domingo, 28 de fevereiro de 2010

Ubiratan Lustosa
Vez ou outra eu me dou ao luxo de ficar matutando sobre o tempo que passou. Voos longos de volta ao passado nas asas mágicas da saudade. Vou revivendo as cenas que adornaram minha infância e ficaram para sempre na lembrança. Caminho pela minha Curitiba mais de setenta anos atrás.
Hoje, não sei porquê, lembrei dos dias distantes dos fogões à lenha. Puxa vida, nos tempos do fogão à lenha a vida era bem mais difícil para as donas de casa. Pra todo mundo. De início, acender o fogo, quando a lenha não era muito boa ou estava úmida, representava um sacrifício danado. Era preciso ficar soprando a brasa até o fogo se firmar. Ao soprar, caiam cinzas pelo chão e a cozinha era invadida pela fumaceira que deixava ardidos os olhos da gente.
Mas havia outros problemas pra gente enfrentar com os fogões à lenha. Aquele picumã que grudava na chaminé, com o tempo se avolumava e pegava fogo. A gente tinha que jogar água lá de cima, dentro da chaminé, para apagar as labaredas.
As famílias mais ricas chamavam o limpador de chaminé para fazer o serviço. Aliás, essa é uma profissão extinta, pelo menos nos grandes centros. Eu já estava esquecendo de citar mais uma desvantagem desse fogão: quando o carroceiro descarregava a lenha em frente de casa, a gente tinha que recolher e cortar em achas pequenas para facilitar na hora de acender o fogo. Esse, em geral, era serviço dos mais jovens. Cansei de fazer isso quando era piá. Bracatinga era a madeira preferida. Havia, porém, algumas vantagens no uso do fogão à lenha. A comida, na verdade, ficava muito boa. Parece que tinha mais sabor que a de agora que é feita em fogão a gás ou forno de microondas. O fogão à lenha, além da comida gostosa, tinha outros pontos a seu favor. No inverno, que já foi bem mais rigoroso em Curitiba, o fogão aquecia a casa. Nos lares mais simples ele fazia o papel da lareira das mansões de outrora. Muitos usavam o fogão à lenha para secar roupas em cima da chapa, secar casca de laranja com a qual se fazia chá e até para secar linguiça quando a mesma era feita em casa. Sim, havia também os bolos, macios e deliciosos, feitos no forno, com muitos ovos colhidos no galinheiro do quintal.
Ah, como tudo mudou. A gente tem tanto conforto hoje em dia que nem lembra dessas coisas do passado. Muita gente nem sabe que se usava fogão à lenha nas residências e muito menos que limpador de chaminé já foi uma profissão. (Do site www.ulustosa.com)

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Maciel Gonzaga (Foto)
MACIEL GONZAGA*
Político de grande popularidade na região do Sertão da Paraíba, tendo iniciado a sua trajetória na vida pública nos anos 40 e representado a cidade de Pombal na Assembléia Legislativa por sucessivas legislaturas, o deputado Francisco Pereira Vieira – Seu Chico Pereira, como era mais conhecido – tinha um estilo desabusado, franco e pouco elegante no vernáculo. Já tive oportunidade de escrever, neste mesmo Blog, artigo sobre a importância de Chico Pereira (Foto), para Pombal, independente das divergências políticas, partidárias e ideológicas.
Neste novo artigo, vamos enfocar algumas tiradas espirituosas e jocosas que, denominamos, de “poucas e boas” do rico folclore de Chico Pereira. Nos anos 60, em uma calcinada campanha política na cidade, em que a família Carneiro impunha aos eleitores de Pombal o nome do advogado Dirceu Arnaud Diniz como candidato a deputado estadual, Seu Chico protagonizou episódio que enriquece o folclore político paraibano. Consta que no palanque, um dia, surpreendeu a assessoria da campanha com uma afirmação inusitada: “Aqui em Pombal, eu e Paulo Pereira formamos um trio...”. O estudante Vicente Cassimiro, pressuroso, soprou, corrigindo: “É dupla, Seu Chico. Trio são três”. Respondeu o deputado: “Que besteira! Trem não anda em trio e não é dois?”.
O Fusquinha era a coqueluche nos anos 60. Seu filho Ademar Pereira tinha comprado um e Chico Pereira foi ao Banco do Brasil de Pombal no aludido carro. Lá, puxou o freio-de-mão e quando foi sair esqueceu de baixar a alavanca. O carro inchou a traseira e ai Seu Chico disse: “Danado, esse carro atola até no calçamento!”.
Essa outra aconteceu durante um exame de motorista que o Detran estava fazendo em Pombal. Seu Chico foi para o meio dos pretensos motoristas e resolveu também fazer exame para renovar a sua habilitação. Resultado, saiu derrubando os cones e o instrutor, indicado por ele para o cargo, que estava no banco carona disse: “Ta bom deputado, pode parar. O senhor está apto. Eu tenho sete filhos para criar”.
Chico Pereira acostumava sempre viajar de ônibus de João Pessoa a Pombal, no final da tarde de sexta-feira, logo que deixava a Assembléia Legislativa. Certo dia, fumava seu cigarrinho, quando o cobrador o interpelou: “O senhor não pode fumar!”. Chico Pereira indagou: “Eu posso saber por quê?”. O cobrador, aborrecido reagiu: “O senhor não está vendo a placa que diz ser proibido fumar cigarro dentro do ônibus?”. Chico Pereira, então, relaxou e murmurou entre fumaças. “Se eu fosse obedecer a toda placa, eu esborrotava de tomar Coca-Cola. Tem placas de tome Coca-Cola de João Pessoa até Pombal”.
O deputado Levi Olímpio era um adversário duro na queda. E tinha uma fama, aliás, justificada, de valentão. Gostava de andar armado. Levi fazia um comício num distrito de Pombal e era observado, à distância, por Chico Pereira, seu adversário mais ferrenho. Num certo momento, Levi disse: “Dizem que sou pistoleiro, mas quero dizer que sou homem de paz. Nem armado eu ando...”. Chico Pereira, à distância, comentou: “Aposto como ele está armado. Basta revistar pra vê". Foi quando um correligionário murmurou: “Seu Chico, o problema é encontrar quem que tenha coragem de ir lá em cima revistá-lo!”.
Chegou um delegado em Pombal que prometia revolucionar a cidade. A primeira providência do Tenente-PM foi mandar fechar o Lord Amplificador, de propriedade de Clemildo Brunet de Sá. Desesperado, Clemildo foi falar com o delegado e este se manteve irredutível. Foi quando Clemildo reagiu: “Se não tem jeito, eu vou falar com Chico Pereira”. O delegado não gostou, deu um murro na mesa e externou toda sua hidrofobia: “Você pode falar até com o Satanás, mas a sua difusora vai ficar fechada”. Clemildo foi até a casa de Seu Chico, no Riacho do Bode e, revoltado, contou toda a história na expectativa de que o seu problema seria solucionado. O deputado, que ouvia atentamente o relato de Clemildo, segurando o telefone na mão e fazendo uma ligação, verberou: “Clemildo, quando a gente quer alguma coisa, não manda, pede”. Nesse ínterim, o delegado atende ao telefone. E Chico Pereira diz: “Meu filho, se você que permanecer por algum tempo aqui em Pombal, não bula com Clemildo não”. Em seguida bateu o telefone. Horas depois o Lord estava funcionando.
