segunda-feira, 31 de maio de 2010


CLEMILDO BRUNET*
Antes comemorada no dia 10 de setembro, o dia da imprensa no Brasil, teve mudança no calendário passando a ser celebrada no dia 1° de junho. Acontece que o primeiro registro na história parte do fato que o dia 10 de setembro, antigo dia da imprensa, lembrava o começo da Gazeta do Rio de Janeiro, primeiro veículo impresso no país. Só que a Gazeta era um jornal oficial organizado pela corte portuguesa que se instalara há pouco tempo no Brasil.
Em 1997 o programa observatório da imprensa na TV comentou o equívoco da data da comemoração ressaltando que a Gazeta do Rio de Janeiro era um instrumento oficial e não podia figurar como a data do dia da imprensa. Por sua vez o deputado Nelson Marchersan informou que a bancada gaúcha havia apresentado um requerimento conjunto para que o objeto da comemoração deixasse de ser um jornal oficial e passasse a ser um jornal de idéias e combate.
A Lei 9.831 de 13.09.1999, sancionada pelo então Presidente Fernando Henrique Cardoso, determinou que a data mudasse do dia 10 de setembro para primeiro de junho, assim, primeiro de junho passou a ser oficialmente o dia da imprensa, em homenagem ao início de circulação do Correio Brasiliense, editado em Londres, pelo exilado brasileiro Hipólito José da Costa Furtado de Mendonça.
Isso foi alvo de discussões entre os historiadores e nem a imprensa deu importância a mudança da data. A história fez bem em corrigir esse erro, logo a imprensa, que como órgão controlador de informar corretamente tem a obrigação e dever de fornecer com precisão os fatos que ocorrem no planeta. Antes, comemorava o seu dia de maneira equivocada na data imprópria. Mas, foi justamente no dia 1° de junho de 1808 que foi publicado o primeiro jornal genuinamente brasileiro, o Correio Brasiliense, impresso em Londres.
Partindo dessa premissa, passamos agora ao desfecho da passagem do terceiro aniversário de atividade de nossa página na Internet. Comecei este trabalho sem saber lidar direito ainda, com a rede mundial de computadores (internet) - apenas uma noção básica que pouco a pouco fui desenvolvendo na prática diária.
Parti do princípio que a linha editorial a ser usada neste instrumento cibernético que atinge os quatro cantos do planeta teria como fim específico de tratar da história do rádio e comunicação de Pombal e por tabela a cultura, educação, reminiscências das coisas do passado, no que serviria para revelar e ampliar o conhecimento. Perspectiva essa de mostrar nossos costumes com a verdadeira história de nossa gente.
Nesse contexto, assinalo que apesar deste portal levar o meu nome, não significa dizer que ele é só meu, não necessariamente; ele é de todos. Pois quando o projetei, meus parceiros e colaboradores deram o pontapé inicial enviando mensagens, poesias, temáticas e comentários. Eles têm sido até hoje os esteios que nos incentiva a prosseguir com o fim de buscar o aprimoramento para as postagens publicadas aqui, tendo como objetivo, que os bons exemplos dos filhos de Pombal sejam imitados pela geração de agora e do futuro.
Em tópicos, vejamos a opinião de alguns de nossos parceiros que em muito têm contribuído para o sucesso do nosso portal.
É um informativo de caráter cultural, Seu conteúdo de excelente qualidade literária e apolítica nos permite boas informações através de temas relacionados à nossa terra e a cultura em geral. Portanto, de forma salutar, unindo e reaproximando a família pombalense dispersa pelo mundo. Assim, estamos distantes e bem próximos num só tempo. E, como se não bastasse, o portal, como elemento desse infinito mundo cibernético nos proporciona a oportunidade de manifestar idéias e sentimentos, cada um a sua maneira, mas todos importantes. Prof. Vieira.

Clemildo não esperava era que a sua criação se transformasse em sombra de Algarobas da Praça do Centenário, onde os filhos de Pombal se encontram para relembrar os bons tempos da terrinha, homenagear amigos e moradores, contar boas histórias e estórias, mergulhar no rio Piancó, ouvir badalar do Sino da Matriz, por fim, ser feliz. Jerdivan Araújo.

E desde este passo inicial você não parou, e, atualmente, inconformado com a inatividade profissional, não se rendeu ao isolamento e não caiu no mundo do ostracismo, pois o silêncio é um contraste com a sua própria vida, logo criou o Blog Clemildo Brunet, que passou a ser uma entidade associativa que congrega os filhos de Pombal que estão ausentes, e os presentes que sonham no mundo da literatura, no entanto, carregam o amor pela Terra Natal que serviu de berço, já que o nascimento de um ser em determinado lugar é uma designação da inspiração Divina. Severino Coelho.

Pois através deste espaço tivemos a ventura de encontrarmos com tantos irmãos e amigos, que de perto ou de longe, sorrindo ou chorando se sentiram felizes por saberem as boas novas da nossa gente e da nossa terrinha. Este espaço foi mesmo um desabrochar de brilhantes dons e admiráveis inteligências, graças de Deus, pois, pensar, rememorar, falar, contar, escrever, etc. Cada sentido é um dom divino. É aqui que podemos registrar a nossa história, os fatos verdadeiros. Cessa Lacerda.

Com o passar dos tempos, quando este novo milênio vem exigindo cada vez mais das peculiaridades e capacitações do ser humano, ainda mais jovem (talvez, não mais na idade, mas, sim, nas idéias), Clemildo Brunet permite a nós pombalenses - Verneck Abrantes, Jerdivan Nóbrega, Severino Coelho, Onaldo Queiroga, Cessa Lacerda, Prof. Vieira, Genival Severo e tantos outros, com o seu Blog, a possibilidade da informação ter um alcance e uma repercussão muito maiores. Aqui, temos amplas condições de poder mostrar para todo o mundo, nossas idéias e impressões sobre o cotidiano. Maciel Gonzaga.

Caro Clemildo, essas histórias do rádio só tem sabor contadas por você! Elas invadem nossos corações com uma força extraordinária porque revela os episódios que se passava por detrás dos microfones. Você foi fundo na história, adentrou nos detalhes e inusitado no enfoque, nos diz, com a experiência de quem vivenciou essas histórias de bastidores e casos inéditos que o rádio encantou e nunca divulgou. Parabéns, abraços do amigo Paulo Abrantes.

E ainda entre outros, a opinião de dois internautas pombalenses, que acessam a nossa página, com destaque que o primeiro reside em Curimatá – Piaui,
Sempre tive a curiosidade de vez em quando estar passando na sua página, para ver o que tem de melhor da vida de Pombal, hoje tive o prazer de encontrar esse riquíssimo artigo sobre Argemiro de Sousa, sua origem, sua importância para a Paraíba, sua desilusão amorosa e por aí vai. Interessante também, é que poucos pombalenses conhecem a origem dos nomes dados as diversas ruas de nossa cidade. Parabéns, Clemildo! Continue nos informando o que os nossos dirigentes deixaram de nos informar. Prof. Assis.

Boa noite, nobre amigo Clemildo. Li a sua belíssima mensagem de saudade da nossa querida terra de Maringá, Pombal. Sei que como falastes, quando estamos longe da nossa terra de origem sentimos a falta dela. E sei que aqui você tem muitos amigos e conhecidos, e que você é uma pessoa especial para nós pombalenses, e que no seu currículo de história você tem deixado muitas coisas interessantes para nós, principalmente esse belo blogger riquíssimo de informações de conterrâneos e de tantas Histórias interessantes e importantes. Carlos Martins.
Este portal fora criado para tratar inicialmente da história da Comunicação de Pombal o quanto foi possível, entrevistando pessoas, fazendo pesquisas, desde as mais antigas difusoras das décadas de 40 e 50. De 60 pra cá começamos a fazer parte dessa história com a instalação da “Voz da Cidade” (66-67) e do “Lord Amplificador”, (68-85), escolas básicas para o preparo profissional na radiofonia pombalense, de muitos que se projetaram no rádio, jornal, internet e fora deles.
PRIMEIRO DE JUNHO DE 2010 - TERCEIRO ANIVERSÁRIO DO PORTAL CLEMILDO, COMUNICAÇÃO E RÁDIO! 614 postagens e mais de 23 mil visitantes.
Hoje com júbilo, podemos dizer como o salmista: “Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós; por isso estamos alegres.” Sl 126:3
Obrigado meu Deus!
*RADIALISTA – registro DRT-PB sob o número 383 como Locutor Noticiarista de Rádio.
Web. www.clemildo-brunet.blogspot.com

