CLEMILDO BRUNET DE SÁ

POLÍTICA COMO ARTE

Severino Coelho Viana
Por Severino Coelho Viana*

A palavra política está na boca do povo, todos falam de política, todos sabem o que é política, todos entendem o que é política, mas será que praticam esta arte de servir a coletividade? O bem comum está na fila de primeira ordem? Ou não passam de militantes, ideólogos, seguidores partidários ou politiqueiros cujo fim é a busca do poder pelo o poder?

O filósofo Platão fez um bom discernimento sobre a arte política: a “verdadeira arte política” é a arte que “cura a alma”. É a arte que torna a alma do filósofo mais virtuosa. É somente quando o filósofo torna-se político (ou vice - versa), possibilitando a construção de um Estado fundado sobre os valores supremos da justiça e do bem. Nesta concepção platônica, os governantes do Estado (os filósofos) devem amar a cidade mais que os outros, tendo em vista zelar e

CUIDADO FRÁGIL!

Às vezes as aparências enganam”

Clemildo Brunet
Clemildo Brunet*



As palavras acima servem de alerta e são encontradas em caixas ou caixotes de embalagens de produtos que são transportados de um lugar para outro; algumas delas acrescidas das recomendações: Este Lado Para Cima ou Se Estiver Violado Não Receba”. Chama-nos atenção para o fato de termos cuidado não com a embalagem, mais com o que está dentro dela. Quantas e quantas vezes a espécie humana é tão frágil que talvez no seu invólucro fosse necessário está escrito visivelmente: “CUIDADO FRÁGIL!”.

O que está dentro é de mais valia do que é apresentado por fora, embora o invólucro revele a fragilidade do que está dentro, caso contrário não estaria cercado de tantas advertências.  No entanto, a embalagem é quem chama atenção, pois nela consta o que o produto oferece, e,

O Sacrossanto

Genival Torres Dantas
Genival Torres Dantas*

A semana que passou na realidade não passou, vamos levar algum tempo movidos pela energia emanada daqueles dias de confraternização entre a juventude mundial, reunida no nosso país, na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), quando a perfeita harmonia ocorrida entre a força do pensamento jovem, e o equilíbrio nas ações coerentes do líder maior da Igreja Católica, o Pontífice Papa Francisco, ocorreu todo o desenvolvimento de pensamentos voltados ao bem coletivo, formando uma verdadeira áurea positiva para engrandecimento dos espíritos voltados para a paz entre os homens.

Não tenho dúvida que foi uma verdadeira maratona para aquele que já passou dos 76 anos e

Não tenho tempo

Onaldo Queiroga
Onaldo Queiroga*

Se há uma frase que corriqueiramente ouvimos no nosso dia a dia de forma mais intensas, sem dúvida, é: “Não tenho tempo”. Se os ponteiros dos relógios resolveram andar mais rápido, não sei, o fato é que a sensação de que o dia encurtou, é algo presente no mundo atual.

É óbvio que tem àqueles malandros, os escorões da vida, que não gostam de trabalhar, de servir e serem úteis, e com isso, se utilizam dessa expressão como álibi para justificar a inércia e a preguiça  Com isso, se a tarefa pode ser concluída em um curto espaço de tempo, logo se transforma num fardo pesado, onde a demora provoca descrédito e

NO TEMPO DO CARTEIRO RIBINHA

Jerdivan Nóbrega Araújo
Jerdivan Nóbrega de Araújo*

Quando eu era criança, no final da década de 1960, chamava-me atenção à forma como aquele rapaz, vestido com a farda dos Correios, guiava a sua   bicicleta pelas ruas,  ou entre os bancos de feira da cidade de Pombal com a desenvoltura de um profissional do ciclismo. Era uma bicicleta Caloi de varão curvo na cor cinza ou verde, não me recordo bem. Lá ia seu Ribinha, com uma mão no guidão e outra segurando um amarado de cartas, como se as ruas da cidade fossem as linhas da palma das suas mãos.

A cidade não era tão grande e ele conhecia cada morador daquela urbe e

Adeus, meu compadre! Morre em São Paulo o compositor e sanfoneiro Dominguinhos

Adeus, meu compadre!

