MACIEL GONZAGA* (Foto)
Em Coríntios 13, o Apóstolo dos Apóstolos fala da fé, da esperança e, principalmente, da importância do amor. Diz: “...O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade...”. E, ao final, arremata: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor”.
Neste artigo, desejo fazer um paralelo entre a comunicação e o amor que tenho pelo Rádio, a partir de Pombal, quando comecei na década de 60, embora ainda de forma embrionária, ao lado de grandes companheiros como Clemildo Brunet, Zeilto Trajano, Eurivo Donato, Genival Severo, Gago de Chicó, Zé Geraldo, Massilon Gonzaga e tantos outros. Em Campina Grande, nos anos 70, trabalhei com uma plêiade de profissionais, entre eles: Humberto de Campos, Gilson Souto Maior, Marciano Soares, Fernando Maia, Edmilson Antônio, Antônio Cardoso, Antônio Costa (Costinha), Paulo Roberto Florêncio, Joacy Oliveira, Zelito Lucena, Germano Ramalho, Chico de Assis (Olé) e tantos outros. Era uma época de ouro do rádio paraibano. Ainda, nos anos 70, levado pelas mãos de Marcos Marinho, ingressei no Jornal da Paraíba, depois na Gazeta do Sertão e, por último, no Diário da Borborema, onde trabalhei ao lado de grandes jornalistas como Geovaldo de Carvalho (meu amigo particular), Itamar Cândido, Epitácio Soares, Raimundo Asfora, Levy Araújo, Edvaldo de Souza do Ó, William Monteiro, Marcos Marinho, José Luiz Júnior e tantos outros. Fazíamos um jornalismo de alto nível.
No final dos anos 80, resolvi buscar novos horizontes e fixei residência em Natal/RN. Aqui cheguei especialmente para trabalhar em Televisão. Tive a oportunidade de trabalhar, conviver e até comandar grandes jornalistas, todos nós sob o comando maior do ex-deputado federal e ex-senador Carlos Alberto de Souza, proprietário da TV Ponte Negra (SBT), protagonista de uma das mais belas carreiras do Rádio do Rio Grande do Norte, pois se tratava de um menino pobre, filho de um ferroviário, que através do Rádio foi Vereador, Deputado Estadual, Deputado Federal e Senador da República.
Agora, é inacreditável, mesmo depois de ter passado por Rádio, Jornal e TV, a minha paixão por este fascinante meio de comunicação de massa, que é o Rádio. Acho, que ninguém deve questionar que a televisão é o meio de comunicação número um, quando se sabe que há uma cultura visual predominante em nossa sociedade, onde ninguém, em sã consciência vai negar o poder fabuloso da imagem e o fato dela exigir do telespectador uma atenção focada. Entretanto, é preciso destacar que o rádio chega aonde a TV não vai, é prático e portátil e está em 98% das casas, enquanto a TV em apenas 75%. E mais, o horário nobre do rádio dura 13 horas, enquanto o da TV, apenas três. O rádio tem sua própria linguagem, muito mais direta, coloquial e intimista, e somente a sintonia com esta "cara" pode possibilitar que o tripé - diversão, informação e persuasão - seja efetivamente exercitado no seu uso.
Para mim, o Rádio sempre foi e será um fiel escudeiro do homem. É de bom alvitre a sua companhia, seja grande ou pequeno, ele transmite os grandes espetáculos, as grandes tragédias, e assim vamos aos confins do orbe se inteirando do que acontece. Aproxima os povos, desperta a atenção por línguas diferentes e nos leva a imaginar como será a vida em determinados países. A radiodifusão é uma palavra de nossa língua equivalente em inglês a broadcasting, cuja sinonímia está relacionada a algo como semear aos quatro ventos. Dentro da sua evolução, surgiram às rádios Comunitárias que ficam ainda mais próximas de seus ouvintes em sua área de atuação. Para concluir, não tenho dúvidas em afirmar: “Entre a TV, o Jornal e o Rádio, para mim o maior deles é inegavelmente o Rádio”. É um amor que levarei para o túmulo.
*JORNALISTA, APRESENTADOR DE TV, ADVOGADO E PROFESSOR.
O RÁDIO, O JORNAL E A TV !
MACIEL GONZAGA* (Foto)
Em Coríntios 13, o Apóstolo dos Apóstolos fala da fé, da esperança e, principalmente, da importância do amor. Diz: “...O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade...”. E, ao final, arremata: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor”.
