sexta-feira, 31 de julho de 2009

Cessa Lacerda e o Troféu Imprensa 2007. (Foto)
Por Cessa Lacerda*
Ao nascer abrimos uma página em branco onde será escrita a nossa história! História única e irrepetível! Aniversário de VIDA é o acontecimento mais importante para o ser humano. Por quê? Porque a VIDA é a maior dádiva Divina! A vida deu a cada um de nós diversos encantos: O encanto de aceitar as diferenças; o encanto de poder compartilhar; o encanto de poder amar e ser amado, enfim, a sensibilidade de sonhar, pois nada disto é impossível ao homem realizar.
Clemildo está inserido neste contexto porque aceitou as diferenças dos que não souberam ou não quiseram lutar, compartilhando o seu amor para também ser amado. Sonhou para conquistar a esperança de se realizar e ser feliz. Vamos aplaudi de pé o nosso aniversariante do 1° de agosto próximo, que se torna com toda autoridade divina um sexagenário ou sessentão.
Para isto torna-se importante que façamos uma reprise da vida do nosso homenageado, no Rádio, na Imprensa Paraibana, sobretudo em Pombal, seu querido Torrão natal. “Radialista, com experiência radiofônica desde a adolescência; início de carreira em serviços de alto-falantes e propagandista de porta de loja e carro de som, passando depois a atuar no rádio como locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista de rádio; Foi Diretor Comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade FM de Pombal. Foi por muitos anos Repórter Correspondente do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba. Criador e Apresentador de programas musicais nos gêneros: Romântico, Velha Guarda e Jovem Guarda. Os mais destacados e de grandes audiências foram: A Tarde é nossa; Cantinho da Saudade; Coração Apaixonado e Saudade Não Têm Idade.
Rádios onde exerceu sua profissão: Maringá AM, Bonsucesso AM, Liberdade FM, Opção 104 FM de Pombal e Alto Piranhas de Cajazeiras. Nesta última exerceu atividades Jornalísticas participando dos Programas: Rádio Vivo e Trem das Onze”. Clemildo é, por conseguinte, um homem de vida completamente dedicada a Imprensa e a Comunicação, fatores prioritários na vida de um povo. Ele exalta a sua terra, o seu povo e a história com brilhantismo e muito amor.
Consideramos Clemildo, um verdadeiro ícone da Imprensa paraibana e pombalense, pois sempre hasteou com garra e brio a Bandeira da Comunicação. Vale à pena, destacar uma bela frase que sempre se expressa: “NÓS TEMOS FORÇA E VOZ, SOMOS O PODER DA COMUNICAÇÃO”!
O nosso homenageado tem passado, tem história e tem mérito, pois este, não é privilégio de todos, é somente para aqueles que sabem doar de si o que os outros necessitam, pois confirmo o grande pensamento de Vinicius de Moraes, que: “A vida só se dá para quem se deu." Quem, por mais duro que seja não amou, e nem ama? Clemildo tem o amor como maior lema, unido a perseverança que sempre foi o seu Cajado na trajetória da Comunicação.
Os anos vão se passando e o nosso homenageado continua pertinaz na importância do radialismo para o seu público ouvinte. Isto é uma preocupação admirável e grande prova de amor para com a radiofonia e o seu público. Num dos seus comentários da semana, “Seja outro o que te louve”. Com muita modéstia, característica que lhe é própria, ele revelou assim: “Peço vênia aos meus amigos para que neste artigo lhes revele a verdadeira razão pela qual idealizei a Festa do Troféu Imprensa 2007, em nossa cidade. Sou uma pessoa que amo o rádio, mas, impossibilitado de está em atividade por problema de saúde, resolvi criar um portal na Net e de minha casa entrar em contato com as pessoas. Nesse contato fui encontrando companheiros de jornadas antigas dos meios de comunicação que Pombal já teve. Daí nasceu à idéia de homenageá-los. O “Troféu Imprensa”, foi uma festa muito bonita e destacável.
Este Blog de Clemildo é hoje, um referencial abrangente a nível nacional, sobretudo ao nosso Estado e a nossa cidade. O nosso homenageado é um verdadeiro ÍCONE da Imprensa pombalense. Admirável Homem de credibilidade inabalável e de sucesso. Humilde e atencioso. Imparcial e verdadeiro. Considera a família a principal coluna de sua edificação pessoal e profissional. Grande idealizador mantendo sempre uma importante visão futurista. Admirável Líder profissional, desbravador e vencedor de obstáculos. Enfim, Clemildo é tudo isto e muito mais, pois conheço a sua idoneidade moral, profissional e social. Chegamos a conclusão que, não foi por acaso que um dos seus colegas o cognominou de: GENTE QUE FAZ A DIFERENÇA!
Elevamos também o seu nome de GRANDE BENFEITOR DE POMBAL, se bem que, a história da nossa radiofonia e da comunicação teve inicio e tem continuidade com a sua projeção e o seu rico intento. Meus queridos leitores e ouvintes, falar de Clemildo precisaríamos de muito tempo, pois conhecemos a sua capacidade de fazer e construir e todo o nosso estado e a nossa cidade conhecem os seus feitos. É muita honra para mim, dizer que sou uma venturosa de compartilhar cada dia da sua amizade e quando se cumpre cada ano tomo mais consciência do quanto é importante uma amizade fiel. Feliz Aniversário, amigo! Muitas felicidades! Hasteemos, portanto, a nossa linda e justa Bandeira de APLAUSOS AO INSIGNE PRECURSOR DA NOSSA COMUNICAÇÃO. Que Deus possa consentir sua saúde para contarmos com sua presença no meio de nós por muito tempo. São votos dos amigos Bibia Cessa e filhos. CESSA LACERDA FERNADES * Poetisa e escritora pombalense
Clemildo (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
Em nossa peregrinação neste mundo muita das vezes somos conduzidos a circunstâncias alheias a nossa vontade e não sabemos por que isso acontece. De repente por uma circunstância que não é do nosso desejo, percorremos um caminho que não foi o que escolhemos, mas que nos é imputado por uma força maior a qual nos submetemos ou então seremos sucumbidos.
Quer queiramos ou não, mesmo com as condições limitadas de ser humano, temos de abastecer a nossa fé e olhar para o alto e exclamar como o salmista: “Elevo os olhos para os montes de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra”... E no final acrescenta: “O Senhor te guardará de todo mal; guardará a tua alma. O senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre”.
Exatamente em momentos assim, passamos a meditar o que é a nossa passagem aqui neste planeta e nessa reflexão voltamo-nos ao passado procurando na luz de nossa consciência o que venha ser a providência divina em dirigir nossas ações.
Estive em Natal capital potiguar nos idos da década de 70 e me hospedava na casa de meu primo e engenheiro civil Lacides Brunet de Sá (saudosa memória), onde tinha a oportunidade de passear por esta cidade, ao lado dos demais primos: Rivando Ramalho Brunet, Heronides (saudosa memória), Beticeles e Leonides Brunet. Estes três últimos, irmãos de Lacides.
Hoje depois de tanto tempo volto a Natal, agora não mais para passear, e sim para buscar na medicina de ponta e avanços tecnológicos atuais de que esta cidade é possuidora, recursos clínicos para o pronto restabelecimento de minha saúde.
Quando estou longe da terrinha e chego a uma cidade grande, dentro do meu ser brota uma nostalgia que não tem tamanho. Contemplo os edifícios enormes, a cidade com suas praias belíssimas e pontos turísticos maravilhosos e sinto-me estranho em meio a tudo isso, batendo uma saudade imensa no meu peito do meu lugar de origem.
Deus é real e promove os meios pelos quais dirige os nossos passos nessa nossa caminhada. É verdadeiro, e na sua sapiência nos guia por onde quer que andemos!
Há dois anos passados, eu em Pombal e Maciel Gonzaga em Nova Parnamerim – Natal RN, há muito não mantínhamos contato. Ele me escreve ao tomar conhecimento que tenho um blog na Internet parabenizando a minha iniciativa e desde então, começa a enviar artigos com temáticas diversas para serem postados. Tempo esse oportuno, de nos aproximarmos na troca de emails, sem que eu soubesse o que estava sendo preparado para mim num futuro bem próximo.
Quis a providência divina que após dois anos, eu viesse a solicitar de Maciel e sua esposa a Dra. Euclimar Gonzaga, o encaminhamento da documentação necessária junto ao Serviço Único de Saúde (SUS), onde a mesma exerce a função de Coordenadora de um dos setores de saúde daquele Município; no que fui prontamente atendido. Registro aqui meu sincero agradecimento ao ilustre casal que tão gentilmente acolheu a nossa solicitação.
O primo Rivando e eu (Foto)
Devo também aos meus primos nesta cidade grande, a benevolência da hospedagem que estou tendo com carinho que eles me dispensam: A Carlucia e Beticeles Brunet que conseguiram um lugar aprazível para me receber juntamente com minha esposa. A Rivando Ramalho, essa figura especial que com o seu carisma tem me trazido conforto com suas palavras amáveis e o apoio, pois vez por outra me recebe no recesso de seu lar para algumas refeições.
Aos meus amigos todos, indistintamente, cujos nomes não vou citar, para não cometer gafe de omissão. São muitos que me dão a destra de companheirismo com palavras de auto estima e conforto - meu muito obrigado!
Termino por fazer minhas as palavras do Apóstolo São Paulo na segunda carta aos Coríntios capitulo 1 Versículos 3 e 4. “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdia e Deus de toda consolação! É ele que nos conforta em toda nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus”.
Tudo isso é Providência de Deus!
*RADIALISTA