Estou triste. Mas sei que é melhor do que você continuar sofrendo. Sei que lá no Paraíso, o “Seu” Lula vai estar lhe esperando para uma grande festa, ao lado dos seus amigos de tantas jornadas – Jackson do Pandeiro, Abdias, Marinês e tantos outros. Saiba que por aqui, enquanto o seu compadre velho, que você carinhosamente me chamava de “Gonzagão”, vai continuar, ao lado de Massilon, empunhando a bandeira do nosso Verdadeiro Forró. Durma em paz, Dominguinhos.

Do seu Compadre!
Maciel Gonzaga de Luna
Morre em São Paulo o compositor e sanfoneiro Dominguinhos

Morre em São Paulo o compositor e sanfoneiro Dominguinhos
O músico Dominguinhos morreu no inícia da noite desta terça-feira (23), aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Dominguinhos lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão. De acordo com o hospital, o músico morreu às 18h em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas.

ASSIM NASCEU NOSSA TERRA, BEM COMO O NOSSO POVO

Ignácio Tavares
Ignácio Tavares*

Quem fomos e o que somos?  Neste momento em que se comemora mais um aniversário da terrinha vale a pena reeditar este texto que fala sobre a nossa origem e bem como a nossa formação étnica, desde os primórdios da ocupação da das terras do sertão.

Após o extermínio das nações indígenas, no sertão paraibano, iniciou-se a instalação das fazendas de gado. Foi a opção da Coroa Portuguesa para poder ocupar as terras da região, bem como gerar recursos financeiros para fortalecer o seu combalido tesouro, logo após libertar-se do jugo Espanhol. Não havia outra saída, posto que, o ouro que tanto esperava encontrar na região, na verdade, nunca existiu.

É importante ressaltar que, como parte do projeto de ocupação há indícios de que, o senhor Domingos Jorge Velho, esteve na região antes da presença de Teodósio de Oliveira Ledo. Ressalte-se que o senhor Domingos era um eficiente serviçal da Coroa. Esteve à frente de ousados projetos de conquistas e ocupação, com finalidades diversas.  Convém lembrar que foi este cara que em 1694 destruiu o Quilombo de Palmares e em 1695, conseguiu prender e

Papa Francisco, um novo líder para uma velha igreja

Genival Torres Dantas
Genival Torres Dantas*

A igreja Católica vem passando por um processo de transformação desde a renúncia do Papa Bento XVl (Joseph Aloisius Ratzinger), em 28 de fevereiro último. Com a eleição do Papa Francisco (Jorge Mario Bergoglio), o primeiro papa da América do Sul, e o 266° da Igreja Católica. A Igreja foi sacudida por uma onda de humildade, vinda dos gestos nobres de um religioso que despido de qualquer grau de orgulho ou vaidade tem ensinado como deve um ser humano, por mais importante que ele seja considerado entre nós, qual deve ser o comportamento de uma autoridade ante seus seguidores ou mesmo opositores. Renunciou ao trono revestido de ouro, na Santa Sé, para usar uma cadeira de madeira, preferiu as vestes simples sem adereços, não quis o anel de pescador, usualmente feito para cada papa, e o crucifixo é o mesmo quando da sua permanência em Buenos Aires, preferiu os sapatos comuns, os mesmos usados pelos homens simples do nosso tempo, dispensou o carro de luxo para suas locomoções. O próprio nome de Francisco, teve humildade para aceitar sugestão do Dom Frei Cláudio Cardeal Hummes, arcebispo emérito de São Paulo, um dos seus concorrentes direto ao papado, e adotá-lo em homenagem aos pobres e o defensor dos animais e

NO TEMPO DA SINUCA

Ignácio Tavares
Ignácio Tavares*

A sinuca de Pedroca Junqueira foi o melhor ponto de encontro em todos os tempos. Lá se sabia tudo sobre vida pública ou mesmo privada dos assíduos frequentadores ou não. Frequentou o ambiente já viu, pois alguma boca maldita estava de plantão a fim de descobrir os podres de alguém sem dó nem piedade. Isso mesmo, ninguém saia ileso de uma crítica ácida quando se retirava do ambiente.

