quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

CLEMILDO BRUNET*
“Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio” Sl.90:12.
Quando criança a nossa vida era um paraíso porque não tínhamos a preocupação de ver o tempo passar e isso era muito bom. Havia quem cuidasse de nós. Nossos pais davam tudo para nos proporcionar uma boa educação para que no futuro pudesse garantir o nosso sustento e daqueles que viriam depois.
Ainda criança, alguém olha e diz: Como é novo, fofinho, uma beleza e por aí vai. De fato, a criança recebe tratamento assim. È o vigor da vida, o resplandecer do dia, a claridade do sol com toda intensidade. Assim somos nós quando criança. Não contamos os anos.
Outra época que não vemos o tempo passar é a juventude. A primavera da vida. Os sonhos de adolescente, o despertar do amor, troca de olhares em busca da garota ou do rapaz por quem se suspira; namoro só no pensamento! Faz o apaixonado dizer: Estou namorando fulano (a), porém, era apenas flerte, movido pelo o sentimento da paixão do coração juvenil.
Conheci uma menina que foi minha colega no curso primário do Grupo Escolar João da Mata - (hoje Hospital Distrital de Pombal), todo dia tinha o prazer de conversar com ela durante o trajeto da escola até sua casa, tímido não lhe falei de meus sentimentos; mas, dizia para meus amigos, estou namorando fulana.
Houve também outra garota; tivemos alguns encontros, namoramos no escurinho do cinema (Cine Lux). Passado algum tempo, numa noite de Natal ela não veio. Estava só na Praça Getúlio Vargas e uma prima dela chega, inicia-se a conversa que se estende até depois da missa do galo. Ao amanhecer, ela vai à casa da minha garota dizer que está namorando comigo. (pense no moído).
Quando atingimos a fase adulta aí sim damos conta dos anos e do tempo que passa rapidamente. É hora da reflexão. Sempre nos vêm à memória a cada noite de Natal e Ano novo as doces lembranças de nossos pais, entes queridos e amigos que já não estão mais aqui.
Nem sempre de sonhos e fantasias se vive. Neste momento da passagem de mais um ano, a nossa consciência nos desperta para refletirmos o que acontece no mundo e ao nosso derredor. Violência em todos os lugares do planeta, desentendimento entre pais e filhos e vice versa, falta de amor próprio e ao seu semelhante e assim segue...
Uns querendo viver e lutando pela saúde, enquanto outros vendo seus sonhos destruídos e querendo encontrar motivos de tirar a própria vida. Uns trabalhando por uma causa justa e honesta e outros só maquinando o mal no intuito de acabar com quem só faz o bem.
O nosso universo está mergulhado tanto em ações benéficas como maléficas, (mais maléficas). Neste tempo em que acontece mais uma passagem de ano, é hora de atender o convite do escritor aos Hebreus:”Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” Hb. 4:16.
Costumamos dizer que não somos escravos de ninguém; porém, somos escravos do tempo. No passado e no presente o homem sempre foi um escravo do tempo. Seu relógio pode parar- o tempo Não! Nós dormimos- o tempo não! O ano que vamos receber lhe chamam de novo, no entanto na contagem do tempo dentro em breve será velho para abrir espaço para o novo e assim sucessivamente; vai-se uma geração e vem outra.
Certo cidadão me contou que uma moça que trabalhava em seu escritório, quando chegava perto do final do expediente tinha por costume ficar olhando de maneira ansiosa para o relógio contando os minutos para sair dali. Depois de observar que o ato era contínuo, ele resolveu demiti-la do emprego. Segundo esse cidadão aquela moça não gostava do trabalho. Era uma escrava do tempo.
A gente sempre acha e encontra motivos para dizer que as coisas do passado eram melhores. É claro, já passamos por elas! Na verdade há uma mudança no comportamento das pessoas nos dias hodiernos. Nem de longe se podem fazer comparativos entre a juventude de hoje com as de quatro décadas atrás, há uma diferença enorme nos costumes, moda e preferência musical.
Quantas vezes vêm a minha mente a pergunta. Vivo em outro mundo ou ainda é o mesmo? A resposta que tenho é que o mundo está diferente no modo como vivi, ouvi e aprendi. Tudo isso nos mostra que o tempo voa, até mesmo nas transformações dos seres humanos de ontem e de hoje.
“Geração vai e geração vem; mas a terra permanece para sempre”. Eclesiastes 1:4.
“Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é o novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós”. Eclesiastes 1:10.
FELIZ 2009.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Era um dia de domingo do Rosário, pra melhor dizer, um 4 de outubro de um ano qualquer, da década de cinqüenta. Data do aniversário de dona Lo-urdes, minha saudosa Mãe. Por volta das onze horas da manhã, a banda de música Santa Cecília, capitaneada por Frederico Roque, adentrava a nossa casa ao som de valsas e dobrados para homenagear a aniversariante. Pouca gente sabe que dona Lo-urdes era versada em teoria musical, pois, foi aluna dos melhores professores de música, da sua época. Foi flautista habilidosa, a ponto de participar de Saraus promovidos por Dr. Mauricio Furtado, genitor do professor Celso Furtado. Conheci a sua flauta. Bem conservada, permaneceu por muito tempo guardada numa mala envolta numa flanela branca. Por ser de origem alemã, estava a precisar de um pequeno reparo, que não podia ser feito aqui na terrinha. Em certa ocasião, uma pessoa da família lhe falou que, em João Pessoa, havia alguém que seria capaz de fazê-lo e com certeza o instrumento voltaria à sua normalidade. Mãe entregou a sua jóia de estimação, envolta na mesma flanela branca, na certeza de que a receberia de volta sã e salva. Enganou-se. Até hoje ninguém sabe que fim levou a velha flauta, que tanta alegria proporcionou a nossa família. Minha Mãe tocava por música, pois lia quaisquer partituras, independente do gênero musical. Ensinou ao filho Chico, iniciação à teoria musical. Fui também seu aluno, mas nunca me interessei pela aprendizagem da música via teoria. Mesmo assim aprendi um pouco, mas preferi optar pela prática musical por meio da intuição ou de ouvido como se costuma dizer. Foi assim que aprendi um pouco de violão e teclado, digo, na lei do menor esforço. A minha praia era outra, posto que, ao decidir estudar fui tomado pela a ânsia de conhecer novos mundos através da leitura, portanto, o meu passa tempo predileto era ler tudo que me chegava às mãos. Naquela época, o jovem que lia era bastante assediado por ser considerado bem informado pelos segmentos mais esclarecidos da sociedade. Embarquei nessa onda, fato este que me transformou, até certo ponto, num leitor compulsivo. Na minha sede de saber li quase todos os clássicos da literatura brasileira, mas não conseguia encontrar o mundo real que tanto buscava. Certo dia, um amigo me passou um livro, uma brochura de bolso, que num primeiro momento me pareceu estranho, cujo título é ¨A Mãe. Esta obra redirecionou o meu modo de pensar e enxergar melhor os contornos da sociedade da qual fazia parte. Era uma bela descrição sobre a saga de uma Mãe que encampou os ideais do seu filho, a ponto de engajar-se na luta de rua em defesa da construção de um mundo melhor, tal qual como pensava seu filho, preso em razão dos seus ideais. O autor da obra era Russo e se chamava Máximo Gorki (1868/1936). Esse livro virou-me a cabeça. Não tinha nada ver com o romantismo de José de Alencar, com realismo do cotidiano de Machado de Assis, nem tampouco com a obra espiritualista de Humberto de Campos. Era tudo que eu estava, há muito tempo, a procurar e não encontrava. Como já disse, depois dessa leitura passei a enxergar o mundo de forma diferente. Como sempre, Mãe, de forma sorrateira, acompanhava todos meus passos, ao verificar as leituras que eu estava a fazer no dia-a-dia. A sua preocupação era tanta que vez por outra colocava sobre a minha mesa de estudos livros e revistas bem ao gosto dela. Não sei como conseguia, com muita freqüência, um livro-revista conhecida por Seleções, da editora Reader's Digest, de origem americana, que na verdade era um bem elaborado material de propaganda anticomunista, coisa típica da época da ¨guerra fria”. Havia um cidadão de nome Drew Pearson, excelente jornalista, que escrevia, na referida revista, os artigos de fundo, de conteúdo ostensivamente anticomunista. Denunciava, numa linguagem coloquial, o que supostamente acontecia além da cortina de ferro. Evidenciava a falta de liberdade individual, inclusive as brutalidades praticadas por Stalin contra seus inimigos, o que sufocava cada vez mais o povo oprimido da União Soviética. A propaganda contra a União Soviética trazia-me