segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Genival Torres Dantas
Genival Torres Dantas*

Quando D. João 111, rei de Portugal, resolveu colonizar o Brasil, em 1534 implantou o sistema administrativo nas nossas terras, denominado de capitanias hereditárias, formadas por faixas de terras partindo do litoral, indo até alcançar o limite do Tratado de Tordesilhas, cada faixa tinha um donatário indicado pelo próprio rei. Formou-se então 13 faixas assim denominadas: capitania do Maranhão, do Ceará, do Rio, Grande, de Itamaracá, de Pernambuco, da Baia de todos o Santos, de Ilhéus, de Porto Seguro, do Espírito Santo, de São Tomé, de Santana e de São Vicente.

As capitanias de Pernambuco e de São Vicente, atual Estado de São Paulo, foram as únicas que realmente prosperaram graças as riquezas produzidas pela produção da cana de açúcar e exportada para o Europa.

Esse sistema que se estendeu por 225 anos, ou seja, até 1759, foi extinto pelo Marquês de Pombal em decorrências dos problemas apresentados pela ineficiência da sua administração e seus precários controles. Seus donatários que tinham o direito sobre as terras que lhes eram confiadas, exploraram suas riquezas minerais, animais e vegetais, arrecadava impostos, além de usar a mão de obra indígena como escravos, tiveram que obedecer as ordens de Portugal que ficou apenas com o Governo Geral.

O atual momento político fez voltar a tona esse termo, capitanias hereditárias, pelos problemas enfrentados pela presidente Dilma em conseqüência da crise existente em alguns ministérios e explorado pela oposição. Com a necessidade de manter uma governabilidade apoiada pelos partidos da base aliada, dando-lhe sustentação política, foi necessário que o governo do PT, situação, desde o governo Lula, criasse novos ministérios para abrir espaço aos integrantes desses partidos que exigiam uma participação mais efetiva na administração federal.

Dessa forma, o novo modelo administrativo, agora inchado pela incorporação de novos ministérios, e por conseqüência o aumento do quadro funcional, trouxe problemas adicionais, dentre eles o controle e fiscalização dos seus membros. Alguns partidos tiveram alguns elementos e até ministros apontados por corrupção nas sua respectivas pastas, penúltimo caso o do Ministério do Trabalho, tendo como titular o ministro Carlos Lupi que luta desesperadamente para se manter no cargo, chegando ao ridículo de fazer declarações estapafúrdias e grotescas, tipo: “só saio à bala”.

Ministro que pertence ao PDT, partido aliado, que tem em seu quadro membros de notória coerência política e ética, caso do Senador Cristovam Buarque, que engrandece a classe política nacional.

Infelizmente surgem outros escândalos, e nesse final de semana problemas aparecem novamente no Ministério do Trabalho, e no Ministério das Cidades que é acusado de corrupção no projeto para a copa de 2014 aqui no Brasil.

A oposição aponta erros no governo, usando esses desajustes ministeriais acusando-os de loteando de cargos comparando-os as antigas capitanias hereditárias, criando desafetos dentro da situação e embaraço ao governo federal.

Nós, pobres eleitores e contribuintes ficamos na expectativa de medidas rígidas e não paliativos para que toda essa barafunda seja resolvida e o atual momento seja, por nós, contado amanhã, aos nossos netos, como um momento brilhante, e possamos nos orgulhar, se não termos feito a história, mas, participado desse momento de transformação mundial, sem vergonha do nosso passado.

*Pombalense, Empresário em Navegantes - SC.

Onaldo Queiroga
Onaldo Queiroga*

Falar de Leonardo Pareja é descrever uma vida bandida. É narrar uma história de um marginal diferente, mas nunca herói.

Tudo começou quando Pedro Pareja, um empresário bem sucedido e já de certa idade, conheceu uma garçonete bem mais nova de nome Luiza. Apaixonado, resolve contrair matrimônio. Casados, Pedro e Luiza adotaram um menino a quem deram o nome de Leonardo Pareja. Nascia um delinqüente.

Sua infância foi passada numa bela casa, freqüentando os melhores colégios de Goiana. Na infância já mostrava que sua inteligência era dirigida para um caminho sem volta, pois aos onze anos de idade andava com sua bicicleta pelas ruas de Goiana quebrando retrovisores e pára-brisas de veículos.

Na adolescência, tratou de ingressar de vez na criminalidade, praticando furtos de toca-fitas e de veículos luxuosos.

Com a separação de seus pais, deixa a boa vida da mansão e passa a viver em uma favela de Goiana. Com a morte do pai, em 1992, Pareja declara: “Eu achei que tudo estava perdido para mim. Aí eu comecei a rasgar o verbo e criar situações mais perigosas, a vida já não tinha mais sentido e eu perdi o medo da morte”. Era o sinal do mergulho definitivo na delinqüência.

Mas, ele tinha algo diferente. Boa pinta, galanteador, exibicionista e com comportamentos inusitados durante a prática dos delitos, Pareja começou a escrever sua fama. Pensava alto, queria câmeras, manchetes e todos os holofotes da mídia.
Sua primeira aparição nacional foi no seqüestro de uma sobrinha do Senador Antonio Carlos Magalhães. A vítima, na sua ótica, foi bem escolhida, não era uma moça qualquer, como afirmou: “Ele (Antonio C. Magalhães) comandava a política e a polícia e foi a minha chance de sair com vida de lá. Se fosse a filha de um operário ou de uma dona de casa, estávamos eu e ela no cemitério”. Nesse episódio, Pareja, para acalmar as vítimas, pegou um violão e começou a tocar e a cantar uma bela música sertaneja. Depois resolveu com seu comparsa abandonar o seqüestro e fugir. A evasão foi bem sucedida. Insatisfeito, começou a dar entrevistas colocando sua versão para o evento e, equivocadamente, lhe conferiram o título de celebridade.

Daí por diante passou a desafiar a polícia de Goiás. Ligava para as rádios e anunciava o dia e a hora em que praticaria os delitos. Cumpria sempre o anunciado, conseguindo fugir, expetacularmente várias vezes. Numa noite só, por exemplo, vinte e hum postos de gasolina foram assaltados.

Costumava dizer: “Se não fosse o perigo, eu estava morto, o perigo me faz viver”. Como bem enfatizaram certa feita: “Polêmico e hábil, Pareja sempre tratava de conduzir a discussão para um ponto controvertido”. Questionou diversas instituições do país, atacando a forma como eram conduzidas. Costumava proclamar que, por ser bandido, sua palavra não era levada em conta.

*Pombalense, Juiz de Direito da 5ª Vara Cível de João Pessoa-PB.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Clemildo Brunet
CLEMILDO BRUNET*

Há tempo para todo propósito embaixo desse chão e como não poderia deixar de ser a gratidão é um dos fatores necessários a nossa peregrinação neste mundo. Gratidão é uma palavra que na teoria tem um sentido laico, mas, nem sempre na prática ela é identificada ou diagnosticada desse modo. É preciso que algo aconteça, para que a estimule.

Partindo desse pressuposto, quero dizer que o Dia de Ação de Graças comemorado na 4ª quinta- feira do mês de novembro teve o seu início nos Estados Unidos. Um grupo de ingleses por causa da perseguição religiosa veio se refugiar nos Estados Unidos onde se estabeleceu, no atual estado de Massachusetts. Passaram por muitas dificuldades pela escassez de recursos e desconhecimento da nova realidade. Aprendeu com os nativos a cultivar a terra, especialmente o cultivo do milho.

Em 1621 deu-se a primeira colheita por sinal de maneira abundante. Agradeceram a Deus pelo resultado obtido. Daí então se tornou costume entre eles o ritual do agradecimento que evoluiu a tal ponto de ser instituído e proclamado o Dia Nacional de Ação de Graças pelo Presidente americano George Washington. É celebrado na 4ª quinta-feira do mês de novembro.

Mais foi em 1949 que o Dia Nacional de Ação de Graças começou a ser celebrado no Brasil, cuja Lei teve sua regulamentação em 1965 pelo então presidente Castelo Branco. Ficando estabelecido o mesmo dia da semana no mês de novembro. É pena que no Brasil poucos se lembrem desse dia e até agora, somente alguns Estados da Federação celebram festivamente a efeméride.

No início dos anos 2000 o Brasil sofreu uma baixa em sua produção que marcou em muito a nossa nação em especial o Nordeste, Centro Oeste e Sudeste, registrou-se um forte período de estiagem, que além de arrasar a agropecuária, atingiu a indústria, o comércio, o segmento de serviços e a cada um de nós, com o racionamento de energia elétrica e ameaças de apagão elétrico em todo o País (Jornal do Commercio, 28.02.2002).
DEUS mostrou sua ação supridora enviando chuvas em resposta à súplica de muitos brasileiros, enchendo os reservatórios d'água das hidrelétricas e várias regiões do território nacional, em níveis nunca antes atingidos, conforme constatado pelas autoridades e divulgado pela imprensa nacional. (Fonte: Jornal do Commercio, 26.01.2004). Com o fim da estiagem, foi decretado em fevereiro de 2001, o fim do racionamento. (Fonte: Jornal do Commercio, 16.07.2002).

