quinta-feira, 29 de abril de 2010

Clemildo Brunet (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
“... Ou o que ensina esmere-se no fazê-lo” (Paulo, Apóstolo)
Quem por ventura não obteve a felicidade de receber as instruções sábias de um mestre do quilate do Professor Arlindo Ugulino, jamais poderá avaliar o quanto foi importante para tantos filhos de Pombal o seu contributo como instrutor e educador. Instrutor, porque sua ação não se limitava apenas as sábias lições do currículo escolar; ele ia mais além, ensinando-nos a amar a Deus, ao próximo e a Pátria. Foi um tempo em que Pombal ouviu muitas vezes desse coração de mestre, o que significa ser patriota e honrar a terra de seu nascimento.
O nosso convívio com o Professor Arlindo durante tantos anos, fez com que descobríssemos nele, a pessoa amiga com facilidade fora do comum para abordar qualquer assunto: Seja na poesia, nas prosas que escreveu ou em suas crônicas sobre o sertão e as belezas da natureza.
Quem não se lembra do antigo Ginásio Diocesano quando funcionava no edifício onde hoje se encontra a Escola Estadual João da Mata, ali as tardes de sete de setembro, durante muitos anos eram preenchidas com gincanas e atividades esportivas, sob o comando do célebre professor. Passo a lembrar aqui algumas dessas competições entre os alunos: Subida no pau de Sebo, corrida do saco e da colher com ovos, futebol de salão etc. Que saudade! O dia da Independência do Brasil tinha o que comemorar em Pombal! Pela manhã o desfile cívico, à tarde as recreações. Toda cidade participava com sentimento de brasilidade e patriotismo.
Latinista fino, nosso emérito educador, estudou o idioma do orador romano Marco Túlio Cícero durante seis anos no Seminário Arquidiocesano Imaculada Conceição da Paraíba, em João Pessoa, onde permaneceu oito anos, até o Curso de Filosofias. Um verdadeiro conhecedor de causas que escreve com segurança quando se utiliza da língua portuguesa, sendo também fluente em Francês, Inglês e Grego.
Sou testemunha de seus feitos e o conheci de perto como professor, desde o Ginásio Diocesano, época em que o referido educandário era dirigido pelo Cônego Luiz Gualberto. Nesse tempo, eu já acompanhava as solenidades festivas do Ginásio com as antigas difusoras.
Havendo trancado por um tempo minha matrícula escolar, reencontrei o Professor Arlindo Ugulino, na fundação do Colégio Estadual de Pombal, agora, ele como meu Diretor e eu como aluno fundador da escola, oportunidade em que fui eleito primeiro presidente do Grêmio Livre. Daí em diante, tornamo-nos parceiros na área da comunicação; o Lord Amplificador, (Serviço de alto falantes) de minha propriedade, era a via de radiofonia útil ao Colégio nas coberturas de eventos cívicos e datas comemorativas.
Convém ressaltar que o homenageado da coluna de hoje, exerceu as atividades de Diretor da Escola Estadual “Arruda Câmara” durante dez anos seguidos. Aqui não quero de modo algum desmerecer os méritos dos que o sucederam; contudo, muitos hão de concordar comigo, esse período foi o melhor da história cívica estudantil de Pombal. Não é sem razão que se diz: “Professor Arlindo Ugulino é patrimônio histórico da nossa educação”.
Arlindo Ugulino, natural de Santa Luzia na Paraíba, mas, há muitos anos, foi adotado como filho de nossa terra, recebendo da Câmara Municipal o título de cidadão pombalense. Por não negar suas origens, é o primeiro, na ordem de nascimento, dos três filhos (Arlindo, Raimundo Nonato (em memória) e Antonio) da união em segundas núpcias, de Justo Ugulino da Costa e Maria Jandira Ugulino. Nasceu no dia 29 de abril de 1933. É descendente, em linha consangüínea bem próxima, do grande poeta paraibano, Ugulino Nunes da Costa, mais conhecido por Ugulino do Sabugi ou Ugulino do Teixeira, primeiro poeta repentista do Nordeste e contemporâneo de Romano da Mãe D’água, Germano da Lagoa, Inácio da Catingueira e de outros monstros da poesia nordestina.
Casado desde o dia 11 de maio de 1958 com a artista plástica Sonia de Medeiros Ugulino (cujo nome de registro é Célia), formando um perfeito casal cristão de vida regular, servindo de exemplo e espelho para os seus filhos e a sociedade. Uma família constituída de oito filhos: Quatro homens e quatro mulheres. Malba Delian, Arlindo Filho, Lúcio Flávio (em memória desde 30 de maio de 1982), Mª Jandira, Luis Augusto, Terezinha de Jesus, Paulo de Tarso e Fernanda de Lisiê. Professor Arlindo, é membro efetivo desde a fundação da Academia de Letras de Pombal, ocupando a cadeira cujo titular é o seu bisavô e primeiro repentista do Nordeste, Ugulino Nunes da Costa, mais conhecido por Ugulino do Sabugi.
Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de João Pessoa e começou a advogar em favor dos indefesos nas Comarcas tanto circunvizinhas como de Pombal. Em 1981 passou com sucesso no Concurso Público para exercer as funções de Promotor de Justiça substituto, conseguindo aprovação de imediato, foi nomeado para a Promotoria de Justiça de Pombal. Foi substituto nas Promotorias de Catolé do Rocha, Brejo do Cruz e São Bento, assumindo logo em seguida a promotoria de Justiça da Comarca de Sousa. Arlindo exerceu ainda as funções de Superintendente Regional de Polícia Civil do 8º Núcleo com sede em Catolé do Rocha.
Desfile Cívico do Ginásio Diocesano (Foto)
Os mais velhos devem lembrar muito bem os dias áureos de nossos Colégios: Diocesano e Josué Bezerra, com a presença marcante do Professor Arlindo no exercício do magistério por cerca de 30 anos. O nosso homenageado foi co-fundador do Ginásio Diocesano, juntamente com o saudoso educador Mons. Vicente Freitas, vice-diretor do mesmo educandário e professor, tendo lecionado também na antiga Escola Josué Bezerra. Quando deixou o magistério de 1° e 2° graus, ingressou no ensino do 3° grau como professor da Faculdade de Direito de Sousa – FADISA – em 1978, tornando-se funcionário público federal.
Galhardia, dedicação e amor patriótico - bandeiras defendidas por Arlindo Ugulino que ao longo de 44 anos de efetiva doação à causa do ensino destes sertões da Paraíba e em sua maior parte em Pombal, lhe assegura o direito de consciência tranqüila do dever cumprido, estando hoje no merecido repouso remunerado, dedicando-se à leitura, à poesia e à prosa.
Querido mestre: Por ocasião do seu natalício neste 29 de abril, aqui vai minha singela homenagem, suplicando ao Criador que lhe conceda muita saúde e muitos anos de vida, pois sua presença entre nós é sempre motivo de regozijo.
“... A QUEM HONRA, HONRA” Rm. 13:07.
A Arlindo Ugulino: Expoente do ensino, Educador emérito.
Parabéns, feliz aniversário!
*RADIALISTA

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Clemildo Brunet (foto)
CLEMILDO BRUNET*
O rádio, ainda depois de muitas décadas é um meio de comunicação moderno que permite a maior parte da população ter acesso. Ele é imprescindível na vida das pessoas e faz companhia a muita gente. A conquista do rádio no meio da massa popular, veio por intermédio do longo alcance aonde ele pode chegar e sua atividade atende a expectativa de quem ouve.