domingo, 30 de maio de 2010

Jerdivan Nóbrega de Araujo*

Antes deixem-me esclarecer uma coisa: Arrubacão, Ribacão e Arribacão são iguais entre si, mas são diferentes do legítimo Rubacão de Pombal. Todos os anteriores são derivações do último, mas, com receitas e modo de fazer completamente diferente. Para se ter uma idéia, no legitimo Rubacão de Pombal não entra na receita a pimenta malagueta, o que acontece nas suas derivações. Outra diferença é que no Ribacão e no Arribacão o arroz e o feijão são cozidos em panelas distintas e misturados depois de cozidos.
Já na receita do Rubacão de Pombal entra o queijo coalho a carne de Sol e a manteiga da terra (ou a nata) Agora vamos a minha tese:
Li em um jornal que a cachaça vai ser reconhecida como patrimônio nacional. O mesmo destino teve ou terá o queijo de minas, pão de queijo de minas, caipirinha e a velha feijoada. O que isso tem haver com o Rubacão? Calma.
Sempre que eu vou a Brasília costumo almoçar, pelo menos uma vez no subsidiado (por vocês, mesmo sem saber que ele existe) restaurante da Câmara Federal, que tem um cardápio bem diversificado, de forma a agradar a miscelânea de brasis que desfilam pelo Planalto Central. Conservador que sou, sempre procuro a “cuia” de comida nordestina. Outro dia observei que havia a disposição dos clientes uma cuia com “Ribacão” e outra com “Rubacão”. Curioso, perguntei ao garçom a diferença. Ele respondeu que o Ribacão é um prato do Rio Grande Norte e o Rubacão é do interior da Paraíba. Disse-me ainda que o Rubacão fora introduzido na cozinha do restaurante da Câmara por uma cozinheira de Pombal por isso eles costumam chamar de Rubacão de Pombal. Antes só tínhamos o Ribacão, completou.
Observei que a diferença não era só na aparência, mas, muito mais no sabor. O Rubacão é mais ligado enquanto que o Ribacão e o Arribacão são mais soltos lembrando o velho “baião de dois” que já é outra derivação. Tá complicando? Tenham paciência.
Na rua que eu moro, em João Pessoa, tem um bar cujo principal prato é o Rubucão. Os proprietários são de Pombal. Em Natal tinha um restaurante cujo cardápio não deixava dúvidas em relação à origem do principal prato: o “legitimo Arrubacao de Pombal”. Esse bar já não mais existe. O dono do bar era Antônio, empregado dos Correios e ‘papa girimum’. Não era de Pombal mas foi apresentado ao Rubacão por uma pombalense e se apaixonou pelos dois.
Certa vez eu li que a feijoada Carioca teve a mesma origem do samba: ambos nasceram na Bahia, assim como é baiano o frevo pernambucano. Mas, estou quase certo de que o Rubacão, o legitimo Rubacão, nasceu em Pombal e, digo mais, nas sombras das ingazeiras do Rio Piancó em uma panela de barro feita e por seu Jubinha.
A coisa acontecia assim: os boêmios da terrinha amantes da cachaça e do dedilhado de viola costumavam se acomodarem nos barrancos do rio a sombra das ingazeiras e oiticicas. Ali passavam as manhãs e as tardes dos domingos quentes de Pombal. Combinavam quem levava o que para a farra. Claro que o violeiro levava o seu violão e a voz que ecoava as margens do Rio Piancó feito Roxinós. Outro levava o feijão, já outro queijo, mais um levava a carne de sol, a manteiga etc... Não esquecer a cachaça, muita cachaça!
O cozinheiro era responsável por arrumar o fogo entre três pedras, além levar a panela de barro, esta ficava por lá. Como todos voltavam “tropos, mas não bêbados” levavam o mínimo de mantimentos para não voltar com peso extra, além dos seus corpos conduzidos em passos cambaleantes.
Portanto, tudo era cozido na mesma panela, obedecendo apenas à ordem de entrada na fervura: primeiro o feijão macassar, e a carne de sol. Depois o arroz da terra (o vermelho) e, já tudo cozido, vem o Queijo Coalho e a manteiga ou a boa e velha nata. O leite só veio a entrar na receita mais tarde, quando o Rubacão deixou a sombra das ingazeiras para ocupar um lugar de destaque na sala de jantar.
Então, podemos reivindicar o Rubacão como um patrimônio culinário da cidade de Pombal? Sei você pode ta pensando que ainda é cedo para isso. Pois saiba que estamos vivendo uma época de valorização de patrimônios culturais e isso inclui a culinária. Se Pombal não o fizer outro aventureiro lançará mão.
Gente é só uma leizinha municipal. Num é nada de mudar a Constituição Federal para que todo pombalense “tenha o direito a felicidade” de um prato conterrâneo seu. Não vamos deixar que toda aquela cachaça tomada na "Oiticica de Ana", no "Araçá" ou na "Panela" tenha sido em vão.
Bom, fiz a minha parte. Agora vou almoçar que aqui hoje vão servir o verdadeiro Rubacão de Pombal.
*Escritor pombalense.

sábado, 29 de maio de 2010


MACIEL GONZAGA*
A violência urbana atemoriza cada vez mais as pessoas. Abrange toda e qualquer ação que atinge as leis, a ordem pública e as pessoas. São assassinatos constantes. Fala-se que muitas são as causas da violência, como: adolescentes desregrados e ilimitados pelos pais, crise familiar, reprovação escolar, desemprego, tráfico em geral, confronto entre gangs rivais, falta de influência política, machismo, discriminação em geral e tantos outros.
Porém, apesar de todas as causas citadas acima, a mais importante delas – na minha humilde visão – é a má distribuição de renda que resulta na privação da educação e melhores condições de moradia. Todo esse círculo vicioso se origina a partir da falta de condições de uma vida digna que faz com que as pessoas percorram caminhos ilegais e criminosos. Existem autoridades que acreditam na solução da violência por meio de reforço policial, equipamentos de segurança e na invasão de regiões onde o tráfico se localiza. Entendo, tais situações somente geram maiores problemas, pois nessas situações pessoas inocentes são vítimas, pois acabam sendo “confundidas” e condenadas a pagar por algo que não cometeu.
A violência urbana engloba uma série de violências como a doméstica, escolar, dentro das empresas, contra os idosos e crianças e tantos outros que existem e que geram esse emaranhado que se tem conhecimento. As pessoas morrem de tiro, de faca, armas de grosso calibre exclusivas das Forças Armadas, punhais, etc. É a chamada morte matada. Aliás, para quem acredite no simbolismo da história de Adão e Eva, a primeira morte ocorrida na humanidade foi da modalidade morte matada – Caim matou Abel. Os governantes podem proclamar: não começamos.
Nas periferias das cidades, sejam grandes, médias ou pequenas, nas quais a presença do Poder Público é fraca, o crime consegue instalar-se mais facilmente. São os chamados espaços segregados, áreas urbanas em que a infra-estrutura urbana de equipamentos e serviços (saneamento básico, sistema viário, energia elétrica e iluminação pública, transporte, lazer, equipamentos culturais, segurança pública e acesso à justiça) é precária ou insuficiente, e há baixa oferta de postos de trabalho.
A minha experiência na área jurídica penal faz-me crer que outros dois fatores para o crescimento do crime são: a impessoalidade das relações nas grandes metrópoles e a desestruturação familiar. Esta última é causa e também efeito. É causa porque sem laços familiares fortes, a probabilidade de uma criança vir a cometer um crime na adolescência é maior. Mas a desestruturação de sua família pode ter sido iniciada pelo assassinato do pai ou da mãe, ou de ambos.
Também o desemprego. Falo em desemprego de ingresso – quando o jovem procura o primeiro emprego, objetivando sua inserção no mercado formal de trabalho, e não obtém sucesso – tem relação direta com o aumento da violência, porque torna o jovem mais vulnerável ao ingresso na criminalidade. Na verdade, o desemprego, ou o subemprego, mexe com a auto-estima do jovem e o faz pensar em outras formas de conseguir espaço na sociedade, de ser, enfim, reconhecido.
Sem conseguir entrar no mercado de trabalho, recebendo um estímulo forte para o consumo, sem modelos próximos que se contraponham ao que o crime organizado oferece (o apoio, o sentimento de pertencer a um grupo, o poder que uma arma representa, o prestígio) um indivíduo em formação torna-se mais vulnerável.
O crescimento do tráfico de drogas, por si só, é também fator relevante no aumento de crimes violentos. As taxas de homicídio, por exemplo, são elevadas pelos “acertos de conta”, chacinas e outras disputas entre traficantes rivais.
E, ainda, outro fator que infla o número de homicídios no Brasil é a disseminação das armas de fogo, principalmente das armas leves. Discussões banais, como brigas familiares, de bar e de trânsito, terminam em assassinato porque há uma arma de fogo envolvida.
O Brasil contabiliza cerca de 30 homicídios para cada 100 mil habitantes ante a média mundial de 5. O resultado anual de homicídios pode ser comparado ao número de vítimas de uma guerra civil. A segurança precisa na verdade ser considerada um direito de cidadania, pois significa liberdade (respeito ao indivíduo) e ordem (respeito às leis e ao patrimônio), que são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social.
O cidadão é muito penalizado com a violência urbana, pela perda de sua liberdade, com os riscos presentes no cotidiano, com a menor oferta de empregos e com a deterioração dos serviços públicos. Para as famílias, a perda do pai ou da mãe, na faixa etária entre 25 e 40 anos, deixa uma legião de órfãos que terá de mendigar ou aderir ao crime organizado para obter seu sustento. A violência é um ciclo que começa e termina nele mesmo, sem benefício para ninguém, a não ser para os líderes do crime organizado, na exploração daqueles que, direta ou indiretamente, foram ou serão suas vítimas.
*Jornalista, advogado e professor. Natal RN.
João Pessoa – Pb, 29 de maio de 2010.
Caro Vieira:
Amigo e professor Vieira, quando você disse que se sentiu comovido quando leu o nosso trabalho literário, intitulado de “No Tempo dos Pardais – Em Pombal”, justamente, nós percebemos que você é uma das figuras reais que fez e faz parte desta história. E você, especialmente, e mais do que tudo, sabe e conhece Pombal daqueles velhos bons tempos.
A nossa meninada foi assim, jogando bila ou pião no bolso; na adolescência, quem de nós não jogou peteca! Na nossa juventude, quem não participou dos saraus dançantes, nas tardes de domingo, carregando um pacote de disco de vinil.
Quem de nós não se lembra do Castelo Velho da Rua do Sol, da oficina de madeira de Antônio de Sousa, e depois a bodega; quem não se lembra das oficinas mecânica de Toinho de Deca, de Zé Nicácio e Nego Nero. Quem não foi consertar pneu de bicicleta na oficina de Seu Zezinho. E do posto de gasolina de Seu Baruck!
Quem não se lembra dos jogos de sueca, nas calçadas, no período da páscoa! E jogo de ludo! Não vamos nem falar das brigas e gargalhadas das torcidas do Fluminense, Flamengo, Vasco e seu Botafogo!Quem de nós não se lembra das enchentes que alagavam a Rua de Baixo e alcançava a Rua do Sol.
Quem de nós não se lembra do Barraco de Biró e Dona Anália!
Eu e você somos e fizemos parte como atores desta bela história, que se confunde com nossas próprias vidas, e com muito orgulho!
Vieira, só tem um detalhe muito importante: nós sorríamos, brincávamos, pulávamos e saltávamos, mas não desviávamos do caminho da responsabilidade em busca do futuro. Sempre e sempre, estudando e trabalhando, cuja trilha foi e é o caminho da honestidade.
Fiquei profundamente gratificado com as suas palavras que enalteceram o nosso artigo: “No Tempo dos Pardais”.
Um imenso abraço da parte mais íntima do coração.
SEVERINO COELHO VIANA