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Por Severino Coelho Viana
A narrativa de um assunto passa necessariamente por dois caminhos que nos levam a estes resultados distintos e diferentes, principalmente de onde e de quem emite o juízo de valor. Esses resultados rebuscam a criatividade do receptor sobre o acatamento daquilo que foi repassado pelo o autor da notícia, se verdadeira ou falsa.
A verdade começa exatamente quando afirmamos ou negamos sobre o conhecimento de um fato. Se a pessoa sabe afirma, se não sabe efetivamente nega, a certeza é não distorcer ou falsear a realidade dos fatos. Todo erro é uma causa de precipitação, por falta da devida advertência ou por uso de um fator passional. A verdade é adequação entre aquilo que se percebe da coisa, do fato em si, e aquilo que a respeito dele, se manifesta por qualquer sinal expressivo: o gesto, a palavra escrita ou oral. A mentira consiste exatamente em falsear propositadamente a identidade da mente e do sinal que exprime.
Entre verdades e mentiras existem aqueles mexericos, fofocas insinuosas, fuxicos maldosos, falácias perniciosas, enfim, uma gama de palavras sinônimas ou quase sinônimas cujos atributos são devastadores perante a ética. Socialmente falando, sem dúvida alguma, um dos maiores fenômenos ainda é a fofoca. A pessoa que escutou uma coisa e passou adiante e assim foi caminhando. Na maioria das vezes lidamos com a questão de que cada conto aumenta um ponto, ou seja, alguém que possivelmente espirrou no centro de uma grande cidade e logo este espirro provocou o “Tsunami”. Assim seguem os fatos, sejam eles verdades ou não, se tornam fatos pela constante comunicação feita sobre o mesmo tema. Fofocas, lengalengas, picuinhas ou qualquer forma de destilar o veneno antigamente eram tidas como privilégio ou assunto exclusivo de mulheres. Hoje em dia, muitos homens estão se sobressaindo melhor do que a mulher nestes assuntos, quer no meio social quer no ambiente de trabalho, e desregradamente nos temas políticos.
Quando se tem conhecimento de um fato, antes de divulgá-lo, você procura investigá-lo? Ou leva logo adiante a primeira informação? Tenha cuidado! Pois, você pode está cometendo uma injustiça com a sua própria consciência e penalizando a inocência de um justo. Não se precipite! Observe as várias direções da narrativa que lhe foi repassada antes de enveredar pelo mesmo caminho tortuoso.
A fofoca pode comprometer a pessoa lesada, arruinando a sua moral e a sua integridade, assim como poderá levar o propagador à responsabilidade penal ou o ressarcimento do dano moral. Geralmente, os principais motivos da fofoca são a inveja, o despeito, a intriga, a maledicência e o desejo de vingança, além de vários outros sentimentos negativos. De repente, o assunto se torna público, certamente distorcido.
As conseqüências, além de sérias, desastrosas e dolorosas, podem ter um final infeliz, podendo colocar vítima e agressor frente a frente para esclarecimento dos fatos, seja num tribunal, numa delegacia, num hospital ou até num cemitério, como sabemos de várias histórias que culminaram em tragédia, pois há quem perca o controle e queira fazer justiça com as próprias mãos!
Manter o autocontrole, a integridade, a serenidade, a compostura e o equilíbrio são pontos favoráveis para a vítima deste tipo de problema, que deve ser cortado pela raiz. O assunto deve ser tratado de forma racional e com delicadeza, não devendo ser ignorado, tendo em vista que a moral e conduta estão sendo denegridas. Quando sabemos quem é a fonte que propaga a fofoca, todo cuidado é pouco! Discutir ou partir para a agressão física só complica a situação, e podemos passar de vítima para agressor. Caso a fofoca seja insignificante, mesmo sabendo a origem da fonte, convém ignorá-la. Não disperse as suas energias! Somente fique mais atento e mais esperto, pois você pode estar incomodando por ser natural, espontâneo, franco ou sincero, envolto a um progresso socioeconômico e crescimento pessoal que causa especulação ao fofoqueiro, ou seja, simplesmente por ser você mesmo pelo estilo de viver e ser autêntico nas suas atitudes. Avalie a sua conduta e proceda conforme a sua consciência. Os afamados fuxiqueiros, geralmente, são pessoas infelizes consigo mesmas, com a vida, com o trabalho, com a família, enfim, nada para elas têm uma razão nem um sentido positivo. A pessoa fofoqueira, como não tem perspectivas e nem motivação pessoal, ocupa o seu tempo julgando e falando mal da vida alheia.
Uma pessoa fofoqueira é falsa e muito perigosa! Já diziam os mais antigos: Se você deseja que o mundo saiba de um determinado assunto, escolha a pessoa certa, conte-lhe um assunto, pede-lhe segredo e ela se encarregará de divulgar tudo.
A fofoca chega até nossos ouvidos pelo próprio fofoqueiro, com as seguintes frases: Já está sabendo da novidade? Sabe da última? Você não vai acreditar! É uma bomba!
Independentemente da frase maldosa que venha a chegar aos seus ouvidos, pense: Se alguém fala mal de algum conhecido para mim, quem me garante que quando virar as costas essa mesma pessoa não estará falando mal de mim também? Caso a fofoca venha acompanhada da seguinte frase: Vou te contar uma coisa, mas jura que guarda segredo? Desbanque o fofoqueiro com classe, alertando-o: Não julgue o todo por uma parte, e não julgue para não ser julgado. Lembre-se de que quando você aponta um dedo para uma pessoa na intenção de julgá-la, três dedos da sua própria mão se voltam contra você. É a chamada lei da recompensa, analise a lei da natureza humana que você encontra um montão de exemplos.
A palavra mexerico é o mesmo que fofoca porque a mexerica, a tangerina, é uma coisa que se come, depois se sente o cheiro no ar e não se sabe de onde vem. Como a fofoca é a mesma coisa, se espalha de um jeito e ninguém sabe onde começou.
Um grupo liderado pelo rabino Chaim Feld, que conta com o apoio de políticos e astros dos EUA, deflagrou uma campanha com vistas a conscientizar as pessoas do poder da palavra, da importância do seu uso, que pretende ativar e "promover o discurso ético para melhorar a democracia e construir o respeito mútuo, a honra e a integridade". A pesquisa promovida por esse mesmo grupo sobre as conseqüências da fofoca nos mais diversos ambientes o resultado foi: a fofoca é um problema para 84% dos americanos; já na política, para 80%; no trabalho, para 79% e na escola, para 69%. Quem se propõe a defender o discurso ético? Somente aqueles que não têm coragem de não acreditar na eliminação do fuxico, e que dentro de si carrega o emblema de um tremendo fofoqueiro! João Pessoa, 30 de julho de 2009. SEVERINO COELHO VIANAscoelho@globo.com

