formação dos humildes, mas, grandes pais. A saudosa Rosa era muita minha amiga e digo que, dela recebi forte influência para a criação dos meus filhos. Era também uma grande servidora e quando chegava a minha casa em que Júnior, o mais velho, entrava desconfiado por ter feito alguma coisa errada, se fosse briga de menino, ela com toda propriedade, dizia: não apanhe de nenhum colega, faça, é dar neles, ele ficava feliz porque também tinha o apoio da amada e inesquecível Edite. E mais, ela brigava quando eu batia neles. Quando você e Massilon, muito inteligentes, tiveram que sair a busca de progressão no rádio, eu já os admirava e tinha certeza desse crescimento que se concretiza hoje, e, ela confiou muito no meu incentivo, pois a beleza de vocês faz parte de mim, não esqueço e quero ainda dizer, que, amo muito vocês por tanta significação e afinidade. Parabéns pelo esplendor de vocês, hoje. Como sou feliz por isto, acreditando que ela também lá no céu sorri de felicidade por vocês. Obrigada, meu caro amigo, Maciel, pelo comentário postado no Blog de Clemildo, me parabenizando pela poesia na abertura do seu programa, “Saudade não tem idade”, só que na colocação do texto da Copa 58, você não foi claro, porque ficou em pé na janela do lado de fora da casa de meu pai, enfatizando ainda, que contava com 8 anos de idade. Acredito que você era uma criança inibida, porém deixou incógnita para seus leitores inclusive eu me senti triste. Agradecemos ao amigo Clemildo e a NET, por nos termos encontrado. Cordial abraço cheio de saudade! CESSA.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Maciel Gonzaga (foto)
MACIEL GONZAGA* Quando Karl Marx afirmou que “a religião é o ópio do povo” é preciso
que se entenda o contexto de sua afirmação. Primeiro, Marx não diz que a religião é o narcótico, o entorpecente do povo, mas, sim, que é o ópio – um narcótico específico. Caracterizar a religião como uma droga que anestesia a dor, por mais chocante que seja para muitos, hoje, foi ainda mais radical em sua época. E, no entanto, mais do que condenando a religião em si, Marx na verdade estava criticando a condição de uma sociedade que levaria as pessoas a um entorpecimento. De qualquer modo, a partir daí, não paramos de ouvir as críticas aos comunistas sem Deus, implicando que o pensamento marxista não tem valores nem moralidade. Torna-se incontestável que o tema da educação religiosa está profundamente ligado à família. A formação religiosa deve começar e se consolidar na família, cuja extensão vem a ser a escola. Torna-se inadiável oferecer às crianças, adolescentes e jovens a educação religiosa, pois é impossível formar uma nova geração com caráter, bons costumes e amadurecimento da personalidade, se não houver uma formação que lhes sirva de suporte e, ao mesmo tempo, de iluminação. Pois bem, a partir destas reflexões, quero falar neste artigo sobre uma figura que, na minha vida, teve uma participação importantíssima para que eu pudesse conquistar princípios religiosos: Monsenhor Oriel Antônio Fernandes, o nosso querido “Padre Orié”, como era carinhosamente chamado por seus paroquianos, que nos deixou há 39 anos. Certa vez, o poeta Belarmino de França o desafiou com um enigma: “O que é, o que é? Pintadinho como um guiné; veste saia, mas não é mulher; pede esmola, mas não é esmolé”. O próprio vigário, do alto da sua sabedoria, pensou um pouco e respondeu: “Só pode ser Padre Orié”. Matou o enigma! Oriel Antônio Fernandes nasceu no sítio Quixaba, na vila de Belém, hoje cidade de Uiraúna, no dia 18 de novembro de 1911. Filho de Marcelino Josa Vieira (Major Salô) e Maria Emetina Fernandes das Chagas. Eram seus irmãos, José Marcelino Vieira (Zé de Salô), Ana Socorro Fernandes (Orcina), Maria Inês Fernandes e Francisca Emetina Vieira. Quando seminarista, saía de Uiraúna a cavalo para apanhar o trem da Rede Ferroviária Federal, em São João do Rio do Peixe, com destino à cidade de Itabaiana e, posteriormente, tomar outra locomotiva com destino João Pessoa. Ordenou-se no dia 20 de novembro de 1938, sendo oficiante Dom Moisés Coelho, Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba. Celebrou a primeira missa solene em sua terra natal, no dia 8 de dezembro do mesmo ano. Servidor e acolhedor dos pobres, particularmente dos agricultores, com quem nutria profunda identidade afetiva, era devoto de Nossa Senhora do Carmo, sendo inclusive, membro da Ordem Terceira do Carmo. Sempre andava com uma mala, carregando e vendendo aos fiéis de sua paróquia bíblias ou textos evangélicos, catecismos, livros religiosos, terços, medalhas, santinhos. Era uma forma de fazer