Neste artigo, desejo fazer um paralelo entre a comunicação e o amor que tenho pelo Rádio, a partir de Pombal, quando comecei na década de 60, embora ainda de forma embrionária, ao lado de grandes companheiros como Clemildo Brunet, Zeilto Trajano, Eurivo Donato, Genival Severo, Gago de Chicó, Zé Geraldo, Massilon Gonzaga e tantos outros. Em Campina Grande, nos anos 70, trabalhei com uma plêiade de profissionais, entre eles: Humberto de Campos, Gilson Souto Maior, Marciano Soares, Fernando Maia, Edmilson Antônio, Antônio Cardoso, Antônio Costa (Costinha), Paulo Roberto Florêncio, Joacy Oliveira, Zelito Lucena, Germano Ramalho, Chico de Assis (Olé) e tantos outros. Era uma época de ouro do rádio paraibano. Ainda, nos anos 70, levado pelas mãos de Marcos Marinho, ingressei no Jornal da Paraíba, depois na Gazeta do Sertão e, por último, no Diário da Borborema, onde trabalhei ao lado de grandes jornalistas como Geovaldo de Carvalho (meu amigo particular), Itamar Cândido, Epitácio Soares, Raimundo Asfora, Levy Araújo, Edvaldo de Souza do Ó, William Monteiro, Marcos Marinho, José Luiz Júnior e tantos outros. Fazíamos um jornalismo de alto nível.
No final dos anos 80, resolvi buscar novos horizontes e fixei residência em Natal/RN. Aqui cheguei especialmente para trabalhar em Televisão. Tive a oportunidade de trabalhar, conviver e até comandar grandes jornalistas, todos nós sob o comando maior do ex-deputado federal e ex-senador Carlos Alberto de Souza, proprietário da TV Ponte Negra (SBT), protagonista de uma das mais belas carreiras do Rádio do Rio Grande do Norte, pois se tratava de um menino pobre, filho de um ferroviário, que através do Rádio foi Vereador, Deputado Estadual, Deputado Federal e Senador da República.
Agora, é inacreditável, mesmo depois de ter passado por Rádio, Jornal e TV, a minha paixão por este fascinante meio de comunicação de massa, que é o Rádio. Acho, que ninguém deve questionar que a televisão é o meio de comunicação número um, quando se sabe que há uma cultura visual predominante em nossa sociedade, onde ninguém, em sã consciência vai negar o poder fabuloso da imagem e o fato dela exigir do telespectador uma atenção focada. Entretanto, é preciso destacar que o rádio chega aonde a TV não vai, é prático e portátil e está em 98% das casas, enquanto a TV em apenas 75%. E mais, o horário nobre do rádio dura 13 horas, enquanto o da TV, apenas três. O rádio tem sua própria linguagem, muito mais direta, coloquial e intimista, e somente a sintonia com esta "cara" pode possibilitar que o tripé - diversão, informação e persuasão - seja efetivamente exercitado no seu uso.
Para mim, o Rádio sempre foi e será um fiel escudeiro do homem. É de bom alvitre a sua companhia, seja grande ou pequeno, ele transmite os grandes espetáculos, as grandes tragédias, e assim vamos aos confins do orbe se inteirando do que acontece. Aproxima os povos, desperta a atenção por línguas diferentes e nos leva a imaginar como será a vida em determinados países. A radiodifusão é uma palavra de nossa língua equivalente em inglês a broadcasting, cuja sinonímia está relacionada a algo como semear aos quatro ventos. Dentro da sua evolução, surgiram às rádios Comunitárias que ficam ainda mais próximas de seus ouvintes em sua área de atuação. Para concluir, não tenho dúvidas em afirmar: “Entre a TV, o Jornal e o Rádio, para mim o maior deles é inegavelmente o Rádio”. É um amor que levarei para o túmulo.
*JORNALISTA, APRESENTADOR DE TV, ADVOGADO E PROFESSOR.
DR. ELISEU E O SACERDÓCIO DA MEDICINA!
Dr. Eliseu (Foto)
Acaso você já ouviu falar de uma pessoa que volta ao seu lar paterno ou ao seu lugar de origem? Não a semelhança do filho pródigo que regressou a casa do pai necessitado e vazio, pedindo clemência por ter gasto todos os seus bens. Não, não é desse personagem bíblico que vamos tratar neste artigo.
Mas, de um filho que regressa ao seu torrão natal e a casa de seus pais, cheio de prodigalidade no saber da ciência sob o juramento de Hipócrates.
