CLEMILDO BRUNET DE SÁ

As faces da sucessão em João Pessoa

João Costa
João Costa*

Sejamos sensatos diante do quadro político atual para admitirmos que a distância entre estabilidade e o caos mais sangrento em qualquer sociedade é muito pequena do que as pessoas gostam de supor que seja. Daí o refrão do “tudo pode acontecer, inclusive nada”, vale para a crise política nacional e a aparente normalidade democrática com as eleições que se aproximam. O quadro é simples: o arco de alianças de políticos conservadores e

AGOSTO: “COISA NENHUMA DE DESGOSTO”

Clemildo Brunet de Sá
Clemildo Brunet*

O mês de agosto tem sido tratado de modo pejorativo com as várias qualificações que lhes são atribuídas, advindas de superstições e crenças populares, oriundas de culturas diferentes. Conta-se que o Imperador romano César Augusto, não querendo ficar atrás de Júlio Cesar, que também havia criado o seu mês, (julho com 31 dias), resolveu criar também o mês de agosto em sua homenagem numerando de igual modo 31 dias. Agosto, do latim Augustus, é o oitavo mês do calendário Gregoriano.
Não existe nenhuma explicação aplausível para que o mês de agosto seja considerado um mês azarento, chegando a ser chamado de mês do cachorro doido, da bruxa na aviação, das fantásticas noites do terror ou

CARMA E DARMA

Severino Coelho Viana
Por Severino Coelho Viana*

A nossa vida se compõe de atos praticados, quer sejam do bem, quer sejam do mal. O resultado vem em decorrência desses atos. No entanto, quando recebemos um resultado negativo, imediatamente, olhamos para o céu e o reclamamos como um castigo Divino. Neste caso, não adianta encontrar o castigo Divino, deveria olhar para dentro de si próprio e verificar os seus atos praticados que seria bem mais fácil localizar o resultado negativo que lhe foi imposto pela lei da natureza. Já acontecendo um fato recompensatório, logo agradece a Deus pelo milagre recebido. Deus está nos dois polos das extremidades. Esquecendo o que sua mente pensa, seus olhos veem, sua boca fala e sua mão pratica.
É a lei da causa e

Juiz Onaldo Queiroga lança livro na Fundação Casa de José Américo Terça Feira 02 de agosto 2016


O advogado e juiz Onaldo Queiroga lança seu nono livro, no próximo dia 2 de agosto, às 19h, na Fundação Casa de José Américo.  “Veredas do Eu” (crônicas, 191 páginas) será apresentado pelo pastor Estevam Fernandes, que também assina o prefácio da obra.

O brasileiro apetece um governo de caráter forte

Genival Torres Dantas*

O atual governo não tem demonstrado que vai elidir em tempo razoável todas as mazelas praticadas na era petista, fica cada vez mais sintomático na proporção que o tempo passa e as confrarias montadas para dar credibilidade às ações governistas são compostas por pessoas que antes lotavam os espaços ocupados e permeados pelas correntes esquerdistas e monopolistas guiados pelos pensamentos perversos e maquiavélicos que transtornaram mais de uma década da sociedade brasileira, por tamanha necrose e desmilinguido aspecto que ficou da estrutura gerencial que sobrou da forte e

Dramas, bizarrices, terror de cada dia

João Costa
João Costa*

Para sua consideração – Alguém já disse, por aí, que “todo drama tem um paralelo – o do nosso povo não; até tragédias tem limites, a nossa não; todo amor é poético, o nosso profético, e o nosso ódio ainda está em construção, mas já saiu do útero”. Andar na contramão, não garante acertos, daí porque o Brasil não haveria de dar certo. Ponto. Parágrafo.
A realização das Olimpíadas no Brasil foi conquistada pelo governo Lula, pós as de Londres, em que o mundo já havia percebido que não fazia sentido manter essa concepção ou realização desse evento que se consagrou como Jogos da Era Moderna. Países que os promovem, o fazem ou faziam por puro exibicionismo econômico e

Maras: crime desorganizado

Rinaldo Barros
Rinaldo Barros*

Dedico este texto ao olhar triste das crianças de rua e à juventude em perigo, perdida e sem rumo, frutos desta sociedade suicida em que vivemos.
O fato de o Brasil ter sido declarado pela ONU como o pais das Américas com a distribuição menos equitativa de sua riqueza, é dramaticamente expressado nos milhões de crianças brasileiras sem possibilidades de um desenvolvimento humano digno.
A conversa de hoje será sobre a proliferação de gangues de jovens que assolam populações inteiras com violência. Elas pululam onipresentes nas periferias urbanas de vários países, sempre com as mesmas características.

