CLEMILDO BRUNET DE SÁ

A LEITURA QUE SE FAZ!

CLEMILDO BRUNET* Desde que o mundo é mundo, nós seres humanos somos controversos. Creio que a controvérsia se espalhou por todos os lugares quando se deu o acontecimento da construção da torre de babel, Ocasião em que o Criador confundiu a língua dos homens. E aí vem a pergunta, por que Deus confundiu a linguagem dos homens? O texto bíblico é claro, eles queriam tornar célebres os seus nomes em toda terra no intuito de não serem espalhados, contrariando a ordem do Criador que disse aos nossos primeiros pais “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra”. A controvérsia entre os homens é de suma importância, porque ela favorece em muito a liberdade de expressão. Existem Histórias e (estórias) no seio da humanidade e daí nasce à divergência entre várias fontes, que fornecem elementos para a formação do pensamento e finalmente a conclusão do raciocínio. Vai depender justamente da leitura que se faz sobre o acontecimento e das personagens nele envolvidos. Quando o Dr. Atencio Bezerra Wanderley era Prefeito de Pombal, em uma visita que fiz ao seu gabinete, ele fez a seguinte indagação: Você acredita que um homem tenha ressuscitado outro depois de quatro dias? (referia-se a Jesus e Lázaro), sim foi minha resposta, está na bíblia e eu creio. De repente, me veio à lembrança um fato histórico do nosso país. Eu tasquei a pergunta: O senhor acredita que D. Pedro I Deu o Grito da Independência do Brasil a margem do Ipiranga? Ele disse sim, está na história. Eu respondi: Nem eu vi Jesus Ressuscitar Lázaro, nem o Senhor Viu D. Pedro dar o grito. Eis uma questão de fé e da leitura que se faz. Recebi um artigo escrito pelo Promotor de Justiça Severino Coelho Viana, pessoa por quem tenho admiração e escritor filho de nossa terra, que em virtude da discussão levantada por outro ilustre pombalense Dr. Inácio Tavares, também meu amigo, entram em controvérsias, quando se trata da existência ou não da Cabocla Maringá. O artigo do Dr. Inácio tem como título: “A Cabocla Maringá”: Mito ou Realidade? E o do Dr. Severino: “Maringá Existiu?” Eis a Questão. Como se fazer história ou se contar um fato sem o seu personagem ou personagens? A canção Maringá existe este é um fato verdadeiro, o compositor da música Joubert de Carvalho existiu, já não está entre nós, o Senador Ruy Carneiro que faz parte desse contexto, também já é falecido. Por que só agora, se levantar uma questão sobre a existência ou não da cabocla? Veja que a melodia recebe título personificado e é tão exaltada, que deixa nos versos nostálgicos o refrão: “Maringá! Maringá! Adepois que tu partiste/ tudo aqui ficou tão triste/ que eu garrei a imaginar/ Maringá! Maringá! Para haver felicidade/ é preciso que saudade/ vá bater noutro lugar/ Maringá! Maringá! Volta aqui pro meu sertão/ prá de novo o coração/ de um caboclo assucegá”! Desde criança quando me entendi de gente que ouço; embora de forma pejorativa, que a cabocla Maringá era uma namorada de Ruy Carneiro antes de ter sido qualquer coisa na vida pública. Posteriormente depois de haver galgado posições elevadas na política, junto a Joubert de Carvalho, conseguiu do mesmo a poesia para a melodia, distinguindo-a com o nome que leva a canção que hoje é cantada em todo mundo. Recebo do meu amigo escritor pombalense Verneck Abrantes o seguinte comentário em torno do assunto: “Um dia, conversando com coronel Arruda, perguntei: E Maria do Ingá, existiu? Meu filho, não existiu apenas uma Maria do Ingá, mas centenas de Marias quando de passagem por Pombal, como retirante ou a caminho do Juazeiro do Padre Cícero”. E arremata Verneck: “Então, a Maria de Ingá que me refiro não foi uma mulher pública na cidade de Pombal, mas periférica, de passagem, lembrada apenas por alguns rapazes da época que buscava um flerte, um namoro furtivo e passageiro. Quem na vida não teve uma “Maria” onde viveu um rápido namoro ficando apenas entre as partes? Um namoro rápido, às escondidas, e sem a obrigatoriedade de toda população da cidade ficar sabendo”?...E continua Verneck, Veja essa história: “No final dos anos de 1960, estava eu e Paulo Queiroz caminhando na antiga rua da estrada, na saída de Pombal para Sousa existia uma grande árvore de oiticica. Lá nós conhecemos uma adolescente, Maria da Guia, radiante, queimada do sol, bonita em sua simplicidade e muito envolvente quando conversava. A família estava viajando a pé para o Juazeiro. Então, depois de umas três horas de conversa prometemos voltar no dia seguinte, mas para nossa surpresa, quando retornamos à família já havia partido. Paulo saiu de Pombal e depois de 25 anos nos encontramos em João Pessoa. Na alegria do nosso encontro, a conversa foi voltada principalmente para as lembranças de Pombal, em um dado momento ele me perguntou: “Você ainda se lembra de Maria da Guia”? Meu Deus, 25 anos depois ainda a recordação daquela adolescente. Então, eu falo dessa Maria, anônima, de passagem e que ficou também apenas na lembrança de nós dois. A mesma coisa aconteceu entre Ruy Carneiro e Maria de Ingá. Tudo ficou entre as partes, uma paixão adolescente e uma recordação para vida” No final do comentário ele afirma que provavelmente em abril, vai participar de um Congresso Nacional sobre Extensão Rural em Londrina-PR e que foi convidado para está na cidade de Maringá, onde deverá falar sobre a nossa Pombal e a história de Maringá, acrescentando: “Se não fizer assim, estarei prestando um desserviço a nossa cidade, quando negamos uma história que deve ser valorizada por todos nós pombalenses” Há de se perguntar se a geração de hoje tem interesse nessa história. Poderá ser até matéria de pesquisa como sugere o nosso amigo José Tavares, ao analisar os dois textos. Não sabemos também, se os familiares ou sobrinhos do Senador haverão de se manifestar sobre essas abordagens que estão circulando na rede internacional de computadores (Internet), publicados em alguns sites. Por enquanto, ficaremos observando a leitura que se faz em torno do assunto. *RADIALISTA WEB: http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