Na política de alta voltagem dos anos 60, quando explodiam as paixões do PSD (Carneiro) e UDN (Maniçoba), Pombal e a região era totalmente calcinada pelo desvario de um radicalismo selvagem. A convite de Lauro Paixão, Chico Pereira foi participar de uma carreata em Jericó. Subiu no caminhão, que logo deu a largada. O locutor diz: “Atenção, Seu Chico, à esquerda”. Povão atrás, algazarra, música, cachaça, era Jericó toda nas ruas. E o locutor novamente: “À direita Seu Chico!”. Ao cabo de alguns minutos e já intrigado com tantas recomendações do locutor, as quais obedecia enfarado, Chico Pereira se aproxima de Lauro Paixão e, com aquela inconfundível impostação de voz, interrogou: “Lauro, essa rapaz está fazendo de mim palhaço. A todo instante me manda olhar para a esquerda, para a direita, em frente. O que ele quer com isso?”. “Nada não deputado”, respondeu Lauro. “É que o motorista do caminhão se chama Chico Pereira!”.
*Pombalense, Jornalista e Advogado Criminalista - Natal RN.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CLEMILDO BRUNET*
Muito significativa a data de 16 de fevereiro para homenagear a um agente de noticia que tem seu valor perante a sociedade. Como um bom investigador o repórter vai à busca da verdade dos fatos. Para ele, não é bastante descobri a informação, ela tem que ser dada ao público numa linguagem clara, objetiva e acessível. Onde estaria à sociedade hoje se não existisse a figura exponencial do repórter? Muito mais agora, em que o desempenho de suas funções tem três modalidades distintas: Repórter cinematográfico, Repórter fotográfico e Repórter noticiarista, envolvendo-se em todas as mídias; jornal, rádio, revista, TV e Internet.
O repórter é um farejador da informação, sempre atento e antenado por uma boa reportagem. No início da carreira ele é conhecido por “foca” profissional inexperiente, principiante que fica deslumbrado com as primeiras tarefas que executa e muitas vezes deixa escapar detalhes importantes. Em pouco tempo ele vai largando a vida de “foca” e se aventura andando com as próprias pernas.
O repórter é o responsável direto pela elaboração das notícias que serão veiculadas em jornais, revistas e em programas jornalísticos de rádio e televisão. Cuidado este que ele tem que fazer desde a fase de pesquisa até a redação. Tem também o repórter que não redige a notícia, mas é encarregado de abastecer a redação com imagens do fato a ser noticiado. Trata-se do repórter fotográfico para jornal impresso, cinematográfico para televisão e o repórter de internet responsável por redigi para sites de conteúdo.
Lembro-me do Lord Amplificador único meio de comunicação em minha cidade que começou suas atividades em 1968. Todos “foca” ainda na profissão, tinham o maior interesse em aprender como dar a informação o mais rápido possível. Uma certa ocasião em que por medo de sofrer represália, ninguém quis assumir a patente de repórter policial; exceto Massilon Gonzaga, que com sua coragem enfrentou alguns desafetos cujos nomes foram listados na crônica da polícia; sentindo-se ameaçado, pediu ao delegado que o deixasse andar armado e foi prontamente atendido pela autoridade policial.
De outra vez, ainda novato no rádio (pois era principiante), o companheiro José Alves (Foto eu e ele no Jornal Maringá) que era redator da Rádio Maringá logo no início da emissora em 1982, foi enxotado da agencia do BB pelo subgerente do Banco do Brasil no momento de uma entrevista em razão de uma pergunta que em nada agradou o funcionário da casa. Como não obteve resposta e tendo sido mal tratado, José Alves redigiu a notícia somente com a versão que havia tomado conhecimento e me entregou para o boletim do Jornal Estadual da Rádio Tabajara. Tratava-se de uma denúncia grave feita por um vereador na tribuna da Câmara de Pombal contra o gerente da agencia local do BB. A noticia chocou a Superintendência Regional do Banco do Brasil em João Pessoa, que enviou a nossa cidade um emissário para esclarecimento dos fatos. Ironia do destino - José Alves depois veio a ser funcionário do Banco do Brasil.
Em seu livro Elementos do Jornalismo, Bill Kovach e Tom Rosenstiel (2003: 22-23) elaboraram uma lista com nove itens fundamentais para o exercício da profissão:
A primeira obrigação do jornalismo é a verdade.
• Sua primeira lealdade é para com os cidadãos.
• Sua essência é a disciplina da verificação.
• Seus profissionais devem ser independentes dos acontecimentos e das pessoas sobre as que informam.
• Deve servir como um vigilante independente do poder.
• Deve outorgar um lugar de respeito às críticas públicas e ao compromisso.
• Tem de se esforçar para transformar o importante em algo interessante e oportuno.
• Deve acompanhar as notícias tanto de forma exaustiva como proporcionada.
• Seus profissionais devem ter direito de exercer o que lhes diz a consciência.
No mundo atual em que vivemos é importante o papel do repórter em nosso meio. Quantas e Quantas emissoras não dispõem ainda desse personagem com tempo integral para essa tarefa e que fica mobilizando redatores e noticiaristas que trabalham na interna? Dessa maneira o fato deixa de ser registrado no momento que está acontecendo.
Repórter é aquele que ama ver, ouvir, ler tudo o que é notícia, gosta muito de fazer entrevistas e aparecer na telinha. Acompanha de pertinho todas as novidades que acontecem no dia a dia do seu país e do mundo.
O repórter pode trabalhar tanto no rádio como na televisão e, ultimamente até na internet.
Pegue um gravador, bloquinho de papel, uma caneta, faça uma entrevista com alguém que você admira. EXPERIMENTE SER REPÓRTER POR UM DIA!
VIVA O REPÓRTER – O MUNDO PRECISA DELE!
*RADIALISTA
Natal, 18 de fevereiro de 2010.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Por Severino Coelho Viana*
O termo coronel adveio da Guarda Nacional que foi criada no dia 18 de agosto de 1831. Os chefes locais destacados ocupavam nela os postos mais elevados, comprando a patente, no caso de coronel. Com a Proclamação da República extinguiu a Guarda Nacional, porém persistiu a denominação de “coronel”, com seus costumes, táticas, mazelas, vícios de toda natureza, originando-se, particularmente, no Nordeste, o sistema de práticas políticas engendrado no coronelismo.
A figura do coronel era controladora do poder político, econômico e social, que agia por ambições pessoais, em função da lealdade familiar, além das relações de compadrio, juntando-se aos cabos eleitorais e chefes locais, que por sua vez erigia a cultura antiquada do mandonismo. A hierarquia estadual conferia “carta branca” aos chefes locais, com poderes de nomeação de funcionários estaduais do lugar para ter controle dos assuntos relativos aos municípios, que se ramificavam para um “controle de classes auxiliares”, tais como, jagunço, advogado da família, médico da família, comerciantes urbanos, oficiais militares, padres etc.