FOTOS & FATOS HISTÓRICOS DE POMBAL

Verneck Abrantes
Por Verneck Abrantes*


Banda de Música (1906)
1 -Capitão Vicente de Sousa Nazaré – Cunhado de João Fontes. 2 – Coronel João Queiroga – Pai de Epitácio e Joquinha. 3 – Coronel Antônio Ferreira Lima – Pai de Padre Assis. 4 – Monsenhor Valeriano. Coronel João Leite Ferreira Primo – Avô de Mario Leite. João Pereira Fontes – Pai de Cláudia Fontes. 7 – Antônio Fernandes Vieira – Irmão de Dona Neca. 8 – Manoel Honório – Pai de Deca. 9 – Teodorico Correia Vital. 10 – Caetano Coelho-Buá. 11 – Filemon Benigno de Sousa – Pai de José Benigno – Lelé. 12 – Evidio Limeira. 13 – Guilhermino Santana – Pai de Zezinho e Saturnino Santana. 14 – Manoel de Severino – Pai de José de Júlia. 15 – João Correia – Pai de Maria Júlia. 16 – Onofre – Pai de Cora. 17 – Chagas Vital – Pai de Raimunda, que morou na casa de Leó. 18 – José Menandro da Cruz. 19 – Alfredo de Castro – Pai de Georgina. 20 – Capitão José Irineia – Casado com a tia de Major Salgado. 21 – José da Silva.
Vila e Emancipação Política
Em 04 de maio de 1772 foi a Povoação do Pinhancó (também escrito Piancó) elevada à categoria de vila, com a denominação de Vila Nova de Pombal, em homenagem à cidade portuguesa de mesmo nome. Na mesma data ocorreu à criação da Câmara de Vereadores e sua Emancipação Política, sendo indicado para administrar a vila o capitão-mor Francisco de Arruda Câmara. O nome Vila Nova de Pombal diz respeito à Carta Régia de 22 de julho de 1766, que orientava os administradores de vilas a denominá-las com nomes de localidades e cidades de Portugal. É engano pensar que o nome Pombal é em homenagem ao Marquês de Pombal, inclusive, no século XVIII ainda não estava em moda esse tipo de homenagem aos governantes. O ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal, foi quem orientou El-Rei Dom José I de assinar a Carta Régia, autorizando o governador de Pernambuco a erigir novas Vilas nas áreas de sua jurisdição, que incluía a Capitania da Parahyba. Foram criadas, então, várias vilas, a de Pombal veio primeiro que todas as outras, porque era a mais importante do sertão da Paraíba, estando sobre extensíssimo território.

Gente das ruas de Pombal :Seu Leó Fotógrafo (Leônidas Henriques Formiga)

Jerdivan Nóbrega de Araújo
Jerdivan Nóbrega de Araújo*

Seu Leó não era visto circulando pelas ruas de Pombal sem que estivesse com a sua Rolleiflex sempre a espreita de um bom anglo, ou se dirigindo a casa de famílias para eternizar momentos através da “chapa fotográfica”.
Muitas das fotografias das paisagens da cidade de Pombal antiga, através das quais é possível reconstruir a história da cidade, foram feitas por seu Leó. O seu estúdio era em sua casa, entrando pela lateral da rua que ligava a Rua do Comércio com aruá Jerônimo Rosado. Era um estúdio simples: uma cadeira para fotos de família, uma outra com um fundo branco para foto 3x4. Como assessório um paletó e um gravata para quem precisava de fotos mais formais. Para as madames e algumas réplicas de jóias, se fosse necessário, espelho e

Apesar da epifania o Brasil segue seu rumo


Genival Torres Dantas*

Muitos foram os líderes religiosos, cientistas, místicos e filósofos que tiveram experiências epifânicas, dentre eles podemos destacar Jesus Cristo, Buda, Moisés, Estevão, Friedrich August Kekulé e Maomé, todos abarcados com seu povo com determinação sempre voltada nas suas conceituações profundas e pontuais. Para esses privilegiados de mentes e atitudes, o tempo e o espaço foram sempre generosos para com as suas filosofias e

Noite de Glamour e recordação lembram os 40 anos do Jovem Club de Pombal


Neste sábado (16) às 20 horas no Pombal Ideal Club foi celebrado os 40 anos de fundação do Jovem Club de Pombal, evento que contou com a presença de considerável público que veio também prestigiar o lançamento da nona obra literária do escritor pombalense Severino Coelho Viana, titulada “JOVEM CLUB DE POMBAL”.

