sábado, 28 de junho de 2008

Maciel Gonzaga (foto)
MACIEL GONZAGA* A Copa do Mundo de 1958, realizada na Suécia, foi a sexta Copa do Mundo disputada. Contou com a participação de 16 países, sendo que 51 países participaram das eliminatórias. Inegavelmente, foi a maior da história para nós brasileiros, pois lá o mundo descobriu o Brasil e reverenciou o Rei Pelé, além de ter sido a nossa primeira conquista, o que representa a primeira e única vez que um time sul-americano levantou a taça em solo europeu. O Brasil, depois do vice em 1950 e da fraca campanha em 1854 era visto com desconfianças, mesmo sendo o único país a participar de todas as edições do torneio da FIFA, fato que persiste até a última edição realizada da Copa, em 2006. O Brasil chegava pela segunda vez em uma final e enfrentaria a anfitriã, a Suécia. A seleção brasileira obteria seu primeiro título mundial calcado no trio Pelé-Garrincha-Vavá. O esquema-tático do técnico brasileiro Vicente Feola fazia com que o ponta-esquerda Zagalo atacasse e recuasse para marcar no meio-campo, dando origem ao 4-3-3. Com isso, o Brasil mostrou a mais sólida defesa da Copa (quatro gols sofridos, ao lado do País de Gales). A equipe de Feola fez uma boa campanha na fase de grupos, como duas vitórias e um empate. O Brasil ficou no Grupo 4, ao lado de Áustria, Inglaterra e União Soviética. Na estréia, uma vitória por 3 a 0 sobre os austríacos. Na partida seguinte, contra os ingleses, apenas um empate em 0 a 0. Na última rodada, os brasileiros venceram os soviéticos por 2 a 0 e garantiram a classificação à próxima fase em primeiro lugar na chave. Nas quartas-de-final, o Brasil teve dificuldades para eliminar o País de Gales por 1 a 0, com um gol antológico de Pelé, que até hoje é relembrado. Nas semifinais, os brasileiros mostraram um grande futebol diante da França, que contava com o artilheiro da competição Justa Fontaine, e venceram o rival por 5 a 2. Na final, diante dos donos da casa, outra grande apresentação. Apesar dos suecos até começaram bem, abrindo o placar, o Brasil mostrou tranqüilidade e repetiu o placar diante dos franceses: 5 a 2, a maior goleada de uma seleção em uma final de Copa do Mundo. Porém, o maior jogador de todos os tempos (o Rei Pelé) foi utilizado pelo técnico Vicente Feola somente no terceiro jogo da Seleção na Copa, contra a União Soviética. Uma decisão acertada. Nos jogos seguintes, ele seria também decisivo. Contra a França, Pelé marcou três vezes na goleada por 5 a 2. Na final, contra a Suécia, fez mais dois na goleada por 5 a 2. A célebre imagem do jovem craque chorando, após o fim do jogo, é um dos momentos mais marcantes da história dos Mundiais. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva homenageou em Brasília os heróis da Copa de 58. Vejo na televisão essa homenagem e fico cá com meus botões relembrando. Com apenas 8 anos de idade, residindo em Pombal, ouvi todos os jogos da Copa do Mundo de 58, em pé na janela, do lado de fora, na casa de Cícero Gregório, por trás da Igreja Matriz. Lembro-me perfeitamente da vibração da torcida pombalense com os feitos de Pelé & Cia naquela final do dia 29 de junho de 1958, que marcou um ponto de virada na história não só do futebol, mas também do próprio país, pondo fim ao que o mítico cronista Nelson Rodrigues chamava de "complexo de vira-latas". Nas palavras do próprio escritor, esse fenômeno era representado "pela inferioridade em que o brasileiro se colocava, voluntariamente, em face do resto do mundo". O triunfo brasileiro em 1958 acabou enfim com o trauma causado pela tragédia de oito anos antes, que ficou conhecida como Maracanazo, quando o Brasil perdeu para o Uruguai em pleno Maracanã e deixou escapar o que seria o primeiro título mundial. Além de abrir caminho para as quatro Copas que seriam conquistadas nos 50 anos seguintes (1962, 1970, 1994 e 2002), o que tornou o país o maior vencedor do futebol no planeta, o estilo apresentado na competição sueca também serviu para tornar o Brasil sinônimo de excelência nos gramados. Junto com a maior potência dos gramados, nasceu em 1958 também a essência do futebol-arte. A escola brasileira de futebol consagrou o drible, a espontaneidade e a ofensividade em oposição à força e à disciplina do futebol europeu. Até então, o "complexo de vira-latas" impedia que o Brasil se impusesse frente a adversários que os jogadores muitas vezes tentavam copiar. Foi uma conquista que lavou a alma do povo brasileiro. E não foi apenas uma conquista esportiva. O título mundial colocou definitivamente o Brasil no mapa do mundo. *JORNALISTA, ADVOGADO, APRESENTADOR DE TV E PROFESSOR

