sábado, 31 de outubro de 2009

Pastor Claudio Alves da Silva (Foto)
O QUE FOI A CONTRA-REFORMA?
Preocupados com os avanços do protestantismo e com a perda de fiéis, bispos e papas reúnem-se na cidade italiana de Trento (Concílio de Trento) com o objetivo de traçar um plano de reação. No Concílio de Trento ficou definido: 1. Catequização dos habitantes de terras descobertas, através da ação dos jesuítas;2. Retomada do Tribunal do Santo Ofício - Inquisição: punir e condenar os acusados de heresias;3. Criação do Index Librorium Proibitorium (Índice de Livros Proibidos): evitar a propagação de idéias contrárias à Igreja Católica. “Sob a Lei do Santo Ofício, ou da Santa Inquisição, a Igreja Católica Romana ao longo da sua história matou milhares de crentes protestantes que tinham aceitado a Jesus como salvador”.
UM POUCO DA HISTÓRIA DE MARTINHO LUTERO
O monge alemão Martinho Lutero foi um dos primeiros a contestar fortemente os dogmas da Igreja Católica. Afixou na porta da Igreja de Wittenberg (Na Alemanha) as 95 teses que criticavam vários pontos da doutrina Católica Romana.
As 95 teses de Martinho Lutero condenava a venda de indulgências. De acordo com Lutero, a salvação do homem ocorria pelos atos praticados em vida e pela fé. Embora tenha sido contrário ao comércio, teve grande apoio dos reis e príncipes da época. Em suas teses, condenou o culto a imagens e revogou o celibato. Martinho Lutero antes de se tornar um crente na Pessoa do Senhor Jesus; o mesmo foi monge e teólogo Católico Romano.
31 DE OUTUBRO DE 1.517 – DIA DA REFORMA PROTESTANTE
Dia 31/10/2009 – Comemorou-se os 492 Anos da Reforma.
O processo de reformas religiosas teve início no século XVI. Podemos destacar como causas dessas reformas: abusos cometidos pela Igreja Católica e uma mudança na visão de mundo, fruto do pensamento renascentista.
A Igreja Católica vinha, desde o final da Idade Média, perdendo sua identidade. Gastos com luxo e preocupações materiais estavam tirando o objetivo católico dos trilhos. Muitos elementos do clero estavam desrespeitando as regras religiosas, principalmente o que diz respeito ao celibato. Padres que mal sabiam rezar uma missa e comandar os rituais deixavam a população insatisfeita.
A burguesia comercial, em plena expansão no século XVI, estava cada vez mais inconformada, pois os clérigos católicos estavam condenando seu trabalho. O lucro e os juros, típicos de um capitalismo emergente, eram vistos como práticas condenáveis pelos religiosos.
Por outro lado, o papa arrecadava dinheiro para a construção da basílica de São Pedro em Roma, com a venda das “INDULGÊNCIAS” (venda do perdão divino, venda da salvação, tipo uma cobrança de pedágio eclesiástico, para a alma do pecador entrar no céu). No campo político, os reis estavam descontentes com o papa, pois este interferia muito nos comandos que eram próprios da realeza.
O novo pensamento renascentista também fazia oposição aos preceitos da Igreja. O homem renascentista começava a ler mais e formar uma opinião cada vez mais crítica. Trabalhadores urbanos, com mais acesso a livros, começaram a discutir e a pensar sobre as coisas do mundo. Um pensamento baseado na ciência e na busca da verdade através de experiências e da razão. No contexto sócio-político e religioso acima descrito, Deus levantou Martinho Lutero.
"E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos". Atos 4:12.
"SÓ O SENHOR JESUS SALVA"!
Pr. Cláudio Alves da Silva – Pesquisa.
Fonte: Boletim 92 da Igreja Evangélica Congregacional de Pombal-PB.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Severino Coelho Viana (Foto)
Por Severino Coelho Viana*
A lua geofisicamente é o satélite natural do planeta Terra, mas poético e liricamente é o mundo dos poetas e dos sonhadores onde encontram inspiração e dos enamorados da noite que procuram um ponto de referência para a evasão dos sonhos irrealizáveis e das esperanças do porvir. Dimensiona-se como um vasto campo para o mundo supersticioso que alimenta as satisfações oníricas e descreve as linhas imaginárias do agouro e do insucesso no caminho insondável do mundo místico. É o luar encantador das caatingas no sertão nordestino e um quadro desenhado pelo pintor da natureza quando visto da orla marítima que embeleza o marejar das ondas do mar.
E a confusão continua e continuará por muito tempo ainda no âmbito das duas alas que acreditam ou não na aterrissagem do homem no solo lunar depois de quarenta anos que se passaram, ocorrido no dia 20 de julho de 1969. A polêmica é salutar, faz parte do jogo democrático, e cada ala tem fortíssimos argumentos na defesa de suas proposições. Os realistas afirmam que sim, os oponentes asseguram que o fato não passou de uma tremenda conspiração planejada pela NASA.
Antes, porém, de adentrar no âmago da discussão, o homem de cultura mediana cada um tem as reservas para os aspectos lunares de acordo com o seu próprio sistema interior de observação da vida e dos fatos. A lua é muitas vezes encarada de forma negativa - O que talvez se deva ao fato de, ao contrário do Sol, não ter nem gerar luz própria. A variação aparente de sua forma permaneceu durante muito tempo misteriosa. Também se especulou muito sobre a influência indecifrável que este satélite da Terra exercia sobre as mulheres, o humor dos indivíduos (até provocar a loucura, pretende a lenda), o movimento das marés e as ondas do mar. A selenologia, ou estudo da Lua, afirma que a fase quarto crescente favorece tudo o que cresce, quer se fale de empreendimentos, da cultura da terra, da felicidade ou de infelicidade (até à lua cheia, incluindo essa data); a quarto minguante é 'favorável' a tudo o que declina e se fortalece do interior (as colheitas...). Cortar o cabelo ou as unhas, praticar uma sangria ou um purgante: todas estas operações estavam outrora sujeitas às datas das fases da Lua. Influência sobre os animais - Em Espanha, outrora, evitavam-se cuidadosamente os períodos de lua cheia para matar um porco; na verdade, temia-se que a carne se deteriorasse rapidamente e que se tornasse impossível conservá-la. Além disso, consta que os bezerros e os cordeiros concebidos durante esta fase não sobrevivem ou dão origem a partos difíceis. A linha da Lua - de noite, quando a Lua está visível, o seu reflexo desenha no mar uma linha que os pescadores irlandeses evitam passar por cima. O halo da Lua - este halo, quando aparece, anuncia chuva.
O nome do módulo, Apolo XI, chamava-se de Águia, e a águia é uma ave de rapina, quando Neil Armstrong pisou no solo lunar falou: “este é um pequeno passo para o homem, mas um gigante salto para a humanidade”.
Uma análise interessante, que combina com as linhas misteriosas do aspecto lunar, depois de decorridos 40 anos, dos três astronautas que compunham a cápsula , somente Neil Armstrong e Buzz Aldrin pisaram o solo lunar, enquanto Michael Collins ficou dentro do módulo espacial. Todos os três têm a mesma idade, nasceram no ano de 1930. A vida dos dois que pisaram no solo lunar, parece que se conjugam com o sentido supersticioso da lua e não enveredaram muito para o lirismo poético. Por exemplo, Neil Armstrong se recusa a falar categoricamente sobre a viagem lunar e não dar autógrafo. Não gosta quando divulga comercial usando o nome dele. Em 1994, ele processou Hellmar Cards porque usou a sua imagem sem permissão. Em 2005, processou o barbeiro porque vendeu um molho de cabelo sem sua autorização. Por ocasião do divórcio, com sua primeira esposa, ela alegou que foram “anos de distância emocional”. Todavia, ele vive com a segunda esposa, Carol.
Buzz Aldrin, que pisou com Armstrong o terreno lunar, no retorno a Terra, caiu em depressão, leva uma vida de alcoólatra e permanece com colapso de nervo. Divorciou da primeira esposa e já se casou três vezes, sendo totalmente desligado com os assuntos familiares. Enquanto isso, Michael Collins, o único que não pisou o solo lunar, pois ficou no recinto do módulo espacial, por incrível que pareça, por ter ficado o menos famoso dos três astronautas, é o único que vive uma vida tranquila ao lado de sua primeira esposa, Pat.
Por outra banda, a teoria da conspiração à aterrissagem lunar, com os seus fortes indícios de convencimento, dentre tantos defensores, podemos citar, Marcus Allen, um famoso fotógrafo inglês, de carreira profissional, distribuidor da magazine Nexus, afirmou que a aterrissagem do homem na lua, não passou de uma tremenda fraude. Á época do fato, foram notícias omitidas, houve conspiração e assuntos inexplicados, alegando que o noticiário está completo de dúvidas, indicando que os trajes espaciais são inadequados, ineficácia da câmera de filmagem, não tinha visor nem focalizador e não tinha fotômetro de câmera uma vez que os pilotos não dispunham de lentes sofisticadas. A velocidade e o obturador eram manuais e precisavam ser recarregados. Para isso, eles teriam que fazer um trabalho muito resistente para suportar a pressão interna, levantando as seguintes questões: 1) as estrelas não aparecem na fotografia: 2) a bandeira flutuava quando na lua não tem vento; 3) a cápsula ficou plana na superfície lunar; 4) Neil Armstrong se recusa terminantemente a falar sobre a aterrissagem lunar; 5) a tecnologia da época era primitiva e incompatível com a nossa realidade. Isto é, se fosse hoje era possível fazer toda aquela filmagem divulgada pela NASA.