A MARCA DO TEMPO!

CLEMILDO BRUNET* Todos nós carregamos em nossas lembranças a marca do tempo. Alguns têm guardado na memória as peripécias da infância. Que tempo bom dizem! Realmente, pensamos assim. Na infância não existe preocupação com o que se passa ao nosso redor e sentimo-nos leves e satisfeitos com tudo que nos cerca. Lembro-me ainda dos meus tempos de criança quando havia aquela inquietude e constantemente as brincadeiras e recreações eram mudadas, nunca ficávamos na rotina. Carrinho de flande puxado no cordão, bola de gude, ludo, quartel de exército, espetáculo circenses com dramatização; brincadeiras essas que preenchiam o nosso mundo infantil. Depois, a adolescência, muda-se o nosso entretenimento. A marca do tempo nos transporta para o mundo da fantasia e dos sonhos até mesmos acordados. Os flertes e os namoros, hoje paqueras, aconteciam nos lugares freqüentados por rapazes e moças a exemplo da pedra da estação ferroviária, à noite, esperando a chegada do trem. A tradicional Festa de São Pedro no bairro dos pereiros, serviço de alto falantes tocando música e os bilhetinhos passando de mãos em mãos com declarações de amor. A Sorveteria Tabajara no centro da cidade, aos sábados pela manhã, era o local onde os rapazes esperavam o passeio das estudantes da Escola Normal Josué Bezerra. Festa do Rosário e o Serviço de Alto Falantes do Parque Maia com o Programa: “Atendendo ao Ouvinte” oferecimento de músicas românticas de um alguém para outro alguém e ainda o encontro de amigos entre moças e rapazes em frente ao Cine Lux antes do início do filme. Porque não lembrar o Colégio Diocesano que abriu as portas da educação em Pombal, permitindo o acesso de alunos de ambos os sexos, e que muitos puderam receber lições do ensino secundário naquela época, fazendo o curso ginasial. E o bar centenário, que antigamente era o coreto da Praça José Ferreira de Queiroga, logo após a Festa do Centenário da cidade em 21 de julho de 1962, passou a ser chamado de bar centenário; a Prefeitura em regime de comodato cedeu o imóvel para funcionamento de um estabelecimento comercial do ramo. Já a praça, ficou conhecida como Praça Centenária. Pois bem, enquanto a rapaziada se deliciava dos petiscos e das bebidas servidas pelo bar centenário, as moças passeavam ao redor, sempre em busca de alguém para formar o seu par. Neste local as lembranças das corridas de bicicletas, os shows de artistas como Luiz Gonzaga e Marinês e sua gente e outras atrações sempre com a presença de público garantido. O Tempo corre e chega à fase adulta. De repente, somos tirados da fantasia de outrora, para uma realidade totalmente diferente daquela que a marca do tempo nos trouxe no passado. Vem o amadurecimento e com ele a experiência adquirida ao longo dos anos. Tempo difícil o de hoje e nos faz refletir: Tudo é diferente! Esse estigma será sempre superado. Tem razão o poeta em uma canção interpretada pelo cantor Nilton César quando diz: “E prá disfarçar o meu tédio, procuro remédio na recordação”. Todavia, não ficamos só aí; encontramos refrigério nas sábias palavras do apóstolo Paulo ao afirmar: “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança.” Rm. 5:3-4. *RADIALISTA. WEB: http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

IMPRENSA X OPINIÃO!