Gente das Ruas de Pombal: Década de 1970 - Negro Adélson: uma lenda no nosso imaginário

Jerdivan Nóbrega de Araújo*

Jerdivan Nóbrega de Araújo
Na história futebolista de Pombal Negro Adélson é uma lenda, principalmente para a nossa geração. Eu particularmente só sei de Negro Adélson por “ouvi falar”, já que não o alcancei no auge da sua juventude. Ainda cheguei a assistir uns poucos jogos ali no “Estádio Municipal Vicente de Paula Leite'” o Avelozsão, mas ele já estava no fim de carreira.
Negro Adélson era borracheiro e

Guerra híbrida: mirem-se nos exemplos da França

João Costa
João Costa*

Por que a França é alvo, de novo, de mais um ataque na guerra híbrida que se estabeleceu entre o Ocidente e o mundo islâmico? Nos recentes ataques na Bélgica e na França não há árabes como agentes perpetradores dos ataques; são franceses ou belgas, inclusive este agora. Números atestam que 5 milhões de francês são muçulmanos e cidades como Marselha e Nice são islâmicas. Mas por que 14 de Julho?  É a data da Queda da Bastilha, marco maior da Revolução Francesa, cujo princípio todos conhece: Liberdade, Fraternidade e Igualdade. E laicidade como modo liberal de viver.
E o que o Brasil tem a ver com isto? Tomemos o liberalismo como padrão de vida  da sociedade Ocidental – por extensão o Brasil. O liberalismo pressupõe a liberdade de escolha, modo de viver, pensar e

Mossoró, 27 de maio de 2015 Conterrâneos amigos, saudações sertanejas! (1)

J. Romero Araújo Cardoso
José Romero Araújo Cardoso (2)

Venho recordar-lhes um grande herói das veredas da terra do sol, um personagem ímpar da nossa história que marcou indelevelmente nosso imaginário, pois cantou e decantou com invulgar perfeição o estilo de vida, a natureza e as coisas mais belas que podem existir na face da terra.
 Encourado, vestia-se como um rei, pois na verdade ele o era, sua coroa era inigualável, feita da mais pura e autêntica matéria-prima que, sem sombras de dúvidas, assinala a autenticidade de uma cultura forjada sob a égide dos cascos das boiadas que outrora palmilharam céleres pelas trilhas tortuosas dos adustos rincões sertanejos.
O gibão que ostentava servia para enfatizar a essência de um povo forte que não mede distância em se aventurar pelos perigos das caatingas bravias, buscando no mato cerrado o gado que se perdia e

O problema da patranha é que ela cria reféns

João Costa*

João Costa
A mentira na política embute um problema. Quando se constrói uma; torna-se refém dela. Os construtores geralmente têm expertise, mas precisam contar com emissores que apresentem alguma credibilidade, veículos com disposição a sacramentar o pensamento único e um destinatário - eleitor, tolerante, crédulo, ou mesmo disposto a aceitar a mentira como verdade. Na política, chama-se patranha.
Esta grande peta é o que está por trás dos supostos entendimentos entre os partidos que fazem oposição ao governador da Paraíba, Ricardo Vieira e,

AMO POMBAL, MINHA CIDADE!


