Com a recorrente queda nas bolsas a economia torna-se periclitante
Genival Torres Dantas*
A
crescente onda da epidemia do Coronavírus, em âmbito mundial, fez a humanidade
prisioneira do festival de incertezas e da boataria que assola os continentes
com países tendo que isolar cidades e áreas numa verdadeira panaceia
desestruturante, criando novas situações de convivência, separando familiares,
parando atividades econômicas locais e distantes, como é o caso da China que
suspendendo produção regional afeta linhas de montagens em outros países que
dependem de insumos produzidos naquele país.
Por
conseguinte as correntes produtivas, principalmente as de tecnologias de ponta,
as mais afetadas, tornaram as bolsas de valores inoperantes em decorrência das
quedas e perdas constantes no dia a dia. Com esse trivialismo atual até mesmo
os países da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), ou não,
caso específico da Rússia, travam verdadeira guerra comercial fazendo o preço
de o petróleo despencar no mercado internacional, afetando de tabela o Brasil,
por intermédio da Petrobras.
Esse
novo quadro trouxe uma nova realidade ao mundo globalizado, fazendo-nos
refletir sobre os novos conceitos de relacionamento e convivência comercial.
Fomos todos afetados pelo sentimento de impotência diante de um fato alheio a
nossa vontade, mas faz parte da nossa vida e surgida no meio ambiente. O que
nos conforta é saber que o novo Coronavírus é menos letal que o anterior e sua propagação
é sentido mais lentamente.
Enquanto
aqui no Brasil nos preocupamos em nos safarmos dessa epidemia mundial, tentando
superar essa crise de preferência sem perda humana, e como não se pode parar
por completo, o presidente Bolsonaro viaja aos EUA, dando sequência ao projeto
iniciado no governo Temer, finalmente, assina acordo militar, histórico, com o
governo americano, nos colocando em posição de protagonismo em um mercado que
já ensaiamos no pretérito algum lampejo de participação, experiências e trocas
de informações.
É
chegado o momento de introduzirmos nossas empresas, desse seguimento,
harmonizando produtos de defesa com as características e especificações
americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Temos a
primazia de sermos do hemisfério sul a nos juntarmos ao clube de parceiros
americanos, com a companhia de: Inglaterra, Alemanha, França, Itália, Índia,
Estônia, Suécia, Finlândia, Noruega e Coreia do Sul. Falta apenas que o acordo
seja ratificado pelos parlamentos do Brasil e EUA, só esperamos que o nosso não
ponha obstáculos nesse acordo de muita importância para nós.
Genival Torres Dantas
*Poeta, Escritor e Jornalista
genivaldantas.com.br
Com a recorrente queda nas bolsas a economia torna-se periclitante
Reviewed by Clemildo Brunet
on
3/10/2020 07:52:00 AM
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