quarta-feira, 26 de maio de 2010

MEDICINA DE POMBAL NOS ANOS 50 E 60 NA LINGUA E NA CRENÇA DO POVO!"

Prezado Jerdivan!
Paz em Cristo!
Este seu texto é muito interessante e admirável faz agente voltar a um passado de muitas dificuldades, pois as doenças que você citou têm veracidade e naquele tempo quase não existia médicos. Ai de nós se não existissem aquelas pessoas de fé que rezavam com dons e muita experiência e certeza que curavam. Conheci outros rezadores a exemplo de dona Joana de Bernardo, Gabriel, dona Izabel e dona Zefinha, estes, minha mãe costumava chamar e outros mais em que as famílias tivessem confiança.
Li o referido texto todo tempo rindo e com admiração a sua ótima idéia e esplendor de memória, depois de duas vezes lido tive a curiosidade de verificar se ainda existiam outras doenças. Mostrei a Bibia e descobrimos as verrugas que muito incomodavam e doíam, barriga d’água, cobreiro que aparecia também no pescoço e na cintura, muito perigoso, pois diziam que se ele encontrasse a cabeça com o rabo, enrolando a cintura a pessoa morreria. Graças a Deus uma irmã minha foi acometida, mas não aconteceu de circular toda a cintura, era doença feia e foi curada com reza. Eu era sempre vítima dessas doenças epidêmicas. Lembro-me que tive uma Dordoia muito forte em que fui isolada por meus pais para não contaminar as minhas irmãs. Eu chorava muito, mas fui curada com leite humano e reza. O meu pai se aperreou para encontrar uma mulher que tivesse ganhado neném para conseguir o leite e trazer pra mim.
Graças a Deus, atualmente existe especialistas para todo tipo de doença e estas com nomes científicos.
Parabéns Jerdivan pelo instrutivo texto continue sempre permitindo o prazer de ler os seus textos.
Cessa Lacerda Fernandes.
JERDIVAN NOBREGA DE ARAUJO deixou um novo comentário sobre a sua postagem "COMENTÁRIO DE CESSA LACERDA FERNANDES. Obrigado pelas palavras a respeito do nosso texto. Aprovetei as suas lembranças para melhorá-lo. Como sempre digo, a minha maior preocupação é o de relembrar nomes de pessoas das ruas de Pombal.

Por Jerdivan Nóbrega de Araújo*

As flores que colhemos para enfeitar o nosso cortejo e que ficariam mais belas no campo é o símbolo maior da nossa arrogância e da nossa hipocrisia.
Vestir-nos com a pele de outros seres para nos sentirmos mais belos é como roubar do dono da péle a beleza que só a ele cabe.
Matamos os tubarões por que as suas barbatanas nos valem uma bela sopa; e no super mercado, fazemos a maior feira, enchemos o carrinho do que, em casa, da metade não saberemos o que fazer: jogaremos ao lixo. Somos previdentes e pro-ativos e, por tanto, também produzimos pessoas que consomem nossos lixos.
Matamos índios pelas florestas que lhes dão o sustento, vemos na TV Madona adotar negros para a sua satisfação, muito mais do que da criança e achamos que ela está colaborando para o fim da miséria no continente mais pobre do mundo. Os brilho dos diamantes em seus dedos ofuscam da nossa visão as amputações de muitas mãos de homens, mulheres e crianças africanas. São os verdadeiros diamantes de sangue.
Os ingleses se aliviam em sanitários cujas tampas são esculpidas em Mógnos, extraídos da devastada Amazônia, mas, eles nos mandam as ONGs para salvar a selva, após se aliviarem, e isto nos basta.
Criamos as gripes, lhes damos nome de animais e em seguida ganhamos milhões com a vacina oportuna, que estava encalhada em algum baú criogênico.
Temos a cura do Câncer e da AIDS em alguma proveta, trancada a sete chaves por que as doenças nos enchem os cofres mais do que a cura. Fabricam-se as doenças nas mesmas linhas de montagem que se fabricam a cura.
Não temos dinheiro para alimentar os famintos, educar as crianças, confortar os velhos, mas construímos maquinas capazes de reproduzir o Big Ben, que custaram bilhões de dólares só para provar que, se há um Deus, ele estava errado.
Condenamos assassinos a morte em nome do Estado, mas não nos sentimos assassinos. Nossos carros estão cada vez mais velozes, mesmo não tendo mais aonde irmos. Nossos aviões estão cada vez maiores em nome do lucro rápido, porém, nossas vidas banalizadas em nome deste capital.
Celulares e outros eletrodomésticos cada vez tem mais recursos dos quais, ou não sabemos para que servem ou não servem para o que queremos. Porém, estamos sempre à espera do ultimo lançamento.
Construímos bombas que matam em massa como se a morte respeitasse fronteiras políticas. Negamos o holocausto, mas qual? O africano? O coreano, o Mexicano, O chinês? Quais holocaustos se têm para negar? Curdos, nordestinos? Temos a escolher.
É terrorismo explodir bombas contra inocentes em nome de religiões, mas, não é terrorismo explodir países em nome do petróle.
Estamos no limite da nossa hipocrisia; desafiamos a natureza, transformamos as crianças em objetos sexuais, transformamos os mares em lixões, devastamos as selvas e exilamos seus moradores. Nos acharmos inteligentes e dono da verdade, do poder sem limite e sem conseqüência e, assim, caminhamos para um mundo sem a nossa presença um mundo sem ninguém. Talvez ai o planeta terra passe a dá certo. Já foi assim um dia, afinal.
*Escritor pombalense.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Jerdivan Nóbrega de Araújo*