sábado, 25 de julho de 2009

Francisco Vieira*
Hoje, reabri o baú das recordações onde penetrei profundo. Numa longa viagem retornei às origens. Ai vasculhei o passado trazendo à tona fatos e lembranças que ainda permanecem vivos na memória.. É que as origens são como raízes; se firmam na base para sustentar e alimentar a história, vínculo do qual não podemos nos desvencilhar. Ninguém foge às origens. Até mesmo distantes elas estão presentes na lembrança. O tempo não apaga.
Segundo a ordem natural das coisas o passado está no presente e este no futuro. Assim como o ontem, o hoje será saudade amanhã. No futuro, tudo será passado. Sem passado e presente o futuro inexiste. Passado, presente e futuro são tempos distintos que juntos constroem a história. Mergulhando encontrei logo de cara muito bem guardadas as memoráveis campanhas políticas entre “Carneiros” e “Pereiras” na disputa pelo poder. Duas famílias tradicionais que mesmo adversárias, se respeitavam mutuamente. A divergência era ideológica, isto é, apenas no discurso, pois na prática era artigo paternalismo de sempre – o favor em troca de voto - o toma lá, dá cá. É que político não dá ponto sem nó. Mas, o bom é que nunca se registrou uma agressão física entre os protagonistas. Briga, só entre os eleitores mais entusiasmados, e, assim mesmo, sem maiores conseqüências.
No início UDN e PSD e depois da reforma ARENA comandada pelo Dep. Chico Pereira – O Cacique Branco do Sertão e MDB, sob a liderança do Dr. Avelino Elias de Queiroga – O Bolinha – médico competente, dedicado à pobreza e seguidor do Senador Ruy e Deputado Janduy Carneiro. No encerramento o povo em passeatas e comícios relâmpagos “varava” à noite. De um lado, representando seus ídolos, os adeptos conduziam galhos de pereiros e do outro, bolas gigantes e rosários de vidros – “a frasqueira” – ou seja, a ralé, como era chamada pelos adversários sempre animados por orquestras improvisadas sob a batuta dos maestros Seu Eliseu Veríssimo, Manoel Donária, Tié e outros.
Continuando a viagem, como estudante, lembrei-me melancólico do Ginásio Diocesano de Pombal. Que bom era vestir a sua farda caqui ou de gala e exibir as iniciais GDP em cor branca, bem visíveis no quepe e desfilar com garbo no Dia da Independência. Sentia-me orgulhoso, mesmo com o sapato apertando, cheio de calos e sob o comando de Prof. Arlindo Ugulino que dava ordem unida com intensa rigidez militar. Ainda mais. Como era constrangedor cumprir à risca a disciplina do Diretor Mons. Luiz Gualberto de Andrade e ter que obrigatoriamente assistir a missa dominical, sempre às sete da manhã, completamente fardado. Faltar, nem pensar. A ausência custava suspensão na certa. Era nada mais que uma forma repressora de evangelizar.
Nesse percurso lembrei-me dos velhos carnavais. A população dividida entre o Pombal Ideal Clube que comportava a elite e a Sede Operária que agregava a classe menos favorecida. Era ricos e pobres separados num só objetivo: diversão. A tarde dava gosto ver o corso. Das calçadas assistíamos a tudo. Era jeeps, caminhonetes e até caminhões percorrendo as praças Getúlio Vargas e Centenário sempre em sentido anti-horário. Famílias inteiras fantasiadas de pierrôs e colombinas faziam incontáveis voltas entoando as marchas e frevos da época. Lembro-me ainda de Manoel e Maurício Bandeira, Hamlet e Nicácio Arnaud, Zé Maria Assis, Aureliano Ramalho, Antonio Bezerra, Dr. Atêncio, Nadir Pereira e muitos outros. Enumera-los é impossível. Enquanto isso, os mais irreverentes eram comandados por Hermínio Neto que desfilava em carro aberto, cheio de pinturas extravagantes destacando a frase: “mãe, tenha distância”. Na verdade todos se distanciavam temendo suas peripécias no volante.
Havia ainda os blocos: “De Sujo, Fuleragem e Foiará” e alguns palhaços que caminhavam solitários e mascarados aterrorizando as crianças. Enquanto isso, à noite os blocos “Formigão” e “Antártica” disputam espaço e a simpatia do público. Faziam mistérios até das fantasias. O encerramento acontecia na manhã da quarta-feira de cinzas no centro da cidade. Ali, todos os foliões de todos os clubes se encontravam e marcavam os últimos passos se despedindo de mais um carnaval que já deixava saudades.
Indo mais profundo no baú lembrei-me de forma bem particular da Família “Espalha” em serenata. Tudo acontecia na residência do casal João Espalha e Zaída, onde eu tinha acesso garantido. Não era doido, mas tinha passagem livre, pois era amigos dos seus filhos mais novos: Joãozinho e Arereu. Era a família in concert. Dava gosto ver Bideca, Chico de Dora, Leonardo e Chico de João Espalha – este recém-chegado do Rio de Janeiro e trazendo as últimas novidades musicais. E, como se não bastasse, a aptidão musical se estendia também ao sexo feminino. Ai se destacava Zoraide com sua voz melodiosa e afinada. Sem dúvidas uma das mais belas que conheço. Sem exagero, não ficava devendo a nenhuma das grandes artistas da época. Era um conforto para os nossos ouvidos.
Com tristeza lembrei-me também da Brasil Oiticica, hoje desativada e transformada em ruínas. Contemplo sua enorme chaminé que se desponta gigante, porém fria, devido à inércia de suas máquinas. Pelo menos não polui e nem contribui para o aumento do buraco na camada de ozônio. E não ouço há tempo o inconfundível apito de sua sirene determinando e regendo com precisão britânica, tal qual o Big Ben, o horário de trabalho dos operários e orientando a população.
Aprofundando-me mais ainda na longevidade lembrei-me das enchentes do Rio Piancó. Pleno inverno. Ao anoitecer, nuvens escuras despontavam no “nascente”. Relâmpagos e trovões anunciavam mais um temporal que logo chegaria para atormentar a população ribeirinha. Era a certeza de mais uma noite mal dormida para os moradores das Ruas de Baixo e do Açougue onde a água já penetrava no quintal das casas. Os mais precavidos e temerosos retiravam seus pertences com ajuda da Prefeitura, de amigos, parentes ou voluntários. Paralelo a tudo isso as devotas de Santa Bárbara, protetora das tempestades se reuniam em oração. Ali, numa demonstração de fé e crendices causadas pelo desespero, defronte a pequena imagem posta à margem do rio, pediam contritas para a água abaixar. Ai chega de repente um primo completamente embriagado e diz em tom irônico e debochado: “vocês tirem essa santa daí, senão ela morre afogada”, causando entre as beatas. E, para inflamar, a população que marcava presença constante na beira dàgua criava histórias do tipo: “o açude de Coremas está perigando arrombar”. E, reforçavam a mentira: “que o engenheiro tinha telefonado para Dr. Avelino”. Eu, na santa inocência de criança, alheio a gravidade da situação, desejava que tudo isso acontecesse. Quanto maior e mais demorada fosse a enchente melhor seria. Coisa de criança. Como achava espetacular ver a chegada das canoas de Olinto e João Orlando chegarem superlotadas e remadas pela habilidade de canoeiros como “Mestre Álvaro” e outros. Era coisa de cinema. Mais espetacular ainda era ouvir meu avô materno dizer que a maior enchente deu-se em 1917, tendo a água alcançado o castelo da rua do rio, próximo ao açougue.
Os fatos aqui narrados em síntese são fragmentos ou retalhos de uma história da qual nos orgulhamos e que está gravada na memória de cada pombalense. Ressurgindo fatos e relembrando pessoas, num gesto de fidelidade às origens enaltecemos seus valores e perpetuamos essa história. Os fatos são tantos que é impossível contá-los de uma só vez. Portanto, aguarde o próximo capítulo. Novos episódios virão. É a confirmação de que em POMBAL – SEU PASSADO FAZ A HISTÓRIA. Pombal, 24 de julho de 2009.
*Professor, Ex-Secretário de Administração e Ex-Diretor da Escola Estadual João da Mata.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Clemildo (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
Quarenta anos são passados da ida do homem à lua. Nesta semana o assunto foi comentado na Imprensa, revelando que as fotos da NASA do registro do acontecimento, não haviam sido encontradas e para celebrar o evento tiveram de recorrer aos arquivos da TV americana. Existem controvérsias sobre a possibilidade ou não do homem ter pisado o solo lunar. Alguns acreditam que sim, enquanto, para outros, não passou de uma montagem fazendo parte de mais uma superprodução hollywoodiana.
Teoria ou verdade, o fato chamou atenção do mundo inteiro para o acontecimento. Aqui na terrinha mesmo, era o início da chegada do sinal de TV, invento idealizado pelo Pastor Jônathas Barros de Oliveira (saudosa memória), através da construção de uma antena rômbica como ele costumava chamar. Dr. Nelson, Professor Arlindo, Raminho, Vicente Farias, W. J. Solha e outros com o apoio da Administração municipal na pessoa do Prefeito Atencio Bezerra Wanderley colaboraram para por em execução esse projeto audacioso para época, pois o sinal a ser recebido era oriundo da extinta TV TUPI, na capital pernambucana.
Na sua forma embrionária o sinal era precário; depois com novas investidas foi se aperfeiçoando, o certo é que grande parte da população de Pombal subiu até o alto do Cruzeiro próximo da adutora elevatória da Cagepa, para assistir em um televisor preto e branco de propriedade de Raminho, a chegada do homem à lua.