mais dúvidas do que certezas. Nos seus escritos o senhor Drew, dizia que o povo russo não tinha estímulo para viver, pois, Stalin, além de ser um ditador desumano, materialista, sanguinário, era também, um viciado e dependente químico da Vodka. Ademais, culturalmente, era medíocre, portanto, incapaz de tocar para frente o propalado plano de desenvolvimento Econômico, Social e Cultural, com vistas a tornar a União Soviética uma grande potencia militar/industrial em curto espaço de tempo, conforme houvera prometido ao povo russo. Ora, então me perguntava: como aquele povo sofrido, oprimido conseguiu expulsar o exercito de ocupação da Alemanha, aquartelado nos subúrbios de Moscou, juntamente com mais de cinco dezenas de divisões espalhadas no seu vasto território? Simplesmente dizer que o povo russo vivia aos frangalhos não passava de propaganda enganosa, que tinha como propósito maior alienar cada vez mais a juventude brasileira, nos anos cinqüenta. Era o que me levava a entender. Desse modo, quanto mais lia Seleções mais me sentia tomado por uma sensação de enganação, frente a realidade política que o mundo apresentava naquela época. O saudoso amigo Lacides Martins, da família Brunet, fazia-me companhia na exploração dessa nova fronteira política/ideológica, portanto, com muita freqüência trocávamos opiniões. Fizemos juntos o curso ginasial, onde conseguimos firmar uma amizade que perdurou aos últimos dias de sua existência. O amigo era estudioso, cheio de vida, de inteligência apurada, ademais, demonstrava muito interesse pelo novo quadro político que se desenhava no país, em particular na segunda metade dos anos cinquenta. Ficamos curiosos ao ouvirmos pela primeira vez a expressão, ¨política/ideológica, bastante em voga naquela ocasião. A dúvida foi dirimida quando um amigo que estudava em Recife nos explicou de forma bastante didática e detalhada. Assim conseguimos matar a nossa curiosidade. Trocávamos idéias e livros. Foi ele quem me passou Vidas Secas de Graciliano Ramos. Da mesma forma lhe repassei algumas obras de Josué de Castro e o Cavaleiro da Esperança de Jorge Amado. A esta altura já estávamos ligados na Revolução Cubana, pois, ele possuía um rádio velho a válvula, que nos permitia acompanhar passo a passo o avanço de Fidel e seu grupo em direção a havana. A torcida era grande. Em 1958, terminamos o curso ginasial, o meu amigo foi estudar em Natal, no Rio Grande do Norte e eu vim pra João Pessoa. Lá em Natal o amigo continuou com seus ideais e em João Pessoa, fiz o mesmo. Dona Lo-urdes, do alto da sua sabedoria, percebia a minha trajetória política e ideológica. Não reclamava, mas vez por outra me dizia: ¨cuidado meu filho, tenha muito cuidado¨. Olhava pra ela e entendia o seu recado. A Mãe Mestra (Mater et Magistra) sabia porque estava a me advertir e eu entendia o que se passava no seu coração. Coração de Mãe sempre bate forte ao visualizar a sua cria, por isso não se engana. O seu afeto por mim era forte, por isso, sempre foi real e sacrossanto. Por esta e outras razões nunca deixei de ouvir, não digo os conselhos, mas as palavras de sabedoria da minha Mãe, porque ela, verdadeiramente foi a grande Mestra quem me instruiu e me orientou para que eu entendesse melhor às verdades e mentiras que o mundo nos impõe ao longo da vida. Sem dona Lo-urdes jamais chegaria aonde cheguei. Jamais teria entendido o mundo como um complexo contraditório de interesses conflitantes. Através da sua sabedoria, da sua paz, da tranqüilidade, forjou-me, na exata medida, de quem sou. Ensinou-me que a raiva, o ódio, a ira, a avareza e a inveja impedem o crescimento espiritual do ser humano. Falava tudo isso, através de gestos, ações e na maioria das vezes usava a palavra de um modo simples, de fácil compreensão. Recebi o seu carinho ao longo da minha vida, pois, perdi meu Pai aos onze anos, portanto coube a ela a difícil tarefa de fazer-me um cidadão preparado para enfrentar os obstáculos da vida. Tenho certeza que, foi Deus que fez descer sobre ela eflúvios do amor filial, fraternal, sincero e puro. Minha saudosa e querida Mãe, que Deus lhe recompense por te sido uma Mestra exemplar, difícil função, que você desempenhou com sabedoria, galhardia e simplicidade. Beijos e abraços dos três filhos, que ainda estão por aqui, todos ainda de memória viva e sempre a lembrar os momentos alegres que passamos juntos a você, por um longo período de tempo. João Pessoa, 30 de Dezembro de 2008 Ignácio Tavares - Filho e dona Lo-urdes.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Neste ano tudo será diferente, juntaremos o pouco que nos restou, Faremos sob a luz do luar o mais belo banquete que já aconteceu, Lançaremos mão das nossas esperanças que sempre nos alimenta, E cantaremos o mais sublime hino de amor durante a nossa festa; Faremos de conta que as águas passadas não se repetirão, Que os morros e encostas jamais irão invadir nosso espaço, Os nossos parentes soterrados em nossos corações viverão, A miséria trazida pelas correntezas das águas será passado; Daremos gloria à solidariedade humana de uma nação solidária, Lembraremos que o calor humano foi maior que o nosso desespero, As nossas lágrimas não se repetirão no futuro por causa de tragédia, Os nossos filhos não lembrarão dessa fase negra em qualquer tempo; Lembraremos aos homens que a natureza é viva e nos cobra cada atitude, Natureza morta é apenas um estilo de pintura fruto da imaginação humana, Não esqueçamos que o que fica é o que é feito com justiça, amor e seriedade, Tracemos, pois, um plano de reengenharia humana valorizando a própria vida; Neste ano tudo será diferente, vamos homenagear com simplicidade e ternura, Aquele que é o símbolo da raça humana, o maior de todos os pensadores, Não vamos trocar presentes, troquemos afetos, diga eu lhe amo a quem você ama, Perdoe o seu inimigo, ore pelos necessitados, JESUS tem o remédio para suas dores. Sergio Kante www.kantepoemas.com.br

sábado, 20 de dezembro de 2008

FRANCISCO VIEIRA* Treze de dezembro de 2008, dia em que a Igreja Católica reverencia Santa Luzia – a protetora dos olhos – que segundo a história fez votos de virgindade perpétua. Neste mesmo dia se comemora o aniversário de nascimento de Luiz Gonzaga – O Rei do Baião – que se vivo fosse estaria completando 96 anos. Portanto, há quase duas décadas a música popular brasileira vive sem o seu expoente maior. Há praticamente vinte anos, o forró, o xote e o baião, reclamam com saudades a ausência desse gênio nascido no dia 13 de dezembro de 1912, na Fazenda Caiçara na Serra do Araripe, zona rural de Exu – Pernambuco, lugar que ele exaltou na música “Pé de Serra”, sua primeira composição. Luiz Gonzaga do Nascimento era seu nome de batismo. Manifestou muito cedo vocação para a música. Desenvolveu seu talento com a orientação de Januário, seu pai, que além de grande tocador de acordeão era também exímio no conserto do instrumento. Ambos eram bem familiarizados. Havia entre eles íntima ligação. Assim, ainda criança, já se apresentava tocando nos bailes, forrós e feiras da região. Lula ou Lua, como era também conhecido, teve que forçosamente abandonar sua terra natal. Por conta de um amor proibido ausentou-se poupando a própria vida. Houve que, tendo se apaixonado por uma jovem chamada Nazarena, filha do Coronel Raimundo Deolindo, rico e poderoso fazendeiro da região, este, se manifestando contrário ao casamento o ameaçou de morte. Devido sua insistência, seus pais, Januário e Santana, lhe surraram, pois não queriam ver o sangue do filho derramado em nome de um amor impossível. Diante da desfeita, revoltado, Gonzaga fugiu para a cidade do Crato – Ceará, onde ingressou no exército brasileiro, dando baixa nove anos depois, em 1.939, e se transferindo para o Rio de Janeiro para se dedicar a arte musical. No Rio de Janeiro, então capital brasileira e maior vitrine artística do país, começou sua carreira tocando inicialmente na zona do baixo meretrício. A princípio limitava-se ao solo de acordeão de gêneros musicais da época, como: choros, sambas, Fox e outros. Na verdade seu repertório era composto de ritmos estrangeiros que apresentava sem sucesso, inclusive em programas de calouros, muito em evidência nesse tempo. Finalmente apresentou-se com aplausos no programa do exigente Ari Barroso, tendo executado a música “Vira e mexe”, a primeira gravada por ele em 78 rotações que se trata de um samba de sua autoria e com a cara do nordeste. Foi uma apresentação triunfante que lhe abriu as portas para o sucesso, pois firmou o primeiro contrato com a Rádio Nacional. Foi realmente uma glória, pois a Rádio Nacional significava no cenário artístico o