Estamos falando do conceituado médico filho de Pombal, Dr. Eliseu José de Melo Neto, aniversariante do dia 28 de março. Ele nasceu de parto normal na Comunidade Cachoeira município de Pombal, às 4 da manhã assistido pela parteira Berenice, no dia 28 de março de 1968.
Filho de Francisco Fragoso de Sousa e Iracê de Melo Fragoso de uma família constituída de onze irmãos. Vivenciou sua infância de modo saudável e junto aos seus dez irmãos, trabalhava no cultivo da lavoura no sítio Pintombeira onde passou maior parte de sua infância, sempre com vontade de vencer, teve de lutar para sair da árdua vida do campo.
Eliseu José de Melo Neto, por escolha dos pais, herdou o nome do avô materno. Iniciou seus estudos com a própria mãe; sertaneja forte, sonhadora, pois muito lutou para educar seus filhos.
Dr. Eliseu concluiu o primário na Escola Estadual “Orfanato SAPI”. Estudou a 5º e 6ª séries no antigo Josué Bezerra e 7ª e 8ª séries na Escola Estadual Arruda Câmara. Concluído o ensino fundamental, viu-se despertado para a vocação de sacerdote da Igreja Católica, recebendo todo apoio do Padre Solon Dantas de França (In memorian).
Ingressa no Seminário Nossa Senhora da Assunção em Cajazeiras, com o objetivo de ser Padre.
Mais tarde viria mudar, tomando a decisão para a formatura de outra atividade laboratorial, o que muito surpreendeu a família. Sempre humano e sonhador tinha como pretensão aliviar a dor e o sofrimento de seu próximo. Abraçou Outro Sacerdócio, o sacerdócio da medicina. Vocação essa relacionada à outra.
Concluído o ensino médio no Seminário de Cajazeiras, vai para o Seminário Nossa Senhora da Assunção em Maceió – Alagoas, cursando filosofia. Havendo terminado o curso de filosofia, vai para o Seminário São Pedro em Natal – Rio Grande do Norte, cursar Teologia.
Desistindo de ser Padre em 1991. No mesmo ano, Dr. Eliseu parte para Campina Grande e presta vestibular para Odontologia na UEPB e Medicina na UFPB, sendo aprovado nos dois cursos, faz a opção pela medicina.
Para se manter no curso de medicina em Campina Grande, teve de exercer a função de Professor de Biologia nos Colégios PHD e Pio X.
No dia 15 de novembro de 1997 casa-se com a sua outra cara metade, Rita de Kássia Araújo Freitas na capela do Hospital e Maternidade Sinhá Carneiro, oficiado pelo Pe. Solon Dantas de França. Dessa união, vieram fazer parte de sua vida os filhos Tayná e Luan.
Em agosto de 1998, o Dr. Eliseu, com júbilo de vitória, participa da solenidade de sua formatura no curso de medicina da Universidade Federal de Campina Grande, tendo sido escolhido como orador da turma.
No ano de 1999, Dr. Eliseu, é aprovado em primeiro lugar na seleção de residência médica para Cirurgia geral do Hospital Universitário Alcides Carneiro na rainha da Borborema, trabalhando como médico na maioria dos Hospitais daquela cidade, bem como em Monteiro e cidades da região.
Mas, Dr. Eliseu, não parou por aí. Ele foi mais adiante, pois crer que a vida é uma aprendizagem e o individuo está sempre em mutação. Em 2002 foi aprovado na seleção de residência médica em Urologia no Hospital das Clínicas Professor Edgar Santos, Salvador- Bahia.
Encerrada a residência em Urologia, volta a sua terra natal, Pombal - Torrão acolhedor de seus filhos, Para cumprir fielmente a missão de servir a sua gente. Sofre por encontrar o Hospital e Maternidade Sinhá Carneiro com suas portas fechadas. Toma a iniciativa de fazer uma campanha, junto aos Poderes Públicos, Empresas Privadas e sociedade em geral, pela reativação daquela casa de saúde.
Engaja-se na luta em prol do funcionamento do hospital. Realiza campanhas para arrecadar fundos. Promove Festas e serestas dançantes em benefício da citada unidade hospitalar. Tendo formado comissão com pessoas de nossa sociedade para este objetivo, a obra já está quase em sua fase de acabamento.
É preciso que se diga, que uma obra como essa, não é pra qualquer um. Pois mesmo com toda essa garra, Dr. Eliseu tem enfrentado opositores que fazem a política de si mesmo e não a do interesse comum, além dos pessimistas existentes nesta cidade.