Pombal ainda pequeno na sua extensão urbana com o número de moradores reduzido em relação ao que é hoje teve o seu momento de euforia e orgulhosa assistiu as imagens transmitidas pela Nasa para o mundo inteiro. Eu e o Pastor Jônathas (Foto 1974) Lembro-me do Pastor Jônathas Barros de Oliveira em suas prédicas na Igreja Presbiteriana de Pombal e outros locais de reuniões, exaltando a capacidade que Deus deu ao homem a ponto de conquistar o espaço sideral e chegar à Lua, citando passagens bíblicas como o salmo 8 que diz assim: "Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda terra é o teu nome... Quando comtemplo os teus céus obras dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem que dele te lembres e o filho do homem que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob os seus pés tudo lhe puseste; ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo; as aves dos céu, e os peixes do mar, e tudo que percorre as sendas dos mares. Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda terra é o teu nome”. Segundo o Pastor Jônathas as palavras deste salmo foram deixadas escritas em uma placa no solo lunar, pelos astronautas americanos.
“Um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para humanidade” palavras ditas pelo o astronauta norte americano Neil Armstrong ao pisar o solo lunar, emocionou a todos e ficou registrado na história. Em meio a interferências, esperas e vozes partidas do centro de controle da NASA, os três astronautas lá em cima, um deles deu os primeiros passos na zona batizada como mar da tranqüilidade com saltos fáceis por ausência de gravidade.
Foram deixados pelos astronautas em solo lunar a bandeira dos Estados Unidos, uma placa com desenho de ambos os hemisférios da terra, uma réplica de ouro de um ramo de oliveira e a mensagem “Aqui homens do planeta terra pisaram pela primeira vez na Lua, em julho de 1969 d.C. Viemos em paz, em nome de toda humanidade”.
Independente de quem acredite ou não, a chegada do homem a lua deixou o mundo inteiro em estado de alerta naquele dia. Nada menos que 850 jornalistas de 55 países fez o registro para o nosso planeta cerca de 1 bilhão e duzentas mil pessoas testemunharam via satélite a alunissagem, considerada impossível tempos atrás.
Essa conquista do espaço pelo homem segundo a história deve-se muito a guerra fria. Durante as décadas 60 e 70 havia o conflito ideológico- armamentista entre os Estados Unidos e a ex União Soviética, tendo o seu ponto máximo nesse período atingido todo planeta, inclusive o Brasil, nos acontecimentos políticos, culturais e científicos. O mundo sentia o reflexo da disputa. Surge então o movimento hippie, um escape para essa luta ideológica, dividindo o mapa-múndi em duas alas: Direita/esquerda, capitalista/comunista.
A briga entre essas potências veio a beneficiar em muito as redes de comunicações que se expandiram de tal forma por conta desse imperativo estratégico-militar, culminando numa cultura televisiva mundial.
Eu assistir pela TV em Pombal a chegada do homem à lua, para mim e pra muita gente o prazer foi grande em acompanhar e ver as imagens graças ao milagre da tecnologia que estava chegando a nossa cidade.
20 de julho celebram-se os 40 anos da ida do homem á lua, no entanto existem conspiradores dizendo que o acontecimento foi uma fraude. Verdade ou não, digo como Roberto Carlos em uma canção: “O importante é que emoções eu vivi”
*RADIALISTA.
Maciel Gonzaga*
Quem no final dos anos 50 e início dos anos 60 não assistiu em Pombal filmes de Tarzan no Cine Lux? Eu, pelo menos, passava sempre em frente ao prédio do velho cinema, na Rua Jerônimo Rosado, para observar os cartazes e ainda perguntar a Galdino Mouta, a Zé Cleôncio ou a Fagundes, quando chegaria um novo filme de Tarzan. Fui um privilegiado, pois Galdino me antecipava sempre o filme que estava para chegar e, assim, eu, Valdir Mendonça e Zé Coelho, saíamos avisando à molecada por toda cidade. Não conheço ninguém do nosso tempo que não gostasse de Tarzan. Até mesmo o Padre Andrade, apreciava com muito gosto as aventuras do Rei das Selvas.
Pois bem! Vamos relembrar um pouco, neste artigo, sobre Tarzan. Trata-se de um personagem de ficção criado pelo escritor americano Edgar Rice Bourroughs no romance "Tarzan of the Apes", de 1912. Na verdade, a visão da África criada por Bourroughs tem pouco a ver com a realidade do Continente, pois ele inventa que a selva africana esconderia civilizações perdidas e criaturas estranhas. Bourroughs, entretanto, nunca esteve na África. Dezoito livros de Tarzan foram publicados no Brasil pela Cia. Editora Nacional a partir de 1933, na lendária coleção Terramarear. As traduções foram feitas por importantes escritores, como Monteiro Lobato, Godofredo Rangel, Manuel Bandeira e outros.
Mas, o nosso ídolo maior no cinema foi o grande e inesquecível Pater Johnny Weissmuller (1904-1984), um romeno atleta e ator que se projetou no cinema americano fazendo o papel do verdadeiro Tarzan em doze fitas, primeiro na MGM, depois na RKO. Antes de entrar para o cinema, Weissmuller teve uma carreira excepcional como nadador, tendo conquistado cinco medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928. Em 1934 imortalizou no cinema o personagem e transformou Tarzan, já conhecido através dos romances de Edgar Rice Bourroughs, em mito conhecido universalmente. Weissmuller fez doze filmes como o homem macaco, celebrizando o famoso e estilizado grito de vitória do personagem. Esse grito, que seria reproduzido por todos os Tarzans subseqüentes, não passava de uma hábil mixagem dos sons de um barítono, uma soprano de cães treinados. Nenhum Tarzan subseqüente jamais esteve à sua altura. Depois de Tarzan, ele ainda interpretou com sucesso o personagem Jim das Selvas na série do mesmo nome, feita para a Columbia entre 1948 e 1955. Johnny Weissmuller morreu em 1984 vítima de um edema pulmonar em Acapulco, no México, onde vivia com a sexta esposa há sete anos para se recuperar de uma trombose.
Devido à censura da época, os trajes de Weissmuller e, principalmente, de O'Sullivan (Jane) foram aumentando de tamanho de filme para filme. Boy (vivido por Johnny Sheffield), introduzido em “O Filho de Tarzan” (1939) não era filho do casal e, sim, adotado, conforme mostra o título original. Nos livros, no entanto, Tarzan e Jane são pais do menino Korak, que chega à idade adulta nos romances finais. Outros Tarzans que ficaram famosos foram Lex Barker, que substituiu Weissmuller a partir de 1948 e Gordon Scott, que é considerado por alguns críticos como o ator que melhor interpretou o herói. Das atrizes que interpretaram Jane, a única lembrada é Maureen O'Sullivan, que fez os seis primeiros filmes da série com Johnny Weissmuller e depois saiu porque não queria ficar presa à personagem, sendo substituída por Brenda Joyce.
Os filmes de Tarzan com Johnny Weissmuller exibidos no Brasil foram estes: "Tarzan, o Homem Macaco” (1932); "A Companheira de Tarzan" (1934), considerado o melhor da série; "A Fuga de Tarzan" (1936); "O Filho de Tarzan" (1939); "O Tesouro de Tarzan" (1941); "Tarzan Contra o Mundo" (1942); "Tarzan o Terror do Deserto" (1943); "Tarzan, o Vencedor" (1943); "Tarzan e as Amazonas" (1945); "Tarzan e a Mulher Leopardo" (1946); "Tarzan e a Caçadora" (1947); e "Tarzan e as Sereias" (1948). Desses filmes, tenho em meu poder três deles – “O Tesouro de Tarzan”, “Tarzan o Vencedor” e “Tarzan e as Amazonas”, cópias que me foram enviadas gentilmente de Brasília por Valdir Mendonça.
E a corda de Tarzan no Rio Piancó? Ah! Fez muito sucesso em Pombal nos anos 60. Armada nas Ingazeiras, propriedade de "Seu" Olinto, no Benedito - local que diziam, era mal assombrado - a corda pertencia ao meu irmão Massilon Gonzaga, que era quem melhor dava o grito característico esganiçado do legítimo Rei das Selvas. Tudo começou depois de uma das enchentes do rio, que deixou um determinado local fundo e próprio para banho da molecada, mesmo sendo uma área cheia de pedras e perigosa. Aproveitando a onda do sucesso de Tarzan, os moleques armaram uma acorda para "voar" até o meio do rio, onde se soltavam e caiam na água. Ali eram presenças garantidas, quase que diariamente, além do legítimo dono (Massilon), os filhos de Chico de Ernesto (Geraldo e Tinta); os filhos de Zé de Rosa Pescador; Zé Coelho (que era tão apaixonado por Weissmuller que introduziu ao seu próprio nome o prenome Johnny e passou então a se assinar por Johnny José Agostinho Coelho); Geraldo “Bucho Verde”, Dedé “Pé de Bola”, Manezinho de Pão de Milho, Geraldo de “Procotó”, Chaguinha, o Gordo e o Magro (netos de Joaquim Vieira), Bernardo Aleijado e João Fon-Hon-Hon (os mais velhos de todos); uma cambada do "Cacete Armado", liderada por dois primos meus (Paulo Barbosa e Xavier – “Gazo de Zé Lotero”); Nêgo Eduardo (filho do guarda noturno Chicó Preto); Nêgo Bié; galeras da Rua de Baixo e da Rua do Comércio; além dos estudantes universitários que vinham passar férias em Pombal, só que estes tinham segundo uma intenção: fazer Arrubacão, sempre acompanhados cachaça, violão e galinha roubada na noite anterior seja lá de quem fosse.
Aos domingos, era uma festa com muita gente fazendo pic-nic. Durante a semana, a molecada tomava de conta, antes roubando batatas nas vazantes de Godô, enterrando na areia e fazendo um fogo em cima para assar. Vez por outra, apareciam as mães dos freqüentadores, de corda na mão, botando o filho para casa debaixo de peia. A vaia comia no centro! Certa ocasião, um dos freqüentadores da corda, um neto de Joaquim Vieira – e membro da “dupla” o gordo e o magro – caiu de mal jeito e quebrou o braço. Lamentavelmente, depois de uma grande enchente, o rio mudou o percurso. As Ingazeiras ficaram, mas não tinha mais lugar fundo para se tomar banho. Assim, Tarzan e a Corda no Rio Piancó fizeram parte da vida de muitos pombalenses. Que saudades!
*Jornalista, advogado, Professor. Natal - RN.