que a TV Globo representa nos dias atuais. Portanto, ratificando, era motivo de júbilo – conquista tão sonhada. Assim, iniciou sua brilhante carreira, tendo gravado em 1.945, na RCA Victor, a primeira música como cantor: a mazurca “Dança Mariquinha”, composta em parceria com Saulo Augusto Silveira. Lula teve no mesmo ano um romance com a cantora Adaléia Guedes, que trazia no ventre uma criança de quem Luiz assumiu a paternidade e dando-lhe o nome de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior – ninguém menos que Gonzaguinha – que fora criado pelos padrinhos com assistência financeira do pai adotivo. A ele fora dispensado todo o carinho e afeto, pois ali estava o filho que ele não podia ter, visto que era estéril. Gonzaga, embora sofresse de arteriosclerose, faleceu no dia 02 de agosto de 1.989, vítima de parada cardio-respiratória, no Hospital Santa Joana na capital pernambucana. A sua morte foi causa de tristeza e comoção em todo Brasil e alvo das maiores homenagens em todo país. Foram inúmeras as manifestações de reconhecimento prestadas pelo seu imensurável valor. Aí se destaca a manifestação espontânea do povo durante o cortejo no trajeto entre o hospital e o aeroporto, no Recife. Era enorme a multidão que seguia seu corpo até o aeroporto cantando entre choros e lágrimas suas principais canções. E, como uma devoção ao líder religioso Padre Cícero Romão, seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte – Ceará e em seguida transportado para Exu – Pe, seu torrão natal, onde foi sepultado com todas as honrarias maçônicas, pois era Mestre Maçom e membro ativo da Loja Maçônica Paranapuã - Ilha do Governador - Rio de Janeiro. Sintetizando, Luiz Gonzaga foi o mais autêntico defensor e representante da cultura nordestina através da música. Se não bastasse sua luta pela difusão do forró o que lhe concedeu com justiça o título de Embaixador Sonoro do Sertão, criou ainda o baião, consagrando-se seu Rei. A música ASA BRANCA, composta em 1.947, em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira, tornou-se emblemática. Contudo, segundo o próprio artista, a TRISTE PARTIDA, de Patativa do Assaré, lhe agradava mais, pois retrata melhor a vida do nordestino. Gonzagão em sua carreira gravou em torno de 600 canções dos mais renomados compositores, entre os quais se destacam: Humberto Teixeira, Zé Dantas, Onildo Almeida e de poetas famosos como Patativa do Assaré e Zé Marcolino. Na verdade sua bagagem musical chega a aproximadamente 1.600 canções, isto é, se levarmos em conta as diferentes versões de uma mesma música. O título de REI DO BAIÃO lhe foi outorgado com muita justiça. Sabe-se que hoje, o ritmo que reconhecemos como baião, deve-se a ele e a Humberto Teixeira a sua criação. Seguramente o baião não existia antes deles. Foi na verdade uma inteligente criação que surgiu da mistura de ritmos nordestinos que ambos conheciam muito bem, tornando-se sucesso nos anos quarenta e cinqüenta. Portanto, negar a sua autoria seria ignorar sua origem. Seria desconhecer a importância e grandeza dos ritmos nordestinos para a cultura brasileira. Luiz Gonzaga foi mais que um cantor; foi um cantador. Ele cantou o sertão, o nordeste e o Brasil. Suas composições refletem a vida do sertanejo, que mesmo sofrido não se abate. Seu sofrimento se mistura a fé. É na verdade um conjunto de sentimentos inexplicáveis, porém capazes de superar os efeitos da seca tão decantada em suas composições. Aí, se justifica o pensamento de Euclides da Cunha, quando sabiamente exaltou o nordestino afirmando que “o sertanejo é antes de tudo um forte”. Além de tudo o que representa para o mundo artístico, Luiz Gonzaga, tornou-se ainda sinônimo de respeito para os seus conterrâneos – um líder. Graças a essa influência conseguiu o que parecia impossível - a sonhada pacificação entre as famílias Sampaio e Alencar - em Exu, sua terra, as quais viviam há anos em conflito tendo ceifado dezenas de vidas. Certamente, se Luiz Gonzaga vivo fosse, estaria hoje no mínimo decepcionado com o desrespeito à música popular brasileira, inclusive ao forró, que também não foi poupado dos vis interesses econômicos que banalizaram a boa música. Com certeza, o Rei do Baião, estaria revoltado ou no mínimo estarrecido com a vulgarização do que temos de melhor em nossa cultura. De fato, além de espantoso é revoltante, ter que conviver com a degradação da nossa verdadeira música. É melancólico, vê-la perder a originalidade e se apresentar desnuda da menor criatividade intelectual. É sombrio, vê-la revestida de péssima qualidade melódica e letras recheadas do mais alto índice pornográfico, portanto, desprovidas da menor inspiração e que somente contrariam os bons costumes, a ética e a moral, qualidades sempre preservadas pelo sertanejo. Músicas assim, não exprimem nossos sentimentos, não retratam os costumes e tradições do nosso povo. Povo sim, pobre, sofrido e maltratado, porém, de uma inteireza de caráter ímpar. Diria que, vítima da desigualdade social ainda reinante em nosso país. Segundo o escritor mineiro João Guimarães Rosa, “as pessoas não morrem, ficam encantadas”. Nisso eu concordo. Luiz Gonzaga é a confirmação desse pensamento. É que a arte imortaliza o artista. Eles se eternizam em nossas lembranças. Entretanto, contrariando, o Brasil muitas vezes vira às costas aos grandes artistas. É uma atitude ingrata que certamente não acontecerá em relação à Gonzagão que será eternamente lembrado. Suas músicas e sua voz inconfundível ressoarão ativas em nossos pensamentos. A sanfona branca, o chapéu de couro e demais adereços de sua indumentária típica do vaqueiro nordestino, fiéis e inseparáveis companheiras das estradas percorridas em sua longa e brilhante carreira, jamais serão esquecidas. Gonzaga será sempre lembrado, pois artistas como Dominguinhos, Alcimar Monteiro, Flávio José, Fagner, Elba Ramalho e outros, todos discípulos do Rei e escudeiros de nossas tradições musicais continuarão lutando e defesa do autêntico forró.Enquanto isso, Lua estará ao lado de Jackson do Pandeiro, Sivuca e outros no conservatório do céu colaborando harmoniosamente com a felicidade e a paz no Reino de Deus. O prêmio por uma coisa bem feita é tê-la feito. Reconhecer e exaltar são deveres de justiça. Aí se justifica este meu artigo que deve ser considerado como uma homenagem justa merecida ao mais importante defensor da nossa música. Todo aquele que escreve sua história sem desprezar os erros cometidos, mas fazendo deles lições, não cairá no rol do esquecimento. Este é o meu tributo ao maior expoente da música nordestina.
SALVE O FORRÓ. SALVE LUIZ GONZAGA – O ETERNO REI DO BAIÃO.
*PROFESSOR.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

CLEMILDO BRUNET*
Em se falando em novas há sempre a curiosidade de saber quais são elas? Mas quando vem precedida do elemento substantivo feminino no plural “boas”, é óbvio, não é nada ruim a ser anunciado. Boas novas na sua essência é o evangelho anunciado pelos anjos aos pastores das cercanias de Belém na Judéia, que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite.
Um clarão vindo das alturas, anjos descendo sobre eles e a Glória de Deus resplandecendo ao redor, um fenônemo ímpar da natureza nunca visto por qualquer mortal, só poderia deixá-los atemorizados. De repente, um da milícia celestial fala: “Não temais; eis aqui vos trago boas-novas de grande alegria, que o será para todo povo: É que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor”. Lc. 2:10,11.
O Salvador, que é Cristo o Senhor, característica do personagem único na história precedido pelo artigo definido o, isto é, só ele está investido de autoridade para cumprir de modo cabal este ministério. Que é Cristo, o Senhor, novamente o artigo definido. Salvador e Senhor que tem todo poder. A lei que condenava os homens foi dada por intermédio de Moisés, mas as escrituras do novo testamento são explícitas quando diz: “A graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo”. Jo. 1:17.
As boas novas não simplesmente de qualquer alegria e nem tão pouco discriminatória, mas grande; tão grande que não tem dimensionamento ou limite, é para todos; sem exceção de raça, cor, ou credo religioso. As boas novas para o mundo (humanidade), anunciada no Evangelho de João capítulo 3 versículo 16. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que Deu o seu filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”
O Salvador e Senhor Jesus Cristo convida a todos Cansados e oprimidos que venham a Ele, que tomem o seu jugo, aprendam dele que é manso e humilde de coração, assegura-lhes alívio para suas almas, pois seu jugo é suave e seu fardo é leve.