O lugar foi palco de muitos acontecimentos e de muitas estórias. O jogo era livre, não havia restrições nem a pobres, tampouco a ricos. Tinha dinheiro para pagar o tempo do jogo, as bolas multicores eram espalhadas sobre o pano verde que cobria o lastro da sinuca.

Muito antes de Pedroca administrar o salão, o seu pai Pedro Junqueira era quem tomava conta. Depois seu irmão Geraldo assumiu o comando até o momento de sair para servir a marinha no Rio de Janeiro. O seu irmão Rivaldo, o Chelé, também deu uma mãozinha, mas,

BANHO DE CHUVA: NINGUÉM RESISTE.

Francisco Vieira
Francisco Vieira*

            Na tarde - noite de um dia bem próximo do ano corrente, fui tomado de surpresa com a primeira chuva da temporada. Agradável surpresa. Maior não podia advir. É que o homem, principalmente o nordestino, está intrinsecamente ligado ao inverno tornando-se dele dependente. É uma questão de sobrevivência. Com a invernada renovam-se as esperanças de um ano farto. Por isso, a chuva será sempre bem – vinda.
            As primeiras gotas d’água começavam a cair ao mesmo tempo em que o clarão reluzente de relâmpagos riscava os céus em caracóis seguidos de estrondosos trovões. Era um misto de felicidade e

O Crime da Rua da Cruz em Pombal/PB

Romero Cardoso
Por José Romero Araújo Cardoso*

Importante trabalho literário que prima pelo resgate histórico, realizado pelo escritor e poeta Jerdivan Nóbrega de Araújo, concretizou-se quando do lançamento de livro intitulado de O Crime da Rua da Cruz.
         
Nos idos do ano de 1883 a pequena cidade de Pombal, localizada no alto sertão paraibano, foi convulsionada com a notícia de que na Rua da Cruz tinha havido um crime monstruoso, perpetrado por jovem inexperiente de nome Maria da Conceição.
         
A desditada sertaneja havia engravidado de outro, pois não obstante namorar pessoa da comunidade, mantinha secreto e

POMBAL – 21 de julho de 1862

Verneck Abrantes
Verneck Abrantes*

Deusdedit Leitão, em discurso proferido a 20 de julho de 1962, no auditório da antiga Escola Normal Arruda Câmara, como parte das festividades comemorativas do primeiro Centenário da Elevação de Pombal a Categoria de Cidade, entre outras partes do texto, ressalta:

...”Se instalou na Paraíba a 14ª Legislatura da Assembléia Provincial, da qual faziam parte alguns nomes mais ligados à Vila de Pombal, como o juiz de Direito Dr. Manuel Tertuliano Thomas Henriques, o Promotor Público Dr. Manuel da Fonseca Xavier de Andrade, o Dr. José Paulinho de Figueiredo, o político piancoense Dr. João Leite Ferreira e o Dr. Aurélio da Costa Vilar, também residente em Patos. Os três primeiros eleitos pelo primeiro distrito e

WILSON NÓBREGA SEIXAS

Clemildo Brunet*
Clemildo Brunet
15 de julho lembra a data de nascimento do historiador pombalense WILSON NÓBREGA SEIXAS. Se vivo estivesse estaria completando 97 anos. Wilson nasceu na Rua do Comércio no seio de nossa cidade. Seus pais eram Newton Pordeus Rodrigues Seixas (autor do Hino de Pombal) e Natália Nóbrega Seixas. Eram seus Irmãos: Newton e José Nely (in memoriam), que faleceram criança. Hedi Nóbrega, Maria das Graças e Maria de Lourdes.

Estudou as primeiras letras em casa com seu pai Newton Pordeus (que na época fora transferido de Sousa para lecionar em Pombal).  Wilson era casado com Zélia Carneiro Arnaud, irmã do ex- deputado federal e ex-prefeito de João Pessoa, médico Antonio Carneiro Arnaud e do desembargador Raphael Carneiro Arnaud.