Quando eu nasci, lá “pelos inícios” dos anos sessenta, aqui na cidade de Pombal, essas coisas de Urologista, Dermatologista, Reumatologista, Cardiologista, Gastro, Obstetra e etc, como de sorte em todo os sertão nordestino, eram nome feios, desconhecidos do povo. Coisas que talvez fosse moda e luxo nas distancias do sul só Brasil.
Médico na cidade de Pombal tínhamos um ou dois, e já era muito, que medicavam de gente a bicho, conhecia de argueiro a espinhela caída, passando por soluço de bacurim em menino novo, fígado ofendido, vêia quebrada, chaboque do joelho arrancado, unha incravada, escuricimento de vista, pano preto, uvido istourado e até tirava espinho de piqui de língua de menino buliçoso
Como era raro médico na cidade, o nosso povo tinha a ajuda providencial das Benzedeiras, Parteiras, Enfermeiras e Enfermeiros, formadas pelas necessidades que surgiam no dia - a - dia. Quando o caso era grave o ser vivente recebia uma vela para iluminá-lo a caminho da eternidade.
Donos de farmácias também tinham a patente de receitador de remédios, mas, os pobres não os procuravam por que não tinha dinheiro para comprar a medicação por ele indicada.
As parteiras, primeiros seres viventes a olhar nos olhos de mais um pombalense a vir ao mundo, eram Maria José da fala grossa que, por ironia do destino era casada com Zé cabeção, o corveiro. Outra era dona Maloura. Até então nenhum vivente teria visto a cara do recém nascido, mesmo por que essa tal de ultra sonografia era coisa que não sabia-se da sua existência.
Depois veio Zé de Santa, Lia e Zé enfermeiro, com as injeções de penicilina que serviam para tratar de pé dormento, dor no estombo, farnezim, pereba, catarro de peito, infraquicimento das vontades, pano branco impinge e até zunido nos uvidos istorados, pelos mergulho nas águas do rio.
Rezadeira boa, que atendia sem cobrar um centavo, era dona Chiquilha mãe de Luquinha e de Belo. Ela atendia numa casinha de sapé ali no final da Coronel José Avelino. Os mais endinheirados tinham os seus serviços prestados em domicilio. Usava uma folha de Arruda para curar: ispinhela caida, dor nos quarto, menino de moleira mole, tosse de cachorro, estalicido do pulmão, íngua do suvaco e da virilha, Caganeira de biqueira e, princialmente, quebrante em menino de mês. Normalmente o quebrante era advindo dos olhos gordos de vizinha invejosa.
As crianças da minha época tinham doenças conhecidas e carimbadas, muitas vezes causadas pela fome excessiva ou pela abundante quantidade de lombrigas que carregavam no bucho.
Não se procuravam um especialistas em doenças, como Zé de Santa , Tia Lia ou dona Chiquinha benzedeira por pouca coisa: para um passamento ou biloura, por exemplo, bastava um punhado de sal na boca para o moleque voltar a respirar para, em seguida, levar uns gritos da mãe para nunca mais “fazer susto”. Dordoia se curava com água dormida no sereno ou leite de pinhão roxo. O mesmo remédio também dava fim a impinge, pano branco e pano preto. Já a dor de viado era curada apenas colocando na virilha uma folha do mesmo Pinhão Roxo. Xanha, bicho de pé, coceira nos quartos, oi de peixe no pé, sete couro, popoca rouxa, dor na junta, inquizila, vermeião, tosse de cachorro doido, amigas inframada , mondrongo, difruço, sapiranga nos ói, frieira, cobreiro de pé, pereba braba,curuba, remela no zói, eram as doenças que a penicilina e a reza de dona Chiquinha tinham que trabalha em conjunto para curar.
Quando era época de política, perincipalmente eleições para prefeito, não faltavam “médico de diploma na parede” para atender ao povo. Era ai que as doenças mais complicadas e que não haviam obtidos respostas com as rezas e a penicilina, tinham oportunidades de serem submetidas a estes profissionais que eram visto pela população com desconfiança. Eles nunca tinham cura para: fastio, dor no espinhaço, bucho quebrado, calo seco, unha fofa, água na pleura , vista cansada, quarto arriado, papêra, doença dos nervo, ombro dismintido, queima no estombo, juízo incriziado, iscuricimento de vista tisga, vento caído, dor nas cruz, dor nos brugumi, mal jeito no espinhaço.
O doente saia com um papel cheio de nome esquisitos e, na primeira oportunidade, procuravam a medicina caseira, das nossas enfermeiras, parteiras e a rezadeiras.
*Escritor Pombalense

domingo, 23 de maio de 2010

João Pessoa – Pb, 23 de maio de 2010.

Meu caro
Paulo Abrantes:
Fiquei realmente lisonjeado com as suas palavras elogiosas ao nosso último trabalho literário publicado no Blog Clemildo, Comunicação e Rádio, intitulado de: “No Tempo dos Pardais em Pombal”.
O texto nasceu de um sentimento de emotividade, nas ocasiões inesperadas da vida, quando estamos distante da Terra que nos serviu de berço. E quem não ama o seu Torrão Natal?
E Pombal tem esta característica toda especial, até mesmo àquelas pessoas que vêm de outras plagas, fincam domicílio, e, logo, apaixonam-se por Terra, como se filho natural fosse, mas, afinal, todos nós acabamos por ser irmãos pelo sentido de nativismo ou pelo o aconchego da solidariedade.
Nós somos coetâneos, meu caro Paulo, nascemos na mesma década, pisamos os mesmos passos na terra tórrida, banhamo-nos nas mesmas águas límpidas do Rio Piancó e fizemos as peripécias juvenis, à época, do areal daquelas margens, ora secas ora lodosas, até o embelezamento da Praça do Centenário.
Nesta fileira de irmãos queridos pelo mesmo berço, não vou citar todos, pois caberia numa enciclopédia, mas somente àqueles de nossa contemporaneidade, que hoje são artífices na arte de escrever, dentre tantos, destacamos, Clemildo Brunet, Paulo Abrantes, Maciel Gonzaga, Tarcisio Pereira, Jerdivam Nóbrega   José Vieira Neto etc, etc... Onde todos se identificam e conhecem profundamente a nossa história, a nossa gente; sabem as nossas alegrias e os nossos sofrimentos; conhecem o seu passado e projetam o seu futuro, sonham com uma vida pacata e desejam a fraternidade de todos.
Paulo, as suas palavras me renderam uma poupança de felicidade!
Um abraço fraternal, extensivo a todos os seus familiares.
SEVERINO COELHO VIANA

sábado, 22 de maio de 2010

A ENTREGA DO DIPLOMA E MEDALHA "EPITACIO PESSOA" AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET,  ACONTECERÁ NO DIA 10 DE JUNHO DO CORRENTE ANO, ÀS 10 HORAS EM SESSÃO SOLENE NO PLENÁRIO DEPUTADO JOSÉ MARIZ. A COMENDA É UMA PROPOSIÇÃO DO DEPUTADO DINALDO WANDERLEY DA CIDADE DE PATOS. É A MAIS ALTA HONRARIA DO PODER LEGISLATIVO PARAIBANO CRIADA PELA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA PARAÍBA, EM RECONHECIMENTO ÀS PERSONALIDADES QUE SE DESTACAM NO ESTADO DA PARAÍBA E NO BRASIL, BEM COMO PESSOAS QUE TENHAM SE DESTACADO OU PRESTADO RELEVANTES SERVIÇOS E QUE POR SEUS MÉRITOS FUNCIONAIS TENHAM SE TORNADO ALVO DE DISTINÇÃO.

Clemildo Brunet, hoje 60 anos de idade, é um dos pioneiros do rádio na cidade de Pombal, tendo iniciado a sua carreira nos idos dos anos 60 com apenas 12 anos de idade, como locutor da Difusora Rádio Maringá, de propriedade de Raimundo Sacristão. Depois foi fundador de sua própria emissora – “A Voz da Cidade” e, posteriormente, “Lord Amplificador”, que marcaram época na radiofonia pombalense.
Clemildo Brunet também foi fundador da Rádio Maringá AM, como diretor comercial e artístico. Ainda passou pelas Rádios Bonsucesso AM, Liberdade FM, Alto Piranhas de Cajazeiras e Opção FM. Atualmente, mantém um Blog na Internet (Clemildo Comunicação e Rádio) onde divulga amplamente temática referente ao rádio, a cultura e a história de Pombal.
“Estou muito agradecido por receber esta homenagem de tão grande envergadura em reconhecimento ao meu trabalho na área de comunicação na Paraíba. Considero esta honraria uma homenagem também à cidade de Pombal”, declarou Clemildo Brunet.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

