sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Rev. Enoque, Clemildo, Paulo Souto (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos” Sl.133:1.
Natal capital potiguar é uma cidade que nos impressiona com sua estética e beleza arquitetônica. Suntuosos edifícios edificados sob a égide da tecnologia moderna nos deixa pasmados e contemplativos enchem nossos olhos, nos dando uma ligeira impressão que estamos numa metrópole de primeiro mundo. Praias maravilhosas como Pirangi e Ponta Negra, as que visitamos até o momento, já falam por si só, dando um prenuncio de como são as muitas outras existentes neste lugar, que abrigam turistas de vários lugares do Brasil como também estrangeiros de diversas partes do mundo.
A vida como sempre, nos prepara surpresas, umas agradáveis, outras não. Estou aqui por necessidade de tratamento clínico e a despeito de ser um momento difícil, contudo, compreendemos que seja também uma oportunidade de encontro com irmãos na fé e amigos que encontramos aqui, os quais conhecemos algum tempo atrás. Rev. Enoque José de Araújo Pastor Presbiteriano e o Presbítero Paulo Firmino de Souto, ambos da Igreja Presbiteriana do bairro de Pirangi zona sul de Natal.
E qual não foi à alegria desses irmãos na fé, em me receber em suas casas e rememorar-mos os velhos tempos dos trabalhos e congressos de nossas igrejas, tanto aqui no Rio Grande do Norte como na Paraíba. Um prazer incomensurável que nos faz sentir bem, reavivando a memória dos tempos áureos de um passado glorioso, na batalha evangelística de nossos campos missionários.
Embora perpassado de sofrimento, a vida nos proporciona momentos assim de encontro maravilhosos, simplesmente por que, em algum dia, essas pessoas fizeram parte de nossa história.
Rev. Enoque José de Araújo – Nasceu no dia 10 de janeiro de 1945 na cidade de Carpina-PE. Filho do Pastor José Severino e dona Maria das Neves, uma família constituída de 13 filhos. Seus irmãos nasceram em cidades diferentes tais como: Carpina-PE, Esperança e Campina Grande na Paraíba. Djalma, Eliezer, Eli, Davi, Gediene, Dalva, Joseli, Daniel, Elias (irmão gêmeo) de Enoque, Dário, Darci e Samuel. Na irmandade alguns são pastores e missionários. O Rev. Enoque é casado com Iolanda Araújo e dessa união nasceram os filhos: Enoque Júnior, Ângela, Lelane e Esdras. É autor do Livro “Uma História de Fé, No Caminhar Com Jesus” - onde conta sua vida com Cristo.
Tive o privilégio de conhecê-lo quando era ainda seminarista, fazia seu curso teológico no Seminário Presbiteriano do Norte em Recife Pernambuco. Veio auxiliar nos trabalhos da Igreja Presbiteriana de Pombal, quando seu irmão Rev. Eliezer Araújo por designação do Presbitério da Borborema estava pastoreando a IPB de Pombal.
Nos sábados à tarde Enoque tomava o ônibus da Viação Gaivota no Recife e vinha para Pombal chegando a nossa cidade a meia noite. Logo cedo de 5 horas da manhã acordava para o Culto matutino, em seguida tomava café em nossa casa e se dirigia para o Serviço de Alto Falantes Lord Amplificador de minha propriedade, para pregar, onde mantínhamos aos domingos um programa evangélico. Pela manhã participava da Escola bíblica dominical lecionando a lição do dia para classe geral no templo da Igreja Presbiteriana de nossa cidade. Visitava pela tarde os membros da igreja e à noite era o pregador do Culto vespertino, tendo que sair muitas vezes por ocasião do canto do último hino, pois o ônibus que o levaria de volta ao Recife já se aproximava.
Juntamente com três colegas de seminário Rev. José Alves, Rev. Elias Medeiros e o irmão José Antonio, Rev. Enoque fundou o Quarteto Sinfonia, que quando convidado para cantar nos cultos das igrejas era uma bênção. O quarteto chegou a gravar várias cópias em vinil um compacto duplo. Até hoje guardo com carinho no meu acervo. Em seu trabalho pastoral passou pelas igrejas de Pombal, Patos, Campina Grande, Itabuna e Campo Formoso na Bahia, Alecrim e Pirangi em Natal, exercendo também outro ministério nas igrejas por onde passou: O da música, sendo um exímio regente de conjunto coral.
Apesar de ter enfrentado muitas adversidades em sua vida, o Rev. Enoque Araújo é bem humorado. Para ele não tem tempo difícil que não saiba como vencê-lo, imediatamente como costuma dizer, faz um DDC (discagem direta com o céu) e não há obstáculo que não seja superado. Além de ter o Curso teológico, ele também é formado em Direito e Filosofia Plena. Depois de jubilado (aposentado), por ter completado 35 anos de atividades em seu ministério como Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, tornou-se membro da OAB e como Advogado está em pleno exercício da profissão.
Paulo Firmino de Souto – é por demais conhecido no meio presbiteriano e tem uma larga folha de serviço prestado a Igreja Presbiteriana do Brasil. Foi diácono por dois anos e durante 15 anos exerceu com muita galhardia o cargo de Presbítero na Igreja Presbiteriana do Alecrim em Natal. Nasceu no dia 08 de novembro de 1931 em Barra de Santa Rosa município de Picuí na Paraíba, Filho de Germano Firmino de Souto e Percides Soares de Souto, seus irmãos Hermani Firmino de Souto é Presbítero Emérito da Igreja Presbiteriana de Uberlândia/ MG e Rev. Moacir Soares de Souto é Pastor Jubilado pelo Presbitério de Vitória/ES, tendo este, no início de seu ministério exercido o seu pastorado na Igreja Presbiteriana de Pombal na década de 60.
Para se ter uma idéia da dimensão do trabalho de Paulo Souto registraremos suas atividades na condição de Presbítero. Professor durante vários anos da Escola Bíblica Dominical, Presidente da Federação de UPH’s do Presbitério PB/RN. Secretário Sinodal do Trabalho Masculino Sínodo PB/RN. Foi o fundador juntamente com o Secretário Sinodal das UPH’s Presbítero Valdir Bichinho, da Confederação de UPH’s do Sínodo PB/RN. Organizou e Presidiu durante três anos a Federação de UPH’s do Presbitério Potiguar/RN. Vice Presidente da Federação de UPH’s do Presbitério Seridó/RN. Vice Presidente por dois mandatos da Confederação Sinodal do Sínodo RN. Sócio emérito da União de Homens Presbiterianos da Igreja Presbiteriana do Alecrim, a qual presidiu por 5 mandatos. Presidente da UPH da IP Pirangi/Natal/RN. Atualmente membro dessa igreja residindo no mesmo bairro, é casado há 54 anos com Leonor Batista de Souto, por sinal pombalense, com a qual teve dois filhos: William Batista de Souto e Vera Lúcia Batista de Souto.
Com uma presença de espírito marcante o nosso irmão e amigo Paulo Souto é muito brincalhão, e pelo seu bom humor, alegra sempre os que estão a sua volta. É querido e amado por todos. Grande conhecedor da Bíblia, da doutrina Presbiteriana e conhece bem a Constituição da IPB, sendo fonte de consulta para os menos versados. Foi agraciado pela Confederação Nacional do Trabalho Masculino com o título honorífico de HOMEM PADRÃO PRESBITERIANO de 2008.
Ao Reverendo Jubilado Enoque José de Araújo e ao Presbítero Emérito Paulo Firmino de Souto, rendo-lhes em nossa coluna, as nossas homenagens.
*RADIALISTA.
Natal, 29 de janeiro de 2010.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Paulo Abrantes ladeado pelos Jornalistas Madruga e Jonas Batista. (Foto)
NO JORNAL ESTADUAL DA TABAJARA.
O Engenheiro Paulo Abrantes de Oliveira, na condição de parceiro e colaborador deste Portal, visitou nesta manhã de segunda feira - 25 de janeiro de 2010, os studios da Rádio Tabajara da Paraiba por ocasião do Jornal Estadual, e fez a entrega do texto "OS PRIMÓRDIOS DO RÁDIO PARAIBANO, DEPOIS TABAJARA" de autoria do radialista Clemildo Brunet, para marcar a celebração dos 73 anos de atividades da emissora Paraibana. Ele mesmo narra como se deu este encontro com os Jornalistas Jonas Batista e Madruga, apresentadores do noticiário matutino da rede estadual:
Caro Clemildo,
espero que tenha escutado pelo rádio, o comentário em cadeia estadual, de sua homenagem escrita em seu Blog sobre os 73 anos de fundação da Rádio Tabajara. Foi tudo muito bem, o radialista Jonas Batista e o Jornalista Madruga que fazem o programa, me receberam cordialmente de forma alegre e distinta, em seguida teceram elogios a sua pessoa e ao seu precioso trabalho no rádio sertanejo, ao longo desses anos.