Esclarecendo resumidamente o projeto Apolo: Em 25 de maio de 1961, o presidente John F. Kennedy estabeleceu para os Estados Unidos a meta de, antes do final daquela década, colocar um homem na Lua e trazê-lo de volta com segurança a Terra.
Em 27 de janeiro de 1967, um incêndio a bordo da Apolo I matou três astronautas norte-americanos. Um curto-circuito pôs fogo na atmosfera de oxigênio puro da cápsula espacial, produzindo em segundos, muitíssimo calor. A mistura atmosférica depois foi alterada, tornando-se mais segura. Melhorias nas cápsulas Apolo, bem como em várias missões orbitais lunares Apolo, resultaram na aterrissagem triunfal da Apolo XI na Lua, no dia 20 de julho de 1969. A inscrição na placa do módulo de alunagem dizia: "Neste local homem do planeta Terra pela primeira vez pisou na Lua, julho de 1969 d.C. Viemos em paz em nome de toda a humanidade." Por ocasião do encerramento do programa Apolo, os astronautas norte-americanos tinham passado cerca de 160 homens-hora explorando a Lua, a pé e utilizando exploradores movidos à eletricidade. Os astronautas conduziram muitas experiências de vários tipos e trouxeram, ao todo, aproximadamente 360 quilos de rochas e solo lunar de suas missões.
AS PRINCIPAIS MISSÕES APOLO FORAM AS SEGUINTES
Apolo VIII: 21 a 27 de dezembro de 1968, fotografou a Lua enquanto estava em órbita. Os astronautas dessas missões foram Borman, Lovell e Anders. A Apolo VIII trouxe uma série notável de fotografias coloridas do lado escondido da Lua.
Apolo X: 18 a 26 de maio de 1969, foi um vôo orbital lunar tripulado pelos astronautas Stafford, Young e Cernan.
Apolo XI: 16 a 24 de julho de 1969, a primeira alunagem tripulada realizada pelos astronautas Armstrong e Aldrin. O astronauta Collins comandou a nave-mãe que permaneceu na órbita lunar, esperando o retorno dos primeiros homens a andar no solo Lua.
Apolo XII: 14 a 24 de novembro de 1969, outra alunagem lunar bem-sucedida, os astronautas Conrad e Bean caminharam na Lua e o astronauta Gordon ficou em órbita lunar aguardando seu retorno.
Apolo XIII: 11 a 17 de abril de 1970, astronautas Lovell, Swigert e Haise a bordo. A Apolo XIII foi o malfadado vôo, não foi tentada a aterrissagem na Lua por causa de uma misteriosa explosão ocorrida anteriormente num dos tanques de oxigênio. Porém, os astronautas da Apolo XIII cumpriram suas missões fotográficas a partir da órbita lunar.
Apolo XIV: 31 de janeiro a 9 de fevereiro de 1971, chegou à Lua sem dificuldades e aterrissou com segurança. Os astronautas Shepard e Mitchell caminharam na Lua enquanto o astronauta Rossa pilotava a nave-mãe na órbita lunar.
Apolo XV: 26 de julho a 7 de agosto de 1971, outra missão de aterrissagem bem-sucedida, os astronautas Scott e Irwin realizavam experiências na Lua, enquanto o astronauta Worden esperava seu retorno na nave-mãe. Deve-se dizer que todos os astronautas que pilotavam a nave-mãe tinham sua parte de experiências a realizar, bem como numerosas missões fotográficas. Além disso, as mensagens de rádio enviadas pelos astronautas que estavam na Lua eram transmitidas a Terra pela nave-mãe. O público deve entender que os astronautas que não puderam andar na Lua merecem tanto respeito e crédito quanto os que andaram.
Apolo XVI: 16 a 27 de abril de 1972, aterrissou na Lua, e os astronautas Young e Duke realizaram experimentos na superfície. O astronauta Mattingly ficou orbitando a Lua, esperando o regresso de seus companheiros exploradores lunares.
Apolo XVII: 7 a 19 de dezembro de 1972. Foi a última missão Apolo de alunagem, o local de alunagem ficava no vale Taurus-Littrow. A tripulação da Apolo XVII era composta pelo astronauta Cernan, cientista astronauta Schmitt, e o astronauta Evans, que ficou circulando na órbita lunar.
João Pessoa, 29 de outubro de 2009.
*Pombalense e Promotor Público em João Pessoa - PB. scoelho@globo.com

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Clemildo Brunet (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
As palavras acima servem de alerta e são encontradas em caixas ou caixotes de embalagens de produtos que são transportados de um lugar para outro; algumas delas acrescidas das recomendações: “Este Lado Para Cima ou Se Estiver Violado Não Receba”. Chama-nos atenção para o fato de termos cuidado não somente com a embalagem, mais o conteúdo dentro dela. Infelizmente nós seres humanos não damos conta da nossa fragilidade no nosso relacionamento com o próximo. Bom seria se cada um levasse na sua embalagem de modo bem visível para que os outros vissem - o indicativo: Cuidado! Frágil...
O conteúdo vale mais que a embalagem, se não fora assim, não estaria rodeado de tantas advertências; no entanto, fica claro que a embalagem é quem chama atenção, pois nela consta o que o produto oferece ao usuário, o que na maioria das vezes torna-se uma propaganda enganosa. É o exterior aparentando aquilo que não é no interior. Nós seres humanos somos tão frágeis, “permita-me a comparação”, que não nos apercebemos disso, uma lástima! O apóstolo São Tiago nos adverte como deve ser nossa ação no relacionamento com os nossos semelhantes.
“Pois toda espécie de feras, de aves, de répteis e de seres marinhos se doma e tem sido domada pelo gênero humano; a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero. Com ela bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim”Tg.3:7-10.
No final o apóstolo faz uma analogia que uma fonte que jorra água doce não pode dar o que é amargoso, nem a figueira produzir azeitonas ou a videira figos, e ainda é taxativo: “Fonte de água salgada não pode dar água doce”.
Desconhecemos a realidade das coisas quando lidamos com a nossa sensibilidade ou a sensibilidade do nosso próximo. Não sabemos o que o magoou ou quando ficamos magoados, deste modo o conteúdo (produto) que está no nosso âmago se manifesta, sem nenhuma percepção que no invólucro, mesmo escondido, está advertência: Cuidado! Frágil...
Somos frágeis no conteúdo; carne e osso, porém não queremos jamais admitir que a embalagem “nosso exterior”, mostre aos outros a nossa fragilidade; aí, atritamos nossa consciência com ressentimentos, mágoas, desgostos etc. O perigo é reciclar a embalagem e não fazer o mesmo com o produto. Jesus Disse: “Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo tira parte da veste, e fica maior a rotura. Nem se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam”. Mt.9:16,17.
Enganamos a nós mesmos quando nos apresentamos de um modo e não somos aquilo que aparentemente a nossa embalagem apresenta; bonita, bela, etc. Jesus, onisciente e conhecedor da natureza dos homens, disse para os seus patrícios, o que eles eram na realidade por trás da aparência de suas embalagens. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia”. Mt.23:27.
Cuidemos, pois não só da embalagem, mas do conteúdo que está dentro!
*RADIALISTA
Mª do Bom Sucesso L. Fernandes Neta*
Muitas vezes, nós, profissionais da saúde, nos deparamos com essa afirmação. Dentro desse contexto, será abordada a Doença de Chagas, a qual comemora, em 2009, seu centenário. A patologia a ser descrita foi descoberta em abril de 1909, por Carlos Chagas, pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz, representando um marco na história da medicina.
No tocante à epidemiologia, atualmente, há cerca de 12 milhões de portadores da doença na América Latina e aproximadamente 2,5 milhões de pessoas infectadas no Brasil, existindo áreas endêmicas em quase todo o país. Além disso, em 1990, a mortalidade pela doença de Chagas foi estimada em 3,9/100.000 habitantes no Brasil.
A doença de Chagas ou Tripanossomíase Americana é uma patologia infecciosa, de curso crônico, e que tem como agente etiológico um protozoário parasita, chamado Trypanosoma cruzi. A transmissão pode ser: vetorial, transfusional, vertical (durante a gravidez) ou por via oral (caso de contaminação por ingestão de caldo-de-cana contaminado com fezes do “barbeiro”, em Santa Catarina), sendo mais comum a primeira forma.
O vetor (agente que transmite a doença) é um inseto, o triatomíneo, conhecido popularmente como “barbeiro” ou “chupão”, o qual possui hábitos noturnos, vive em frestas de casas de pau-a-pique, tocas de animais, casca de troncos de árvores, dentre outros.
Tal inseto, ao se alimentar do sangue de animais (cão, tatu, gambá, rato, entre outros) e/ou outros humanos contaminados, se infecta e, ao picar um indivíduo saudável, deposita suas fezes (contaminadas com o parasita). O indivíduo coça o local da picada, espalhando as fezes do inseto, que entram em contato com solução de continuidade da pele/mucosas e, dessa forma, há contaminação com o T. cruzi.
As manifestações clínicas da doença são várias, apresentando alterações peculiares nas respectivas fases: aguda, indeterminada e crônica. A fase aguda dura cerca de dois a quatro meses e é caracterizada por parasitemia alta (grande quantidade de parasitas na circulação sanguínea). Algumas vezes, pode ser sintomática ou oligossintomática.
No local da picada pelo vetor, observa-se o chamado chagoma de inoculação (área vermelha e endurecida); quando essa lesão é próxima aos olhos, é conhecida como sinal de Romaña. Além disso, o paciente apresenta adenomegalia em linfonodos próximos à lesão.