apostolado, sem visar nenhum lucro. Em Pombal, foi vigário da Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso durante 12 anos, deixando obras religiosas importantes: a construção da capela de São Bentinho, hoje cidade de São Bento, reforma e conclusão das capelas de São Domingos e Riacho dos Cavalos; idealizador do Hospital e Maternidade Sinhá Carneiro; construiu uma grande Escola Paroquial na rua que tem atualmente o seu nome; participou do Sindicato Rural e do Rotary Clube local. Também exerceu o cargo de professor de religião na Escola Normal o no Colégio Diocesano. Era um bom orador e afeito à leitura. Gostava de política e não escondia sua simpatia pelo PSD de Ruy Carneiro, mas, respeitava a lei da igreja que o impedia de militar partidariamente e mantinha um bom relacionamento com o deputado Chico Pereira. Foi agraciado com o título de Monsenhor, conferido pelo Papa Paulo VI. Monsenhor Oriel foi um árduo defensor de sua igreja, de sua fé católica e um forte combatente de outras religiões, protestantismo, espiritismo, ou instituição como a maçonaria. Detestava falar sobre o comunismo. Depois de longa enfermidade que lhe afetou o pâncreas, faleceu no dia 16 de maio de 1969, aos 58 anos de idade. Seus restos mortais estão sepultados no interior da Matriz de Pombal, onde é hoje venerado pela população católica da cidade. Durante toda a minha infância em Pombal convivi bem de perto com o Padre Oriel. Foi para mim um “verdadeiro pai”, pois a partir de 8 anos de idade eu passei a morar na Casa Paroquial. Por isso mesmo, alguns contemporâneos de infância me chamavam de “filho do padre”. Confesso que nunca gostei, pois considerava a brincadeira pejorativa e até cheguei algumas vezes a reagir com pedradas. Fui coroinha e, depois, auxiliar dos sacristãos (Raimundo Lacerda e Odorico). Pude conhecer de perto a figura desse servo de Deus, que incutiu na minha cabeça uma formação verdadeiramente sólida, no que se refere à religião e, a partir dos seus ensinamentos, tomei gosto por disciplinas como Filosofia, Antropologia, Sociologia ou Ética procurando melhor compreender o homem diante do Infinito, a dimensão do ensino religioso e a compreensão que puder ter da infinita Sabedoria divina, que tudo criou, governa e sustenta a humanidade. Como vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Bom Sucesso, o Monsenhor Oriel ensinou aos seus paroquianos que, a cima de todos os valores humanos, estão os valores divinos, que Deus nos revela na Sagrada Escritura. A partir de sua Encarnação, Cristo nos transmite estes valores de forma vivencial e concreta, colocando-se como o exemplo a ser imitado e dando-nos, ao mesmo tempo, a graça necessária para realizá-lo. Monsenhor Oriel Antônio Fernandes, que Deus o tenha em um bom lugar! *Jornalista, Advogado e Professor. Natal R. G. do Norte
DE MACIEL GONZAGA: EM RESPOSTA AO COMENTÁRIO DE DONA CESSA. Prezado Clemildo! Tenho ressaltado em outras oportunidades que, se o historiador Wilson Nóbrega Seixas fosse vivo, com certeza abriria um espaço na sua Enciclopédia para enaltecer a importância de Clemildo Brunet de Sá na história da cidade de Pombal. Você é realmente um baluarte! A oportunidade que nós pombalenses estamos tendo, por seu intermédio, de nos comunicar e fazer história, é de grande alvitre. Da minha parte, sinto-me cônscio do dever cumprido em poder oferecer ínfima contribuição. Aproveito o ensejo para agradecer – em meu nome pessoal e dos meus irmãos Massilon e Marcelina – pelos elogios recebidos da digna professora Cessa Lacerda, filha de um dos homens mais probos da nossa terra, que foi o senhor Cícero Gregório. Quero dizer que a nossa família agradece penhoradamente a referência à nossa mãe (Roza Gonzaga de Luna) que foi uma “Mulher de Verdade”. Espero que o Supremo Criador nos dê saúde por muitos anos para que possamos continuar dando às gerações mais novas a oportunidade de conhecer a história da nossa TERRA QUERIDA. Por último, já fiz o esclarecimento por e-mail à professora Cessa e o faço agora de público, que a decisão de ouvir os jogos da Copa do Mundo de 58, pelo rádio, da janela da casa do Sr. Cícero Gregório, com apenas 8 anos de idade, foi de foro íntimo. Eu ficava à distância cuidando da Sacristia da Paróquia, que se encontrava em pleno expediente. Se alguém, por ventura lá chegasse, eu corria para atender. Esclareço ainda que, por várias vezes, o próprio Cícero Gregório, seus filhos e netos me mandavam entrar e sentar. Mas, muito me honra e pode hoje contar que ouvi os jogos daquela Copa do Mundo na residência de tão digna família. MACIEL GONZAGA DE LUNA – NATAL/RN