É pena que a descrição desse trabalho, principalmente como correspondente de Pombal, não estivesse no ar, naquele momento, pois foi durante o intervalo do programa. Não é difícil notar que eles lhes têm grande admiração, tanto pela sua pessoa quanto pelo seu valoroso trabalho. Foi o que pude apurar. Um grande abraço, gostei da missão.
Do amigo de sempre,
Paulo Abrantes de Oliveira.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Antonio Dantas Maniçoba*
Recentemente recebi um exemplar do livro Sob o Céu Estrelado de Pombal, do escritor Jerdivan Nóbrega de Araújo, publicado em 1997.
Li essa interessante obra com avidez, em cada página regredindo no tempo, tentando me inserir na narrativa com a idade que tinha à época. Regozijei-me com personagens e locais queridos que a narrativa nos traz. É impossível ao leitor que tenha vivenciado a Pombal dos anos sessenta não se enquadrar em algum trecho ali descrito pela prodigiosa memória do autor. É também uma verdadeira viagem no tempo, um registro histórico de leitura obrigatória para todos aqueles que nasceram sob o céu estrelado de Pombal.
É mister, nós daquela geração, levarmos tais conhecimentos às futuras para que nossos descendentes, nascidos sob esse atual mundo globalizado, tomem ciência de que mesmo em época de pouca fartura e desenvolvimento tecnológico precário conseguia-se ser feliz até mesmo em uma pequena cidade do interior da Paraíba.
Há poucos dias recebi a noticia de que brevemente serei avô. Idéias me vêm à mente e planejo que o meu netinho ao dominar as primeiras leituras seja presenteado com um volume da referida obra e destarte aguardarei ansioso pelas primeiras perguntas, inevitáveis a toda criança, tais como: - O que é uma Ingazeira, Vovô? - O que é Reisado?
E assim, com a satisfação e a paciência que a situação requer, explicarei de forma pormenorizada e prazerosa todas as dúvidas suscitadas pela obra sobre nosso querido torrão. Não esperarei que apenas o tempo, este professor, ensine às novas gerações as lições de vida que tivemos. E quando estiver em idade apropriada levarei meu netinho para passear de mãos dadas pelas ruas de minha infância em Pombal e visitaremos as ruas do Comércio, Nova e de Baixo, o Rio Piancó, as majestosas igrejas Matriz e do Rosário, a Coluna da Hora, voltearemos a Praça do Centenário, mostrarei os locais onde ficavam o Cine Lux e a Casa do Altinho – que não existem mais – e a velha cadeia pública, isto se a sanha destruidora da memória de nossa terra não tiver continuidade!
Tal leitura me levou a refletir sobre a capacidade que nossa terra tem em gerar mentes prodigiosas e despertar em seus filhos um amor inconteste, que ano a ano se traduz em obras e textos em diversas formas de publicações, todas louvando esse pequeno rincão originado do Arraial de Piancó.
Jamais se viu em outras plagas tamanho amor por seu torrão natal quanto aquele dedicado pelos filhos dessa terra, e, sobretudo a exteriorização de tal sentimento através dos belos textos escritos pelas mentes estreladas de Pombal.
* Filho de Pombal, Msc. Eng. Elétrica e Bel. em Direito, Professor da UFMA/S.Luis-MA

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

CLEMILDO BRUNET*
São poucos os pesquisadores e historiadores que se envolvem para ir buscar nas fontes fidedignas a história do nosso rádio. Uma história que pelo relato de alguns, nos emociona bastante levando-nos a um passado glorioso de como se deu o seu nascedouro na Paraíba. Digo isso porque Amo o rádio e a sua história, seja da nossa região ou de outros lugares do Brasil. O rádio faz parte de todos nós no seu dia-a-dia, exercendo uma influência enorme nas pessoas, não importando a que classe social elas pertencem.
Descobri que as primeiras transmissões de rádio realizadas aqui na Paraíba vieram por iniciativa de alguns homens em João Pessoa, que sentindo o alcance em nossa capital da Rádio Clube de Pernambuco e sua preponderância econômica, pois alguns anunciantes propagavam seus produtos entre consumidores pessoenses, decidiram também instalar uma rádio, denominando de Rádio Clube da Paraíba, que pouco tempo depois, tornou-se Rádio Tabajara da Paraíba.
A transferência sem ônus para os cofres do Estado feita pelos proprietários da Rádio Clube da Paraíba, doando a emissora ao Governo, fez com ela viesse a receber um novo nome, PRI-4 Rádio Difusora da Paraíba, que foi inaugurada no dia 25 de janeiro de 1937, para sinalizar os dois anos da administração do interventor Argemiro de Figueiredo. Nessa mesma data chegava a João Pessoa vindo do Recife, uma caravana artística, no comando do Maestro Nelson Ferreira, ocasião em que se deu um intercâmbio cultural entre os dois Estados.
Depois de inaugurada a Rádio Difusora da Paraíba manteve uma programação experimental funcionando das 18 as 22:30 hs, de segunda a sábado, aos domingos o horário era somente de 12 às 13 horas. Nesse tempo eram poucos os receptores, só havia 10 na cidade. Bem próximo do Carnaval a emissora dedicou alguns horários para tocar as músicas da época, em 30 de janeiro. Nesse mesmo dia foi instalado um possante aparelho fabricado pela Byington na sede do Sindicato dos Comerciários na Rua Duque de Caxias, para a retransmissão do jogo entre Brasil e Alemanha, realizado no Rio de Janeiro.
Em homenagem aos primitivos habitantes da Paraíba, os índios Tabajaras, no dia 15 de abril de 1937, é autorizada a mudança do nome da emissora, passou a chamar-se Rádio Tabajáras da Parahyba; por questões de marketing, o nome seria alterado depois para Tabajara. Na edição da sexta feira, 16 de abril de 1937, o Jornal A União publicou a notícia: “A PRI-4 Rádio Difusora da Paraíba, passou a denominar-se Rádio Tabajara. É uma justa homenagem que se presta à grande tribo Tabajara, que, comandada pelo valente cacique Pyragibe, nos primórdios da civilização brasileira, teve uma influência notável e digna de homenagens no espírito que orienta a formação intelectual da nossa terra”.
Em 1965 fui estudar em João Pessoa e tive a oportunidade de conhecer a sede da emissora na Rua Rodrigues de Aquino conhecido como o Palácio do Rádio. Este prédio foi obra do engenheiro-arquiteto Clodoaldo Gouveia e estava entre os cinco primeiros projetos a serem executados no país, destinados com exclusividade para emissoras de rádio: Nacional do Rio de Janeiro, Cultura de São Paulo, Farroupilha de Porto Alegre, Clube de Pernambuco e Tabajara. O prédio da então PRI-4 prefixo pelo qual ficou popularizado por muito tempo a Rádio Tabajara, foi demolido, apesar de ter sido tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e artístico da Paraíba, para dar lugar ao Fórum da capital.
Segundo relato do Professor doutor Moacir Barbosa de Sousa da Universidade Federal da Paraíba-UFPB, no final da década de 70 a Rádio Tabajara passou a funcionar provisoriamente em um prédio na Avenida João Machado, na mudança, uma parte do acervo de milhares de discos de 78 rotações foram quebrados ou perdidos, ninguém deu conta dos restantes dos discos. Em 1985 no Governo Wilson Braga o Studio da emissora foi transferido para um prédio recém construído de modernas instalações ocupando ampla área na Mata do Buraquinho, local da antiga sede dos transmissores onde ficava a Fazenda São Rafael. Na condição de convidado assisti a inauguração da nova sede da emissora.