CLEMILDO BRUNET*

Falar de Massilon Gonzaga é lembrar os tempos de sua infância e adolescência em Pombal sua terra natal. Nasceu na Rua Vicente de Paula Leite em 11 de setembro de 1952, filho de José Firmino de Luna (Alegria da Brasil Oiticica) e Roza Gonzaga de Luna (Roza rica), é o segundo de uma prole de três filhos.
Logo na mais tenra idade descobriu suas aptidões para a música e sonhava em tocar sanfona igual ao seu padrinho Severino Daniel, um dos maiores tocadores de fole da região. Sua mãe comprou uma pequena sanfona de 12 baixos. O desejo do menino era mais trabalhar do que estudar e optou por carregar água em jumento para as residências de Pombal, no intuito de ajudar a sustentar seus pais e irmãos. Aos 15 anos se viu atraído pela comunicação e ingressou no LORD AMPLIFICADOR serviço de alto falantes de minha propriedade.
Em suas travessuras à época do antigo Ginásio Diocesano, Massilon Gonzaga ajudava a seu amigo inseparável João Costa nas provas em sala de aula, aprendeu “radiotelegrafia” e costumava usar este método com pancadas na janela transmitindo uma mensagem codificada para o amigo. Não demorou muito, um dia foi descoberto e levou zero nas provas e em casa uma surra de sua mãe.
Em 1972 transferiu-se para Campina Grande, sendo possuidor de uma voz prodigiosa, o primeiro emprego foi na maior rádio da Cidade, Rádio Borborema (Diários Associados) levado pelas mãos do grande Gilson Souto Maior. Alí Massilon desenvolveu o seu talento a ponto de ser requisitado para gravar os reclamos comerciais da emissora, tornando-se também um hábil narrador de futebol. Apresentava o programa “Patrulha da Cidade” com muita competência.
Suas raízes não podiam negar isso, pois no tempo do “LORD AMPLIFICADOR” Massilon exercera com muito denodo a função de repórter policial, sofrendo até ameaças de desafetos, cujos nomes iam para crônica policial da cidade. Em suas façanhas conquistou a amizade da autoridade policial que lhe permitiu andar armado.
Um dia, localizando meu portal na internet Massilon Gonzaga me enviou este recado:
alô Clemildo, fiquei muito satisfeito em saber do seu blog. Uma excelente oportunidade pra gente relembrar bons tempos. Todas as atividades por mim exercidas hoje tiveram os primeiros passos no Lord Amplificador. Em breve mandarei alguns detalhes desta maravilhosa experiência na nossa querida Pombal. Por enquanto envio o meu atestado de Pombalense com muito orgulho! Massilon Gonzaga Jornalista, professor universitário, cantor e compositor. Campina Grande - Paraiba.
Destemido, arrojado, intrépido e versátil, Massilon Gonzaga depois de alguns anos assumiu a direção comercial da Rádio Cariri também dos Diários Associados, audacioso e competente, tornou-se locutor oficial da Prefeitura Municipal de Campina Grande. Como profissional do rádio ainda prestou serviços a Rádio Caturité em Campina Grande e em Manaus-AM, onde trabalhou na Rádio Equatorial FM. Regressando a Campina Grande fez o curso de Comunicação Social da UEPB – Universidade Estadual da Paraíba, havendo concluído jornalismo, especializou-se em rádio-jornalismo, tornando-se professor da mesma universidade até hoje.
Foi através da amizade que sempre desfrutou com a família Cunha Lima, que Massilon Gonzaga conseguiu a concessão pública para o funcionamento de uma rádio comunitária no bairro do Catolé, Rádio Ariús FM, da qual é diretor presidente. Há bem poucos anos foi despertado para cumprir a promessa feita a sua genitora, resolveu receber instruções da maior autoridade em acordeom na cidade de Campina, o maestro Edmar Miguel; aprendeu a tocar sanfona, dedicou-se a cantar e com sua verve de poeta, começou a compor suas próprias músicas. Estreitando cada vez mais sua amizade com o poeta Ronaldo Cunha Lima, terminou por ganhar deste, de presente, uma sanfona nova da marca Letice.
Atualmente Massilon Gonzaga é empresário de vários negócios e vem desenvolvendo um projeto cujo investimento será maior ainda na área do turismo no Distrito de Galante município de Campina Grande. Pela sua desenvoltura e coragem podemos dizer com toda certeza, que o seu jeito simples e descontraído, tem sido alvo principal da conquista de novos amigos, deixando transparecer um coração sem medida.
Adotando um estilo irreverente no palco em seus shows, Massilon Gonzaga não é somente um cantor, é um animador que consegue fazer com que o público interaja em suas apresentações. Dando destaque a cultura regional, suas músicas estão firmadas na valorização e no respeito as nossas raízes nordestinas. Por isso ele gosta de dizer: “Preconceito com a música do passado não existe mais, já que o forró conquistou o Brasil; determinado, espontâneo e autêntico”.
Já está na agenda do DECOM, sua vinda a Pombal para um show em Praça Pública no dia 29 de junho (Dia de S. Pedro), numa promoção da Prefeitura Municipal de Pombal.


Na última sexta feira dia 14 de maio, o nosso confrade e amigo Massilon Gonzaga ou nego Massilon como é mais conhecido, recebeu as honras da casa “Félix Araújo” Câmara Municipal de Campina Grande, que lhe outorgou o título de cidadania. Para quem conheceu e conhece Massilon Gonzaga, registro este acontecimento em minha coluna com a maior satisfação.
Uma sessão bastante prestigiada a começar por seus familiares, esposa, filhos e seu irmão advogado e professor Maciel Gonzaga de Luna que reside em Natal, e muitos amigos como: O presidente da Câmara Municipal, vereador Nelson Gomes Filho, o deputado estadual, Romero Rodrigues; o coordenador do curso de Comunicação Social da UEPB, professor Orlando Ângelo; o presidente da ACI, jornalista Antonio Nunes; o presidente da OMEB, pastor Clélio Cabral de Melo; ex-vereadores Mário de Sousa Araújo e Evilásio Junqueira; o sanfoneiro “Abdias do acordeon”; e os vereadores, Rodolfo Rodrigues, Olímpio Oliveira, Antonio Pereira, Joselito Germano e José Ribamar. Artistas da terra prestigiaram o evento, além do “Grupo Tropeiros da Borborema” que fez uma belíssima apresentação.
O mais novo cidadão de Campina Grande em seu discurso de agradecimento assim se expressou:
“Alegra-me, repito, e conforta-me pela celebração deste momento que me orna o espírito. Menino pobre, nascido na cidade de Pombal, no alto sertão da Paraíba, filho de uma lavadeira de roupas e de um servente de pedreiro, estudante de Escola Pública, aqui estou neste momento, recebendo tão importante comenda”.
Exaltação ao Poder Legislativo campinense.
“é imperativo que se reconheça ser o Poder Legislativo esperança na força da representação política como vetor de transformação e mudança do processo social e econômico de Campina Grande na órbita de sua competência. Desde pequeno aprendi que a política é a arte de fazer amigo. Metáfora à parte, reafirmo com toda convicção, o parlamento é o chão sagrado da democracia. É o território natural da liberdade”.
No final do discurso:
Agradeceu a comenda em nome da esposa Carmem, da filha Marta Valéria Gonzaga, do filho Marcio Gonzaga, da neta Heloisa e dos irmãos Maciel e Marcelina Gonzaga.“Agora estando eu na condição de filho de Campina Grande de fato e de direito a partir deste momento, digo que esta cidade não nos concede apenas um diploma que será aposto na parede. Vai ser muito mais. Vai ser um compromisso ao lado de todos aqueles que querem ver esta terra crescer: De luta, de coragem e vontade de fazê-la cada vez maior”. Concluiu o homenageado.
*RADIALISTA
Contato brunetco@hotmail.com
Web www.clemildo-brunet.blogspot.com
Pombal, 18 de maio de 2010