sábado, 12 de julho de 2008

Socorro Dias (foto)
SOCORRO DIAS,POMBALENSE DE NASCIMENTO QUE RESIDE EM BELÉM DO PARÁ,
EM RAZÃO DO ARTIGO QUE ESCREVI LOGO ABAIXO, FEZ ESTE COMENTÁRIO SOBRE SEU NAPOLIÃO...
Sr. Napolião da Padaria assim era chamado pelo povo de Pombal. Esse grande pombalense foi um personagem muito importante na história das crianças e adolescentes dos anos 50. Vou iniciar, falando do comerciante, que tratava sua clientela com dignidade e respeito. Esse homem só me traz recordações maravilhosas. Deixa-me confusa. Gostaria de colocar na pauta todo sentimento e admiração que sentia por este cidadão. Torna-me difícil, pois meu vocabulário é pouco, em relação às qualidades deste homem. Quando criança, sempre acompanhada pela turma da brasa Como ele nos chamava: Cessa de Cícero Gregório,Socorrinha de Mané Dias, Giselda Carneiro e outras. Entrávamos na padaria à procura quase sempre da mesma coisa Bolacha peteca. (A preferida), entre outras,comum, canela, e os pães: agoado, crioulo, carteira, e o da preferência. Pão doce. Todos de um sabor especial, temperado com o carinho e dedicação que ele tinha pelos seus fregueses mirins. Meu pai também comerciante na época, dono do Enchimento e fábrica de bebida, eram muito amigos. Não havia inveja, só amor. Eu tinha minha continha de caderno; Sempre que fazia minhas compras, sua preocupação era de anotar na minha presença, como que dando satisfação de sua honestidade. Cresci, e me tornei uma comerciante, procurei esse modelo, que nunca me saiu da memória. Clemildo se fosse falar de tudo que sinto por seu pai, levaria muito tempo... Parabéns Clemildo, pelo pai maravilhoso que você teve. Lembre dele, sempre com orgulho.. Um Abraço de quem muito lhe admira, Socorro de Pombal.

sexta-feira, 11 de julho de 2008


NAPOLIÃO BRUNET (Foto: Arquivo)


Primeira Reunião da Associação Comercial de Pombal Em 26-06-1962 (Foto direita)
CLEMILDO BRUNET* 

Falar sobre meu pai não é tarefa fácil. Isso porque, por ocasião de seu falecimento eu contava apenas 15 anos de idade. Era um adolescente que ainda não compreendia bem o sentido da vida e nem tão pouco o significado da morte. Estava na flor da idade começando a minha juventude. Éramos cinco irmãos: Clóvis, Carlos, Claudete, Cláudio e eu. Minha mãe Maria Brunet de Sá, conhecida por todos como dona Sinhazinha. 