Foram poucos os que levantaram a voz contra a demolição do prédio da Tabajara. O professor e cineasta Linduarte Noronha, ex diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba e ex diretor da Rádio Tabajara na década de 70, assim se expressou: (NORONHA, 1987, p. 29):
A história da Rádio Tabajara é muito parecida com a de A União: foram ambas destruídas espiritualmente. Arrancadas suas raízes num Estado que aprendeu a não respeitar suas origens, seus bens culturais. Uma chamada “elite” que entende ser preciso destruir para progredir, parece ser dona desta filosofia de final de século. Os alicerces profundos da Tabajara implantados por Argemiro de Figueiredo, em 1937, não mais existem. As duas unidades [estúdios e transmissores], símbolos de uma época do surgimento da informação eletrônica, de inestimáveis valores arquitetônicos [...] foram decapitados com extrema violência [...] A História da Rádio Tabajara tem um dia de ser escrita. As pesquisas ainda não foram feitas. Seus fundadores estão esquecidos. Sua memória ignorada pelas gerações de hoje. Não acuso os fazedores do rádio de hoje, porque o próprio rádio sofreu transformações profundas nas últimas décadas. O que está em pauta é o método de destruição desta cidade, deste Estado, nas suas raízes, o seu status desaparecido e de difícil reparo. [...] em tudo isso a Tabajara foi pioneira e nada disso existe mais para sua comprovação, hoje.
Por falar nisso, segundo Deodato Borges, que até bem pouco tempo foi diretor da Rádio Tabajara, lembrou que a semelhança de outras emissoras paraibanas, esta emissora não mantém em seus arquivos de hoje - nem uma gravação, seja em fita ou acetato, que possa resgatar a memória dos velhos tempos, fazendo chegar às novas gerações as vozes dos que fizeram a história da emissora. A não ser alguns ouvintes que gostam de colecionar essas raridades. (Tabajara 65 anos A Rádio da Paraíba de Josélio Carneiro).
A Rádio Tabajara da Paraíba, neste 25 de janeiro de 2010, está completando 73 longos anos de sua trajetória artística e noticiosa. Muitos intérpretes e cantores da nossa música popular brasileira como Alcides Gerardi, Carlos Galhardo, Cauby Peixoto, Nelson Gonçalves, Orlando Silva, e até internacionais - Bievenido Grande, Gregório Barrios, Tommy Dorsey, Augustin Lara e tantos outros, estiveram em seus notáveis programas de auditórios; nossos talentosos calouros que mais tarde se destacaram e foram levados a categoria de artistas nacionais de renome a exemplo do nosso Jackson do Pandeiro, e a internacionais, como Sivuca e Severino Araújo com sua famosa Orquestra Tabajara.
Como paraibano me orgulho de ter participado da história radiofônica da nossa Tabajara tão querida e dado minha humilde contribuição no jornalismo e coberturas de pleitos em diversas eleições ocorridas nesse período. Durante dez anos tive o privilégio de ser correspondente da cadeia de emissoras do Jornal Estadual da Tabajara, entre a região de Pombal e Cajazeiras, através das emissoras, Radio Maringá AM (82-89), Rádio Bom Sucesso (89-92) e Alto Piranhas de Cajazeiras (janeiro a abril de 1993).
No meu pensamento foi o melhor tempo de rádio que vivi, pois aprendi muito com Otinaldo Lourenço, Carlos Alberto de Oliveira, Lenilson Guedes, Airton José (Bolinha), Edmilson Pereira, Assis Mangueira, Valter Cartaxo e ainda os saudosos radialistas Hermano Ponce, Antonio Assunção e Paulo Rosendo.
Nesse tempo participei de vários encontros políticos em diversas regiões da Paraíba e sentir de perto a força da comunicação do rádio, pois quando me apresentava a qualquer personalidade da política, secretário de Estado, ou chefes de estatais, vinha logo à referência, ah! Você é integrante da cadeia de notícias do Jornal estadual da Rádio Tabajara!
Ainda em sua história nos dias atuais, a Rádio Tabajara da Paraíba, em 14 de novembro de 2007, através do Radialista e Advogado Adelton Alves, transmitiu de Pombal para uma cadeia de emissoras, o seu Programa matinal “PARAÍBA NOTÍCIA”, tendo como emissora geradora a Rádio Maringá de Pombal 98.7 FM, numa deferência toda especial a Festa dos Radialistas – TROFÉU IMPRENSA 2007 – RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.
Aos de ontem e aos de hoje, que fizeram e fazem a nossa TABAJARA, os meus sinceros parabéns, pelo transcurso do seu septuagésimo Terceiro Aniversário!
*RADIALISTA.
Natal, 21 de janeiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Profº Vieira (Foto)
POR FRANCISCO VIEIRA*
Considerando ser a história constituída de fatos e pessoas, verificamos, entretanto, que nem sempre a prática condiz com a teoria. Assim, é que muitas pessoas que em vida prestaram relevantes serviços à humanidade são excluídas do contexto histórico pelos próprios semelhantes, sendo seus nomes esquecidos e desprezados como peças descartáveis, portanto, às margens do reconhecimento público, práticas que se confirmam em nossa terra.
É no mínimo intrigante o comportamento da humanidade nesse sentido. E o que é pior, enquanto enaltece alguns nomes – às vezes com exagero – marginaliza outros os colocando no ostracismo. È difícil entender o quanto à humanidade é ingrata e injusta consigo mesma. Como esquece facilmente pessoas que dedicaram a vida por uma causa, um objetivo. Quem assim procede certamente não entende que a ingratidão é própria dos insensatos, atitude que fere, maltrata e corrói o ser humano.
Nesse aspecto em Pombal não é diferente. Vez por outra, sem uma explicação convincente a população falta com o devido reconhecimento ao trabalho de pessoas que lutaram pelo desenvolvimento do município. A título de exemplo, verifico constrangido o descaso em relação ao saudoso Padre Sólon Dantas de França, que a meu ver não recebeu em Pombal, sequer em Paulista, sua terra natal, homenagens à altura de sua importância. E, como se não bastasse a tímida homenagem recebida durante suas exéquias, ainda foi injustiçado, deixando de figurar como patrono do Campus Universitário de Pombal, instituição pela qual lutou com afinco. Mesmo reconhecendo os méritos do homenageado Celso Furtado, o nome do religioso seria de melhor alvitre considerando o muito que fez pela educação no município e região. Foi ele o grande responsável pela instalação das faculdades de Agronomia e Ciências Contábeis criadas pela FESC – Fundação do Ensino Superior de Cajazeiras, hoje transformadas em UFCG. Foi, por conseguinte o grande mentor, apoiado por outros dignos de elogios como: Martinho Salgado, Ex. Prefeito Jairo Feitosa e Deputado Carlos Dunga. Em suma, a eles devotamos todo o mérito.
Longe de mim a tresloucada idéia de desmerecer a importância do pombalense Celso Furtado. Tentar ofuscar o prestígio do renomado economista seria tão inútil quanto malhar em ferro frio. Falar a seu respeito se faz desnecessário considerando ser o humanista intensamente conhecido e respeitado pelas suas obras e importantes cargos ocupados na área da economia e educação em nível de mundo o que faz jus as inúmeras homenagens recebidas em vida e pós morte.
Entretanto, em que pese o citado economista ter se destacado mundialmente e considerando, sobretudo ser filho de Pombal, o que se constitui uma honra e orgulho para os pombalenses, há de se convir que sua ínfima contribuição para com a terra natal é considerada insignificante em relação aos poderes que detinha. Além de ter nascido em Pombal, o que considero um acidente de percurso, nada mais de importante fez pelo progresso de sua terra e que evidenciasse amor filial. Além do mais, sua breve permanência na “Terra de Maringá”, foi bastante efêmera, por isso, insuficiente para gerar laços de afinidade ou raízes mais profundas que justificassem um amor mais complexo, terno e completo. Afinal de contas amor sem raízes dura pouco ou quase nada.
A propósito procurei em Pombal algo em homenagem ao referido vigário. Em vão busquei algum marco que justificasse o nosso reconhecimento pelo seu trabalho ou que assinalasse seu honroso e marcante convívio entre nós. Infelizmente nada encontrei. .Mais infelizmente ainda é que nada existe Não há sequer uma rua, praça, bairro ou mesmo um edifício com o seu nome. Essa presente ausência de homenagem é prova da insensibilidade humana que numa injustiça desmedida marginaliza quem tanto fez como padre, religioso e administrador. Na condição de padre exerceu a missão com amor, fidelidade e devotamento; como religioso, mostrou-se vocacionado seguindo respeitosamente os conceitos doutrinários e como administrador, soube dirigir com determinação órgãos ligados à saúde e educação, o que lhe permitiu a prática do bem e a prestação de incontáveis favores aos mais necessitados. Foi em síntese um líder sem, contudo exercer cargo político. Enfim, foi um mártir, pois além de defender a veracidade da ”Palavra de Deus”, ainda sacrificou sua vida pelas causas que acreditava.
