sexta-feira, 29 de abril de 2011

Clemildo Brunet
CLEMILDO BRUNET*

Alguns de vocês já pararam pra pensar que a nossa vida aqui é uma passagem. O que era ontem já não é mais, o que é hoje jamais voltará e amanhã já não será como hoje. Muitos de nossos parentes, amigos e conhecidos já se foram, entretanto, estiveram nessa passagem chamada vida. O tempo é inexorável! “Porque tudo passa rapidamente, e nós voamos” Sl. 90:10b

A semana passada resguardamos a Páscoa que tem nos hebreus o significado de passagem. Surgiu da palavra hebraica “pessach” início da libertação dos hebreus do jugo de Faraó no Egito, pontuado pela a travessia do Mar Vermelho, que se abriu para “Passagem” dos filhos de Israel conduzidos por Moisés para a terra prometida.

Quem ler dos capítulos 12 até o 14 de êxodo se dar conta de como foi realizada a “Páscoa” dos judeus. Deus ordenara que na noite da libertação cada família tomasse um cordeiro sem defeito, que seria imolado ao cair da tarde da véspera da libertação. Naquela noite o anjo da morte destruiria os primogênitos das casas que não tivessem o sinal do sangue do cordeiro nas ombreiras e vergas das portas. A praga não atingiria os primogênitos de Israel, visto que estavam protegidos pela marca do sangue em suas casas.

As famílias dos hebreus comeriam a carne do animal com ervas amargas e pão sem fermento. “Desta maneira o comereis: Lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a páscoa do Senhor” Êxodo 12: 11. Todos deveriam estar de pé esperando a ordem de marcha. A Páscoa dos judeus em sua simbologia passou a ser a da passagem, êxodo, e libertação da escravatura.

Jesus Cristo era judeu, também comemorou a Páscoa na mesma época em que o povo de sua raça celebrava o evento. Seus discípulos o interpelaram sobre onde deveriam fazer os preparativos para celebrar a Páscoa, ele então enviou dois deles a cidade, ao encontro de um homem que conduzia um cântaro de água determinando que o seguisse até sua casa e fizesse a pergunta: “onde é o meu aposento no qual hei de comer a Páscoa com os meus discípulos?”. Mc.14:14. Havendo o homem da casa mostrado o lugar, os discípulos fizeram como o mestre ordenara e prepararam a páscoa segundo o rito judaico.

Foi da vontade do Mestre cumprir toda justiça e honrar a lei cerimonial que ainda durava, e deste modo comer a Páscoa com os seus discípulos. Em seu ministério terreno, Jesus já havia lhes falado como haveria de morrer, embora eles não entendessem o real significado do que deveria acontecer. Depois da confissão de Pedro: “Tu és o Cristo o filho do Deus vivo”, Jesus advertiu os discípulos que a ninguém dissessem ser ele o Cristo, mostrando-lhes a necessidade de seu sofrimento, morte e ressurreição.

Ao celebrar a Páscoa, o vinho misturado com água estava em uso nessa ocasião, por ser considerado o melhor meio de beber o bom vinho. Terminada a festa pascoal, Jesus tomou o pão e o abençoou, dando graças e o deu a seus discípulos, dizendo: “Este é o meu corpo que será entregue por amor de vós: Fazei isto em memória de mim”. E tomando igualmente o cálice, depois de haver ceado, disse: “Este cálice é o novo testamento no meu sangue que será derramado por vós” Lc 22:19,20.

Esta é a nova páscoa instituída por Jesus para perpetuar sua lembrança. Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado mundo. Páscoa com o significado de passagem da morte para vida, garantia da nossa ressurreição e vida eterna. “Porque isto é o meu sangue, o sangue, da {nova} aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” Mt. 26:28.

Jesus sabia que sua vida neste mundo era uma passagem, razão pela qual disse a Pilatos que o seu reino não era daqui. “O meu reino não é deste mundo” Jo 18:36. Somos admoestados por ele que nossa passagem no planeta terra não é fácil. Como peregrinos, os perigos são iminentes e nos rodeiam. Crimes, mortes, tristezas, prantos, sofrimentos, contrariedades, adversidades, doenças, fadigas, fome, tudo isso e muito mais.

As crises existenciais são tão grandes que já não podemos suportá-las. Ódios, mágoas, ciúmes, constrangimentos, despeitos, arrogâncias, invejas, intrigas etc. marcas do cotidiano que nos sobrevém como fruto da nossa desobediência. Têm-se tão pouco tempo nessa passagem, por que então viver digladiando o nosso próximo?

Pombal, 28/04/2011
*RADIALISTA.
Contato: brunetco@hotmail.com
Twitter.com/clemildobrunet
Web. www.clemildo-brunet.blogspot.com

terça-feira, 26 de abril de 2011



Onaldo Queiroga
ONALDO QUEIROGA*

O tempo voa, galopa veloz e impiedosamente não nos concede o direito de reviver o instante que se foi. Olhamos para trás e tantas coisas já ficaram pelo caminho, momentos difíceis e outros felizes. Pessoas que hoje se encontram distantes, mas que outrora foram importantes no nosso cotidiano. Assim é a vida, hoje aqui, amanhã alhures. Amigos de ontem e amigos de hoje.

Focado nesse contexto, sentado na areia da praia, olhando o mar, o meu pensamento viajou no tempo. Veio, então, a lembrança, que ontem, Tiê, a senhora me colocou nos seus braços. Andou comigo pelas calçadas da minha terra Sertão. Apresentou-me como o sobrinho amado. Nas horas das refeições, muitas vezes a senhora organizou o meu alimento. E quantas noites a senhora não armou a rede e, no balanço dela, me colocou para dormir, cantando uma cantiga de niná: ?Xô, Xô Pavão. Sai de cima do telhado, pra ver se esse menino dorme cedo e sossegado?.

Recordações, elas foram assim emergindo e, nesta viagem pelo tempo passado, também veio-me a lembrança de que quando eu era criança a senhora costumava me levar para as vaquejadas, época em que eu já andava com um chapéu branco de couro. Lembro-me que foi através da senhora que vi pela primeira vez a apresentação de um Bumba Meu Boi e de uma Ciranda, evento que ocorreu na lateral da Igreja do Rosário, na cidade Pombal. Acompanhada de suas amigas Firmina Neta e Gláucia, sempre que ia à praia, também me levava. Recordei-me ainda que, no seu casamento, fui eu quem entrou na Igreja levando as alianças.

Nas asas do pensamento, recordei-me do seu modo de ser. Mulher inquieta, desprendida das coisas materiais, focada em ajudar a todos, sem se preocupar com o retorno que poderia auferir. Obstinada, nunca havia algo impossível, pois sempre tinha uma saída para os problemas, e o impressionante é que, um a um, eles eram resolvidos.

E ali eu estava, ainda olhando o mar, que se encontrava calmo, sereno e a conversar comigo. De repente um carrinho de som, daqueles de vender CDs piratas, passou, e uma música tocou a minha alma. O som era da sanfona de Flávio José, a música ?Caboclo Sonhador?. Naquele instante, veio-me a mente que aquela canção era uma de suas preferidas. Aliás, a senhora sempre me ensinou que na vida devemos ser um caboclo sonhador, e que não queiram mudar o nosso verso, que devemos ser devotos do Padim Ciço Romão, Tiete do Rei do Baião e que deixem o nosso verso ecoar na avenida.
D. Raimunda, Tiê e Onaldinho
Tiê, era assim que, carinhosamente a chamava quando criança e, ainda, hoje continuo a chamá-la. O silêncio e o olhar distante da realidade jamais terão o poder de apagar o seu exemplo de vida. A senhora nos ensina que não basta sofrer, pois é preciso, acima de tudo, converter a dor em veredas de luz. Por isso, agradeço a Deus a sua existência, guia de todos os meus tempos.