Após um período de incubação (5-14 dias), o paciente apresenta febre (prolongada e recorrente), linfoadenomegalia generalizada, rash cutâneo (vermelhão generalizado). Pode haver alterações cardíacas, hepatomegalia, esplenomegalia. Em casos graves, o indivíduo pode apresentar quadro de meningite ou encefalite.
Com o término da fase aguda (aparente ou inaparente), caso não seja feito tratamento específico, o paciente evolui para a fase crônica.
A fase indeterminada é uma forma crônica, na qual o paciente apresenta exame sorológico positivo para a doença, no entanto não tem alterações identificáveis por exames específicos. Esta fase pode durar toda a vida ou, após cerca de 10 anos, pode evoluir para outras formas. Na fase crônica, o indivíduo pode apresentar alterações cardíacas e/ou digestivas ou ainda em outros órgãos, sendo estas menos comuns.
Acerca das alterações cardíacas, constata-se que entre os indivíduos infectados, aproximadamente 25-35% apresentam comprometimento cardíaco. Outro dado pertinente: dos casos que evoluem mal, 91% apresentam insuficiência cardíaca. Causam importante limitação no chagásico crônico e provocam alto percentual de mortes.
O paciente pode ser assintomático (com alterações no eletrocardiograma) ou apresentar desde arritmias, acidentes tromboembólicos, insuficiência cardíaca até morte súbita. Vale ressaltar ainda que, uma das principais características do paciente chagásico de longa data é a presença de cardiomegalia (observada na radiografia de tórax), o famoso “coração crescido”, referido no título do artigo.
Sobre os danos ao trato digestivo, há principalmente complicações relacionadas aos plexos nervosos, envolvendo alterações na motilidade e morfologia, resultando em megaesôfago ou megacólon, esôfago e intestino grosso dilatados, respectivamente. Tais alterações podem ser observadas através de exames radiológicos contrastados.
Para se fazer o diagnóstico, deve-se suspeitar da patologia (paciente oriundo de áreas endêmicas, contato prévio com “barbeiro”), avaliar sintomatologia do indivíduo e recorrer a exames laboratoriais, os quais compreendem: métodos parasitológicos, para identificação do parasita e/ou métodos sorológicos, para detecção da resposta imunológica do hospedeiro.
O tratamento vai depender da fase da doença. Sob supervisão médica, existe terapêutica satisfatória usada na fase aguda, a qual deve ser instituída precocemente. Já na fase crônica, são utilizados recursos diversos a depender das complicações existentes.
No caso da doença de Chagas, a prevenção é a melhor medida. Deve-se evitar contato com o “barbeiro”, visto que não se sabe qual deles pode estar contaminado com o T. cruzi e portadores do parasita, mesmo que assintomáticos, não podem doar sangue.
Portanto, para erradicar a doença de Chagas, como medida de vigilâncias sanitária e epidemiológica, devem ser realizadas: eliminação do inseto transmissor ou manutenção do mesmo afastado do convívio humano.
Como diria o dr. Fernando Lianza Dias (cardiologista e cordelista): “Só se conhece a vitória/se todo mundo ajudar/ Aí chegará o dia/ Dessa doença acabar”.
*Mais conhecida por Cessinha, 20 anos, natural de Patos, acadêmica do 7° período de medicina da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande, filha de Francisco F. da Silva Júnior e Zeneida Furtado L. Fernandes, titulares da Hiperfarmacia Bom Sucesso em Patos-PB.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

REGULAMENTO
I – DO EVENTO E SEUS OBJETIVOS: Art. 1º O XV FESERP Festival Sertanejo de Poesia, é uma realização da APC - Acauã Produções Culturais e do Ponto de Cultura Casa da Cultura Antonio Nóbrega e será realizado na cidade de Aparecida PB, no período de setembro a dezembro de 2009. Art. 2º Poderão inscrever-se no XV FESERP todos os poetas, de todas as regiões de qualquer país, independentes de estilo, gênero ou nacionalidade, que concorrerão em absoluta igualdade. Art. 3º As obras devem ser exclusivas no idioma português, sendo inéditas e originais. Art. 4º O XV FESERP tem como objetivos: a) A promoção dos poetas, favorecendo o intercâmbio de idéias na busca de espaços para divulgação dos mesmos; b) Fomentar a discussão entre artistas e população, criando espaços para manifestações entre educadores e educandos, para um maior crescimento cultural; c) Homenagear o mais expressivo poeta paraibano Augusto dos Anjos (Paraibano do Século XX) concedendo aos vencedores um troféu que traz seu nome; d) Descobrir novos talentos da poesia nacional.
II - DAS INSCRIÇÕES: Art. 5º As inscrições deverão ser feitas no Ponto de Cultura Casa da Cultura Antonio Nóbrega, Rua Cecílio Abrantes, s/n, CEP 58823-000, Fones: 0xx-83. 9112.2515 Aparecida /PB. E-mail: feserp@ig.com.br e apcfeserp@bol.com.br. Maiores informações no blog: http://www.apcfeserp.zip.net/. § 1º - Só serão aceitas inscrições pessoalmente ou via correio. § 2º - O período de inscrição será de 15 de setembro a 15 de novembro de 2009. Art. 6º A formalização das inscrições se processará mediante a entrega das poesias datilografadas em espaço dois ou digitadas em espaço simples (Word), em quatro vias acompanhadas da identificação do autor (Nome, endereço completo e um breve currículo). § 1º Nas cópias da poesia não deverão constar os nomes dos autores, apenas o nome da obra, a identificação deverá ser feita em folha, à parte e anexada a obra. § 2º Cada poeta poderá inscrever apenas uma poesia e a mesma não poderá conter mais que duas laudas (páginas). Art. 7º Os promotores do evento não se obrigam a devolver o material utilizado para as inscrições, ficando os mesmos na guarda da Comissão Permanente do FESERP para posterior reprodução em livro. Art. 8º O ato da inscrição implica automaticamente na aceitação integral por parte dos concorrentes dos termos deste Regulamento. Art. 9º As poesias que chegarem após o encerramento das inscrições ficará automaticamente inscritas para a próxima edição.
III - DO JULGAMENTO: Art. 10 O Julgamento das obras será feita por uma comissão formada por três jurados de reconhecida experiência comprovada na cultura nacional, que atribuirão notas de 0 a 10 ao material inscrito, no prazo de 15 dias após o término das inscrições, sendo sua decisão soberana, não cabendo qualquer manifestação contrária. PARÁGRAFO ÚNICO – Em caso de empates entre os três primeiros colocados o desempate se dará pela nota do 1º jurado, persistindo o empate os jurados serão contactados para atribuírem novas notas aos referidos trabalhos.
IV - DA PRÊMIAÇÃO: Art. 11 A premiação do XV FESERP acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de dezembro de 2009, a partir das 20:00h, no Espaço da Cultura à Rua Cecílio Abrantes, S/N – Aparecida/PB, dentro de uma intensa programação cultural. Neste evento será lançada a Antologia Poética do FESERP volume V com as poesias classificadas na XII, XIII e XIV edição do festival. Art. 12 Os três primeiros colocados no XV FESERP, receberão o troféu AUGUSTO DOS ANJOS, confeccionado pelo artista plástico Berg Almeida, um livro ANTOLOGIA POÉTICA DO FESERP volume IV e Certificado de participação. Art. 13 As poesias melhores colocadas farão parte do livro ANTOLOGIA POÉTICA do FESERP volume VI, que será lançado posteriormente pela APC. Art. 14 Todos os participantes receberão certificado de participação independente da Classificação. Art. 15 Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos pela Comissão Permanente do FESERP – COPERF.
Aparecida – PB, setembro de 2009
Laercio Ferreira de Oliveira Filho Coordenador da COPERF
Maciel Gonzaga (Foto)
MACIEL GONZAGA*
Existem muitas definições para a loucura. Uma delas seria: enfermidade mental que faz com que o homem pense e aja de forma desconexa e sem sentido. Se um filósofo tende a dar pontos de vista novos a temas do cotidiano, ele será a princípio rejeitado e tachado como louco, pelo que chamo de sistema de autodefesa contra o novo, que a maior parte das pessoas possui. Essa seria a única explicação plausível que a lógica permite dar para algo que está fora de seu domínio racional. Neste contexto, o filósofo pode dar uma nova definição, para o adjetivo que lhe é atribuído: agir de uma forma que a maior parte dos espectadores não compreende ou discorda. Se por ventura seu pensamento venha a ser finalmente diluído, ele pode vir a ser chamado de gênio. Sendo assim estamos sempre numa linha tênue entre insanidade e genialidade, e o lado em que estamos pisando dependente de quem o está observando.
De vez em quando me pego refletindo sobre doidice. A doidice da gente, essa que todos temos, em maior ou menor grau. O doido fala o que pensa e externa o que sente, sem lisuras. Nada mais é do que uma pessoa visionária, entusiasmada com a vida e uma mente incomum. Por isso, confesso: Eu sou doido e gosto de doidos. E não é de hoje. Fui casado algumas vezes, cada uma delas mais doidas. Tanto é que alguns desses casamentos não deram certo. Só não consigo ficar muito tempo com um doido ou uma doida porque, isso sim, seria uma loucura. E não sou louco. Sou doido. Uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra. Quero dizer que todo o meu universo é de gente doida. Trabalho com assessoria política. Gosto dos doidos alegres, que fazem a vida da gente mais divertida com suas tiradas espirituosas.
Jerdivan Nóbrega já escreveu sobre os doidos das ruas de Pombal nos anos 60. Falou de Luzia Carne Assada, a síntese da deselegância; Bisel, o famoso “Casco de Burro”; Mané Doido, Clóvis – que sabia o bicho do dia; “Nina Pata Choca”; “Barrão 70” - entre todos, o mais violento; Expedito Doido e Gerinha - os mais pacientes; Zé Capitula; Maria Quexim, Xica Pavi; Nonato; Bode Veio e tantos outros...