Como toda causa produz seus efeitos as críticas são conseqüências. Contudo, mesmo sujeito a incompreensão e o risco da condenação, reafirmo meu ponto de vista com o propósito de exaltar o valor e a grandeza das personalidades, conforme a obra de cada um. Meu intuito não é outro, senão, alertar para a reparação da injustiça cometida, pois a prática do bem exige o reconhecimento de todos. Assim, me coloco em defesa de uma grande personalidade, como tantos outros, um mártir mal compreendido, vítima do descaso e posto ao lado como algo inútil. E, se assim não fizesse seria omissão e no silêncio estaria corroborando com o erro, o pecado e a injustiça cometida. Antes a rejeição dos incompreensíveis que a condenação por injustiça.
Bem, diante desse quadro, espero que esta lição nos possibilite reverenciar nossos líderes, nossos heróis, reconhecendo o valor de quem merece ser cultuado sempre, assim como PADRE SOLON – NOME DIGNO DA MINHA DEFESA.
*PROFESSOR, EX-DIRETOR DA ESCOLA ESTADUAL JOÃO DA MATA E EX SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÂO MUNICIPAL.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Por Severino Coelho Viana.
Na nossa vida estamos cercados de pessoas que constituem o elo de nossa própria vivência – este elo se estende desde os familiares até o nosso amigo mais íntimo, o confidente, o conselheiro, o camarada da hora certa e dos momentos incertos, do abraço efusivo na hora da vitória, do cumprimento aconchegante nos instantes de tristezas, da palavra de conforto no minuto de sofrimento e nas ocasiões da perda e da dor que nos são reservadas.
Amigo é aquele cara que nas horas boas ou ruins está para o que der e vier, de ombro a ombro, festejando as alegrias e comungando para superação dos momentos difíceis do viver. Os amigos podem ser classificados de várias maneiras: o mais chegado que o irmão, amigo de infância, amigo de colégio, amigo de faculdade, amigo de trabalho, amigo de vizinhança, amigo ideológico, amigo de farras, é o amigo que mesmo distante está presente. Mas queremos falar do mais emblemático: o aminimigo, que é irmão siamês do amigo da onça, do amigo-urso, do amigo-peixe, o amigo que está sempre de bandeira vermelha erguida, que conduz aceso na sua mão o fósforo para jogar dentro do barril de pólvora. O chamado destruidor de prazer, o fanfarrão adepto da injúria, o pensador da maledicência, o desbocado por natureza e o deselegante no linguajar por índole.
Entre a afinidade e a inimizade existe a figura do aminimigo, que se camufla de bom amigo com um abraço sutil e de um devotamento maroto como um bote de cobra cascavel. O sorriso é fácil, o olhar é sonso, a palavra é falseada. O pior de tudo isso é que de nada desconfiamos e constamos o nome dele na relação dos melhores amigos. Traição em dosagem dupla. De vez enquanto começamos a descobrir a engrenagem deste labirinto que nos guia para o abismo. A falsidade da verdade é difícil de ser checada à primeira vista, porém um dia a máscara cai do rosto enganador.
A vontade de vingança deste nosso falso amigo ele carrega no seu bornal de flechas venenosas, só não acerta no alvo por que a inocência prevalece sobre a malignidade dos artifícios tenebrosos. O sentimento de revolta ele traz dentro de suas entranhas e não revela a ninguém o seu desejo de massacrar e vilipendiar a benevolência. É pura criação da maldade e do subjetivismo particular; é tão cruel a ação do aminimigo que ele ataca por puro ódio que leva no seu próprio coração. É insatisfação generalizada, é malícia desmedida, é sentimento de revolta, é ambição tresloucada, é vingança engendrada no ocultismo da maldade. Recordamo-nos de um conto que se encaixe neste tema:
“Era lindo, muito lindo. Quando alguém soube que tinha inimigos, ele foi ouvir o sábio das montanhas, porque era horrível ter inimigos. E o sábio falou: - Você tem inimigos porque é bonito. Os seus inimigos não perdoam a natureza que o fez assim. E, como a natureza é coisa abstrata, ficam com raiva de você (que é concreto) e se tornam seus inimigos. O homem, então, tomou banho de vitríolo e ficou deformado e feio. Mas era inteligente e soube que tinha inimigos ainda. O velho das montanhas disse: - Agora que é feio, eles não perdoam um homem feio e inteligente. Ficou em silêncio para que não notassem sua inteligência. Os inimigos continuaram porque era rico (foi o que disse o velho das montanhas). E ficou pobre (o que foi muito fácil). Mas ainda tinha inimigos. - Você era bonito, inteligente e rico, e não é mais. Mas eles não perdoam quem é tudo isso e o devolve. Eles são muitos. Mudou-se para as montanhas. Mas tinha inimigos. O velho o alertou que eles ficaram aborrecidos, porque não tinham mais de quem pudessem ser inimigos. Ficou, então, inteligente outra vez e, quando ficou rico, tratou da feiura e ficou bonito outra vez e viveu feliz, cercado de inimigos”.
O aminimigo está muito próximo de nós mesmos e não identificamos de imediato, integra o nosso convívio, visita nosso lar, circunda as rodas de nossos outros amigos, conhece os nossos costumes, sabe até de parte de nossa intimidade, no entanto, não acredita no que é real e visível aos seus olhos, busca na mediocridade de seu próprio raciocínio o ataque impiedoso para sufocar o seu “amigo”, cujo desejo é vê-lo na fumaça escura da locomotiva na vida e pô-lo na sarjeta da primeira esquina do beco.
O passo a passo do aminimigo é difícil de ser acompanhado pelo amigo perseguido, pois, além dele saber localizar-se em ponto estratégico, as suas artimanhas são lançadas de forma oculta e seus atos são executados na clandestinidade, ou seja, na maioria das vezes, sempre na ausência do amigo perseguido. As suas tochas de fogo são acesas com a saliva da maldade, quando o amigo inocente se prepara para a sua caminhada, os olhos do aminimigo atiçam faiscas nos gravetos da estrada que será percorrida na tentativa de atrapalhar ao ponto final da chegada. A frase argumentativa pronunciada pelo amigo inocente, logo o aminimigo se joga contrapondo-se mesmo reconhecendo no íntimo o seu próprio erro. Quando ele não tem nenhum contra-argumento, a saída dele perante os olhares alheios é o sorriso irônico, como que se o mal engendrado de nada valeu!
O sucesso do amigo inocente ele recebe e devolve com uma praga de esconjuração apelando para o centro do ego satânico a fim de que aquela vitória venha como uma nuvem passageira. Em contrapartida, a vida do aminimigo é levada como um saco de gatos, uma verdadeira baderna, de vez enquanto o cisco cai no seu olho, ele não sente, apenas estava avistando a trave no olho alheio. Entretanto, na ocasião certa, quando o tiro sai pela culatra, ele acha que foi o destino que conspirou contra a sua vida, esquecendo que ele foi o feitor do cartucho e ele próprio armou a espingarda que detonou o tiro pela culatra.
A libertação do bom amigo de pureza angelical das garras deste amigo falso só encontra respaldo de defesa no escudo divinal, que afasta os malefícios e deslinda os mistérios de destruição.
João Pessoa, 20 de janeiro de 2010.
SEVERINO COELHO VIANA

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Jerdivan Nóbrega de Araújo*
Houve um tempo em que nem mesmo a escassez material, que era comum as nossas famílias, era motivo fazer de nós pessoas infelizes. Isto por que a felicidade nunca vem embalada em papel de presentes, daí as pessoas que esperam que ela assim venha, acabam por jogar fora as coisas boas da vida ao a avaliarem pela embalagem.
Era um tempo em que as coisas eram bem mais fáceis, mesmo por que podíamos sempre contar com a presença dos nossos pais, na nossa volta para casa, depois do nosso cansativo dia “de não fazer nada nas ruas de Pombal”, mergulhando nas ingazeiras do rio ou roubando frutas em alguma roça entre as que margeavam o velho Piancó. Quem diria que ser feliz era soltar pipa, brincar de carrinho de lata, rodar pinhão com ponteira e tudo feito por nós mesmo?
Naquele tempo não havia a necessidade de saber o valor das coisas, se não as tangíveis: estas, essenciais ao nosso dia a dia e, por tanto, invisíveis aos olhos dos adultos. Como mensurar, por exemplo, o valor de um banho de chuva nas bicas da Rua Nova, Rua do Comércio ou Rua João Pessoa? Como mensurar o valor de assistir ao circo se aventurando pelos buracos da cerca, ou vender gibis nas portas de um cinema do interior como o da nossa infância? Que valor pode se dá a uma tarde futebolística no Avelozsão? Ou você venderia o prazer de encontrar um tio, uma avó ou um padrinho nas ruas da sua cidade e tomar a benção, mesmo não sabendo o que é bem tomar a benção?
