CLEMILDO BRUNET DE SÁ

Adeus 2016

Onaldo Queiroga
Onaldo Queiroga*

Encerra-se mais um ano, mais um período de nossas vidas. É hora do adeus ao ano de 2016 e logo estarão adormecidos seus acontecimentos bons e ruins. Perdemos entes queridos que nos deixaram saudades, muitos sonhos também ficaram pelo caminho, mas alcançá-los todos de uma só vez não seria razoável, já que eles são combustíveis que impulsionam nossas vidas.
O fim de um ano marca o encerramento de um ciclo, de mais uma etapa de nossas vida, onde suportamos tristezas, perdas e
decepções. Mas é diante da dor que devemos apreender a lição de Emmanuel que nos ensina: “Não bastará sofrer. É preciso aproveitar o concurso da dor, convertendo-a em roteiro de luz. A esperança é a filha dileta da Fé. Ambas estão, uma para a outra, como a luz reflexa dos planetas está para a luz central e positiva do sol”.
Nunca se falou tanto sobre desarmonia familiar, drogas e crimes. O certo é que Deus nos ensinou o caminho do bem, mas se preferimos a destruição da natureza, irracionalmente estamos destruindo a nossa própria existência. 2016 foi um ano como os outros, de desastres, perdas e desencantos profundos diante da corrupção, mas, inegavelmente que serviram e servem para mostrar o caminho correto a ser seguido.
Não podemos negar que vivemos momentos de alegria e novas amizades. Tudo serviu para renovarmos a fé, a esperança e o amor. Devemos ser como os sábios: que compreendem as incompreensões, que entendem e sabem conviver com os desentendimentos, e que na escuridão do materialismo acedem a luz espiritual para guiá-los ao encontro da paz.
Adeus 2016, que venha 2017 e com ele a consciência de que com solidariedade e fé teremos condições de mudar e abraçarmos a paz. Que Deus tenha paciência e continue a iluminar o homem!
*Juiz de Direito e Escritor pombalense

onaldoqueiroga@oi.com.br

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