Aproveito o ensejo para contar estória de um desses personagens pombalenses dos anos 60 não citado por Jerdivan: “Cachorro Barbudo” ou “Pão de Milho”. Era um pescador que morava na Rua Nova Vida (depois Vicente de Paula Leite) em frente a nossa casa, que era a de número 570. Tinha vários filhos e o mais novo chamava-se Manuelzinho ou como nós o chamava carinhosamente “Manuel de Pão de Milho”. Não admitia por nenhuma hipótese que alguém o chamasse de doido ou de um dos dois apelidos que, confesso, foram dados por mim.
Quando um moleque do nosso convívio – Valdir Mendonça, Aleijado Bernardo, Geraldo Bucho Verde, Dedé Pé de Bola, Chaguinha, Paulo Cubal, o Gordo e o Magro, Zé Coelho, João Fon-Hon-Hon – o mais velho de todos – uma turma do Cassete Armado, gritava “Pão de Milho” a rua virava um verdadeiro pandemônio. Saiam de dentro de casa o próprio, com uma faca de 12 polegadas na mão e uma foice na outra, sua mulher Maria e a filha Chica, todas armadas de cacete, falando ao mesmo tempo e “espraguejando” a molecada.
Na nossa casa, a minha mãe Roza Gonzaga vendia frutas que vinham do Sítio Roncador, de propriedade do Sr. Miguel da Silva. O meu irmão Massilon Gonzaga, que era conhecido por “Nego Quinha” – que até hoje gosta de doido igual a mim – oferecia uma manga a Manuelzinho para ele chamar o próprio pai de “Pão de Milho”. O menino, que na época deveria ter em torno de 8 a 10 anos, recusava e ainda condicionava: “Só faço por três mangas”. Começavam as tratativas (negociações). Massilon oferecia duas mangas ou três para que o apelido fosse chamado por dois dias seguidos. Tudo acordado entre as partes.
Manuelzinho chamava o pai de “Pão de Milho”, a rua virava um verdadeiro inferno, enquanto a galera toda estava em uma verdadeira arquibancada de risos e delírios. Ao final de tudo, o tal “Cachorro Barbudo” ou “Pão de Milho” não reconhecia que o grito fora dado por seu próprio filho e dizia: “Eu sei que quem está à frente de toda essa safadeza é esse filho de Roza, o tal do Maciel. Ele é o mais safado de todos e ainda diz que quer estudar para ser padre. Quando Roza chegar eu vou contar pra ela”. Eu pagava o pato pela safadeza de Massilon. O "Manuelzinho de Pão de Milho" gostava tanto da safadeza e já estava tão mal costumado que, quando dava por volta de 16 horas, ficava a certa distância da nossa casa a todo instante gritando: "Nego Quinha! Vamos lá...Tá na hora". Isso, na espera de ganhar mais uma manga ou de cumprir o acordo do dia anterior .....
Felizmente, quando nossa mãe chegava do trabalho na Maternidade Sinhá Carneiro e era informada de todo ocorrido do dia fazia a minha defesa e sempre dizia: “Meu filho Maciel não é menino para fazer isso. Isso é coisa do safado do Massilon e ameaçava dar-lhe uma surra”. Hoje, cerca de quase 50 anos depois, assumo o meu papel de réu confesso: eu também tinha participação na brincadeira. Afinal, naquela época, eu já gostava de doidos...
*Jornalista, Advogado e Professor. Natal-RN.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

CLEMILDO BRUNET*
“Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias” Ec. 7:29.
Você já parou alguma vez para perguntar pra que serve o horário de verão? Sabemos nós que quando o sol está no maior pico é meio dia. O horário de verão foi criado partindo do pressuposto que parte do ano, nos meses de verão, o sol nascia antes que a maioria das pessoas se levantasse. Benjamim Flankin, um dos homens mais influentes da história política e científica dos Estados Unidos, cogitou a idéia do horário de verão pela primeira vez em 1784, concluindo que se os relógios fossem adiantados, a luz do dia poderia ser mais bem aproveitada.
A ideia não foi aceita, porém, em 1907, na Inglaterra, um membro da Sociedade Astronômica Real, chamado William Willet, começou um movimento propondo alterar o relógio no verão para reduzir o que classificava de “desperdício de luz diurna”. Willet morreu em 1915, um ano antes de a Alemanha aceitar a tese que ele defendia, tornando-se o primeiro país no mundo a adotar o horário de verão.
Aqui no nosso país, a história do horário de verão teve início na década de 30, veio pelas mãos do então Presidente Getúlio Vargas. A estréia teve a duração de quase meio ano, de 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Passados 18 anos sem a sua instituição, o horário de verão veio a ser novamente adotado em razão da queda do nível dos reservatórios de água das hidrelétricas, por volta de 1985/1986. Depois desse período, o horário de verão vem ocorrendo todos os anos.
Por Decreto do Presidente da República fundamentado em informações fornecidas pelo Ministério das Minas e Energia, desde 1985 o horário de verão é implantado na segunda quinzena do mês de outubro. Excetuando-se em 2006, que foi adiado por três semanas em virtude do segundo turno das eleições, teve início em 5 de novembro. O medo era que o horário de verão pudesse provocar problemas no sistema de funcionamento das urnas eletrônicas.
O objetivo principal do horário de verão é promover a economia de energia elétrica, com aproveitamento da luz natural dos dias mais extensos dessa época do ano. Embora para alguns a economia não seja significativa, pois na prática em média gera apenas 1%, e na demanda, no horário de pico, 3,5 a 5%. Mesmo assim, na temporada de verão de 2006/2007 houve uma economia de cerca de 50 milhões de reais, com 4% na demanda de energia nos horários de pico, e 0,5 % durante todas às 24 horas dos dias.
Por outro lado, o horário de verão é prejudicial, pois muda a agenda das pessoas, começando pelas mudanças no funcionamento do organismo da espécie humana; o hábito de dormir em determinada hora, a hora certa de se alimentar e outros fatores que envolvem as condições fisiológicas do individuo. Ocorrem também mutações nas nossas atividades normais, repartições que abrem mais cedo, fazendo com que muitos sofram vexames e apressem seus passos na caminhada para o labor.
Imagine um funcionário que tenha de chegar ao seu trabalho às 6 horas da manhã, ele terá de acordar no mínimo duas horas antes. No horário de verão, acorda às 4 sendo ainda escuro, pois no horário natural são 3 horas da manhã. E para os que trabalham em centros elevados que devido à distância do local de trabalho, tem que acordar horas antes, preparar a marmita, seguir viagem em plena madrugada, sujeito a assaltos, a sanha da violência de bandidos que varam a madrugada, sem ao menos se importar com a situação dos que trabalham para o sustento da família.
A despeito do Nordeste não acompanhar o horário de verão, essa mudança que ocorre nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, tem influenciado em certo aspecto mudanças aqui, os adaptando ao horário de verão. As casas bancárias obedecem ao horário oficial de Brasília e as TVs modificam o horário da programação atingindo até os chamados programas locais. No início causa uma verdadeira confusão na mente do cidadão nordestino que estava acostumado a sua rotina.
Chegou o malfadado horário de verão que teve início este ano à zero hora do dia 18 de outubro e seu término se dará à zero hora do dia 21 de fevereiro de 2010. Durma-se com um barulho desses!
*RADIALISTA.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Jerdivan(Foto)
Jerdivan Nóbrega de Araujo*
O Pombalense Celso Furtado foi indicado ao Nobel de Economia por sua contribuição ao estudo de economias de países em desenvolvimento, no ano de 2003. O segundo mais cotado, naquele ano era o indiano Amartya Sen, que como Celso estudava o desenvolvimento econômico para países subdesenvolvidos, mas que já havia sido premiado em 1998.
As teorias de desenvolvimento econômico de Amartya Sen e a do Celso Furtado são bem próximas uma da outra. Isto, talvez, por suas origens e suas raízes. Não é difícil de se comparar a distribuição de renda da Índia, onde nasceu Amartya Sen com a do sertão Brasil onde nasceu Celso Furtado. Os dois, portanto, naquele ano poderiam ter dividido o prêmio.
Os dois cientistas buscavam em suas teorias respostas para perguntas como: Que é a pobreza? Como se mede? Quem são os pobres? Por que são pobres? A diferença entre os dois é que, mais do que buscar as respostas, Celso Furtado apresentou soluções através da criação de instrumentos que proporcionasse uma filosofia desenvolvimentista voltada para o homem.
Lembro que quando o Economista Delfim Neto cunhou a famosa frase “fazer o bolo crescer para depois dividir” O Celso disse não ser possível esperar o crescimento das riquezas para poder fazer a distribuição.: “Só haverá verdadeiro desenvolvimento - que não se deve confundir com crescimento econômico, no mais das vezes resultado de mera modernização das elites - ali onde existir um projeto social subjacente’.
Lula e Celso Furtado (Foto)
Coincidentemente, no Governo Lula, que teve para o seu programa de governo a colaboração do Celso Furtado, deu-se inicio a uma distribuição de riquezas, através dos programas sociais que, apesar de muito criticado ser um programa assistencialista, é reconhecido pela ONU com o mais eficiente já implantado no Brasil. Quanto ao fato de ser assistencialista temos que admitir que, sem uma política de assistência, não há como tirar da miséria absoluta os dois bilhões cidadãos do mundo que vive com menos de 1,3 dólares por mês.