Napolião Brunet de Sá nasceu em Pombal no dia 17 de novembro de 1906, filho de Julio Rabello de Sá e de Olindina Ramalho de Sá, sendo avôs paternos Aristides Rabelo de Sá e Olindina de Sá e maternos Napolião Carlos Brunet e Maria Ramalho. Casou- se com sua prima Maria Brunet de Sá (Sinhazinha), ela aos dezesete anos de idade e ele aos vinte um anos, no dia 30 de junho de 1928. 

Vítima de enfarto do miocárdio faleceu em sua residência a Rua Cel. José Fernandes, (rua do rio), ás 9 horas da noite do dia 28 de agosto de 1964. Naquele tempo quando uma pessoa tinha uma morte súbita o termo usado era colapso. 
Foi ele juntamente com José Nicácio Amorim (Zuza Nicácio), um dos fundadores da Associação Comercial de nossa cidade em 26 de junho de 1962, reunião essa realizada no auditório da Sede Operária Beneficente de Pombal. 

Em 08 de julho de 1934, participou também juntamente com o ex-Vereador José Benigno de Sousa (Lélé), da fundação da Sede Operária Beneficente de Pombal. Era partidário do antigo PSD e acompanhava de perto a política como correligionário do Deputado Janduhy Carneiro e do Senador Ruy Carneiro. Nunca mudou de partido. 

Guardo vagas lembranças do curto período que o conheci. Tinha uma massa corporal imensa chegando a pesar 110 quilos. Voz forte e grave. Certamente por ter um rosto cheio e redondo e pela corpulência de seu físico, quem o via pela primeira vez, tinha a impressão de que aquele homem fazia medo. Mas, não era nada disso. 

Meu pai nunca me bateu. Em meio às peripécias que eu fazia, bastava tão somente sua voz forte para atender de imediato ao que ele dizia. Nas madrugadas em que minha mãe me chamava para a aula de educação física do Colégio Diocesano e não atendia querendo dormir mais um pouco, ela falava para meu pai “Napolião! Clemildo não quer ir para a educação física”. Imediatamente ao ouvir sua voz forte, mesmo esfregando os olhos me levantava da rede como num passe de mágica. 

Certa ocasião estava eu e Claudete jogando ludo (tipo de jogo que as pedras se movimentam segundo o número indicado pelos dados), houve uma discussão e eu arremessei o copo com os dados na testa de Claudete que saiu chorando; Ele veio ao encontro da confusão e quebrou a tábua do ludo mesmo no meio acabando definitivamente com a competição. 

Numa enquete realizada com pessoas que conviveram com meu pai, pude ouvir sobre suas ações como cidadão e comerciante nesta cidade na década de 50 e início de 60. 

José Luiz de Sousa 90 anos de idade, lembra o tempo que trabalhou como balconista com seu Napolião na Padaria Vitória. Conheceu meu pai desde quando o mesmo morava no sítio Brioso. Na roça pai gostava de limpar o mato e certa vez sofreu uma picada de cascável. Dizem os mais antigos que a prática usada para curar a pessoa mordida de cobra era cuspir em algum líquido (mel ou leite) e dar a pessoa, esta por sua vez ficava curada. Seu Alexandre que já tinha sido mordido várias vezes de cobra morava no sítio Umarí de Antonio Martins, foi levado até meu pai que ficou livre dos ofídios venenosos da malacatifa. 

Conta José Luiz que foi convidado para trabalhar na padaria, mas ninguém quis lhe ensinar como mexer na massa, então pai mandou que ele ficasse trabalhando no balcão. 