Ninguém no mundo fez um convite igual a este. Nenhum santo, nem um religioso, nem um ser humano aqui na terra. Maria a mãe de Jesus não fez; pelo contrário, ela mandou ir a ele; no evangelho de João está escrito: “fazei tudo o que ele vos disser”. Este é o mandamento de Maria, que muitos não obedecem.
Infelizmente a comemoração do Natal tem sido desvirtuada ao longo dos anos, descambou para promoção comercial e envio de mensagens que de modo superficial é transmitida sem nenhuma expressão de realidade porque são vazias no seu conteúdo. Na maioria, As famílias não se reúnem para prestar culto ao Senhor da história, pelo contrário, esquecem-se dele e festejam a data de modo diferente.
Mesmo assim um clima de harmonia paira no ar, as cidades têm suas ruas ornamentadas com lâmpadas multicores iluminando a noite, presépios são visitados, confraternizações são realizadas em ambiente público e residências, lugares onde pessoas se abraçam e o sentimento de paz faz com que nasça mais uma vez, acalentando a esperança de dia melhores para o ano que vai nascer.
Boas Novas de Salvação, este é o verdadeiro sentido do Natal para um mundo perdido. “hoje houve salvação nesta casa... Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido” Lc. 19:9,10.
FELIZ NATAL!
*RADIALISTA.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

FRANCISCO VIEIRA*
“Eu daria tudo que tivesse/ Prá voltar ao tempo de criança/ Eu não sei prá que a gente cresce/ Se não sai da mente essa lembrança...” Com estas palavras, o cantor Noite Ilustrada, interpretando a música “Tempo de Criança” de autoria do grande compositor Ataulfo Alves, com maestria, dar vazão aos sentimentos do autor que num momento de inspiração divina, própria dos poetas, revela o desejo de ser criança outra vez. Com certeza, esse desejo não é uma particularidade sua, mas a vontade de muitos. Se possível fosse voltar o tempo e retornar ao passado gostaria de ser também novamente criança. Com certeza iria reviver os bons momentos que marcaram minha vida. Certamente, iria reviver fatos e casos, tais como aconteceram e de certo evitaria alguns, logicamente aqueles desagradáveis. Evitaria com certeza os puxões de orelhas, chineladas, palmadas e todo tipo de castigo que merecidamente recebi Ou, quem sabe, também os viveria, porém, de modo diferente. Seria uma felicidade intensa. Emoções incontidas. Afinal, reviver a infância é outra vez ser criança.
Contudo, na impossibilidade de acontecer realmente, o faço na lembrança. Portanto, me transporto ao passado e revivo parte de minha infância e adolescência que foram muito bem vividos e tiveram como palco as ruas de meu querido Pombal – terra que eu amo e quero bem. Nesse oceano de recordações lembro-me primeiro dos amigos e seus apelidos, causa de brigas e intrigas que mal iniciavam tão logo voltava ao normal. Lembro-me inicialmente de Clemildo Brunet, Assis Caetano e João Costa. Clemildo, já manifestando sua vocação para a radiofonia, cujo talento o fez exímio profissional na área da comunicação tornando-se uma referência. Assis Caetano, pequeno, travesso, porém amigo. João Costa ou João de Chicó, como era conhecido, com quem brincávamos de circo, é hoje jornalista de renome.
É impossível esquecer Arereu e Joãozinho, ambos filhos de João Espalha. Arereu era cômico. Suas peripécias lembravam Oscarito. Enquanto isso, Joãozinho, era um líder nato. Atraia a todos pelas histórias de bang-bang que contava. Sua narrativa era perfeita. Imitava tudo: quer fosse o som das balas resvalando nos rochedos ou o pisar firme e forte do mocinho ao adentrar o bar ou ainda o pisotear dos cavalos em disparada onde destacava o do artista principal, que além de mais veloz era também o mais bonito. Geralmente era branco ou preto e sempre com uma estrela na testa. Parecia ser verídico. Transmitia suspense e emoção. Em suma, era exímio na arte de criar e interpretar. Lamentável é que ambos já se foram deixando grandes saudades. Com certeza, estão interpretando no teatro do céu. São atores de Deus.
Como posso esquecer Werneck Abrantes – Nequinho de Lelé – e Ghandy, seu irmão. Este último me fez torcedor do Botafogo. Nessa época todo botafoguense se orgulhava do time que contava com Garrincha – sua estrela maior – Nilton Santos, Quarentinha, Amarildo, Zagalo, Didi e outros. Os primeiros jogos ouvíamos num rádio em sua residência que, diga-se de passagem, era sempre cheia de meninos. Era o ponto de apoio e que, por incrível que pareça, não incomodava seus pais. Somente mesmo Seu Lelé e D. Elisa suportavam tamanha bagunça. E, por falar em Seu Lelé, lembro-me dos passeios que fazia às tardes com um carneiro de estimação chamado Belém e, como sempre, acompanhado de meninos que disputavam a montaria. Era realmente uma festa.
Lembro-me também de Biú – filho de Maurício Bandeira. Este não sabia perder por nada e por isso sempre terminava em briga. Coisa de menino mesmo. Tenho também na mais viva lembrança os filhos de Toinho Queiroga, principalmente, Francisquinho e André. Este último era apelidado por “Nego Tá”. Observem a linguagem informal utilizada quando íamos a sua procura em sua casa. Nego Tá, táqui, tá? Tá, tá não. Sem saber estávamos vulgarizando a língua portuguesa.
Recordo-me da mesma forma de Pretinho. Este por ser meu irmão e sendo mais novo não tinha como me enfrentar. Por isso, não tendo alternativa, agia como toda criança ofendida pronunciando palavrões, atingindo a dignidade minha mãe como se esta também não fosse a dele. Imagine o que ele dizia. E, o que é pior, tinha uma pontaria certeira, tornando-se temível atirador de pedras chegando a ferir a cabeça de muitos. Lembro-me bem de algumas vítimas, como: Ghandy, João Costa, Zé Piloto, Rapazinho. Eles que o digam. Quanto as brincadeiras eram as mais variadas possíveis. Além do futebol, às vezes com bola de meia, havia ainda: garrafão ou guerra, bode berrô, peinha queimada, bang-bang, toca e ainda jogos de castanha, peão ou bola de gude. Alguns jogos eram apostados e pagos com notas feitas de carteiras de cigarros. Os tipos mais raros tinham mais valor. Era uma variedade de brincadeiras. Todas divertidas, por isso, importantes.
É realmente impossível não lembrar dos caminhões de madeira muito bem confeccionados por Seu Zé Dias. De posse desses carros, todos carregados de caixas de fósforos vazias ou algo semelhante, íamos em frota até o alto do cruzeiro, local distante que denominávamos de Indonésia, sem nenhuma explicação. Talvez fosse pela estranheza do nome ou por achar bonito o que hoje sabemos ser um país situado entre o sudeste da Ásia e Austrália, onde se encontra o maior arquipélago do mundo, as Ilhas de Sonda. Portanto, um país transcontinental que fora colônia holandesa.
Nesse emaranhado de fatos não posso esquecer os banhos nas águas do Rio Piancó, na maioria das vezes escondido dos pais e acompanhados de canga pés, cambalhotas e saltos variados, enfim, de aventuras que só aos meninos são possíveis. É que, além de possuírem uma energia irresistível eles não têm noção das conseqüências. E à tarde dos domingos a imperdível sessão de matinê no Cine Luz, detentor do melhor som e projeção da Paraíba. Incrível, não? Lá, sob a constante e temerosa vigilância de Galdino Mouta, assistíamos fitas de faroeste, comédias, aventuras de Tarzan e as inesquecíveis pornô-xanxadas com Oscarito, Ankito, Grande-Otelo,Zé Trindade, Carequinha e Fred. Além disso, ainda torcíamos por um final feliz no romance protagonizado por Cill Farney e Eliane ao tempo em que desejávamos a derrota aos vilões Renato Restier, Wilson Grey e outros. Não havia festa maior. Igual mesmo só apreciar a chegada do circo na rua de baixo e do Parque Maia no Largo do Centenário de onde corríamos todos para nos livrar das investidas do proprietário no combate às nossas travessuras.
Seria imperdoável não lembrar as tardes de domingo no Estádio Vicente de Paula Leite e assistir o imbatível São Cristovão e anos depois o Pombal Esporte Clube. Nada mais gratificante do que apreciar as jogadas de Agnelo, Carlos César, Chico Sales, Tuzinho, Zaqueu, Carrinho, Natal Queiroga, Nenzinho, Mago Zequinha, João Rapadura e Nego Adelson – este um goleiro por excelência. Foi o melhor goleiro amador já visto na região que sendo de pouca estatura compensava essa deficiência por ser arrojado, ágil e de grande elasticidade. Como se diz na linguagem do futebol: era um gato.