*Pombalense, Juiz de Direito da 5ª Vara Cível da Capital.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Jerdivan N. Araújo
Jerdivan Nobrega de Araújo*

A Câmara dos vereadores de Pombal completa no dia 04 de maio, 239 anos. Mas, como se fomos elevados a condição de cidade há apenas 149 anos, ou seja: em 1862

Para explicar vamos dividir a sua cronologia em duas partes:

A primeira parte começa em 03 de março de 1772 quando o ouvidor da Parahyba. José Januário de Carvalho encaminhou — em nome dos habitantes da povoação do Piancó — representação ao governador de Pernambuco Manuel da Cunha de Meneses, propondo a instalação de uma vila nos sertão da Parahyba. Não demorou o sim do governador, de forma que, seis anos depois da Carta Régia que autorizava a criação de novas Vilas na jurisdição de Pernambuco, Parahyba, Rio Grande do Norte — isto é, em 1772, ou, mais propriamente, em 4 de maio de 1772 — , viu-se ereta a Vila Nova de Pombal ou, simplesmente, Vila de Pombal.

Ao se transformar em Vila, Pombal passou a gozar de completa autonomia municipal, assim, de imediato, fizeram-se eleições livres para o preenchimento dos cargos oficias da Câmara e elegeu-se presidente e Judiciário da Câmara o capitão-mor Francisco de Arruda Câmara( pai do Sábio Manuel de Arruda Câmara). Na época a Câmara era denominada de “Senado da Câmara” cujos vereadores eram eleitos através do escrutínio direto e secreto.

Pombal foi também a última cidade a adquirir a sua autonomia ainda na condição de Vila, porque depois de então as novas leis do Império do Brasil, somente permitiam a autonomia quando estas passavam a condição de cidades.

A segunda parte desta história começa quando o deputado Dr. Augusto Carlos de Almeida e Albuquerque apresenta o projeto de lei que eleva Pombal ao status de Cidade à Assembleia Legislativa. A primeira leitura do projeto se deu na sessão do dia 20 de junho de 1862. No dia seguinte, após a leitura, recebeu o n.º 11. Em 14 de julho foi aprovado em primeira discussão, sendo enviado à Comissão de Redação. Na sessão do dia 19 de julho o Dr.Tertuliano Thomás fê-lo voltar à mesa com a redação final que foi aprovada, subindo à sanção presidencial, o que se deu a 21 de julho de 1862, quando foi convertido em lei.

Na época em que Pombal passou a ser cidade, a Câmara estava assim constituída:

Presidente — Major Bento José da Costa

Francisco Adelino Pereira

Pedro Alves de Farias

João Alves Feitosa

Belarmino Aurélio Arnaud Formiga

Raimundo Pereira de Almeida

João Antunes do Rosário.

Portanto ao ascender ao status de cidade, Pombal, não mais teve a necessidade de adquirir sua autonomia municipal, por que, como explicado, tal autonomia já lhe havia sido assegurada em 04 de maio de 1772.

Portanto, a Câmara Municipal de Pombal completa, em 2011, 239 anos desde a sua primeira legislatura, enquanto que a cidade comemora seus 139 anos.

Joao Pessoa, 25 de abril de 2011
*Escritor Pombalense

CURIOSIDADE

*1696 - Foi , quando se efetuaram, oficialmente, as primeiras expedições em busca do sertão Paraibano, sob a direção de Teodósio de Oliveira Lêdo, que descendo a Borborema, chega ao lugar onde vai ser fundada a cidade de Pombal.

* 22 de julho de 1766 = carta régia de dom José I autorizando a ereção de Vilas em Pernambuco, Parahyba, Rio Grande do Norte etc.

* 4 de maio de 1772 = a povoação de Nossa Senhora do Bom Sucesso do Piancó, na Ribeira do Piranhas, é erigida em Vila Nova de Pombal ou, simplesmente, Vila de Pombal, já com autonomia municipal e uma Câmara com representantes eleitos através do voto.

* 21 de julho de 1862 = elevação da Vila de Pombal à condição de

Lei n° 63/21 de julho de 1862

“Francisco de Araújo Lima, Presidente da Província da Parahiba do Norte: Faço saber a todos os seus habitantes, que a Assembléia Provincial resolveu e eu sancionei a Lei seguinte:

Art. 1º) — A Villa de Pombal fica elevada à cathegoria de Cidade.

Art. 2º) — A nova Cidade terá a mesma denominação.

Art. 3º) — Revogão-se as disposições em contrário, Mando portanto a todas as autoridades a quem o conhecimento e execução da presente lei pertencer que a cumprão e fação cumprir e guardão tão inteiramente como nella se contem. O secretario desta Província a faça imprimir publicar e correr. Palácio do Govêrno da Província da Parahíba do Norte, em 21 de Julho de 1862, 41 da Independência e do Império. Francisco de Araújo Lima”.

sábado, 23 de abril de 2011

Leozinho Formiga (Foto)
Por Leózinho Formiga*

Em Pombal havia também o hábito de amigos ajudarem a outros amigos
repassando conhecimentos e habilidades de uns para os outros.

Zé Berto, até onde lembro, era um médio fazendeiro da região que tinha um
jipe para sua lida, do ir ao campo e voltar à metrópole (Pombal) para a
negociação de produtos, e que era um excelente motorista.
O jipe, à época, era o meio de transporte mais adequado em Pombal e
arredores, haja vista a precariedade das estradas que davam acesso aos
distritos (São Bento, São Domingos, Várzea Comprida, dentre outros poucos) e
às fazendas no seu entorno.

Certa feita um Marchante local decidido a tornar sua vida mais ágil, na lida da
compra de gado e revenda de carne para os açougueiros, percebeu que se
dispusesse de um automóvel, no caso um jipe, tornaria mais ágil, produtivo e
rentável o seu negócio.

Dito e feito: comprou o jipe!
Comprou o jipe, mas não sabia guiá-lo. Apelou então para o conhecimento de
Zé Berto, pois além de bom motorista era um cara de comportamento paciente
para ensinar coisas que eram do seu lidar.
Contatado, Zé Berto prontamente se prontificou para as aulas práticas.
Local das aulas: o Campo de Aviação de Pombal.

Para quem não sabe, Pombal tinha sim um campo de aviação. A minha
lembrança é de que só era usado com certa freqüência, ou com pouquíssima
freqüência, por duas aeronaves: a da Brasil Oiticica e a de Antônio Pão Doce
(pronuncia-se Antoim Pão Doce), avô do meu compadre Antônio Neto de Maria
Dalva.
Uma história dentro da outra. O prenome de registro de Maria Dalva é Maria
Adélia! Da mesma forma que Elano (irmão de seu Minzim) é Genésio, e nosso
amigo Remilson tem por nome de batismo e registro Pantaleão.

Voltando à história.

Marcaram então a primeira aula para uma tarde de domingo tórrido do nosso
período de estiagem. Um calor de lascar!!!
Para se chegar ao campo de aviação a partir de Pombal, ia-se pela Rua do
Açougue em direção ao bairro dos Pereiros, atravessava a linha do trem,
passava na frente do cabaré de Love, sempre em frente, chegando na estrada
ainda de barro (hoje BR 230), seguia em direção a Patos e, uns 6 ou 10 km
depois, havia uma entrada pela esquerda, mais uns 800 a 1.000 m, para afinal
se chegar ao Campo de Aviação.

Tratava-se uma imponente pista de terra batida, com uns 500 m de extensão e,
em uma de suas extremidades, havia uma bruta pirambeira, com as clássicas
plantas de nosso semiárido: pés de Pereiros e de cortantes Juremas, e um
vigoroso pedregal para sustentação da pista. A aeronave tinha, é claro, que
estar no ar antes de lá chegar sob pena de por ela se esborrachar. O único
instrumento para ajuda dos hábeis pilotos era uma “biruta” para orientar sobre
a direção do vento.

Pois bem, lá chegando, Zé Berto que vinha guiando o jipe estacionou e
trocando de lugar com o Marchante, mandou ligar a máquina e começou a falar
sobre o papel do volante, da embreagem, e das marchas (o jipe só tinha três: a
primeira que era do arranque, para vencer a inércia e iniciar o movimento; a
segunda que era para imprimir mais velocidade; e, finalmente, a terceira, que
era a marcha que imprimia a velocidade de cruzeiro).