Claro que a forma mais eficiente e correta de distribuir renda é através do acesso à formação profissional e a criação de oportunidades de empregos, porém, como dizia Betinho: “Quem tem fome tem pressa”
O Prêmio Nobel é uma “comenda” capitalista e não socialista, e há quem diga que, o fato de Celso Furtado defender uma teoria econômica desenvolvimentistas, porém com distribuição imediata das riquezas geradas pelo estado, ele acabou por fazer um contraponto aos interesses capitalistas isto somado a sua oposição a ALCA.
Celso Furtado [sentado] (Foto)
Celso Furtado tinha uma opinião firme contra a ALCA. Certa vez ele disse: “A ALCA seria um perigo para o Brasil. Escrevi sobre isso, claramente mostrando que a ALCA é uma manobra dos Estados Unidos para retificar e consolidar a sua posição imperial. Ninguém tem dúvidas sobre isso: a ALCA não foi pensada por ninguém fora dos Estados Unidos, só por eles. Eles fizeram um projeto próprio. Porque eles têm hoje em dia um problema sério de balança de pagamentos, eles têm um desequilíbrio profundo na balança de conta corrente e precisam corrigir isso. Eles querem, portanto, que o mundo se adapte, crie condições para eles continuarem avançando e exercendo o seu poder imperial. A experiência do México, que já tentou a integração com os Estados Unidos, é dolorosa. O México já entrou nessa ilusão de que era uma abertura com os americanos. Se você for ver, os investimentos americanos feitos no México não criam propriamente emprego. Eles estão interessados no mercado americano, usam a tecnologia mais avançada e o resultado final é lamentável. Eu não creio que essa ALCA seja aprovada. (Entrevista de Furtado à Agência Brasil - ABr em julho de 2003).
Quando no dia 10 dezembro de 2003 foi anunciado prêmio Nobel para os Economistas matemáticos Robert F. Engle III (EUA) e Clive W.J. Granger (Reino Unido), não causou surpresas tanto quanto indignação ao meio cientifico. A sua teoria voltada ao grado dos capitalistas: "Pelo desenvolvimento de métodos estatísticos que ajudam a analisar os riscos do mercado financeiro" vencia o que mais Celso Furtado combatia, ou seja: a proteção ao capital especulativo que não traz desenvolvimento aos pais pobres nem distribui riquezas.
O professor Marcos Formiga, (Assessor Especial da CNI/SENAI-DN Professor do LEF/UNB Vice- presidente da ABE.) escreveu que o nome de Celso Furtado foi indevidamente desconsiderado pelo Comitê de Julgamento e que para se compreender as razões, um tanto óbvias, era bastante observar a lista de ganhadores do Nobel em Economia, desde 1969, quando foi instituída essa última modalidade. Lá, escreveu o professor, “é possível se comprovar injustificáveis ausências de nomes fundamentais e autores de obras seminais que estudaram a pobreza e as desigualdades sociais e regionais.
Dentre quase 60 premiados, penas três ou quatro se dedicaram à pesquisa heterodoxa do processo de desenvolvimento econômico, como Ragnar Nurkse (norueguês), Gunnar Myrdall (sueco) quem melhor explicou a pobreza asiática, Arthur Lewis cidadão britânico de Santa Lucia; e mais recentemente Amartya Sen, embora indiano teve de passar pela presidência da Sociedade Americana de Econometria para chegar ao merecido Prêmio. Comenta-se entre os apreciadores do Nobel, que José Saramago, primeiro Prêmio em Literatura para um autor de Língua Portuguesa, teria questionado: “Por que não, Jorge Amado?” Da mesma forma, Amartya Sen, colega de Celso Furtado em Cambridge, teria comentado “ninguém mais do que Furtado mereceria o Nobel de Economia”.
Celso furtado voltou a ser indicado para o Nobel no ano 2004, vindo a falecer antes da eleição da Academia Nobel.
*Escritor Pombalense.
POR JOSÉ ROBERTO DE SÁ*
Hoje eu acordei escrevendo um sonho de uma nova construção. Sonhei que o corpo humano passava por uma transformação. O cérebro que antes se encontrava apenas na cabeça sofreu uma divisão. Parte continua na cabeça controlando todo o movimento do corpo e sua ação. Nesse novo ser humano, a hipocrisia foi eliminada, devido sua volatilização após sua fragmentação. Os novos gametas difundidos, não conseguirão transmitir mensagens de exclusão. Os dedos das mãos passarão a exercer uma outra forma de indicação.
Com a presença do cérebro nos ouvidos do novo corpo humano após sua fragmentação, os ouvidos agora escutarão a palavra de sabedoria e o eco da natureza, retendo-os com mais precisão os ensinamentos de uma vida de inclusão. A língua, a mais complicada parte do corpo humano, agora pensa na emissão das palavras, pois o cérebro encontra-se nela, controlando sua movimentação. Os pés não caminharão mais para as reuniões desumanas, pois neles o cérebro funciona como um sensor emitindo um sinal de alerta, evitando o caminho da escravidão que tange a libertação.
O olho, porta que se abre para os valores da vida, agora não se preocupa mais com as aparências, pois o cérebro nele funciona como a luz, mascarando os velhos valores de vida da escuridão. No coração, motor do corpo humano, não há mais espaço para o rancor, desigualdade, violência e traição. Com o deslocamento de uma grande parte do cérebro para o coração, o novo sangue, combustível do corpo humano, neutralizará todos esses sentimentos de destruição.
O coração mesmo sendo de uma pessoa idosa, agora permanecerá um coração criança, cuja maldade sofrerá filtração. Com a presença do cérebro nos órgãos genitais, haverá o controle do instinto pensar, ocorrendo uma nova construção de vida, sem abandono de novas vidas, pois o cérebro após sua fragmentação ao aumentar sua concentração nos órgãos genitais acabará com a velha formação de vida, levando aos ensinamentos de uma visão de vida com maior reflexão. Acordei! Dentro da lei, essa vida é maravilhosa!
*ENGENHEIRO AGRÔNOMO.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Clemildo Brunet (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
Não há ó gente neste país uma classe tão desprestigiada como a do Professor, principalmente os do ensino fundamental e médio, é uma lástima! Eu fico a perguntar como esses personagens suportam tanto dissabores na carreira que abraçaram, entregando-se de corpo e alma aos ossos do ofício, sem que ao menos os poderes públicos olhem para eles e lhes dêem as condições necessárias; a começar dos salários que são tão irrisórios em detrimento de outras categorias, cujos protagonistas aprenderam com eles; se formaram, situando-se em posição privilegiada no exercício de suas profissões.
Nas inúmeras tarefas da vida, o Professor é aquele que vai a busca do conhecimento com profundidade para si e para os outros que vão beber de sua sabedoria. É o professor que em muitas das vezes passa noites mal dormidas; ele tem a preocupação de ler, pesquisar e só é feliz, se o fizer assim: Cumprir com responsabilidade o trabalho que está sobre os seus ombros.
Já faz muito tempo que as nossas autoridades esqueceram que estão, onde estão; em razão de terem frequentados um banco de escola e ali nada mais nada menos, aprenderam as preciosas lições para vida dos ensinamentos benfazejos de um Professor.
O Ensino elementar no Brasil foi criado por D. Pedro I através de um Decreto Imperial no dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila, em 15 de outubro de 1827. Pelo Decreto, “todas as cidades, Vilas e Lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. No Decreto foram inseridos: Descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como professores deveriam ser contratados. A ideia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima se fosse cumprida.
Após 120 anos do Decreto de D. Pedro I, é que o Dia do Professor foi comemorado pela primeira vez em São Paulo. Foi numa pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. Nessa época, os professores cumpriam um longo período letivo no segundo semestre de 1 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias nesse período.
Como se não bastasse o salário tão pequeno, o professor enfrenta revezes em sua carreira. Custeia de seu próprio bolso algum material ou ferramenta útil ao exercício da profissão, visando tão somente aprimorar o conhecimento de seus discípulos. Não lhe é dado o direito de escolher seus alunos ou classe social dos mesmos. Dessa maneira, dependendo de sua bagagem pedagógica, árdua é a batalha de enfrentar inúmeras cabeças que pensam ou agem de modos diferentes.
O professor é o segundo responsável na formação do caráter do aluno, pois ele transmite seus ensinamentos a pessoas que já receberam suas primeiras lições nos lares onde nasceram. Será que alguma vez alguém teve a lembrança do que se passa na cabeça de um professor. Quais são seus conflitos? Suas emoções? Seus problemas, Quais as dificuldade que enfrenta em casa, na rua, no trânsito? Vamos a procura de um Professor buscar ajuda ou conselho para as nossas dúvidas, e ele ?
Lembremos que ensinar é um dom. Nos primórdios do Cristianismo consta que na Igreja de Antioquia havia profetas e mestres. Saulo de Tarso é citado entre eles. Atos 13:1. Em outra passagem bíblica diz que a proporção do dom de Cristo, “concedeu us para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres Efésios 4 11. E ainda o apóstolo Paulo exorta que: “Se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo”... Romanos 12:7.
Há uma necessidade urgente de se investir na qualidade do professor. Pesquisa do índice Geral de Cursos da Instituição (IGC), divulgado recentemente pelo Ministério da Educação demonstrou uma correlação quase exata entre os piores cursos universitários e os de menos professores com mestrado. Na amostra ficou claro que quanto mais professores horistas, (recebem apenas pelas aulas que dão), pior o desempenho dos alunos.
Salve o Professor!
*RADIALISTA.