Clemildo Brunet de Sá
Clemildo Brunet*

Quando o Jornalista e Escritor Evandro Nóbrega compareceu a uma Sessão da Câmara Municipal de Pombal, convidado para prestar esclarecimento de uma nota em sua Coluna no Jornal ‘O Norte’ com afirmação de que Pombal estava comemorando erradamente sua data de emancipação política; disse o notável colunista ao esclarecer o que escrevera: “É melhor comemorar os 230 anos da emancipação ou comemorar 140 do status de cidade”? Insistia o orador que cabia aos pombalenses decidir. Para ele era preferível ficar com a data mais antiga acrescentando que, “Cidade é como vinho e amizade: quanto mais velha, melhor”.
Quando se pensava que Pombal comemorava a data de elevação de Vila a status de cidade como se fosse a de sua independência política, eis que surge uma luz no fim do túnel para esclarecer que Pombal tinha 90 anos a mais, somando quase um século em sua história, que jamais poderia ser desperdiçado ou desprezado. Neste caso, não se trata de mudança de data, e

Despersonalização

Onaldo Queiroga
Onaldo Queiroga*

Conversando com o amigo João Cláudio Moreno veio a percepção de que talvez vivamos hoje uma das piores fases da humanidade.
A história conta que o homem já passou por muitos momentos de turbulência, por batalhas e guerras mundiais, mas, o instante é diferente, pois o planeta corre sério risco, haja vista que vem sendo agredido impiedosamente  pelo ser humano, ao ponto de comprometer a sustentabilidade do nosso ecossistema e da própria existência humana. O homem mostra-se cada vez mais egoísta, desalmado, frio, sem apego a cultura de seu povo, sem compromisso com a história e

AINDA ESCUTO A DIFUSORA DO LORD AMPLIFICADOR

Jerdivan Nóbrega de Araújo


"Quando eu for embora para bem distante e chegar a hora de dizer a adeus” A difusora do Lord Amplificador não dá tréguas aos meus ouvidos. Cada música ali tocada expõe em carne viva a saudade que arrebenta no meu peito, dilacerado pelo tempo e pela distância.
Eu ficaria horas aqui neste batente da Coluna da Hora, meu observatório do tempo, vendo as meninas que voltam do Josué Bezerra e os rapazes que vão ao Arquidiocesano; o repique do Sino da Matriz; o jeep de Padre Oriel e Fagundes com o cartaz do Cine Lux nas costas. O meu pai bem ali a prosear com tio Cândido e

Retrato do Brasil via Bundas e a bala de prata

João Costa
João Costa*

Para consideração – Na estrada do Século XXI, estamos no ano da graça de 2016, de novo, assistindo o país conflagrado, desta feita, tal qual prospecção de petróleo, porque a Petrobras está no olho do furacão, em companhia de empreiteiras, financiadoras da bancarrota moral da Nação. No final de semana, aproveitei para reler algumas revistas do século passado, especialmente duas: Bundas (edições de 1999) e Retrato do Brasil (1983). Este acordão em curso no Brasil entre, mídia ativa/judiciário/ setores de estado/fundamentalistas evangélicos/Congresso, sinaliza ser o último das patranhas políticas da História.
Sobre a mídia nativa, vejam só um depoimento que encontrei de Mino Carta, sobre fatos de 1974 em relação à Editora Abril. Ao longo de uma entrevista à revista Bundas, esta do ano de 1999, disse ele: “procurei o Carlos Richbieter pra perguntar: quanto dinheiro a Abril queria levantar junto à Caixa Econômica Federal? USS 50  milhões? É isso mesmo?” E ele me disse: “É isso mesmo, e

Duas honras esboroadas, dois destinos incongruentes

Genival Torres Dantas
Genival Torres Dantas*

Quando Eduardo Cunha se sentiu preterido pelo PT e colocado à boca dos lobos para ser trucidado pelos seus opositores na Câmara Federal, não teve outra alternativa se não a iniciativa de colocar em pauta, acolhendo, em retaliação, um, entre os 34 pedidos de impeachment contra a Presidente Dilma Rousseff, refluindo o processo que hoje atormenta não apenas as vidas de Dilma e Cunha, mas, a vida e o dia a dia de todos os brasileiros. Foi com essa atitude que surgiram as sequências, em forma de desdobramentos, da Operação Lava Jato, mostrando a face oculta dos políticos maquiavélicos encrostados nos corredores, pátios e