quinta-feira, 26 de junho de 2008

CLEMILDO BRUNET* As Convenções partidárias que por força da Lei Eleitoral são realizadas até o final do mês de junho são conhecidas como festas da democracia. O candidato a qualquer cargo eletivo tem que passar pelo crivo dos convencionais. Única maneira pela qual o registro da candidatura na justiça eleitoral é garantido por lei. Alguém que pensa ou que sonha ser um dia pretenso candidato, para alcançar tal objetivo tem que primeiro pertencer a uma agremiação partidária e isso é feito não de forma aleatória, ou seja, as vésperas do pleito; é preciso ingressar em um partido com muita antecedência, pelo menos um ano antes das eleições. Este ano, as eleições são da base política, isto é: Eleições Municipais. Os partidos políticos no nosso regime democrático têm direito de apresentar candidato a Prefeito, (eleição majoritária) e, por conseguinte candidatos a vereador, (eleição proporcional). Qualquer partido que não queira apresentar candidato a majoritária e que só tenha candidatos a proporcional poderá se coligar com outro que tenha candidato para a majoritária. Hoje nós vemos partidos de lados antagônicos a nível nacional que por questões de conveniências nas hostes locais se unem em torno de um nome de consenso, estabelecendo acordos que venham satisfazer a ambos, deixando de lado o sectarismo ou sua ideologia política. É o caso de Pombal PT e PSDB. A cabeça da chapa fica com o PT e o vice é do PSDB. Falta tão somente a realização da Convenção que está marcada para Sexta Feira dia 27 de junho, na sede da Associação Atlética Banco do Brasil – AABB de Pombal, para sacramentar os nomes a prefeito e vice respectivamente. Já o PMDB - partido da situação no Município, por sua vez realizará sua convenção domingo dia 29 de junho no mesmo local, para homologar os nomes dos candidatos a prefeito e vice do mesmo partido. Ao longo dos anos temos observado as mudanças que vêm ocorrendo na realização dessas festas democráticas. Aqui e acolá se ouve falar que um juiz (a) eleitoral impõe sua recomendação, proibindo ou interferindo no que diz respeito aos partidos políticos na organização das suas convenções. Convenção partidária, o nome já está dizendo pertence ao partido; compete, pois a este, organizar a festa e promovê-la da melhor forma possível para que venha agradar e animar a militância. No passado participei ativamente dessas festas democráticas e nunca ouvi falar que a Justiça eleitoral tenha metido o seu bedelho. Reporto as memoráveis convenções municipais nas décadas de 60, 70 e 80, quando foram registrados os maiores embates políticos. Dia de Convenção os partidos organizavam a festa com bandeirolas mostrando as cores da sua agremiação além de faixas e cartazes. Durante o evento, a militância contava com animação de escola de samba improvisada, banda de música ou pequenas orquestras e a alegria contagiava a todos com os estampidos dos fogos de artifícios. Após a homologação dos candidatos, discursos ecoavam sob os aplausos de todos que prestigiavam aquela festa cívica partidária. Em outras ocasiões os candidatos eram carregados nos braços do povo percorrendo as ruas da cidade em passeatas (a pé), pulando e com as mãos levantadas faziam o V da vitória. Quando havia coincidência de data nas Convenções os partidos tinham o devido cuidado de por limites nas suas festanças para não avançar o sinal e ir de encontro à facção adversária. Ao realizar passeatas, pessoas escolhidas ficavam a frente da movimentação com o fim de evitar confrontos em qualquer rua ou bairro. Que mal existe em se ter batucadas, camisetas, bonés, adesivos e outros apetrechos para essa ocasião? A Festa é democrática, não é momento de acirramento ou discórdia, até mesmo porque ali só estarão aliados e simpatizantes daquela agremiação política que já tem como certo os nomes dos candidatos que serão homologados para o devido registro de suas candidaturas. Deixem nossos cidadãos exercerem cidadania! Democracia segundo Aurélio, quer dizer: Governo do Povo; soberania popular; democratismo. Doutrina ou regime político baseado nos princípios da soberania popular e da distribuição equitativa do poder, ou seja, regime de governo que se caracteriza, em essência, pela liberdade do ato eleitoral, pela divisão dos poderes e pelo controle da autoridade, dos poderes de decisão e execução. E VIVA A FESTA DA DEMOCRACIA “DO POVO, PELO POVO E PARA O POVO”! *RADIALISTA WEB. http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