Problema 1:
Zé Berto havia marcado um outro compromisso, com horário muito próximo,
logo após o da instrução que já havia sido marcada com o amigo.

Problema 2:
Zé Berto explicou, apesar de sua paciência, muito rapidamente aqueles
procedimentos iniciais, temendo chegar atrasado ao 2º. Compromisso.

Problema 3:
A explicação acerca dos procedimentos iniciais (volante, embreagem, e a
passagem de marchas) foi repassada com o jipe já em movimento.

Problema 4:
A explicação foi repassada com o jipe em movimento e Zé Berto observando,
de lado, o Marchante e a passagem (rápida) das marchas. Assim, o incauto
Marchante aprendiz de motorista, empolgado foi logo acelerando muito em
todas as passagens de marcha, e o veículo logo atingiu uma rápida velocidade
(60 km/h), para espanto e surpresa de Zé Berto, pois ao olhar para frente viu
chegar rapidamente a perigosa pirambeira, tão temida pelos pilotos de
aeronaves.

Resultado:
Ato reflexo, acima de tudo vem o instinto de preservação do ser humano, e a
atitude de Zé Berto foi o de rapidamente abrir a porta do jipe, e pular para o
quente e pedregoso chão da pista, se arranhando um bocado nesta atitude.
Era Zé Berto rolando pelo quente chão de pedras, se ferindo, gritando de dor, e
ouvindo de dentro do jipe, que continuava compulsivamente acelerado pelo “pé
de chumbo” do Marchante, um forte e desesperado grito do ousado aprendiz
de motorista:
“Zé Berto, covarde, diga pelo menos onde é o freio!!!!!!!!!!”.
Mas não houve jeito, o jipe e seu motorista e o seu clamor velozmente
desceram e foram se estragando, se amassando pelas pedras, e se cortando
pelo juremal, pirambeira abaixo.
A sorte é que, além de muitos e muitos arranhões e pancadas, muito menos
para Zé Berto, e muito mais para o Marchante, ambos sobreviveram, apesar
dos machucados. Já o jipe, ficou todo esculhambado e deu muito trabalho para
recuperá-lo na oficina de Néri e Seu Genival.

Passado o ocorrido, o único inteiro que ficou deste acidente foi a amizade entre
Zé Berto e o, agora experiente Marchante-Motorista, que continuou apesar de
tantos machucados.
E esta história por muito tempo foi contada em Pombal, ao som de muitas
gargalhadas em todas as conversas noturnas de calçada.

Tempos de hoje
Semana passada, num barzinho, lembrei e contei para amigos que lá estavam
e – acreditem – foram muitos minutos de gargalhada, e o pessoal a dizer que o
estoque de “mentiras” (!?!?!?!) de Pombal nunca acaba
 
*Pombalense, engenheiro elétrico, filho de Leó fotógrafo.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

QUEM SÃO ESSES DA FOTO?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Clemildo Brunet
CLEMILDO BRUNET*

“Severino Coelho Viana representa a essência do sertanejo sonhador. Um humanista vocacionado na arte de escrever”. (Fred Coutinho)

No dia 04 deste mês de abril o site http://congressoemfoco.uol.com.br publicou uma reportagem sobre “Neocoronelismo Urbano” uma situação que atrasa o desenvolvimento do Nordeste em face do predomínio de pessoas da mesma família na política, a quem chamaram de Coronéis do Século XXI.

Pois bem: O artigo de Severino Coelho Viana, intitulado “Neocoronelismo” tendo servido de base a reportagem, deu-lhe a chance para uma entrevista. (Tópicos da reportagem):

“O coronel de hoje é um ‘galã de cinema’, que frequenta hotéis cinco estrelas, mas que no meio do povo age completamente diferente. Ele tem dupla personalidade. Uma coisa é quando ele se apresenta ao Congresso fazendo discurso, muitas vezes escrito por assessoria, como defensor da liberdade de imprensa e de expressão. Mas isso é da boca para fora, liberdade só interessa a ele enquanto não atinge o seu reduto político”, diz Severino Coelho, autor do livro A Vida do Cel. Arruda, Cangaceirismo e Coluna Prestes, entre outros.

Na avaliação de Severino, o coronelismo mudou de roupa, trocou o meio rural pelo urbano e ganhou novo palanque com os veículos de comunicação, principalmente, as emissoras de rádio e TV, quase sempre vinculadas a políticos. Mas, para o promotor de Justiça, o velho mandonismo persiste. “Modificou o estilo, mas continua a existir. Não vemos mais o chicote, a carabina e o mandão direto. Mas ele atua de forma camuflada, com a compra de voto, com a oferta de emprego e remédio. Apenas o coronel de 1930 não é o mesmo do início do século 21.”

O coronelismo, lembra Severino, era baseado no tripé terra, família e agregados. Desses três componentes, a família é o que se manteve mais fiel às origens. “A terra já não tem mais aquele poder econômico que tinha nos anos 30. Hoje eles têm outra forma de conquistar, nas fábricas, nas empresas, nas rádios. Os agregados, que viviam em suas terras, hoje são os ajudantes, gente que serve para tudo. A família persiste, acima de tudo, para defender seus próprios interesses”, afirma. “É o carreirismo político, comparável com o coronelismo. Só era eleito aquele que era de sua família ou tivesse parentesco muito próximo”, acrescenta.

Severino Coelho Viana é uma dessas pessoas que tendo se dedicado à brilhante e crescente carreira na arte literária, analisa os fatos do passado a luz do presente. Ao se tornar conhecedor das letras nasceu dentro dele o dom de poeta, escritor, contista e romancista.

São de sua autoria os seguintes compêndios: Controvérsias Sociais, O Ser e o Tempo, A Vida do Cel. Arruda Cangaceirismo e Coluna Prestes, Castelo de Areia, Amor de Cangaceiro, Ambição sem limite e Poder da Cidadania. Este último tem até o alfabeto próprio da cidadania que começa com a letra A – Amor verdadeiro ao próximo e termina em Z – Zelo com a coisa pública.
Severino, Eu e João Costa
Foi cronista social e político do “LORD AMPLIFICADOR” nos anos 70 e hoje tem abrilhantado o nosso blog com seus textos, pois é um dos colunistas mais lidos do Portal Clemildo, Comunicação & Rádio!

Começou seus estudos no Grupo Escolar José Avelino no bairro dos Pereiros, fez o ginásio e científico na Escola Estadual “Arruda Câmara de Pombal”. Em seguida foi morar na casa do estudante em João Pessoa onde se formou em direito pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

Filho de Severino José Joaquim e Severina Coelho Viana, uma família constituída de 11 irmãos: Eudócia (saudosa memória), Eulália (Pereca), Geraldo (Chieta), Josefa (Nachite), Mª Alice, Mª Coelho Viana (Maú), Iris (Nenéa), João Coelho, José Coelho (Dudé) e Francisco de Assis (Forragaita).

A sua infância e boa parte da juventude foram em Pombal, banhando-se nas límpidas águas do rio Piancó. Seu interesse pelo futebol o fez fino torcedor do Fluminense. Severino foi aguerrido lutador nas batalhas estudantis chegando a conquistar a presidência do grêmio livre do Colégio Josué Bezerra, onde desempenhou o seu papel de líder nato.

Organizou com outros estudantes de seu tempo, O Jovem Clube de Pombal, formado por uma ala dissidente de jovens que eram sócios do Pombal Ideal Clube. Estavam à busca de um lugar apropriado para a juventude de seu tempo, pois se sentiam alijados pela diretoria do próprio sodalício. Severino e os que faziam coro com ele conseguiu ter seu próprio espaço, num tempo em que surgia no Brasil às famosas discotecas nos diversos clubes de danças.

Nascido em 21 de abril de 1956 em Pombal, sendo o mais novo dos homens. Pertencente a uma família de recursos modestos, descobriu no trabalho uma forma de adquirir dinheiro para auxiliar nos estudos. Primeiro foi fabricante de fogos de artifícios com seu Inácio em seguida balconista de uma mercearia. Depois passou a auxiliar de escritório na Coletoria Federal de sua cidade. Foi caixa executivo no Banco do Estado da Paraíba – PARAIBAN fez carreira chegando a função de Gerente.