Alguém já disse que é melhor destruir uma casa deixando só o terreno, do que fazer reforma no que já existe. Praticamente o Dr. Eliseu está reconstruindo o Hospital e Maternidade Sinhá Carneiro de Pombal. Mudança em todo piso, teto todo refeito; novo madeiramento e retelhamento, substituição hidráulica e elétrica, aquisição de mobiliários e equipamentos modernos para o bom funcionamento da casa. Isso custa uma fortuna nos dias de hoje.
Um dia, o Padre Solon manifestou esse pensamento ao Dr. Eliseu. Como numa predição sugeriu para o médico a possibilidade do mesmo vir para Pombal e implantar uma reforma no Hospital e Maternidade Sinhá Carneiro. Lamentamos o fato que o Pe. Solon não esteja mais aqui para ver o seu sonho concretizado.
Para o Dr. Eliseu dentre as inúmeras preocupações que lhe assedia a alma, está também o cuidado que se deve ter com as pessoas idosas. Para isso, em 2007 fez parte da primeira turma de pós-graduação em Geriatria da Paraíba, curso esse que prepara melhor o profissional no tratamento médico ao idoso. Recentemente foi aprovado no Concurso Público da Saúde para Urologista do Hospital Janduhy Carneiro da cidade de Patos onde fixou residência.
A tenda de atendimento médico do Dr. Eliseu José de Melo Neto, é extensiva ainda, as cidades de Pombal, Sousa, Patos, São Bento, Catolé do Rocha na Paraíba e em Pau dos Ferros no Rio Grande do Norte, tendo visitas esporádicas no vale do Piancó.
Parabéns Dr. Eliseu por mais um aniversário! Que as bênçãos do Altíssimo lhe cubram na trajetória de seu sacerdócio como médico.
*RADIALISTA
CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com
ÁGUA: "O LÍQUIDO PRECIOSO"
DOR E SOFRIMENTO: "CRISTO É A RESPOSTA"!
REV. CLODOALDO A. BRUNET* (Foto)
"...Carregando Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nosso pecados, para que nós mortos para os pecados, vivamos para justiça; por suas chagas, fostes sarados" I Pedro 2.24
A bíblia diz que Deus ao criar o homem o colocou num jardim, e este não era lugar do sofrimento, contudo, Ele o advertiu de que não comesse do fruto da árvore do bem e do mal (Gn 1.2) Isso funcionava com uma espécie de pacto (acordo ou aliança). Ao criar o homem a sua imagem e semelhança (Gn 1. 26) Ele o fez um ser livre e moral em condições de estabelecer com o mesmo uma aliança, nesta aliança Adão o primeiro homem torna-se o representante de toda raça humana; pela obediência perfeita a vontade de seu Criador obteria a vida eterna ou seja uma condição em que não mais poderia cair (pecar).
Mas, nossos pais caíram e a punição foi à morte. Disse o Senhor Deus: “... No dia em que dela comerdes morrerás..." O pior sofrimento foi imposto a toda raça humana (Rm 5.12), até então o sofrimento desconhecido torna-se uma realidade, a terra é amaldiçoada: espinhos, fadigas para obter o sustento, vergonha, dores do parto aumentadas, inimizade e ausência da presença de Deus (Gn.3).
Deus fez um mundo perfeito, não foi o mundo do sofrimento, mas, estava naquela liberdade do homem decidir pela morte ou pela vida. Falar nisso este é o tema da campanha da CNBB "Decida pela Vida" (campanha contra o aborto). Decidir pela vida é o apelo da graça de Deus que chama os homens ao arrependimento, esta é a mensagem de toda bíblia começando pelos profetas do Antigo Testamento aos profetas e apóstolos do Novo Testamento com Cristo: Arrependa-se! Converta-se! Decida-se pela vida.
Inclinai os “vossos ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá.” (Isaías 55.3). Todavia, os homens ainda não experimentaram o sofrimento maior, a dor e o sofrimento aumentam enquanto o homem decide pela morte, a dor final ainda está reservada para aqueles que duvidam que escolher pela vida é a melhor proposta de Deus! Na bíblia fala-se de um lugar onde haverá o estágio maior da dor e do sofrimento: O INFERNO! (Lucas 16 19- 26). Alguém dirá: Será que esse lugar existe? Bom! A sabedoria diz que não é sábio ao homem na atual condição de dor ter as mesmas dúvidas de Adão.
Lembre-se: Sempre que o homem duvidou da bondade do seu Criador as conseqüências foram dor e sofrimento. O inferno existe e é o lugar dos que recusaram a misericórdia de Deus, trata-se do banimento eterno do homem da presença consoladora e vivificante do seu Criador.