E, quando se fala em Nego Adelson, nos lembramos de um fato no mínimo inusitado e hilariante. É que o local de sua concentração era a cadeia pública. Havia, pois um acordo entre o presidente do time e o delegado que o prendia. Portanto, para evitar que bebesse era recolhido à cadeia na sexta-feira onde ficava com todas as mordomias, tais como: comida, cigarro, música e tudo mais que se fizesse necessário e possível de onde saia minutos antes da partida, pois do contrário estaria embriago, por conseguinte, sem condições de jogar. Só mesmo em Pombal essas coisas acontecem. É por isso e outras coisas mais que nossa terra é a melhor do mundo. Seria ingratidão maior não fazer referência a Hermelinda Rocha, minha primeira professora. Que caligrafia linda era a sua. Aliás, ainda é, pois para a nossa felicidade ainda está viva. Com ela aprendi as primeiras letras e recebi as primeiras lições. Interessante é que anos depois ela foi minha aluna nos Estudos Adicionais. Como é a vida, sempre cheia de surpresas. No rol dos professores lembro-me de Dr. Arlindo, que embora sendo advogado, etenizou-se como professor. Houve ainda Marinha e Erotides Santana, Osa Rodrigues, Ivonildes Bandeira, Carmita, Maria José Bezerra – rigorosa, porém eficiente.
E, recordo-me também dos presos na antiga Cadeia Pública, hoje Casa da Cultura. Era na maioria pessoas condenadas por homicídio, sempre praticados em favor da honra e da moral. Atraído por suas histórias que embora parecidas, todas tiveram o mesmo fim – a morte. Aí, conversávamos horas a fio. Enquanto eu ficava na parte externa, eles se apoiavam nas largas janelas do presídio de maior segurança do estado ao tempo em que observavam as belezas naturais da Praça do Centenário e o vai- e- vem dos transeuntes que lhes cumprimentavam. Surgia aí, uma admiração que se misturava a curiosidade e ao medo. Não sabia distinguir o herói e o bandido. Hoje sei que bandido mesmo não havia nenhum. Da mesma forma lembro-me de Mané Maluco ou Mané Pelé ou ainda Mané do Churrasco. Era a mesma pessoa. É que seus apelidos foram mudando no decorrer do tempo. Era uma pessoa simples, humilde e mansa. Nunca se registrou uma briga sua. Em matéria de futebol era uma enciclopédia viva. Sabia de tudo e mais um pouco, principalmente, quando se tratava do Santos F. C – seu time do coração – ou de Pelé – o seu ídolo.
Em se tratando de amigos de infância foram muitos, tantos que seria impossível enumerá-los. Além dos já mencionados refiro-me ainda a Mundinho e Fitita (filhos de Zé Canuto), Branco e Preto, que eram irmãos – o primeiro era terrível - porém jogava um bom futebol. Havia ainda, Geraldo Achiles – a travessura em pessoa – chamado de doido. Manuel Galego, Ricardo (filho de Aureliano Ramalho), Toneco de D. Preta, Jair – falecido por afogamento no poço da panela – Lalú (filho de Manoel Moisés da Chave de Ouro), Morerinha e Elrizinho (filhos de Elri Medeiros) Urel, Jesus, Toinho Ugulino e os primos Neném, Domingos e José Saulo. Com certeza havia outros que não foram citados aos quais peço perdão por tê-los omitido. Se os fiz o esquecimento é culpado. Tenham todos a certeza da minha amizade.
Como criança, naturalmente em fase de formação é evidente que se espelhe nos pais de quem recebi orientações para o resto da vida. Assim, foi que, Antonio Vieira e Galvinha me transmitiram boas e necessárias lições para a minha formação. Foram muitos os seus ensinamentos. Muitos deles foram impostos à custa de castigos. Aprendi inicialmente que o trabalho honesto é a base para a cidadania. Que educado na fé cristã devemos amar a Deus, respeitar as leis e as autoridades. Comprovadamente bem casados mostraram que a união é a base para a construção de uma família sólida e estruturada. Que o casamento, quando fundamentado no amor permanece como um eterno noivado, confirmando assim o pensamento de Theodor Komer. Que os vínculos afetivos construídos no relacionamento familiar influem na formação dos valores éticos da criança ou de um jovem. É, pois, a partir da família, que ela conhece o mundo. É na convivência com os pais, irmãos, colegas e amigos que tudo começa. Assim posto, é evidente que sua moralidade será exercida segundo seu cotidiano familiar. Aos meus pais toda minha reverência, respeito e gratidão.
Bem, detalhar minha infância seria narrar uma história infindável que muito significa e representa, contudo, prefiro ser comedido para não ter que pedir desculpas depois. Por outro lado, como um ser sentimental a saudade me invade, a emoção vem à tona me esvairando em lágrimas. Portanto, vou parar para não tornar-me carrasco de mim mesmo. Além do mais eu me amo e quero guardar esses momentos como relíquias, tanto que, se possível fosse, faria tal qual escreveu Ataulfo Alves: “eu daria tudo que tivesse/Prá voltar ao tempo de criança...”
*PROFESSOR

sábado, 13 de dezembro de 2008

Gonzagão (Foto)
Maciel Gonzaga*
O dia 13 de dezembro é Dia Nacional do Forró. No Brasil, um país de dimensões continentais tão acentuadas e de tantas diversidades culturais, é na música e na dança que o “jeitinho brasileiro de ser” se manifesta com força marcante, demonstrando ao mundo uma forma de se expressar peculiar do povo nordestino. E, com certeza, o forró é uma dessas grandes manifestações, onde se dança o baião, o xote, a toada e o xaxado.A data é uma homenagem ao dia do nascimento do maior sanfoneiro que o Brasil conheceu, Luiz Gonzaga do Nascimento. Foi instituída pela Lei nº 11.176, sancionada pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 6 de setembro de 2005, e que teve origem no Projeto de Lei nº 4265/2001, de autoria da deputada federal e paraibana de Uiraúna, Luiza Erundina (PSB/SP). Luiz Gonzaga é uma das maiores expressões da nossa brasilidade. Asa Branca, do folclore nordestino, tornou-se um verdadeiro hino por um Brasil sem injustiças, graças ao seu talento. Respeita Januário, Vem Morena, Juazeiro, Assum Preto, Baião, Sabiá, Forró de Mane Vito e Cintura Fina são algumas das outras músicas consagradas pela genialidade da sanfona que Gonzagão tocou.O forró faz parte da história brasileira. É um ritmo envolvente. Inicialmente, típico dos festejos juninos, tornou-se hoje numa dança comum em todo o País independentemente da época. No forró, as pessoas dançam agarradinhas e se deixam envolver pelas emoções que só ele proporciona.O nome forró, segundo o folclorista potiguar Câmara Cascudo, deriva de forrobodó, expressão que significa divertimento pagodeiro. Tanto o pagode (que hoje designa samba) quanto o forró são festas que foram transformadas em gêneros musicais. Com as suas raízes no Nordeste, não se sabe ao certo como, onde e quando ele apareceu. Mas, com certeza, ele chegou ao Sudeste do país por intermédio de Luiz Gonzaga, por volta dos anos 40.Há quem diga que a palavra forró deriva da expressão inglesa for all (para todos), pois estava escrita, em placas e nas portas dos bailes promovidos em Pernambuco, no início do século, durante o período de construção das ferrovias, pelos ingleses.O forró tradicional é constituído pelo sanfoneiro, pandeirista e o tocador de zabumba e de triângulo junto com os acompanhamentos musicais de sanfona, triângulo e agogô. Antes, preso somente ao Nordeste e aos festejos juninos, falava de devastação, sofrimento e lamentação.Como outros gêneros, o baião designou inicialmente um tipo de reunião festeira dominada pela dança. Infelizmente, nos últimos anos a nossa música vem sendo descaracteriza, perdendo valores e sendo propagada por quem não tem credenciais para tal. O Dia 13 de dezembro foi instituído como o Dia Nacional do Forró como de resgatar a nossa música e para que não lembremos sempre de Luiz Gonzaga - O Rei do Baião. Só ele? Não! Serve ainda, para nos lembrar da importância da música e da cultura brasileira como um todo para todos nós. Portanto, Salve o Dia 13 de dezembro! Salve o verdadeiro Forró! Salve a verdadeira música nordestina! *Jornalista, advogado, professor. Natal-RN.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