Por Severino Coelho Viana*

Numa tardinha, depois de uma longa caminhada pela orla marítima, reanimando a energia corporal, sentado debaixo de um pé de coqueiro, no areal da praia de Tambaú, ouvindo o MP-3, de repente, sentimos uma surpresa emotiva, momento que um pequeno pardal sobrevoava sobre o ralo capim, cisca à procura de migalhas, revoa e novamente pisca as folhas do coqueiral, com seu chilrar saudando a ventania marítima, e, coincidentemente, neste instante, ouvíamos a composição musical de Sivuca e Paulinho Tapajós, cantada por Raimundo Fagner: “No Tempo dos Pardais”, então, fizemos uma viagem mental com o acompanhamento da sonoridade musical.
O pardal é uma ave pequenina, com seu bico curto e cônico, é uma espécie bastante familiar em todas as cidades. Existem mais de 60 espécies relacionadas na Europa, Ásia, África e América. O pardal instaurou-se no Brasil nos primeiros povoados há muito tempo e hoje vive bem tanto no campo quanto nas cidades.
Este foi um sonho real e acordado, como se tivéssemos passeando pela nossa querida Terra de nascimento - Pombal. Lembramo-nos com uma profunda nostalgia o nosso tempo de menino, os pardais que voavam sobre os pés de tamarindo da conhecida Praça do Centenário, quando aquele magote de menino, cada um com seu bornal, entre o revoar dos pardais e as peraltices da vida, enchia dos frutos de tamarindo derrubados com pedras certeiras ou então o balançar das galhas pelo moleque mais afoito. “De verde nos quintais, faz um tempo atrás”. Era um viver de liberdade que a nossa modernidade destruiu. “Havia frutos num pomar qualquer de se tirar do pé”.
À tardinha, esquecíamos a Praça do Centenário, voltávamos a nossa memória e revíamos as filmagens das andorinhas com seus voos rasantes, ora raspando as nossas cabeças ora retornando aos seus ninhos na cumeeira do Castelo Velho da Rua do Sol, ocasião que
O vento da orla soprava no meu rosto e as ondas do mar murmuravam como se tudo aquilo aumentasse mais ainda aquele sonho tão visível. A melodia musical deixava qualquer ser extasiado e me fez reviver o passado. Depois do jogo de peteca era a vez do banho apressado, trocar de roupa, vestir a farda e mandar-se para o colégio. Depois da aula no vetusto Colégio Estadual de Pombal, no retorno, era parada obrigatória no busto de Getúlio Vargas, quando se varavam a madrugada, dependendo do assunto em pauta. Naquele tempo, a paz estava presente mesmo nas ruas escuras, com seus postes de madeira e escassez de lâmpadas acesas. “Nos lampiões de gás sem os ladrões atrás, tempo que o medo se chamou jamais”.
O banco da praça era o ponto atrativo de fofoca e das novidades, discussão de filmes e de partida de futebol, a alfinetas na quartelada dos generais golpistas, comentários dos dias festivos e noites de presepadas. Se quiséssemos naquele banco de praça servia de dormitório, não havia sequer uma tentativa de assalto, salvo os comensais de pães que tiravam das janelas das casas e bebiam com água de coco do atual demolido Colégio Josué Bezerra. Que pena! Saudade do Padre Solon Dantas de França!
O tempo de pardais verdes, de verde nos quintais, hoje, já não existem mais quintais e o verde dos quintais somente as crianças sabem por que eles foram transformados em contos de fadas, pois os assaltos tomaram conta das ruas e avenidas, e a violência invadiu o lar, a floresta, o trânsito, com morte constante de pessoas humanas e do ecossistema natural.
Naqueles idos podíamos cruzar a cidade a pé nas madrugadas, marcar encontros nas praças, fazer festas e sarau com o pacote de LPs debaixo do braço para levar à casa do vizinho, ou então seresta ao som do violão plangente ou do gravador ousado. O convite era feito de boca, de janela a janela das casas. E naquele tempo ainda havia namoro sob a inspiração do luar. “Só sei que enquanto houver os corações, nem mesmo mil ladrões, podem roubar canções”.
A moda antiga deve ser remodelada, mas nunca eliminada de uma vez por todas, se todo o passado for totalmente esquecido os anseios do futuro não poderão ser projetados objetivamente. Por isso, não precisamos fazer uma análise profunda para percebermos as mudanças nas cidades interioranas, e estas mudanças se processaram com rapidez, de década a década. No aspecto físico não existe mais o visual de poucas casas e aglomerados de pessoas distribuídos por bairros. No sentido de comportamento definhou a civilidade e o modo de respeito recíproco, pois os assuntos reservados ditos nos recintos dos lares saíram para as bocas debochadas na esquina de qualquer rua, na mesa de qualquer bar, com realce na patota de conhecidos fofoqueiros.
A convivência humana diminuiu assustadoramente a forma de cordialidade, o viver pacato e ordeiro dos vizinhos que colocavam as cadeiras nas calçadas e as conversas que se prolongavam até altas horas da noite, tudo ficou resumido nas anedotas do passado, pois, o que permanece com muita evidência são os fuxicos ditos e remetidos pelo aparelho celular.
A violência não é somente verbal, mas física, além do temor a partir dos pequenos furtos aos assaltos estarrecedores que ocorrem no percurso da periferia ao centro da cidade.
Os tempos de pardais transformaram-se nos bandos de lobo insaciáveis à procura do patrimônio alheio. Onde está aquela pequena cidade com as janelas abertas à noite? O pânico tomou conta dos lares, o perfil pacato e receptivo das cidades do interior afundou-se no campo minado da violência urbana. Onde encontrar as praças cheias de criança brincando, aposentado jogando dominó e casais de namorados se beijando tranquilamente?
O medo fez erguer grades nas janelas, aumentar a altura do portão, comprar um cachorro pit bull e instalar uma cerca elétrica.
Recorde a música No Tempo dos Pardais e compare!?

Era uma vez
Um tempo de pardais
De verde nos quintais
Faz muito tempo atrás

Quando ainda havia fadas
Num bonde havia um anjo pra guiar
Outro pra dar lugar
Pra quem chegar sentar

De duvidar, de admirar
Havia frutos num pomar qualquer de se tirar do pé
No tempo em que os casais podiam mais
Se namorar

Nos lampiões de gás sem os ladrões atrás
Tempo em que o medo se chamou jamais
Veio um marquês de uma terra já perdida
E era uma vez se fez dono da vida

Mandou buscar cem dúzias de avenidas
Pra expulsar de vez as margaridas
Por não ter filhos, talvez por nem gostar
Ou talvez mania de mandar

Só sei que enquanto houver os corações
Nem mesmo mil ladrões
Podem roubar canções
E deixa estar, que há de voltar

O tempo dos pardais
Do verde dos quintais
Tempo em que o medo se chamou jamais.

João Pessoa, 19 de maio de 2010.
*Pombalense, Promotor de Justiça em João Pessoa PB.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

APLAUSOS AOS MÉRITOS!
Por Cessa Lacerda Fernandes*

Sim, Clemildo! Massilon é mais um pombalense que se promove e se destaca em nossa cidade e em nossa “Paraíba Pequenina” no belo dizer de Luis Gonzaga, nosso rei do Baião.
Não foi por acaso, mas sim, por mérito, pois a vida nos permite características que nos erguem a grandes passos. Nascemos, crescemos e somos dotados de dons maravilhosos e quando analisamos e acatamos estas graças de Deus, com certeza nos promovemos. Foi exatamente o que ocorreu na vida deste nosso querido irmão.
Conheci Massilon bem pequeno quando acompanhava a sua mãe Rosa, grande amiga e servidora. Desde criança Massilon revelava um grande pendor pelo rádio, causando admiração aos seus amigos, valor comprovado hoje, no seu belo currículo, não fugindo, portanto, aos ditames de sua vida.
Fiquei e fico feliz pelas suas honrarias, sobretudo em saber que mais uma cidade paraibana, do quilate de Campina Grande lhe acolhe como filho. Parabéns pela sublimidade deste TÍTULO.
Este fato é motivo de muito orgulho para Pombal, e devemos aplaudir de pé pela grandeza do MENINO POBRE QUE SE FOI E SE FEZ HOMEM DE DESTAQUES!
*Poetisa e escritora pombalense

domingo, 16 de maio de 2010

Alessandra (Foto)