Já o ex-operário Manoel Alves dos Santos, na intimidade Manoel das Broas, que trabalhou muitos anos com meu pai, conta que um dia Darciso, outro empregado da Padaria, chegou ressacado e começou a espanar as prateleiras. De repente derrubou uma caixa do perfume Miss France chegando a quebrar três vidros. O cheiro do perfume se espalhou e pai desconfiou. Indagado sobre o que estava acontecendo, Darciso resolveu confessar. Na ocasião pai ralhou com ele e disse que ia descontar no seu salário. No dia do pagamento Darciso recebeu seu salário integral, pois seu Napolião já o havia perdoado. 

Meu primo Onídio Brunet de Sá contou-me que no velório de meu pai o Padre Andrade chegou e disse assim: “O negociante mais honesto de Pombal era Napolião, o preço dele era um só”. 

Declarou Onídio que se alguém dissesse: “Seu Napolião acolá tem mais barato, ele respondia pode trazer a dúzia que eu compro”. E repetia diversas vezes. 

Segundo Onídio, Napolião, antes da padaria, possuía um caminhão ano 1941, nesta época ele fazia fretes levando cargas de algodão para Campina Grande e trazendo mercadorias para o comércio de Pombal. A estrada era de barro o percurso da viagem durava três dias entre ida e volta. 

Lembra Onídio, que trabalhou no balcão da Padaria e conheceu de perto os produtos de panificação. A famosa bolacha peteca, que ainda hoje se ouve falar. “Já não se faz bolacha peteca como a de seu Napolião”. 

Jerdivan Nóbrega em seu livro “Sob Céu Estrelado de Pombal” faz referência em um verso a “bolacha peteca de seu Napolião”. Outros tipos de bolachas: A comum e a canela- feitas com o mesmo tipo de massa e ainda os biscoitos cumpridos, além do pão, francês, doce e carteira. 

O estabelecimento comercial de seu Napolião era localizada a Rua Ten. Aurélio Cavalcante, 78 como Padaria e Mercearia e tinha a denominação de Padaria Vitória havendo seção de louças, alumínios e perfumes. 

Antonio de Cota, foi outro que conheceu meu pai no comércio. Ele disse que Napolião não tirava um tostão no preço da mercadoria, quando ia pagar sua conta ficava relutando pra ver se tinha um abatimento, mas, meu pai não cedia. Acontece que o método de seu Napolião era: Um só peso, uma só medida para um lucro honesto, aplicava tão somente 20% sobre o valor de custo. 

Outro testemunho que ouvi sobre seu Napolião foi do agropecuarista José Alves Feitosa (Zezinho Caboclo). Ele me disse que deve a educação de seus filhos a meu pai. O Sr. Chico Mendes pagou uma dívida a meu pai com uma casa que ele tinha no Bairro dos Pereiros. Certo dia seu Napolião foi à bodega de Zezinho Caboclo lhe ofereceu essa casa, Zezinho disse que não podia comprar; meu pai lhe entregou a chave dizendo: “a casa é sua você me paga da maneira que puder”. E assim, Zezinho Caboclo ficou com a casa que resgatou a dívida em três pagamentos. O valor total do imóvel foi de seiscentos mil reis. 

Segundo Zezinho Caboclo, meu pai era farrista dando a entender o modo brincalhão como ele tratava os amigos. 

José Cleonso Mouta me disse que Napolião gostava de um aperitivo antes do almoço e sempre passava pela Sorveteria Tabajara de propriedade de seu pai Afonso Mouta. As pessoas que o serviam sabiam do tamanho da dose que ele ingeria. Um dia José Cleonso estava só, nesse ínterim pai chegou e pediu o aperitivo. Ele pôs a dose na quantidade normal, pai então reclamou: “Eu não quero sobra menino”! E mandou encher o copo, só tomava uma e saía para almoçar. 

Depois de alguns anos acometido de problemas cardíacos, abandonou o aperitivo. Passou a frequentar os trabalhos da Igreja Presbiteriana, aos domingos participava da Escola Dominical e assim procedeu até o fim de sua existência.