Sem nos apercebermos o rádio pouco a pouco vai fazendo parte do nosso cotidiano e atinge a meta principal que almeja, fazendo com que cada ouvinte se interesse em ouvi-lo, na mult(i) variedade de seus programas. No início da história do rádio ele era tido como instrumento de distração para as pessoas, na verdade ainda o é, quando se trata de ouvir música, como se dava no começo.
Tenho ouvido de muita gente que prefere ouvi rádio a qualquer outro veículo de comunicação. Isso acontece porque o rádio tem essa magia de trazer o som que chega aos nossos ouvidos, deixando que o cenário do que estamos a ouvi, seja criado por nós mesmos sem o auxílio de imagens.
A praticidade do ouvinte com o rádio parte de uma fórmula fácil de utilização: No automóvel, como entretenimento para motoristas e passageiros. Em casa a patroa ou empregada doméstica estão nos seus afazeres curtindo rádio, o cidadão ao chegar do emprego em seu lar, toma banho, senta-se a mesa com a família para o almoço, liga o rádio pra saber as notícias, os funcionários de uma oficina mecânica também ouvem rádio enquanto trabalham. É raro em uma repartição pública ou privada não se encontrar um rádio ligado. Basta um momento oportuno, para que o rádio se faça presente na vida de alguém.
Recentemente em Natal, quando estive recebendo um tratamento de radioterapia conformacional, cujas sessões eram à noite, pude perceber que as técnicas em radiologia do Hospital da Liga Norte Rio-Grandense Contra Câncer, enquanto exerciam seu trabalho com o paciente, estavam com o receptor ligado em uma das emissoras da capital potiguar ouvindo música. Numa dessas ocasiões, na sala do acelerador Linear 2/100, lembro-me que cheguei a ouvi uma música de Roberto Carlos.
O rádio por si só tem seu potencial na companhia das pessoas. Eu, desde a mais tenra idade me acostumei com o rádio, o adotei em minha companhia, tornando-me depois um profissional da comunicação; hoje mesmo nos bastidores não o esqueço. Estando em casa; se vou ao banheiro levo-o comigo, no café, no almoço e no jantar, o rádio é um companheiro de longas datas.
O rádio como companhia é abrangente em seu raio de ação, ele é ouvido por todas as camadas da sociedade, não há um público definido para o rádio, a não ser aquele que já o adotou como companheiro de suas horas tristes ou alegres lhe servindo às vezes de lenitivo nos momentos em que se encontra solitário.
Por isso, é necessário que os empreendedores de rádios como disks-jóquei, programadores, estejam atentos no que vai oferecer aos ouvintes e não ajam por conta própria e unilateral para satisfazer o seu gosto ou o gosto preferencial de um grupo; do contrário, haverá uma baixa na audiência, pois a proliferação de emissoras fará o ouvinte procurar outra estação que venha atender seu anseio ou solicitude. Desse modo, o rádio como companhia, ainda é o maior meio de comunicação de massa!
VIVA O RÁDIO!
*RADIALISTA

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Cessa e o Troféu Imprensa 2007 (Foto)
Por Cessa Lacerda*
Aproveitando a oportunidade das festividades de homenagem ao "Jubileu de Ouro", de BRASÍLIA, isto é, 50 anos da nossa Metrópole Brasileira, quero homenagear um saudoso conterrâneo e amigo, notável escritor, cronista e poeta, DOMINGOS MEDEIROS.
Nada mais justo e simbólico do que publicar uma belíssima crônica que ele fez em homenagem a Brasília no aniversário do ano 2005. Descreveu esta bela cidade com todas as suas belezas naturais e arquitetônicas. Este trabalho é uma verdadeira epopéia merecendo a todos os seus compatrícios pombalenses e irmãos literatos conhecerem a grandeza desta inspiração.
O homem morre, mas, deixa consagrado em nossas memórias aquilo que foi em vida. Fica em nossos corações a eterna saudade! Amado e saudoso irmão Domingos. Fazendo jus a sua memória publico hoje neste rico BLOG de Clemildo o seu belo trabalho como forma de admiração aos seus escritos, na oportunidade, prestando a minha homenagem de profunda saudade! Aniversário de Brasília© Domingos Oliveira Medeiros Publicado com imagem e som pela Rede Globo - VÍDEO
Domingos Medeiros (Foto)
Final de semana. Um sábado de abril, em Brasília. Dia de descanso Aproveitei para relaxar, saboreando o frescor do vento que, no outono, sopra pelas janelas, refrescando lembranças guardadas nos escaninhos da memória desgastada pelo tempo. Impulsionado pelas recordações, fui buscar nas gavetas de um quarto, um punhado de fotos e recortes de jornais, amarelados pelos anos, que falavam sobre Brasília. Cidade que adotei para viver, morar e trabalhar, e a quem dedico minha eterna gratidão por todas as oportunidades que ela me concede. E comecei a rever e a reler o antigo material. Brasília, um dia, foi lenda. Sonho, mito e profecia. Um conto de fadas, uma história de amor. Uma aventura arrojada. Já se chamou, até, utopia. Tudo começou no meio do Planalto Central. Em meio à mata virgem, que se perdia no infinito do horizonte.
Brasília era, então, bem pequena. Um ponto marcado na prancheta de um engenheiro e de um arquiteto. Brasília não tinha formas definidas. Apenas, um monte de traços e rabiscos. Aos poucos, Brasília mostrava suas faces escondidas. O chão vermelho, envolto em poeira, suor e lágrimas. Seu esqueleto ganhava formas de cimento, areia e ferro; emoldurados com estacas de madeiras, que lhes davam sustentação. Até que explodiu, em choro sofrido e alegre, como qualquer recém-nascido. Niemeyer, em traços, a imaginou. E, num instante de amor a concebeu; a desenhou, passo a passo, com a firmeza com concreto e a dureza do ferro suavemente retorcidos, com a mesma arte e leveza dos passos das bailarinas. Burle Max, o paisagista, a embelezou, com seus arranjos de flores. E Juscelino, com canções e serenatas, no seu colo a embalou. Brasília cresceu. Tornou-se mulher. Gerou filhos. Brasileiros e estrangeiros. Acolheu sotaques e maneiras. Formou famílias inteiras. Operários de uma mesma obra: construção do futuro promissor. A capital dos brasileiros é, hoje, uma cidade acolhedora. De ruas fartas; de belas curvas; Em Brasília andamos com liberdade, no exercício da cidadania. A cidade esbanja qualidade de vida; banhada pelo verde – sua cor mais abundante -, e pelo branco, roxo e amarelo dos Ipês. Capital de tardes em tons lilás. De céu azul e nuvens brancas de algodão. Na metrópole dos palácios arrojados, e centro das grandes decisões, a vida pulsa com gente jovem e bonita, de todas as idades. Brasília, é hoje, cidade de todos os sabores; de todas as culinárias; de sons variados: do Rock, do Axé e do Chorinho. Cidade de muitas culturas. Resumo de muitas raças.
Amostragem perfeita do povo brasileiro. Brasília, em resumo, é rima; é verso metrificado; é poesia. Brasília é o futuro do presente; e o presente do passado.