terça-feira, 24 de junho de 2008

JOSÉ TAVARES DE ARAÚJO NETO*
"Era uma casa velha, um palacete assobradado", imponente, apesar de inconcluso, localizada estrategicamente na principal rua da cidade e misteriosamente abandonada. Despertando a curiosidade e o espírito investigativo de todos os transeuntes na vã tentativa de decifrar aquele enigma. Até que um dia os "homens das ferramentas" chegaram, e, apesar da contestação de algumas vozes isoladas, o velho sobrado foi ao chão, em nome "da força da grana que ergue e destrói coisas belas". Sentados em um banco da Praça Getúlio Vargas, próximos ao busto do ex-presidente, jovens adolescentes durante várias gerações, criavam com suas mentes férteis estórias que viessem justificar o abandono daquele majestoso e enigmático casarão. A partir desse fato real, acontecido na cidade de Pombal, Tarcísio Pereira, um daqueles imberbes contadores de causos, deu asas a sua imaginação e ambientou o seu romance "Como São Jorge na Lua"(Imprell, 120 págs.). Com seu peculiar talento, utilizando um linguajar simples, porém de significativa profundidade, o autor narra a estória do infortúnio amor entre uma moça humilde e um rapaz abastado. Como nas sessões cinematográficas que na sua meninice assistia no velho Cine Lux, durante a narrativa da comovente e trágica estória de amor, o autor adianta alguns traileres do que acontecerá nos próximos capítulos, de tal modo que deixa o eleitor na curiosa expectativa em saber o desenrolo do enredo. Faz uma sincronia perfeita entre uma época bucolicamente romântica quando crianças corriam descalças nas descalças e empoeiradas ruas de Pombal e o progresso caminhava trôpego, açoitado pelo monótono apito de um trem, que levava mais e trazia cada vez menos àquela gente. Os personagens que desfilam no centro daquela pequena e velha cidade, confundem-se com qualquer um dos seus reais habitantes, que de imediato irão se identificar como um figurante daquela triste estória de amor, tal qual um dia os foram seus avós na saga de Maria do Ingá. Apesar da mesma origem humilde e características físicas semelhantes a Maria do Ingá, Suzana, órfã adotada por seus padrinhos, casal de classe média, residia numa rua mais central, bem próximo ao casarão, que um dia, não fosse a triste fatalidade, seria o seu lar verdadeiro. Maria do Ingá, ou cabocla Maringá, imortalizada e nacionalmente conhecida, graças ao talentoso compositor Joubert de Carvalho - possivelmente residia na Rua do Rói - a palavra Rói no vocábulo pombalense significa prostíbulo, talvez uma referência aos freqüentadores dos botequins, que iam até lá para beber e "roer" os seus dissabores sentimentais nos braços de uma eventual amante profissional. A construção do casarão abandonado, hoje agência do Banco do Brasil - que o autor pejorativamente denomina de "Banco de Obra para o Interior"- iniciou-se com o malfadado romance de Suzana e Almo, anos após a grande seca, quando a cabocla Maringá "ficou sendo a retirante que mais dava o que falá". Portanto, obedecendo esta cronologia, a Igreja de Nossa Senhora do Bonsucesso, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário com o seu cruzeiro no adro, a Estação Ferroviária e o Cemitério Nossa Senhora do Carmo foram cenário nos dois romances, enquanto que o Cine Lux, o Lord Amplificador, a Praça Getúlio Vargas e a Coluna da Hora testemunharam apenas a desventura dos Ventura. Além de presentear os amantes da boa leitura, o romancista deixa uma mensagem intrínseca aos adultos que um dia adolescentes sentaram no banco da Praça Getúlio Vargas e assistiram impassíveis as demolições do velho casarão, sem compreender a importância da indignação daquelas poucas vozes contestadoras. Não entendiam eles que o patrimônio histórico é um bem afetivo que a todos pertencem, destruí-lo é apagar uma parte da sua própria história. É renegar sua cultura e desrespeitar os seus antepassados. Por isto é que "Como São Jorge na Lua" vem ratificar a proposta do jovem escritor e teatrólogo pombalense Tarcísio Pereira, que ao narrar as lendas, costumes e cultura do seu povo, consolida-se como uma das maiores revelações da literatura e dramaturgia paraibana dos últimos anos. *ARTICULISTA POLÍTICO E ESCRITOR POMBALENSE