Os coronéis nordestinos, na sua maioria, exerciam um domínio político despótico sobre os que dele dependiam economicamente e sobre a clientela de apaniguados. Utilizavam-se do dinheiro à mira da carabina, além das emboscadas por trás das moitas e nas encruzilhadas das veredas na caatinga.
O poder político do coronel era medido pela força eleitoral, isto é, a quantidade de votos que dispunha o chefe local. Com esta força eleitoral emana-lhe o prestígio político. Este poder político era determinante em decorrência do assistencialismo-paternalista e do clientelismo, que estes se dão com o uso exacerbado da máquina administrativa, e, então, começam a aparecer crendices mirabolantes: “o pai da pobreza”, “o bondoso”, “o generoso”, “o caridoso”, “o mais sabido”, “o médico milagreiro”, “o amigo dos pobres”, que redundavam na oferta de favores pessoais pela chefia local, com uma forma política centrada na visão do favor, da proteção e da gratidão.
O coronelismo desenfreado vigorou da Primeira República à Revolução de 1930, que por não ter sido erradicado totalmente, as suas raízes perduram até os nossos dias, apenas com uma folhagem amarelecida ou desbotada. Não vemos mais aquela figura tradicional do coronel: terno de linho branco, sapatos brancos bem engraxados, rutilando com o reflexo dos raios solares, chapéu de massa preto, bengala na mão, pistola de lado e punhal no quadril; barba asseada e bigode bem feito, cachimbo na boca esfumaçando, e, à tardinha, passeava galopando o cavalo rompante, com o seu habitual aceno de mão e a chegada festiva à casa do compadre.
O cenário que envolvia e promovia o coronelismo era o do mundo rural brasileiro, dominado pelo latifúndio, o engenho, a fazenda e a estância. Um universo próprio, interiorano, bem afastado das grandes cidades, isolado do mundo. As comunicações eram raras e difíceis, feitas por canoa, barco, balsa, carro de boi, charrete, ou na sela do cavalo, puxando os arreios da mula ou do jerico, cachorro ou cadela que virava pombo-correio. Na verdade, o coronel, personificação mais acabada do poder privado no Brasil, mandava num pequeno país no qual ele era um imperador com poder de vida e morte sobre os seus subalternos. Os moradores eram-lhe inteiramente obedientes e poucos ousavam desafiar a autoridade ou disputar o poder de mando, a não ser que pela redondeza um outro coronel o desafiasse e peitasse o poderio. Praticamente ao redor dele ninguém era instruído, os considerados alfabetizados apenas sabiam desenhar o nome no papel, o suficiente para que se tornassem eleitores fiéis dos candidatos propostos pelo coronel.
Dessa relação de cumplicidade política existente entre chefe e eleitor nasce uma estima pessoal, que desemboca no compadrio, onde os elementos considerados inferiores e dependentes submetiam-se ao senhor da terra pela proteção e persuasão. Se por um acaso houvesse alguma resistência de parte desses apadrinhados, estes eram expulsos da fazenda, perseguidos e assassinados impunemente. Muitas vezes a desforra alcançava toda a sua família para servir de exemplo aos outros afilhados que pensassem em uma atitude de rebeldia.
Materialmente o mundo dos coronéis era povoado pela escassez de tudo e pela pobreza absoluta de quase tudo pelo estado de miséria que os moradores viviam, pois esta é uma tentativa de explicação da enorme dependência que todos tinham ante o coronel. Ele era o poder de quase tudo na sua circunscrição territorial a quem era preciso recorrer nas mais diversas situações, sendo, portanto, que se aduzia que o coronel exigisse daqueles que se qualificavam como votantes, o compromisso da fidelidade cega. Na ausência quase que absoluta do Estado, era o coronel quem exercia as mais variadas funções, sendo simultaneamente o detentor do poder político, jurídico e legislativo do município que lhe cabia, fazendo com que sua autoridade cobrisse todos os espaços daquela geografia da solidão que era o seu feudo.
Os estudiosos dividiram o coronelismo em três tipos; o tribal, o personalista e o colegiado. O tribal parece um patriarca de um clã, cujo poder se espalha por vários municípios e derivava dele pertencer a uma família tradicionalmente poderosa. O personalista deve tudo ao seu carisma pessoal, a ter certos atributos que lhe são impossíveis de transmitir por herança, geralmente desaparecendo com sua morte. Por último, aqueles que são mais estáveis, e que dirigiam os negócios políticos em comum acordo com outros coronéis sem que houvesse grandes desavenças entre eles. As bases do seu poder são: a) A terra. Num país de dimensões agrárias tão vastas, a riqueza dos indivíduos era medida pela extensão da propriedade. Logo era fundamental para a afirmação e continuidade do poder do coronel que este detivesse significativas extensões de terra. b) A família, ou a parentela, permitia ao coronel por meio de casamentos arranjados e assim ampliava o seu domínio, colocando gente de outro sangue e da sua confiança em todos os escalões do poder municipal e estadual. c) Os agregados. A imensa quantidade de parentes distantes, compadres, afilhados e demais protegidos do coronel, que ajudavam a estender o poder dele para fora da família núcleo (a gente do seu próprio sangue), permitindo que sua autoridade se espalhasse para regiões bem mais distantes do seu município.
O coronelismo nunca foi um sistema pacífico. A própria natureza do tipo de dominação que ele exercitava, implicava na adoção de métodos coercitivos, ameaçadores, quando não criminosos. As linhas da violência dirigiam-se em dois sentidos, no horizontal quando o coronel travava uma disputa qualquer com um outro rival do seu mesmo porte político, e no vertical, quando ele desejava impingir alguma coisa aos de baixo porte ou que se negavam a aceitar a sua guarda. Para o exercício efetivo disso, ele contava com dois elementos básicos: o pistoleiro contratado para atuar a seu serviço, geralmente um capanga da sua confiança, ou um grupo de jagunços, um bando de caboclos dedicados ao ofício das armas que lhe serviam como uma milícia privada, que se destacavam pela virtude da coragem pessoal.
A história, a sociologia, a psicologia coletiva e a cultura geral asseveram, taxativamente, que o coronelismo como uma manifestação que parece desaparecida, morta, extinta. A realidade prova bem ao contrário, pois o coronelismo está vivo, vivinho da silva, que se encontra em qualquer esquina da política brasileira, nas pequenas cidades e nas metrópoles. Encontra-se em pleno vigor sob a forma resistente e multiforme do neocoronelismo. O que desapareceu, foi tão somente o estilo de exercer o comando quanto ao uso e à manipulação do poder local ou regional. O coronelismo está vivo - repetimos - sob a forma modernizada do neocoronelismo. O que realmente desapareceu foi apenas o estilo do antigo coronelismo.