Houve um tempo, meu caro Paulo, em que nossas professoras atendiam por nomes de Dona Neusa, Dona Cessa, dona Mirinha e muitas outras que a memória, agora vindo em relampejos, me trai as lembranças. Sei que umas eram louras, como dona Eliane, com seus um metro e setenta e cinco de altura e cabelos escorridos até cintura, ao ponto de nos desconcentrar nas aulas de leituras. Trazia nos lábios o sorriso de Jane das Selva, das matinês de Tarzan. Lembro-me dela, nas tardes de chuvas torrenciais, me pedindo para ir até a sua casa, ali na Rua Nova, pegar um guarda chuva, o que eu fazia com o mesmo entusiasmo do superman quando, ao final do gibi, era recebido por Loise Lane, ao ter salvo o mundo mais uma vez das garras do Curinga.
Outras eram morenas, como sua irmã, dona Ione, que passava as mãos em minha cabeça e dizia para eu cortar os cabelos, livrando “pelo menos os olhos desta franja que lhe toma a visão”, zombado do meu corte militar. Dona Bruna ou negra Bruna, arrastava seu corpão por entre as carteiras, com uma régua ameaçadora nas mãos, mas, só era ameaça: Sempre abria um riso de mãe a nos ajudar na interpretação dos textos que vinham em livros coloridos, onde as gravuras nos levavam á mundos distantes e imaginários e que pensávamos nunca alcançá-los. Um mundo de fantasias, que imaginávamos tão distantes, mas, olhando hoje, vejo que era na verdade o mundo em que vivíamos retratado nas páginas dos livros infantis, lido em salas de aulas pelas nossas amadas alfabetizadoras.
Éramos reis, éramos heróis e, quem sabe, muitas das vezes chegamos a tempo de fazer o desvio do trem para salvar a mocinha e ainda esperar os aplausos. Tempo em que se ouviam nas madrugadas, de Pombal solitários e apaixonados cantores, dedilhando modinhas nas janelas da Rua de Baixo, Rua dos Roques e Jerônimo Rosado, fazendo dueto com os cães que latiam a cada nota solta ao vento frio que vinha da serra do Acari. Musicas gravadas em fita cassete, rebobinada várias vezes nas mãos da menina apaixonada que tentava entender tão triste melodia, tirando da li trechos que comporia a carta apaixonada, deixando-a, mais tarde, por baixo da porta do seu amor secreto, que só tinha ouvidos para as letras de Chico Buarque de Holanda e Geraldo Vandré.
Da TV tupi, com o Almirante Nelson em Viagem ao fundo mar, as Cavalarias que massacravam os índios no Cine Lux. Do homem da Cruz que entrava na cidade arrastando seu sofrimento, sua fé sua ignorância, ao vendedor de doces que troca um bom bocado por uma garrafa vazia. Tudo era motivo, um bom motivo para ser feliz, mesmo por que sabíamos que, ao voltarmos para casa a mesa estaria posta e, por não sabermos o que sabemos hoje, por não exigirmos dos nossos pais o que os filhos exigem hoje, não fazíamos idéia que, em alguma mesa em nossa cidade, alguém, alguma família tinha um mesa mais farta do que a nossa e isso nos fazia feliz.
A fartura que se tinha era de presença, de família, de vizinhos entrando casa a dentro, falando em voz alta e, sem pedir permissão, indo até a cozinha, pegando o prato e se servindo. Houve, Paulo Abrantes, esse tempo e nós fizemos parte dele. Mesmo quê sua geração e seus amigos das ruas de Pombal sejam um pouco anterior a minha, o cenário das nossas histórias são os mesmo. Por isso eu estou nas suas e você está nas minhas vivências pelas ruas da nossa Pombal e não vai ser uma demolição que vai tirar isso de nós.
Espera-se que o tempo, esse professor, ensine as novas gerações as lições de vida que tivemos: Pena é que o tempo é um professor implacável e costuma matar seus alunos antes da colação de grau..
*ESCRITOR POMBALENSE.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Maciel Gonzaga (Foto)
POR MACIEL GONZAGA*
Nenhum outro esporte conseguiu influenciar tanto a cultura do povo brasileiro quanto o futebol. Alguém já disse com muita propriedade que o futebol está presente na linguagem do cinema, da música, do teatro, da dança, do rádio, da televisão, da literatura clássica, da prosa e tudo mais. É a paixão nacional.
Na década de 50 e início da década de 60, a nossa Pombal viveu um apogeu em termos de futebol, com o São Cristóvão Futebol Clube, sob o comando de Eurivo Donato (Mixuruca) e “Cabina” do Bar. Tivemos memoráveis partidas contra equipes de Caicó, Currais Novos, Parelhas, Souza, Itaporanga, Piancó, Catolé do Rocha, Antenor Navarro, entre outros municípios do Alto Sertão da Paraíba. A nossa hegemonia era clara e evidente. Não perdíamos para ninguém jogando em casa, graças a força de atletas como Nego Aderson (goleiro), Zaqueu, Perequeté, Chico Sales, João Rapadura, Tuzinho e, o maior de todos eles, Carlos César, entre outros.
Carlos César, um verdadeiro camisa 10, o que, aliás, está faltando hoje no futebol brasileiro. Ainda menino já dava sinais de que seria um grande jogador por ter intimidade com a bola e saber fazer gols. No São Cristóvão, ganhou o apelido, dado por Eurivo Donato, de “Meu César”. Por que? Simplesmente porque quando ele fazia uma de suas jogadas geniais e complementava-a com o gol, o seu velho pai, Severino Pedro, que tinha uma mercaria na Rua do Comércio, comemorava abraçando-se a torcedores e amigos aos gritos: “Foi meu César... Foi meu César”. O nome pegou e, me parece, Carlos César não gostava muito.
Na segunda metade da década de 60, foi embora para jogar no Esporte de Patos, que disputava o Campeonato Paraibano. Jogou somente uma temporada e, no ano seguinte, já estava no Campinense Clube que, à época, era a maior força do futebol do Estado. No final dos anos 60, eu fui morar em Campina Grande e, por força do destino, no bairro de São José - o bairro onde fica o campo do Treze. Novato na cidade grande, sem conhecer praticamente nada na terra da Borborema, ouço um carro de som anunciar a realização de um jogo amistoso entre Treze x Campinense, no Estádio Presidente Vargas, distante poucos metros da casa de uma tia, onde eu morava. Não perdi tempo, lá estava. Queria rever “Meu César”. Quando a Raposa entrou em campo, fiquei no alambrado gritando: “Meu César...Meu César...”. Ele notou que seria alguém de Pombal, olhou e me viu. Veio até o local, me cumprimentou e perguntou o que eu estava fazendo ali. Respondi que agora morava em Campina, onde tinha vindo estudar. Segurando a minha mão, disse: “Tudo bem, qualquer coisa pode me procurar”. Aquelas palavras me comoveram muito e, a partir daquele momento, eu tomei logo uma decisão: seria um “raposeiro” (como é conhecido o torcedor do Campinense).
E fui, sim, um raposeiro apaixonado durante todo o tempo em que morei na Rainha da Borborema, até mesmo sem nenhuma vergonha de dizer através da Rádio onde trabalhava que só comecei a torcer pelo Campinense por causa de Carlos César. Trabalhando no rádio e em jornais, no setor esportivo, sempre abri espaço para Carlos César. Éramos amigos! Quando nos encontrávamos, a conversa era sempre sobre as coisas de Pombal, a nossa querida terra, a festa do Rosário, o rio Piancó e, como não podia deixar de ser, o São Cristóvão.
Carlos César era um jogador fenomenal, elegante com a bola no pé. Um verdadeiro maestro, que comandava o seu time dentro de campo. Contava-me um amigo de nome “Joca Pincel”, que morava no bairro de José Pinheiro, onde fica o Estádio Plínio Lemos – antiga casa do Campinense – que, após os treinamentos diários, o técnico Joaquim Felizardo (já falecido) colocava uma garrafa em cima do travessão (que era de madeira e ainda quadrado) para os jogadores tentarem acertar com a bola. O nosso pombalense acertava quase todas as tentativas e, com isso, aprendeu a cobrar faltas com maestria, fez muitos gols e deu muitas alegrias à torcida raposeira.