A gratidão tem incentivo bíblico, quem lê o texto de Lucas 17:11 e versos seguintes depara com a narrativa que Jesus curou dez leprosos, no entanto, só um voltou para agradecer e este era estrangeiro, foi abençoado! Entretanto, o mestre reclamou a ausência dos nove. “Não houve, porventura, quem voltasse para dar glória a Deus, senão este estrangeiro?”

No Brasil existe um movimento em torno de resgatar o Dia Nacional de Ação de Graças. Trata-se de um movimento sociocultural, sem distinção de credo religioso, apolítico, sem fins lucrativos cujo propósito é tão somente resgatar no Brasil o Dia Nacional de Ação de Graças. DNAG.

O Movimento de Resgate do DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS
DNAG surgiu do sentimento de um grupo de pessoas de diversos segmentos - empresários, profissionais liberais, religiosos e educadores ao perceberem a necessidade de se expressar gratidão a DEUS, enquanto povo brasileiro, diante de tantas graças recebidas:

NOSSA MISSÃO

Consolidar o DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS
DNAG como um instrumento de mobilização social, com o fim de oportunizar ajuntamentos, confraternizações e ações de assistência social, resultantes do sentimento de Gratidão a DEUS.

NOSSA VISÃO

Até 2014, ver todo o Brasil comemorando o DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS
DNAG.

NOSSOS OBJETIVOS

1. Propiciar a celebração do DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS
DNAG, em âmbito nacional, a 4ª quinta-feira do mês de novembro de cada ano, data oficial no Brasil, conforme a Lei Federal nº 781/49, regulamentada pela Lei nº 5.110/66;

2. Estimular a cultura de gratidão a DEUS na nação brasileira;

3. Incentivar a celebração do DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS
DNAG por meio de Confraternizações, Ajuntamentos e da Assistência Social;

4. Incentivar a celebração do DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS
DNAG nas famílias, estabelecimentos de ensino, órgãos públicos, empresas públicas, de economias mistas e privadas, comunidades religiosas, desportivas, militares, nas ONG's e nos demais grupos sociais;

5. Perpetuar a ampla visão do Embaixador Brasileiro, Joaquim Nabuco, que, em 1909, ao final da primeira missa Pan-americana no DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS, celebrada na Catedral de São Patrício, emocionado declarou: "Eu quisera que toda a humanidade se unisse, num mesmo dia, para um universal agradecimento a Deus";

6. Estimular a ampla divulgação do DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS
DNAG nos meios de comunicação e redes de relacionamento disponíveis;

7. Estimular o princípio da inclusão e do compromisso social, vinculando o ato da GRATIDÃO ao ato da DOAÇÃO, visando à diminuição da VIOLÊNCIA e a promoção da PAZ.

Há uma fonte inspiradora que ensina sermos gratos a Deus e consequentemente, gratos de uns para com os outros = é bíblico: “E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. Colossenses 3:17.

Quinta Feira, 24 de novembro de 2011.
Feliz Dia Nacional de Ação de Graças!

*RADIALISTA, BLOGUEIRO, COLUNISTA

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Genival T. Dantas
GENIVAL TORRES DANTAS*

Há registros que a folha da “Erythoxylom Coca” já era usada no nosso continente por volta de 800 DC, é dessa folha que se extrai a hoje calamitosa cocaína. Os nativos da América do Sul a utilizavam na infusão como chá, dessa forma a absorção, pelo organismo, do seu princípio ativo, é muito baixo.

Em 1580 os europeus tomaram conhecimento dessa planta e em 1863 o químico Ângelo Mariani desenvolveu o vinho Mariani usando como base a folha da popularmente conhecida coca, os americanos criaram a coca-cola para concorrer com esse vinho europeu.

O pai da psicanálise, Sigmund Freud, usou a coca em seus pacientes para tratamento, em seus pacientes, para cura da toxicodependência da morfina. Nessa mesma época começava aparecer os primeiros sintomas psicóticos depressivos resultantes do uso contínuo da coca.

Na primeira metade do século XX o consumo dessa droga caiu substancialmente principalmente pela ideologia política, tanto dos europeus como dos americanos, reprimindo e proibindo o seu uso. A partir da segunda metade do mesmo século o uso da droga avança principalmente com o advento dos novos tempos, era época da juventude transviada, o surgimento dos festivais, do movimento hippie com a introdução do “paz e amor, e faça amor não faça guerra”, esse modelo de liberdade contribuiu para o aumento do consumo das drogas como forma de contestação.

No inicio dos anos 70 o Brasil saia da onda do movimento musical “Jovem Guarda” e surgia a tropicália, a “Bossa Nova” sobrevivia palidamente. Na política os militares se mantinham no poder com um novo modelo econômico, com os lemas o “petróleo é nosso” e “Brasil, ame-o ou deixe-o”. No esporte chegávamos ao tricampeonato mundial com as formiguinhas do Zagalo.

A juventude caminhava na luta nos movimentos sociais e a massa trabalhadora formavam núcleos com seus sindicatos, todos tinham um objetivo que era o retorno da democracia nos tirada com o golpe de 1964. No silêncio e agindo perversamente as drogas avançavam em todas as camadas, nas grandes cidades seus consumidores se multiplicavam, no Rio de Janeiro a droga subia os morros não apenas como produto de consumo, mas, como um meio de sobrevivência para seus distribuidores. Nos anos 80/90 São Paulo já começa a formar sua cracolândia, o local onde se localizava as grandes gravadoras virou a boca do lixo, a decadência do cinema contribuiu muito com essa transformação urbana, moradores de rua ocupavam espaços, principalmente no horário noturno, nas avenidas Duque de Caxias, Barão de Limeira, Cásper líbero, ruas Mauá, Timbiras, Aurora, Andradas, e tantas outras adjacentes. O tráfico de drogas e o meretrício encontravam ali o seu reduto ideal, pela absoluta falta de interesse das autoridades em manter a região central vitalizada, largando ao destino os miseráveis que eram tragados pelo vício e a trágica sina.

Passamos por um momento de muito desconforto social, o governo procura ocupar os morros no Rio de Janeiro, devolvendo a sociedade o que era sua, casas, lares, escolas, educação, saneamento básico, saúde, e o mais importante, restituir a dignidade daqueles que lutam pela manutenção dos seus. São Paulo tenta dar uma nova cara ao seu centro histórico, outras cidades buscam substituir a miséria pela oportunidade de reação de um povo que ainda tem solução, precisamos não apenas mostrar o caminho, mas preparar essa massa alijada do meio social para um novo encontro para os caminhos de um futuro melhor.

Apenas para mostrar com números o que estamos vivendo em termos de degradação humana, informo um site na internet www.cnm.org.br que trata da triste realidade do nosso país, convém que os leitores acessem essa página para sentir que não adianta fugirmos de um problema que é nosso, é de toda uma nação. As drogas invadem nosso país, nossos Estados, nossos bairros, nossas ruas e nossas casas. O crack, que é um derivado da cocaína, um produto mais barato, portanto, acessível aos consumidores de baixa renda, já não está limitado à periferia das cidades, faz parte do conjunto da sociedade. Não vamos esperar que a copa do mundo aconteça em 2014 e a olimpíada de 2016 cheguem como um motivo para lutarmos contra esse mostro que é o tóxico, precisamos nos livras dessa catástrofe que acaba com a juventude da nossa terra, rompe casamentos desfazendo lares, dilapidando patrimônios, jogando à miséria uma geração que ainda pode ser regenerada e recuperada.

*Pombalense e Empresário em Navegantes SC.
Onaldo Queiroga
Juiz Onaldo Queiroga*

Existem lugares nesse mundo que realmente são abençoados. Referimos-nos ao Sítio Caiçara, situado na Vila do Araripe, Exu-PE, encravado nos arredores da Chapada do Araripe e, que trouxe ao mundo três grandes vultos do Nordeste brasileiro.

Destacamos em primeiro lugar – Guálter Martiniano de Alencar Araripe, o Barão do Exu, título esse outorgado pelo Decreto Imperial de 15/11/1888, senhor de muitas terras, porém, homem de um grande coração. Nasceu no dia 18 /06/1822 e veio a falecer em 18/06/1889. Saliente-se que até hoje os descendentes do Barão do Exu preservam a propriedade Caiçara além de toda a estrutura da Vila do Araripe.