A descoberta das três datas importantes que marcam a história de Pombal devemos ao historiador pombalense Wilson Nóbrega Seixas.

São elas:

Caminhos de Quimera nos Interstícios da Democracia

Genival Torres Dantas
Genival Torres Dantas*

O povo impávido foi a luta e conseguiu algumas vitórias já consumadas pelo Congresso Nacional, algumas delas em votação final, indo para sanção e promulgação, algumas encaminhadas, precisando de outras  votações, seguindo a ritualística jurídica que a tramitação exige. A grande maioria de alcance social e de profunda necessidade à população.

Evidentemente que há um grande movimento dentro do congresso de amplo apelo populista, desencadeado por congressistas demagogos que,

SONHAR NÃO FAZ MAL, NÃO É?

Ignácio Tavares
Ignácio Tavares*

Em 2002, definitivamente aposentei-me. Falei pra mim mesmo: voltar a trabalhar jamais, mesmo que a oferta salarial venha ser atrativa e generosa. Nada me induzirá a retornar as lides do planejamento e pesquisa.  Firme na minha decisão, assim pensei: pronto, agora sou dono do meu tempo. Assim sendo serei livre para sempre. É verdade que combati o bom combate, enfrentei mares revoltos, consegui chegar à terra, firme, são e salvo.  

Por outro lado, considero lamentável o fato de que o tempo, na sua marcha acelerada, não pare um só instante pra que a gente possa reprogramar a longa caminhada da vida. Quero dizer que, se o tempo não nos pede licença pra passar o que havemos de fazer? Por isso somos levados de roldão qual um barco a deriva numa correnteza desenfreada.  

Apesar dos pesares sou obrigado a dizer que, por muitos anos não via e

POMBAL: 151 ANOS DE CIDADE, 315 DE FUNDAÇÃO E 241 DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA!

Clemildo Brunet
CLEMILDO BRUNET*

O que dizer de uma cidade que da data de sua fundação aos dias atuais é tricentenária? Edificada a margem direita do rio Piancó. Fundada por Teodósio de Oliveira Ledo no sertão das Piranhas foi conhecido como povoação de Piancó em 27 de julho de 1698, tendo sido denominado de Arraial de Nossa Senhora do Bom Sucesso do Piancó (Pombal).

Sua emancipação política se deu em 04 de maio de 1772, quando elevada de Arraial a categoria de Vila, sendo chamada Vila de Pombal, dando-se na mesma data sua Emancipação Política. Já em 21 de julho de 1862 é elevada a categoria de cidade. Neste mês de julho Pombal comemora 315 anos de sua fundação. 21 de julho é a data do Aniversário de Pombal como cidade.

Muita coisa se perdeu no tempo, pois segundo o nosso escritor pombalense Verneck Abrantes, documentos que tiveram registros de acontecimentos políticos com mais precisão, entre 1926 a 1928 e parte de 1930 a 1945, não foram encontrados nos arquivos da Câmara.
Praça do Centenário
            Em seu livro A Trajetória Política de Pombal, o escritor cita que parte dessa memória foi queimada quando de um incêndio ocorrido na Prefeitura e

O FORRÓ NOSSO DE CADA DIA... COMO ANTIGAMENTE!

Maciel Gonzaga
Maciel Gonzaga*

Há uma discussão radical sobre o verdadeiro forró, suas vertentes e arremedos. Em Campina Grande, por exemplo, há um grupo liderado por Biliu de Campina que não admite nem ouvir falar no forró que não seja a verdadeira raiz. Aquele criado e difundido para o mundo por Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro... Como pesquisador do tema, amante e defensor da Música Popular Nordestina, não sou tão radical. Mas, também, não gosto de fazer muitas concessões.