CLEMILDO BRUNET* A imprensa hoje nos seus diversos meios de dar ciência dos fatos que acontecem no nosso cotidiano tem sua relevância no que diz respeito à formação da opinião pública, desde que ela não fuja da finalidade a que se destina e passe a usar de expediente escuso favorecendo aos seus próprios interesses. Aqui e acolá isso acontece; o que é uma vergonha para os nossos meios de comunicação. É preciso ter cuidado com o que se diz, pois muitas das vezes pode ser mal interpretado e isso geraria uma convulsão sem fim. Cada cabeça é uma sentença, nem todos pensam iguais. Existem dentro da opinião pública aqueles chamados Maria vai com as outras; outros que emitem parecer a fim de agradar o chefe, assumindo a culpa de algum erro cometido livrando a cara de seu comandante do escárnio da opinião pública. Ainda bem que dentre esses, há aquele de cabeça feita, inteligente e hábil em lidar com situações embaraçosas. É necessário, muita vivencia e experiência adquirida ao longo dos anos. É preciso ter jogo de cintura em circunstancias em que o vínculo empregatício está em cheque mate e é de importância vital para quem se dedica ao trabalho dentro dos parâmetros de vocacionado para aquela função. Vou contar um fato que aconteceu nos bastidores de uma emissora de rádio e que a opinião pública não teve conhecimento. Peço vênia aos leitores, para não revelar nomes de personagens envolvidos no episódio, nem tão pouco o local em que se deu o ocorrido por uma questão de ética. Na Década de 80, em uma cidade da Paraíba, o Diretor artístico de uma emissora se viu em apuros ao ser interrogado pelo juiz eleitoral sobre uma fita do programa de uma facção política.Nessa fita constava a voz de um locutor que fora contratado para fazer a campanha do partido adversário. A parte interessada que se viu prejudicada, acionou a justiça para obter a fita e comprovar o feito. Nesse ínterim, alguém que tinha contratado e colocado a voz do locutor, resolveu destruir o material gravado. Essa pessoa exercia ingerência sobre a emissora que gerou o programa. A corda sempre quebra do lado mais fraco, lá foi o pobre diretor de programação, explicar pro juiz, que a fita havia sido estragada no rolo compressor do gravador levando em mãos o material danificado sem nenhuma condição de áudio. A Nação em que vivemos que é chamada de país das mil maravilhas agentes políticos gostam de fazer suas maracutaias, no entanto, não querem de forma alguma assumir os erros que cometem e que são denunciados pela imprensa e a opinião pública. A Imprensa é prá cuidar de fatos do dia a dia que acontecem no país, no Estado e no Município, o que é bom, se elogia, o que é mal se faz a crítica. Não é nada agradável para a população, quando alguns profissionais da Imprensa, deixam de cumprir sua missão, para falar mal uns dos outros. Existem Profissionais da imprensa Escrita, falada ou televisiva que, por prestarem serviços ao Poder, ficam embevecidos e impregnados de tal modo perdendo de certa forma a identidade do verdadeiro jornalismo para defender interesses de quem os contratou em detrimento do que a opinião pública precisa saber. Quem está ao lado do Poder, faça o seu papel de defender os atos administrativos sem que haja necessidade de levar para o campo pessoal o colega de profissão, quando este é contrário aos interesses do poder. Isso é democracia! A função que cada um ocupa é transitória, um dia o contraditório, deixará de ser contraditório e estará no poder. Graças a Deus, mesmo tendo comandado por muitos anos as campanhas políticas em minha cidade, fazendo animação em comícios no palanque de determinado partido, tempos depois fui contratado por uma facção adversária e hoje convivo bem com todos. O LORD AMPLIFICADOR, uma das maiores escolas de profissionais durante as décadas, 70 e 80, jamais se furtou em atender as duas forças políticas da época. Prefeito e o Presidente da Câmara de Vereadores, adversários políticos, usavam livremente nossa difusora, um após outro se revezavam em nossos microfones com questões levantadas por eles mesmos. Isso é democracia. O direito de um termina quando o do outro chega. Hoje distante da militância do rádio e na condição de cidadão pombalense e ouvinte dos noticiários locais, faço um apelo a nossa classe jornalística que tem excelentes profissionais, que não me entendam mal. Façam do trabalho a arma poderosa para a formação sólida e equilibrada da nossa opinião pública, sem se deixarem envolver pelo fascínio do poder que é transitório. O poder passa, a opinião pública fica e observa, fazendo avaliação do desempenho das atividades daqueles que levam consigo a marca da informação e da notícia. *RADIALISTA. WEB. http://clemildo-brunet.blogispot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

MUDANÇA NO CALENDÁRIO!