De outra forma a bíblia diz que nem o filho de Deus "Jesus" escapou dos sofrimentos humanos: "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer..." (Isaías 53.3). Mas, o que significa isso? É o evangelho (boa notícia) Mas como? Como pode ser boa notícia o sofrimento do filho de Deus.
Na semana santa mais sofrimento entra na vida dos cristãos, é a semana da "Paixão de Cristo" Muita indignação contra os algozes carrascos que infligiram-lhe a dor e o sofrimento. A questão toda é que Deus não mente, o Criador como juiz sentenciou-nos a morte, Ele nunca voltaria atrás, não pode quebrar sua palavra. E, a sua misericórdia? Não é verdade que a bíblia diz que ela não tem fim? Sim é verdade, mas Ele não pode ser misericordioso deixando de ser Justo. Por isso Pedro diz que não há salvação em nenhum outro nome a não ser em Jesus( Atos 4.11), Jesus e somente este pôde satisfazer a misericórdia e a justiça de Deus.
Os sofrimentos de Cristo foram vicários, Cristo foi o substituto enviado para morrer. O perdão de Deus torna-se possível pela execução da pena de morte do pecador em Cristo, desse modo entende-se a frase de um teólogo que diz que na morte de Cristo temos "a morte da morte" foi a minha morte, a morte de todos que decidem pela vida. Deus teve a mais alta compaixão que alguém jamais poderá demonstrar de fazer sofrer seu próprio filho em meu lugar, o justo pelo injusto. Desse modo a bíblia diz: “O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele (Jesus), e pelas suas pisaduras fomos sarados (Isaías 53.5b). A agonia da cruz penso eu, em Cristo, foram as maiores expressões de dor e sofrimento que alguém pôde provar, isso por duas razões:
1º Cristo não era um homem comum, mas, era o próprio filho de Deus e 2º Ele sofreu não somente a dor dos pregos, mas do desprezo do Deus santo, suas palavras foram "DEUS MEU, DEUS MEU, POR QUE ME DESAMPARASTE? (MATEUS 27.46)
O alívio da dor nesta vida e a certeza de sua ausência completa na vida futura, foram conquistados na cruz de Cristo, é a palavra de consolação de um Deus verdadeiro a todos que se acham cansados e oprimidos (Mateus 11. 28). Não duvide disso:” CRISTO É A RESPOSTA A DOR E O SOFRIMENTO” LEIA A BÍBLIA E REFLITA SOBRE ISTO!
*PASTOR DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL EM JOSÉ DE FREITAS – PIAUI.
DOR X SOFRIMENTO!
CLEMILDO BRUNET*
Falar em dor e sofrimento é difícil em razão das pessoas já serem tão penalizadas com a realidade do dia a dia e de tudo que acontece ao redor delas. Mas, aproveitando o sentimento religioso da Igreja Católica nesta semana chamada santa, que encerra o período da quaresma iniciado na quarta feira de cinzas, é oportuno que tratemos do assunto.
Verdade é; o ser humano não quer sofrer ou sentir dor. Há, porém aqueles que sabem muito bem enfrentar essas situações, como suportá-las e superá-las.
Dor e sofrimento são irmãs siamesas, uma está sempre bem ligada à outra e ambas podem ser condutoras de Tristeza, mágoa, desgosto, desespero, medo, ansiedade e até depressão!
Nem sempre dor e sofrimento são sentidos de modo mais profundo e racional quando acontece com o nosso próximo. Dor e sofrimento cada um sabe de si. Mas, nem todos deixam transparecer.
Existem pessoas que passam a vida toda escondendo a dor e o sofrimento que padecem. Outras revelam para a família ou para pessoas próximas o que se passa com elas, numa forma de aliviar ou desabafar toda sua angústia, como se quisessem tirar de cima de si um peso que carrega.
“Vai tudo bem contigo, com teu marido, com o menino? Ela respondeu: Tudo bem”. 2 Reis 4:26.
Esta pergunta foi dirigida a uma mulher que se encontrava aflita, pois perdeu o seu único filho que acabara de morrer. Ela havia duvidado das palavras do profeta Eliseu no momento em que fora anunciado o nascimento da criança. Tanto a mulher como o marido eram avançados em idade. Daí a razão de duvidar da palavra do Profeta.
A criança nasceu, cresceu e morreu. Era fruto de um milagre de Deus naquele lar. Abatida na sua dor e sofrimento a mulher foi à procura do homem de Deus, que por sua vez, ressuscitou o menino.