O terno de linho branco para o uso diário não tem muita diferença para o paletó preto de tropical ou microfibra, é somente uma questão de gosto, assim como tomar Coca-cola por Fanta é uma questão de sabor, este sabor não muda a essência de ser refrigerante. O pensamento do novo coronel, que se apresenta com sorriso fútil de fachada democrático, está sublimado pela facilidade da era do processo tecnológico, que o fez deixar o trote do cavalo para passeio de Corola. E este processo evolutivo, não resta dúvida, aumentou o nível de consciência popular que por via de consequência não aceita mais uma total submissão. O poder de fogo do novo coronel não está restrito à cozinha do casarão de alpendre, mas nas salas reluzentes dos palácios governamentais. As barganhas políticas assumem um caráter mais sofisticado, à medida que passam a envolver não apenas pessoas privadas, mas também grupos comunitários, em torno da distribuição de recursos governamentais. A ideologia política pregada pelo programa partidário não passa de uma frase de enfeite literário e não ressoa uma ação em prol do bem coletivo. O poder local é manifestado pela vontade e o capricho de uma só família, que representa os "novos" que se alimentava das práticas políticas dos velhos, que carrega na mente a figura do totem, utilizando-se dos meios de clientelismo e do patrimonialismo, do apadrinhamento, nem que seja às custas do dinheiro público.
No momento político de nossa modernidade, que passa dos limites da tolerância, as barganhas eleitorais são das mais diversas e o valor do voto tomou outros ares, podemos notar que atualmente ele é trocado por consultas médicas, óculos, remédios, e, sobretudo por promessas de empregos e não longe disto a conquista da casa própria. Esta última que concede ao líder político a formação do novo curral eleitoral, pois o eleitor advindo basicamente do interior do país, onde de certa forma trabalhava nas terras de um grande proprietário ou mora nos casebres periféricos, é atraído para os centros urbanos com esperança de garantir um futuro melhor, com o peso da frustração e falta de emprego e dos meios de sobrevivência a solução mais prática é vender o voto no tempo de eleição, não lembrando que terminado o processo eleitoral a situação de calamidade volta ao seu assento anterior, justamente por falta de políticas públicas voltadas para o bem comum.
Outro traço de ação do novo coronel, o chamado coronelismo eletrônico consiste, portanto num mecanismo para manutenção dos novos coronéis no poder, por meio de um grande instrumento de comunicação, que é o radio e a televisão, gerando uma grande rivalidade entre os líderes políticos afamados pelo uso propagandístico de caráter pessoal por meio dessas concessões. Os chefes locais continuam mantendo uma relação de proximidade com os governos estaduais e estes com o governo federal, responsável pela concessão das RTVs, já barganhado por aprovação de matéria de interesse do governo federal. É o toma lá dá cá. A compra de voto hoje já não acontece da mesma forma como na República Velha, mas esta não deixou de existir, só que de uma forma mais velada e camuflada nas políticas eleitoreiras, ou seja, na doação de cestas básicas, leite, pão, remédio, e principalmente na barganha com empregos e a casa própria, acabando por fim influenciando o resultado de uma eleição.
João Pessoa, 18 de fevereiro de 2010.
*Escritor Pombalense e Promotor Público em João Pessoa - PB.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Maciel Gonzaga (Foto)
MACIEL GONZAGA*
O advogado e ex-deputado estadual pela Paraíba, Dirceu Arnaud Diniz (in memoriam), foi o mais carismático líder do movimento estudantil da cidade de Catolé do Rocha, na chamada Microrregião 89, a partir dos anos 50. Homem simples, sertanejo, que tinha uma gostosa conversa, surgiu na política como porta-voz dos desejos de mudança da sociedade sertaneja. Nasceu na cidade de Catolé do Rocha no dia 14 de janeiro de 1927. Formou-se em Ciências Jurídicas na Faculdade de Direito do Recife.
Integrava a chamada “Trindade Impávida”, assim batizada por José Américo de Almeida que, na campanha governamental de 1950, denominou dessa forma aos jovens estudantes – José Pires Fernandes, Hercílio Pires e Dirceu Arnaud. Embora, por volta do início dos anos 50, o número de universitários da região mal chegasse a uma dúzia, o segmento compensou-se com o dinamismo e franca aproximação dos colegiais catoleenses de escolas do ensino médio de Patos e João Pessoa. Durante as férias do final e meio do ano, todos se reuniam para afinar discurso, segundo o qual “como as plantas nascem, vivem e morrer, assim também a oligarquia dos Maia estava condenada à morte”. As lideranças estudantis traziam revistas, jornais e conferencistas identificados com a nova temática sócio-política do país para fazer palestras na cidade.
Como líder estudantil, Dirceu Arnaud denunciava o que ele e outros contestadores da época consideravam “oligarquia inteligente e sagaz da família Maia”, que dominava a política catoleense. Embora em entrevista em 2001 a um jornal de João Pessoa, Dirceu Arnaud haja revelado que “entrei de contrabando na política de Catolé do Rocha”, não foi bem assim que as coisas se passaram. Como beneficiário dessa dinâmica de mudanças da sociedade, ainda acadêmico de Direito, o jovem Dirceu Arnaud foi eleito vereador de Catolé do Rocha nas eleições municipais de 1951 e, com o tempo, se tornaria a principal liderança oposicionista da região. Em 1954 tentou, pela primeira vez, uma vaga à Assembléia Legislativa, mas não logrou êxito. Obteve 1.160 votos, sendo que destes, 769 em Catolé do Rocha e 198 em Pombal. Teve de contentar-se com a Câmara de Vereadores, o que foi reconduzido em 1955, com 292 votos, e na condição de único representante do PSD.
Dirceu passou a ser uma pedra no caminho da família Maia. De certa feita, depois de ter atirado uma xícara de café contra o prefeito Rosadinho, Dirceu entrincheirou-se, armado de rifle, em casa para resistir ao assédio dos Maia. Em outra oportunidade, como um tiro partido da residência dos Maia atingisse, mortalmente, a um militante pessedista, o grupo de Dirceu, cercou a casa onde destacados partidários dos Maia, inclusive João Agripino, José Sérgio e Manuel Maia – entravam mas não saiam, devido aos estremecimento do cerco.
Nas eleições de outubro 1958, o jovem bacharel Dirceu Arnaud Diniz despontou e elegeu-se para a Assembléia Legislativa como terceiro da bancada do PSD, com 3.369 votos, obtendo 1.738 votos em Catolé do Rocha e 689 em Pombal. Em 1962 se reelegeu, com 2.384 votos, sendo 1.116 em Catolé e 615 em Pombal. Sempre obteve sólido enraizamento no PSD onde contava com os apoios do deputado federal Janduhy Carneiro e do senador Ruy Carneiro. Na condição de bacharel/falante e jovem, fortalecia-se a imagem de Dirceu Arnaud. Já em 1959, ao chegar à Assembléia Legislativa passou a presidir a prestigiosa Comissão de Finanças. Também, ligado à Imprensa escrita e falada, graça a anterior passagem pela redação do jornal “A União”, Dirceu foi escolhido, em 1961, o “Deputado do Ano”, pela bancada de jornalistas credenciados.
Juntamente com o seu colega deputado Humberto Lucena, Dirceu conseguiu, então, o que se considerava impossível: partir, ou seja, desmembrar os velhos municípios da Microrregião 89, emancipando Jericó, Belém do Brejo do Cruz e Riacho dos Cavalos. Em 1962, Dirceu Arnaud conseguiu, com árdua luta e apoio do senador Ruy Carneiro, a instalação da agência do Banco do Nordeste em Catolé do Rocha, reivindicada por abaixo-assinado dos comerciantes da região. Como deputado, foi autor do Projeto de Lei que determinava obrigação de se construir nas comarcas a Casa do Juiz de Direito.