Nos anos 70, Carlos César foi vendido ao Clube Náutico Capibaribe, de Recife. Lá, também se destacou. Depois, retornou ao Treze Futebol Clube. Como havia se casado com uma jovem da cidade de Esperança, distante 20 KM de Campina Grande, já em fim de carreira, foi jogar no time local, que disputava o Campeonato Estadual. Era a sensação! Ouvi muitas vezes o comentarista esportivo Humberto de Campos (meu amigo pessoal), que já não está mais entre nós, dizer: “Carlos César, sozinho, joga mais do que todo o time adversário”. Podia ser Treze, Campinense ou qualquer outra equipe. A última vez que o vi, já não jogava mais futebol e trabalhava em um supermercado na cidade de Esperança que, me parece, seria dos familiares de sua esposa.
Carlos César foi o maior ídolo do futebol de Pombal. Com a bola nos pés, ele não deixava nada a dever a craques como Roberto Revelino, Paulo César Cajú e outros da sua época. Para mim, o filho de Severino Pedro foi um dos melhores jogadores de futebol que eu vi jogar. Meu querido Carlos César, onde você estiver, receba os meus cumprimentos e a minha admiração, que será sempre eterna.
*JORNALISTA, ADVOGADO. NATAL – RN.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Clemildo Brunet (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
Fazer política é uma arte. Já se diz por aí que a política tem sua dinâmica e muitas são as ações dos políticos nesse contexto. Aquele que já foi predestinado para ser homem público ou homem do povo, não foge a seu destino. Já se foram tantos anos, reporto-me a década de 80.
No cenário político pombalense surgiu um homem que tanto se sobressaía no meio da multidão por causa da sua estatura, como pela bondade de atender a necessidade de sua gente. Este homem era Levi Olímpio Ferreira, de saudosa memória, que neste dia 16 de janeiro de 2010 marcam 15 anos de sua morte. Até hoje a geração de sua época lembra os seus feitos.
Levi, Como agropecuarista amealhou bens para o sustento de sua família, era casado com Azenete Rodrigues de Queiroz Olímpio e dessa união nasceram os filhos: Dalva Letícia, Herbet Levi, Francisco Tibério e Rebeca. Levi na condição de homem do campo estava acostumado com as lutas diárias e sofridas de um autêntico sertanejo, ele carregava consigo a marca do destemor. Era corajoso por natureza. Não tinha medo de nada, sua estatura elevada e de voz forte e firme, corroborava de tal modo, que sua fama se estendeu por toda parte.
Nós sertanejos deixamo-nos levar por essas histórias fantásticas de homens de coragem. Não sei se é por causa das toadas e canções interpretadas por Luiz Gonzaga que fala da macheza do homem de nossa região ou se é porque somos atraídos e fascinados pelos filmes do velho oeste nos Estados Unidos, que sempre mostrava a bravata dos que empunham armas e procuravam fazer justiça com as próprias mãos.
Bem muito antes de abraçar a política, espalhou-se a notícia pela região que Levi Olímpio estava fazendo doações de telhas, tijolos e outros apetrechos para os pobres. E logo se formaram filas e mais filas de pessoas em busca da Fazenda Catolezinho. Cada uma dessas pessoas, falava para seus amigos o que Levi estava fazendo sem pedir nada em troca. Ao ficar mais próximo das eleições de 1982 para Prefeito de Pombal, o nome de Levi tornou-se popular na boca do povo como homem ideal para governar os destinos do Município.
O PMDB no pleito de 1976 havia perdido as eleições por uma mínima contagem de 39 votos. Nesse ínterim, a legenda achava-se fortalecida para com Levi Olímpio ganhar as eleições. No livro Memórias de Beira Mar (2003) do Escritor pombalense Wertevan Fernandes, Severino de Sousa e Silva (Biró) narra sobre a escolha do candidato da legenda Pmdebista.
“Nós estávamos procurando um candidato, eu e Chico Galego, então eu falei: “Sabe uma pessoa boa para ser candidato? É Levi Olimpio”. Aí Chico Galego falou: “Levi tem aqueles processos contra ele...” Então eu disse: “mas aqueles processos já foram arquivados, não existe mais nada contra ele na Justiça, eu acho que ele hoje pode ser candidato.” {...} Oito dias após essa conversa, vinha Levi naquele jipe dele e brincando colocou o carro para me atropelar. Ele riu e me disse: “tivemos uma reunião ontem em São Domingos, me lançaram como candidato a Prefeito e apresentaram o Vice Waldemir Martins. Mas eu falei que só aceitava se o Vice fosse você.” {...} Na reunião do partido para homologar a chapa, todos aceitaram minha indicação, por eu ser um lutador pelo partido (p.49).
Tempos atrás a campanha política em Pombal era feita na base da amizade com tapinhas nas costas nos abraços apertados dos candidatos em seus eleitores. Depois passou a ser na retribuição de votos aos favores do candidato médico. Levi, no entanto, mudou esses costumes com a política do clientelismo, (é dando-se que se recebe), obtendo resultados fantásticos nas eleições. Enfrentou a sua primeira campanha contra um adversário do clã Pereira que tinha a máquina administrativa na mão, o Governo do Estado e uma emissora de rádio recém instalada no ano da Eleição (Rádio Maringá AM). Era uma Oligarquia forte na política paraibana, pois tinha dois deputados estaduais e um federal além do prefeito da cidade.
O novo estilo de fazer política implantado por Levi, fez com que as oligarquias existentes na cidade desaparecessem do cenário político local, a tal ponto de Levi Olímpio, fazer o seu sucessor Nego Chico em 1988, e não obstante, apesar de ter rompido com seu sucessor, conseguiu a maior proeza na história política de Pombal, elegendo sua esposa Azenete Olimpio Prefeita do Município em 1992, numa campanha onde todas as expectativas apontavam como vitorioso o seu adversário Geraldo Arnaud de Assis Júnior (Dr. Geraldinho), pois os oligárquicos, o comercio e a sociedade como todo, apoiavam a candidatura adversária.
No livro “A Força do Clientelismo” de Wertevan Fernandes (2006) pág 122, ele registra o depoimento de um cidadão nos seguintes termos:
Naquela época sabia-se que as campanhas de Pombal não eram decididas no voto e sim na hora da apuração. Muito roubo mesmo. Sabe-se que tinha defuntos que votavam, que tinham Cartórios aqui que fabricavam títulos. Quando Levi surgiu, ele começou a denunciar esse tipo de coisa. A Policia Federal chegou até aqui e nós criamos coragem. “Agora vamos tirar esses homens do Poder”, e foi o que ocorreu. Mas pra isso ocorrer houve muita compra de votos, existia de um lado e de outro. Levi não veio mostrar que era santo, de jeito nenhum. A mudança que houve foi que o nosso lado agora tinha chances de ganhar também. (José Tavares, 45 anos).
Levi foi na verdade um político que obteve muitas vitórias, tendo sido eleito Deputado Estadual com ampla margem de votos em duas legislaturas 1990 e 1994, não chegando a assumir seu segundo mandato, porque veio a falecer em 16 de janeiro de 1995, vítima de um AVC – Acidente Vascular Cerebral, antes do início dos trabalhos da Assembléia Legislativa naquele ano.
A ele nossa homenagem de saudades, pelo transcurso do 15º Aniversário de seu falecimento.
*RADIALISTA. Contato: brunetco@hotmail.com
Natal, 14 de janeiro de 2010.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Clemildo Brunet (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abri-se-lhe-á”. (Jesus Cristo)
Certa vez o grande tribuno paraibano Alcides Carneiro, ao inaugurar o Sanatório do Ipase obra de sua iniciativa, em Correias, distrito de Petrópolis, no Rio de Janeiro, notabilizou-se com a célebre frase: “Esta é uma Casa que por infelicidade se procura, mas por felicidade se encontra”. Pois bem, ao completar 60 anos de idade o ano passado, precisei ir a Natal em busca de cuidados clínicos que o meu caso requeria conforme orientação do Dr. Eliseu José de Melo Neto (urologista), que me fez ver que naquele grande centro urbano iria encontrar a solução para o meu caso. Coincidência ou não, dei de cara com uma instituição de saúde que também celebrou em 2009, 60 anos de existência e de atividade a que estava destinada.
Hoje posso dizer que por felicidade como diz a frase de Alcides Carneiro, encontrei o lugar apropriado para obter o pronto restabelecimento de minha saúde. Por esta razão, é mais do que justo e digno, prestar em minha coluna, uma homenagem a todo corpo funcional e voluntário da LIGA NORTE – RIO GRANDENSE CONTRA O CÂNCER, pelo transcurso do sexagésimo aniversário, através de pesquisa que fiz no próprio site da instituição, objetivando dar ciência a todos e a todas do trabalho desenvolvido nessa área da medicina, caso venham necessitar de tecnologia de ponta, considerada como uma obra prima de primeiro mundo.