Mas, o objetivo desse artigo é falar do forró de antigamente em Pombal. Final dos anos 50 e início dos anos 60. Lembrar os forrozeiros que lá existiam e os forrós, quase que semanalmente, no terreiro de barro batido, molhado à água de vez em quando, na casa do Guarda Noturno conhecido como “Seu” Chicó (pai de Valderício e Eduardo Burra Preta). Era vizinho à minha casa, na antiga rua do Cachimbo Eterno. Por lá passaram grandes e,

A esperança no lusco-fusco da vida

Genival Torres Dantas
Genival Torres Dantas*

O mundo passa por uma crise de confiança, estamos mergulhando num processo de desesperança, esse fato não é uma situação surgida repentinamente, ela vem se alicerçando com o passar dos anos e o afastamento dos homens aos seus valores mais básicos. Há um descontentamento generalizado e os resultados obtidos para contermos o lado nefasto do problema são nulos, tenta-se sanar os efeitos sem atingir as suas causas, normalmente com medicamentos homeopáticos, de lenta ação, quando precisamos da alopatia, preferencialmente de ação prolongada, pois, a bactéria do contrassenso que atingiu o ser humano já criou resistência aos remédios convencionais e

PARABÉNS PROFESSOR VIEIRA

Francisco Vieira
É DIGNO DE SE REGISTRAR NA FELIZ DATA DE HOJE (08) DE JULHO, MAIS UM ANIVERSÁRIO DO PROFESSOR FRANCISCO DE ASSIS VIEIRA NUNES, NOSSO AMIGO, COLABORADOR E PARCEIRO EM PUBLICAÇÕES LITERÁRIAS NO PORTAL CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO; CUJO RESULTADO DESSE TRABALHO VAI SER PUBLICADO NO LIVRO POMBAL EM RETALHOS QUE ESTÁ SENDO EDITADO E EM BREVE TERÁ SEU LANÇAMENTO NESTA CIDADE. 

FRANCISCO DE ASSIS VIEIRA NUNES, mais conhecido por Professor Vieira, natural de Pombal-PB, nasceu no dia 08 de julho de 1950, filho de Antonio Vieira Filho e Galvani Vieira Nunes seus irmãos, Marcos Antonio Vieira e Galvani Viera Nunes. Casado com Rita Lenice Clementino Vieira, nascendo dessa união os filhos Fábio Rogério Clementino Vieira, e Fabíola Rejane Clementino Vieira. O aniversariante é Formado em Biologia pela UFPB e graduado em Metodologia do Ensino Superior. Foi Professor no Colégio Josué Bezerra, Vice-Diretor da Escola Mons. Vicente Freitas (Polivalente), Diretor da Escola João da Mata e Secretário de Administração Municipal de Pombal 93/96.

Ao Professor Vieira nossas congratulações por mais um transcurso de seu aniversário, desejando-lhe saúde, muita paz, alegria no convívio com sua família e amigos, com muitos anos de vida.

PARABÉNS, FELIZ ANIVERSÁRIO!


Da Redação

RURALZÃO 2013 – FAZ ENTREGA DE PRÊMIOS AOS CAMPEÕES E VICES

No último sábado dia 06 de julho de 2013, o SPORT em REDE, finalizou mais uma pagina da historia do futebol de Pombal, encerrando com chave de ouro o RURALZÃO 2013 COPA DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD E RADIALISTA CLEMILDO BRUNET DE SÁ.

O idealizador do SPORT em REDE, Joaquim Adonias Dantas Neto (Saburá), realizou o Ruralzão 2013, com agremiações da Zona Rural e Urbana do Município de Pombal. Populares, Pombalense, Cruzeirinho, Constituinte, Novo Horizontino. Monte Alegre, São Pedro e Assentamento do Jacú representando a zona rural do município de Pombal, Assento da Pedra representando Paulista e

ENGENHEIRO DO DER GANHA PRÊMIO DE CULTURA EM MACEIÓ-Al.