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Praça Getúlio Vargas
IVONALDO PINHEIRO*
Muito louvável os relatos do texto do nobre Jerdivan Nóbrega. Como Pombalense, ao ler o texto sobre o tombamento de pontos históricos de Pombal aprovado em 2002, mesmo tendo saído da Cidade há 20 anos pude fazer uma viajem na minha memória e reviver a infância através das edificações históricas como o Colégio João da Mata onde estudei, a Sede Operária próximo de nossa residência e ainda a velha Coluna da Hora como marcos da nossa antiga Pombal na Praça Getúlio Vargas e o Cine Lux, locais de encontros e namoros na juventude. Sob o olhar da Geografia, que também estuda o espaço urbano através dos resquícios da história do lugar e seus valores, tal como nos ensinou o catedrático geógrafo Milton Santos, que adotara um termo chamado de "Rugosidades" que consiste em resgatar a história do uso do solo nas urbes por meio de marcos de construções históricas e fatos e registros identificados na arquitetura e estilo dos edifícios e memoriais urbanos do lugar, vemos em Pombal a necessidade de resgate de seu legado na memória do contexto local e regional, em busca da preservação da herança e cultura de um povo, e nada caracteriza melhor uma cidade do que seus próprios estaduais e nacionais, monumentos históricos e religiosos. Em função disso, Pombal por ser uma cidade tricentenária em um País de 500 anos, tem muita história a ser resgatada que reflete os tempos remotos do Brasil Colônia, passando pela Escravatura e o poder dos "coronéis sem patentes" até fatos que associam a cidade ao cenário político do País. E graças a pessoas como Werneck, Zé Tavares e outros valorosos e memoriais pombalenses, um dia nossos filhos e netos poderão ouvir nossas histórias do passado ao mesmo tempo em que vislumbram a memória de pombal "in loco" através das "Rugosidades" preservadas e bem cuidadas. A Zé Tavares e Werneck Abrantes: Parabéns pela iniciativa e longa vida aos nobres pombalenses! *Geografia - UFPB COMENTÁRIO: Oi, querido amigo Tavares, Como pombalense, fiquei muito feliz e orgulhoso com essa matéria que conta a luta do nosso conterrâneo Jerdivan para garantir o tombamento do centro histórico de Pombal. Todos esses prédios tombados são testemunhas vivas de nossas infâncias e adolescências, todos esses lugares nós conhecemos detalhamento! E, com esse tombamento fica garantido que nossos filhos, netos bisnetos... Poderão conhecer os principais lugares que garantem a eternidade da história de Pombal! Parabéns a Jerdivan e todos pombalenses que zelam por nossa maravilhosa terra!Parabéns a você também Tavares pelo fato de está sempre antenado com inúmeras publicações e informações de Pombal, sempre nos mantendo atualizados a respeito, continue assim. Ivonaldo Pinheiro é meu irmão dos mais novos e estudante de Geografia na UFPB, ficou também muito emocionado com a matéria e a notícia do tombamento. Vécio