Com o fechamento do PARAIBAN, Severino assumiu assessoria parlamentar do deputado Levi Olimpio na Assembleia Legislativa da Paraíba. Morrendo este em 1995, Severino Coelho Viana, fez concurso público para Promotor de Justiça sendo um dos primeiros classificados.

Não é sem razão que o próprio Severino descreve tão bem o seu modo de ser quando assim se expressa: “A criação literária deduz o grau de percepção e dimensão do raciocínio de quem narra um fato, descreve um quadro e disserta um tema, sabendo-se que é tarefa árdua, e muito mais difícil, a luz da melhor razão, reside no fato de externar o que sente e agradar o sentimento dos outros”. (A vida do Cel. Arruda, Cangacerismo e Coluna prestes. Página 17)
Este é o nosso Severino Coelho Viana, pois a despeito de toda sua intelectualidade, nunca esqueceu o seu torrão natal e todas as vezes que lança seus livros, a nossa cidade é prioridade para exposição de suas obras literárias. È a terra que o viu nascer. É a terra que ele ama e jamais nega a quem quer que seja que é filho de Pombal.

Receba Dr. Severino Coelho Viana, esta simples homenagem deste seu amigo e conterrâneo com votos de parabéns pelo transcurso de mais um aniversário natalício.

FELIZ ANIVERSÁRIO, BOA PÁSCOA!

Pombal, 21/04/2011
*RADIALISTA
Contato: brunetco@hotmail.com
Twitter.com/clemildobrunet
Web. www.clemildo-brunet.blogspot.com 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Onaldo Queiroga
Onaldo Queiroga*

Ao nascer, o ser humano chora, abre os olhos e descortina a vida. Inocente, leva alguns anos para caminhar com os próprios pés. No célere caminho da vida, alguns partem prematuramente; outros medianamente também nos deixam, enquanto que somente uns poucos conseguem vencer todas as fases e naturalmente esmorecem nos braços do crepúsculo do tempo.

A vida, sua estrada e o mistério, o enigma de nossa existência. Como disse Augusto Cury: “Choramos aos nascer, sem compreender o mundo em que entramos. Morremos em silêncio, sem entender o mundo de que saímos”.

O homem, no alvorecer do discernimento, direciona seu olhar para a estrada da vida. Nessa hora, muitas vezes, ele a vê como se fosse longa reta, ampla e bem pavimentada; mas, lá no final da reta, a distância termina impedindo que a visão homem enxergue o que verdadeiramente existe além do horizonte — ou seja, se há uma curva à esquerda ou à direita; se a reta continua pavimentada ou passa a ter obstáculos, precipícios e até abismos.

A estrada da vida é como esta reta. Muitas vezes sob o ímpeto e vigor de sua juventude, no decorrer de sua trajetória, na expressão de sua jovialidade, o homem age, em certos momentos, sob o ritmo da auto-suficiência. E, aí, termina por enxergar só o presente, esquecendo-se do futuro. Se houvesse sequer um pouco de reflexão, ele certamente terminaria por entender que seu olhar jamais alcançará o que virá após o exato instante em que vive. Se isto se demonstrasse factível, poderia quem sabe amenizar suas dúvidas e angústias, incertezas e receios, ansiedades e medos.

Vivenciar tudo isso constitui exercício constante da fé. A Humanidade evoluiu consideravelmente em muitas coisas; todavia, é inegável que também retroagiu sensivelmente em outros pontos. Não faz muito tempo que a média de vida era entre 40 e 50 anos de idade. Hoje, os dados estatísticos demonstram aumento relevante dessa média de vida da população, próxima ao patamar de 80 anos de idade.

Mas, se a média de vida subiu, também é indiscutível que com ela veio a sensação da incrível velocidade do tempo. Em tal contexto, a pré-falada evolução vem permeada de extrema e desigual competição, no seio da Humanidade, além do fato de que a ansiedade, o medo, a solidão e a incredulidade impiedosamente invadiram o âmago do homem do século XXI. Por isso, alguns — com tom meio sombrio, mas também saudosista — costumam afirmar: “Tempo houve

em que, sob a beleza das estrelas e da Lua, os vizinhos se conheciam melhor e palestravam cordialmente, de noite a noite; crianças corriam lépidas, ora atrás de uma bola, num velho campo de pelada, ora dela esquivando-se, quando reunidas no jogo do baleado. Havia sorrisos francos, flertes e hora certa para o namoro. Havia pureza num olhar e honra num fio de bigode.

Certamente que o homem tem que dosar suas ações, buscar o equilíbrio entre a razão e o coração, o que, sem dúvida, reside na observância da palavra de Deus, sua bússola única na longa estrada da vida. Que Deus ilumine o caminho da Humanidade.

*Pombalense, Juiz de Direito da 5ª Vara Cível da Capital.

domingo, 17 de abril de 2011

Paulo Abrantes de Oliveira*

Em 2010, Jerdivan Nóbrega lançou juntamente com Ignácio Tavares, o livro de sucesso “Em algum Lugar Chamado Pombal” – na Festa do Rosário – para se consagrarem entre os melhores cronistas da história de Pombal. Publicadas em diversos jornais da Capital e no Blog de Clemildo Brunet, suas crônicas ganharam fama pela defesa do patrimônio histórico de Pombal, ora com críticas leves, ora mais incisivas, revelando-se um escritor contumaz, vigilante, de uma verve àcida, maledicente, contra os predadores da cultura, dos prédios públicos, sem nunca esconder essa qualidade de ninguém em sua terra natal.

Pensei que ia demorar a vir outro lançamento. Em 2011, eis que surge em minhas mãos, uma deferência especial do autor, os originais do romance “A Saga da Cabocla Maringá”. Li-o atentamente, dando um longo passeio em outras épocas e lugares, lá pelo século passado, onde a seca castigava impiedosamente o nosso sertão, avistando-se levas de retirantes vagueando pelas estradas vicinais, mas neste cenário, nunca desapareceria a saga divina do amor. Nele encontramos detalhes de linguagem bem trabalhada, claras, leves, típicas de nossa região que prende o leitor do começo ao fim para ver o desfecho final.

E Maringá de onde veio? Para onde foi? Quem flechou seu coração? São tramas de entusiasmo que envolve o leitor. É sem dúvida um romance regionalista, em especial devotado a nossa terra Pombal, uma história de ficção ou realidade, que merecia há muito ser escrita. Uma tarefa difícil de escrever, pela qualidade de pesquisa histórica que envolve o romance.

“A Saga da Cabocla Maringá,” é um romance palpitante, narrado em um cenário natural austero e uma investigação acurada sobre o processo da seca e diferença entre as classes sociais para provocar emoções superlativas. Não vou detalhar a trama para não perder a graça. Resta-nos aguardarmos o seu lançamento, pois antevejo como mais um sucesso para os filhos de Pombal. Esse Romance vai dá o que falar... Parabéns Jerdivan, você merece todas as homenagens, por mais um brinde cultural a Terra de Maringá.

*É engenheiro civil e escritor pombalense.
Dona Maria de Jesus
Morreu na manhã deste sábado (16) na cidade pernambucana de Serra Talhada, a Sra. MARIA DE JESUS GUEDES MEDEIROS, viúva do Sr. Severino Nóbrega de Medeiros. Dona Maria de Jesus como todos a conheciam, era a mais antiga comerciante de Pombal - PB, proprietária da CASA BORBOREMA.

Ela se encontrava na casa de seu filho Paulinho em Serra Talhada quando veio a óbito. Seu corpo foi trasladado para Pombal. Está sendo velada em sua residência a rua Cel. José Avelino em frente à Câmara Municipal.

Em 1946 – A CASA BORBOREMA iniciou suas atividades no comercio varejista de miudezas. 29 anos sob a regência de Severino. Com seu falecimento, ela e os filhos permaneceram no comercio, completando 35 anos de atividades o ano passado. A CASA BORBOREMA desde o início funcionava na Rua Juarez Távora, em meados dos anos 80 foi transferida para a Rua Argemiro de Sousa onde se encontra até hoje.