Em segundo lugar, no Sítio Caiçara, antiga freguesia de Cabrobó/PE, hoje Exu/PE, também nasceu a heroína Cearense – Bárbara Pereira de Alencar, isto no dia 11/02/1760. Seu clã rompeu a Chapada do Araripe adentrando no Cariri cearense.

Bárbara e seus filhos destemidamente participaram efetivamente da revolução de 1817, a qual culminou com a Confederação do Equador, em 1824. As suas posições firmes e contundentes colidiam com o poder e as oligarquias dominantes, à época, fato que acarretou sua prisão e, até a morte de seu filho Tristão Gonçalves de Alencar Araripe, além da perda de seus bens. Apesar de ter vivido a quase dois séculos atrás, a sua visão ideologia e coragem lhes permitem até hoje ser considerada a heroína cearense.

Ressalte-se, ainda, que José de Alencar considerado por muitos o pai da literatura brasileira era neto de Bárbara Alencar, pois era filho de José Martiniano de Alencar que por sua vez era filho da heroína Bárbara Alencar. A heroína faleceu em 28/08/1832, na Fazenda Alecrim, Fronteiras-PI, isto aos 72 anos, tendo sido sepultada na Capela de Poço de Pedras, hoje Itaguar - Município de São Mateus-Ceará.

Por derradeiro, Luiz Gonzaga do Nascimento, o Rei do Baião, nasceu numa casa de barro batido, no Sítio Caiçara. Sobre esse mito, dizemos parafraseando Gildson de Oliveira, o Lua constitui o Matuto que conquistou o mundo, sua obra é a verdadeira síntese do Nordeste.

Em visita ao S. Caiçara em 13/12/2001, com Chiquinha Gonzaga (irmã do Rei) estivemos na casa sede desse lugar abençoado, restaurada e transformada em Museu contendo vários utensílios dos Séculos XIX e XX remontando toda a sua história.

De lá deu para vislumbrar onde ficava encravada a casa onde nasceu o Lua, uma área de baixio e que segundo Chiquinha, a casa, foi destruída pela cheia de 24 e, daí o Rei ter em sua obra a musica “A cheia de vinte e quatro”.
No local a família Alencar ergueu um marco identificando o exato lugar onde nasceu o Rei do Baião. O acesso do Exu para a Vila Araripe encontra-se todo asfaltado e, o percurso de cerca de dois a três quilômetros da Vila para a casa sede do Sítio Caiçara é de estrada de barro, bem conservada, constituindo sem dúvida uma viagem a cultura seleta nordestina.

*Juiz da 5ª Vara Cível da Capital do Estado da Paraíba.

sábado, 19 de novembro de 2011

Ignácio Tavares
Ignácio Tavares*

No inicio deste milênio aposentei-me como funcionário público do Estado. Por mais de três décadas estive a prestar serviços, como técnico em pesquisa e planejamento, à disposição da Secretaria de Planejamento. Na minha trajetória, como funcionário público presenciei bons e maus momentos, no que diz respeito o equilíbrio das contas do Estado.

Até o ano de 1983, o Estado, manteve rigorosamente em equilíbrio as suas contas de receitas e despesas. Não havia qualquer desajuste entre os dois lados da equação financeira. Esta equação era perfeita, na exatidão dos números orçamentários, conforme as avaliações realizadas no fim de cada exercício administrativo. Em alguns momentos até houve transferência de sobra recursos orçamentários de um exercício para outro.

Nos ciclos administrativos seguintes, digo a partir de 1983, tudo mudou, pois, a justeza da equação, a envolver receitas e despesas entrou em estado de desequilíbrio. Esse desajuste aconteceu, de forma mais acentuada em 1989. Foi o mais trágico momento da administração estadual.

Pra se ter uma idéia da dimensão da crise instalada naquela ocasião, basta lembrar que Estado esgotou totalmente a sua capacidade de pagamento. Simplesmente não havia dinheiro no tesouro sequer para atender as mínimas despesas de custeio da máquina administrativa.

Foi uma fase dificílima, pois o Estado faliu. As receitas eram expropriadas pelos bancos credores antes que chegassem aos cofres do Estado. Assim sendo, não havia como honrar os compromissos assumidos junto às construtoras, fornecedores, bem como, o pagamento da folha de pessoal.

Em razão dessa situação, o Estado perdeu o crédito junto as instituições financeiras públicas e privadas. Noutras palavras, ao perder a capacidade total de endividamento, como conseqüência reduziu a zero as expectativas de novas operações de crédito de curto prazo, do tipo “antecipação de receitas”, posto que, por vezes seguidas não foi possível honrar os compromissos assumidos com todos os bancos, com os quais realizava esse tipo de operação.

O Estado parou, pra não dizer quebrou. Assim sendo, entre tantas conseqüências maléficas, negativas, a mais grave foi o encerramento das atividades do Banco do Estado, por conta das sucessivas práticas de “Saque a Descoberto”.

O que isso então? O governo autorizava o Banco a pagar a folha de pessoal sem devida cobertura orçamentária. Noutras palavras, o Banco pagava, mas o Estada não fazia a transferência dos recursos equivalentes ao valor da folha de pagamento.

A conseqüência era que, os depósitos a vista, investimentos diversos, inclusive poupanças, ficavam descobertos. Os saques diários realizados pelos clientes ficavam a depender dos novos depósitos realizados. Como o banco não inspirava mais confiança as operações de depósitos e investimentos diversos caíram a níveis desprezíveis.

Em virtude dessa situação, o Banco Central não pensou duas vezes: mandou encerrar as atividades do Paraiban. Foi uma situação de Deus nos acuda. Diante desse impasse o único aceno do governo aos credores era do tipo: devo sim, pago quando puder.

Em 1991, mudou o governo. Ao iniciar o novo ciclo administrativo, o governo que assumiu, se quis por ordem na casa, teve que aplicar um “Choque de Alta Voltagem”, no sentido de restabelecer o equilíbrio fiscal, sem o qual dificilmente seria revertido o caos administrativo instalado no governo anterior.

Sem dúvida a operação de reequilíbrio das contas do Estado foi um parto doloroso. Além da demissão de funcionários excedentes, foi estabelecido um teto salarial, acima do qual nenhum funcionário de carreira podia ser remunerado.

Não há registro na historia administrativa da Paraíba de uma crise de tamanha dimensão. Muitas dívidas a saldar, porém, sem nenhum centavo no tesouro do Estado. Pra se ter uma idéia havia seis folhas de pessoal atrasadas, além dos restos a pagar a fornecedores, empreiteiras, credores, resultantes de compromissos assumidos em razão dos serviços prestados na construção de obras diversas.

As medidas com vistas a equilibrar as contas do Estado estenderam-se por mais de um ano. Enfim, foi restabelecido o equilíbrio. O preço que o funcionalismo pagou foi uma brutal queda no salário médio, em particular do pessoal de nível superior.

Não se pode negar que inflação elevada naquela época foi decisiva para o restabelecimento do equilíbrio das contas do Estado. É fácil explicar o porquê dessa afirmativa. A inflação além de inflar as receitas servia de base para as correções salarias. Para as correções salariais foi adotado um “Índice Corretor” correspondente a 80% da inflação observada a cada trimestre passado.

Vejamos: em razão da defasagem entre a inflação e correções, a massa salarial do funcionalismo, em valores reais, decrescia a cada trimestre. Isso contribuiu para o que governo reduzisse cada vez mais os encargos com a folha de pessoal. Desse modo foi estabelecido o equilíbrio das contas à custa de uma brutal redução salarial em valores reais.

Para ilustrar melhor a magnitude das perdas salariais, tomamos com base o salário de um técnico de nível superior naquela ocasião, cujo valor era equivalente a sete salários mínimo e meio. Essa relação em pouco tempo caiu para três salários mínimos e meio, o que representava uma perda equivalente a pouco mais de cinqüenta por cento

As perdas persistiram nos anos subseqüentes, principalmente depois da instituição do plano real, quando as correções salariais foram zeradas, em particular no período administrativo 1995/2002.

Não se pode negar que algumas categorias conseguiram ganhos reais em razão da força corporativista que ostentavam e ainda ostentam. Da mesma forma outras categorias obtiveram ganhos salariais, por força maior da lei, como é o caso do Judiciário, Ministério público e Tribunal de Contas do Estado, bem como os assalariados baseados em salário mínimo.

As demais, é mais do que lícito dizer que, ainda hoje, muitas categorias funcionais carregam sobre os ombros pesadas perdas alarias impostas ao longo do tempo, por conta da defasagem entre correção salário e a inflação corrente. Convém ressaltar que outro fator responsável pela redução da média salarial foi o excesso de nomeações que inflaram a folha de pagamento.

Na década e oitenta a economia nacional quase que paralisou a geração de novos empregos. O setor público absorveu grande parte da mão de obra excedente no mercado de trabalho, por razões estritamente política. Foi a década do empreguismo no setor publico particularmente nos estados e municípios.