CLEMILDO BRUNET* Gosto de lembrar as coisas boas do passado e quem não gosta? Recordemos, pois, aquele que foi o maior programa jovem de todos os tempos da televisão brasileira nas tardes de domingo, que entraria para nossa história como Movimento “Jovem Guarda”. O Programa Jovem Guarda na TV Record em 1965 sob o comando do rei, Roberto Carlos, do Tremendão Erasmo Carlos e da ternurinha Wanderléia, ecoou não somente pela música; mas também pela política que era tema principal dos anos sessenta. A juventude estava dividida em duas alas: A mais intelectualizada, que assistiam a programas como o fino da bossa de Elis Regina e Jair Rodrigues na TV Record e não perdiam um Festival da Canção; e das camadas populares, esta bem mais numerosa, que curtiam os discos e programas daqueles jovens que tocavam à sua maneira um rock básico ao modo de Beatles, Rolling Stones, Beach Boys e outros. Era a Jovem Guarda, que passou a ser uma marca e não apenas o nome de um programa. Chegou a conquistar fãs tão fiéis que até hoje sustentam seus artistas, independentemente de eles terem discos novos lançados ou de contarem com a grande mídia ao seu lado. O Movimento sempre foi forte, Sempre vendeu muito mais discos que a bossa nova e a MPB em geral. Quando se observa a vida de seus artistas todos têm carro bonito, boas casas, mesmo sem ter disco na praça. Esses artistas souberam cultivar seu público e não dependem de crítica, de matérias em jornais, enfim, não depende da mídia da zona sul carioca. A imprensa pode não dar valor, mas o público dá. Eles vivem de fazer shows. O Renato Barros, do Renato e Seus Blue Caps, por exemplo, não tem disco novo na praça e recebe royalties baixos dos relançamentos em CD dos velhos vinis, mas faz shows de quarta a domingo no Brasil inteiro. A Jovem Guarda não deve ser encarada apenas como um movimento musical pleno, ela também inspirou mudança de comportamento; em pouco tempo, a moda adotada pelos apresentadores tinha se espalhado pelo país. Caças colantes de duas cores em formato boca- de- sino, cintos e botinhas coloridas, minissaia com botas de cano alto, bem como seus gestos e gírias – broto, carango, legal, coroa, cuca, barra limpa, barra suja, lêlê da cuca, mancada, pão, papo firme, maninha, pinta, pra frente e “é uma brasa, mora?”. Ela deve ser vista também como uma reunião de vários artistas, empresários e produtores que apostavam no emergente rock’n’rool como um fascinante meio musical de expressão, assim como, o mais novo nicho mercadológico para ganhar o coração da juventude. A efervescência e o sucesso que o rock fazia entre os jovens no mundo todo, fizeram a recente indústria midiática brasileira render-se ao estilo e veio a ser chamado aqui no Brasil de “Iê-Iê-Iê”. Guardo na lembrança os momentos vividos nessa época, pois a Voz da Cidade, adentrava os lares pombalenses com o Programa BROTOLÂNDIA que ia ao “ar” no horário de 12 às 14 horas e com índice de audiência muito elevado. As músicas mais tocadas eram de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléia, Wanderley Cardoso, Renato e Seus Blue Caps, Ronnie Von, Os Incríveis, Deny e Dino e tantos outros que começavam a surgir como astro na música. É o caso de Agnaldo Timóteo que arrebentou com a canção “Siga em Paz”. A produção e apresentação do Programa eram minhas. Após o Programa, íamos para a casa de dona Rosa, mãe de Massilon e Maciel Gonzaga, a fim de ouvir um Programa da Jovem Guarda apresentado por Paulo Rogério na Rádio Borborema de Campina Grande, em frases soltas ele citava as gírias dos artistas e cantores do Iê-Iê-Iê e no outro dia repassávamos aos nossos ouvintes entre uma e outra música. Detalhe: (só nós ouvíamos a Borborema no horário da tarde em Pombal pelo rádio de seis faixas de dona Rosa). Para quem viveu essa época há de considerar que foi um tempo maravilhoso. Um tempo que éramos felizes e não sabíamos. Crianças, jovens e adultos deixavam-se embalar pelas canções românticas lentas e de ritmos balançados, cheias de candura e ingenuidade, um fenômeno que conquistou três gerações. Em 2005 nas comemorações dos 40 anos da Jovem Guarda foi gravado um DVD com alguns cantores e compositores da época. A Lilian Knab da dupla Leno e Lilian, em seu depoimento no disco, diz o seguinte: “era muito divertido, porque a gente encontrava todo mundo, a gente ria muito, se divertia muito, namorava muito, tudo ali naquele nosso ambiente que era uma coisa muito tranqüila, muito sadia e até um pouco ingênua”. É interessante notabilizarmos fatos históricos que marcaram a MPB e a música POP no nosso país. Uma começou no rádio na década de vinte “A velha Guarda” e a outra na televisão brasileira “A Jovem Guarda” na década de sessenta. São marcos histórico da nossa música de qualidade que perdura até hoje, atravessando séculos e que serão lembradas pelas gerações vindouras, pois ainda tem muito o que se ouvir e contar sobre elas. Sou um eterno saudosista e como se fosse o personagem, me situo nos versos do poema escrito por J. G. de Araújo Jorge, que transcrevo na íntegra, lembrando com saudade do tempo da “JOVEM GUARDA”. Eu tenho um coração um século atrasado, Ainda vive, a sonhar... Ainda sonha, a viver... Acredita que o mundo é um castelo encantado e Criança vive a rir batendo de prazer... Eu tenho um coração – um mísero coitado Que um dia há de por fim, o mundo compreender... É um poeta, um sonhador, um pobre esperançado que habita no meu peito e enche de sons o meu ser... Quando tudo é matéria e é sombra, ele é uma luz... Ainda crê na ilusão...No amor...Na fantasia... Sabe de cor os versos que compus... Deus pôs-me um coração com certeza enganado; é por isso, talvez, que ainda faço poesia Lembrando um sonhador do século passado! E saudade não tem idade! *RADIALISTA. Contato: brunetco@hotmail.com Web. www.clemildo-brunet.blogspot.com

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

F. VIEIRA (FOTO)
PROFº FRANCISCO VIEIRA* A Fé é algo inexplicável. É uma disposição da alma. Ela consiste numa confiança em Deus que nos permite realizar o impossível. Pela fé o homem transforma o que a ciência não consegue modificar; alcança o imaginável; torna sonhos realidade; cura o incurável. Enfim, a fé remove montanhas. Com firmeza de convicção asseguro que a fé, mesmo abstrata é uma verdade, por conseguinte, uma realidade que se manifesta inexplicavelmente aos olhos humanos. Felizes são aqueles que contemplando milagres o vêem como resultado de sua crença. E, ao contemplar o fazem com gratidão, reconhecendo a infinita grandeza de Deus. Ninguém, absolutamente ninguém, existe no mundo que não tenha desfrutado de Suas benécias. Com certeza, todos apresentam marcas de Sua bondade e misericórdia. Com essa premissa, faço um breve relato de um fato que se constitui um verdadeiro testemunho de fé e que foi demonstrado por Lenice – minha esposa – e poder partilhar das maravilhas de Deus em minha vida. Realmente o fato é digno de referências, pois assim como os detalhes destacam a beleza de uma obra, também um gesto exprime a nossa crença, principalmente nas dificuldades, pois é na provação que avaliamos a fé cristã. Dessa forma e com a mais absoluta determinação foi que ela manifestou sua crença, momento em que após ser acometido de infarto recebi do médico o ultimato: “caso irreversível. Tempo de vida não superior a 20 minutos”. No mínimo foram palavras desesperadoras, mas não abalaram suas esperanças. Diante de tão cruel sentença, Lenice, movida por inabalada fé, não teve alternativa, senão, através de incessantes orações submeter o caso à vontade de Deus, por intercessão de Maria Santíssima – Mãe Rainha – de quem se manifesta missionária e devota fervorosa. Surpreendentemente reagi. Resisti à crise contrariando as previsões médicas. E, resistindo, naturalmente as esperanças se renovaram de tal forma que fui cuidadosamente transportado para João Pessoa onde me submeti a um cateterismo, no qual foi constatada obstrução na ordem de 60, 80 e 90%, nas principais artérias que abastecem o coração e, de imediato a uma angioplastia com o objetivo de desobstruir os vasos e fazer fluir normalmente o sangue, cujo procedimento foi em vão devido o acúmulo de gorduras. Evidentemente veio a próxima providência, a indesejável: cirurgia cardíaca. Entretanto, quando tudo caminhava bem, fomos tomados de surpresa. Eis que tive novo infarto. Dada a emergente situação, fez-se necessária uma cirurgia com urgência urgentíssima e que resultou em duas safenas e uma mamária. E aqui, vale mencionar uma cena em que Lenice expressa toda sua fé. Ela não hesitou ao ser informado da gravidade do problema e das remotas possibilidades de vida. Não fraquejou nem mesmo ao tomar conhecimento de um agravante, ou seja, da inexistência de sangue tipo A negativo, em razão do que estaria introduzindo outro tipo, mais precisamente, O negativo. Ainda assim, manteve-se firme, e assegurando