Aos filhos: Sonia Medeiros, Carlos Medeiros, Paulinho Medeiros e demais familiares, externamos o nosso mais profundo pesar pela perda irreparável da nossa estimada e querida amiga dona MARIA DE JESUS GUEDES MEDEIROS.

SEPULTAMENTO:
Após a missa de corpo presente na capela do antigo Colégio Josué Bezerra às 10 da manhã deste domingo (17), sob comoção e grande acompanhamento o cortejo fúnebre seguiu para o Cemitério Nossa Senhora do Carmo, onde se deu o sepultamento.
Pombal, 17/04/2011
CLEMILDO BRUNET - RADIALISTA

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Clemildo Brunet
CLEMILDO BRUNET*

“O que ensina esmere-se no fazê-lo” (Paulo, apóstolo)

Este 15 de abril é motivo de regozijo e prazer para família e amigos do nosso estimado Doutor e Professor JOSÉ CEZÁRIO DE ALMEIDA. Nesta data no ano de 1964, nascia no sítio Madruga, hoje distrito de Cajazeirinhas, essa figura ilustre, que mais tarde com o passar dos anos, tendo se esmerado na escola do saber e do conhecimento, é destaque hoje nas colunas sociais, no meio universitário e benquisto por todos. A relevância está no fato de ser um dos mais expressivos expoentes de inteligência e sapiência.

Esse menino pródigo, filho de José Garrido de Assis e Neuza Cezário de Assis, sendo o primogênito de uma prole de três filhos, tais como José Cezário de Assis e José Edson Cezário de Assis, como se pode ver os três com o prenome José, veio de uma tradição. Era costume da época, pois sua mãe fizera uma promessa que pelo menos no prenome, todos tivessem o nome do pai.
José Cezário de Almeida
Ainda criança Cezário recebeu as primeiras orientações escolares na zona rural. Em 1974 veio para Pombal continuar seus estudos ficando hospedado na casa de uma de suas irmãs filha de seu pai, fruto do primeiro casamento. Seu José Garrido era viúvo quando se casou com dona Neuza ainda adolescente com apenas 14 anos. Ele trouxe em sua companhia cinco filhos: Manoel Cavalcante de Assis, Geraldo Cavalcante de Assis, Maria Aparecida de Assis Gomes, Francisco Cavalcante de Assis e Ana Cavalcante de Assis.

Havendo estudado a quarta e quinta série no antigo ginásio Diocesano, Cezário terminou o ensino fundamental no Colégio Josué Bezerra através de uma bolsa de estudo que seu pai conseguira com o Deputado Francisco Pereira. Orientado pela Poetisa e Professora Cessa Lacerda, conquistou o prêmio de melhor redação escolar na oitava série. Justamente nesse período, Cezário de Almeida se submeteu a um teste de locutor no Serviço de Alto Falantes “Lord Amplificador” do qual eu era diretor-proprietário, tendo sido classificado e aceito para exercer a função de locutor no som direcional da comunicação.

Clemildo e Cezário
Após dois anos no “Lord Amplificador”, foi estudar na Escola Agrícola de Bananeiras onde concluiu o Curso Técnico em Agropecuária, nesse meio tempo exerceu atividades radiofônicas na Rádio Integração do Brejo entre 1982/1984. Regressando a Pombal a meu convite, foi admitido aos quadros de radialistas da Rádio Maringá AM de Pombal, como editor de radio- jornalismo e apresentador de programas da emissora. Ao mesmo tempo em que trabalhava na Rádio Maringá prestava relevantes serviços como professor, contratado que era do Estado, lecionava na Escola Estadual “Arruda Câmara” de Pombal.

Firmado nos dois empregos e com a flecha do cupido atravessando o coração, rendeu-se aos encantos de sua namorada - Francisca Feitosa Soares de Almeida, “Nenem” logo estabelecendo o noivado que durou cerca de três anos para o casamento. Da união de ambos nasceram cinco filhos: Thiago Cesar, Thalita Sevia, Thales Hieron, Thalia Denise e Thayane Dayse, suas maiores heranças, como ele gosta de dizer. A assertiva procede da palavra de Deus. “Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” Sl 127:3.

Após dez anos de militância na radiofonia, Cezário abre uma casa comercial no ramo de material de construção ao mesmo tempo em que continua com suas atividades no magistério. Após cinco anos deixa o comercio e entrega a sua esposa “Nenem”, a responsabilidade de administrar os negócios, cuja casa comercial acha-se localizada hoje em um edifício bonito no centro de Pombal, com a inscrição “Cezário Construções”.

Cezário então resolveu ir em frente dando continuidade aos seus estudos. Seu “Curriculum Vitae” não mente:

Biólogo, Curso de Ciências Hab. em Biologia pela Universidade Federal da Paraíba, Campus de Cajazeiras (1999). Especialista em Pesquisa (2001); Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal da Paraíba (2002), com aprovação em caráter de distinção e louvor e Doutor em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco (2005), área de concentração Microbiologia, com tese aprovada com distinção e louvor. Concluiu o Curso Técnico em Agropecuária na Escola Agrícola de Bananeiras - PB (1983).

Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal de Campina Grande, nos Cursos de Medicina, Enfermagem e Biologia, Campus da UFCG - Cajazeiras. Foi professor de Técnicas Agrícolas da Escola de Ensino Fundamental e Médio “Mons. Vicente Freitas” de Pombal (1984). Foi professor do Ensino Médio da Escola estadual “Arruda Câmara” de Pombal (1985-1990). Foi professor, Vice-Diretor e Diretor em Exercício do Colégio Josué Bezerra de Pombal (1991-1990). Foi professor e Chefe de Departamento da Faculdade de Agronomia de Pombal (2002-2004). Tem experiência acadêmica na área de Microbiologia, com ênfase em Micologia e Bacteriologia, atuando principalmente nos seguintes temas: controle biológico, genética de microrganismos, biologia molecular, biotecnologia, morfologia e fisiologia de microrganismos.

Coordenador e orientador de projetos de Pesquisa, Extensão e Ensino, Coordenador do Programa de Monitoria da UACV/UFCG (2009), Coordenador de Pesquisa e Extensão da UACENe da UACV / CFP / UFCG, Presidente de várias comissões de concursos públicos para a carreira do magistério superior, presidente da comissão de elaboração, criação e instalação do Curso de Medicina do Campus de Cajazeiras (2005-06), membro efetivo da Comissão do Vestibular COMPROV/UFCG (2006-2009).

Recebeu o título de melhor professor de 2007 e 2009 do CFP/UFCG pela imprensa Cajazeirense, membro efetivo do Colegiado do Curso de Enfermagem CFP/UFCG, Membro da equipe de Projeto CT-INFRA com projeto aprovado (2007-08), Líder do Grupo de Pesquisa Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável do Semi-Árido - GPA; membro da equipe de pesquisadores em Biotecnologia (RENORBIO) coordenado pelo Prof. Dr. Thales Barbosa Granjeiro (UFC), com Projeto aprovado junto ao CNPq (2007-2009), visando o potencial de genes de Chromobacterium violaceum em Biotecnologia, Presidente do Congresso III Encontro de Biologia e do I Simpósio Paraibano de Meio Ambiente (2009).
Atual Diretor do Centro de Formação de Professores - Campus de Cajazeiras/UFCG (2010-2013).

Parabéns Dr. Cezário, feliz aniversário!

Pombal, 15 de abril de 2011
*RADIALISTA
Contato: brunetco@hotmail.com
Twiter.com/ClemildoBrunet
Web. www.clemildo-brunet.blogspot.com

domingo, 10 de abril de 2011

Maciel Gonzaga
Maciel Gonzaga*

A sociedade brasileira vive momentos de perplexidade diante do atual sistema penal. De um lado temos o avanço desenfreado da violência a exigir como forma de se combater o aumento das penas e de outro a superpopulação carcerária a impor ao Estado a adoção de penas cada vez menores para desafogar as prisões. No Brasil, toda vez que ocorre um fato de relevo acarretando a alteração da estrutura constitucional do país, necessariamente as mudanças legislativas se fazem sentir, especialmente na esfera das leis penais. Daí surgem as idéias legislativas de conter-se o crime com a elevação das penas.