Nunca se nomeou tanto em tão curto espaço de tempo. Como as receitas não cresciam em valores reais, a solução foi reduzir a média salarial para poder pagar os novos funcionários ingressos na folha de pagamento. Assim sendo, nos últimos trinta anos o número de funcionários cresceu acima do que o Estado realmente podia contratar.

Essa situação inviabilizou a definição de uma referencia salarial de padrão dignificante, por classes de atividades, que poderia atender os reais anseios dos funcionários em atividade, bem como a todos quanto desejarem ingressar quadros da administração pública estadual ou municipal.

Estas são as razões históricas porque o Estado paga tão mau a maioria dos funcionários. De um modo geral se a média salarial é baixa, no âmbito do executivo estadual, há salários que fogem a regra. Refiro-me aos funcionários do fisco cuja remuneração, em alguns casos são superiores a dos auditores do Ministério da Fazenda. Nada contra, por isso desejo sucesso nas suas reivindicações, que são legais por estar forma da lei, por isso são mais do que justas.

Por outro lado lamento os baixos salários recebidos pelos funcionários da educação, saúde, segurança pública, bem como os técnicos de níveis superiores. Estes pedem muito pouco em cima de uma base salarial historicamente defasada, aqueles pedem pouco, mas em cima de uma base salarial invejável.

Em resumo, a grande maioria dos funcionários, ao longo do tempo perdeu grande parte da sua base salarial, enquanto uma minoria ganhou até demais. Que se faça justiça social, beneficiando mais os que estão na base da pirâmide salarial do Estado. Também é mais do que justo que, os que estão posicionados no vértice da pirâmide, percam um pouquinho em benefício daqueles que se consideram injustiçados. Apenas isso e nada mais.

João Pessoa, 19 de Novembro de 2011

*Economista e Escritor

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Clemildo Brunet
CLEMILDO BRUNET*

Embora na vida haja altos e baixos há uma dádiva dos céus latente em nós, a esperança. Ela nos move de tal forma ainda que estejamos desanimados ou desestimulados em alguns momentos da vida. Bendigo a Deus pela esperança viva que faz nascer à luz pela qual somos guiados. Quando percebemos que ela existe sentimo-nos completamente realizados em sonhos, planos e projetos.

Mas há mesmo de se perguntar: O que é esperança? Eu diria é uma força propulsora que nos estimula a caminhar, ainda que a nossa vontade esteja desfalecendo ou que venhamos a sentir que estamos no lugar mais fundo de um rio, lago ou poço. “Sentir-te-ás seguro, porque haverá esperança; olharás em derredor e dormirás tranquilo” Jó. 11:18. Segundo nosso patriarca Jó, o homem mais paciente de toda história bíblica, só nos sentimos seguros porque há uma esperança.

A gente que diz: ‘A esperança acabou’ outros dizem ‘já não existe esperança’, essas declarações tem como ponto de partida ou referência de quem desconhece o valor e a razão do próprio modo de viver. Ignoram que esperança é um fator essencial dessa vida neste mundo. Sem ela não haverá triunfo, não haverá como alcançar vitória e sobrepujar os ventos que nos são contrários.

Como explicar o amor, a perseverança, a paciência, a fé sem associar essas condições antropocêntricas à esperança? O Pastor Estevam Fernandes da Primeira Igreja Batista de João Pessoa Paraíba, em seu livro “Quando Vem a Brisa..." Diz: “A esperança é amiga da paciência. “É filha legítima da fé, e é parceira inseparável da Perseverança e da determinação” Por isso diz ele que há razão na sabedoria popular quando afirma: “Quem espera sempre alcança”.

Em que consiste a firmeza das palavras ‘espere deitado ou sentado’ que em pé cansa? Diz-se de uma pessoa que quer deixar o seu semelhante a esperar por longo tempo ou então provocar um clima de desânimo e desconfiança a tal ponto, para que o outro perca toda esperança. Em um mundo conturbado como o nosso e em meio a tanto desmandos praticados pelos homens é necessário mantermos firmes a confiança em Deus e assim a centelha da esperança nunca se apagará no nosso périplo.
“O homem pode ser resistente às palavras, forte nas argumentações, mas não sobrevive sem esperança. Ninguém vive se não espera por algo bom que seja bem melhor do que o que já conhece, que já possui ou já experimentou. Deus alimenta nossa vida através da esperança”! (Padre Xavier)

Estamos cercados por todos os lados de muitos desesperançados. Acontece que muitos desses puseram suas esperanças em homens falhos que prometeram, falaram de esperança e não cumpriram com suas promessas.

Podemos ter esperança quando nos lembramos de tudo o que Deus fez por nós. A Bíblia diz em Romanos 5:1-2 “Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por quem obtivemos também nosso acesso pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e gloriemo-nos na esperança da glória de Deus.”

Quando estiver desanimado, ponha a sua esperança em Cristo. A Bíblia diz em Salmos 42:11 “Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele que é o meu socorro, e o meu Deus.”

A esperança carrega consigo outras boas virtudes. A Bíblia diz em Colossenses 1:5 “A fé e o amor vêm por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho.”

A esperança cresce quando nos lembramos da promessa da ressurreição. A Bíblia diz em I Tessalonicenses 4:13 “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança..”

A esperança encontra-se com o coração. A Bíblia diz em Efésios 1:18 “Sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos.”

Pombal, 16/11/2011

*RADIALISTA, BLOGUEIRO E COLUNISTA

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O bom trabalho literário, de grande importância para a compreensão da história regional da Paraíba, intitulado "A Vida do Coronel Arruda, Cangaceirismo e Coluna Prestes", de autoria do ilustre Promotor de Justiça paraibano, Severino Coelho Viana, sem dúvida, um dos mais brilhantes pombalenses, constitui-se em excelente contribuição para o mundo literário pertinente ao tema.

O texto, de leitura simples e direta, sem subterfúgios ou palavras difíceis, termina por envolver o leitor do inicio ao fim do livro, buscando mostrar todas as importantes passagens da vida publica do militar, do policial, do politico, do homem, do Cel. Arruda, desde a sua compreensão e retransmissão de que aquele cidadão se tratava de um ser humano espetacular, atencioso e formidável, além de ser dotado de memória estupenda, de tudo se lembrando nos mínimos detalhes, apesar da sua idade avançada quando da entrevista prestada ao autor do livro.

No decorrer da leitura, o leitor, por mais leigo que seja, percebe as grandes qualidades que possuía o Cel. Arruda, destarte para a sua coragem, destreza, honradez, honestidade, um grande homem, entretanto, teimoso e afoito por demais, talvez, por vezes agindo mais pela emoção, mas no intuito de acertar e vencer em vitórias não só suas, mas do seu povo, do povo a quem tanto amava, do povo paraibano a quem tanto defendeu. O exemplo maior dessa ousadia e extrema coragem visando defender o povo da tirania do suposto exército revolucionário que buscava novos rumos para o país, mas para tanto não deixou de praticar rosários de arbitrariedades por onde passou, foi o seu enfrentamento a grande e temível Coluna Prestes, quando da passagem daquela Unidade de Guerra pelo município de Piancó na Paraíba, em fevereiro do ano de 1926. Sem sombras de dúvidas, um ato corajoso de um destemido homem, mas ao mesmo tempo temeroso e intempestivo, vez que de tudo, houve final trágico para muitos combatentes com a cidade praticamente arrasada em verdadeiro inferno. Entretanto, o exercito revoltoso de Prestes sentiu a pungência e a força do povo paraibano, apesar de ter realizado verdadeiro e covarde massacre a certos combatentes de Piancó, já rendidos e desarmados como foi o caso do Padre Aristides Ferreira da Cruz e alguns dos seus bravos seguidores.

Tal ato combativo e heroico rendeu ao então sargento Arruda, a importante e dignificante honraria do governo do Presidente do Estado, João Suassuna, por bravura, condecorado com a espada do herói.

Passeando na interessante leitura do livro, para não muito se alongar no presente comentário que de fato merece destaque para muitos atos heroicos do bravo Cel. Arruda, deixamos de tecer dados sobre a sua atuação incansável em busca de criminosos; sobre a prisão que efetuou do temível e sanguinário bandoleiro Chico Pereira; sobre a sua luta contra o poderio dos chamados "coronéis"; sobre a sua trajetória politica de prefeito a deputado estadual; sobre os embates que ravou com o Padre Manoel Otaviano na época em que ocupava uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba; sobre a sua inimizade com o famoso coronel Jose Pereira e sobre tantos outros acontecimentos pelos quais passou o Cel. Arruda na sua trajetória de militar e delegado de policia em várias cidades da Paraíba embrenhando-se no matagal, nas caatingas, sob o sol causticante em busca dos cangaceiros de Lampião, deixando de tudo então, para melhor se ater a questão da citada batalha contra a Coluna Prestes, a sua mais arrojada batalha, embora pudesse ter sido evitada se alguém dos combatentes de Piancó não tivesse disparado tiros contra aquele temível e terrível exército revolucionário, como de fato ocorreu, ninguém sabendo quem teria sido o autor de tal audácia que gerou rápida, mas sangrenta guerra naquelas terras da Paraíba.