terça-feira, 21 de julho de 2009

MENSAGEM DE ELIEZER GOMES -
147 ANOS DE POMBAL!
Grande amiga e eximia escritora, poetisa, professora, intelectual... figura das mais ilustres do nosso Estado, Cessa Lacerda, amante radical de sua linda Pombal nos envia não raro, mas, belo poema para, da maneira mais bonita e singela, homenagear aquela terra maravilhosa. A exemplo de figuras queridas e inesquecíveis que tiveram o privilégio de terem Pombal como berço, Cessa é uma pessoa muito especial para todos nós.Querida Cessa, através de você e do igualmente querido amigo Clemildo Brunet que tanto nos honram queremos dedicar ao povo pombalense as nossas mais altas congratulações pela passagem do 147º aniversário de Emancipação Política..
Eliezer Gomes e equipe.
POMBAL, cidade heróica,/ terra de lutas e vitórias,/de bravo povo e ilustres filhos / que figuram na história.
“Arraial de Piranhas” foste chamada, / honrando a tua memória,/a natureza ostentando/ tua beleza e glória..
De “Arraial do Bom Sucesso” / foste também aclamada/pela fé do teu povo varonil / que sempre contará a tua história/por todos os recantos do Brasil!
Finalmente “Pombal” / nosso augusto torrão,/na Paraíba representando / um pedacinho do sertão.
E numa verdade cruel / seca, falta d’água e clamor,/caboclo sentindo saudade / da cabocla que ficou,/na poesia e na canção / o poeta se inspirou!
Nasceu MARINGÁ,/unindo verdade e lenda/que Joubert de Carvalho, /poeta e compositor/fez uma linda poesia /e numa canção transformou.
Maringá, / é a nossa canção popular,/que será sempre cantada / como UM HINO DE AMOR!
Meu Pombal de nascimento. / Torrão que me ouviu chorar/por isso no meu crescimento /sempre aprendi a amar.
Pombal da minha Infância /fase mais linda da vida /recordação de criança /terra muito querida.
Pombal dos meus amores, /Pombal do céu de anil,/da natureza em cores /orgulho do meu Brasil.
Pombal, sorriso inocente. / Pombal especial para mim,/tens um povo inteligente / e a tua história não terá fim.
Pombal de grandes artistas / que figuram na história/de músicos, poetas e repentistas / que guardamos na memória.
Meu torrão hospitaleiro! / Oh! Terra dos meus amores, /de filhos ilustres e benfeitores / de juristas e de guerreiros.
Pombal de povo altaneiro/que repercutiu vitória /assim como Rui Carneiro/que logrou honra e glória.
Pombal, de Celso Furtado,/que conquistou vida e glória, /pois no mundo é reconhecido / como o maior Economista da História.
Cessa Lacerda Fernandes
Poetisa e escritora pombalense.
Pombal, 21/07/09.
João Pessoa, julho do 2009.
Dona Cessa professora memorável, colega exemplar e amiga querida!
Com palavras generosas e grande maturidade poética você escreveu a “Homenagem ao grande homem, ilustrado maestro e admirável amigo”, onde demonstrou por meu pai Manoel um grande apreço. Agradecida lhe escrevo. Obrigada por unir sua saudade à minha, “nesta mesa posta para a celebração da ausência”. Não é necessário dizer aos amigos do nosso bem querer por eles, de nossa consideração. Não, eles sabem e sentem com o coração, mas, você fez isso ao poetizar em seu primoroso texto coroado de fraternidade. Nas entrelinhas percebi que você é dessas pessoas necessárias que podemos segurar nas mãos nos momentos de solidão e saudades. Os poetas têm esse poder, “dar significado às pessoas que amam”. Esse é o seu lindo ofício D. Cessa. Que sua missão de poetisa cresça.
Sinto muita saudade de meu pai que já está com Deus. Partiu não muito jovem e também já não mais apaixonado pela vida. Seus últimos anos, isolado dos familiares e amigos e a morte prematura de seu filho Manoelzinho, comprovaram o desânimo dele em prosseguir sua travessia. Meu pai não está mais comigo nem com meus irmãos e irmãs. Mas está em nós, pois trazemos em nossa personalidade muito do que ele projetou de seu caráter e sua bondade. Nós o velamos com tristeza, imaginando o que ficou por ser falado em tantos anos que, pouco ou quase nada, nos falamos. Chorei muito minha amiga! “Chorei a orfandade incômoda, o adeus forçado, a separação definitiva. Choro hoje a impossibilidade do afeto”. Cora Coralina, artesã da palavra, diz: “Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico, na música de seus versos”. É isso...
Achei maravilhosa a ilustração no seu texto com essa curiosidade “que aos oito anos o maestro Manoel já tocava num realejo, Brasileirinho”. O que atesta que ele mais uma vez foi um guerreiro em sua trajetória. Claro, que houve ajuda dos amigos pombalense, mas a semente já estava lá só restava fazê-la florescer. Foi o que ele fez com maestria criando e interpretando suas músicas. Motivação era o que não lhe faltava, pois amava e era amado incondicionalmente, expressando esse abundante sentimento através de seu Sax Espetacular. Meu pai fez do oficio de músico um pacto com a vida. Sua BATUTA ficará a reger perenemente lá na eternidade, os acontecimentos de nossas vidas, a nossa saudade. Choro a certeza de não mais vê-lo, nem ouvi-lo tocar, mas os acordes brilhantes de seu Sax estarão presentes na capacidade que temos de lembrar dele.
O Sax do Maestro Manoel de Donária agora é só silêncio e memória.
Meu agradecimento carinhoso de filha.
Maria de Fátima C. Sousa.