Na eleição de 1960, assumiu feição rigidamente partidária com o PSD, apoiando a candidatura de Janduhy Carneiro ao Governo do Estado atraindo para o seu grupo todos que se opunham aos Maia. Estes por sua vez, apoiavam Pedro Gondim. No final dos anos 60 Dirceu deixou a política e passou a se dedicar totalmente à profissão de advogado como Procurador do IAPAS e Professor da Faculdade de Direito da UFPB.
Casado com a senhora Gizelda Carneiro Arnaud, de família tradicional de Pombal e de grande projeção no Estado da Paraíba, filha mais nova de Dr. Chateaubriand de Sousa Arnaud e Dalva Carneiro Arnaud, esta irmã do senador Ruy Carneiro e do deputado federal Janduhy Carneiro. São seus cunhados: o ex-deputado federal e ex-prefeito da Capital, médico Antônio Carneiro Arnaud, e o desembargador Raphael Carneiro Arnaud. Da união de Dirceu Arnaud e Gizelda nasceram os seguintes filhos: Marília Carneiro Arnaud, Dirceu Arnaud Diniz Filho e Janduhy Carneiro Sobrinho, os dois últimos advogados.
Dirceu Arnaud Diniz morreu em João Pessoa no dia 12 de março de 2008. Como político, foi respeitado porque soube imprimir seriedade e honestidade no desempenho da atividade política. O fulcro de sua atuação política nos deixou como legado a ação destemida em defesa da democracia, a prontidão incansável em defesa da ética. Diante do descrédito e desalento reinantes, o exemplo de firmeza e lucidez do saudoso Dirceu Arnaud Diniz é fonte de permanente inspiração.
*Jornalista, Advogado e Professor. Natal – RN.
Querido Paulo, Bela narrativa, mas sem elidir a tristeza da conclusão, com a desumanidade infectando a humanidade e fazendo da riqueza um hediondo modo de agir perante o próximo.Bj em Ana Rosa!
Um forte abraço!
Eduardo Neiva de Oliveira.
Meu amigo Paulo, não poderia ficar calado com a "saga" que você relata que o seu primo passou naquela Selva de Pedra (São Paulo). Na verdade os afortunados financeiramente que lá vivem, quase por integral, não tem coração, esnobam e sempre falaram que as comidas dos Nordestinos que estão, por terem sidos levados por falsas promessas, ofendem à digestão dos cães. Isto eu vi muito, pois, trabalhei como bancário no centro daquela cidade, e cheguei ao posto Gerente Administrativo.
Mas, por ter uma situação economicamente privilegiada, antes o salário que recebia, vivi amarguradamente naquela urbe sertaneja, pois, não conto quantos vezes ao sair do trabalho, deparava com pedintes que, de logo, no seu rosto, deixava transparecer que era mais um Nordestino que havia deixado a família a busca de melhores condições de vida para si e sua prole. E, com a negatividade do que pensava em encontrar, estava morrendo aos poucos, de frio, fome e nudez. Assim, presenciei muitos e muitos, conterrâneos se afogando na lástima da fome e da miséria. Por várias vezes, nos finais de semanas, visiteia Favela de Heliópolis e as demais periferia, juntamente com uns de meus sobrinhos, para localizar os nossos irmãos mais sofridos e passados de fome, e ofertar-lhe uma sexta básica para saciar a fome que lhe acometia. Da mesma forma, presenciei na cidade de Brasília, muitos de nossos conterrâneos passando pela situação do seu primo. Isto só demonstra a desigualdade social e má distribuição de renda. É tanto que, o Presidente Lula, apesar de certos defeitos evidenciados por certos dos comandados, tem essa virtude que lhe eternizará como uma ação voltada à eliminar a fome.
Quando implantou o Projeto de FOME ZERO, e manda destribuir aos pobres, bolsas rendas. Isto é uma grande virtude que está de modelo para o mundo. Portanto, caro amigo, sempre estou na nossa cidade de Pombal, a passeio ou a trabalho, e quando lá estiver, vou lembrar desta saga que você relata do seu primo. Mas, eu te digo, isto não aconteceu somente com o seu. Aconteceu e ainda acontecem com os nossos primos que insistem em permanecer na falsa ilusão de residir naquela selva de pedra que está se afogando nas inundações por terem invadidos os caminhos do rios Pinheiros e Tietê.
Sds.
Advogado Ronaldo Medeiros.
Paulo Abrantes (Foto)
POR PAULO ABRANTES DE OLIVEIRA*
Há poucos meses quando visitei a minha terra, Pombal, lembrei-me de Antonio Leite (Tozinho), de saudosa memória, filho de meu tio Chico Gervásio, rapaz de boa aparência, simpático, de porte físico atraente que chamava a atenção das moças de Gado Bravo. Morava nessa fazenda levando vida simples de morador rural de sítio interiorano, onde todos se conhecem e se dão bem.
Já contei esta história, diversas vezes, mas de forma oral. Agora, volto a contá-la, movido sentimentalmente assistindo histórias do programa de TV “De volta à minha terra”, e mesmo porque, o episódio mostra a reação de certas pessoas diante do infortúnio do semelhante, também filho de Deus. Exemplo francamente reprovável, que servirá para reflexões sobre o complexo comportamento humano.
Até meados do século passado, São Paulo representava o vale da promissão para o nordestino que deixava sua terra e para lá viajava em busca de emprego. Acalentava falsa ilusão pelo grande Estado, atraído pelas notícias de suas riquezas, de sua terra fértil e do mercado de trabalho que sempre recrutava mais e mais mão-de-obra para impulsionar o seu esplêndido progresso. Deixava, aqui, a esposa, os filhos e o chão seco, tostado pelo inclemente sol quente. Deixava para trás o pungente drama da seca. Dizia o ilustre senador Ruy Carneiro: “Todo sertanejo deixa a sua terra chorando. Nunca sai cantando”.
Em chegando lá, o sertanejo nordestino ia juntando seu dinheiro a duras penas, comprava primeiro seu radinho de pilha, e ia já guardando na mente a idéia de um dia voltar à terra natal. Notícias de relâmpagos e trovoadas para o lado do Norte faziam-lhe apertar a saudade danada do rincão querido. Depois daí, não conseguia resistir e, mais dia, menos dia, empreendia a viagem de volta. Bastava ouvir as canções de Luiz Gonzaga e Elba Ramalho com o seu “De volta para o meu aconchego” para o choro afrouxar.
Tozinho foi um desses intrépidos e sonhadores nordestinos que tentou a vida na grande metrópole paulista. Levou consigo apenas as mãos calejadas pelo cabo de enxada e poucos conhecimentos de ajudante de pedreiro e de pintor de paredes, adquiridos ali mesmo em Pombal, e lá enfrentou o trabalho duro. Afinal, estava em São Paulo para trabalhar.
Como esperava, não lhe faltou serviço na construção civil. Enfrentava jornada sem limite de horário e sem descanso aos domingos e feriados.
Contratado, um dia pintava a mansão de rico paulistano. “Casa de Barão”, segundo suas próprias palavras.