a sua inatingível fé, retrucou: “Doutor, não vai precisar de sangue nenhum, pois o sangue de Cristo vai jorrar nos vasos do meu marido. E vai dar tudo certo”. Pasmem. Mal acabara de pronunciar estas palavras assiste maravilhada a chegada da equipe do hemocentro conduzindo em quantidade o sangue destinado ao paciente, do qual não utilizara uma gota sequer. Finalmente, após seis horas de intensa espera e ansiedade o milagre foi confirmado. Como de praxe o médico informa ter sido a cirurgia um sucesso. Que tudo havia ocorrido maravilhosamente bem. Diante de tão importante notícia, Lenice manifestou-se dizendo: “eu já sabia. Glória a Deus”. Após um ano desse maravilhoso acontecimento e estando recuperado, faço a sua divulgação para confirmar que milagres acontecem. Isto eu posso afirmar, pois sou fruto deles. Assim, alimento a esperança de produzir efeitos positivos na vida daqueles que dele tomarem conhecimento e fazê-los acreditar na cura como ação de Deus sobre o homem. Fatos dessa natureza nos proporcionam grande aprendizado por meio de lições que certamente servirão de exemplos onde se destaca a certeza de que Deus realmente existe. Entre os ensinamentos aprendemos que uma enfermidade às vezes surge para Deus manifestar a sua glória. Entretanto, não quero absolutamente estimular à procura da doença, pois ela é um mal, por isso, deve ser sempre combatida. Afinal de contas o ser humano ideal é o saudável. Que na dor e no sofrimento aprendemos muito mais. Que mesmo Jesus curando todos os males o sofrimento não é inútil. Se não foi para Cristo, também não poderá ser para o homem, desde que aceite com resignação e receba como motivo de reparação de suas falhas e culpas. Que a fé e a ciência, antes divergentes e durante anos alimentando a falsa idéia de que jamais caminhariam juntas, hoje se completam. Atualmente são os próprios médicos que confirmam a importância da fé na recuperação e na cura das doenças. Conclui-se ainda que tudo é determinado por um Poder Superior a quem devemos honra e glória. Que tudo é Deus. Que o acaso não existe. Insensatos são os que não reconhecem essa verdade. Por fim, agradeço as inúmeras manifestações de solidariedade recebidas. Foram infinitas orações, preces, pedidos e até votos de sacrifício em meu favor que partiram de pessoas tementes a Deus e que demonstraram o amor ao próximo. Que Deus proteja e recompense a todos, inclusive aos que nada fizeram. Quanto a Lenice exalto a sua fé e determinação. A sua firmeza é patente, pois não fraquejou nem se deixou tropeçar diante das dificuldades. A sua fé surpreendeu a todos. A sua fé fez milagres provando que é uma força transcendental que nos permite ver o invisível. Sintam, portanto, o quanto é infinito o PODER DA FÉ. *Ex-Diretor da Escola Estadual João da Mata.
Meu caro Clemildo, Regressando hoje a tarde de Porto de Galinhas, onde estive a partir de 5, sexta-feira, participando com os meus colegas médicos da Turma de 1958, da Universidade Federal de Pernambuco, das comemorações do Jubileu de Ouro, encontrei no seu site uma matéria sobre o meu modesto nome. Quero expressar os meus agradecimentos sobre a sua manifestação de atenção e consideração, que recebo como um presente de aniversário natalício. Aproveito o ensejo para lhe participar que, tendo sido eleito Presidente da Academia Paraibana de Medicina no dia 4 do corrente mês, assumirei a honrosa função no próximo dia 18, em solenidade festiva no Auditório do Conselho Regional de Medicina da Paraíba. Fique ciente e ao mesmo tempo convidado. Se puder comparecer, sua presença será para mim motivo de muita alegria. Forte abraço Carneiro Arnaud.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Carneiro Arnaud (foto)
EXPOENTE DA MEDICINA, ORGULHO DOS PARAIBANOS! CLEMILDO BRUNET* Uma cidade e Estado que tem um filho ilustre do quilate do Dr. Antonio Carneiro Arnaud, devem se orgulhar muito pelo o que ele tem feito em prol da medicina e da saúde de seus conterrâneos. De tradicional família política paraibana que abriga no seu seio e nos anais da história deste país as figuras de: Ruy Carneiro,que merece primeiro lugar, pois foi Governador e Senador da Republica, Janduhy Carneiro, médico e parlamentar que ajudou a construir o sertão da Paraíba, do Ministro grande tribuno, poeta, Alcides Carneiro e do Dr. Raphael Carneiro Arnaud, magistrado que muito honrou a Justiça paraibana como Desembargador, exercendo cargos de Presidente do Tribunal de Justiça e do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba. Todos os anos o dia 07 de dezembro é uma data especial para o médico Carneiro Arnaud, trata-se de seu aniversário. Por esta razão me sinto no dever de prestar-lhe esta homenagem. É um amigo que me considera e por quem eu tenho profundo respeito e admiração Conheci de perto o Dr. Antonio Carneiro Arnaud por ocasião da assinatura de contrato de meus serviços profissionais para campanha política eleitoral de seu irmão Dr. Raphael Carneiro Arnaud, candidato a Prefeito de Pombal pelo MDB 2, em 1976. Lembro-me das memoráveis campanhas políticas do PSD, MDB e PMDB, acompanhei ainda jovem a trajetória política de Janduhy Carneiro, de Ruy Carneiro e depois como agente de publicidade as sucedâneas movimentações públicas do MDB e PMDB. Participei na condição de mestre de Cerimônia, da inauguração da sede do Comitê Municipal do partido em 1974 no antigo casarão na Rua Nova, (hoje agência do Banco do Brasil), quando da visita a Pombal do Deputado Ulisses Guimarães, Presidente Nacional de honra do MDB, acompanhado de diversos parlamentares da Câmara Federal. Carneiro Arnaud foi o anfitrião do evento. (Fotos Históricas 1974) Antonio Carneiro Arnaud nasceu na cidade de Pombal, sertão da Paraíba em 07 de dezembro de 1933. Filho de Chateaubriand de Sousa Arnaud, cirurgião dentista e Dalva Carneiro Arnaud, do lar. Fez os estudos primários nas Escolas de Anita Nóbrega, Petronila, Professor Guimarães, Hedy Seixas e Cleziute Nóbrega, concluindo o primário no Grupo Escolar João da Mata. O exame de admissão ao ginásio foi prestado no Ginásio Diocesano de Patos onde cursou o primeiro ano em 1946. Transferiu-se para o Colégio Pio X concluindo o curso ginasial em 1949, fazendo em seguida o científico no Liceu Paraibano. No vestibular na Faculdade de Medicina da Universidade do Recife UF-PE foi aprovado em 5° lugar em 1958 e, em Administração de Empresa, pela Universidade Autônoma de João Pessoa (IPÊ), turma de 1975, tendo sido orador oficial de todas as turmas concluintes. 1959/1960 fez residência no Instituto Nacional do Câncer em Cirurgia dos Tumores da cabeça e pescoço e estágio no HSE, no serviço de ORL do Rio de Janeiro. Diretor do Hospital Napoleão Laureano e chefe da secção dos tumores da cabeça e pescoço de 1962 a 1979. Em 15 de novembro de 1967 fundou a Sociedade Paraibana de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço e seu Presidente de 15-11-69 a 15-11-71 e de 08.03.96 a 15.11.98. Em 15.01.1996 teve a iniciativa de reorganizar a referida sociedade. È membro efetivo fundador da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Cabeça e Pescoço desde 18 de dezembro de 1967. Titulo de especialista em Cancerologia, conferido pela Associação Médica Brasileira de Cancerologia em 26.09.1968. Membro titular da Sociedade Brasileira de Cancerologia – São Paulo 1968. Fundador da Associação Paraibana de Hospitais em 26 de julho de 1968 e foi seu Presidente de 1968 a 1979. Foi eleito em 04 de maio de 1992, Diretor Presidente da Fundação Laureano cargo que exerce até a presente data. 2001/2002 representante da Associação Médica da Paraíba como membro titular do Conselho Estadual de Saúde deste Estado. De 1961 a 1978 Professor de ORL da Escola de Enfermagem Santa Emília de Rodat da Santa Casa de Misericórdia de João Pessoa. Ainda Professor de ORL do Curso de Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba no período de 05.10.63 a 22.07.68. Assumiu a Superintendência do INPS na Paraíba nos anos 1989/1990. Membro titular da Academia Paraibana de Medicina ocupante da cadeira n° 33 eleito em 19 de dezembro de 1995. Já exerceu na referida entidade o cargo de tesoureiro, membro do Conselho fiscal e do Conselho Científico e Cultural permanente e é atualmente Secretário. No dia 07 de novembro do corrente ano foi agraciado com a Medalha Felipe Kumamoto, pelos relevantes serviços prestados na luta contra o câncer na Paraíba. Eleito Presidente da Academia Paraibana de Medicina