domingo, 22 de junho de 2008

JERDIVAN NÓBREGA DE ARAÚJO* A cidade de Pombal já teve o mais belo centro entre todas as tricentenárias cidades da Paraíba. A parte central de Pombal era composta por um conjunto arquitetônico de raríssima beleza, que tinha início na Praça Monsenhor Valeriano, que fica logo por trás da monumental Igreja Matriz, que por sua vez, foi erguida bem no meio da Rua Nova. E era a Rua Nova, em conjunto com a chamada Rua do Rio, Rua do Comércio e Rua João Pessoa, o maior exemplo de beleza arquitetônica da cidade de Pombal. Deste antigo conjunto arquitetônico, ainda resistem ao tempo e ao crescimento predatório, algumas poucas casas, exemplo maior do que fora um dia o centro de Pombal. As antigas casas, estilo barroco eram ricas em detalhes arabescos, e tinham varandas, lembrando a sacada eternizada pelo romance Romeu e Julieta. Forçando um pouco a memória, é fácil trazer de volta a nossa mente, as casas antigas da Rua Nova que tinham até porão e sótão. Quatro delas sucumbiu para dar lugar ao atual Banco do Brasil e era exatamente o conjunto formado por aquelas quatro casas, o mais belo entre todos. No início da Rua do Rio, antes da Leandro Gomes de Barros, o pombalense atento, ainda poderá se deliciar desta beleza arquitetônica, representada por um solitário casarão azul com belíssimos arabescos. Infelizmente boa parte desse sobrado teve sua frente revestida em azulejos Ainda na Rua Nova, tínhamos os três sobrados, os quais sucumbiram à força da grana o mesmo acontecendo com a casa de Jerônimo Rosado. Na esquina da Joubert de Carvalho, onde funcionou a sinuca de Pedoca e, antes, a fábrica de macarrão Matorci, foi legado ao pombalense uma espécie de armazém das docas do cais de Recife: este também não existe mais. Ainda no centro de Pombal, poderemos encontrar a belíssima Praça Getulio Vargas, que forma um belíssimo Cartão Postal, quando associada com a Praça do Centenário, que teve o seu passeio externo enfeado caixotes em alvenaria. A Coluna da Hora e o Coreto da Praça do Centenário, obras que o pombalense deve as suas existências ao então prefeito Sá Cavalcante, que a construiu ainda na década de trinta. Dizem que empregou recursos próprios e fez pessoalmente, a fiscalização da obra. A coluna da hora fora construído inicialmente na Praça do Centenário, foi derrubada quando já na fase de acabamento, uma vez que o prefeito Sá Cavalcante não achou de bom grado o local escolhido inicialmente. Completando o percurso, temos ainda o Grupo Escolar João da Mata, com sua fachada no estilo "art decó". Mais à frente temos a velha cadeia, no estilo imperial que por um bom tempo foi relegada ao ostracismo até que por iniciativa de Zé Tavares e Verneck entre outros pombalenses, teve a sua frente desfavelizada e foi entregue de volta ao povo de Pombal, e hoje empresta suas dependências à Casa da Cultura A Igreja do Rosário de Pombal, erguida em 1721, dispensa maiores comentários, uma vez que não se admite que paraibanos desconheçam a sua história. Em 1895 foi entregue à irmandade do Rosário, responsável pela sua administração desde então. A cidade de Pombal, com 300 anos, não tinha seu Centro Histórico Tombado e protegido por lei. Indignada e vendo a nossa história sendo transformada em pó, protocolei em 1991 uma petição no IPHAEP, solicitando o tombamento do centro da Nossa cidade, principalmente da Cadeia, Igreja, Sobrados e Cine Lux. A resposta que recebi foi que não era possível fazer o tombamento, pois havia a necessidade de mandar engenheiros até a cidade e, para tanto, o IPHAEP não dispunha de viaturas. Uma lástima, uma vergonha. Enquanto isto o Centro de Pombal era demolido ou tombado literalmente. A coisa mudou quando o Professor José Otávio de Arruda Mela assumiu a presidência do Instituto. Amigo que era do nosso querido e de saudosa memória, Professor Wilson Seixas, deu continuidade ao processo e, no dia 04 de abril de 2002, uma quinta feira, foi publica o Decreto nº 22.914 de 03 de abril de 2002, decretando o tombamento do Centro Histórico de Pombal. De imediato liguei para Verneck e mandei cópias do Diário para ele, via Correios. Estava assegurado em lei o tombamento dos bens imóveis: Igreja do Rosário e Cruzeiro, Antiga Cadeia, Igreja Matriz, a fachada do Sobrado de Joaquim Assis, Coluna da Hora, Praça Getulio Vargas, Coreto e Praça José Ferreira, (Bar e Praça do centenário) SAOB, onde funciona a Escola 08 de Julho (Sede Operária), e Escola João da Mata, Estação Ferroviária, Mercado e Açougue Públicos, Correios, entre outros. Fiz esse pequeno relato apenas para dizer que não somos contra a realização do "Pombal Fest". Nunca vamos ser contra o que gera trabalho e renda para o nosso povo. O que não queremos é que forasteiros interessados apenas no dinheiro fácil destruam o que ainda resta do memorial da nossa cidade. Fazemos isso em memória dos nossos antepassados e em respeito às gerações futuras. Uma semana de festa não pode sobrepor-se e subjugar a 300 anos de história. Não se trata de uma disputa e sim de uso da inteligência e do bom senso. ESCRITOR POMBALENSE

sexta-feira, 20 de junho de 2008

GENIVAL SEVERO*

Foto: Genival "Voz da Cidade 1966"

Durante a festa do Rosário de Pombal, o Parque de diversões MAIA, pertencente ao campinense Zé Maia, foi o pioneiro em trazer novidades para crianças e adultos na nossa tradicional festa. Nos idos de 1963 tinha este parque, um carrossel de cavalinhos, um chapéu mexicano quatro canoas, duas rodas Gigantes, sendo uma grande e a outra menor.

Na parte onde ficava o eixo central de cada roda gigante, era colocado um projetor de SOM (difusora), direcionados para a Rua Nova, com um som muito bonito e agradável para aquela época que só existia som monofônico. Tinha um locutor chamado LUIZ, de cor morena, pouco alfabetizado, mas de voz grave e impressionante, que dentro do pequeno Studio dizia: “você está ouvindo a PR-Maia, Radio Amplificador ponto 3, pertencente ao Parque de Diversões Maia, o inimigo número 1 da tristeza.