Parabéns, Brasília! Dia 21 de abril de 2005, 45 anos. © Domingos Oliveira Medeiros
Todos Direitos Reservados
*Escritora e Poetisa Pombalense.
José Romero (Foto)
José Romero Araújo Cardoso*
Marconi Cruz de Lacerda nasceu no dia dois de setembro de 1956, em São José de Piranhas (PB), filho caçula do casal Martinha Cruz de Lacerda-Sinval Lacerda de Oliveira. Era neto do lendário Romeu Menandro da Cruz.
Em Mossoró (RN), onde foi terminar os estudos médios, teve início o martírio que o atingiria como emboscada do destino. Na capital do oeste potiguar passou a residir na casa do estudante, localizada bem próxima da Escola Estadual Jerônimo Rosado, onde estudava.
Bon vivant, era freqüentador assíduo das noites mossoroenses, as quais animava com o som cadente de um violão bem dedilhado, intercalado por voz suave e melodiosa. Despertava fascínio nas mulheres, solteiras e casadas, devido ao visual moderno e atraente para a época. Em um desses saraus, despertou a atenção da esposa de um capitão-médico da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, tendo aceitado inadvertidamente a investida da mulher que havia sido enfeitiçada pelo galante jovem.
Corria o ano de 1977, o sucesso das paradas musicais era a música “Sonhos”, composta e interpretada por Peninha. A canção tornou-se o hino oficial do inexperiente paraibano que tentava a sorte no Estado do Rio Grande do Norte.
Os encontros dos dois amantes despertaram a atenção dos moradores da residência aos fundos da casa do estudante. Eram parentes do capitão-médico da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte que observavam o romance proibido.
A casa do estudante passou a ser freqüentada assiduamente por primo legítimo do oficial, intuindo aproximar-se sorrateiramente do incauto jovem a fim de firmar amizade com objetivos claramente maléficos e diabólicos.
Avisado sobre o que acontecia, o capitão-médico procurou a ficha de Marconi Cruz de Lacerda na unidade educacional onde estudava. Em seguida, incumbiu o primo da execução do macabro plano que deveria ser marcado pelo hediondo “cheiro do queijo”, pois constatou que o jovem completaria vinte e um anos em breve. Marconi, dessa forma, estava marcado para morrer.
Friamente, o novo “amigo” passou a cevá-lo da melhor forma possível, convidando-o constantemente para almoçar em sua casa, sair pela noite mossoroense, enfim, assumindo postura “amigável” que não despertava nenhuma desconfiança da aparte do inexperiente jovem.
No dia dois de setembro de 1977, uma sexta-feira, Marconi não assistiu a todos os blocos de aulas, pois pediu permissão à professora de História para sair antes do término das atividades em razão que era seu aniversário de vinte e um anos.
O “amigo”, sem saber que o jovem marcado para morrer havia saído mais cedo, chegou atrasado ao encontro satânico. Mesmo assim varou sem sucesso todos os recantos geralmente freqüentados por Marconi, a fim de matá-lo.
No sábado, dia três de setembro, adentrou com cara feia a Casa do Estudante, não encontrando o jovem. Deixou recado convidando-o para uma vaquejada na cidade de Olho d´água do Borges (RN), convite prontamente atendido quando o jovem chegou na residência estudantil.
Era, na verdade, o início do fim do inexperiente jovem, pois seu “amigo” macomunava-se com um irmão tramando sua morte covardemente. Devido a desconfiança de experientes sertanejos, os quais notaram as intenções macabras dos dois irmãos, retiraram Marconi para Patu(RN). O meio de transporte do trio era um fusca azul.
Crise de consciência abateu-se sobre o irmão do “amigo” de Marconi e este começou a relutar em levar adiante o plano diabólico, razão da sobrevivência do jovem até o dia de domingo, quando o jovem entrava em contagem regressiva.
Jogaram futebol, beberam, enfim, divertiram bastante o garoto que foi marcado pela maldade humana para pagar pecados originados através de uma mulher leviana.
A noite chegou e resolveram levar o jovem para passeio descontraído no sítio Tuiuiu, lugar onde nasceu o cangaceiro Jesuíno Brilhante. Na volta, ao passar pelo açude dos bodes, o “amigo” do jovem teve a idéia de se refrescarem em um banho noturno, logo aceito pelo inexperiente rapaz. Pararam o fusca azul bem próximo do açude. Quando estavam se preparando para entrar no açude, o “amigo” do jovem disse que ia ao carro, voltando armado com um revólver calibre 38 e uma faca de doze polegadas.
O jovem não acreditou no que estava acontecendo. Começou e pedir por tudo para não fazerem aquilo, mas o “amigo” disparou seis vezes contra a cabeça do pobre rapaz, desferindo em seguida duas facadas no pescoço para concluir o serviço maldito.
Dessa forma, manifestava-se contra um jovem sonhador a mais abominável de todas as traições, a mais nefasta e aviltante forma desprezível de traição.
Em São José de Piranhas homenagearam Marconi Cruz de Lacerda dando seu nome ao Estádio de Futebol, pois ele era um apaixonado pelo esporte, assim como era pela vida que foi ceifada covardemente por mãos assassinas insensíveis e desprezíveis.
* Geógrafo. Professor da UEN.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Severino C. Viana (Foto)
Por Severino Coelho Viana*
O sertão nordestino caracterizou-se como palco de histórias virulentas, de sangue, de lágrima e de dor. Num cenário que se tivesse sido filmado, o velho oeste talvez não superasse os fatos mitológicos de sua gente. A partir da metade do Século XIX, a dura realidade do sertão nordestino, onde predominava a intensa miséria, a injustiça social, e, ainda, pela falta de segurança pública, devido à omissão estatal, nasceu uma manifestação retratada pelo banditismo, com as suas várias denominações: cabras, jagunços e cangaceiros.
Essas denominações afeiçoaram os traços típicos do homem valente do sertão onde a lei que prevalecia era a ponta do punhal e a mira da carabina. No entanto, havia uma sutil diferença na forma de origem e atuação de cada espécie de banditismo. Por exemplo, o cabra era o sertanejo que, em tempo de paz, como todos os outros agregados que viviam à sombra dos coronéis, arava e cultivava a terra seca e depois rezava para os céus implorando chuva. Quando convocado e, se fosse preciso, entregava a vida pelo coronel. O jagunço era um tipo de profissional autônomo, um mercenário a serviço da morte e de quem o contratasse pela melhor oferta. Servia a um senhor hoje, no outro dia, estava no alpendre do casarão do outro. Enquanto isso, o cangaceiro não aceitava a tutela de nenhum patrão, ainda que ocasional. Agia por conta própria, em proveito de si mesmo. Mas costumava celebrar consórcios estratégicos com os coronéis, baseado numa relação de barganha e compadresco. Por um lado, o cangaceiro recebia abrigo e livre trânsito nos domínios do senhor de terras que o acoitava. Por outro, preservava aquela propriedade de arruaça e dos ataques de terceiros, inclusive de outros salteadores.