em 04 de dezembro de 2008. Antonio Carneiro Arnaud ou Carneiro Arnaud como é tratado na intimidade tinha e tem todos requisitos de herdeiro político de seus tios Ruy e Janduhy Carneiro. Segundo o escritor Joaquim Osterne Carneiro em seu compêndio Evocando Janduhy Carneiro no seu Centenário 1903-2003. “Á época de sua morte, Janduhy Carneiro tinha um sobrinho em pleno fervor buliçoso e patriótico capaz de sucedê-lo na caminhada democrática. O médico Carneiro Arnaud pareceu, aos seus familiares, o líder vocacionado para o desempenho da ingrata, mas sedutora sucessão. Elegeu-se Prefeito da Capital e Deputado Federal com rara habilidade e sabedoria política, o que, para seus colegas de parlamento, pareceu um prematuro começo de vida pública. As circunstâncias, todavia, não favoreceram a arrancada gloriosa do jovem político sucessor de Ruy e Janduhy Carneiro”. Carneiro Arnaud foi Deputado Federal em duas Legislaturas: 1979/1983 e 1983/1987, porém em 1985, renunciou o seu mandato para atender o chamado dos paraibanos de João Pessoa, elegendo-se Prefeito da Capital, ocupou o cargo de primeiro mandatário pessoense de 1º de janeiro de 1986 a 31 de dezembro de 1988. Comentando sobre o artigo Rádio Bonsucesso: Uma História Verdadeira de Luta e amor de autoria de Carneiro Arnaud postado em nosso blog o ano passado, o Jornalista Maciel Gonzaga de Luna, nosso conterrâneo que reside em Natal RN, fez a seguinte observação: “Mesmo distante da Paraíba há 20 anos, não consigo entender como um homem público do quilate moral do Dr. Carneiro Arnaud está afastado do Parlamento. A Paraíba exige a sua volta à política para seqüenciar o brilhante trabalho de seus tios - Ruy Carneiro e Janduhy - homens públicos da maior respeitabilidade política, moral e intelectual. Tenho plena convicção de que a sua volta à vida pública parlamentar seria algo que só engrandeceria ainda mais a nossa pequenina Paraíba e, principalmente, a nossa querida terra Pombal”. Como Deputado Federal Carneiro Arnaud colaborou decisivamente para a redemocratização do país. Participou com seu voto para eleição de Tancredo Neves Para Presidente da República, que lamentavelmente não assumiu o cargo maior de Chefe da Nação; vindo a falecer, assumindo o Vice Presidente José Sarney. Nessa marcha cívica memorável o Brasil iniciava seu retorno ao regime democrático pleno pelo Congresso Nacional e deste modo, foi restabelecida a escolha de Prefeitos das Capitais dos Estados no voto direto e secreto. Foi nessa conquista histórica que Carneiro Arnaud em 1985 foi eleito Prefeito da cidade de João Pessoa. Pois bem, em 1988 Carneiro Arnaud instalou em Pombal a Rádio Bonsucesso Ltda, estação de ondas médias de sua propriedade A nossa cidade ganhava o seu segundo veículo de comunicação de massa. Em 1993 a emissora foi vendida ao então Deputado Federal José Luiz Clerot. Hoje funciona em regime de comodato sob a direção de uma entidade religiosa da Igreja Católica Apostólica Romana. Em todos esses anos Carneiro Arnaud tem demonstrado o seu interesse pelo desenvolvimento de Pombal com o seu pensamento voltado para a terra de Maringá. Sente-se orgulhoso em dizer que é filho deste torrão sertanejo. Sempre recebeu seus conterrâneos com maior satisfação, em seu consultório médico, na Diretoria do Hospital Napoleão Laureano, na Diretoria da Clínica São Camilo, na Câmara dos Deputados e na Prefeitura Municipal de João Pessoa. Tenho presenciado ainda hoje que chegando a Pombal, Carneiro Arnaud tem sido procurado por seus patrícios e de modo cordial atende as pretensões dos mesmos, encaminhando-os, para tratamento de saúde na Capital, bem como, aqueles que necessitam de internação no Hospital Napoleão Laureano. Parabéns, Feliz Aniversário! *RADIALISTA. CONTATO: brunetco@hotmail.com WEB. www.clemildo-brunet.blogspot.com

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

MACIEL GONZAGA* (foto) A música entra na vida da gente e deixa sinais profundos. Como a sonoridade do vento e as ondas do mar ao cair da tarde. Ao olhar uma pessoa que esteja ao nosso lado descobre-se que há uma melodia brilhando em seus olhos. Pessoas foram compostas para serem ouvidas, sentidas, interpretadas. Quem não tem uma música predileta ou uma música que marcou aquele momento especial? A origem da palavra “música” vem do grego mousikê, que significa "arte das musas". Música pode ser definida como "arte e ciência de combinar harmoniosamente os sons". Não é possível definir exatamente quando a música surgiu. Ao longo da história inúmeros gêneros e estilos musicais foram produzidos. Da época Medieval, passando pela Renascentista, Barroca, Clássica e Romântica, nomes como Bach, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Chopin, Wagner e Villa-Lobos são personagens desse mundo da musicalidade. Na fase moderna, Jazz, Samba, Chorinho, Blues, Bossa Nova, Rock, Pop, Tropicália, Soul Music, Reggae e MPB foram movimentos que marcaram época e tornaram inesquecíveis nomes como Louis Armstrong, Cartola, João Gilberto, Beatles, Madonna, Caetano Veloso, Bob Marley, Tom Jobim, Caetano Veloso, Elis Regina, Luiz Gonzaga e muitos outros.Na antiguidade, a música era utilizada com a finalidade de reverenciar Deus, sendo classificada como Divina (religiosa). Com o tempo a primeira arte saiu do âmbito sagrado, alcançou as massas, o lucro e a fama, sendo chamada de profana ou pagã. A música influencia comportamentos, épocas e atitudes. De acordo, com as últimas descobertas da ciência, a música também possui um grande poder curativo. Ela estimula, acalma, alegra, entristece, cura... Possui uma profunda ligação com nossos sentimentos.O ser humano tem contato desde muito cedo com a música. As mães ninam seus bebês, as crianças aprendem cantigas de roda, os jovens não desgrudam do MP3 (4, 5 ou 6) e os adultos ouvem a rádio no carro ou adquirem o costume de cantarolar no banheiro. Como se pode notar a música está em todo o lugar. Não existem fronteiras para a melodia. Não há como pensar em um mundo sem música. Pois, a própria natureza através do barulho da cachoeira, pássaros, vento e outros elementos faria o papel de compositora e, assim, um homem de alguma forma seria estimulado a assoviar, compor, cantar... O Dia da Música é comemorado no Brasil em 22 de novembro. Hoje, as emissoras de rádio já não tocam mais boleros e samba-canção. O bolero é uma das mais lindas vertentes da nossa música. Um ritmo que mescla raízes espanholas com influências locais de vários países hispano-americanos. Surgiu no Caribe, mas sofreu modificações, especialmente desenvolvendo temas mais românticos e ritmo mais lento. O primeiro bolero data de 1883, na voz do cubano José Sanchéz, posteriormente adotado pelos mexicanos e, depois, por toda a América Latina. O mais célebre bolero mexicano é sem dúvida “Bésame Mucho”, composto por Consuelo Velásquez (1941) e interpretado por dezenas de cantores em vários países. Dentre os mais conhecidos intérpretes estão: Altemar Dutra, Trio Irakitan, Trio Los Panchos, Agustín Lara, Bievenido Granda, Lucho Gatica, Pedro Vargas, Consuelo Velásquez, Luis Miguel, entre outros. Sabe-se que o bolero influenciou o samba-canção, um gênero musical baseado no Romantismo, que surgiu no final da década de 1930, caracterizando-se como o samba lento e melodioso, que apresenta marcação forte por meio de outros instrumentos rítmicos, inclusive o tambor. Por ser muito romântico, exaltando o tema amor-romance e o sofrimento por um amor frustrado, como ocorre no bolero e na balada, o samba-canção recebeu a denominação de "fossa (dor-de-cotovelo)". Desta forma, exaltava desde um vocabulário bastante culto e muito elaborado nas letras, representado por autores como Noel Rosa, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Nelson Gonçalves, Dolores Duran, Maysa Matarazzo, Lindomar Castilho, entre outros, até outros compositores como Elino Julião e Genival Santos. Lamentavelmente, o Brasil é um país sem memória musical. Mesmo que o tema amor-romance ainda exista, o estilo suave, muito elaborado e melodioso do bolero e do samba-canção não tem mais espaço na musicalidade brasileira. Ah! Que saudades... *Jornalista, advogado, apresentador de TV, e Professor. Natal-RN.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

UM HOMEM DAS LETRAS

Nonato Nunes Por Nonato Nunes*  O livro "Memoriais & Legados", do radialista e escritor pombalense Clemildo Brunet de...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!