Não é fácil dizer tudo bem quando dor e sofrimento nos assolam. Estamos acostumados a murmurar mesmo tendo o necessário. Nós que professamos o cristianismo ainda não assimilamos ao certo, as palavras do Apóstolo Paulo quando diz:
“Porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei está humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez” Fp. 4:11,12.
Paulo asseverava tudo isso em virtude da vitalidade de sua união com Cristo: “Tudo posso naquele que me fortalece”. Fp. 4:13.
O apocalipse último livro da bíblia registra o acontecimento descomunal que acontecerá na história. Dor e sofrimento serão de tal monta no seio da humanidade que os homens, vão gritar para os montes:
“Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do cordeiro. Porque chegou o grande dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?” Ap. 6:16,17.
Certa vez, o crente Pedro Marcelino foi testado pelo cético Dr. Atêncio Bezerra Wanderley (saudosa memória), sobre a existência da alma. O médico na abordagem disse que tinha aberto muitas pessoas e nunca viu a alma delas. E Pedro Marcelino retrucou: Doutor, a dor Existe? Ele disse sim. E o espirituoso Pedro Marcelino disse: O senhor já pegou na dor?
*RADIALISTA
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DIVERSIDADE HUMANA DA MULHER!
CLEMILDO BRUNET.*
A data 8 de março celebra-se o Dia Internacional da Mulher. Queremos neste artigo prestar nossa homenagem a ela, símbolo de beleza e candura, que tem ocupado espaço na sociedade em suas conquistas, chegando a ter funções das mais graduadas não somente aqui no Brasil, mas também, em outros países deste planeta.
Um pouco da história de como teve origem esse dia: “É um dia comemorativo para celebração dos feitos econômicos, políticos e sociais alcançados pela mulher. A idéia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada do século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão econômica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho.
As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários.
Este fato levou a uma versão distorcida dos fatos, misturando esse evento com o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também aconteceu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911, onde morreram 146 trabalhadoras. Segundo esta versão, 129 trabalhadoras durante um protesto teriam sido trancadas e queimadas vivas. Este evento porém nunca aconteceu e o incêndio da Triangle Shirtwaist continua como o pior incêndio da história de Nova Iorque.
Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher. Fonte: (Wikipédia, a enciclopédia livre).
Deus criou a mulher, à fez para que ela fosse auxiliadora do homem. Por causa do pecado dos nossos primeiros pais, a culpa é da mulher. Eva cedeu aos caprichos de Satanás, cobiçou e comeu o fruto proibido.
“Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu” Gn.3:6.
A mulher carrega dentro de si o desejo de triunfo e muitas vezes, quer sobrepujar-se ao homem. Essa luta está no nosso cotidiano. É a chamada guerra dos sexos. Que a mulher tenha seu lugar na história e reivindique o seu direito de igualdade, tudo bem! Ultrapassar os limites do homem jamais.
“E Deus disse a mulher: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará” Gn.3:16.
Seguindo essa mesma linha de pensamento, o apóstolo Paulo fez algumas restrições à mulher de seu tempo.
A mulher era para aprender em silêncio e ser totalmente submissa, não ensinar na igreja e nem exercer autoridade de homem.
“porque, primeiro, foi formado Adão, depois, Eva. E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso. ITm.2:13-15.
Mas em meio a tudo isso, a mulher tem o seu valor na história, pois Jesus Cristo, a valorizou. O mesmo apóstolo declara:
“Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei... Gl. 4:4.
Houve uma época que a mulher tinha preocupação em casar. Não podia passar do limite de certa idade, pois corria o risco de ser moça velha, titia ou coroa. Havia sempre os cuidados dos pais em busca de um bom partido para filha.
A mulher não tinha participação nos assuntos ventilados pelos homens, nem se quer eram chamadas para emitir parecer sobre questões de interesse da casa ou escritório.
A mulher não era vista em mesa de bar bebendo, muito menos acompanhado por homens. (As que assim procediam eram mulheres de vida livre.)
Não saía de casa sozinha; se não, acompanhada. Em repartições onde só havia homens, não havia espaço para o sexo feminino. Não negociava, não tinha emprego público e nas eleições não tinha direito a voto. Suas tarefas eram exclusivas em cuidar da casa e da educação dos filhos.
Aos poucos a mulher vem ultrapassando as barreiras de uma sociedade cheia de preconceitos e machista.
Hoje em dia já não existe a preocupação com o casamento. Algumas preferem ficar solteiras e escolher uma vida independente conquistada através de estudos, tendo como objetivo alcançar um bom emprego e ter sua liberdade.