sábado, 10 de outubro de 2009

Prof. Vieira (Foto)
POR FRANCISCO VIEIRA* Não resistindo à sugestão da professora Cessa Lacerda, reabri o baú das reminiscências. De forma imaginária fiz uma viagem ao passado e adentrei ao extinto Colégio “Josué Bezerra”. Circulando entre suas extensas galerias de robustas colunas em série, observei mudanças, algumas até radicais. Foram tantas que a escola sequer existe mais. É mudança ao extremo ou o extremo da mudança. O que antes fora uma escola de ensino médio de renome – uma referência – deixara de existir e o prédio se transformara em unidade da UFCG. Durante o passeio ilusório, muitas lembranças vieram à tona. A propósito, reporto-me ao período de 1978 a 1991, época de minha permanência naquela escola como professor.
Alunas do Josué Bezerra 1957 (Foto)
Percorrendo suas dependências encontrei um vazio inexplicável. A princípio não vi meus alunos, com os quais convivi durante quase duas décadas. Senti falta e lamentei. Eles são a razão da nossa existência, pois sem aluno, não há professor – nem escola. Com carinho lembrei-me de todos, iniciando pelos mais peraltas. Eles atraiam mais a nossa atenção, como: João de Zé de Bú e seus irmãos Clodomiro e Rahim, Antonimar Bandeira, Alcides Batista (filho de Ascendino), Romero Freitas e outros. Com o mesmo sentimento recordei-me de Dr. Hélder Rocha – Juiz de Direito, Dr. Beto Lacerda – Médico, Dr. Alberg Bandeira – Advogado, Dr. Cesário de Almeida – Professor – PHD, Aparecida Calado – Professora e Secretária Adjunta de Educação Municipal e muitos outros nas mais diferentes profissões. Folgo em saber que todos são hoje cidadãos de bem. Com certeza o trabalho não foi em vão.
Surpreso com o silêncio foi à diretoria onde não encontrei Ivonildes Bandeira. Desagradável notícia, pois havia partido para a eternidade, contudo, deixou um exemplo de vida dedicada à educação. Deixou-nos como legado exemplos de honestidade, ética e dignidade. A ela reputo: a maior administradora escolar do município, além de exímia professora de história. Com saudade lamentei a ausência de Padre Sólon. Na verdade, uma saudade aliviada, pois não corria o risco de vê-lo desabafar seu estresse. Vez por outra, na condição de diretor, vinha à escola dar vasão ao seu temperamento explosivo, aterrorizando alunos e funcionários. Sua visita era causa de intranqüilidade – um misto de pavor e gracejo.
Assim, Padre Sólon foi protagonista de muitas histórias hilariantes entre as quais há uma que se destaca, por isso merece ser contada. Lembro-me: numa dessas visitas inesperadas, irritado, impedia que alunos sem farda assistissem às aulas. Nesse ínterim, enquanto muitos o evitava, eis que uma aluna que trajava preto por está de luto pela morte de seu pai, dirigiu-se até ele, tentando em vão justificar. Depois de várias explicações, o que lhe irritara ainda mais, ele irredutível, prontamente respondeu: “não, não e não: de preto aqui eu só quero Seu Chico”. A título de informação, referia-se a um antigo funcionário da escola. Brincadeiras a parte, asseguro que Padre Sólon merece toda minha reverência. Para ele eu tiro o chapéu.
Continuando, fui até a cozinha. Lá não havia ninguém. Lá não estava Celina, Ana Macedo, Ivanise, Tica de Zé de Bú, responsáveis pela limpeza da escola. Mesmo assim, senti o cheiro inconfundível do irresistível café preparado por Celina.
Fachada do Josué Bezerra (Foto)
Ansioso, caminhando a passos largos, me dirigi até a sala dos professores na esperança de reencontrar os velhos colegas. Lá havia apenas uma antiga e longa mesa em volta da qual nos reuníamos para trabalhar, em meio a brincadeiras. Era o exemplo de um ambiente saudável. Uma família unida, cuja união se firmava no respeito e amor ao semelhante. Parece até que a solitária mesa esperava como eu, a chegada dos professores que nunca mais voltaram. Além de mim, não havia mais ninguém. Por alguns minutos pensei que voltariam. Aí aguardei Olivaldo com seu jeito expansivo e brincalhão. Esperei por Gildenor, Zé Almi, Bibia, Zé Lúcio e Toinho Queiroga. Aguardei ainda Cessa Lacerda, Estela, Romélia, Idalicinha, D. Elisabete, Mavis, Edianete, Francinete Nunes e Bruno, esta com suas inconfundíveis gargalhadas.
Ainda curioso dirigi-me a secretaria onde também não havia ninguém. Estava deserta e silenciosa. Lá não encontrei Paula Aneide (filha de Arrudinha), Livaldina e Maria Batista, que juntas formavam um trio perfeito em termos burocráticos.
Relutante não desisti. Propositadamente, fui até a sala na qual ministrei minha primeira aula, iniciando assim minha carreira profissional. Parei emocionado por alguns instantes e recordei. Lembro ainda: dia 07/03/78, quarta-feira, 7ª série, turno tarde, 3º horário. Visivelmente nervoso e voz embargada estreava na carreira da qual sinto orgulho. Foram 45 minutos que pareciam horas intermináveis.
Preocupado com inexplicável vazio, ainda assim renovei as esperanças. Lembrei-me que na portaria, Seu Chico Daniel, poderia me explicar o motivo desse silêncio. A tentativa foi inútil, pois Seu Chico não estava de prontidão, assim como esteve durante anos, exercendo com responsabilidade sua função e atendendo as necessidades da escola. E, aqui vale um destaque: suas qualidades lhe conceituam um funcionário modelo e lhe assegura o respeito de todos. O que poderíamos chamar de operário padrão. Honesto, vigilante, atencioso e educado. Era tudo, menos professor. Sua ausência era mais sentida que a de qualquer outro profissional. Em suma, insubstituível.
Aí sim, desolado e sem alternativa, retirei-me cabisbaixo e pensativo, procurando uma explicação convincente ou algo que justificasse aquele estado de abandono. A ausência de Seu Chico havia me subtraído a última esperança. Respirei profundo tentando em vão evitar que as lágrimas escorressem os rios da face. Minha reação não podia ser outra, pois é impossível aceitar com indiferença cruel realidade, por isso, a certeza de que esta saudade não vai me largar, haverá de me perseguir a vida inteira.
Meu intuito é exaltar nossa história e torna-la perpétua através dos tempos. No entanto, lamento ao mesmo tempo, o triste fim de uma escola que se tornou marco na educação do município. É sentir saudade, mesmo sabendo que este sentimento jamais vai me deixar. É que estamos intimamente ligados, pois nela iniciei a carreira e vivi os melhores momentos profissionais.
Seu valor para mim é imensurável. Impossível descreve-lo. As palavras por mais sábias que sejam não equivalem a sua grandeza e valor histórico. Nem mesmo o discurso mais erudito e eloqüente não traduziria a sua importância. Há sentimentos que as palavras não explicam. Num misto de revolta e desengano cheguei a triste conclusão: a escola não mais existia. Suas portas fecharam numa ação contrária ao desenvolvimento da cultura e do saber. Triste realidade. Gostaria, fosse apenas mais um sonho, nada mais que um sonho, sonho nunca concretizado.
Ainda Chamado "Arruda Câmara" no início da construção (Foto)
Deveras lastimável, porém verdade. A escola que fora construída em 1949, com a denominação de Arruda Câmara, funcionou por muitos anos sob a administração e normas rígidas estabelecidas pelas Irmãs Carmelitas. Era semelhante uma clausura, onde a reclusão e o retraimento denunciavam um método educacional repressor. E, em suma, retrógrado, por isso, contrário aos conceitos dos dias atuais. Pode-se comparar ao “Clube do Bolinha” Que anos depois, em 1965, ampliando sua área de atividade pedagógica passou a chamar-se Colégio “Josué Bezerra”.
Hoje, a escola que fora no passado uma referência histórica na educação do município, nossa riqueza maior, cerra suas portas e se esvai inexplicavelmente, enquanto nossos políticos assistem indiferentes.
Hoje, dela lembramos com orgulho e saudade. O orgulho se justifica pelos relevantes serviços prestados na formação dos nossos jovens e a saudade que se intensifica ao percorrer AS GALERIAS DO JOSUÉ BEZERRA.
*Professor, Ex-Diretor da Escola João da Mata e Ex Secretário de Administração Municipal. Fotos Arquivos Verneck Abrantes.
Pombal, 08 de outubro de 2009.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Maciel Gonzaga (Foto)
MACIEL GONZAGA*
Conta-nos o nosso respeitado historiador Verneck Abrantes, que o São Cristóvão Esporte Clube de Pombal foi fundado em agosto de 1951. Mais ou menos da segunda metade dos anos cinqüenta até a segunda metade dos anos sessenta, o São Cristóvão se destacou como uma das principais equipes de futebol não só de Pombal, mas de todo Alto Sertão da Paraíba. Seus jogos eram realizados no Estádio Vicente de Paula Leite, um campo de terra batida todo cercado de aveloz, situado nas proximidades dos fundos da Escola Normal Josué Bezerra. Era um clube de futebol que empunhava respeito. Formou grandes esquadrões.
Na administração do Eurivo Donato, o nosso inesquecível "Mixuruca", o São Cristóvão importou jogadores de Patos – a exemplo dos goleiros Menininho e Zé Canário – e até de Campina Grande, como Géo (ex-Sport Recife) e o goleiro Elias (ex-Treze). Chegou a vencer por várias vezes o Esporte de Patos, a Sociedade de Sousa, o Coríntians de Caicó, o Caicó Esporte Clube, o Atlético de Cajazeiras e muitos outros clubes de cidades da região como Coremas, Piancó, Itaporanga, Conceição, São José de Piranhas, Uriaúna, Antenor Navarro, Catolé do Rocha, Brejo do Cruz, etc.