Duplo padrão ou a dissimulação é uma arte

João Costa
João Costa*

Para sua consideração – “Matar dois coelhos de uma só cajadada”, todos sabem, é alcançar dois resultados benfazejos com uma única e escassa ação. Mas o tempo ensina que esse provérbio grego se aplicado nos dias atuais, remete ao útil padrão duplo de comportamento moral, compreensão, decisões jurídicas, relações de trabalho, crença religiosa. Enfim, o alvo duplo nos conduz.
 Se há algo que tem se tornado senso comum na vida brasileira é o duplo padrão. Na economia, chamam de capitalismo selvagem; na guerra, efeito colateral; na política consideram como pragmatismo; nas religiões judaico-cristãs, afirmam ser a escolha do Senhor. O Judiciário, ao que tudo indica, resolveu, também, adotar duplo padrão em seus julgamentos. Enfim, nossa percepção dos valores de civilização também tem esse viés duo, que vale até para a arte - principalmente.
O país convive com dois mandatários: uma presidente legitimamente eleita afastada e

WILSON SEIXAS O TIMONEIRO DA NOSSA HISTÓRIA E O ANO DE SEU CENTENÁRIO

Clemildo Brunet de Sá
Clemildo Brunet*

Se vivo estivesse o timoneiro da história do “Velho Arraial das Piranhas” WILSON NÓBREGA SEIXAS, estaria completando neste dia 15 de julho, 100 anos de idade; instante em que Pombal comemora seus 154 anos de elevação à categoria de cidade; no entanto, para nossa tristeza e saudade, ele deixou nosso convívio e partiu para outra esfera, no dia 11 de março de 2002.
Foi ele, Wilson Seixas, o historiador pombalense que num esforço descomunal que lhe custou o sacrifício da própria saúde, pesquisou com profundidade as raízes da nossa história, depois de haver notado um erro que cometera, ao escrever a primeira edição do livro “O Velho Arraial das Piranhas”, simplesmente por ter seguido a leitura de outros historiadores, como o Pe. Manuel Otaviano e Celso Mariz, havendo desmistificado “Estórias tidas como oficiais”, sem provas nem documentos, principalmente fatos que se deram antes e

A Pombal do Passado

Jerdivan Nóbrega de Araújo
Por Jerdivan Nóbrega de Araújo*

A Pombal do passado me chega de leve e se ele atrasar me faz falta.
Faz-me falta deitar-me de papo pro ar e contar as estrelas nas horas noturnas de Pombal.
Faz-me falta o voo dos morcegos em casas assombradas, olhar para cima e ver casas de maribondos num telhado de madeira onde o cupim comendo o tempo faz crepitar, como lenha em fogueira de São João, numa noite que cheira a milho assado naquelas brasas fumegantes.
Onde anda o cheiro das coisas, hoje velhas, que foi nova na minha juventude eque ficou perdida em uma alguma sombra de algarobas daquelas tardes quentes de Pombal?
O sol não era tão quente e

40 anos do Jovem Club de Pombal será marcado com lançamento de livro


Severino Coelho Viana
Para celebrar o que representou no passado o Jovem Clube de Pombal, o Promotor de Justiça Severino Coelho Viana (foto), estará promovendo no próximo dia 16 deste mês de julho importante evento.
O momento reunirá grande público entre antigos sócios, frequentadores e

Teatro Municipal Severino Cabral, em Campina Grande, Paraíba

(aos que gostam desta cidade)

Por Rômulo C. Nóbrega*

Pois bem, gente, a foto abaixo, imagino ser da inauguração do Teatro, cujo evento tive a oportunidade de participar, junto com meus irmãos e meus pais. Concepção arquitetônica do engenheiro civil Geraldino Duda, cujos cálculos estruturais sob a responsabilidade do engenheiro civil Haroldo Gonçalves Moutinho, um "leal forasteiro", como menciona o hino de Campina Grande aos que vêm aqui acrescentar.
O teatro de lá para cá vem passando por várias reformas e

Bondades nem sempre consegue confiança


Genival Torres Dantas*

O Brasil entra cada vez mais na atmosfera contaminada da atual camada política corrupta e seus corruptores, encontrados facilmente no meio empresarial, notadamente no seio dos empreendedores das construções, operantes na infraestrutura brasileira. Essa via de regra, com exceções, fica mais patente na proporção que o sistema policial e judiciário avança nos guetos da criminalidade do colarinho branco, bem postados nos arrabaldes da economia séria e formal, nesse ambiente de aspecto lusco fusco dar-se a ideia de impunidade total pelo difícil alcance das autoridades constituídas.
Dessa forma, apenas a mudança do CPF do Governo Federal não foi suficiente para estancarmos a gula dos políticos e