O pequeno STUDIO DE SOM era decorado com capas de Lps, no formato de 12 polegadas dos seguintes cantores: Waldick Soriano, Orlando Dias, Silvinho, Bienvenido Granda, Ataulfo Alves, e, até mesmo Jackson do Pandeiro, que eram os sucessos daquele bom tempo. Existia ainda um retrato em preto e branco de Zé Maia no tamanho 12 X 25 cm, que era o dono do Parque Maia. Dois amplificadores de SOM e um toca discos, todos da melhor qualidade, transmitiam alegria e animavam a festa com os sucessos daquela bela época.

Lembro-me da música de um gaúcho de “São Leopoldo,” que após acompanhar Teixeirinha com seu acordeom em excursões pelo Rio Grande do Sul, Paraguai e Argentina, gravou pela PHILLIPS DO BRASIL S/A, um LP intitulado: “Um Gaúcho Forasteiro”. Desse Lp, a gravadora extraiu um 78rpm, que foi sucesso no país inteiro e chegou a pombal exatamente na festa do Rosário de 1963. A música era de autoria de Dorico: “Amor Fingido”. Na outra face do disco, “Noite Escura”, sucessos que permaneceram nas paradas por quase dois anos. Estas músicas tocavam incessantemente tanto no Parque Maia, como na radiola do Bar Centenário, recentemente inaugurado e de propriedade dos irmãos: Sales e Nilton Venceslau. Até hoje ainda conservo em minha discoteca essa raridade em 78 rpm originalíssima.

Nesse ano a que me refiro, eu tinha apenas 16 anos. Um rapaz pobre, filho de uma viúva, liso, sem dinheiro no bolso. Ficava na frente do parque, louco de vontade pra rodar nos cavalinhos, mas não tinha dinheiro. Mas a música sempre foi a minha maior paixão. Sempre fui apaixonado pelos discos. Ficava extasiado em ver capas de Lps e por isso estava ali todas as noites pra observar tudo aquilo. Em ver tudo isso, eu acabava esquecendo dos cavalinhos do parque. Duas semanas depois, o Parque Maia foi embora. Tinha terminado a festa do Rosário, mas a música de Ademar Silva não me saía da mente. Passados alguns meses, já bem perto do fim do ano, sem ter o que fazer, ia passando pela calçada da rua. Cel. José Fernandes, bem próximo ao Grande Hotel, quando ouvi a música de Ademar Silva. Parei, escutei, virei de um lado para outro e pude observar que o som vinha da casa de Napoleão da Padaria. Não tive dúvidas, era a radiola de Claudete que estava tocando. Aproximei-me daquela casa em estilo antigo, frente para o nascente, janela escancarada, porta aberta de cima abaixo.

Aí vi um rapaizinho franzino, branco como uma vela, cabelo claro e escorrido pela testa, de cócora, manuseando o toca disco “Garrad” e tocando músicas. Assim que parei na porta, a música terminou, pois um disco de 78 Rpm tem somente uma faixa de cada lado e termina rápido. O jovem rapaz logo tirou o disco (que era emprestado da Loja de Zé de Tó), e colocou outro de ANISIO SILVA. Desta vez um LP de l2 faixas, recheado de boleros e guarânias. “Alguém me disse”, era a primeira faixa. Após fechar a tampa da radiola, levantou-se e disse: Entre! você gosta de música? E foi logo me mostrando a capa do LP que ainda me recordo o MFB 3042 da ODEON. Naquele instante eu conheci o melhor amigo meu: Clemildo Brunet. 44 anos de amizade, sempre o mesmo homem sincero e leal.

Pois bem, o tempo foi passando, se modernizando, as tradições se acabando, as difusoras dos parques também desapareceram, tudo mudou. Nem o Parque Maia existe mais. Hoje são caixas de som que sonorizam os parques nas noites de festa. Nem o Studio onde se transmitia não se vê mais. A gente escuta apenas o som, sem saber de onde ele vem. Tudo ficou invisível. A onda agora é um televisor conjugado com um aparelho de DVD, mostrando imagens da Banda Aviões do Forró, com mulheres quase nuas acompanhadas de músicas pornográficas, muito diferentes daquelas que se ouvia nos anos 60.

O bom daquele tempo era ouvir um locutor semi- analfabeto, atendendo aos pedidos musicais, com cinco ou seis canas na cabeça, falando errado, encachaçado, já com a voz embaraçada puxando pelo “r” e pelos “ss”, pensando que estava abafando e paquerando a mocinha ingênua que o ouvia falar. O tempo passou. Envelhecemos e não percebemos. Hoje, “SÓ NA LEMBRANÇA É QUE SE PODE VOLTAR”.