domingo, 19 de julho de 2009

Jerdivan Nóbrega de Araújo*
Jovem Assis era meu Padrinho de Crisma. Na verdade ele teve um namoro com uma das minhas tias e, como tudo indicava descambar para casamento, os dois foram convidados por meus pais para esta tarefa. Um das exigências da Igreja era que os padrinhos formassem um casal, afinal, padrinhos precisam acompanhar o crescimento do afilhado, de preferência juntos. O destino, no entanto, não fora consultado e havia traçado outro caminho para eles. Minha madrinha só veio a se casar vinte anos depois, e com um outro homem, já o meu padrinho morreu, acho que 30 anos depois e aos 60 anos, ainda solteiro. Dizem que ele nunca se casou para não ter que dividir seus bens, resultado de heranças de família. Há no entanto, outras versões.
Nos anos 60 Pombal era uma cidade pequena, e era comum as pessoas se encontrarem nas ruas, igrejas, comércio e outros locais públicos. Eu era do tipo que, ao encontrar um tio ou padrinho dez vezes por dia, dez vezes eu tomava a bênção. A intenção era aventurar uns Cinquenta centavos de cruzeiro, que era guardava em um “minhaeiro” para gastar com os brinquedos do Parque Maia. As crianças da Rua de Baixo passavam meses sonhando com as luzes coloridas do Parque Maia. Com Tonhinho da bodega surtia certo efeito: vez por outra um pão com creme ou um punhado de bolacha peteca ou de tarecos caiam em minhas mãos, mas, moedas nunca. Porém, Tonhinho da Bodega era padrinho do meu irmão mais velho e não meu. Com Jovem Assis, se eu tomasse a bênção a ele quatro vezes por dia, e isto acontecia, as quatro vezes ele dizia a mesma coisa: “Deus te abençoe. Dinheiro só na Festa do Rosário para você rodar na Roda Gigante”. Razão por eu acredita na primeira versão, quando se fala do motivo dele ter morrido solteiro.
Chegada a Festa do Rosário, mês também do meu aniversário, ele ia lá em casa e me dava uma moeda de Cinquenta Cruzeiros. Isso aconteceu, da minha mais remota idade, até meus 12 anos. Houve vezes que ele mandava a moeda por meu pai, com a recomendação seguinte: “É pelo aniversário e para ele brincar na Roda Gigante do Parque Maia, que já está na cidade”. Não me lembro de outra recomendação. Entre os quatro irmãos, eu era o mais novo e também o único com dinheiro para brincar no Parque Maia, o que fazia de mim uma criança bastante assediada, palavra que na época não existia no nosso vocabulário.
Chegado o mês de Outubro os caminhões com os equipamentos do Parque Maia adentravam triunfante na cidade Pombal. A noticia corria rápida pela cidade, de forma que o descarregamento dos caminhões já era uma atração para nós moleques, que deixávamos as estripulias no Rio Piancó em segundo plano e íamos assistir, do descarregamento dos equipamentos até a armação do último brinquedo.
Das noites seguintes até o ultimo dia da Festa do Rosário, não havia nada mais importante na cidade. O colorido das duas Rodas Gigantes, as Canôas ainda com tração humana, o trem elétrico e o apoteótico Carrossel, com seus cavalinhos, patos, Carruagem de Cinderela e outros atrativos, eram os motivos de passarmos os doze meses seguintes angariando fundos, seja de que forma fosse, para fazer parte daquela história. Afinal, minguem queria ficar de ouvinte das muitas histórias do Parque Maia que seriam contadas nas rodas de amigos. Quem brincou, quantas vezes e em quê, era o que diferenciava a participação de cada moleque na Festa do Rosário.
Para os adolescentes, rapaz e moças com hormônios a flor da pele, era a oportunidade da primeira namorada, que poderia vir através dos recados das difusoras do Parque Maia. Para os adultos era a cachaça na parte “baixa” e jogatina nos bingos, roletas e dados de Dodge, Mané Paletó e Dom Xicote. Mas, para nós moleques, não havia outra coisa senão os brinquedos do Parque Maia, daí cada centavo ser tratado como um tesouro, guardado por doze meses á espera daquele momento, daí a nossa busca constante pela soma de mais e mais moedas
PARTE II
O aparelho doméstico dos sonhos de todo morador da Rua de Baixo, nos idos dos anos sessenta era o Rádio. De forma que este desejado aparelho era tratado com as merecidas honras, ocupando na sala um lugar de destaque. O da nossa casa era um “ABC Canarinho, a Voz de Ouro”, em baquelite , na cor verde claro, que tinha até “roupa” para protegê-lo da poeira. Lembro-me que o nosso rádio “vestia” uma capa feita em tecido branco. Na parte frontal haviam bordados, caprichosamente feitos a mão, onde se lia o nome “Rádio” e mais a frente um Canário Amarelo a cantarolar em um galho. Do seu bico saiam notas musicais para que não houvesse dúvida da marca, uma vez que o ABC era ponta de linha, funcionava a pilha e só era vendido nas Casas Bandeiras. As Loja Paulistas vendiam o Philco que era grande e só funcionava a energia.
Logo pela manhã Diasa, pai dos Radialistas Otarcilio e Zé Hilton Trajano, passava de casa em casa, onde já era freguesia certa, anotando o Bicho que viria correr ás Quatorze horas e quarenta minutos, hora esta em que todos os rádios da Rua de Baixo estavam sintonizados na Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras. O locutor “cantava” em código o resultado do Bicho do dia: “M de maria, A de Antônio, C de Carlos... e por ai vai. Só os mais letrados tinham o código anotado em cadernos, assim, descifravam o resultado final.
Era comum logo pela manhã os amantes do Jogo de Bicho que passavam para tomar cachaça nas sombras das ingazeiras do Rio Piancó, anunciarem aos gritos os seus sonhos, fazendo previsões de resultados. Numa desta feita, Biró de Onofre gritou para seu Godô: “Hoje é Pavão nem que a vaca voe.” Ao final daquela tarde Diasa passou na casa de Godô e entregou para ele um pacote de dinheiro. Naquela época não havia risco de sair nas ruas contando dinheiro. Diasa ou Clóvis, outro anotador de Bicho, fazia questão de paga em domicilio aos felizardos acertadores do Bicho, assim ainda caia-lhe uma gorjeta.
No mês seguinte eu recebi a minha moeda de Jovem Assis e pedi ao meu pai que apostasse no Pavão. A intensão era multiplicar o meu presente e assim brincar mais nos parques da Festa do Rosário. Meu pai não gostou da idéia. Segundo ele, jogo era coisa de gente grande e eu não tinha nada que andar por ai apostando. Naquela tarde Diasa foi até a nossa casa e entregou um pacote de dinheiro nas mãos do meu pai. Acho que deu vaca. Eu teria brincado as sete noites no Parque Maia, pensei! Ou será que deu Pavão?
Vida ruim de menino pobre, já com doze anos, viciado nas Matinês de Tarzan do Cine Lux e nos brinquedos da Festa do Rosário que aproximava-se. O sonho de rodar no Carrossel de luzes coloridas, de me arriscar na “montanha russa” que veio pela primeira vez à Pombal ou de jogar uma moeda entre as pernas da boneca "Terezão", e ouvi-la cantar "Baile da Gabriela" e "Como tem Zé na Paraíba"; acertar um tiro no umbigo do Pelé para fazê-lo chutar a bola e assim ganhar um prêmio...tanta coisa a fazer! Pedi ao meu pai que fizesse um carrinho de mão para eu pegar feira. A incumbência de fazer ficou por conta de mestre Lauro, que era Carpinteiro e tinha uma marcenaria no prédio que foi do meu avô, vizinho ao Edifício Maringá. A marcenaria também era um lugar dos desocupados jogar conversa fora, enquanto mestre Lauro trabalhava.
Quinha, filho de Zuza Nicácio dono do Imperador das Novidades, local onde realizavam-se, nos anos sessenta, bingos de utilidades doméstica, observava o trabalho de mestre Lauro, quando ele percebeu que estava escrito na caixa que mestre Lauro desmanchava para fazer o carrinho, a seguinte frase – Maçã: made in argentine – Pergentine, 15 unidades -. Ele enfiou a mão no bolso, pegou uma moeda e falou: “Caba de Félix, vá ali no Barraco de Zé de Lau e jogue tudo no Jacaré. Se acertar, a metade é seu para você rodar na Roda Gigante até vomitar.” Olhei para o meu pai, como não houve censura da sua parte, o que não era comum em se tratando de jogo de azar, fiz o mandado.
Naquela mesma tarde meu pai me informou o resultado do bicho. Sai nas carreias, encontrei Quinha no Bazar Imperial, muito bem sentado. Cobrei a minha parte do prêmio, como ele havia prometido na naquela manhã. Ele se negou a dividir o prêmio que, por direito, também era meu e, assim meu sonho Parque Maia acabou mais uma vez. Naquele ano Jovem Assis não mandou o dinheiro do Parque Maia. Também não mandou nos anos que se seguiram.
Se um dia eu voltar à Pombal eu vou fazer duas coisas: Cobrar de Quinha a minha parte no Jacaré, e depois, se ainda existir o Parque Maia, vou roda na Roda Gigante até vomitar, como disse Quinha de Zuza Nicácio. Melhor, não. Acho que não tem a mesma graça.
*Escritor Pombalense.