Agradeço os depoimentos de dona Cessa, Socorro Dias, Afonso Josias, Juarez e tantos outros que não foram registrados aqui, mas que fizeram ótimas referências a meu querido pai. 

Assim era Napolião Brunet de Sá – Um só peso, uma só medida, para um lucro honesto! 

*RADIALISTA.

COMENTÁRIO DE MINHA PRIMA MARY LOIDE SOBRE NAPOLIÃO!

Clemildo tenho uma história para contar do seu pai: Por ocasião das férias eu gostava de me hospedar em sua casa e um dia resolvi que ia fazer um pavê de castanha para o almoço, para minha surpresa quando perguntei se ele queria, respondeu " sirva logo todo o mundo e depois passa o pirex para cá, porque eu vou comer a metade. Rimos muito e assim foi, depois que coloquei a porção de cada um ele se apossou do pirex e comeu ali mesmo e era mais que a metade. Quando eu perguntei se ele gostou ele respondeu prontamente "Se gostei? Amanhã pode fazer mais!”Aí então, eu fazia sempre algo diferente e ele se admirava porque eu sabia fazer tanta coisa gostosa. Lembro que ele não andava na calçada, andava sempre no meio da rua. Lá da porta da sua casa, a gente o via saindo da padaria em direção a casa, lá vinha ele remando pelo meio da rua e os carros respeitavam e paravam para dar passagem a ele. Pessoas honestas nunca ficam ricas. Assim foi ele e o meu pai. Tinham o que herdaram e só. Mas podemos nos orgulhar da honestidade e honra que eles tinham. 
Abraços de Mary Loide

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Cessa Lacerda (Foto de Arquivo)
DEMO-NOS ÀS MÃOS POR UMA CAUSA JUSTA!
Sabíamos que o nosso Hospital e Maternidade “Sinhá Carneiro” se encontrava por um determinado tempo em estado de calamidade pública, motivo que o levaria a uma ruína total, prejudicando, sobretudo a nossa gente pobre. Cada pessoa que ali passava sentia uma profunda tristeza, porém nada podia fazer. E o povo pobre? O que seria dele? Sofrer esta grande desventura por falta de recursos ou até mesmo, de guerreiros que pudessem tomar às devidas providências para atender a necessidade do nosso povo, quanto à sua preciosa saúde. Vivenciando o dizer popular: “A verdade tem que ser dita!”. Eis que surgiu um jovem perspicaz, corajoso e sensível à causa social, sobretudo abrangente ao Quadro de sua profissão: “Cuidar da SAÙDE DO POVO”. Podemos até dizer, que foi um Milagre de Deus, com o salvador da pátria! Eliseu José de Melo Neto, jovem inteligente, nosso irmão pombalense, contemplando o vestibular para medicina saiu de sua terra com o intento de galgar caminhos precisos para o seu futuro, na esperança que também a sua terra fosse contemplada com os seus trabalhos. Assim aconteceu! Volta com dinamismo médico, admirável coragem de enfrentar certos desafios, assumindo a sua profissão com carinho e muito amor. Foi por ai que despertou o desejo de fazer mais por Pombal. Na mesma técnica de preocupação e tristeza do