*RADIALISTA

MARIA DO BOM SUCESSO L. FERNANDES*
Contemplar as belezas do passado é reviver uma linda história. É feliz o pombalense que recorda com saudade o seu passado. A Igreja do Rosário de Pombal é um marco histórico do primeiro núcleo colonial do município. Representa o símbolo fundamental da nossa história cristã. No princípio do povoamento foi construída aquela capelinha tosca, cognominada de “Casa de Oração”, onde os Franciscanos da Ordem de Santo Antônio realizavam as suas orações imprimindo em todos, sobretudo, nos silvícolas, uma conservação da fé católica. Empregar a fé cristã foi o fundamento dos franciscanos, tornando-se a razão maior do orgulho da nossa gente e da nossa história. A citada igrejinha foi erigida há mais de três séculos passados, isto é, em 1701. Lamentamos, porém, que ela tenha sido totalmente destruída com o passar do tempo, restando-nos apenas uma imagem retratada através do nosso grande historiador, de saudosa memória, Wilson Nóbrega Seixas, no seu livro: “O Velho Arraial de Piranhas”. Em 1721, os colonos e os índios, nossos primeiros povoadores, construíram a bela igrejinha barroca denominada de Igreja de “Nossa Senhora do Bom Sucesso” em homenagem a Santa que atendeu ao pedido dos franciscanos para acalmar os ânimos, numa luta acirrada entre eles como citam alguns dos nossos historiadores. Após essa construção, foi formada uma Diretoria tendo como primeiro presidente, o capitão-mor José Diniz Maciel. Esta segunda igrejinha significa uma obra sólida e valorosa, pois seguiu com certeza, um estilo barroco dos séc.XVII, XVIII e princípios do séc. XIX, aqui no Brasil, denotando como expressão principal das suas produções artísticas, as estruturas arquitetônicas e a escultura sacra. É exatamente este, o retrato da nossa Igrejinha do Rosário, de estilo Barroco, em que, na época construída, exibiu esculturas de madeira banhadas a ouro com um visual esplendoroso manifestando até hoje, o seu grande valor arquitetônico. Somente em 1897, com a construção da terceira Igreja, referenciada como, Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso, Santa que sempre foi a Padroeira de Pombal, ilustrada por sua imagem no nicho central do Altar-Mor da referida igreja, foi que a outra passou a se chamar de Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Santa dos negrinhos, passando a ser administrado exclusivamente por eles que logo formaram uma Irmandade constituída de um Juiz, um Escrivão, tesoureiro, zelador e doze irmãos de mesa, seguindo até hoje, o mesmo regimento. A nossa tão expressiva e histórica Festa de Nossa Senhora do Rosário, de Pombal, partiu do princípio do domínio dos negros. Contam os nossos ancestrais, que era uma festa exclusivamente religiosa e que foi fundada por Manoel Antônio de Maria Cachoeira, um negro beato, que morava naquela capelinha e o seu trabalho teria constituído o patrimônio daquela Irmandade. Alguns historiadores pombalenses dizem que, ainda hoje, existem os documentos de compromisso da Irmandade do Rosário, nos arquivos da paróquia de Pombal, deduzindo o despacho conferido pelo Bispo de Olinda-PE, D. João Fernandes Esberardi, ao preto e confrade Manoel Antônio de Maria Cachoeira, que saíra a pé de Pombal até aquela cidade com a finalidade de receber do prelado olindense, o documento de ereção canônica para a criação daquela Irmandade. O documento foi despachado em 18 de julho de 1895, registrado pela comarca Eclesiástica de Olinda e autorizado pelo mesmo bispo, ficando instituída a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário. Essa festa tinha um caráter restrito, à prática religiosa, comemorando anualmente o louvor a Virgem do Rosário, iniciado com o hasteamento da Bandeira da Santa, nove dias, antes da data proposta da festa para também professar através da novena a devoção dos fiéis. Valendo ressaltar que, até hoje, todos os católicos participam manifestando o seu fervor a Santa de tantas promessas e tantos milagres. Os dias principais sempre foram a sexta, o sábado e o domingo, cada um com sua simbologia, sendo que, no sábado a noite, após a missa, sai o padre acompanhado pelos fiéis em procissão com o Rosário para pernoitar na casa do Rei do Rosário, na rua do mesmo nome, e, no domingo outra procissão para colher o Rosário de volta a Igreja, onde é celebrada a missa campal, pelo bispo da Diocese de Cajazeiras, o pároco e todos os adjutores da Paróquia de “Nossa Senhora do Bom Sucesso”. Esta Missa que chamamos de Missa do Rosário é o ponto chave da grande festa. Muitas foram e são as manifestações tradicionais dos festeiros com participação dos grupos folclóricos e outras atrações. E assim, a festa foi se tomando um clima de alegria e de muito amor. Com o passar do tempo, além do caráter religioso, ela tomou rumo ao social sendo animada pela Banda de música local, na época, uma das melhores da Paraíba, apresentada, todas as noites, num coreto das Quermesses preparadas pelos organizadores da festa. Este é o momento que me faz expressar assim: Tempo bom que não voltará jamais! Outro tipo de atração, os grupos folclóricos, Pontões, Congos e o Reisado, dirigidos pelos próprios negrinhos com manifestação de danças e cantos, cultura de valor incomparável. Os primitivos Espontões eram representados por homens, as mais das vezes, de uma família só, a exemplo de Seu Elias, considerado o Rei do Fole, homem de caráter virtuoso que preserva até hoje, as suas tradições. Também a Igreja permitiu a participação dos parques de diversões: Rodas Gigantes, Canoas, Cavalinhos e outros mais, que pudessem alegrar, sobretudo a criançada. Foram se manifestando pessoas que comerciavam e comerciam bebidas e tira gostos, cuja renda é útil ao sustentáculo das suas famílias. Até hoje, armam Barracas animadas por músicas o que alguns chamam de movimento profano. Existem atualmente, outras atrações, festas dançantes, principalmente para os jovens. E tudo foi se aconchegando com essas agregações humanas e recheios de prazeres populares se transformando numa festa de agrado total aos pombalenses e aos visitantes, a ponto de ser chamada de, festa das promessas, dos milagres, da recordação, do encontro,da alegria e da amizade. Tudo isso, enseja-me gritar: Recordar esta festa é viver de lembranças e viver de lembranças é morrer de saudades! *Professora e poetisa bombalense. Para contato: cessalacerdapb@hotmail.com.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