Com personalidade Jurídica de direito privado a Liga Contra o Câncer com sede na cidade de Natal – Rio G. do Norte é uma instituição de saúde, que não tem fins econômicos, certificada pelo Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS. Em nosso país toda instituição de saúde obriga-se a prestar no mínimo 60% (sessenta por cento) de todos seus serviços ao Sistema Único de Saúde, no entanto, esta entidade, dá muito mais, presta cerca de 73% (setenta e três por cento) de seu atendimento a pacientes provenientes do SUS, não deixando de atender também a convênios privados e particulares.
A Liga contra o câncer, além de oferecer diagnóstico e tratamento, prioriza a oncologia com competência e responsabilidade social, desenvolve por meio de pesquisas e estudos o conhecimento, o que é de suma importância para aperfeiçoar o tratamento oncológico oferecido à população, tem participado ativamente através de programas de residência e estágios na formação de novos profissionais, nas mais variadas especialidades e áreas de atuação.
No Rio Grande do Norte, a Liga Contra o Câncer é o único centro de alta complexidade em Oncologia II (CACON II), isto é, dispõe de todas as especialidades médicas e multidisciplinares, além de todos os tratamentos e equipamentos necessários à atenção oncológica. Conta atualmente com mais de 1.000 colaboradores distribuídos nas seis unidades de serviços da instituição, todos empenhados em oferecer excelência em termos de atendimento.
Serviços prestados pela instituição: Cabeça e Pescoço, Diagnóstico por imagem, Mastologia, Medicina Nuclear, Física Médica, Hematologia, Oncologia Clínica Adulto, Oncologia Pediátrica, Equipe Multidisciplinar, Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, Radioterapia. Dispondo também de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com estrutura completa atendendo normas do Ministério da Saúde, proporcionando a cada interno um tratamento pleno e individualizado.
HOSPITAL DR. LUIZ ANTONIO: A primeira do aglomerado, é uma unidade hospitalar de atendimento exclusivo aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). 87 Leitos de internação, Centro Cirúrgico com quatro salas e consultórios de várias especialidades, dentre as quais são destacadas: cabeça e pescoço, clínica médica, ginecologia, endocrinologia, otorrinolaringologia, demartologia, urologia, proctologia e cirurgias gerais.
CECAN - Centro Avançado de Oconlogia é uma unidade ambulatorial de diagnóstico e tratamento, onde se encontra setores de radioterapia, quimioterapia e medicina nuclear, contando com consultórios de várias especialidades, como mastologia, urologia, oncologia Clínica, gastroenterologia, proctologia, cardiologia, cirurgia geral e vascular. O setor de diagnóstico de imagem desta unidade tem aparelhamento completo para procedimentos tais como: Tomografias computadorizadas, ultrassonografias, mamografias, raios-x e ressonâncias magnéticas.
CASA DE APOIO IRMÃ GABRIELA: Para quem vem do interior para se submeter a tratamento oncológico. Administrada pela Rede Feminina contra o Câncer. Com capacidade para 40 leitos de graça, esta unidade oferece alimentação, transporte e apoio da equipe multidisciplinar para pacientes que necessitem de dar continuidade à terapia.
DEPECOM: Trata-se do Departamento de ensino e pesquisa na área hospitalar foi criado pela Liga Contra o Câncer em 1989. Dispõe de 17 vagas de residência médica cedidas pelo Ministério da Educação, através do Sistema Nacional de Residência Médica (CNRM), faz parte do Programa Institucional de Bolsas para Iniciação científica (PIBIC), que se destina a preparar alunos de graduação para atividade de pesquisa. Atualmente, o departamento oferece 14 bolsas para orientação de estágios dentro da Liga.
POLICLÍNICA: São 81 Leitos, é um Hospital Geral com diversas especialidades da oncologia pediátrica à estética. Centro cirúrgico com cinco salas, Pronto Socorro, quimioterapia, Ultrassonografia,, raios-x e endoscopia digestiva. Tem Pediatria e Unidade de Terapia Intensiva plenamente equipada e administrada por profissionais médicos especializados.
UNIDADE DE ONCOLOGIA DO SERIDÓ: Inaugurada em 2006 na cidade de CAICÓ - RN é a filha caçula da Liga Contra o Câncer. Foi criada em parceria com o Governo do Estado para atender a demanda reprimida de pacientes do interior, oferecendo inicialmente atendimento ambulatorial e tratamento quimioterápico.
Parabéns, pois, a Liga Norte - Riograndense Contra o Câncer pelos seus 60 anos de atividades.
*RADIALISTA.
Natal, 04 de janeiro de 2010.
Ubiratan Lustosa*
Um dos meus grandes amigos, Waldemar Berttolin, (já partiu faz algum tempo), quando visitávamos um companheiro convalescente, após ouvir as agruras pelas quais o mesmo passara, dizia brincando:- É amigo, pelo que nos conta, você andou perto do galo pelado. Todos sabiam que era a sua maneira de se referir às Parcas, deusas da mitologia encarregadas de cortar o fio da vida. Dizia-se que se a pessoa estava mal aparecia para ela um galo pelado. A gente levava tudo na brincadeira e fazia o amigo doente rir um pouco.
Pois, meus amigos, não é que eu andei bem perto do galo pelado? Vou contar pra vocês porque serve de alerta para todos. Tudo começou com algumas perdas temporárias de visão no olho esquerdo. Fui consultar minha oftalmologista que após os exames constatou que nada de errado havia com meus olhos e me recomendou uma visita urgente a um cardiologista. Foi o que fiz e após uma bateria de exames de todos os tipos e preços veio a constatação: de vários problemas detectados o mais grave era a obstrução de 90% de minha carótida esquerda. Era preciso abrir caminho para a circulação do sangue. Aí passei a dar mais valor ao plano de saúde que há anos tenho na Unimed.
Constatei também o poder que tem o apoio da família e como faz bem o incentivo dos amigos. Fui internado no Hospital VITA-BATEL e sob o comando do Dr.Robertson procedeu-se o cateterismo e em seguida angioplastia para colocação de stent. Tudo correu bem. Maravilha. Só que por causa dos contrastes, necessariamente aplicados para a realização de alguns exames, houve a retenção de água em meus pulmões, dificultando a respiração. Haja diuréticos e uma inusitada visita ao banheiro dia e noite, a toda hora. Após tudo isso, outros exames, novo cateterismo e a conclusão de que, em decorrência de um infarto em que nada senti, parte de meu velho coração está definitivamente prejudicada.
Puxa vida, tive a sensação de estar no bico do corvo. Veio a decisão dos médicos de salvar o que ainda está bom. Mais problemas para a competente Dra. Cíntia resolver. E ela está resolvendo. Essa está sendo a nossa luta. Estou melhorando gradualmente e até acredito que dessa eu me safei. Parece que Deus está me brindando com mais uma temporada. Sou grato a Ele porque aqui está bom. Na verdade, num exame grosseiro, a gente tem duas opções: encarar tudo isso na velhice ou morrer jovem. Eu acho que assim está melhor.
Dias atrás meu velho e querido amigo Luiz Nivaldo Maciel, o “Véio Zuza”, me telefonou e fiquei sabendo que ele também andou batendo biela e está em tratamento. Liguei para outro amigo do peito, o Arati, denominado pelo saudoso Sérgio Fraga “o príncipe do acordeão”, a fim de agradecer o envio do disco que ele gravou e com o qual me presenteou, e não é que ele também está com problemas de saúde? A maioria dos meus amigos está na faixa dos 70 a 80 anos.
Queiramos ou não, os problemas de saúde virão. Não faz muito tempo, comentei com o Leszek Celinski o fato de diversos amigos terem partido no decorrer de 2009. Ele me disse:- Ubiratan, a nossa fila está andando. Achei graça e fui contar para o Algaci Túlio. Sabem o que ele me disse?- É verdade. E vou contar pra você que eu já não levanto os braços nem para rezar nas igrejas, com medo que o Chefe aproveite e me puxe lá para cima. Humor negro de todos nós? Não. Apenas uma maneira de encarar sorrindo uma realidade inevitável.
E para findar, um recado pra vocês, meus leitores e ouvintes. Dizem que se conselho tivesse valor ninguém dava; vendia. De qualquer forma, dou a dica: não esperem os problemas surgirem para correr ao médico. Como prevenção, consultem um cardiologista. O coração, esse tesouro que temos no peito, age como a natureza: quando mal tratado dá o troco. Ah, sim, e não esqueçam de pedir para examinar as carótidas.