O Cangaço já era conhecido desde 1834 e se referia aos indivíduos que andavam armados, com chapéus de couro, carabinas e longos punhais entrançados que batiam na coxa. Levavam as carabinas passadas pelos ombros, tal como um boi no jugo, na canga. Daí decorreu a designação de Cangaço e dela derivou-se o vocábulo Cangaceiro, para identificar aquele bandido das caatingas nordestinas, que andava sempre fortemente armado. O fato é que os cangaceiros aterrorizaram o Nordeste, invadiam casas, fazendas e vilas. Chegando nas cadeias, soltavam os presos e prendiam os soldados, estupravam, roubavam, matavam, sangravam sem dó nem piedade. Ás vezes tornavam-se benfeitores quando distribuiam dinheiro para os pobres, elevando-os à categoria de heroi. O bandido social é, em geral, membro de uma sociedade rural e, por várias razões, encarado como proscrito ou criminoso pelo Estado e pelos grandes proprietários. Apesar disso, continuava a fazer parte da sociedade camponesa de que é originário e é considerado como um heroi. Segundo Dadá, esposa de Corisco, como a milícia usava o mesmo uniforme dos cangaceiros, muita coisa malfeita atribuída ao bando, era culpa da milícia, que punha a culpa em Lampião. Os famosos bailes que o bando promovia nas vilas e cidades, onde se dizia que Lampião fazia as pessoas dançarem sem roupa, era verdade, segundo afirmou a mulher do cangaceiro.
De qualquer maneira, além da constatação nos aspectos: político, social e criminal, os grupos de cangaceiros que infestaram o Nordeste, deixaram seus legados em outros ramos para a vida de todos os brasileiros.
O movimento do cangaço tem uma presença marcante em diversos segmentos da cultura popular do Nordeste brasileiro. As influências podem ser facilmente percebidas, merecendo destaque a literatura pela vasta produção sobre o assunto, tanto romanesca como de cordel, que cuidaram de dar o tom mitológico e místico aos fatos reais. Mas essas influências não estão restritas ao campo da literatura, elas também aparecem com bastante solidez no teatro, na música, nos grupos de bacamarteiros, na culinária, no artesanato, no cinema, enfim, numa série de manifestações que refletem o cotidiano popular.
O artesanato regional é um forte repositório dos elementos figurativos e representativos do movimento. Em qualquer ponto turístico da Bahia ao Ceará é possível encontrar diversas lembrançinhas que remetem à figura dos cangaceiros. Outro repositório, as feiras livres que vendem a céu aberto vários utensílios típicos da época e que remontam ao período do banditismo social e a ação dos cangaceiros nos sertões como os típicos chapéus e sandálias em couro, armas brancas como facas e facões, lamparinas, esteiras, chapéus de palha, enfim, uma série de elementos que eram utilizados no dia-a-dia por Lampião e seu bando.
Uma das maiores formas de representação e difusão do cotidiano do cangaço são as quadrilhas juninas, além do famoso xaxado, desde aquelas que apresentam o casal de cangaceiros Lampião e Maria Bonita, até as que trazem no nome referência ao cangaço. Um dos refrões mais conhecidos do grande público: “Acorda Maria Bonita! Levanta vem fazer o café, que o dia já vem raiando e a polícia já tá de pé.” é presença garantida na maioria das quadrilhas juninas, e mostra como era o dia-a-dia de um grupo de cangaceiros: acordar cedo, preparar algo para comer e logo em seguida sair em fuga para escapar das forças-volantes.
A existência dos elementos representativos do cangaço na cultura popular como observamos, é uma realidade que a todo tempo se mostra presente no nosso dia-a-dia. Por vezes, é comum que esses detalhes passem despercebidos aos nossos olhos, mas basta observar ao nosso redor e veremos que ainda se mantém viva as tradições e as memórias de Lampião e seus cabras na região, e cabe a pesquisa histórica e principalmente as futuras gerações preservar esse patrimônio tão rico e memorável que são as tradições, as representações, enfim, a cultura popular, maior marca da identidade de um povo.
Como afirmamos no livro de nossa autoria, “Poder da Cidadania”, sobre o tema da criminalidade: “Registre-se, ainda, que no Brasil, a associação criminosa derivou do movimento conhecido por cangaço, cuja atuação desenvolveu-se no sertão do Nordeste, durante os séculos XIX e XX, partindo da vingança pessoal à maneira de lutar contra as atitudes de jagunços e capangas dos grandes fazendeiros, além do efeito de contestação ao coronelismo desenfreado”. "Personificados na figura de Virgulino Ferreira da Silva, O Lampião, (1897-1938), os cangaceiros tinham organização hierárquica e com o tempo passaram a atuar em várias frentes ao mesmo tempo, dedicando-se a saquear fazendas, vilas, e pequenas cidades, extorquindo dinheiro mediante ameaça de ataque e pilhagem ou sequestrar pessoas importantes e influentes para depois exigir resgates. Para tanto, relacionavam-se com fazendeiros e chefes políticos influentes e contavam com a colaboração de policiais corruptos, que lhes forneciam armas e munições”.
E continuamos o nosso raciocínio: “O antigo e autêntico cangaceiro nordestino caracterizava-se pela sua indumentária: roupa de cáqui, chapéu de couro, com as abas quebradas para cima, duas cartucheiras cruzadas no tórax e uma cercada nos quadris, um rifle, uma pistola, um facão afiado, um bornal, um par de sandálias de rabicho, cabelos puxados à brilhantina, cordão de ouro e o pescoço envolto de patuás e vivia no meio das caatingas ressecadas do sertão”.
“Enquanto que o novo e moderno cangaceiro, que atua em todas as regiões, o distintivo é sua vestimenta de etiqueta, paletó, gravata, sapatos macios, relógio de marca, cabelos escovados, frequenta hotéis e restaurantes de cinco estrelas, mansões e palácios, gabinetes e escritórios notórios, utiliza celular, Internet e televisão, municiado de armas de fogo de alto potencial ofensivo, dinheiro depositado em contas secretas no exterior, desvios e gastos excessivos do dinheiro público”.
“Mudou somente o perfil do cangaceiro da antiguidade para o gangster da modernidade”.
E assim a história continuará por séculos e séculos. Só muda quando o próprio homem mudar o seu modo de agir e viver!
João Pessoa, 19 de abril de 2010.
*Pombalense e promotor de Justiça em João Pessoa - PB.
Monteiro Lobato - Renomado e imortal escritor brasileiro.
Figura exponencial e simbólica do Dia do Livro.
Coluna Luminosa na ilustração das Letras.
Partindo da célebre frase: “Um pais se faz com homens e com livros”, do nosso grande escritor, Monteiro Lobato, é que tomamos consciência da importância do Livro em nossas vidas. Aqueles que não lêem e não se instruem através dos livros é como se perdesse a seiva nutritiva do saber. Sócrates foi considerado um dos mais importantes ícones da tradição filosófica. Célebre filósofo grego, disse uma vez: “Eu só sei que nada sei”, sendo ele o mais sábio dos homens, e nós o que dizemos?
Hoje, dia mundial do Livro, vale a pena refletir sobre ele, o que nos desperta, nos ensina, alegra e nos faz bem. O livro é uma ótima coisa para qualquer pessoa, ótimo amigo, companheiro, educador, professor, enfim, um bom livro pode mudar sua vida.
Todos nós podemos usufrui da leitura do maior livro do mundo: A BÍBLIA SAGRADA. Leia este sublime livro, pois nele encontraremos todos os ensinamentos para se ter uma vida feliz. Sempre fica um pouco daquilo que ela nos ensina. É lendo este grande livro que aprendemos a nos encontrar com Cristo e nos preservar do mal.