Tínhamos craques da qualidade de Agnelo, do goleiro Nego Adelson – de quem fui fã incondicional – Zaqueu, Perequeté, João Rapadura, Chico Sales, Tuzin de Jubinha, Natal Queiroga, Luiz Camilo, Nenzinho, Verneck, Bosco Alencar, Mago Zequinha, Geraldo Gergelim, Cléber de Bandeira, Ridney e o maior de todos eles - Carlos César ou "Meu César" de Severino Pedro.
Quando menino, fazia de tudo – até fugir de casa – para não perder um jogo do São Cristóvão. Aliás, comecei ir ao estádio quando tinha menos de 9 anos de idade. A minha mãe – Roza Gonzaga – só permitia que eu assistisse aos jogos do São Cristóvão resguardado sob tutela de Mané Preto (Manuel Deolindo), um jovem e elegante funcionário do DNER, responsável por levar o primeiro rádio de pilha para o estádio pombalense, onde ouvíamos, numa roda de bate-papo liderada por Mané Maluco, o locutor Fiori Gigliotti (Rádio Bandeirantes de São Paulo), transmitir jogos do Santos de Pelé & Cia., Palmeiras e Corinthians. Foi nessa época mesmo que eu me apaixonei pelo Sport Clube Corinthians Paulista. Hoje, Mané Preto, com mais de 80 anos, mora em Campina Grande, onde sempre o visito quando vou à Rainha da Borborema, unicamente para a conversarmos sobre a Pombal da nossa época e relembramos as façanhas do São Cristóvão.
Nunca esqueci a minha revolta em determinada manhã de domingo, quando tomei conhecimento que o jogo do São Cristóvão contra um time de Piancó havia sido cancelado em razão da morte do presidente Kennedy (John Fitzgerald Kennedy) dos Estados Unidos. Muitas vezes "furei" aveloz para entrar no estádio e, ao adentrar, ser perseguido por Cabina, para me botar para fora do campo. Tinha entre 10 e 12 anos idade. Servi de roupeiro para Perequeté e Chico Sales. Como o estádio não tinha vestiário, os jogadores do São Cristóvão se vestiam no Grupo Escolar João da Mata e seguiam perfilados, sob os aplausos de seus fãs, até o campo. E nós, meninos traquinos e apaixonados por futebol, para entrar de graça no estádio, segurávamos as roupas dos nossos ídolos.
Há muitas histórias e estórias sobre as proezas do nosso velho e bom São Cristóvão. Uma delas é a do murro firme e certeiro que Carrinho de Doutor Lourival deu em Botijinha. Carrinho, com idade mais avançada em relação aos demais companheiros de equipe, insistia em jogar. Era uma espécie de "dono do time". Como jogador de defesa, era madeira de dar em doido. Dizem até – embora isso nunca tenha sido comprovado – que ele jogava com um revólver no bolso do calção.
Pois bem, Botijinha jogava de ponta-direita e era considerado o "Mané Garrinha do Sertão", a principal atração da Sociedade Esportiva de Sousa, que levava público aos campos de futebol por onde passava. Infernizava seus marcadores. Durante toda semana, nos treinos do São Cristóvão, o pessoal do Maracatu (o time B que servia de “sparing” para os jogadores considerados titulares) começou a malhar com Carrinho, dizendo que ele ia ser “desmoralizado” por Botijinha.
Carrinho se afobou e reagiu afirmando que estava para nascer ainda um homem para lhe desmoralizar. Chega o dia a e hora do jogo. Estádio lotado, gente por cima do muro do Colégio das Freiras, todos querendo ver a atração maior, Botijinha. A turma do Maracatu, com certeza, inflamando o jogador sousense. O abusado ponta-direita, sem saber em que roça estava pisando, engoliu a corda, pegou uma bola na lateral do lado da Rua de Baixo, e partiu para cima de Carrinho, que jogava de lateral-esquerdo, tentando aplicar-lhe o “drible da vaca" (aquela jogada criada por Garrincha, onde o jogador passa a bola por um lado do adversário, vai pelo outro e consegue recuperá-la).
A reação não poderia ser outra: Carrinho segurou Botijinha pela camisa, deu-lhe um murro tão seguro no pé do ouvido, que o raquítico jogador caiu sentado no chão desfalecido. Meu irmão Massilon Gonzaga conta com convicção – só não faz juramento – que estava na lateral do campo e ouviu o grito de gemido de dor de Botijinha. Naquela época, não existia cartão amarelo e expulsão era coisa muito difícil em futebol. O juiz da partida, que era nada mais nada menos do que o nosso “Mixuruca”, apitou a falta, mas nem ao menos chamou a atenção do jogador faltoso. Com medo, é claro!
Do São Cristóvão, teríamos muitas coisas a falar. Mas, hoje, distante de Pombal há exatos 40 anos, só me resta lembrar. Ai que saudades do São Cristóvão! =.=.=.=.=. Foto: Arquivo de Verneck Abrantes Legenda da Foto: Em pé: Carrinho de Doutor Lourival, Bebé, Nego Adelson, Nenzinho, Werneck e Bosco Alencar; Agachados: Geraldo Gergelim, Tuzin de Jubinha, Cleber de Bandeira, Meu César e Amauri.
*JORNALISTA, ADVOGADO E PROFESSOR NATAL - RN.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Clemildo Brunet (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
O envelhecimento é uma ação natural que ocorre nas pessoas. Quando nascemos inicia-se o processo natural de envelhecer. No entanto, não gostamos de ser chamados de velhos; soa mal aos nossos ouvidos. Por mais que discordemos, não é questão nossa aceitar ou não aceitar o envelhecimento, é certo, ele vem.
O dia primeiro de outubro comemora-se o Dia do Idoso, são passados 6 anos da criação do Estatuto do Idoso que trata do respeito ao direito a pessoa idosa no combate à violência e aos maus tratos que lhes são dispensados Lei n° 10.741/2003. Em nosso meio estabeleceu-se o conceito de que envelhecer é passar da atividade para passividade. A idéia que se tem é que deixamos de fazer, para que outros façam por nós, é não ser mais cidadão ou família ou mesmo não receber atenção de outrem.
De modo geral, o idoso sofre discriminação, muitas vezes não são priorizados: “Se tiverem de optar entre salvar a vida de um jovem ou de um velho, salvam o jovem” (Miriam Trindade) Gerontóloga.
O comportamento de alguns na sua mentalidade medíocre é: “lugar de velho é em casa”, “velho não tem mais o que aprender”, “está ficando gagá”. Tratando desse modo, o idoso se sente solitário, isolado, limitado, sem opinião própria e perde a razão de viver.
Apesar de tudo, o direito à proteção social ao idoso em nosso país está assegurado desde 1993 com a promulgação da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Já o estatuto é uma conquista da sociedade brasileira, com sua aprovação veio também o reconhecimento do idoso como pessoa portadora dos direitos. Na quinta feira passada foi comemorado o dia do Idoso Lei 11.433/2006, juntamente com outros países.
População idosa. Estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – publicados na síntese de indicadores sociais: Uma análise das condições de vida da população brasileira 2008 destaca o aumento da população idosa. Segundo os dados, em 2007, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) revelou a presença de quase 20 milhões de idosos no Brasil, representando 10,5% do total da população. Na faixa etária de 70 anos ou mais, o total apresentado foi de 8,9 milhões de pessoas, corresponente a 4,7% da população brasileira.
Para o IBGE, o aumento gradativo da população de 60 anos ou mais de idade no Brasil nos últimos anos “indica que o país se encontra em processo de envelhecimento populacional”. Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul possuem juntos – ainda de acordo com informações da síntese de indicadores sociais – cerca de 273 milhões de pessoas de 60 anos ou mais de idade, correspondente a 40,6% da população idosa mundial.
Com experiência na área de políticas públicas e sociais, o doutor em sociologia e professor aposentado da Universidade de Brasília (UnB), Vicente Faleiros, avalia que um impacto de uma população idosa não se traduz em peso negativo, mas em estímulo ao turismo, à criação de empregos de cuidadores de idosos, à vida cultural e ao convívio entre as gerações. Faleiros acrescenta que, conforme defende a Organização das Nações Unidas (ONU) “é necessário que se promova o envelhecimento ativo, compreendendo tanto a participação dos idosos na sociedade e nas políticas como a atividade física e vida saudável”
Urge que se tenha consciência de fatores causais que mexem com o idoso e como lidar com ele. Mutações no corpo, maior consciência das limitações da morte, falhas do passado e temor do futuro, confrontação de fantasias do jovem adulto com a realidade e queda da alta imagem. É nessa ocasião que as questões existenciais voltam fortes: Quem sou eu? Qual será meu destino? Começa a sentir que o melhor da vida está no passado. Há um vazio e um sentido de urgência.
A Bíblia faz alusão aos idosos e o respeito que eles merecem pela valorização da sabedoria de que são possuidores. Eles são comparados como árvores viçosas cheias de vigor e de frutos mesmo na velhice. “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano. Plantados na casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor, para anunciar que o Senhor é reto. Ele é minha rocha, e nele não há injustiça”. Sl. 92:12-15.
A palavra de Deus nos mostra uma nova perspectiva de vida em relação ao idoso e bem diferente daquela que possamos imaginar: “Até à vossa velhice, eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei” Is 46:4.
Que todos alcancem a longevidade!
*RADIALISTA.