Mas, apesar de tanto avanço em suas conquistas, a mulher ainda sofre discriminação. Se for a ônibus, passa pelo vexame de homens inescrupulosos se esfregarem nela. Na rua passando por uma roda de pessoas do sexo oposto, é observada e dizem até piadas. Estupro e violência, algumas têm enfrentado amargando seqüelas. Assim é a mulher na sua diversidade humana.
No entanto, a bíblia registra mulheres que no seu tempo fizeram história. Ana, por exemplo, era estéril, orou para que Deus lhe abrisse a madre e ela deu à luz um filho, Samuel, consagrando-o ao Senhor. Ester, que chegou a condição de rainha de um povo estranho e denunciou ao rei Assuero, o plano ardiloso do malvado Hamã que queria destruir sua gente. Salvou o seu povo da morte.
Débora, profetiza e juíza, mulher destemida que livrou o povo de Deus das mãos dos inimigos e cantou assim: “Ficaram desertas as aldeias em Israel, repousaram, até que eu, Débora, me levantei, levantei-me por mãe em Israel”. Jz.5:7.
De uma pobre prostituta, sem nome, apenas identificada como samaritana da cidade de sicar, teve um encontro com Jesus e se converteu, trazendo uma cidade inteira para se render aos pés de Cristo.
De Maria, mãe de Jesus, mesmo depois da morte e ressurreição do seu filho, creu nas suas promessas aguardando a descida do Espírito Santo, perseverando unânime em oração no Cenáculo com os apóstolos.
Nossos parabéns a mulher, que mesmo sofrendo esses revezes pela vida afora, vem superando as dificuldades e alcançando seus objetivos. Feliz Dia Internacional da Mulher!
*RADIALISTA.
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REV. JOÃO DANTAS: VIDA DE TESTEMUNHO! HERÓI DA FÉ!
CLEMILDO BRUNET*
Foto do Rev. João Dantas Neto
“Pelos seus frutos os conhecereis” Mt.7:16a
Dormiu no Senhor na última segunda feira dia 25 de fevereiro de 2008, na cidade sertaneja de Pombal, o servo de Deus, ministro do evangelho, pastor jubilado da Igreja Presbiteriana do Brasil, Rev. João Dantas Neto. Seu testemunho em vida o coloca entre aqueles heróis da fé que a bíblia retrata como, “homens dos quais o mundo não era digno” Hb. 11:38 (a).
Um santo, não na acepção da palavra como é ensinado por muitos, que para ser santo precisa da canonização da igreja atribuindo-lhe milagres depois de morto. Mas, santo, na expressão da palavra de Deus, que quer dizer: Separado. Chamado para fora do mundo, tendo por fim dar testemunho em vida no cumprimento da missão que lhe foi confiada pelo próprio Senhor do Universo.
Nos dias atuais neste mundo turbulento que vivemos, temos ouvido falar de supostos pregadores que ensinam o que não vivem. Diríamos que encontrar Pastor, que apascente o seu rebanho no molde do Rev. João Dantas Neto, é coisa rara.
Filho de Paulo Dantas da Costa e Mª Dantas de Assis, nasceu no dia 10 de outubro de 1933, no sítio formiga município de Pombal. Foi batizado na Igreja Presbiteriana de Imburaninha no dia 03 de agosto de 1940, pelo Rev. José Martins Ferreira. Sua profissão de fé se deu no dia 31 de dezembro de 1948, sendo oficiante o Rev. Abel Cordeiro de Moura.
Jovem ainda, João Dantas labutou na agricultura tirando dela o seu sustento. Deu início aos seus estudos como candidato ao sagrado ministério, sendo enviado ao Instituto Bíblico do Norte-IBN em Garanhuns Pernambuco, pela Missão Norte Americana em 1956, tendo conseguido uma bolsa de estudo, porém, seu sustento pessoal foi custeado por seus pais.
Em 1960, João Dantas foi enviado pela Missão para trabalhar como evangelista nas cidades: Crato e Juazeiro do Norte no Ceará, Volta Redonda no Rio de Janeiro, Coremas na Paraíba e São Paulo SP, onde exerceu suas tarefas na IPB do Braz.
De 1963 a 1965- como evangelista atendeu as Igrejas de Imburaninha, Betel e Betânia, trabalhando na agricultura para o sustento da família.
Em 1966, foi designado pelo Presbitério da Borborema com a incumbência de auxiliar a Igreja Presbiteriana de Patos.