Estamos construindo nos dias atuais uma legião de futuros marginais que, são os chamados menores de rua. Cidades pequenas, outrora pacatas, agora vivem cheias de mendigos e crianças abandonadas à própria sorte. Obrigando o próprio Judiciário, sem recursos e sem meios, a ocupar o lugar do Executivo na proteção dos direitos da criança e do adolescente. O que essas crianças estão aprendendo atualmente? Somente o crime. Para os meninos são os pequenos furtos, o cheiro da cola de sapateiro que se transformarão em breve em assalto a mão armada e em tráfico de drogas pesadas. Para as meninas o caminho sombrio da prostituição. Não há salvação dentro da atual conjuntura. De logo, podemos afirmar que se não for tomada uma atitude séria e corajosa, mais grave a situação se tornará no futuro.

É de se perguntar: A solução para a criminalidade brasileira está na simples mudança legislativa? No nosso humilde entendimento, não é a ameaça de penas graves que previne a prática de crimes, mas, sim, a punição. A chaga da criminalidade não é a pena branda, é a impunidade. Essa idéia da impunidade como um mal social remonta de longas datas. Aliás, a idéia da pena severa como solução de todos os males sofre sérias críticas e caminha para o seu abrandamento, cujos maiores precursores, podemos dizer, foram: Cesare Bonesana - Marquês de Beccaria, que em 1764 publicou “Dei delitti e delle pene”, e John Howard que após ser preso por um corsário francês em 1775, escreveu em seu “State of prisions” que o sistema carcerário deveria ter: Higiene e alimentação; Disciplina distinta para os detentos e os condenados; Educação moral e religiosa; e Sistema celular abrandado.

Podemos concluir que hoje é necessária não só a reforma do Código Penal, mas também do Código de Processo Penal, ambos, em alguns aspectos, defasados diante da transformação ocorrida na sociedade e tendo em vista a nova ordem constitucional vigente. É evidente que o ideal seria uma reforma total, completa, que propiciasse uma harmonia absoluta no sistema processual penal, mas, como sabemos, talvez isso não seja possível. Então, poderia se adotar o mesmo procedimento realizado na alteração do Código de Processo Civil, ou seja, uma reforma dividida em capítulos, para permitir uma rápida tramitação legislativa que não fique emperrada em dispositivos polêmicos. E como primeiro passo importante seria acabar com o indiciamento nos inquéritos policiais; desburocratizar a prisão em flagrante; simplificar o julgamento pelo Tribunal do Júri, quando os jurados deveriam responder apenas se o réu é culpado ou inocente, acabando-se com todas aquelas perguntas muitas vezes desnecessárias e confusas; trazer para o Código Penal a legislação extravagante relativa aos crimes contra a ordem tributária, pois facilitará o trabalho dos operadores do Direito. Esta é a nossa humilde sugestão.

*Jornalista, Advogado e Professor. Natal – RN.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Clemildo Brunet
CLEMILDO BRUNET*

Quem nasce poeta já nasce feito, assim aconteceu com Espedito Abrantes. Ninguém precisou ensinar-lhe como delinear a arte da poesia, pois ela, a “poesia”, foi despertada em seu âmago no momento em que descobriu sua verve de poeta; começou a transvazar-se, fluindo de si, vindo nos anos seguintes, decantar sua alma do sedimento das paixões.

Mais tarde se viu envolvido em outra atividade artística. Seus poemas, que o fizeram despontar para artes plásticas “pintura”- técnica mista sobre telas, óleo sobre tela e acrílica sobre tela, emoldurado no surrealismo e no impressionismo sem ter frequentado escola do gênero, pois na poesia ele tem descendências poéticas, porém, nas artes plásticas não tem conhecimento próximos de realizações nesse sentido. 
Pintura de Espedito Abrantes
Poeta e artista plástico, Espedito Abrantes, de sua lavra produziu cerca de 200 poemas e das artes plásticas um acervo de 25 telas. Seus quadros foram apresentados em quatro exposições, das quais, três em Pombal e uma na Agência da Caixa Econômica Cabo Branco em João Pessoa, ocasião em que várias telas foram vendidas. Seu trabalho foi publicado nas primeiras páginas do caderno cultural dos jornais O Norte e Correio da Paraíba onde foi elogiado por vários críticos da área, presentes ao evento.

A escritora e poetisa pombalense Mª do Bom Sucesso de Lacerda Fernandes que faleceu cerca de 20 dias antes de Espedito, foi quem prefaciou o livro “Plectro” primeiro trabalho literário poético de Espedito Abrantes. Ela escreveu: “Espedito Abrantes é mais um pensador que desfila no palco da literatura paraibana e pombalense como um arco-íris de colorido multicor, emoldurando os passos dos seus sonhos transformados em poesia”... ( Pág. 7.)

“Plectro”- Palavra esquisita para título de um compêndio e de difícil pronúncia, entretanto, em sentido figurado significa: Inspiração Poética; poesia. (Aurélio).

Espedito Abrantes
Natural da cidade de Sousa, Espedito Joaquim de Abrantes, nome de batismo, filho de Joaquim José de Abrantes e Cecília Abrantes Lourenço, nasceu no dia 05 de abril de 1954, casado com Geralda Lúcia Garcia de Abrantes. Nasceram quatro filhos: Tatiana Cecília, Eugênia Dirci, Hyssa Larissa e Philip Ramom.

Cursou o ensino fundamental no antigo Colégio Diocesano. Concluiu o ensino médio na Escola Estadual “Arruda Câmara” de Pombal, cidade em que fixou residência desde 1965. Durante dois anos foi Presidente do Centro Cívico da referida escola. Fez parte do grupo de Teatro Amador de Pombal-GRUTAP, onde com outros amigos encenou a Paixão de Cristo, Duda Matraca e outras. Participava também como um dos editores de textos.

Em 1982 concluiu o Curso de Licenciatura em Ciências na UFPB em Cajazeiras. Graduou-se em Economia pela Fundação Francisco Mascarenhas da cidade de Patos e fez pós graduação em Gestão Ambiental para o Semi-árido pela UFCG. Ex-funcionário do PARAIBAN onde trabalhou em três cidades, Bonito de Santa Fé, Pombal e Coremas, durante treze anos, em dez dos quais ocupou o cargo de gerente do setor rural e em três, o de gerente geral adjunto.

No exercício da atividade política foi vereador por dois mandatos consecutivos- 1997/2000 e 2001/2004, tendo apresentado vários projetos importantes para o Município de Pombal, beneficiando deste modo a população. Foi um dos fundadores da Faculdade de Agronomia (FAP) e Ciências Contábeis (FCCP) de Pombal, havendo sido nomeado para o cargo de diretor da Faculdade de Ciências Contábeis em outubro de 1997, por decreto do então bispo diocesano de Cajazeiras Dom Matias Patrício.

Sendo eleito para o mesmo cargo pela comunidade acadêmica da referida faculdade em 2002; homologado que foi pelo o atual bispo diocesano Dom José Gonzales Alonso, presidente da Fesc, fundação a qual pertencia a FCCP. Espedito Abrantes, foi um dos grandes lutadores e incentivadores a favor da criação e instalação de uns Campi Universitários para a cidade de Pombal. Esse era um dos seus sonhos; seu contributo foi tão forte, que hoje ninguém se atreveria falar de faculdade para Pombal sem o seu nome ser lembrado ou mencionado.

Espedito Abrantes foi também Secretário adjunto da Secretaria de cultura, meio ambiente e esporte, diretor da Casa da Cultura “Senador Ruy Carneiro”, Presidente e vice-presidente da associação comunitária rural de Maria dos Santos, localidade em que veio a falecer no dia 13 de março de 2011.

O poeta antes de tudo é um sonhador, Espedito Abrantes não era diferente, como sertanejo soube enfrentar as agruras da vida. Sofria calado, retrai-se ao silêncio, isolava-se, não exigia nada, era solitário, porém, extraia dele mesmo o que estava em suas emoções e pensamentos e de modo mais singelo que o poeta sabe fazer a – POESIA!