J. Tavares (Foto)
Por Jose Tavares de Araujo Neto*
Realizada este ano em sua décima oitava edição, a tradicional Festa do Encontro dos Filhos de Pombal, que normalmente ocorre durante o sábado da Festa do Rosário, foi considerada a que teve maior participação e o mais bem organizado de todos os tempos.
O evento teve seu início em 1991, portanto, há dezoito anos, a partir de uma brincadeira promovida pelos integrantes da batucada Maringá, os ex-estudante universitários Dr. Sales, Dr. Severino e Dr. Claudio (filhos de Biró Beradeiro), João Maria e Ze Wiliames , o segundo falecido (ambos filhos de Cabine), Professor Fernando Araujo (filho de Olívio), Chico de Pombal (Filho de Maroquinha), Zé Filho (filho de Lelé) e Luizinho (Filho de sargento Mota). O que era apenas uma brincadeira de um pequeno grupo de amigos, pouco a pouco foi ganhando grandes proporções, tornando-se um dos pontos de referência para todos os filhos e amigos de Pombal que vinham à Festa do Rosário rever amigos e parentes.
Em 2004, deu início a uma nova fase do evento, quando se teve a idéia de homenagear e promover o reencontro dos integrantes dos “Os Águias”, importante grupo musical que teve grade destaque nos anos 60/70. Neste ano o evento foi realizado nas dependências da AABB e seu grande organizador foi Dr. Sales de Biró. Foi a partir de 2005 que o evento começou a ser realizado na Praça do Centenário, defronte a Igreja do Rosário, onde é realizado até os dias de hoje. Naquele ano o grande homenageado foi o ilustre Professor Arlindo Ugulino, ex-promotor de justiça e um dos maiores educadores da cidade da cabocla Maringá. Em 2006, 2007 e 2008 foram homenageados, respectivamente, Galdino Mouta, proprietário , bilheteiro e faroleiro do Cine Lux; Zé Enfermeiro, que era uma espécie de médico dos pobres, e os ex-jogadores do São Cristovão, maior e mais popular time de futebol da cidade, que teve seu auge nos anos 60/70.
Neste ano de 2009, os organizadores escolheram para homenagear os ex-presidentes da Associação dos Estudantes Universitários de Pombal. Durante a solenidade, toda história da AEUP foi contada, destacando a importância de sua luta em busca da melhoria da qualidade de vida da população pombalense, notadamente no setor da educação, e a sua participação na realização de eventos sócio-culturais da cidade. Todos os ex-presidentes, presente ou não foram lembrados, inclusive, e em especial, os cinco ex-presidentes já falecidos: Ermínio Neto, Luiz de Joquinha, Carrinho Nóbrega, Chicão de Chico Almeida e Jairo Feitosa.
Nas homenagens a palavra foi concedida a primeira mulher a ser presidente da entidade, Gracinha Salgado, que falou em nome das demais mulheres que passaram pela AEUP. Falaram também o ex-presidente Jurandir Urtiga representou os homens, e o atual presidente, o universitário João Paulo, que contou sobre a AEUP nos dias de hoje. Por fim, a Prefeita Polyana Feitosa, uma ilustre ex-sócia, que além de dar as boas vindas aos participantes do evento, também estava representando um dos homenageados da festa, o seu falecido esposo Jairo Feitosa, o primeiro e único ex-presidente da AEUP que chegou a exercer o cargo de Prefeito do Município de Pombal.
O clima de descontração foi conduzido pela presença do grupo folclórico “Negros dos Pontões”, cujos integrantes dançavam sua alegre e contagiante coreografia por entre as mesas do Bar Centenário. Bailavam jogando seus pontões enfeitados de fitas coloridas sobre a cabeça dos espectadores, na expectativa de serem retribuídos por donativos, que tanto era bem vindo em dinheiro, como em bebida alcoólica, como manda a tradição secular. Diante desta cena, comum a vida de todos os presentes, não houve quem não se emocionasse pela beleza do espetáculo de uma cultura genuinamente pombalense.
A festa foi dividida em duas partes, a primeira aconteceu no turno da tarde, intercalada pela novena do rosário, a segunda fase aconteceu a noite, varando-a até a madrugada do domingo. A trilha sonora do evento ficou a cargo de quatro bandas. Na primeira parte tocou o grupo musical comandado por Magnun (Pombal-PB) e a Banda Fliperama (Campina Grande-PB). Na parte noturna tocou as bandas de Ruy (Monteiro-PB) e Marcus Vinicius (Caicó-RN). Os grupos musicais, que apesar de não dispor de grande aparato sonoro, apresentaram um repertório de alto nível e uma qualidade de som espetacular. Uma prova que de que com poucos recursos financeiros é possível juntar artistas talentosos e fazer eventos grandiosos.
Durante a redação deste texto, recebo ligação telefônica dando conta de que o deputado estadual Dunga Junior, filho de um pombalense e presente no evento, apresentou na assembléia legislativa moção de apoio e congratulação à XVIII Festa do Encontro dos Filhos de Pombal, na pessoa do seu coordenador maior o Professor Fernando Araujo, conhecido carinhosamente por Fernando Pandeiro, o único dos idealizadores pioneiros que reside em Pombal, que justiça seja feito, mais uma vez deu tudo de si para a concretização do sucesso do evento. Registro que o requerimento do parlamentar paraibano foi aprovado pela unanimidade dos deputados presentes na sessão.
Portanto, esta repercussão na câmara maior do Estado é uma prova inconteste de que a festa do Reencontro já se integrou definitivamente no calendário da festa criada pela irmandade do Rosário. E desta forma, veio para contribuir no engrandecimento e perpetuação da nossa Festa do Rosário, que tem como referencial maior a confraternização entre as pessoas, que têm em comum entre si, o grande amor por uma cidade chamada Pombal.
*COLUNISTA SOCIAL.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Jerdivan (foto)
"A saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu” CBO Jerdivan Nóbrega de Araújo*
Eu sou do tempo em que esperava-se a chegada da Festa do Rosário como se espera um filho que partiu, mesmo porque era nesta época que os filhos voltavam para visitar seus familiares. O pais arrumavam as casas, o prefeito arrumava a cidade, as lojas, que eram tão poucas, incrementavam o estoque, principalmente as sapatarias. Para acompanhar a Procissão do Rosário: roupas e sapatos novos, chapéu para os homens e sombrinha, na maioria das vezes azul, para as mulheres.
A vida naquela época era bem mais fácil de se ganhar. Não havia a imposição da mídia em copiar o modismo do sul, mesmo porque aquelas novidades, quando chegavam, eram pelas páginas coloridas da Revista Cruzeiro, a qual poucos tinham acesso. Mas quem voltava do sul do pais, “das São Paulo” principalmente, caprichava no sotaque e nas vestimentas.
Voltavam eles do sul do país, mesmo que para passar apenas quinze dias na terrinha, rever os amigos, contar as vantagens e as riquezas fictícias, cumprir a promessa do casamento feita ali na calçada do restaurante Panaty, de seu o Cabina e dona Cesinha, na saída da Viação Brasilia. - Um dia eu volto!
Voltavam como o melhor toca-fita a tiracolo, os LP's de baixo do braço, o cheiro do perfume “I0I0” sapato de plataforma, o famoso cavalo de aço, calça Lee e o reluzente cinto imitando couro de jacaré e com fivela em forma de cabeça de cavalo. O cigarro era o Minister - Cinta Azul (com filtro) e o isqueiro era a gás. Bolsa Capanga de baixo do sovaco, chapéu e óculos a "Waldik Soriano" completavam o figurino.
O calor era intenso mas a camisa era preta e de mangas compridas, passada por dentro da calça. Era preciso investir na imagem de uma pessoa que havia se dado bem "nas São Paulo". Vez por outra o Lord Amplificador lembrava a chegada do filho de Sr. Fulano ou de Sr. Sicrano “que volta de São Paulo para rever a família e se casar...”.No sábado do Rosário, as pessoas procuravam o Professor Arlindo Ugulino para que ele anunciasse, na saída da Procissão do Rosário, a presença de um parente na cidade. Nosso mestre de cerimonia fazia isso enquanto pedia aplausos para Nossa Senhora do Rosário. Era emocionante ouvir o mestre “dedilhar um rosário” de nomes aos aplausos dos presentes. É um tempo que já vai longe.
Padre Sólon de França já não faz mais parte da festa, Professor Arlindo, com sua saúde já abalada pelo peso da idade, não tem mais o mesmo fôlego de antes, apesar do entusiasmo ainda continuar presente no seu discurso na sua imensurável fé. Não se pagam mais promessas como antigamente... os que moram “nas São Paulo" já não fazem questão de visitar a sua cidade porque sabem que não vão mais encontrar, na ruas de Pombal, os amigos, o entusiasmo e a paz das Festas do Rosário dos anos 60 e 70.
E cada sonho, que um dia foi de um pai e de uma mãe mas que hoje é de um avô ou de uma avó, vai se transformando em moinhos e assim, seguem moendo as lembranças de uma cidade que necessariamente muda e oculta, nas sombras das torres da suas igrejas ou nos túmulos azuis do Cemitério Nossa Senhora do Carmo, aquelas pessoas que um dia, tão jovens e tão bonitas, acompanhavam a Procissão do Rosário, deixando para trás apenas as ladainhas de um tempo que não volta nunca mais...
*Escritor Pombalense.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

Jornalista e escritor faz revelação sobre importante político de Pombal e fala da história de “Maringá”

O jornalista disse o município tem avançado nessa nova gestão, mas precisa alavancar em áreas mais importantes. O Caldeirão Político ...

Quem sou eu

Minha foto
CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

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- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CLIQUE NO PLAY E OUÇA A ENTREVISTA.

COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!