Consta da leitura que quando a Coluna Prestes entrava em Piancó, talvez em passagem amistosa, ninguém sabe, com os homens da cidade já devidamente preparados e entrincheirados em diversos piquetes de defesa, tiros certeiros alvejaram cavalos e cavaleiros daquela tropa, até mesmo oficiais. Daí por diante o tempo fechou em barulho e desespero, quando intenso tiroteio transformou a cidade de Piancó em verdadeira praça de guerra.

Havia entre os defensores de Piancó, um cidadão que na verdade era um preso que ali estava por demonstrar ser de bom comportamento e assim viver de certas regalias fora da cadeia. Esse detento que possuía tratamento diferenciado era conhecido por "preá" e que ganhara tal apelido por ser considerado exímio rastreador de animais perdidos, que para prova disso, bastavam lhe dar uma rapadura que ele conseguia trazer do meio da caatinga qualquer caprino que por ventura se desgarrasse do rebanho. Na delegacia, por conta de tais benesses, o referido "preá" era uma espécie de faz-de-tudo que lhe mandassem.

Junto aos defensores da cidade o tenente Antônio Benício, delegado de Piancó, que estava do outro lado da rua, noutro piquete, solicitou por gestos e algumas poucas palavras em meio ao barulho ensurdecedor dos estampidos vindos de todos os lados, que "preá" trouxesse quatro fuzis e munição suficiente para o piquete dele que assim necessitava. Não havendo a mínima possibilidade de "preá" atravessar a rua em meio ao cerrado tiroteio sem ser atingido, principalmente com todo aquele apetrecho pesado, então, o agora protagonista da história ora comentada, sargento Arruda, teve a idéia de instrui-lo para pendurar a camisa branca que vestia em um dos fuzis. A estratégia deu certo, pois quando "preá", mesmo tremendo mais do que vara verde, saiu à rua com o fuzil hasteando a bandeira branca, imediatamente os revoltosos de Prestes, ensarilharam suas armas respeitando a decisão contida no símbolo internacional, ou até quem sabe, pensando que os combatentes pretendiam se entregar.

Em contraponto, talvez por não saber o que de fato acontecia naquele momento de pausa, outro piquete de defesa da cidade ali próximo, o grupo chefiado pelo Padre Aristides, aproveitou o momento de distração da Coluna Prestes para intensificar o tiroteio em sua direção, trazendo como resultado de tal irrazoabilidade, muitos soldados mortos e feridos.

Disso resultou que a tropa revoltosa, em imensa fúria e ódio, comandada pelo próprio Capitão Luiz Carlos Prestes, investiu fortemente contra o piquete do Padre Aristides Ferreira da Cruz, lançando inclusive duas bombas de efeito narcótico dentro da casa do citado reverendo, o que fez com que aquele grupo, fraco, tonto, sufocado e desorientado, se entregasse.

Covardemente, usando tão somente por base, o atroz sentimento de vingança pelos seus mortos em virtude do incidente ocorrido, o comando da Coluna Prestes determinou que todos "os prisioneiros de guerra" que estavam na casa, incluindo o Padre Aristides e o prefeito de Piancó, o Sr. João Lacerda, bem como o filho deste, fossem conduzidos amarrados a um barreiro ali próximo e lá barbaramente sangrados, um a um, com ferimentos perpetrados por longos punhais enfiados nas jugulares, ou em brutais degolas das vitimas que em gritos e desesperos não foram perdoados, fazendo disso, das maiores arbitrariedades, dos maiores e horrendos crimes praticados pelos soldados revoltosos na caminhada histórica da Coluna Prestes. A água do barreiro da morte ficou tão vermelha de sangue quanto vermelha de vergonha ficou essa covarde ação daqueles homens que diziam lutar por um Brasil melhor, que se diziam revolucionários reformistas. Uma ação totalmente injustificada que jamais justificaria a desastrada ação do grupo do Padre Aristides em ter atirado contra os homens que respeitavam a bandeira branca carregada por "preá". Uma triste, desolada, insana e macabra ação de negatividade em extrema falta de hombridade, sensatez e humanidade contra homens indefesos, desarmados e presos, uma execução sumaria em verdadeira chacina, que ficou para sempre guardada nos anais da história de guerra desses valorosos paraibanos contra a poderosa Coluna Prestes.

O discurso do autor do livro não é um discurso autoritário, ditatorial ou mesmo demagógico, é um discurso livre, democrático, que busca novas discursões, mas que traz a verdade, ou pelo menos dela se aproxima, sem mentiras, invencionices, extravagâncias, baseado na história real até mesmo em certos pontos diferindo da história oficial, mas não em forma contundente, sim em trabalho cuidadosamente organizado, de forma realmente consciente, de tudo para mostrar ao leitor o que foi a trajetória vida do cidadão Manuel Arruda de Assis, um verdadeiro exemplo para todos os seus familiares, um homem imortal para os paraibanos, um exemplo a ser seguido por todos os homens de bem.

De parabéns, portanto está o autor do livro, por resgatar a historia desse homem guerreiro que tanto enobrece o solo desse tão importante Estado da Paraíba que tantos ilustres personagens trás para o cenário brasileiro. Uma leitura que de igual modo espero que todos gostem. Um livro que merece estar em todas as boas bibliotecas.

Foi assim que eu vi e senti do livro de Severino Coelho Viana.

Autor: Archimedes Marques (Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela Universidade Federal de Sergipe)
Fonte: O CANGAÇO EM FOCO

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Pinto do Acordeão e Onaldo Queiroga
Onaldo Queiroga*

O sol brilhava no céu do sertão quando o ventre do forró entregou ao mundo um coração que já nasceu sob a batida do zabumba, do toque do triângulo e das notas da sanfona. Foi criança criada nas terras sertanejas, moleque faceiro que começou a conhecer o mundo nas veredas do Sítio Queimadas, do seu padrinho Antônio Gomes.

Seu ídolo maior, Luiz Gonzaga, foi a fonte inspiradora para que aflorasse do seu intimo o grande músico que o tempo tratou de lapidar. Seu destino, percorrer as estradas desse mundo, levando consigo a sanfona no peito e o seu canto para alegrar um povo chamado Nordeste.

Da sua voz ecoa o amor, ora com um jeito travesso, ora com a pureza de fragmentos pinçados da natureza. Sua música também conduz a análise sócio-política-econômica da realidade deste país chamado Brasil. É assim ao cantar Matuto Teimoso, onde traça a relação impiedosa entre um pequeno agricultor das Espinharas com o crédito bancário. Já na música Bóia-fria, o poeta expressa a vida-morte desse ser tão heróico.

Enfrentou a poeira das estradas, tocou nas salas de reboco, em chão batido sob a luz de lamparinas, aturou bêbados impertinentes, viu o sol amanhecer ao som de um fole já cansado e sem perspectiva de receber pela noite de tanto canto. Passou por tempos difíceis, mas a sanfona nunca o abandonou. Dela brotou, brota e sempre brotará o seu forró, a sua persistência em caminhar com a fé inquebrantável oriúnda de todo sertanejo, por isso, soube romper os obstáculos e com sabedoria abrir veredas e construir amigos. Seu forró o fez conhecido mundialmente, pois sua música Nenén Mulher já tocou em quase todos os recantos deste planeta.

Mas como bem você diz: “Pra chegar nessa festa tão linda, só sabe Deus o que já passei / Já rasguei o couro do zabumba / A sanfona já desafinei / Joguei minha sorte na estrada / Andei na poeira, no sol / Já cantei, já sofri, já chorei / Tudo só por amor ao forró / Dó, ré, mi, fá, só, lá, si, dó / Tudo só por amor ao forró / Ó, ó ó, tudo só por amor ao forró / Minha terra tem tanto poeta / Poesia faz parte de mim / A sanfona sempre foi minha dona / Me conhece tintim por tintim / Onde chega é sempre alegria / Muita gente ao meu redor / E assim a vida vou cantando / Tudo só por amor ao forró / Dó, ré, mi, fá, só, lá, si, dó / Eu nasci numa casa de taipa / O meu berço foi um caçuá / A banheira foi uma gamela / O travesseiro um tronco de juá / Me criei bem lá no pé-da-serra / Foi lá que deixei meu xodó / Vou voltar, vou fazer uma festa tudo só por amor ao forró”.
Pinto do Acordeão
Realmente Pinto do Acordeom, só você, sua sanfona, seu forró e Madalena sabem dos espinhos, pedras, abismos que tiveram que vencer para chegar nesta festa tão bela, representada pelo seu tocar, seu canto, seus poemas e sua imensa alegria.