O hábito de ler deverá ser incentivado desde tenra idade, porém escolher somente, livros bons para a nossa formação. O livro nos leva a qualquer conhecimento e cultura, principalmente a diversão. Ler é ouvir, falar, aprender. Como exemplo de estímulo a leitura, leia como eu li os grandes poetas e pensadores.
Vejamos o que disse o grande poeta Castro Alves: "Oh! Bendito o que semeia / Livros... livros à mão cheia... / E manda o povo pensar! O livro caindo n'alma / É germe – que faz a palma, É chuva – que faz o mar."
E agora o Augusto Cury
A maior aventura de um ser humano é viajar,/ E a maior viagem que alguém pode empreender/ É para dentro de si mesmo./E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,/ Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,/ Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas / E descobrir o que as palavras não disseram... Como é prazeroso ler um bom livro, que nos desperte para o bem! E como é necessário que leiamos para que mais tarde não possamos dizer do mal que sofrera.
Já disse um pensador, que: “Quem não ler, não ouve, não fala, e não ver”
O nosso Brasil precisa incentivar mais a leitura. As nossas escolas formarem Clubes de leitura, despertando nos alunos hábitos do bom gosto de ler, para que o alunado ocupe o seu tempo com coisas proveitosas que evitem as pornografias, fofocas, tragédias e outras coisas sem valor.
A nossa Academia de Letras encontra-se com sua rica Biblioteca aberta para as entidades escolares, extensivo aos professores e alunos realizarem seus projetos de leitura.
Façamos crer que a Sabedoria entra pelos olhos de quem LER BEM! Parabéns aos amantes da leitura e bons leitores que fazem do LIVRO o seu melhor amigo!
Pombal, 18 de abril de 2010.
Cessa Lacerda Fernandes Poetisa e escritora pombalense Contato: cessalacerdapb@hotmail.com

sábado, 17 de abril de 2010

Maciel Gonzaga*
“O Pagador de Promessas” é um filme brasileiro lançado em 1962, do gênero drama, escrito e dirigido por Anselmo Duarte e baseado na peça teatral homônima do escritor Dias Gomes. No filme, Zé do Burro é um homem humilde que enfrenta a intransigência da Igreja ao tentar cumprir a promessa feita em um terreiro de Candomblé de carregar uma pesada cruz por um longo percurso. Zé faz uma promessa à uma mãe-de-santo: se seu burro se recuperar, irá doar sua terra aos pobres e carregará uma cruz desde sua casa até a Igreja de Santa Bárbara em Salvador, onde a oferecerá ao padre local. Assim que seu burro se recupera, Zé dá início à sua jornada.
O filme se inicia com Zé, seguido fielmente pela esposa Rosa, chegando à catedral de madrugada. O padre local recusa a cruz de Zé após ouvir dele a razão pela qual a carregou e as circunstâncias "pagãs” em que a promessa foi feita. Todos em Salvador tentam se aproveitar do inocente e ingênuo Zé. Os praticantes de Candomblé querem usá-lo como líder contra a discriminação que sofrem da Igreja Católica, os jornais sensacionalistas transformam sua promessa de dar a terra aos pobres em grito pela reforma agrária. A polícia é chamada para prevenir a entrada de Zé na Igreja, e ele acaba assassinado em um confronto violento entre policiais e manifestantes a seu favor. Na última cena do filme, os manifestantes colocam o corpo morto de Zé em cima da cruz e entram à força na Catedral.
Pois bem! Em meio a todo este cenário, em meados dos anos 60 o filme é exibido por mais de uma semana no Cine Lux, em Pombal. Uma sensação de público! Um certo dia, o adolescente estudante Genival Severo de Queiroga chega ao Colégio Diocesano de Pombal logo pela manhã e
Genival Severo (Foto)
trama uma de suas muitas traquinagens. Pega alguns paus de andaimes e improvisa uma cruz. Põe nas costas e sai caminhando pelas galerias do colégio – a exemplo do personagem do filme – no momento que todos os alunos se encontravam em sala de aula, sendo açoitado por um chicote de salsa nas mãos de Manasés. Houve um verdadeiro pandemônio. Não ficou um só aluno em classe. Todos correram para ver a presepada. Até mesmo os professores. Aos poucos, alguns mais afoitos passam a seguir o novo “Pagador de Promessas” em procissão. Genival se empolga com o feito e dá sinais de se retorcer de dor a cada chicotada recebida. Eu vi, estava lá também...
De repente, surge na sacada do primeiro andar do Colégio Diocesano o enérgico diretor Padre Luiz Gualberto de Andrade. E sem acreditar no que estava vendo, ficou enraivecido. Não pelo fato em si, pois sabia se tratar de uma brincadeira de adolescentes, mas pela apologia ao filme que contestava a Igreja Católica. Enquanto o Padre Gualberto desce rápido do primeiro andar e se dirige ao encontro do “ato teatral”, a molecada antevendo o prenúncio do que poderia ocorrer se dispersa rapidamente. Genival Severo fica sozinho com a sua Cruz, mas segue a sua trajetória. O encontro com Padre Gualberto foi uma sena inesquecível. O querido educador trêmulo, enraivecido, revoltado, quase sem condições de falar, disse apenas estas palavras: “Suspenso por 15 dias!”.
Mais de 40 anos depois, na minha recente passagem por Pombal, tive a oportunidade de avaliar esse episódio com Genival Severo, sob os olhas atônitos de Clemildo Brunet.
Chegamos à conclusão de que “O Pagador de Promessas”, na visão de Dias Gomes, um comunista convicto, ao escrever a peça em 1959, buscava retratar a miscigenação religiosa brasileira, com a preocupação maior de destacar a sincera ingenuidade e devoção do povo, em oposição a burocratização imposta pelo próprio sistema católico em sua organização interior. Concordamos em gênero, número e grau que, nos moldes do "protagonismo" trágico, o herói da peça tinha um único e inabalável desígnio, o de honrar uma promessa. A justiça desse acordo firmado com um poder celeste não podia ser contestada por um poder temporal. E mais: ficou patente a incapacidade das autoridades que representam o Estado – no episódio, a polícia – de lidar com questões multiculturais, transformando um caso de diferença cultural em um caso policial.
Concluímos em conjunto se tratar de uma obra de estatura excepcional e concordamos com o dizer de Décio de Almeida Prado que se refere a ela como "um instante de graça" por ter seu autor atingido um ápice, "aquela obra que congrega numa estrutura perfeita todos os seus dons mais pessoais". Talvez, por isso, “O Pagador de Promessas” foi o primeiro (e até agora o único) filme brasileiro a ser premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes, o que fez o diretor Anselmo Duarte e a equipe do filme serem recebidos com um desfile público em carro aberto, ao desembarcar no Brasil após o recebimento do prêmio em Cannes. Um tema de grande complexidade ideológica e social.
*Jornalista, Advogado e Professor. Natal – RN.