CLEMILDO BRUNET* Antigamente com a chegada do novo ano as pessoas e reclames comerciais diziam: ano novo! Tudo novo! Será que é assim mesmo? Eu respondo com a mesma linguagem de um sábio, que teve a sua sabedoria testada pela inteligência de um garoto que se apropriando de um pássaro na mão segurou-o e disse: “tenho na minha mão um passarinho, ele está vivo ou morto”? DEPENDE! Respondeu o sábio. O pensamento do menino era que, se o sábio dissesse que a ave estava viva, ele a apertaria para matá-la, faria de outra forma se a resposta fosse o inverso. É verdade que podem ocorrer algumas mudanças na vida das pessoas, o calendário muda, até as datas nele inscritas mudam os dias da semana. O que foi determinada data no ano anterior já não o é no ano seguinte e deste modo existe um ciclo de mudança. Assim é o ano que se inicia para nós agora. Fazemos nossos projetos, pensamos em novos ideais, montamos novas estratégias, pois as anteriores não nos foram favoráveis. Queremos melhorar, pretendemos melhorar, ainda assim mesmo voltamos a cometer quase sempre os mesmos erros, dependendo tão somente das situações adversas que venham ao nosso encontro. Devemos lembrar que tudo passa e tudo passará como diz a canção do cantor Nelson Ned. Só há um ser que é transcendental a todas essas coisas: DEUS. “Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos” Ml. 3:6. “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.” Mt.24:35. Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.” Ap.1:8. “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre”.Hb.13:8. O ano de 2008 tem no seu calendário para nós brasileiros as eleições municipais, oportunidade em que o nosso povo vai as urnas escolher prefeitos e vereadores que os governarão por quatro anos consecutivos. O Município é a base política governamental desse país, é necessário que nossa gente, faça uma reciclagem na forma de escolher as suas lideranças ou os seus governantes. Pagamos o mico quando elegemos candidatos que não correspondem à vida essencial da nossa comunidade. Essa é uma reflexão de pessoa totalmente afastada de movimentos políticos partidários. Inclusive o último partido que eu era filiado, já não existe mais, pois recebeu uma nova nominação. Agora de fato e de direito não tenho partido. O meu partido agora, é o bem e o crescimento de minha terra. Nos dias atuais, mais do nunca, nessa arena política partidária, as situações são mudadas constantemente por aqueles que nos representam. Já não lutam pelo idealismo de servir o município e sim de atender aos interesses próprios, formando grupos que estão ali para se locupletarem no pleno gozo das benesses do poder, em detrimento da maioria que fica padecendo o tempo todo esperando receber algum benefício coletivo. Se em outros tempos alguns usaram dessas manobras, pelo menos a maneira era mais discreta. Hoje não, essa discrição não existe. Está escancarada a vista de todos. Tem razão um provérbio do sábio Salomão, terceiro rei de Israel: “Tira o perverso da presença do rei, e o seu trono se firmará na justiça”. Pv. 25:5. Dependendo dessas eleições, faremos provas das que virão depois ao se levantar novas lideranças que comandarão os destinos tanto dos Estados da Federação como do mais alto posto desta nação, a Presidência da República. Já se diz Por aí que o povo tem o governo que merece! É verdade. Um dia Israel, o chamado povo de Deus era governado por juízes escolhidos pelo próprio Deus, alguns desses eram até profetas, falavam à mensagem que Deus lhes dava para transmitir ao povo. Samuel foi profeta escolhido pelo o altíssimo para ser juiz; criaram caso com ele ao ponto de o rejeitarem. Olharam para outras nações que tinham um rei. Pediram para si um rei. Escolheram pela aparência de um homem de estatura elevada que sobressaía a do povo. Só aparência! Levou a nação à derrocada. Esse rei, depois de cometer vários deslizes, chegou ao ponto de consultar uma pitonisa, Deus o rejeitou por haver desobedecido a sua palavra e escolheu outro para governar o seu povo. Saberemos escolher os nossos governantes? Lembremos da palavra do sábio ao menino: DEPENDE! Graças ao Criador, que nós temos a liberdade nas nossas escolhas. Peçamos a Ele e não aos homens a sabedoria que vem do alto, para que haja um discernimento de nossa parte, sobre essas eleições, pois muita gente, este ano vai fazer muito barulho em seus municípios e respirar o tempo todo o ar poluído da mentira, da inveja, da calúnia e do fuxico; até mesmo dividindo lares, famílias, amigos e conterrâneos. Que Deus tenha compaixão de nós em 2008. *RADIALISTA. WEB: http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com