*Pombalense, Juiz de Direito da 5ª Vara Cível da Capital.

domingo, 13 de novembro de 2011

Paulo Abrantes
 ACADÊMICO HONORÁRIO DA RAL- RS.

O escritor pombalense, Paulo Abrantes de Oliveira, engenheiro civil, do DER, e professor Licenciado em Ciências pela UFPB, receberá a honraria máxima de Acadêmico Honorário, das mãos do Presidente da Real Academia de Letras de Porto Alegre – RS, Acadêmico Dr. Mário Scherer, dentro das comemorações de entrega do XI Prêmio Cultura Nacional- Talento Literário. A mais importante premiação literária brasileira que completa onze anos.

ENTREGA DE TÍTULO:

A solenidade de entrega de Título de Acadêmico Honorário e de XI Prêmio Cultura Nacional, ocorrerá no dia 24 de novembro de 2011 – ás 19 h 30min, na Câmara de Vereadores de São Paulo – Capital – Auditório Prestes Maia – Viaduto Jacareí, 100 – 1º Andar – São Paulo – SP.

“Este ano, no Auditório Prestes Maia da Câmara de Vereadores da Cidade de São Paulo, estaremos comemorando com você Laureado, amigos e familiares, o décimo primeiro ano da entrega do Prêmio Cultura Nacional – Talento Literário”.

“Esta premiação aos autores brasileiros firmou-se e tomou relevo por ter durante uma década distinguido literatos brasileiros - que se destacam pela qualidade de seus trabalhos no cenário de nosso país – com o Troféu Dragão Dourado” –

“O livro “Riacho de Prata” – Crônicas & contos, contém textos que reúne todas esses requisitos para receber esta honraria – beleza, poesia, calor humano e exaltação a natureza” -concluiu o Dr. Mário Scherer – Presidente da Real Academia de Letras de Porto Alegre – RS.
O título de Acadêmico Honorário, conferido ao agraciado, foi apresentado e indicado pelo atual Acadêmico Presidente no uso de suas atribuições e de seus propósitos de difusão das Artes em geral, e, em especial da Literatura Brasileira.

Da Redação.

sábado, 12 de novembro de 2011

Teófilo Júnior
Por Teófilo Júnior*

Se tornar invisível não é uma condição exclusiva de alguns super-heróis dos quadrinhos ou do cinema. Na vida real isso também acontece e com muita frequência, inclusive.

É muito comum não darmos conta de muita gente que nos rodeia e nos cerca no dia a dia. Basta ver que raramente conhecemos o vendedor de picolé de nossa rua, o gari da prefeitura ou o podador das árvores públicas. Quando adoecemos tratamos logo de saber, pelo nome, quem é o médico que nos dispensa cuidados, mas não nos interessamos pela identidade da cozinheira do hospital que nos alimenta nem da faxineira que nos prepara o leito.

Não resta dúvidas de que essas pessoas são “invisíveis aos nossos olhos”, passam despercebidamente por nós, ora no trabalho, na escola, na praça, na rua, no caminho do cinema, enfim, nos lugares comuns e mais inusitados possíveis.

São os chamados "invisíveis sociais". Nós até pressentimos a sua presença mas ignoramos a sua identidade, seu nome, sua função, quem é, de onde veio, do que gosta, o que pensa ou pra onde vai.
Um exemplo disso é o jovem da foto, por todos nós pombalenses, chamado simplesmente de "Índio", quando muito, o identificamos como "o Índio de Margarida" numa alusão a saudosa professora Margarida, presidenta do antigo Clube do Menor Trabalhador, hoje CEMAR.

Mas, o "Índio", que faz um périplo diário pela cidade, esse ser humano investido da condição de "invisibilidade social", alheio a nossa percepção social, excluído das nossas rodas de conversa, dos bate-papos, dos nossos cumprimentos de "bom dia" e de nossa dispendiosa atenção, na verdade, existe, tem nome, RG, CPF e tudo mais que necessite para a conjugação de um cidadão brasileiro. Chama-se Sostinys Severino dos Santos, nascido em 12 de julho de 1975 na cidade de São Luiz do Maranhão, filho de José Severino dos Santos e Honorina Maria Alceno dos Santos (falecidos), residente na rua Domingos de Medeiros, nesta cidade de Pombal. Durante muitos anos foi acolhido pela educadora Margarida Pereira da Silva e hoje é muito comum transitar pela cidade sem que a "sociedade" perceba a sua presença.

Sostinys, todavia, embora não percebido, tem ele percepção das coisas que lhe cercam e dos desafios que enfrenta todos os dias nesta cidade.

Embora tenha nascido no Maranhão, bem poderia ter nascido na Bahia, ante a sua calmaria e tranquilidade.

Em sua ficha de cadastro no CEMAR (gentilmente cedida por aquele órgão) duas observações me chamaram a atenção. É que perguntado a ele sobre o que gosta de fazer, respondeu: assistir televisão, desenhos e dormir; - E o que mais lhe acalma na hora de sua irritação ? Sostinys foi enfático e pontual na resposta: - Um bom prato de feijão!

É... o Índio é invisível, mas certamente não é bobo!

*Advogado, Servidor Público - Pombal - PB. 
Mª do Bom Sucesso Neta

“Prevenir é melhor que amputar”

Essa frase me foi apresentada por um cirurgião vascular; achei deveras interessante e resolvi destacar aqui.

De forma objetiva, será abordado um tema bastante freqüente na prática clínica de médicos generalistas, cirurgiões gerais e vasculares. Através de tópicos simples, a doença arterial periférica vai sendo compreendida de forma ampla e instigando a curiosidade dos leitores para desvendá-la de maneira precoce.

Conceito

A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) representa um conjunto de manifestações clínicas causadas pela diminuição da circulação arterial nas artérias das extremidades.

Causas

Existem diferentes causas para a DAOP, porém a principal delas é a ATEROSCLEROSE, formação de placas de ateroma nas artérias. Destacam-se entre outras causas: aprisionamento da artéria poplítea, doença cística adventícia da artéria poplítea, ergotismo e pós-oclusão arterial aguda.

Fisiopatologia

De forma sucinta, a fisiopatologia da doença em questão consiste em uma limitação obstrutiva do fluxo sanguíneo, levando à isquemia tissular, ou seja, falta de oxigenação aos tecidos e desenvolvimento dos sintomas, com possível destruição local.

FATORES DE RISCO

Esse tópico é o mais importante, visto que, concordando com o ditado popular “prevenir é melhor que remediar”, verifica-se que, com maior conhecimento sobre os fatores de risco, torna-se mais fácil evitar danos maiores. Há uma grande quantidade de fatores de risco; alguns não podem ser modificados, como a idade e o sexo (homens entre 50-70 anos são mais acometidos pela doença), todavia existem fatores modificáveis, como por exemplo: o tabagismo e o sedentarismo. Além disso, as principais doenças envolvidas com a DAOP são diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, as quais podem ser bem controladas com mudança de estilo de vida e uso correto de medicações.

Diagnóstico

O diagnóstico é eminentemente clínico e baseado em uma boa história clínica e exame físico detalhado. Na anamnese são pesquisados sintomas como claudicação intermitente, dor em repouso e a existência de fatores de risco. No exame físico, o paciente deve ser avaliado quanto à ectoscopia, palpação de pulsos e pesquisa de úlceras ou áreas de necrose. Exames complementares podem ser úteis em certos casos.

As manifestações clínicas mais comuns são: (1) claudicação intermitente - dor muscular ao esforço físico que regride ao repouso; (2) dor em repouso - dor intensa de caráter permanente, que obriga o paciente a permanecer com a extremidade comprometida pendente; (3) presença de úlceras e gangrena - quadro crítico, quando associado à dor e lesões necróticas sinaliza risco iminente de perda da extremidade. Diante da sintomatologia do paciente e após exame físico, pode-se classificar em qual estágio da doença o paciente se encontra, importante para instituir terapêutica adequada.

Tratamento

O tratamento é dividido em condutas clínica e cirúrgica (intervencionista). A primeira geralmente é instituída em pacientes assintomáticos ou com claudicação leve a moderada e consiste no uso de vasodilatadores, principalmente, controle dos fatores de risco e cuidado das lesões cutâneas. Já a segunda é escolhida em casos de pacientes com dor em repouso e/ou presença de lesão trófica e é baseada em diferentes técnicas, entre elas: cirurgias abertas, endovasculares e indiretas. A melhor conduta deve ser tomada a depender da individualidade de cada paciente e, mais especificamente, pelo cirurgião vascular ou angiologista.