No dia 25 de janeiro de 1970 foi ordenado Pastor pelo mesmo Presbitério, tendo sido enviado para pastorear as igrejas de Sousa e Imburaninha, realizando ainda os atos pastorais da Congregação de Alagoa Grande até 1974.
Nesse tempo o tipo de transporte utilizado pelo Rev. João Dantas, não passava de lombo de cavalo, carroça, bicicleta e muitas vezes a pé.
De 1975 a 1992 foi pastor em Patos, de 1993 a 1996 IPB da Liberdade em Campina Grande, realizando os atos pastorais da Igreja do Monte Santo na mesma cidade. De 1997 a 2000 foi pastor da IPB de Pombal, pastoreando a Congregação de São Bentinho jurisdicionada a mesma igreja.
Como ministro da palavra de Deus,esse pastor, exerceu durante o seu ministério, as funções de Secretário Presbiterial de Educação Religiosa, Sociedade Auxiliadora Feminina, União de Mocidade Presbiteriana e União Presbiteriana de Homens.
Ao completar 70 anos de acordo com a legislação da Igreja Presbiteriana do Brasil, o Rev. João Dantas Neto, foi jubilado, no entanto não ficou impedido de continuar realizando suas atividades na igreja, quando convidado. Situação essa confortável para ele que não recusava nenhum convite, pois entendia que o trabalho no Senhor não é em vão.
A Começar pela sua casa, O pastor Joãozinho como era tratado na intimidade, formou um lar dentro dos padrões bíblicos. Esposo fiel, pai amoroso dedicando todo seu carinho a família onde em sua casa se constituiu a primeira igreja e mais tarde uma extensão para cuidar bem de um rebanho maior.
A prova desse fato é que os seus dois filhos entregaram suas vidas ao serviço de Deus. Pastor Josivan Martins Dantas, atualmente dirigente da Igreja Presbiteriana em Cajazeiras e Josinaldo Martins Dantas, Presbítero da Igreja Presbiteriana em Pombal. É difícil hoje em dia encontrar um lar ajustado aos parâmetros de vida cristã tendo como regra de fé e prática a sublime Palavra de Deus.
João Dantas tinha as credenciais de seu Mestre, Nosso Senhor Jesus Cristo, que poderia responder a qualquer um com a indagação feita por Jesus a Pilatos: “Vem de ti mesmo esta pergunta ou to disseram outros a meu respeito?” Jo. 18:34.
Há seis meses passados, o Rev. João Dantas Neto, perdia a sua querida esposa Gessy, que faleceu vítima de enfarte do miocárdio. Formavam um par perfeito. Ele a ajudava nas tarefas domésticas. Justamente num desses momentos no dia 25 de agosto de 2007, dona Gessy veio a óbito.
Ficou muito abatido com o desaparecimento da pessoa amada, até que, o diagnóstico da medicina atestou uma enfermidade terminal. Nesse ínterim, manteve-se calmo, sereno e tranqüilo, causando admiração aos que o visitavam. Os que tentavam consolá-lo saiam consolados.
O apóstolo Paulo na sua segunda carta aos Coríntios 1:3-4. Declara: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação!
É ele que nos conforta em toda nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus”.
Apesar do sofrimento, não padecia dores. Cumpria-se na vida de seu servo, a palavra que se encontra no salmo 41 versículo 3 “O Senhor o assiste no leito da enfermidade; na doença, tu lhe afofas a cama”.
Assim era o pastor João Dantas: Um autêntico servo de Deus. Obediente e fiel em tudo. Atendia com integridade as determinações dos Concílios da Igreja Presbiteriana do Brasil: Conselho de Igrejas, Presbitérios, Sínodos e Supremo Concílio.
No seu sepultamento, muitos pastores testemunharam a seu respeito, declarando que se quedavam aos seus conselhos na busca de ajuda e orientação espiritual. Era amigo, conselheiro, humilde, piedoso e abnegado.
Um homem que teve sua vida sem amealhar bens materiais, preferindo juntar o seu tesouro nos céus, onde a traça nem a ferrugem consomem, nem os ladrões desenterram e roubam.
Ele podia dizer como Paulo de Tarso: “porquanto para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” Fp.1:21.
“Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as sua obras os acompanham” Ap 14:13.
E que mais direi? É a pergunta do escritor sagrado aos hebreus, que faço minha sua resposta: Certamente, me faltará o tempo necessário para referir o que há respeito de Rev. João Dantas Neto - Uma vida de testemunho, coroado como herói da fé!
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