Como de costume, deixara a marmita com a comida a um canto da casa, despreocupado. Mas, certo dia, o cão de raça largou-se da corrente e devorou a comida de Tozinho.
A reclamação, incontinenti, foi levada à esposa do proprietário da mansão. A madame, então, virou-se nos diabos. Batia portas, gritava com empregados. Verdadeiro inferno. De vez em quando, usava o telefone.
Tozinho, de estômago vazio, aguardava o desfecho de tudo aquilo. O que lhe interessava mesmo era a reposição de sua comida. Imaginava, daí, saborear comida de gente importante.
De tanto esperar, perdeu a paciência e o acanhamento. Passava da hora do almoço e ele estava com muita fome. Humildemente, dirigiu-se à madame sobre se a comida chegaria logo.
Dela recebeu a grosseira resposta de que quem chegaria logo seria o veterinário para tratar de seu cachorro.
Entendeu, então, Tozinho que comida de sertanejo trabalhador podia matar cachorro de madame rica. E que a vida de cão daqui é diferente da de São Paulo.
*Escritor pombalense, Eng° Civil.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

SORRIA NESTE Fevereiro! MÈS MAIS ALEGRE DO ANO. "CARNAVAL"
POR CESSA LACERDA FERNANDES*
É verdade que se diga que o Carnaval é uma das maiores manifestações de alegria e animação de um povo.
É muito importante que saibamos algo da sua história.
Festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. A partir dessa adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorado através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas,
Em 1545, durante o Concílio de Trento, na Itália, o carnaval voltou a ser uma festa popular e aproximadamente em 1723, chegou ao Brasil sob influência européia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX, foi que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas da forma semelhante à de hoje.
A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. A esta favorável recepção, acrescentou-se as famosas marchinhas carnavalescas que incrementaram a festa e a fez crescer em quantidade de participantes e em qualidade.
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a Colombina, o Pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado. A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criado pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem às ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.
Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.
Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.
A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas.
Em 2005 o Carnaval de Salvador, Bahia, Brasil está no Guinness Book como a maior festa de rua do mundo. Recife Pernambuco, possui o maior bloco de carnaval do mundo, o Galo da Madrugada.
A festa carnavalesca surge a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a idéia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval".
E a história do Carnaval continua!
Pombal, cidade de passado bonito por sua história, de sertanejos fortes, caracteríscos Euclidiano “Antes de tudo um forte”, tem também sua história carnavalesca. Lembro-me bem, que na década de sessenta já se manifestava espírito carnavalesco naquelas pessoas que sentiam na alma os acordes de velhos tamborins e os talentosos herdeiros de músicos tradicionais, seu Zé Vicente, Zezinho Sapateiro, Benígno e Saturnino Santana, Anísio Medeiros, João Espalha, Eliseu Veríssimo, Raimundo Aristides, Adamastor Gouveia, sequenciados por Manoel de Donária, Tié, Laércio, Josafá, Rossinho, Zeilto Trajano, Ribinha, e outros que monstraram brilho na música pombalense. Todos estes tocaram com entusiasmo na Sede Operária onde eram comemoradas as detacáveis festas da nossa cidade.
Vale ressaltar, que estes músicos eram muito admirados e valorizados por outras cidades maiores. A Sede Operária foi portanto, o peimeiro Clube de Pombal onde realizavam também o São João, festas que receberam grandes destaques. Nessa época conheci alguns foliões a exemplo de Epitácio e Bilino Queiroga, Raimilson e Chico Felinto, Hercílio Bezerra, Nelito, Zezinho e Nini Silva, também Geovane, filho de Antônio Bezerra. Quando criança e jovem, tive a ventura de participar de algumas matínês carnavalescos realizados na Sede.
Num dos comentários as minhas fotos no orkut , aproveitei a deixa “o carnaval do passado tem mais história”, do casal amigo, Janjão e Betinha, concordei plenamente, pois antigamente tínhamos mais vigor de entusiasmo e animação. O Carnaval do meu tempo era muito! Na década de sessenta a meado de oitenta. Tempo em que se brincava com muita euforia e não havia nenhuma maldade, apenas descontração eliminando o cansaço ou canceira do trabalho.
Brincávamos para nos divertir aproveitando aquele feriado. Quando me casei continuei a índole de me divertir, pois encontrei meu par de animação, Bibia. Sempre gostávamos de dançar e nos divertíamos bastante e o Carnaval era especial, porque as músicas nos tocavam ao coração.
Lembro que fomos convidados para fazermos parte do tradicional Bloco Formigão, porque éramos muito animados e tudo deu certinho. Brincamos por uns quinze ou mais anos neste bloco, origem da própria família Formiga, com quem mantínhamos uma grande amizade. Este Bloco era formado por casais animadores e fortes foliões, de uma união admirável e incomparável.
Nesta foto, Eu e Bibia somos o primeiro casal da direita.
Brincar com aquela animada turma provocava prazer. Disputávamos com outro bloco tradicional, o Antártica. Eram disputas de alegorias e animação.
Para cada noite colocávamos belas fantasias e sempre éramos os escolhidos da noite. A fantasia da noite anterior exibíamos na tarde do outro dia, em Corso, isto é, desfile de carros pelas ruas da cidade. Também brincávamos no Bar Centenário animando verdadeiramente os pombalenses. Tenho o prazer de dizer que esse nosso bloco chavama a atenção de todos da nossa querida cidade. A fantasia de palhaço tinha uma prioridade para todos os anos era uma verdadeira magia. Foto de Heron e Bibia que já é outra mostra) Vejam que fantasia simbólica, Heron e Bibia. Esta de Pierrô, ( foto Pierrô) cada casal exibiu uma cor, a nossa era vinho, encantou o recinto do Ideal Clube de Pombal.
(foto de Bibia com o Montilla)Ah! Mas, como esta ninguém teve uma idéia tão brilhante, pois ele bem sabia o quanto era consumidor. Fantasia destaque PIRATAS. Estou ao lado, só que eu o deixei destacar-se com o litro de MONTILLA.
Recordar portanto, essas maravilhas que vivemos é morrer de saudade!
FELIZ CARNAVAL 2010 A TODOS.
*Poetisa e escritora pombalense Contato: cessalacerdapb@hotmail,com cessalacerda@yahoo.com.br

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

CLEMILDO BRUNET*
Um fato interessante na vida da gente é algo que está traçado para acontecer mesmo não sendo ainda do nosso conhecimento e acontece; só depois nos damos conta. Nesta minha estada em Natal, nunca passou por minha cabeça a idéia de conhecer Nova Cruz, cidade onde nasceu o Cantor Carlos Alexandre. Justamente agora, depois de 21 anos de seu passamento para a eternidade, tive a oportunidade de visitar essa urbe, conhecida como a Rainha do Agreste Potiguar, atendendo convite do reverendo e advogado Enoque José de Araújo, que com seu filho Júnior mantém um escritório naquela comunidade.
Nova Cruz, município no estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado na região do Agreste potiguar distante de Natal 93 Kms. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2000, sua população é de 33.834 habitantes. Área territorial de 282 km² é uma cidade linda. Faz divisa com o Estado Paraíba e com os Municípios de Passa e Fica, Lagoa D’ Anta, Santo Antonio e Montanhas.