(*) José Romero Araújo Cardoso



Quando você falava em Sousa seu rosto se iluminava como uma chama, parecia até que você ia explodir de felicidades, era como se a paz estivesse se instalado de imediato em seu coração. A cidade sorriso, sem sombras de dúvidas, era sagrada para você, assim como é para mim, mas no seu caso era mais intensa a relação, pois nasceste nesta terra linda e exuberante às margens do rio do Peixe.
Ah, Alêzinha, quantas saudades, quantas dores, quantos sofrimentos nesses dois anos de sua partida, no dia primeiro de junho de 2008, às 1:30 da madrugada, justamente em Sousa, cidade que tanto amaste, tantos pensamentos dedicaste, tantas reflexões bonitas ficaram em seu diário, em suas anotações.
Quando chegava o fim de semana era difícil encontrá-la em Pombal, pois até parecia que você era tomada por um frenesí, uma vontade incontrolável de arrumar suas coisas e ir de encontro ao seu grande amor, a cidade de Sousa.
Nem sei contar quantas vezes cheguei atrasado ao curso de computação onde você ministrava aulas, para dar-lhe um abraço, quando chegava a Pombal, vindo de Mossoró, devido sua ânsia para ir correndo rever seus amigos e familiares em Sousa. Inúmeras vezes, incontáveis vezes.
Seu sorriso franco e meigo era simplesmente divino, parecia luz saída de um conto de verão, ou então emanada diretamente dos céus. Alê, você era um anjo de amizade, de respeito e de ternura. Você era o encanto em forma de gente, uma flor que enfeitou Pombal e Sousa.
Tão jovem, meu Deus, tão cheia de planos, tão sonhadora. Força era o que não faltava, pois nós, seus amigos sinceros, sempre torcíamos pelo seu sucesso, pela sua vitória em cada empreendimento, em cada plano, em cada projeto.
A última vez que nos falamos foi pela internet. Pelo msn você me disse estar ansiosa pela grande festa que seria o Sousafolia há dois anos. Não sei o motivo, mas naquele dia senti um arrepio percorrendo minha espinha, um pressentimento qualquer, não sei.
Não fui informado do que houve de imediato, apenas achei estranho quando entrei no orkut de alguns amigos em comum, de Pombal, e vi “LUTO” nos profiles. Fiquei desesperado, tentando saber o que estava acontecendo. Lecygley me deu a triste notícia. Quase não acreditei e chorei copiosamente, chorei demais, não era possível que aquilo tivesse acontecido.
Depois seus parentes, residentes em Mossoró, me contaram o que houve, a dor aumentou, a saudade recrudesceu, não era possível que minha amiga tinha partido daquela forma, pois você era um anjo Alêzinha, um anjo de bondade, um anjo de ternura e de meiguice. Seus familiares me disseram que seu corpinho serviu de isolamento, evitando que outras pessoas fossem vítimas da descarga elétrica. Até nisso você foi especial Alêzinha, até nisso, até na hora da partida você foi boa, evitou que outras pessoas morressem.
As lágrimas que já rolaram e rolam dos meus olhos são pedindo a Deus para que estejas nos campos floridos do paraíso celestial, pois apenas quem a conheceu sabe a grandeza da sua personalidade, a grandeza de sua figura humana ímpar.
A saudade que você deixou não tem como dimensionar, impossível, nada em Pombal é o mesmo depois de sua partida. Nem a festa do Rosário, quando a gente ia chupar abacaxi perto da roda gigante tem o mesmo sabor, impossível de ter, impossível minha querida amiga Alessandra Moura de Medeiros, minha amiga Alêzinha, minha menina-moça que sonhava, que adorava a vida, que amava os amigos, que amava o sertão, que amava Pombal e amava Sousa.
Desculpa Alêzinha, não tenho mais condições de prosseguir nesta homenagem, veja só, estou chorando minha querida, puxa vida, estou chorando, as lágrimas rolam dos meus olhos da mesma forma quando soube do que houve.
Deus Grande Arquiteto do universo acolha minha amiguinha, nunca a desampare, diga a ela que nós a amamos e sentimos muitas saudades a cada dia que passa, pois a dor da perda só é confortada com a certeza que nossa Alêzinha está à Sua Direita, lugar dos justos e dos bondosos!
(*) José Romero Araújo Cardoso, com muito orgulho amigo de Alessandra Moura de Medeiros (Alê), vítima de descarga elétrica há dois anos, no dia primeiro de junho de 2008, quando da realização do Sousa Folia

O Poder Legislativo de Campina Grande realizou na noite desta sexta-feira (14) sessão solene para a entrega de Título de “Cidadão Campinense” ao jornalista, radialista e professor do curso de Comunicação Social da UEPB, Massilon Gonzaga de Luna (foto).
A propositura foi do então vereador Evilásio Junqueira [também pombalense], e foi aprovada por unanimidade, na época, e subscrita pelo atual vereador Joselito Germano (PRP).
Massilon nasceu na cidade de Pombal, em 11 de setembro de 1952, filho de José Firmino de Luna e Roza Gonzaga de Luna.
Seus primeiros passos na comunicação foram dados ao lado do um inseparável amigo João de Souza Costa, no final dos anos 60, não propriamente no rádio, mas com o microfone, no Colégio Diocesano de Pombal e, posteriormente, no Lord Amplificador – serviço de som comandado pelo radialista Clemildo Brunet de Sá.
No Dia das Mães, Massilon escreveu uma mensagem como se não tivesse mãe e fez uma homenagem às mães já falecidas.
Muitos se emocionaram, choraram. Todos achavam que sua mãe era morta e foram lhe cumprimentar. Foi quando disse que sua mãe era viva e a mensagem fora feita apenas por uma inspiração. Acabou sendo aplaudido.
Com 18 anos de idade veio morar em Campina Grande. Em 1972, pelas mãos de Gilson Souto Maior, entrou na Rádio Borborema, a maior emissora da cidade. Depois, Rádio Caturité e, posteriormente, foi morar em Manaus-AM, onde trabalhou na Rádio Tropical-FM.
Ao regressar, ingressou no Curso de Comunicação Social da UEPB, concluiu o curso de Jornalismo, se especializou em Rádio Jornalismo tornando-se, em seguida, professor da mesma universidade.
Atualmente é Diretor Superintendente da Rádio Comunitária Ariús FM no Bairro do Catolé em Campina Grande e estará fazendo show em praça pública aqui na sua terra natal no dia 29 de junho do corrente (dia de São Pedro), numa promoção da Prefeitura Municipal de Pombal.

FONTE: Assessoria de Imprensa da Câmara de CG

quinta-feira, 13 de maio de 2010




CLEMILDO BRUNET*
Por acaso alguém já ouviu falar em condecorações para uma classe que tem como função específica cuidar de enfermos? 12 de maio é a data que se celebra mundialmente o Dia do Enfermeiro e entre o dia 12 e 20 deste mês, a semana da enfermagem. Nossos heróis enfermeiros merecem as justas homenagens, não somente por aqueles que foram um ou mais dias assistidos por eles; mas, também se beneficiaram de algum modo, quando parentes e amigos estiveram sob seus cuidados.
Origem do nome:
Foto Ilustrativa
A palavra enfermeira/o se compõe de duas palavras do latim: “nutrix” que significa mãe e do verbo “nutrire” que tem como significados, criar e nutrir. Essas duas palavras, adaptadas ao inglês do século XIX acabaram se transformando na palavra NURSE, que traduzido para o português, significa enfermeira.
Desde os tempos mais remotos que a profissão de enfermeiro já era reconhecida porque cuidava e protegia pessoas doentes como idosos e deficientes. Tal assistência lhe assegurava a garantia da manutenção de sua sobrevivência. Cuidava de grupos nômades primitivos e desde essa época e por muito tempo, a enfermagem esteve associada à prática feminina.
A enfermagem é definida pela ANA – (American Nurses Association), como uma ciência e uma arte, levando em consideração que o objetivo principal de sua ação é o de cuidar das dificuldades reais de saúde por meio de suas tarefas independentes com suporte técnico-científico, bem como reconhecer o papel significativo do enfermeiro de educar para saúde, ser hábil em prevenção de doenças e o cuidado individual e único do paciente.
De origem milenar a profissão de enfermeiro é um referencial desde as antigas e vem evoluindo nos dias atuais. Para se ter idéia, só no Brasil, tem mais de 100 mil enfermeiros, além de técnicos e auxiliares de enfermagem somando cerca de 900 mil profissionais em todo pais. O exercício da profissão e o escalonamento de cargos têm feito com que mais profissionais se aliem ao setor e ás novas possibilidades que a área oferece.
Décadas passadas a população de Pombal, contou com enfermeiros que foram verdadeiros herois na assistência que davam a nossa gente. Entre tantos outros, me vem à lembrança de José de Assis Oliveira (Zé de Santa), que conduzindo seu estojo de seringa à mão, atendia a domicílio as pessoas que necessitavam de seus préstimos. Malôra, Berenice e Maria José de Amilton Claro, que como parturientes salvou tantas vidas de mães e filhos. José Cândido (Zé Enfermeiro), que como assistente dos médicos, Avelino Queiroga e Atencio Wanderley e sob orientação dos mesmos realizava verdadeiros milagres na ortopedia.
Ao lembrar a desenvoltura de nossos enfermeiros do passado, convém destacar que na época em que eles serviram à saúde; não havia pesquisas, reciclagens e avanços tecnológicos como hoje. Somente abnegação, amor, compromisso e responsabilidade na rotina do trabalho de cada dia, fazendo-os mais fortes e decididos no cumprimento de seus deveres.
Assim prestando esta singela homenagem aos nossos enfermeiros herois do passado, quero também estender meus parabéns aos nossos atuais técnicos de enfermagens e enfermeiros, dedicando-lhes um poema escrito por um Major da PM em 13-11-82, enquanto se encontrava internado em um determinado hospital.
Dia da Enfermeira.
Logo ao amanhecer, começam a se movimentar, na luta contra a dor para a vida de o seu semelhante salvar.
Chamadas a todos os cantos, a todos atende com muito amor, às vezes mal compreendidas, sem o semelhante reconhecer seu valor.
Às vezes até nem é culpada, de demorar a atender, esquecemos que esteve ocupada, com outro caso grave para resolver.
Com suas fardas brancas e lindas, estão atentas a toda hora, para trazer o bálsamo que cura, como um anjo de nossa senhora.
Todos os doentes curados, saem alegres, por voltarem ao lar, elogiam sempre os médicos, mas esquece das enfermeiras elogiarem.
A elas devemos tributar, grande parte da nossa gratidão, pois contribuíram como puderam, para nossa recuperação.
Autor Major Antenor

Enfermeiros! Nossos Herois! Feliz Semana da Enfermagem!