Paulo Abrantes de Oliveira recebe o Prêmio do Presidente da Real Academia de Letras do RS, Dr. Mário Scherer. A Real Academia de Letras no uso de suas atribuições, reconhece publicamente as qualidades intelectuais e literárias do distinguido, por sua obra que o qualifica para tal mister.
REAL ACADEMIA DE LETRAS
Ordem da Confraria dos Poetas Registre-se no Livro de Honra do P.L







WALDEMAR SOLHA E O POEMA CÓSMICO

                          AUTOR – JOSÉ MÁRIO DA SILVA - DOCENTE DA UFCG.
WJ SOLHA
Waldemar José Solha, escritor paraibano, é uma espécie de intelectual a que na falta de rótulo mais apropriado poderíamos classificar como performático e transfronteiriço, tantas e tão diversificadas são as áreas em que ele atua e sempre com invulgar competência. Poeta, romancista, ator, dramaturgo, ensaísta, roteirista de cinema, pintor, Waldemar Solha, pluridimensional, é, sobretudo, um inventor de linguagens. 

Na ficção propriamente dita, já nos tinha brindado com livros como A Canga, Zé Américo foi princeso no trono da monarquia, A Verdadeira Estória de Jesus, Relato de Prócula, dentre outras obras emergidas de uma imaginação sempre pródiga em construir sistemas romanescos marcados por forte diálogo com a história, no qual a tonalidade crítica, não raro portadora de incursionamentos paródicos, ocupa o primeiro plano da diegese. 
É que,

CICLOS ECONÔMICOS DE POMBAL

Ignácio Tavares
Ignácio Tavares*

Segundo Ciclo

Depois do desmantelamento da agricultura algodoeira os proprietários rurais localizados às margens do rio decidiram investir em atividades irrigadas. Sem dúvida, não deixou de ser uma decisão acertada porque foi dado o primeiro passo para o inicio do segundo Ciclo de prosperidade fundamentado na produção irrigada, na pecuária de corte/leiteira, bem como na agroindústria.

Foi isso mesmo, o plantio da banana, complementado pelo cultivo do feijão, arroz, milho, melancia, gado de corte/leiteiro, marcou o inicio de uma nova era de prosperidade da economia de Pombal. Os empregos perdidos em razão da estagnação econômica logo após o fim do primeiro ciclo, em grande parte, foram recuperados, porem numa escala inferior aos níveis de ocupação existentes na fase áurea dos anos cinquenta em vante.

A pecuária leiteira desenvolveu-se de forma progressiva a ponto de elevar o município à condição de maior bacia leiteira do Estado. Paralelamente a essas atividades despontou a agroindústria voltada para o processamento de leite, frutas, com destaque para a banana e

O poder que se serve não serve

Genival Torres Dantas
Genival Torres Dantas*

O adágio que tão bem reproduz o atual momento político no Brasil é extensivo a todas as corporações que direta ou indiretamente manipulam o ideário popular. A lição que tem ficado é a inoperância por parte dos poderes reagindo apenas por conta das manifestações por parte da população, no início pelos estudantes, que buscavam um passe livre, promessa de muitos anos da maioria dos políticos de memória curta e de assimetria burlesca, cujos resultados positivos foram açulados tão somente pela cobrança manifestada nas ruas.


É impressionante como o político tem facilidade de mudar de posição, para quem acompanha a vida do Congresso Nacional e

O LONGEVO SEVERINO ESPALHA


Clemildo Brunet
Clemildo Brunet*

“Com os idosos está à sabedoria, e na longevidade o entendimento” Jó 12:12


Na revista Superinteressante encontramos o seguinte relato: A marca tida como limite da longevidade humana é de 120 anos. “Ao longo da História, há registros de gente com 120 anos, mas esse é apenas um número mágico, sem comprovação científica”, explicou à SUPER a professora de Genética Marília Cardoso Smith, da Universidade Federal de São Paulo (2). Na verdade a ciência tem conseguido aumentar a idade média, mas não a idade máxima.


SEVERINO ESPALHA
Poucos o conhecem por nome de batismo - SEVERINO PEREIRA - no entanto, muitos ao ouvir falar “Severino Espalha” ficam logo sabendo de quem se trata. Não é meu contemporâneo, entretanto, nossos primeiros contatos foram feitos por ele, via telefone no Programa “Saudade Não Tem Idade” na Radio Opção 104 FM, pois como ouvinte sempre nos prestigiava com sua audiência solicitando músicas que eram de seu gosto. Em determinado dia fui até a sua residência e fiz-lhe uma visita. Percebi que tínhamos algo em comum – ouvir música e