A história da cidade teve seu começo no século XVII quando um grupo populacional se instala a margem do rio Curimataú, surgiu uma hospedaria para abrigar os boiadeiros que conduziam seus rebanhos, vindos da Paraíba e de Pernambuco, muitos desses resolveram fixar suas moradias. No início foi chamado de Urtigal, segundo historiadores, pela quantidade de urtigas existentes no local. Teve o nome mudado depois para Anta Esfolada, por causa de algumas ocorrências acontecidas ali.
O Historiador Manoel Dantas diz: “existia no território uma anta com espírito maligno. Em determinado dia um astuto caçador conseguiu prender o animal numa armadilha. Na ânsia de tirar o feitiço da anta, o caçador partiu para esfolar o animal vivo. Mas logo no primeiro talho a anta conseguiu escapar, deixando para trás sua pele e penetrando mata adentro”.
Essa lenda aterrorizava de tal modo os moradores que denominaram o povoado de “Anta Esfolada” até que determinado dia, um missionário conhecedor de artes diabólicas e exorcismo, observando que o demônio fazia mal àquela terra, por intermédio do corpo da anta, adquiriu galhos de inharé procedente de Santa Cruz, fez uma cruz, fincando-a no ponto mais elevado do atalho por onde o animal costumava passar. A anta não mais apareceu e o povoado recebeu definitivamente o nome de Nova Cruz e no dia 15 de Março de 1852, pela Lei Provincial n° 245, foi criado o município de Nova Cruz que só em 3 de Dezembro de 1919, recebeu privilégio de cidade
O Prefeito atual de Nova Cruz é o cidadão paraibano, Flávio Azevedo Rodrigues de Aquino (foto), natural de João Pessoa – PB, Bacharel em Direito, iniciou sua carreira política em 1992 quando foi eleito Vice Prefeito de Nova Cruz. Ex-Secretário de Ação Social na gestão da Ex Prefeita Germana Targino (1997-2000), também ocupou a Chefia de Gabinete Civil no Município de Santo Antonio RN na gestão de Liliane Barbalho em 2005, tendo se afastado do cargo em 2006, retomando seus compromissos políticos em Nova Cruz. Disputou a Prefeitura de Nova Cruz por três vezes – 2000, 2004 e 2008, tendo sido vitorioso na última tentativa em 2008 com 11.950 votos, 56,11% dos votos válidos e maioria de 2.603 sobre o segundo colocado. Fachada da Prefeitura N. Cruz.
Uma das motivações para aumentar mais ainda a minha simpatia por esta cidade, é que – além de bonita e ser a terra de nascimento de um grande amigo de saudosa memória, é também a cidade que na década de 30, deu abrigo a minha bisavó paterna – Maria Belmiro Pinto Ramalho conhecida por Maria Gorda, que na época morava com seu irmão, o Padre Severino Leite Ramalho.
Pedro Soares Bezerra nome de batismo de Carlos Alexandre, nasceu na cidade de Nova Cruz Rio Grande do Norte, no dia 01 de junho de 1957 e faleceu no dia 30 de janeiro de 1989, em acidente automobilístico na estrada estadual RN93, que liga os Municípios de Tangará e São José do Campestre RN, na região da Borborema potiguar, divisa das regiões do Agreste com Trairi do Rio Grande do Norte, quando regressava para casa, de um Show que havia realizado na cidade de Pesqueira Pernambuco. Sua voz firme e eloqüente enlouquecia as mulheres e jamais o seu fã-clube o esquecerá. Entre os seus inúmeros sucessos podemos destacar: A ciganinha, Feiticeira, Arma de Vingança, Cartão Postal entre outros.
Carlos Alexandre em 1985 gravou um LP, cujo carro chefe foi à música Final de Semana; neste disco está inserida uma faixa com o título: Natal, Cidade Noiva do Sol, onde o cantor enaltece a beleza da capital do Rio Grande do norte e fala de Nova Cruz ressaltando que foi a terra onde nasceu. Se referindo a Natal, ele diz que vai ao Castelão assistir um bom futebol; coincidência ou não, em 1989, ano da morte do cantor mudaram o nome do estádio.
Um pouco dessa história:
Foi batizado inicialmente com o nome de Estádio Humberto de Alencar Castelo Branco e conhecido simplesmente como Castelão. Somente em 1989 teve seu nome alterado para Estádio João Cláudio de Vasconcelos Machado, em homenagem ao ex-presidente da Federação Norte-rio-grandense de Futebol.
O estádio Machadão, juntamente com o ginásio Machadinho serão demolidos até o último trimestre deste ano para dar lugar ao complexo Arena das Dunas com a finalidade de sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014.
Já em Nova Cruz - Rainha do Agreste Potiguar, em um bairro nobre e num lugar elevado da cidade, há uma Via Pública com o nome de Carlos Alexandre, perpetuando sua memória para as gerações futuras.
“Eu estou distante, mas estou lembrando de você amor/ Estou lhe escrevendo com o coração partido de dor/ Pois estou sentindo uma vontade louca de beijar teus lábios, abraçar seu corpo e ficar quase morto com um beijo seu/ lhe falar de mim e não repetir a palavra adeus”...
*RADIALISTA
Natal, 10 de fevereiro de 2010.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O JORNAL DA REDE GLOBO MOSTROU UMA REPORTAGEM SOBRE O HOSPITAL DOS OLHOS DE SOROCABA. ESSE HOSPITAL É DA MAÇONARIA, SEM FINS LUCRATIVOS. ELE É CONVENIADO COM O SUS, E TEM CAPACIDADE PARA REALIZAR CERCA DE TREZENTOS TRANSPLANTES DE CÓRNEAS POR MÊS, POIS HÁ UM ESTOQUE DE CÓRNEAS SUFICIENTE PARA A REALIZAÇÃO DOS MESMOS. ENTRETANTO, ESSE HOSPITAL ESTÁ REALIZANDO SOMENTE CERCA DE CENTO E VINTE TRANSPLANTES POR MÊS, DEVIDO A FALTA DE PACIENTES. AS CÓRNEAS NÃO UTILIZADAS ESTÃO SENDO JOGADAS FORA POR PASSAREM DO TEMPO DE UTILIZAÇÃO / VALIDADE ! REPASSANDO DE MÃO EM MÃO, ESTE E-MAIL PODERÁ CAIR NA MÃO DE ALGUÉM QUE CONHEÇA UMA PESSOA QUE ESTÁ A ESPERA DE CÓRNEAS. ELA PODERÁ ENTRAR EM CONTATO COM O HOSPITAL OFTALMOLOGICO DE SOROCABA -SP - pelo TELEFONE - (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 - DE 2ª A 6ª FEIRA ATENCIOSAMENTE, DR. EDUARDO BEZERRA -MÉDICO POR FAVOR, REPASSE ESTE E-MAIL. VOCÊ PODE NÃO ESTAR PRECISANDO, MAS SEMPRE HAVERÁ ALGUÉM NECESSITADO.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

BIBIA - ANIVERSARIANTE.