Cessa Lacerda (Foto)
Congratulo-me com a União Brasileira de Escritores da Paraíba-UBE-PB e o seu ilustre presidente Dr. Ricardo Bezerra, por glorificar brilhantemente os nossos escritores paraibanos numa Sessão Especial em homenagem ao DIA DO ESCRITOR PARAIBANO que acontecerá no dia 20 de Abril de 2010, na Câmara Municipal de Sapé, cuja programação dará início com a entrega ao Prefeito João Clemente Neto, em moldura, da Lei 4.541/83 que institui o DIA DO ESCRITOR PARAIBANO na data de nascimento do imortal poeta paraibano Augusto dos Anjos.
Programação brilhante de glorificação a autoridades e celebridades da nossa história política e literária.
Na oportunidade agradeço ao irmão amigo, Ricardo Bezerra, pelo honroso convite para me fazer presente a esta sublime solenidade, bem assim, parabenizo a todos os escritores paraibanos pelo seu meritório Dia.
Abraços de congratulação.
CESSA LACERDA FERNANDES Poetisa e escritora pombalense

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Clemildo (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
Não há nada mais salutar na vida de cada um de nós do que viver de esperança. Sim, porque se tudo que idealizamos fazer ou projetamos construir pudesse ser concluído, seríamos frustrados, cruzaríamos os braços; nossos propósitos desapareceriam deixando um vazio profundo a ponto de perdermos o sentido da vida. Não é sem razão que se diz: “Enquanto há vida, há esperança”!
Esperança é expectativa, confiança em se conseguir o que se deseja – esperar... Sempre esperar. Isso faz melhor a vida que é cheia de percalços, adversidades, sofrimentos, tristezas e alegrias. Que seria da vida se não houvesse esperança? É um bálsamo que acalenta a nossa alma e dar sossego ao nosso espírito ainda que a carne fraqueje. Quem não vive de esperança, há muito tempo entrou em descompasso com a vida; não vive, vegeta.
Quem realmente tem esperança pode dizer essas palavras com o apóstolo Paulo: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; 2 Coríntios 4: 8 e 9. A esperança não confunde, diz Paulo... Porque, na esperança fomos salvos. Romanos 5:5 e 8:24b.
O homem que trabalha espera resultados frutíferos de sua labuta, o estudante aplicado sempre tira boas notas na esperança de alcançar um fim proveitoso na carreira que almeja. O professor esmera-se nas suas tarefas de ensino, na esperança de que seu objetivo sirva de aprendizado para o seu discípulo.
Nem tudo está perdido quando há esperança, pois ela faz com que nos movimentemos em busca do bem nos afastando do mal, preenchendo e alimentando o nosso ser das coisas boas que a vida nos oferece, a despeito de tudo que possa nos parecer contrário ou contrariando a ordem das coisas ao nosso redor. Por isso diz a sabedoria popular: “Quem espera sempre alcança”
Até mesmo na doença a esperança é essencial e nos ajuda a prosseguir na batalha cruel da existência humana. Em momento assim, abre-se o pensamento para pensar nos dias bonançosos que a vida nos deu e que nem tudo é eterno aqui. É quando não temos saúde que sentimos o quanto ela tem valor. Na escuridão percebemos o quanto necessitamos da luz. Na escassez enxergamos o quanto o alimento nos faz falta. Na ausência dos amigos, o quanto sentimos a falta de companheirismo.
Certa vez perguntaram a Dalai Lama. O que mais te surpreende na humanidade? Ele respondeu... “Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem-se do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido”.
A esperança reside no fato do que Jesus disse: “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal”. Mateus 6:34.
O salmista Davi na sua agonia interroga a si mesmo: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu”. Sl. 42:5.
“Não sei o que de mal ou bem/ é destinado a mim; Se maus ou áureos dias vêm/ até da vida o fim”.
Este é um verso de um hino cantado em nossas Igrejas, cujo refrão diz assim: “Mas eu sei em quem tenho crido/e estou bem certo que é poderoso! Guardará, pois, o meu tesouro/até ao dia final”.
*RADIALISTA

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Clemildo (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
Quem visita ou acompanha algum paciente ao Centro Avançado de Oncologia em Natal, percebe logo ao chegar à harmonia entre médicos, enfermeiros e outros funcionários da casa. É um lugar que poderia parecer um ambiente triste, pois abriga em seu seio o binômio vida-morte; no entanto causa admiração, tornando-se alegre na forma do atendimento dispensado a quem vai à procura da saúde.
É uma instituição que desenvolve estudos e pesquisas, haja vista que estudantes universitários desenvolvem diversos trabalhos voluntários ligados à humanização, como o que vem acontecendo com o projeto de Biblioterapia, coordenado pela Professora de Letras da UnP, Edna Rangel, onde alunos de Letras e Medicina, duas vezes por semana vão as enfermarias do Hospital Antonio Luiz, levar literatura (poesia, contos, crônicas Etc. para pacientes e acompanhantes.
Cotidianamente mais do que um atendimento comum é dado ao paciente, pois em todos os centros de atendimento da Liga, há muita dedicação da equipe médica, dos funcionários, de voluntários e parceiros. Daí a razão de se dizer que não é apenas uma entre as dezenas que fazem o atendimento ao paciente com Câncer, mas sim o único Centro de Alta Complexidade em Oncologia no Rio Grande do Norte, título este conferido pelo o Ministério da Saúde.
Segundo o Dr. Roberto Sales, Superintendente da Liga, atualmente são feitas 20 pesquisas clínicas, cursos de aperfeiçoamento em Oncologia para área médica e também para Odontologia, Farmácia, Enfermagem, Psicologia, Assistência Social e Nutrição, entre outras. A população é orientada com palestras para prevenção do Câncer e sobre a importância do diagnóstico precoce. Durante o tratamento, é oferecido o que há de melhor e mais moderno em cirurgia, quimioterapia e radioterapia.
O relato histórico da Liga Norte Rio Grandense Contra o Câncer já conta com seis décadas e ao longo desse tempo, muitas conquistas – nomes e avanços no trabalho coletivo, fizeram com que essa instituição chegasse aonde chegou. Aquisição de material radium para tratar o Câncer uterino em 1971, doado pelo Monsenhor Walfredo Gurgel, como a conquista de um aparelho moderno de radioterapia desde 1975, no que possibilitou tratar diversos tipos de Câncer na época.
O Dr. Aluisio Bezerra de Oliveira que chegou na Liga em 1970 e primeiro Radioncologista do Estado, se especializou no Instituto Nacional do Câncer (Inca) depois de se formar na segunda turma de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ele lembra que quando voltou da especialização a Liga contava apenas com dois aparelhos antigos. “um deles, o aparelho de contatoterapia tratava apenas lesões pequenas de câncer, além disso, não tínhamos tabela de rendimento, o que dificultava o tratamento. Depois da doação do material radioativo, foi preciso conseguir um físico para definir a dosagem da medicação”. Enfatizou o Dr. Aluísio.
O crescimento e desenvolvimento da Liga se deram na época em que o Programa Nacional de Controle do Câncer que durou cerca de cinco anos, na direção de Etelvino Cunha, carreasse verba para o Estado, através do Banco do Estado do RN. A Liga então pode capacitar médicos em diversas especializações no Rio de Janeiro, entre eles, Dr. Ivo Barreto, Dr. Maciel de Oliveira e o Dr. Roberto Sales. A entidade começava a crescer em capacitação.
