CLEMILDO BRUNET DE SÁ

A UTOPIA DESEJÁVEL A -

Ignácio Tavares
Ignácio Tavares*

O homem primitivo era autossuficiente no suprimento de suas necessidades básicas através da coleta, da pesca, de caça e usufruto das fontes naturais que a natureza lhe oferecia.
Isso mesmo, não precisava de estado nem tampouco de representações politicas a fim de estabelecer regras de relacionamento social, bem como, de convivência politica e
econômica.
É possível que em um futuro remoto o homem volte a ser autossuficiente porem movido a tecnologias sofisticas fora do alcance da nossa imaginação; Provavelmente o Estado - tal qual como é hoje - perderá a sua razão de ser...
Por conseguinte, os políticos bem como as organizações partidárias, da mesma forma cederão espaços à outra forma de organização de cunho familiar. É provável que as diferenças de renda entre as pessoas possam existir, mas, entre famílias não.
Em não havendo a concorrência feroz entre pessoas e famílias com certeza a disputa pelo poder será algo impensável. Da mesma forma, a ansiedade pela a acumulação de riqueza individual (Bill Gats e &) não acontecerá porque as famílias terão as mesmas oportunidades de levar uma vida digna.
O bom é que as guerras, a corrupção e a marginalidade social serão coisas de mil anos atrás.
Desculpe-me ter tomado o seu tempo, pois se trata de um sonho utópico de quem acredita no futuro da humanidade, não obstante estarmos a viver um momento de desgraceira aqui no nosso Brasil e em outras partes do mundo.
Isso mesmo catapultei a minha imaginação para o ano três mil quando uma nova civilização está a habitar o planeta terra. .Será uma civilização pautada na Fé - no seu único Deus - na Esperança e no Amor... Tomara que seja assim...

*Economista e Escritor pombalense

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