nosso povo, Eliseu desejou tomar para si os problemas que afligiam a nossa gente, usando meios que pudessem inverter o episódio que ocorria com a nossa Casa de Saúde. Ele passou pelos mesmos motivos do nosso grande Benfeitor Mons. Vicente de Freitas, que pensou na necessidade de construir uma Casa de Saúde para o atendimento da saúde do povo pombalense, muniu-se de uma força solidária, promovendo campanhas, conquistando aquele empreendimento. Restaurar esta pioneira Casa de Saúde de Pombal é dizer que somos fortes e solidários ao atendimento social. É também mergulhar nos sonhos daqueles notáveis heróis e benfeitores que realizaram a construção dessa obra há mais de cinco décadas. Restaurar este hospital é fazer ressurgir os feitos benevolentes dos dinâmicos e abnegados médicos da nossa história que legaram a posteridade, o belo exemplo de veneração e amor a nossa terra. E para que isto aconteça precisamos ainda mais das nossas participações ativas, pois a união faz a força. Vestir a camisa da coragem do Dr. Elizeu, Pe. Ernaldo e tantos outros que desempenham este melindroso, mas importante trabalho. Que Deus ilumine as nossas cabeças para agirmos de bom senso, unindo todos os segmentos sociais de Pombal, poderes competentes: executivo, legislativo e judiciário; grupos filantrópicos; entidades de classe: diretores, professores, alunos dos nossos colégios; empresas bancárias, particulares, radiofônicas e comerciais, enfim, alargarmos este apelo a todas as comunidades circunvizinhas. Esperamos que todos se empenhem nesta luta, ajudando com seu trabalho eficaz e suas calorosas doações, se bem que, Hospital é uma Casa de Saúde que presta serviços para o bem do povo, ora, unindo o útil ao agradável, ouvindo choro de tantas crianças que nascem como assim, abrigando tantos que sofrem. Abrimos um parêntese para ressaltar, nesta oportunidade, o nosso reverendíssimo Pe.Solon Dantas de França que esteve por muito tempo com esmero e dedicação à frente deste hospital, como Diretor, acolhendo o grande pensamento de Alcides Carneiro, “Esta é uma casa que por infelicidade se procura, mas por felicidade se encontra”. Vamos hastear em mastro seguro a Bandeira da Solidariedade considerando as memórias, dos médicos: Dr. Janduy, Dr. Isaias, Dr. Avelino, Dr. Atêncio, Dr. Azuil e tantos outros que floresceram em épocas passadas, fazendo realçar os que hoje abraçam esta causa justa, aplicando o método: Ver, Julgar e Agir para alcançarmos SUCESSO. Parabéns Dr. Eliseu, pela sua brilhante iniciativa, pela sua coragem e pelo seu procedimento altruístico que deixou-nos surpresos, fazendo diferença de tantos outros filhos de Pombal que não souberam amar e dignificar a sua terra. Obrigada por este grande feito! Continuemos a luta! DANDO-NOS ÀS MÃOS POR ESTA JUSTA CAUSA! Maria do Bom Sucesso de Lacerda Fernandes Irmã e amiga pombalense.