1980 – Mais um avanço da Liga: É adquirido o aparelho de Cobalto- aparelho moderno para tratamento de todo tipo de câncer. Nesse tempo o grande destaque foi o lançamento da Campanha ajude-nos a ajudar, para arrecadação de verbas para a compra do Acelerador Linear 6/100, campanha essa, que teve a duração de um ano com o apoio da Professora Maria Alice Fernandes e da Rede Feminina. Visitas de pedidos foram feitas pessoalmente em fábricas e empresas do Estado e de outras regiões do País.
A Liga Norte Rio Grandense contra o Câncer vem ao longo desses 60 anos de atividades cumprindo importante papel na aplicação eficaz e eficiente da tecnologia de irradiação em diagnósticos e tratamentos, mantendo um forte aparato tecnológico e uma equipe competente formada por profissionais especializados em proteção radiológica.
Pesquisando a Rede Mundial de Computadores (Internet), encontrei um resumo do que seja RADIOTERAPIA CONFORMACIONAL, que transcrevo abaixo em negrito:
Recentes avanços nas áreas de computação e de produção de imagens radiológicas possibilitaram o desenvolvimento de uma nova técnica de tratamento denominada Radioterapia Conformacional, baseada em planejamento tridimensional que apresenta vantagens sobre os métodos de radioterapia convencional.
Atualmente é possível visualizar a região do corpo a ser irradiada em 3ª dimensão, obtendo-se maior segurança e precisão na identificação dos tumores, melhorando a qualidade técnica da programação dos tratamentos.
A Radioterapia Conformacional permite concentrar a radiação na área a ser tratada e reduzir a dose nos tecidos normais adjacentes. Desta forma, o tratamento se torna mais eficaz, com poucos efeitos colaterais, diminuindo as complicações clínicas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.
Outro benefício deste método é de possibilitar a aplicação de doses mais elevadas de radiação, aumentando os índices de cura das doenças malígnas, sem qualquer acréscimo nos efeitos colaterais do tratamento.
A constante preocupação em oferecer aos clientes atendimento diferenciado, com técnicas de vanguarda, fez com que a Radioterapia Botafogo adquirisse o sistema de planejamento CAT 3D - MEVIS que possibilita a aplicação da Radioterapia Conformacional, para tratamento de tumores da próstata, pulmão, sistema nervoso central e outros.
AGRADECIMENTO.
Minha gratidão a Dra. Andrea Paula Bezerra (Radioncologista), que acompanhou meu tratamento na Radioterapia Conformacional, a Eliane Anaya e Juciene Patrícia, técnicas em Radiologia e minhas assistentes no aparelho Acelerador Linear 2/100, como também a nossa querida Cida (recepcionista), e a toda Equipe Multidisciplinar que nos acompanhou desde o início nos exames primários. Aos Diretores e Funcionários em geral meu muito obrigado pela forma carinhosa e gentil como fomos tratados. Dra. AndreaClemildo ladeado por Elaine e Juciene. Cida
Aproveitando a deixa do dia 07 de Abril, data em que é celebrado o Dia Mundial da Saúde, parabenizo - A LIGA NORTE RIO GRANDENSE CONTRA O CÂNCER, pelas conquistas alcançadas, pois tem em seu seio o somatório de alta tecnologia, humanização e solidariedade.
*RADIALISTA

domingo, 4 de abril de 2010

Prof. Vieira (Foto)
POR FRANCISCO VIEIRA*
Num misto de saudades, tristeza e revolta relembro o extinto Ginásio Diocesano de Pombal, hoje, reduzido a lembranças devido o descaso dos nossos representantes. Dele, além da saudade nos resta apenas a certeza de que sem ele a história de Pombal estará sempre incompleta. A mim, na condição de ex. aluno, o luxo de conhecer sua história e externar meu sentimento, sinal de fidelidade às origens, pois quem procede ao contrário desconhece a si mesmo, portanto, não tem história.
Fundado em 1.954, o Ginásio Diocesano de Pombal, nasceu graças ao trabalho incansável do então pároco Mons. Vicente Freitas e que contou com o imprescindível apoio da população. Suas primeiras aulas foram ministradas no extinto sobrado de D. Jarda, defronte a coluna da hora, hoje “Farmácia Nova”, passando depois para o prédio da Escola “João da Mata” no centro da cidade e em seguida para sua sede própria construída no Bairro Jardim Rogério em terreno doado pelo Sr. Raimundo Queiroga. Sua primeira turma concluiu em 1958, tendo como paraninfo o então Deputado Federal Janduy Carneiro, cuja solenidade ocorreu nas dependências do também extinto Cine Lux. Entre outros foram concluintes Inácio Tavares, Francisco Fernandes (Bibia), Aércio Pereira, Jurandir Guedes e Jurandir Urtiga, Dario Gouveia, Olavo Rocha, Luis Camilo, Lacides Brunet, Carlos Brunet, João Vieira (meu tio) e Miguel Brilhante. Esses dois últimos gozavam de certos privilégios devido a idade e a responsabilidade. Era um exemplo para os demais.
Sua sede própria que fora construída pelo Mestre de Obras Manoel Virgínio, representava a modernidade arquitetônica da época e sua estrutura estava adequada à finalidade para a qual fora criado. Suas paredes robustas e recheadas de ferro davam à garantia de absoluta segurança, portanto, capaz de resistir o desgaste natural provocado pelo tempo.
Como se não bastasse sua rica estrutura física, dotada de laboratório, vasto acervo bibliotecário, quadra de esportes, serviço tipográfico, panificação, etc, a escola oferecia ainda cursos profissionalizantes, tais como: arte culinária, tipografia, panificação e datilografia, todos pelo Ginásio Industrial e Comercial, ambos criados em 1.961 e 1.962, respectivamente, pelo então diretor Côn. Luiz Gualberto de Andrade, outro que empenhou esforços e mostrou-se um timoneiro na luta pela educação de Pombal. Detinha ainda uma equipe de professores competentes e compromissados com a missão de educar o que garantia uma educação de qualidade, entre os quais citamos: Dr. Arlindo Ugulino, os médicos Atêncio Bezerra e Avelino Queiroga, Erotides e Mariinha Santana, Osa Rodrigues, Carmita e Maria José Bezerra, José Marques, Dalva Monteiro, Dra. Lenilda Arruda, Ivonildes Bandeira e muitos outros de igual importância.
Propositadamente, confesso imenso amor pela terra natal. Esse amor telúrico que me deixa orgulhoso de sua história é o mesmo que me faz revoltado quando algo impede o seu crescimento. Por isso, me constrange tanto ex., pois é sinal de regressão. É deveras, esse mesmo sentimento que me prende na memória esses professores, com os quais aprendi para a vida e dos quais tenho em minha formação um pouco de cada um.