Plectro – Espedito Abrantes

Vou às nuvens em sonho
Visito a lua entre ruínas
Verso a imaginação menina
Para calçar a rua
Do meu plectro literário.
Faço dos sonhos a sorte
Quando sonho a vida
Quando sonho a morte!

No afago dos dedos, só medo!
Não sou mágico, não tenho segredo!
É só apertá-lo e sentir
As palavras a caminho.

Sou prisioneiro do meu plectro
No imaginário busco o cosmo
Para sentir o sabor do complexo
Que navega nas imensas lágrimas
De todos os olhos anexos.

Pombal, 07/04/2011
*RADIALISTA
Contato: brunetco@hotmail.com
Twitter @clemildobrunet
Web. www.clemildo-brunet.blogspot.com

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O âncora do programa "Liberdade Notícia" e editor de postagem do site da Radio Liberdade 96 FM, radialista Naldo Silva (Foto) destacou o Artigo "LIGA NORTE-RIOGRANDENSE: UM HOSPITAL DE REFERÊNCIA EM RADIOTERAPIA NO BRASIL" como o que mais teve acesso no Site da Rádio Liberdade96Fm. Veja a matéria:

 Publicado há um ano, Artigo de Clemildo Brunet sobre hospital de Câncer ultrapassa 32 mil acessos e é o mais lido do site

QUI, 07 DE ABRIL DE 2011 07:17 NALDO SILVA ARTIGO

Qual o motivo do número elevado de acessos a um “simples” Artigo?

Essa é a pergunta de alguns internautas, que acessam o portal da LIBERDADE 96 FM, ao se depararem com o link “Top + Lidas” e verificarem que o texto escrito pelo Radialista Clemildo Brunet, no dia 07 de abril de 2010, para comemorar o dia Mundial da Saúde, bateu todos os recordes de visitas e já ultrapassou a marca dos 32 mil acessos, o que dá uma média diária de 88 visualizações.

A resposta pode estar no brilho do texto, além do tema do assunto abordado.

Com o título “Liga Norte Rio-Grandense: Um Hospital de referência em Radioterapia no Brasil” (clique aqui para reler), http://www.liberdade96fm.com.br/noticias/colunistas/clemildo/901-novo-artigo-liga-norte-rio-grandense-um-hospital-de-referencia-em-radioterapia-no-brasil.html
Clemildo elenca as condições do hospital e declara: “É um lugar que poderia parecer um ambiente triste, pois abriga em seu seio o binômio vida-morte; no entanto causa admiração, tornando-se alegre na forma do atendimento dispensado a quem vai à procura da saúde”.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ignácio Tavares (Foto)
POR IGNÁCIO TAVARES*

Foi-se aquele bom tempo em que no centro de Pombal, mais precisamente nas mediações do mercado central, localizava-se a maioria das casas comerciais e pequenas industrias de alimentos.

Fora desse setor não existia comercio, salvo as bodegas localizadas em algumas poucas ruas mais afastadas do centro da cidade.

Cafés, bares, padarias, hotéis restaurantes, armazéns de cereais, açougue, alfaiatarias, casas de tecidos e confecções, entre outras atividades comerciais que davam vida, movimento ao chamado centro comercial da cidade.

Os cafés eram a grande atração. O café de Maria Joana era conhecido pelo doce de leite, cocada de leite e pão-de-ló. Não obstante a irreverência da dona do café, o local era bastante freqüentado por fregueses assíduos.

O café de Sinhá, esposa de Antonio Carrasco oferecia bolo de batata, de milho, cuscuz com leite, coalhadas, queijo assado na grelha, entre outras iguarias de sabores diversos.

O café de Miranda concorria com Sinhá e Maria Joana ao oferecer os mesmos produtos, com destaque para cocada de leite com pão quente, doce de coco, pamonhas, canjicas, iguarias bastante procuradas pelos apreciadores de um bom repasto fora de casa.

Mas, a grande atração da área era mesmo a Padaria Vitória de propriedade do saudoso Napoleão Brunet de Sá. Produzia e vendia pães de boa qualidade, sobretudo, quentinhos feitos na hora ao gosto dos fregueses.

A Padaria vendia-se de tudo. Era uma casa comercial bem sortida de atendimento solícito o que a fazia mais procurada da cidade. Se chegasse com dinheiro comprava.

Da mesma forma, se não tivesse o vil metal, a casa oferecia o credito em caderneta para ser pago quando o freguês pudesse. Nesse tempo esse tipo de crédito podia porque não existia inflação.

Assim sendo, ninguém saia da casa comercial de seu Napoleão de mãos abanando, como se costumava dizer naquela época.

Entre todos os produtos vendidos na Padaria Vitoria havia um que era a alegria da meninada. Era a bolacha peteca. Redonda, pequenininha, crocante, de sabor agradável. Hoje, não se fabrica a bolacha peteca como aquela de antigamente.

O padeiro preferencial do senhor Napoleão era Sebastião Monteiro, bastante conhecido na cidade por ser um exímio mestre na arte de fazer pães e bolachas.

Este era o segredo do sabor agradável da bolacha peteca da Padaria Vitória, posto que, só quem sabia da fórmula e o ponto ideal para o produto ir ao forno era Sebastião Monteiro.

Eu disse que a bolacha peteca era a alegria da meninada. Era isso mesmo. Naquela época a gente estudava no Grupo Escolar João da Mata. Cada um levava o lanche numa sacola com um bordado em alto relevo onde se lia o nome do aluno e a palavra “lanche”.

No decorrer das aulas, havia uma hora determinada para o lanche. Na sala de aula cada aluno pendurava a sacola ao lado da carteira, inteiramente desatento, sem perceber que por trás, vez por outra, aparecia um ladrãozinho de lanche.

A grande maioria levava na sacola um punhado de bolacha peteca, a exceção dos mais abastados que levava queijo com goiabada, pão com nata ou manteiga da terra, entre outros tipos de lanches mais refinados.

No horário determinado, uma campainha tocava e a professora nos avisava: é hora do lanche. Alguém gritava: professora pegaram minhas bolachas peteca!

Neste caso havia uma contra ordem: não sai ninguém enquanto não se descobrir quem foi esse engraçado que pegou as bolachas peteca de fulana de tal.

A reclamação era geral. Outros alunos queixavam-se que alguém enfiou a mão nas suas sacolas. Começava o interrogatório, cujo foco era aqueles alunos que não levavam lanches.

A professora iniciava o interrogatório: ei, Ribinha, está ai muito calado não é? Ora professora tanta gente aqui sem lanche a senhora se engraçou de mim? E você Benone, irmão de Ribinha, de que é que está rindo?

Ora, Professora estou rindo porque todo mundo está olhando pra mim.Não tenha nada a ver com essa história de bolacha peteca. Essa não! Respondeu Benone.

Como nada se descobria a professora autorizava a saída de todo mundo. Formavam-se grupos de três e mais alunos ou alunas, apesar do converseiro, ao longe dava pra escutar o troc, troc, troc, troc, da mastigação das bolachas peteca.

Novamente a campainha tocava desta vez para retornarmos a sala de aula mesmo ainda a mastigar as últimas deliciosas bolachas peteca.

Foi esse o bom tempo em que a bolacha peteca, crocante, de sabor agradável, marcou presença em nossas vidas, graças a habilidade do padeiro Sebastião Monteiro e ao caprichoso proprietário da Padaria Vitória o saudoso Napoleão Brunet de Sá.


Napoleão Brunet (Foto)

Das boas lembranças ninguém esquece. Preservo na memória a imagem nítida do senhor Napoleão Brunet. Um homem forte, conversador, sobretudo elegante nas palavras e nas ações.

Foi um homem respeitável como cidadão do bem, ainda, pelos relevantes serviços prestados à nossa comunidade como dedicado produtor dos pães e da bolacha peteca nossa, de cada dia.