domingo, 6 de julho de 2008

LORD AMPLIFICADOR UM MARCO NA NOSSA HISTÓRIA!
Nossos agradecimentos a Visual Mídia Comunicação, por haver escolhido o Lord Amplificador para publicar neste ano em sua 8º Edição às páginas 08 e 09, uma síntese histórica daquele que foi o mais perfeito Serviço de Alto Falantes de Pombal no período 1968 a 1985. Aos amigos: Alain Delon, Romualdo Ribeiro, Júnior Telmo e Carlos Martins, Muito obrigado!
Clemildo Brunet e Genival Severo.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

CENTRO DE POMBAL (Foto)
CLEMILDO BRUNET* O que dizer de uma cidade que desde a data de sua fundação já é tricentenária? Edificada a margem direita do rio Piancó. Fundada por Teodósio de Oliveira Ledo no sertão das Piranhas conhecido como povoação de Piancó em 27 de julho de 1698, tendo sido denominado de Arraial de Nossa Senhora do Bom Sucesso do Piancó (Pombal). Sua emancipação política se deu em 04 de maio de 1772, quando elevada de Arraial a categoria de vila, sendo chamada Vila de Pombal, dando-se na mesma data sua Emancipação Política. Em 21 de julho de 1862 é elevada a categoria de cidade. Neste mês de julho Pombal comemora 310 anos de sua fundação. 21 de julho é a data do Aniversário de Pombal como cidade. Muita coisa se perdeu no tempo, pois segundo o nosso escritor pombalense Verneck Abrantes, documentos que tiveram registros de acontecimentos políticos com mais precisão, entre 1926 a 1928 e parte de 1930 a 1945, não foram encontrados nos arquivos da Câmara. Em seu livro A Trajetória Política de Pombal, o escritor cita que parte dessa memória foi queimada quando de um incêndio ocorrido na Prefeitura e outros desapareceram em razão de nos anos 80 ter havido uma reforma na Câmara Municipal e que pessoas sem conhecimento histórico tenham ateado fogo em antigos documentos dentro de um poço. Pombal já foi palco de grandes eventos que marcaram a nossa história. Um fato interessante e que talvez seja desconhecido pela maioria, Verneck diz que no final de 1926, foi organizado o primeiro time de futebol de nossa cidade, denominado de Itajay Futebol Clube. Os atletas tinham camisas listradas em preto e branco, mangas cumpridas, golas ajustadas com cadarços, calções nos joelhos, meiões, chuteiras e alguns jogadores usavam toucas. O campo era aberto localizado onde hoje é o Bar Centenário. O pioneiro time da terra tinha a sua torcida formada por homens da sociedade local que se vestiam de paletós brancos engomados, gravatas borboletas, chapéus de massa e bengalas. A banda de música enchia a rua com festivos dobrados e saudosas modinhas incentivando a torcida a comparecer a disputa futebolística. O dono desse time era o político e desportista, Vicente de Paula Leite, conhecido como Major Senhor. Há uma Rua em Pombal com o nome de Vicente Paula Leite e até bem pouco tempo, A Câmara de Vereadores quis dar o nome de outro cidadão a parte desta artéria urbana, revoltados os moradores se mobilizaram e fizeram abaixo assinados e faixas a fim de impedir tal façanha. Em todo esse tempo, Pombal é uma cidade marcada por perdas e ganhos. E nesse equilíbrio é difícil fazer uma avaliação das vantagens e desvantagens de tudo isso. Poderia ter avançado mais no curso da história. No entanto, alguns de seus monumentos que por descuido ou displicência de agentes políticos e autoridades desta terra, deixaram de ser tombados oficialmente como patrimônio histórico e foram demolidos literalmente por força do capital selvagem. O nosso escritor pombalense Jerdivan Nóbrega de Araújo, em um artigo publicado recentemente, fez a sua justificativa devido a questões relacionadas à realização do Pombal Fest no centro da cidade. Palavras textuais de Jerdivan: “A cidade de Pombal, com 300 anos, não tinha seu Centro Histórico Tombado e protegido por Lei. Indignado e vendo nossa história sendo transformada em pó, protocolei em 1991 uma petição ao IPHAEP, solicitando o tombamento do centro da nossa cidade” Ele recebeu como resposta uma negativa do próprio instituto dizendo que era impossível fazer o tombamento, pois o órgão alegava não ter condições de mandar engenheiros a Pombal, por não possuir viaturas. Jerdivan lamentou a desculpa dada pelo IPHAEP. Segundo ele, só foi possível tombar oficialmente o Centro Histórico de Pombal, quando assumiu a Presidência daquele Instituto o Professor José Otávio de Arruda Melo, que atendendo pedido do historiador pombalense Wilson Seixas (saudosa memória), deu continuidade ao processo. No dia 04 de abril foi publicado o Decreto nº 22.914 de 03 de abril de 2002, determinando o tombamento do Centro Histórico de Pombal. No final do relato Jerdivan afirma que “não somos contra a realização do “Pombal Fest”. Fazemos isso em memória dos nossos antepassados e em respeito às gerações futuras. Uma semana de festa não pode sobrepor-se e subjulgar a 300 anos de história” e arremata: “Não se trata de uma disputa e sim de uso da inteligência e do bom senso” Isso me faz pensar o quanto é penoso para nós pombalenses, se não preservarmos o que temos de patrimônio. Um povo sem história é um povo sem conhecimento. *RADIALISTA WEB. http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

UM CASO DE ANTROPOFAGIA EM POMBAL (1877)

José Ozildo dos Santos José  Ozildo dos Santos 1. Intróito A seca de 1877 castigou o homem sertanejo, expulsando-o de sua t...

Quem sou eu

Minha foto
CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

Postagens mais populares

Barra de vídeo

Loading...

EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CLIQUE NO PLAY E OUÇA A ENTREVISTA.

COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!