Relembrar o Ginásio Diocesano de Pombal é reverenciar com justiça um período marcante da história do município. É exaltar os méritos de Mons. Vicente Freitas, Côn. Luiz Gualberto de Andrade e do Ex. Padre Martinho Salgado, que na qualidade de diretores prestaram relevantes serviços a educação de Pombal. Contudo, me constrange a inércia dos nossos políticos, de cuja inoperância resultou no fechamento da escola. E o que é pior, a sua extinção. É lamentável, porém verdade. Antes fosse um sonho, pois certamente não teria amargado o triste episódio de ver o Gigante de Concreto que fora construído para resistir o desgaste do tempo, literalmente desmoronado, ante a discórdia das partes litigantes, sendo de um lado a Diocese de Cajazeiras, proprietária-vendedora e do outro o Estado que manifestava o interesse de compra, ficando assim entregue ao abandono. Ai, sob os cuidados de ninguém, a cidade assistia indiferente a sua total destruição. Estando a mercê de vândalos, o templo do saber fora transformado em ruínas. Impiedosamente, pessoas insensatas se apoderaram do seu rico patrimônio como bem quiseram, salvo alguns bens como biblioteca e laboratório que foram doados ao Colégio “Josué Bezerra”. Dessa forma dividiram entre si os bens que não lhes pertenciam, tais como: portas, janelas, telhas, tijolos, tudo possível. Cena triste. Era tal qual cantam Os Demônios da Garoa na música Saudosa Maloca: “cada tábua que caia doía o coração”. De certo, restaram apenas lembranças que se eternizaram na memória de cada pombalense, principalmente de ex. alunos como eu.
Ainda bem que existe outro em seu lugar – O Polivalente – o que é menos mal. Melhor seria se tivesse evitado tudo isso, pois seria mais uma escola. Segundo a sabedoria popular é mesmo que descobrir um santo para cobrir outro. Com certeza esta não seria a solução.
Relembrar o GDP – era a sigla impressa nas camisas – é orgulhar-se dos memoráveis desfiles de sete de setembro comandados pelo Prof. Arlindo; é cumprir as normas estabelecidas para evitar uma punição severa depois de um sermão de Mons. Vicente ou Padre Gualberto. É ainda estar obrigado a assistir a missa dominical sempre às sete da manhã e depois participar das sessões do grêmio; é temer o rigor das professoras Maria José e Carmita Bezerra. È finalmente, a caminho da escola, cedinho para educação física, roubar coco no colégio das freiras e os pães deixados nas janelas das casas pelo padeiro. È também lembrar dos colegas: Fan Arruda, Dr. João Ferreira (João Peba), Evanildo Bezerra (burro preto de Hercílio), Raimundo Coelho (filho de Chico Terto), Laércio de Caboquinho, Caveirinha, Cutia, Cajazeirinhas e muitos outros.
O bem à terra em que nascemos é como o amor filial, é um sentimento ímpar. Certamente não há outro equivalente. Por isso se justifica denunciar os erros que precisam de consertos e o que há de injustiça na esperança de que fatos dessa natureza não mais se repitam. Por tudo isso e muito mais se justifica este artigo trazendo a tona o GINÁSIO DIOCESDANO DE POMBAL E SUAS REMINISCÊNCIAS.
Pombal, 02 de abril de 2010.
*PROFESSOR, EX- DIRETOR DA ESCOLA ESTADUAL JOÃO DA MATA, EX- SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO DE POMBAL.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Por Maciel Gonzaga*
Dom Quixote de La Mancha, na visão do escritor espanhol Miguel de Cervantes e Saavedra (1547-1616) perseguia um objetivo, que acredita sejam historicamente verdadeiros, perde o juízo, e decide tornar-se um cavaleiro andante. Vestido com uma armadura velha que havia pertencido a seu bisavô, Dom Quixote, um pequeno fidalgo castelhano, parte montado em um pangaré, Rocinante, na companhia de Sancho Pança, um ingênuo e materialista lavrador, seu fiel amigo escudeiro, escanchado em um burrico, que aceita seguir o fidalgo pela promessa de uma ilha governar. A dupla se investe dos ideais cavalheirescos de amor, de paz e de justiça, sai pelo mundo, em luta por tais valores, pensando em salvar os fracos e oprimidos, donzelas em perigo e tantos outros injustiçados.
É claro que Cervantes satiriza os preceitos que regiam as histórias fantasiosas dos heróis da época, ao mostrar a eterna luta do homem vivendo entre o sonho e a realidade. Sua obra transformou-se num verdadeiro sentido universal da vida. O Quixotismo incorporou-se no vocabulário de todas as línguas para designar o comportamento daquele que sobrepõe a fantasia à realidade, o idealismo ao realismo o desprendimento à conveniência. Há em Dom Quixote uma identidade com as pessoas reais, já que o homem está sempre aquém da imagem que faz de si mesmo e dos ideais que aspira.
O ser humano sempre está na busca de conseguir satisfazer aos seus desejos mais intensos. Somos um sonho divino que não se condensou, por completo, dentro dos nossos limites materiais. Existe, em nós, um limbo interior; um vago sentimental e original que nos dá a faculdade mitológica de idealizar todas as coisas. A vida é uma luta entre os seus aspectos revelados e o limbo em que eles se perdem e ampliam até a suprema distância imaginável; uma luta entre a realidade e o sonho. Muitos o deixam logo, outros o levam consigo durante bom tempo e alguns raros o realizam.
É fato que quase todos nós passamos por uma época em que temos o sonho de ser um artista. O sonho de ser famoso ganha um novo capítulo a cada dia. Todo mundo gostaria. Em Pombal, nós temos uma figura quixotesca – João Bezerra, ou João Fon-Hon-Hon – de quem fui amigo de infância morando todos nós na Rua do Cachimbo Eterno. João nasceu com o sonho de ser cantor. Desde menino sempre fascinado pelo palco, as luzes e o sucesso. Sua voz fanha e a dicção não atrapalham em nada a sua proposta. Canta com o nariz, com a garganta.
Fã de Miguel Aceves Mejia, Bienvenido Granda, Lucho Gatica, o nosso ídolo pombalense canta e se veste como os seus ídolos, elegendo a música mexicana como sua bandeira de vida. Entre os cantores brasileiros, a sua preferência maior é por Waldick Soriano. Aprendeu a viver a música com paixão e nunca hesitou um só instante em se negar a imitar seus ídolos.
Assim é João Fon-Hon-Hon, imitando os seus cantores preferidos, animando bares e rodas de bate-papo na cidade de Pombal, seu palco ilusório, onde é aclamado como herói e todos o entendem perfeitamente. Segue sua vida, depois dos 60 anos, tendo em Dom Quixote o seu maior exemplo, lutando, sonhando contra os ventos, os moinhos e os dragões da vida, com o objetivo de criar e evidenciar o belo, pois,
“...Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade”. Aliás, sobre o sonho, entendo que há três tipos de sonhadores: aqueles que sonham com uma vida melhor para os outros e para todo mundo; os que acreditam no sonho e resolvem se esforçar para que ele aconteça e, por último, aqueles que estão dispostos a arriscar a sua própria vida em benefício dos outros. É difícil encontrar pessoas sonhadoras dispostas a fazer sacrifícios pelo bem da humanidade, mas elas existem, em quantidade bem pequena, é verdade. Afinal de contas, neste nosso mundo é completamente louco quem ousa sonhar. Mas o que seria de nós sem o sonho? Por isso, aqui vai o meu incentivo a João Fon-Hon-Hon: continue sonhando, velho amigo!
*Jornalista, Advogado e Professor. Natal RN.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

A IMPORTÂNCIA DO COMPLEXO CUREMA-MÃE D’ÁGUA: CONSIDERAÇÕES HISTÓRICAS E SOCIOECONÔMICAS

Emmanoel R. Carvalho Professor Emmanoel Rocha Carvalho aborda importância do complexo Curema-Mãe d’Água. Artigo publicado em versão alg...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CLIQUE NO PLAY E OUÇA A ENTREVISTA.

COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!