João Pessoa, 04 de Abril de 2011

*Escritor Pombalense.
Contato: itavaresaraujo@yahoo.com.br
Severino Coelho

Para analistas, parentes são coronéis do século 21

Estudiosos da política paraibana avaliam que predomínio de famílias revela “neocoronelismo urbano”, uma situação que atrasa o desenvolvimento do estado

Edson Sardinha e Renata Camargo

O terno de linho branco e os sapatos claros deram lugar ao terno de microfibra e aos sapatos escuros. O velho cavalo foi substituído pelas centenas de cavalos dos carros de luxo. Em vez do alpendre da casa grande, o palco dos encontros políticos agora são os palácios oficiais. O velho coronelismo, que vigorou do século XIX até o início dos anos 1930, pode ter se perdido em alguma imagem desbotada do passado. Mas ainda persiste em cores vivas na forma de fazer política país afora, sobretudo, no Nordeste, onde predominou.

É essa força que explica o fato de 14 dos 15 representantes da Paraíba terem parentes com mandato político, na avaliação de três estudiosos da história política paraibana ouvidos pelo Congresso em Foco: o promotor de Justiça e escritor Severino Coelho Viana, o historiador e professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Paulo Giovani Antonino Nunes e o jornalista e analista político Biu Ramos.

“O coronel de hoje é um ‘galã de cinema’, que frequenta hotéis cinco estrelas, mas que no meio do povo age completamente diferente. Ele tem dupla personalidade. Uma coisa é quando ele se apresenta ao Congresso fazendo discurso, muitas vezes escrito por assessoria, como defensor da liberdade de imprensa e de expressão. Mas isso é da boca para fora, liberdade só interessa a ele enquanto não atinge o seu reduto político”, diz Severino Coelho, autor do livro A Vida do Cel. Arruda, Cangaceirismo e Coluna Prestes, entre outros.

Chicote aposentado

Na avaliação de Severino, o coronelismo mudou de roupa, trocou o meio rural pelo urbano e ganhou novo palanque com os veículos de comunicação, principalmente, as emissoras de rádio e TV, quase sempre vinculadas a políticos. Mas, para o promotor de Justiça, o velho mandonismo persiste. “Modificou o estilo, mas continua a existir. Não vemos mais o chicote, a carabina e o mandão direto. Mas ele atua de forma camuflada, com a compra de voto, com a oferta de emprego e remédio. Apenas o coronel de 1930 não é o mesmo do início do século 21.”

O coronelismo, lembra Severino, era baseado no tripé terra, família e agregados. Desses três componentes, a família é o que se manteve mais fiel às origens. “A terra já não tem mais aquele poder econômico que tinha nos anos 30. Hoje eles têm outra forma de conquistar, nas fábricas, nas empresas, nas rádios. Os agregados, que viviam em suas terras, hoje são os ajudantes, gente que serve para tudo. A família persiste, acima de tudo, para defender seus próprios interesses”, afirma. “É o carreirismo político, comparável com o coronelismo. Só era eleito aquele que era de sua família ou tivesse parentesco muito próximo”, acrescenta.

“Familismo”

Professor da UFPB, Paulo Giovani também considera a repetição de sobrenomes políticos no estado um resquício do coronelismo e das oligarquias que se revezaram no comando da região na primeira metade do século passado. “No sentido mais clássico de coronelismo, a oligarquia é uma questão superada. Estamos falando mais de um neocoronelismo urbano”, afirma.

O professor explica que as oligarquias remontam a um período em que o Brasil era mais agrário que urbano, o voto não era secreto, as pessoas tinham pouco acesso a informação e o Estado praticamente inexistia. “O sobrenome ainda é determinante na Paraíba. O ‘familismo’ na política paraibana deixa pouco espaço para quem é de fora. Os parentes sempre se reproduzem na vida pública”, avalia o historiador.

Para ele, a prática de eleger várias pessoas de uma mesma família tem mais força no Nordeste por causa da fragilidade da economia local e da dependência da população em relação ao Estado. “A Paraíba é pobre, muito dependente do setor público. As pessoas se valem muito da cultura do empreguismo. Esse pessoal não é derrotado por causa da necessidade que as pessoas têm do Estado”, acrescenta o historiador.

O professor observa que, mesmo quem não vem de família de político, acaba recorrendo à prática de preparar herdeiros. Isso acontece, por exemplo, com o senador Wilson Santiago (PMDB-PB), que ajudou Wilson Filho (PMDB-PB), de 21 anos, a conquistar uma vaga na Câmara, e o deputado Wellington Roberto (PR-PB), que trabalhou pela eleição do filho Caio Roberto (PR) como deputado estadual.

“As famílias de políticos atendem à sua clientela. Em vários casos, beneficiam-se do poder público, o que, em certo sentido, pode atrasar o desenvolvimento do estado. Falta uma visão mais modernizante de Estado”, avalia.

Caras novas, velhas práticas

Com a experiência de quem acompanha os bastidores da política paraibana há mais de 50 anos, o analista político Biu Ramos diz que a atual bancada apenas repete a prática recorrente das últimas cinco décadas. “Os métodos que eles utilizam para fazer política são os mesmos de 50 anos atrás. Não mudou nada”, critica.

Para o jornalista, parte da culpa é do eleitor que pouco se interessa pela política e ainda vota em troca de dinheiro, emprego e favores ou na base da simpatia. “O eleitor nordestino, em sua maioria, é analfabeto, não sabe votar, não presta atenção nos programas de radio e TV durante o horário eleitoral. É muito desinteressado e não apreende a mensagem dos políticos”, considera.

Repórter com passagens pelos principais veículos da Paraíba, ex-correspondente do Jornal do Brasil, da Folha de S. Paulo e da revista Veja no estado, Biu Ramos diz não ver espaço para mudanças. “Estou me afastando do jornalismo político, não tenho mais esperança. A cada ano que passa, é uma decepção, um retrocesso na representação política da Paraíba. O grande responsável por esse retrocesso foi o golpe militar de 1964, que impediu o surgimento de novas lideranças”, reclama.

Esperança

O promotor e escritor Severino Coelho e o professor e historiador Paulo Giovani são menos pessimistas. Para Severino, é preciso ter paciência porque o processo de mudança é lento. “Isso não pode ser erradicado de uma só vez. Houve, em alguma medida, uma mudança cultural devido à liberdade de expressão e a uma maior consciência política, com o crescimento das pessoas com nível universitário. Hoje o pai, por exemplo, não manda mais no voto do filho. Existe alguma liberdade de escolha”, afirma o promotor.

Paulo Giovani diz que a eleição em outubro do governador Ricardo Coutinho (PSB) - que não vem de uma família de políticos, mas dos movimentos sociais - pode sinalizar o começo de uma transformação. Para se eleger, no entanto, ele recebeu apoio de famílias tradicionais na política local – como os Morais e os Cunha Lima, no segundo turno. “Temos a expectativa de ver se ele vai romper com essa cultura. Até aqui, ele não lançou nenhum parente na política”, diz o professor da UFPB.

Transcrito do Congresso em Foco em 04-04-2011.

sexta-feira, 1 de abril de 2011


QUEM É QUEM NESTA FOTO?

Noivado de meu irmão Claudio Brunet de Sá (in memoriam), década de 60 - Quem estava presente?

Mixuruca (escorado no rádio), Véi de Chiquinho Formiga, Quinha de Zuza Nicácio, Pedoca Junqueira, Passinho, João Brunet (pai da noiva), Sinhazinha (mãe do noivo) , Cláudio e Tereza (os noivos), Diva Urtiga de Dona Detinha, Maria Brunet, Dona Perpétua, João Alberto (irmão da noiva), Clovis meu irmão e eu por trás de óculos escuro.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

A IMPORTÂNCIA DO COMPLEXO CUREMA-MÃE D’ÁGUA: CONSIDERAÇÕES HISTÓRICAS E SOCIOECONÔMICAS

Emmanoel R. Carvalho Professor Emmanoel Rocha Carvalho aborda importância do complexo Curema-Mãe d’Água. Artigo publicado em versão alg...

Quem sou eu

Minha foto
CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

Postagens mais populares

Barra de vídeo

Loading...

EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CLIQUE NO PLAY E OUÇA A ENTREVISTA.

COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!