¹ ² ³Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes Neta

Novembro 2011
E-mail para contato: sucessomed@hotmail.com
¹Patoense, 23 anos, mais conhecida como “Cessinha”, poetisa, escritora.
²Interna de medicina da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande.
³Membro da Academia Patoense de Artes e Letras.
Zé Ronaldo
POR ZÉ RONALDO*

Nos cafundós do nosso pacato sertão nordestino, a de se dar a mão a palmatória, elemento rústico de madeira, que serviu muito tempo para as seções de torturas quando a criança queria aprender a ler. Assim sendo ,afirmamos com tamanha categoria, a sapiência do homem rude do campo através da sabedoria popular, e como se não nos bastasse a culinária sertaneja nos leva a degustar pratos deliciosos que mais parece manjares dos deuses, para estes pratos, é claro, que na maioria das vezes lá está ele o famoso “ coco “ que segundo o dicionário aurélio significa: “ fruta do coqueiro, em especial, o do coqueiro-da-Bahia, largamente utilizado na culinária brasileira”.

E como o nosso bravo povo sertanejo é criativo, um mestre na arte da cocada de coco, chama-se Zezinho de Neco Sabiá, que ralava coco todas as tardes para produzir suas saborosas cocadas, vendo mestre Zezinho lascando o coco e raspando a quenga me veio na mente a utilidade das catembas e a sua semelhança com a política atual.

Em épocas de gangaço a catemba era usada para se tomar café, servia de concha improvisada para se tirar o feijão da panela de barro, e na política a coitada ganhou tantos adjetivos que nem é bom lembrar, se o candidato prometer e não cumprir ganha logo um enorme palavrão acompanhado de uma grande cusparada, amasseando os dentes, logo após uma bicada de cana que o matuto tomou, escancara a boca e fala “ FILHO DE UMA QUENGA” , se o político quebra financeiramente, perdendo seus bens materiais no investimento furado que fez para a sua candidatura, tentando projetar a sua imagem na mídia há quem também o diga: “ O BOLSO DELE TÁ MAIS RASPADO QUE QUENGA DE COCO “ catembando aqui e ali ensaia longos discursos que antes mesmo de chegar ao fim do raciocínio já lhes rachou como catemba batida na pedra o seu quengo, e o povo se dispersa.

Quando coloca o famoso estrato de perfume “ cassimiro buquẽ “ para abraçar seus correligionários um menino ao sentir aquela fragância exalando pelo ar lhes dirige a inocente pergunta: “ O SENHOR COMEU COCO HOJE ? E ele coitado para ser educado passa a mão na cabeça do moleque e responde: “ PORQUE MEU FILHO ? “ Imediatamente, o moleque com um sorrisinho simples de quem está lambendo rapadura solta o berro: “ PORQUE O SENHOR ESTÁ CHEIRANDO A QUENGA”.

Quenga, catemba e coco compõe o adereço que ornamenta o cenário imaginário da mente do homem do campo, afinal de contas, o grande “ Euclides Da Cunha “ já dizia : “ O SERTANEJO É ANTES DE TUDO UM FORTE “ E é por ter esta fama de forte que costumava colocar a farinha na catemba acompanhada tradicionalmente com um taquinho de rapadura. Se no nordeste tem catemba e se a catemba também é quenga cheguei a simples conclusão que a política é uma quenga dessas bem safadinha que não guarda má- guas nem rancores , brigam, brigam e no final comem na mesma catemba, para aliviar as dores.

Portanto, se no coco tem catemba em forma de côncavo e convexo, na política a catembada tem paralelas avulsadas, e o matuto é quem tá certo, dando nela uma cagada, usando-a como pinico no aperto das madrugadas. Já a molecada brinca nos barreiros quando chove de fazer bolinhos de barro na velha quemga quebrada, é arte ou é catembada ? Também vira tamanquinhos com um cordão de rede enfiada para os meninos brincarem, mas no meio de um comicio é uma arma mortal quando jogada a distância na fronte do candidato faz um corte tão profundo e bota pra o hospital, isto é o poder da quenga depois que vira catemba nas mãos de um marginal.

*Artista Popular

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Clemildo Brunet
CLEMILDO BRUNET*

Quantos neste mundo que já perderam a noção do sentido da vida, outros que já nem perguntam mais se a vida tem sentido. Seja em que direção for se ela é boa ou ruim, a vida tem sentido sim. É mal de toda gente pensar unicamente (só eu), nos vários aspectos da existência humana e do quanto ela seja pior possível. Não damos conta de olhar o que se passa com outras pessoas que estão em dificuldades e até no fundo poço. Somos tão egoístas que só enxergamos o que é nosso.

A ordem cronológica da criação de Deus tem uma simetria bastante interessante que aguça a nossa curiosidade em querer se aprofundar cada vez mais; se realmente a vida para toda espécie animal e humano tem sentido! É um tema por demais complexo que divide opiniões de filósofos, cientistas, estudiosos e até mesmo aqueles de linguagem rude. Somos limitados demais para compreendermos com profundidade qual seja o pleno sentido da vida.

Durante Séculos pensadores buscaram o sentido da vida, “a vida é para ser desfrutada”, foi à conclusão de um estudo acadêmico. Em 2003 um relatório publicado na revista britânica Journal of Humanistic Psychology, de um grupo de psicólogos dirigidos por Richard Kenner da Universidade do Arizona (EUA) que analisou palavras de duzentos pensadores, do escritor Oscar Wilde ao imperador Napoleão, concluiu: “É preciso desfrutar a vida enquanto for possível”.

De onde viemos? Que estamos fazendo aqui? Para onde caminhamos? Aonde chegaremos? São indagações que permeiam os pensamentos de milhões e milhões de pessoas neste planeta. Todos buscando respostas para essas perguntas, com a única finalidade de entender ou vir a compreender que sentido a vida tem nesse emaranhado de coisas como: alegria, tristeza, prazer, desgosto, conforto, amizade, inimizade, amor, ódio, competição, vitória, derrota, riqueza, pobreza, corrupção, desigualdade social etc.

Diante das mais diversas circunstâncias que a vida nos cerca, o nosso comportamento poderá como uma bússola, nos guiar ao porto seguro do que almejamos saber sobre o verdadeiro e mais precioso sentido da vida. É a maneira como nos comportar ao encararmos as coisas que nos bate de frente contrariando nossa vontade. Como termômetro avaliará o grau de nossa temperatura, diante dos obstáculos interposto as nossas pretensões.

Talvez encontrássemos o leme do sentido da vida se fizéssemos a diferença no nosso modo de agir. Alimentar as esperanças quando achamos que tudo ou quase tudo está perdido é uma atitude por demais louvável e heroica desde que confiemos em Deus deixando em suas mãos os nossos problemas. A questão é que ficamos relutando e queremos a solução de imediato quando não pode ser do nosso modo.

Uma revista esportiva resumiu da seguinte forma a vida de um famoso ex-treinador e comentarista esportivo:

“Eu acreditava que 20 anos de fama bastariam... talvez ganhar três campeonatos e então, no auge, com 53/54 anos, parar... Depois eu pretendia recuperar tudo o que tinha perdido, por causa do muito tempo que estive viajando... Agora tudo parece tão sem sentido... Mas aquela ânsia incontrolável de conquistar o mundo não podia ser freada... Ao se ficar doente, chega-se à conclusão: "o esporte não significa mais nada" – esse pensamento é terrível.

Seja a vida longa ou curta, o importante é que descubramos em nós mesmos o verdadeiro sentido de sua existência e nos identifiquemos com aquele que é o autor e consumador da nossa fé, Nosso Senhor Jesus Cristo, que resumiu o verdadeiro sentindo da vida nestas palavras:

"E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17.3).

“De bem com a vida você fará transparecer a todos, seu verdadeiro sentido!”

Pombal, 10/11/2011.

*RADIALISTA, BLOGUEIRO E COLUNISTA

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Onaldo Queiroga
Onaldo Queiroga*

O ser humano nos últimos tempos vem demonstrando um cuidado maior em relação ao corpo. Não só as mulheres, mas também os homens modernos estão se dedicando mais à estética, e, por isso, a busca cada vez maior de academias e cirurgias plásticas. O fato é que, em alguns casos, há um exagero nesse proceder. É que as pessoas, em busca de uma perfeição que jamais será alcançada, terminam por exceder nos exercícios físicos ou mesmo na realização de cirurgias plásticas, precipuamente as de lipoaspiração, comprometendo a saúde e colocando em risco a própria vida.

Esse panorama demonstra que equivocadamente o ser humano busca em demasia a felicidade no corpóreo, esquecendo o espiritual, isto sob a fantasia de que uma boa aparência física é sinônimo de felicidade. No entanto, o que se observa é que, com isso, eliminam-se as toxinas da matéria, os excessos de gordura existentes na coxa, na barriga, na região lombar,conserta-se o nariz, contudo, tudo isso, por si só, não tem o condão de demonstrar que esse ser seja verdadeiramente feliz.