*RADIALISTA, ADVOGADO. CURITIBA PARANÁ.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Jerdivan Nóbrega de Araújo*
Quando eu vi no JN um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos do período do café no Estado de São Paulo sendo destruído pelas águas que inundaram a cidade de São Luiz do Paraitinga, eu confesso que vi tudo aquilo como se fora uma cena de um filme, gravado nas ruas de Pombal ao longo dos últimos 50 anos.
Aqueles 90 prédios tombados pelo patrimônio histórico estadual e o mercado publico sendo sucumbido pelas águas eram cenas que estão dentro de mim em persistentes reprises de uma fita eternamente rebobinada.
A metade da centenária igreja matriz de São Luiz de Toloza, á desabar como um castelo de areia, e uma outra igreja também centenária, a mais antiga da cidade, a Capela das Mercês, sendo atingida pela catástrofe perdendo inclusive aquele órgão a ar, do século XVIII que era desenterrado dos escombros, era para mim uma releitura de crônicas das ruas de Pombal, do tipo de quando o Sobrado de dona Jardas era destruído e catavam-se escadas, janelas e telhas no meio dos escombros, como se fora troféus ou souvenis para se colocar na mesa como peso de papel.
Um rio que invade a cidade, agonizando e reclamando o seu trajeto, soterrado pela desenfreada e irresponsável destruição das matas ciliares, são coisas que lembram a terrinha, onde os esgotos putrefatos deságuam em seu leito. Casarões centenários, também tombados pelo patrimônio histórico estadual, tombam literalmente na calada da noite para, em seu lugar, se construir um “negocio ai qualquer”. Torre de igreja desaprumada do seu nível, ameaçando cai na cabeça do povo, são males que a minha terra tem de montão e não precisamos sequer da força da natureza para ajudar a destruí-los, relegá-los ao esquecimento ou jogando por terra a história de um povo contada e escrita ao longo dos três últimos séculos.
Na minha terra as águas revoltosas são substituídas por mentes insanas, tratores barulhentos que rompem o silencio da noite e risos regados a wisk nas madrugadas, quando os algozes do patrimônio da cidade se reúnem para traçar planejarem as suas investidas, vendendo a história do povo por trinta dinheiros.
São praças desfiguradas, grupos folclóricos discriminados, tradições seculares esquecidas na gaveta do tempo onde as traças corroem até a última página da nossa historia.
O fantasma dos tropeiros que subiam a Borborema, trazendo a riqueza e a fé, que construíram a nossa cidade, talvez nunca mais faça sua imaginaria viagem, ou se o fizer, correm o risco de não mais reconhecer a cidade que ajudaram a construir, pela simples ausência dos seus ícones, mais representativos, e concluam que de nada valeu o esforço em levar e trazer a riqueza e a sabedoria que contribuiu para a construção da identidade da cidade de Pombal.
Não queremos que se faça a leitura errada de que se quer uma cidade congelada no tempo e no espaço um “universo numa casca de noz”. Não!
Toda cidade, seja nova ou antiga, tem que ter a sua identidade preservada. Alguma coisa que, ao retornar de longos êxodo, os seus filhos se reconheçam nas suas ruas. Um lugar onde se possa tirar uma foto nova que se compara com uma outra foto antiga e seja inevitável que uma lágrima caia do canto dos olhos e salte feito gota de chuva no zinco quente. É isso que se quer.
Uma rua onde se foi moleque, para se contar aos filhos e netos as histórias dos moradores esquisitos da casa da esquina, ou a casa grande de paredes altas e brancas na entrada da cidade onde se fugia dos fantasmas que assombravam nossa infância.
O povo de São Luiz do Paraitinga sabe disso e vai reconstruir a sua cidade, partindo do pouco que restou dessa catástrofe. Já o povo de Pombal, lamentavelmente não sabe disso e aos poucos vai destruindo o muito que se tem, transformando o passado da nossa cidade em uma foto amarela na parede de algum filho seu, inconformado com o poder do dinheiro que nos compra até os sonhos mais reais.
*Escritor Pombalense.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Profº Cezário de Almeida (Foto)
POR MACIEL GONZAGA*
Uma sociedade pela qual todos nós ansiamos e para isto, livre de crimes, violência, comportamentos e atitudes injustas, etc., só poderemos almejá-la através da Educação. Assim, o mais importante ponto que precisa ser melhorado quando se trata de justiça social no Brasil, como prioridade para eliminar todos os problemas que estamos enfrentando hoje em dia em nossa sociedade, é a Educação.
Também, a maneira que educamos precisa ser cuidadosamente examinada. Revista para ser interessante, atrativa e divertida para todos os tipos de crianças e adultos, cada qual com suas habilidades, gostos, qualidades e fraquezas. Afinal uma vida feliz é uma vida bem sucedida e normalmente uma vida bem sucedida é uma vida baseada em uma boa educação. Esta é a chave para problemas individuais e também mundiais. A educação é a chave para completa compreensão sobre as pessoas, suas ações e do mundo ao seu redor. Se formos educados em um patamar único de qualidade, não teremos mais disputas e desavenças, pois então poderemos entender uns aos outros e as razões que nos levam a dizer e fazer o que fazemos.
Com essas considerações iniciais, desejo saudar o pombalense José Cézário de Almeida, um bom fruto que nasceu no Sítio “Pau Ferrado”, ex-funcionário da Rádio Maringá, que foi eleito novo Diretor Geral do Campus da Universidade Federal de Campina Grande em Cajazeiras PB, e assumiu o cargo no dia 2 de janeiro de 2010, com mandato de quatro anos, em solenidade presidida pelo Magnífico Reitor da UFCG, professor Thompson Fernandes Mariz.
Doutor em Ciências Biológicas – Microbiologia – e membro da Unidade de Ciências da Saúde do Campus da UFCG de Cajazeiras, José Cezário de Almeida é um dos responsáveis pelo projeto que consagrou a instalação do novo curso de Medicina da UFCG em Cajazeiras. E Cezário Almeida assume o cargo com idéias novas, bons projetos, utopia e muita vontade de trabalhar. Paulo Freire expressa sua compreensão sobre utopia, considerando-a um exercício de fé que deve ser empreendido um pouco a cada dia, com tenacidade e paciência histórica.
“Não há amanhã sem projeto, sem sonho, sem utopia, sem esperança, sem o trabalho de criação e desenvolvimento de possibilidades que viabilizem a sua concretização. É neste sentido que tenho dito em diferentes ocasiões que sou esperançoso não por teimosia, mas por imperativo existencial (...) O meu discurso a favor do sonho, da utopia, da liberdade, da democracia é o discurso de quem recusa a como dação e não deixa morrer em si o gosto de ser gente, que o fatalismo deteriora”(FREIRE, 2001).
Como o autor coloca, deve ser entendida como própria do ser humano (imperativo existencial) e tem um papel de mola propulsora para concretização de projetos de mudanças. Desta forma, reafirma-se a necessidade do cultivo do hábito de sonhar e a preservação da esperança de que se alcançará, por meio da participação de todos, uma sociedade mais justa e democrática.
Avançar com a interiorização da universidade e ampliar os cursos de pós-graduação. Estes são os principais projetos anunciados do Campus da UFCG de Cajazeiras. O novo Diretor Geral do Campus da UFCG de Cajazeiras assume o cargo em um cenário de expansão, por isso um das maiores missões de seu mandato é a manutenção do crescimento da universidade, sem deixar de lado, é claro, a qualidade acadêmica.
Mas, Cesário de Almeida é realista e reconhece que terá que enfrentar as barreiras do mercado para alcançar com sucesso a sua meta de gestão. O Brasil é o 14º país do mundo em produção de ciência. O número de trabalhos publicadas em periódicos científicos de renome internacional por autores brasileiros aumenta gradativamente. Porém, o número de estudos que é transformado em bens, serviços e produtos que tragam benefícios para a sociedade é irrisório. Para crescermos, como fizeram países como Estados Unidos, Japão, Alemanha e, posteriormente, a Coréia do Sul, precisamos acabar com esse problema. E é imbuído desses propósitos que o pombalense José Cezário de Almeida assume a nova função. Seus conterrâneos estão regozijados, pois se trata de um filho de Pombal que assume tão nobre função de destaque na educação paraibana, justamente “na terra que ensinou a Paraíba a ler”.
*JORNALISTA, ADVOGADO E PROFESSOR. NATAL- RN.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

UM HOMEM DAS LETRAS

Nonato Nunes Por Nonato Nunes*  O livro "Memoriais & Legados", do radialista e escritor pombalense Clemildo Brunet de...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!