sábado, 18 de julho de 2009

Caro José Tavares,
Agradeço a sua generosidade em aceitar o convite da Prefeita Pollyana Feitosa para escrever uma biografia de Celso. Solicito-lhe que me mande dois exemplares do trabalho, um guardarei comigo e o outro encaminharei à Biblioteca Celso Furtado, que está em vias de ser inaugurada.
Sobre o nascimento de Celso em Pombal, nada tem de acaso.
A mãe de Celso, dona Maria Alice, era sertaneja de muitas gerações. Seu pai, o coronel Ernesto Monteiro, também sertanejo, passara um tempo em Manaus e voltara com dinheiro suficiente para comprar a Fazenda do Pintado, perto de Souza, onde morou toda a vida. O pai de Celso, dr. Maurício, era de João Pessoa mas, muito jovem, conheceu dona Maria Alice no Pintado e, recém-casado, foi trabalhar na Mesa de Rendas de Pombal. Aí nasceram Antonieta, a primogênita, em 1918, e Celso, em 1920. Em 1924, correu insistentemente a notícia de que os cangaceiros iam entrar na cidade, como já tinham entrado em outras. Não sei se foi boato falso, mas compreensivelmente dr. Maurício se preocupou com a notícia -- pois as incursões e os ataques dos cangaceiros faziam estragos consideráveis -- e mandou a mulher e os filhos pequenos para João Pessoa, na época ainda cidade da Paraíba. Lá morava sua mãe, que acolheu nora e netos. Paralelamente, as condições de trabalho na Mesa de Rendas pioraram e dr. Mauricio, sendo homem sem fortuna pessoal, acabou se mudando para a capital, em busca de situação melhor para a família.
Celso tinha recordações vivas de Pombal, embora houvesse deixado a cidade aos 7 anos. A ameaça dos cangaceiros o impressionou muito em sua primeira infância, e também a violência das chuvas. Numa dessa enchentes, a parte dos fundos da casa onde moravam desmoronou, o que levou a família a deslocar o fogão para a sala, ocasionando certo dia um início de incêndio e um acidente grave em que o caldeirão de feijão virou sobre Celso, queimando-o seriamente. Essas lembranças, no entanto, o marcaram menos do que o orgulho (às vezes disfarçado por seu modo austero) de ser um "sertanejo", isto é, alguém resistente, correto, "couro duro", como ele dizia. Não tenho dúvida de que Pombal lhe deixou marcas fundas.
Quando viemos ao Brasil pela primeira vez (ele e eu morávamos na França), fez questão de me levar a Pombal. De Fortaleza, onde estávamos, descemos para a Paraíba, que percorremos de uma ponta a outra, com uma escala prolongada na cidade, onde ele reviu e fotografou a casa em que nasceu, me mostrou, vaidoso, a velha Cadeia, a Matriz, as outras igrejas. Lembro-me de, outro dia, em Paris, entrarmos num sebo e Celso sair de lá com um mapa do Brasil, do século XIX, justamente porque Pombal estava em destaque na província da Parahyba. Ainda meses antes de falecer, em 2004, ele demonstrava numa pequena frase o orgulho: "nunca disputei cargos de prestígio ou prebendas decorativas, e como sertanejo que sou posso dizer que ganhei a vida com o suor de meu rosto".
Com o cordial abraço de
Rosa Freire d'Aguiar Furtado.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Verneck Abrantes*
Deusdedit Leitão, em discurso proferido a 20 de julho de 1962, no auditório da antiga Escola Normal Arruda Câmara, como parte das festividades comemorativas do primeiro Centenário da Elevação de Pombal a Categoria de Cidade, entre outras partes do texto, ressalta: ...”Se instalou na Paraíba a 14ª Legislatura da Assembléia Provincial, da qual faziam parte alguns nomes mais ligados à Vila de Pombal, como o juiz de Direito Dr. Manuel Tertuliano Thomas Henriques, o Promotor Público Dr. Manuel da Fonseca Xavier de Andrade, o Dr. José Paulinho de Figueiredo, o político piancoense Dr. João Leite Ferreira e o Dr. Aurélio da Costa Vilar, também residente em Patos. Os três primeiros eleitos pelo primeiro distrito e os outros reconhecidos deputados pelo segundo distrito, do qual Pombal era um dos Colégios eleitorais de maior expressão.
Poderíamos supor que algum desses nossos representantes tivesse tomado a iniciativa de postular pela elevação de Pombal à categoria de Cidade. Tal, porem não aconteceu (...). Mesmo que alguém se detenha no exame mais demorado de nossa sociologia política fica sem perceber os motivos que levaram o Dr. Augusto Carlos de Almeida e Albuquerque a apresentar o projeto de Lei que deu foros de cidade a Pombal quando outros mais ligados a vossa terra por maior afinidade regional não atentaram para essa legítima aspiração dos vossos antepassados. O Dr. Augusto Carlos de Almeida e Albuquerque, bacharel de 1856 pela faculdade do Recife, era natural de Mamanguape. Filho do Comendador Francisco de Almeida e Albuquerque e de Dona Maria Joaquina de Albuquerque, de ilustrada família do brejo paraibano a que chamaríamos de aristocracia do açúcar. Foi deputado provincial em várias legislaturas e exerceu a magistratura com juiz Municipal de Mamanguape, onde residiu como proprietário do Engenho Veloso. Foi, posteriormente, juiz de Direito de Ingá, sendo transferido dessa comarca para a de Camaragibe, em Alagoas.
O Projeto de Lei que elevou Pombal à categoria de Cidade, apresentado à Assembléia Legislativa teve sua primeira leitura na sessão de 20 de junho. No dia seguinte, após a segunda leitura, recebeu o número 11. A 14 de julho foi aprovado em primeira discussão, a 17 em segunda e, finalmente, em terceira, a 18, sendo enviado à Comissão de Redação. Na sessão do dia 19 o Dr. Tertuliano fê-lo voltar à mesa com a redação final que foi aprovada, subindo à sanção presidencial, o que se deu a 21 de julho de 1862 quando o presidente Francisco de Araújo Lima o converteu na Lei número 63. Estava assim realizada uma aspiração acalentada por várias gerações. Pombal conquistara a desejada vitória que ia colocá-la em pé de igualdade com Sousa, Areia e Mamanguape. Mas quem era esse Presidente que ligou o nome a história de Pombal?
O Bacharel Francisco de Araújo Lima era cearense. Exerceu atividade política em sua província que o elegeu à Assembléia Geral, foi magistrado e governou a Paraíba de 18 de maio de 1861 a 17 de fevereiro de 1864, realizando uma das mais criteriosas administrações do período monárquico. Foi um grande amigo da população durante a epidemia do cólera-morbus e tratou da questão de limites entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte. Que o povo de Pombal guarde o seu nome, perpetuando através dos tempos a memória daquele que elevou Pombal com o predicamento de Cidade.
Aqui o povo saiu às ruas para comemorar a sua vitoria com incontido entusiasmo. As subscrições populares se sucediam no anseio das festas e os bailes na manifestação da justa alegria. O Jornal da PARAHYBA noticiava que “em Pombal era excessivo o contentamento pelos atos de justiça que a Assembléia prodigalizara para com os seus habitantes, já elevando a Vila à categoria de Cidade, já autorizando o provimento efetivo da professora interina e já restabelecendo a cadeira de latim” (...). A professora era Delfina Gonçalves de Sousa Barros, que vinha prestando assinalados benefícios à causa do ensino pombalense.
A Vila, na sua configuração urbana, ia pouco além do quadrado da matriz, com duas pequenas ruas que despontavam à beira da estrada. “Mas aqui vivia uma sociedade de adorável convívio, entregue às delicias dos saraus e às bisbilhotices dos serões nas velhas calçadas de Lages.”
Pombal, 147 anos nos separa da epopéia da sua elevação ao Status de Cidade. Essa terra, graciosa e saudosa, os teus filhos, presentes e ausentes, a tem com todas as forças do coração. Que essa data seja revigorada de alegria, harmonia e de uma grande confraternização entre os filhos, filhas e amigos (as) da nossa terra mãe. Como disse Antonio Ferreira Cascudo: “Eu desta gloria só fico contente”.
*Historiador e escritor pombalense.
por Jose Tavares de Araújo*
Foto: Divulgação
Quando eu e Verneck Abrantes resolvemos atender a convocação da prefeita Polyana Feitosa para descrever a biografia de Celso Furtado para os pombalenses em um compêndio de pouco mais de quarenta páginas, sabíamos que tinha pela frente pelo menos dois grandes desafios. Em primeiro lugar, a disponibilidade de pouco espaço para contar a trajetória de um dos mais profícuos pensadores do século vinte, que ao longo dos seus bem vividos oitenta e quatro anos emprestou seu cérebro privilegiado para interpretar, não só a formação da economia do Brasil, mas de toda sociedade latino-americana, e que além de apontar as causas do seu subdesenvolvimento e estagnação, também indicou os caminhos para a superação dos obstáculos impeditivos do tão almejado desenvolvimento.
A vida de Celso Furtado é repleta de momentos importantes. Missão difícil eleger quais os mais significativos. Na segunda guerra, serviu a Força Expedicionária Brasileira; foi o primeiro brasileiro a se doutorar como economista na Universidade de Paris; o primeiro a integrar a Comissão Econômica para América Latina – CEPAL; foi o idealizador e primeiro Superintendente da SUDENE; no auge da guerra fria, participou de encontros com autoridades mundialmente conhecidas, de ideologia completamente antagônicas, a exemplo do guerrilheiro Ernesto Che Guevara e do Presidente dos Estados Unidos John Kennedy; foi o primeiro ministro do Planejamento do País; por seu pensamento voltado em defesa de uma política econômica que desse vez aos menos favorecidos, foi expulso do Brasil pela Ditadura Militar; o primeiro economista estrangeiro nomeado para universidade francesa (aqui registra-se um fato marcante: Enquanto a ditadura do Brasil o expulsou do País, o Presidente da França, Charles de Gaulle, assinou decreto especial permitindo-lhe que integrasse os quadros da Sorbonne, onde lecionou por vinte anos); escreveu mais de 30 livros, entre eles Formação Econômica do Brasil, clássico sobre o desenvolvimento do país entre o período colonial e a industrialização.
De volta ao Brasil, foi Ministro da Cultura; eleito membro da Academia Brasileira de Letras; etc.; etc.,etc. O segundo desafio era ter que enfrentar e tentar desmistificar comentários preconceituosos, que no afã de tentar desmerecer a nossa cidade como berço do grande humanista, teimam em enfatizar que o nascimento de Celso Furtado em Pombal foi pura obra do acaso. Entretanto, achamos por bem não adentrar nestas questões filosóficas. Preferimos ficar com a resposta do próprio economista, seja quando ele afirma que ter nascido em Pombal foi muito importante para formação de seu caráter e que até as cheias do Rio Piancó o deixou mais cauteloso, seja quando ele revela que a sua ligação com a terra natal é algo do qual ele dificilmente poderia se libertar sem correr o risco de desestruturar sua própria personalidade.
Para quem não se contentou com suas teorias a respeito da importância de Pombal em sua vida, registramos pelo menos dois momentos importantes em que ele fez questão de visitar sua terra natal: em 1979, quando voltou do exílio, e veio visitar a casa em que nasceu; e em 1986, quando Ministro da Cultura, mais uma vez retornou à Pombal. O importante é que todos nós Pombalenses também temos muito orgulho pelo fato do destino ter conspirado para que Celso Furtado tenha nascido em Pombal. E procuramos mostrar isso através dos textos dos conterrâneos Cândido Tertuliano, José Romero Araújo Cardoso e José Vieira Neto. Além destes, selecionamos textos de Francisco de Oliveira e de Cristovam Buarque, o primeiro seu colega de SUDENE, o segundo seu ex-aluno em doutorado na Sorbonne. Portanto, a biografia de Celso Furtado, apresentada na Edição nº 06 da série “Nossa história, nossa gente”, na verdade não é uma obra que se possa dizer que é de autoria de Jose Tavares e Verneck Abrantes, mas o resultado de um criterioso trabalho de pesquisa desenvolvida pelos dois, visando principalmente relatar a trajetória e o impacto causado pelo pensamento do grande economista brasileiro.
Nosso compromisso foi pautado exclusivamente na exposição da verdade dos fatos, pesquisada em fontes diversas, fazendo constar, além de frases que resumem a linha de seu raciocínio ideológico, depoimentos de importantes autoridades de segmentos de nossa sociedade e textos transcritos integralmente, de forma a transmitir a real dimensão da importância das teorias econômicas de um gênio pombalense chamado Celso Furtado.
*Colunista Pombalense.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Cessinha Neta (Foto)
Mª do Bonsucesso Lacerda Fernandes Neta
É fato que as descobertas científicas avançam a cada segundo de forma surpreendente, todavia, ainda não existe sangue sintético, o qual seja capaz de substituir o sangue humano. Sendo assim, os pacientes que necessitam receber sangue contam apenas com a solidariedade dos outros semelhantes. Nesse contexto, é importante que a população tenha alguns conhecimentos, a exemplo de quem pode doar sangue, as restrições e ainda aprenda a valorizar esse gesto deveras valioso.
De acordo com informações fornecidas no site do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o indivíduo interessado em doar sangue precisa se dirigir a um hemocentro, portando documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de identidade, Carteira de motorista, entre outros). Os requisitos básicos são: o doador deve estar bem de saúde, ter descansado no mínimo 6 horas nas últimas 24 horas, idade entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 kg, não estar em jejum (evitar alimentos gordurosos 4 horas antes da doação).
O processo de doação envolve certas etapas. Inicialmente, será avaliado se o indivíduo está com anemia. Em seguida, são verificados: pressão arterial, pulso e temperatura. Depois disso, é feita uma entrevista rápida, a fim de se conhecer possíveis doenças que a pessoa tenha ou ainda fatores de risco do candidato à doação. Essa entrevista é baseada em uma portaria da legislação que rege a doação de sangue no Brasil e sua importância se dá pelo fato de proteger doador e receptor. A veracidade das informações dadas nessa etapa é algo fundamental.
Após o término da entrevista, caso não haja nenhuma restrição, começa a coleta de sangue propriamente dita. É feita a punção na veia do braço, recolhe-se o sangue na bolsa e em tubinhos que vão ser encaminhados para os testes. Aguarda-se um pouco, o doador toma um lanche e é dispensado. Depois da coleta, o sangue passará por vários processos e também testes para algumas doenças infecciosas; estes têm a finalidade de proteger quem vai receber o sangue, sendo de triagem e não de diagnóstico.
Segundo a médica Maria Angélica Soares, coordenadora do Hemocentro do Hospital São Paulo da UNIFESP (Universidade Federal do Estado de São Paulo), de forma geral, não podem doar sangue: 1) Pessoas que tiveram hepatite depois dos 10 anos de idade (antes dessa idade, a doença não é empecilho porque provavelmente se trata de hepatite A, cujo vírus é eliminado por completo do organismo); 2) Pessoas que tiveram hepatites B ou C; 3) Os portadores do vírus da AIDS ou de alguma doença infecciosa transmitida pelo sangue; 4) Pacientes com diabetes e que usam insulina ou anti-hipoglicemiantes por via oral; 5) Mulheres grávidas ou que estão amamentando; 6) Pessoas com febre; 7) Pessoas com peso abaixo de 50kg; com mais de 65 anos ou que tiveram perda inexplicada de 10% do peso em um mês; 8) Indivíduos com epilepsia ou crises de asma; 9) Pacientes que tenham se submetido a grandes cirurgias; recebido transfusão; feito tatuagem ou colocado piercing há menos de um ano. Vale salientar que a população que visitou áreas endêmicas de malária deve aguardar 6 meses para doar sangue e quem residiu nesses locais, esperar 3 anos para doar. A doação de sangue é um ato de amor ao próximo e, de acordo com divulgação do site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), são destacados os seguintes pontos: 1) A doação não traz risco à saúde; 2) Todo material utilizado é descartável; 3) Quem doa sangue uma vez não é obrigado a doar sempre; 4) Intervalo mínimo entre as doações é de 60 dias para homens e de 90 dias para mulheres. Atualmente, o maior desafio é encontrar doadores permanentes, ou seja, aqueles que, respeitando os intervalos corretos, anualmente, doem sangue. É preciso que a população entenda que, dificilmente, há estoques adequados nos bancos de sangue e que o sangue que está lá não dura muito tempo, sendo usado rapidamente, o que gera necessidade de reposição. Portanto, doe sangue! Coloque-se por um instante no lugar do outro, pois qualquer um de nós, pode se submeter a uma cirurgia, sofrer um incidente ou quaisquer situações que requeiram sangue. Não espere que alguém da sua família ou até mesmo VOCÊ precise. Pense nisso. Referências Disponível em: 1. http://www.inca.gov.br/ 2. http://www.saude.gov.br 3. http://drauziovarella.ig.com.br/entrevistas 4. http://www.anvisa.gov.br/ 5. http://bvsms.saude.gov.br/php/index.php 6. http://www.sbhh.com.br/ 7. http://www.opas.org.br/ 8. http://www.prosangue.com.br/
*Acadêmica de Medicina 6° Período *E-mail para contato: sucessomed@hotmail.com