FEVEREIRO, DIA 7, DATA ESPECIAL!
Há quem diga que o mês de fevereiro é o mais alegre e divertido do ano. Sabemos também que é mês de Carnaval, que por si só já traduz folia e animação. Para mim este mês expressa grande significado e simbologia. Significa o mês de nascimento da pessoa que mais amo, e que tornou-se símbolo do meu amor.
Gostaria de dizer que desde o dia que o conheci, ele tornou-se muito especial para mim e sempre será porque tem um lugar reservado no meu coração. O seu valor não se mede pelo que tem, mas pelo que é, pelo seu interior de caráter, pela forma admirável de agir com sinceridade e fidelidade para com todos, características dos grandes homens. Somos felizes porque nos amamos e nos compreendemos. Sabemos enfrentar todos os obstáculos com a força de Deus Pai.
O mês de fevereiro também nos atraiu pelos momentos de lazer em época carnavalesca pois gostávamos de nos divertir para superar a incansável labuta. Muitas vezes o dia 7, seu aniversário, coincidia com o carnaval e a nossa alegria ainda era maior. Lembrar este tempo é sentir saudades! Parabéns meu querido pelo seu aniversário e muitas felicidades para sempre. Beijos mil de quem o admira e ama! Cessa Lacerda Fernandes Poetisa e escritora pombalense. Contato: cessalacerdapb@hotmail.com cessalacerda@yahoo.com.br.
JÚNIOR: Parabéns Bibia, Painho, pessoa especial e de muita luz; neste 07 de fevereiro, completas 71 anos de vida, e eu louvo ao nosso DEUS, por ter me dado a honra de nascer neste lar de luz, paz, amor e fraternidade; ter como Genitor este ser humano inigualavel, de um caratér inabalavel que nos fez ver o mundo de uma forma exemplar, ressaltando o amor a DEUS, A FAMILIA E AO PRÓXIMO, nos dando lições ferteis de CARÁTER, HUMANIDADE, HONESTIDADE E PRINCIPALMENTE RESPEITO. PARABÉNS UM BEIJO NO SEU CORAÇÃO E UM T.´.F.´.A.´. E QUE A G.´. DO G.´.A.´.D.´.U.´., VOS ILUMINE E GUARDE.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Clemildo Brunet (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
Estaríamos nós capacitados para atingirmos o limite da perseverança? Faço a indagação em razão do que já foi dito por aí, que o latino americano por ser imediatista quer as coisas na hora. Vivendo desse modo, muitas vezes a lamentação ou a murmuração ocupa espaço quando nossa pretensão não é aceita ou não atende o que é de nosso interesse e deixa de satisfazer nosso ego. Alguém poderia também perguntar qual seria o limite da perseverança ou até que ponto a espécie humana estaria disposta a perseverar diante dos ventos que sopram contrários a ela? Não somos donos absolutos da verdade, no entanto, Deus no dar força e inteligência para a conclusão de nosso raciocínio.
Segundo Aurélio, perseverança é qualidade ou procedimento de perseverante; pertinácia, constância, firmeza. O limite da perseverança é encontrado quando toda força humana se esvai para uma total dependência de Deus. A Bíblia nos fala na carta de Paulo aos Romanos no capítulo 5: 3,4 e 5, da regra e compasso para isso, afirmando que nos gloriamos nas próprias tribulações, na certeza de que atribulação gere ou faça produzir em nós a perseverança e esta por sua vez experiência, obtendo finalmente o resultado satisfatório da esperança. Então é assim: Tribulação + perseverança + experiência = esperança.
O Apóstolo Tiago corrobora com este pensamento de Paulo quando diz: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação de vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança”. Tg.1:2 e 3. No versículo 12 ele afirma: “Bem aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam”.
No começo foi difícil aceitar que estava precisando de um tratamento clínico em Natal, mas, depois de enfrentar tantas lutas e adversidades, aos poucos fui me adaptando à situação, até alcançar o momento que estou vivendo. Foram nove viagens, iniciada em julho do ano passado até janeiro deste ano a capital potiguar, para obtenção de uma vaga em uma fila que parecia interminável, a fim de cumprir a última etapa de meu tratamento, a RADIOTERAPIA CONFORMACIONAL, que, diga-se de passagem, feito por uma das unidades da Liga Norte Rio-Grandense Contra o Câncer, Centro Avançado de Oncologia – CECAN, único em Natal com esta especialidade no Nordeste.
Há um ditado que diz: “Todo começo são flores” quando se fala nisso, lembramos sempre das coisas boas que acontecem na vida e que depois podem virar espinhos. Para ilustrar o que eu estou afirmando, é que as coisas boas não nos causam transtornos no seu início, totalmente diferente quando as tempestades nos assolam trazendo-nos circunstâncias as quais não queremos e que mexe com o nosso emocional.
Mesmo assim, com paciência e resignação o nosso pensamento nos leva a uma realidade que está explícita na Bíblia: “O próprio Deus nos preparou para isto”. 2Co 5:5b. No início deste capítulo, Paulo está falando da nossa casa terrestre deste tabernáculo (corpo), se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eternas, nos céus. Arremata o apóstolo que estejamos sempre de bom ânimo.
Não podemos fugir dos sofrimentos impostos pela vida, mas Deus nos dar o instrumento pelo qual possamos suportar esses reveses, daí o cristão ter um referencial que o diferencia de quem não tem e que se chama perseverança.
Um fato me chamou atenção nesta semana no hospital onde estou sendo assistido. Enquanto aguardava ser chamado para uma consulta com a médica e mostrar uns exames, assistir a agonia de um cidadão já de idade, em uma cadeira de rodas, aguardando ser chamado; em seu rosto a revelação de quanto estava padecendo, torcia o rosto para um lado e outro, movimentava as pernas, vez por outra levava um saco plástico à boca e soltava saliva. Seus netos e outras pessoas da família procuravam consolá-lo com afagos e beijos, além de massagens em seus pés para melhorar a circulação, tudo isso em um prazo de quase quatro horas de espera.
Entretanto, despretensioso, eu aguardava pacientemente a minha chamada como se estivesse em outro lugar qualquer, sentindo-me a vontade, sem nenhuma preocupação em relação ao que estava esperando. Uma sensação tão gostosa de tolerância em esperar, que até me esqueci porque estava ali. Cheguei de 08 horas da manhã, minha consulta era às 09 horas, no entanto, só fui atendido ao meio dia.
Tenho plena convicção que essa paciência operada em mim veio da parte do Altíssimo. Creio que pelo menos nesses momentos, eu cheguei ao limite da perseverança, pois mesmo diante de tanto tempo de espera, senti-me na total dependência de Deus.
*RADIALISTA.
Natal, 03 de fevereiro de 2010.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

A IMPORTÂNCIA DO COMPLEXO CUREMA-MÃE D’ÁGUA: CONSIDERAÇÕES HISTÓRICAS E SOCIOECONÔMICAS

Emmanoel R. Carvalho Professor Emmanoel Rocha Carvalho aborda importância do complexo Curema-Mãe d’Água. Artigo publicado em versão alg...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CLIQUE NO PLAY E OUÇA A ENTREVISTA.

COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!