*RADIALISTA

terça-feira, 11 de maio de 2010

Por Mª do Bonsucesso Lacerda Fernandes Neta*



Fui convidada pelos editores da Revista Empresarial Marketing & Eventos para apresentar uma coluna em referido veículo de comunicação. Logo, desde o fim de 2008, mensalmente, sou responsável por abordar temas relacionados à saúde da população. Mas, alguém sabe, realmente, o que é SAÚDE?
Tal vocábulo consistiria simplesmente em “ausência de doença”? Ou teria algo mais envolvido? Pensando sobre isso, serão mostrados teorias e pensamentos acerca do conceito dessa palavra tão importante e inerente ao cotidiano dos indivíduos: a saúde. Convido você leitor a viajar através da história do conceito de saúde, a refletir e a desenvolver opinião própria sobre a pergunta disposta no título.
Há tempos, verifica-se a estreita relação entre saúde e doença e, ao longo da história da humanidade, a origem desse processo foi atribuída a situações distintas.
Na antiguidade, o processo saúde-doença possuía cunho religioso e atitudes pecaminosas eram consideradas causas de doenças. Em algumas culturas, a doença ocorria quando espíritos se apoderavam do corpo da pessoa e os feiticeiros das tribos, conhecidos como xamãs, eram responsáveis pelos rituais de cura. Na mitologia grega, existiam várias divindades relacionadas à saúde, a exemplo de Asclepius, Panacea e Higea, caracterizando o misticismo e a religiosidade da medicina da época.
Diferentemente, Hipócrates (o pai da Medicina) introduz uma visão mais racional da medicina e fala a respeito da teoria dos quatro humores no corpo (bile amarela, bile negra, fleuma e sangue); a saúde representaria o equilíbrio entre os humores. Além disso, pode-se dizer que a obra hipocrática é carregada pela valorização da observação empírica. Já, na Idade Média, permanece a idéia da relação pecado e doença.
Com o passar dos anos, outros pensamentos acerca do tema descrito surgiram e, no século XIX, com a revolução gerada por Louis Pasteur, microorganismos causadores de doenças puderam ser descobertos. Houve desenvolvimento em relação ao diagnóstico e à prevenção de doenças. Novos avanços ocorreram, incluindo os estudos em epidemiologia.
Mais recentemente, no intuito de universalizar o conceito de saúde, houve a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e, em 1948, foi postulado pela mesma que: “Saúde é o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de enfermidade”.
Tal afirmação mostra a abrangência do termo saúde, o que possibilita interpretações diversas. Diante do que já foi discutido e do que ainda é atualmente, concordo com a colocação de Moacyr Scliar, quando diz: “O conceito de saúde reflete a conjuntura social, econômica, política e cultural. Ou seja: saúde não representa a mesma coisa para todas as pessoas. Dependerá da época, do lugar, da classe social. Dependerá de valores individuais, dependerá de concepções científicas, religiosas, filosóficas.”
Sendo assim, pode-se inferir que o conceito de saúde (atrelado, inevitavelmente, ao conceito de doença) é deveras amplo e passível de mudanças. Quando se observa cautelosamente, é fácil constatar que, em pleno século XXI, há concomitância de atribuições da antiguidade até os dias atuais, no que diz respeito à definição de saúde.
Então, atrevo-me a dizer que há uma soma de teorias na construção do conceito de saúde, não existindo, obrigatoriamente, uma que esteja certa ou errada, apenas singular ou grupalmente defendida ou condenada.
De forma singular, a Constituição Federal Brasileira (1988), diz que: “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação”.
Portanto, constata-se a relevância da saúde, a qual se encontra atrelada a cada ação dos indivíduos e a constante necessidade da discussão do tema, a fim de que possam existir melhorias relacionadas à qualidade de vida dos cidadãos.
Deixo ainda os seguintes questionamentos a você leitor: existe uma real e completa definição de saúde? (Faço novamente referência ao título) Para você, o que é SAÚDE? Envie-nos sua opinião.
E-mail para contato: sucessomed@hotmail.com
*Patoense, 21 anos, mais conhecida como “Cessinha”, poetisa, escritora.
Acadêmica do 8º período de medicina da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande.
Membro da Academia Patoense de Artes e Letras.

sábado, 8 de maio de 2010

POR CESSA LACERDA*

HOMENAGEAMOS A NOSSA AMADA MÃEZINHA NESTE ESPECIAL “DIA DAS MÃES”, 09 DE MAIO DE 2010, ELEVANDO O NOSSO CULTO DE AMOR!

MÃEZINHA QUERIDA, MESMO NA DISTÂNCIA DE 62 ANOS DE TUA AUSÊNCIA, AINDA RECORDAMOS COM AMOR TODA A TUA BONDADE E BELEZA!
CONTINUARÁS SEMPRE VIVA EM NOSSOS CORAÇÕES.
HOJE COLHEMOS FLORES NO JARDIM DA SAUDADE PARA RENDER-TE A NOSSA HOMENAGEM!

Um pouco da sua história.
Num pequeno recanto da nossa amada Paraíba, sítio “Várzea Redonda” nascera uma criança do sexo feminino, que, segundo Guilherme Figueiredo: _ “Ao mesmo tempo linda e graciosa, atributos nem sempre unidos”, a um só ser. Deus concedeu-lhe ainda o privilégio da pureza de jovem que sobressaiu a tantas donzelas do seu tempo.
Cândida Ferreira Nobre nasceu em trinta de outubro de mil novecentos e dez. Filha do casal Joaquim Felinto dos Santos e Ana Maria da Conceição, de saudosa memória, cujas raizes genealógicas são: SANTANA, FERREIRA, FELINTO, também com tradicionais famílias em vários estados do Brasil. Criou-se no ambiente mais aprazível do universo: a própria natureza, onde se respira o ar puro e só existe o canto enternecedor dos pássaros, a inquietude e colorido das borboletas e a beleza dos lírios dos campos.
Cândida era muito unida aos oito irmãos: Francisco, Cícero, Marcilon, Epitácio, Maria, Júlia, Severina e Mônica. Moça obediente e prendada. Casou-se muito jovem, com apenas dezoito anos de idade, época em que os pais eram quem escolhiam os noivos para suas filhas, não obstante o seu foi muito bem acatado, Cícero Gregório de Lacerda, cidadão de bem, comerciante experiente e agropecuarista de renome. Firmou núpcias em 01 de junho de 1928 na cidade de Pombal-PB, tomando residência no sítio Várzea Redonda, propriedade do seu genitor. Desse enlace amoroso, nasceu quatorze filhos: Francisco Felinto, Raimunda Cândida, Terezinha, Gregório, Ana Cândida, Manoel, Mª do Socorro, Mª do Bom Sucesso, Mª das Neves, Mª de Lourdes, Espedito, Mª Auxiliadora, Mª das Graças e Mª José. Os dois primeiros nasceram naquele sítio e os demais em Pombal.

Cândida Ferreira Nobre (Foto de Arquivo)

Com pouco tempo vieram morar em Pombal para que os filhos pudessem estudar. Família numerosa, porém educada com amor e formação religiosa, pois eram católicos e ela pertencia a uma das mais importante Instituições da nossa Igreja Católica: o “Apostolado da Oração”. Devota do “Sagrado Coração de Jesus” assumiu com muito amor todo preceito desta Instituição.
Viveram em harmonia, e, felizes, porque encaminharam os estudos dos filhos, não obstante terem permanecido apenas vinte anos de casados, pois ela foi vítima de uma consequência no último parto chegando a falecer em 26/03/1948, muito nova com 38 anos, deixando sua prole numerosa aos cuidados do seu amado e Guerreiro esposo Cícero. Os filhos chorosos e o esposo constrangido pela perda irreparável da esposa extremosa, mergulhados na dor e na saudade devolveram aquela amada ao Pai do céu que os havia permitido aquele TESOURO por determinado tempo.
*Poetisa e escritora pombalense
Contato: cessalacerdapb@hotmail.com
Pombal, 05/05/2010

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

UM HOMEM DAS LETRAS

Nonato Nunes Por Nonato Nunes*  O livro "Memoriais & Legados", do radialista e escritor pombalense Clemildo Brunet de...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!