É preciso olhar para alma, entender que não adiante um corpo perfeito, quando no interior há um espírito atormentado pelo orgulho, vaidade, prepotência, arrogância, ódio, inveja, etc. Como diz o Pastor Estevam Fernandes: “Se o corpo exige cuidados, como negá-los à alma? A alma também adoece. Alguns sentimentos são como toxinas com alto poder de contaminação...”.

Quem carrega consigo a vaidade, habita sozinho uma ilha inóspita, onde não há espaço para a convivência com a humildade. A prepotência, irmã gêmea da arrogância, é uma toxina, e, por mais belo fisicamente que seja o ser que a carregue, é sempre visto como uma pessoa insuportável, intragável e que esvazia qualquer conversa e ambiente.

A inveja, prima do olho gordo, é uma das piores toxinas da nossa alma. O invejoso é um ser nojento, asqueroso, muitas vezes apresenta-se disfarçado de remédio, de perfume, de uma mão estendida, quando, na verdade, oculta um veneno aniquilador, com mentiras e intrigas, objetivando o fim nefasto a quem se diz amigo.

Na vida, tudo tem que ter equilíbrio. É preciso cuidar do corpo, pois estamos assim tratando da nossa estética e da própria saúde, porém, com razoabilidade e equilíbrio. Da mesma forma com relação ao espírito. Devemos cuidar da nossa alma, afastar a negatividade, a mágoa, o rancor, cultivar a solidariedade, a paz e o amor, pois, assim, teremos uma alma sadia ,e, conseqüentemente, viveremos mais, melhor e com felicidade.

*Juiz de Direito da 5ª Vara Cível da Capital

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Lau Siqueira
por Lau Siqueira*


A beleza não é a viga dos encantamentos, apenas. A beleza é o domínio dos abismos da mente e do corpo. Seja num artista, seja num espectador - por mais desatento que seja. A beleza é um espetáculo de cores e escuridão, de sons e silêncios, palavras e pausas. Segundo Hopkins, a beleza é difícil e segundo W. J. Solha é brutal. Não importam aqui os conceitos surrados ou novos. A verdade é que nas poucas palavras deste artigo não será possível definirmos o que foi a belíssima obra construída por diversas mãos, corações e mentes numa dedicação consagradora aos 70 anos de um dos mais completos dentre os grandes artistas brasileiros, W. J. Solha.

Não sei que registro foi feito das duas apresentações de “Cantata Bruta”, uma realização da FUNJOPE e da FUNESC em homenagem ao escritor, sonhador, artista plástico, cidadão íntegro, escritor, ator e outras faces da mesma face no multi-artista homenageado. Na verdade foi uma homenagem às artes porque Solha também participou enquanto criador. Creio que a Paraíba viveu nos dias 29 e 30 de outubro, no palco do Cine Bangüê do Espaço cultural José Lins do Rego, um dos grandes momentos da nossa cultura nas últimas décadas. Ousadia estética e exatidão matemágica foi o que transcendeu como um relâmpago na execução da Cantata Bruta pela Orquestra de Câmara cidade de João Pessoa, sob a regência do maestro Eli-Eri Moura.

Uma das afirmações do concerto, foi a produção erudita da Paraíba. Provavelmente um dos grandes pólos de produção de música erudita contemporânea do Brasil. No palco, além da Orquestra de Câmara, o coro Sonantis, a mezzo-soprano Maria Juliana Linhares, o tenor Ed evangelista e os declamadores Walmar Pessoa e Suzy Lopes. Marcílio Onofre e Valério Fiel cuidaram das sutilezas com intervenções eletrônicas realizadas ao vivo.Tudo muito bem guardado numa iluminação cênica e num cenário que foi um espetáculo à parte. Obra de Jorge Bweres que assinou também a direção de palco. O texto era do próprio Solha (do livro História Universal da Angústia), com músicas de Didier Guigue, Eli-Eri Moura, J. Orlando alves, Marcílio Onofre, Valério Fiel e Wilson Guerreiro que em apenas sessenta dias concluíram as composições.

Certamente que nas duas noites de apresentação da Cantata Bruta, ninguém saiu impune do Espaço Cultural. Impossível que alguém não tenha ficado impactado com a ousadia, a experimentação e a erudição caminhando juntas na elaboração das peças que nos proporcionaram a possibilidade de testemunhar o quanto a diversidade pode convergir quando a direção sabe o caminho e onde cada milésimo de segundo caberá entre o som e a palavra, entre o acorde e o silêncio. Uma obra de mestres das artes não poderia ser diferentes.

Não sei se algum artista brasileiro ou mesmo do mundo, já recebeu uma homenagem que dialogasse de forma tão intensa com sua obra. No caso de Solha, uma obra que não se contém nas cores e nas palavras, mas vai em busca do encantamento e da brutalidade enquanto elemento do real e do imaginário que compõe a alma humana. Quem pode assistir esse concerto-espetáculo sabe que, guardadas as proporções, viveu um momento que do ponto de vista estético podemos considerar um marco no pensamento estético paraibano, tal como diversos movimentos de vanguarda das artes que produziram manifestos e influenciaram gerações futuras.

Estava tudo lá no palco do Bangüê. Artes plásticas, literatura, teatro, música, invenção estética, futurismo, tradição, ousadia... A brutalidade da Canga e de obras monumentais como História Universal da Angústia (de onde foram arrancados os textos sangrados), com a roupagem épica de um Trigal com Corvos, escritos magistrais de W. J. Solha que, assim, conduz para o infinito a consagração de sua imensa e diversificada obra. A beleza verticalmente experimental repercutiu na vivência estética da platéia e lembrou-me, quando descia as rampas do Cine Bangüê o Manifesto Surrealista escrito em 1924: “(...) cara imaginação, o que eu amo, sobretudo em você, é que você não perdoa.”

Tudo neste concerto foi afirmação positiva. Um diálogo espantoso com o nosso tempo, com as esquinas conturbadas do Século XXI, seja nas vitrines rompidas pelo vandalismo dos jovens londrinos, seja pelas almas atoladas no mangue de Bayeux ou nos impactos das balas que assassinam centenas de jovens anualmente em áreas de vitimadas pelo apartheid paraibano, como o bairro São José ou Ilha do Bispo. Uma intervenção com visão de futuro foi o que pude perceber pelos corredores, nas movimentações da saída. Uma noite que não poderia ter sido mais intensamente vivida diante de uma beleza brutal.

Não sei se os executores do projeto pretendem retomá-lo em algum momento. Não sei que tipo de registro foi pensado para algo tão grandioso, além das partituras. No entanto, testemunhei com todos os meus poros e com a minha infinidade de sentidos algo que jamais será arrancado da minha memória e certamente estará gritando aos meus tímpanos que uma nova forma de fluir esteticamente foi sendo conduzida coletivamente, arrastando como em um tsuname, uma velha literatura, uma velha erudição, uma velha concepção de espetáculo e concerto, uma velha sistemática de regência e de direção e cenário. Parece que tudo mudou e, logicamente que me refiro aqui apenas a uma vivência pessoal que não coube em uma platéia lotada. Penso que a partir da Cantata Bruta estamos tansbordando para uma nova forma de pensar a arte do nosso tempo.

Tudo de melhor dos nossos dias estava concentrado em uma redoma em chamas que não poderia ter outro título, pela dose de pancadas de uma transgressão estética que há décadas, tenho certeza, não se via com tamanha intensidade, na insanidade de uma lucidez coletiva, de uma sangria de olhares que se encantavam e se espantavam, se espetavam diante do que pode a arte num estado de brutal beleza. Nenhuma homenagem, no entanto, poderia ser menos grandiosa para um arista da dimensão de um W. J. Solha. Tivemos a oportunidade de testemunhar a história guardada num sopro, num ciclone, numa tempestade de delicadezas e na carne sem pele dos nossos sentidos.

Domingo, 06 de novembro de 2011.
Fonte: Blog  PELE SEM PELE

*Poeta de Jaguarão-RS, autor de cinco livros de poemas, participou de algumas antologias, publica artigos em jornais, sites, revistas. É militante por um mundo de homens e mulheres, livres e iguais. Mora em João Pessoa, na Paraíba, onde segundo ele conquistou uma grande fortuna: duas filhas e uma neta.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

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UM CASO DE ANTROPOFAGIA EM POMBAL (1877)

José Ozildo dos Santos José  Ozildo dos Santos 1. Intróito A seca de 1877 castigou o homem sertanejo, expulsando-o de sua t...

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CLIQUE NO PLAY E OUÇA A ENTREVISTA.

COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!