domingo, 12 de julho de 2009


CLEMILDO BRUNET*

      Se vivo estivesse o timoneiro da história do “Velho Arraial das Piranhas” WILSON NÓBREGA SEIXAS, estaria completando neste dia 15 de julho, 93 anos de idade; instante em que Pombal comemora seus 147 anos de elevação a categoria de cidade. Para nossa tristeza e
Jerdivan (Foto)
Jerdivan Nóbrega de Araújo*
Os castigos do velho Professor Guimarães a mim impostos, ali na S.A.O.B - Sociedade Anônima Operária Beneficente - pelas vezes que eu cheguei atrasado a aula, me valeram muitas palmatoradas, porém, experiência e aprendizado que servisse para minha vida futura, nenhuma. Não tinha eu nove anos de idade ainda, e já era submetido aos rígidos preceitos e doutrinas de um professor cujos métodos ficaram para trás, havia muito tempo. A nova pedagogia, segundo Paulo Freire, não mais permitia aqueles castigos, mas, fosse alguém falar ao Professor Guimarães do Método Paulo Freire, da alfabetização por imagens; das cartilhas Sodré; ou, Aracy Idelbrand com seu “Caminho Suave”, “Bitu” da “Editora Melhoramentos”, certamente também ficaria horas no canto da parede de joelhos, ouvindo o bater do vento nas três grandes janelas azuis que davam para a Usina de Beneficiar algodão, de Paulo Pereira.
Quantas vezes eu fiquei de frente aquele velho Mapa Mundi, encardido e desatualizado, decorando capitais de países europeus? Se “o dedo dói”, doeria menos sem aquelas infames palmatoradas. E,mesmo “a uva que vovô viu” era de um azedo intragável de se pronunciar diante da presença pastoral do mestre. A rigidez disciplinar do professor Guimarães era tanta que até os pais tinham receio em procurá-lo para reclamar dos castigos por ele impostos aos seus rebentos. Sentávamos uns ao lado dos outros em carteiras improvisadas. Porém, o silêncio, enquanto o professor não entrava na sala de aula era sepulcral. Era apenas uma sala de aula, na verdade um salão de mais de duzentos metros quadrados, para as três séries, sem nenhuma divisão que definisse quem estava em que fase do aprendizado. Aproximavam-se onze horas da tarde quando as panelas na cozinha do velho professor começavam ferver, incensando o ambiente do cheiro gostoso de carne frita e feijão. Aí a fome entre os alunos despertava mais ainda, de forma que dava para ouvir o barulho das lombrigas nas nossas barrigas vazias. Sim, por que a cozinha fora localizada bem acima do palco, onde outrora era um camarim.
A S.A.O.B tinha a forma de um teatro. O salão fora transformado na grande sala de aulas e, a parte por trás do que nos carnavais fazia a vez do palco, morava o velho mestre.Lembro-me de uma história que tinha na minha cartilha que narrava à saga de um menino que havia ganhado um pão da sua mãe e, ao agradecê-la, esta disse que ele deveria mesmo era agradecer ao padeiro... Ele sai nas carreiras, mas, ao agradecê-lo, o padeiro diz que ele deveria era agradecer ao caminhoneiro... Que diz que ele deveria agradecer ao usineiro... Que diz que ele deveria agradecer ao agricultor... Que diz que ele deveria agradecer ao sol... Que diz que ele deveria agradecer a água... Que diz que ele deveria agradecer a mãe terra... Que, por fim, diz que ele deveria agradecer a Deus. Ao final, o professor Guimarães, propositadamente, perguntou para Bíer, um dos alunos mais humildes da sala, e que desde o inicio da história dormia feito um anjo, o que ele teria feito se hoje pela manhã tivesse ganhado da sua mãe um pão. Bier, ainda sonolento responde:– Eu não teria comido as batatas que o senhor deixou esfriando em cima da mesa da cozinha. Todos nós ficamos sem entender a resposta até que o professor foi à cozinha e deu por falta de toda a batata que deixara esfriando na mesa. O relacionamento entre Bier e o mestre, depois deste episódio nunca mais foi o mesmo, que chegou até a levar uma surra do Professor Guimarães. Na primeira oportunidade Bier foi a forra e sentou-lhe o livro de “Admissão ao Fundamental” com toda a sua força na cabeça do professor, levando o velho ao chão. Bier fugiu pegando o caminho do rio, depois, de vários dias desaparecido, voltou a Pombal, nunca mais entrou em uma sala de aula e foi ser ajudante de mecânico na oficina de Nego Nero. Por onde andará Biér??? O Professor Guimarães era um homenzarrão, de uma estatura que o diferenciava dos demais filhos de Pombal. Talvez uns noventa quilos distribuídos em, acredito, um metro e noventa de carne e osso. É lógico que o nosso medo lhes dava esta estatura gigantesca. Se olhássemos de baixo para cima, sentíamos o mesmo pavor que deveria ter sentido os judeus diante dos carrascos nazistas. Se o filho não estava bem nos estudos, nenhuma ameaça era mais eficaz do que dizer que ia matriculá-lo na escola do Professor Guimarães. Era o suficiente para que o Boletim seguinte saísse do vermelho. Perto dele as Professoras Neném de Mister e dona Marinheira eram Madre Tereza de Calcutá.
A tabuada cantada era ouvida pelos que passavam ao longe nas imediações da S.A.O.B, assim como choro dos que a erravam. A leitura em voz alta ecoava nas “tesouras” de madeiras que sustentavam o teto, da escola, de forma a perturbar o sono diurno dos morcegos, ou provocar revoada das andorinhas que se aninhavam nas frestas das telhas. Na época, eu me deslocava da Rua de Baixo para a S.A.O.B, arrastando aminha wakiki, numa lerdeza tamanha que chegavam à perguntar se eu estava passando mal. Na verdade era a vontade de nunca chegar a S.A.O.B para entregar minhas brancas e macias mãos a sanha da palmatória do velho mestre. Era o que fazia de mim aquela figura triste que atravessava de um lado a outro da cidade em passos e vestes Charplinianas para se entregar a maldade do velho professor. Ao olhar aquela figura que povoava os meus piores pesadelos de menino, perguntava-me de onde saíra um ser tão sem coração, ao ponto de aplicar palmatoradas em uma criança de nove anos, só por que esta não conseguia entender que duas vezes dois eram quatro e não quarenta e quatro. Intrigava-me, também, o fato do professor, ao se encontrar com meu pai em longas conversas ali no Mercado Publico, olhasse para mim como se nunca me tivesse me visto. Ora, como podia se eu estivera apanhado dele naquela mesma manhã? Era como se, ao tocar a sirene da Brasil Oiticica, hora que ele nos liberava, seus alunos deixassem de existir. Para ele não éramos pessoas: éramos apenas cérebros em ainda vazios, prontos para armazenar as primeiras informações que serviriam para o resto das nossas vidas, porém, com a sua forma de educar, acabava por criar bloqueios irreparáveis nestes cérebros e corpos desnutridos.
Não sei em que ano o Professor Guimarães morreu, mas soube que ele deixou dois livros publicados com histórias tão velhas quanto ele. Dois romances ambientados no Século dezoito, que remontavam os terreiros e eitos dos velhos engenhos de cana de açúcar. Acho que ele era mesmo um senhor de engenho, que não havia tomado conhecimento do advento lei Áurea. Talvez fosse o reflexo da sua própria história. Quem vai saber?
*Escritor pombalense.
Cessa Lacerda (Foto)
Por Cessa Lacerda*
Reconhecendo que homenagem não é só privilégio dos mortos, Pombal ressalta também pessoas que mesmo não sendo filho daqui merecem exaltação pelo muito que contribuíram com a nossa terrinha e que representam valores para nós. Nesta oportunidade de aniversário da Cidade fazemos jus homenagear LAVOISIER PEREIRA PAIXÃO, homem de bem que já consolida em nossa terra há mais de cinqüenta anos, sendo privilegiado em ocasião, pela Câmara Municipal de Pombal como Cidadão Pombalense. Lavoisier é natural da Fazenda Bela Vista, município de Catolé do Rocha, nascido há oito de outubro de mil novecentos e trinta. Filho do casal Agostinho Pereira e Rosa Viana de Freitas. De uma família de sete irmãos, assim: Maria, Francisca, Lourival, Lauro, Lauri, Laudimiro e Lindalva. Aos oito anos de idade, estudou em Jericó com os professores dona Preta e Erasmo, onde concluiu o primário. Ainda jovem foi morar em São Paulo, ai, residindo por dez anos.
Retornando a Pombal com vinte anos, aqui firmou residência, comprando um caminhão e tornando-se caminhoneiro, viajando por todo o Brasil. Em 1957 fundou em nossa cidade o primeiro Posto de Gasolina e óleo, ingressando no ramo de peças para auto e pneus de todas as marcas e tamanhos e até de bicicletas revendendo para outras cidades circunvizinhas, tornando-se grande distribuidor de revendas em grosso e varejos, ampliando o estoque de peças para Mercedes Bens de alta qualidade, como assim, pneus, recebendo por muito tempo, combustível pelo trem de carga e depois por carro tanque, tornando-se o maior recolhedor de impostos na Coletoria de Pombal.
Liderou um movimento em parceria com a comunidade pombalense para impedir que fosse fechada a travessa Horácio Bandeira com o acesso a rua Cel. José Fernandes. Foi mentor do Parque de Vaquejada por nome Parque Independência. Instalou o primeiro Biodigestor produzindo o Gás natural em sua propriedade Granja Dois Irmãos. Por ser um Galã, sentiu o prazer de cortejar várias jovens, mas a escolhida do seu coração foi Sedith, com ela casou-se em 03 de julho de 1958. Com pleno amor construiu a sua prole, nascendo o primogênito Lavoisier Paixão Filho em dois de abril de 1959, seguido de Doris Lene Paixão, em 29 de março de 1960. Ambos casaram nesta mesma data 03 de julho, no ano 77.
Lavoisier, Sedith e Lavorsinho (Foto)
Este casal de filhos o presenteou com os seguintes netos. De Lavoisier Filho: Paulo de Tarso Bezerra Paixão, Caio Rodrigo Bezerra Paixão e Ítalo Romano Bezerra Paixão. De Dores Lene: Eduardo Franklin Medeiros Souto Maior, Polyana Medeiros Souto Maior e Ana Fadia Medeiros Souto Maior. Também foi premiado com uma terceira geração. Os Bisnetos: Ana Clara, Lucas e Eveny Louise.
Lavoisier Paixão, já se considerando filho de Pombal, dedicou mais ainda o seu coração telúrico a ela, oferecendo outras ricas contribuições, a exemplo do grande empreendimento do Hotel “Rio Verde”, em 1998, pois faltava a Pombal, um bom hotel para acolher, os viajantes, sobretudo as pessoas que vinham visitar Pombal em épocas de festas. Este Hotel oferece conforto e qualidade abrangendo a todos os vendedores representantes de vendas e turistas que vêem a nossa cidade, sendo merecedor de Títulos e Certificados. O referido Hotel foi consagrado como o melhor da Rede Hoteleira de Pombal.
Admirando o amor telúrico de Lavoisier por Pombal quero plagiar os versos do emérito e imortal poeta Prof. Newton Pordeus Seixas, quando se referiu a Sousa sua cidade natal e Pombal cidade de adoção. Que Lavoisier possa declamar assim como ele: “Minha Catolé, Catolé bela. Meu lindo Rincão Natal. Sou por demais teu amigo, Mas, sou também de Pombal, Pois se tu me deste o berço Pombal é meu relicário, Se por ti eu rezo um terço. Por Catolé rezo um rosário”.
Lavoisier é Maçom muito dedicado a Entidade. Também foi um dos fundadores do grupo da Terceira e Melhor idade: RECORDAR É VIVER. LAVOISIER e SEDITH constituem um casal íntegro e exemplar para toda a nossa cidade. Com cinqüenta anos de casados e uma história de amor muito linda!
O Casal Lavoisier e Sedith nas Bodas de Ouro (Foto)
Vale ressaltar a comemoração de suas “Bodas de Ouro”, em três de março de 2008 quando eles ofereceram uma grande e bela festa aos familiares e amigos. Aplaudimos este ilustrado casal. Mediante a integração deste Homem em nossa Terrinha, mereceu com justa razão ser um dos homenageados nesta Festa da cidade, Aniversário 2009.
Ao homenageado, prestamos a nossa sincera admiração, nossa gratidão e nossos parabéns!
Pombal, 11 de julho de 2009.
*Poetisa e escritora pombalense.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

Jornalista e escritor faz revelação sobre importante político de Pombal e fala da história de “Maringá”

O jornalista disse o município tem avançado nessa nova gestão, mas precisa alavancar em áreas mais importantes. O Caldeirão Político ...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

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COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!