CLEMILDO BRUNET* As festas que ocorrem durante o mês de junho, são os eventos mais esperados pelos brasileiros depois do carnaval. O calendário marca a metade do ano e no currículo escolar o período é de férias. O Nordeste é o ponto de convergência onde se reúne o maior número de pessoas. De todas as partes e lugares deste país há uma intensa mobilização de gente, alguns para as brincadeiras que os festejos sugerem, outros para visitarem parentes e amigos em lugares distantes. As celebrações deste mês homenageiam os três santos católicos: Santo Antonio, São João e São Pedro. De modo natural essas festas são manifestações populares mais praticadas no Brasil. Tem a sua animação com muita música regional, arraial, danças, quadrilha, comidas e bebidas típicas, para festejar os referidos santos. O Brasil foi descoberto pelos portugueses, povo de crença católica. Herdamos desse povo as suas tradições religiosas que de modo fácil se incorporaram em nossa gente, conservando os caracteres de seu folclore, introduzido nas nossas bases educacionais que em nome do ensino carregam essas festividades, trazendo consigo muito mais do que uma simples relação entre o que sejam os festejos e o mês de sua realização. A influência veio de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, muito típica de nossas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China. Da península Ibérica teria vindo à dança de fitas que era comum em Portugal e na Espanha. Com o tempo passou a misturar com os aspectos culturais brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus). Não é nossa pretensão neste artigo atacar a religião católica, já que é um direito de todos perante a constituição professarem a religião que quiser. Mas, é preciso distinguir as finalidades religiosas e educacionais. Dessas festas juninas, a que mais se destaca é o São João, que a religião católica tem o dia 24 de junho como data do nascimento de João Batista, precursor do messias prometido por Deus para libertar o seu povo. A suposta origem dessa festa segundo a tradição da religião Católica teria ocorrido em razão de uma visita de nossa senhora a sua prima Isabel que lhe falou a respeito de uma criança que nasceria em sua casa. Sem muitas opções de comunicação naquele tempo, Isabel combinou que acenderia uma fogueira que pudesse ser vista à distância. E assim Isabel fez, era 24 de junho e nossa senhora viu a fumaça e entendeu a mensagem. As celebrações do dia de São João, realizadas em 24 de junho deram origem ao ciclo festivo conhecido como festas juninas. *RADIALISTA WEB. http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Autor: JOSE HAROLDO NOBREGA DE MELO
A literatura em cordel É simples e cultural Se fala a língua do povo E o entendimento é geral Falo das COMUNIDADES De que pertence a Pombal Começando pelas FLORES Passei lá pelo BALDINHO Já visitei o SÃO PEDRO Depois fui a POMBALZINHO Fui a RIACHO DE PEDRA Jantei no CATOLEZINHO. Fui até PÃO DE AÇÚCAR Cheguei ao romper da aurora NOVA OLINDA e CARNAÚBA Eu quase passei da hora De almoçar no TRIÂNGULO De LAGEDO eu fui embora. Fui ao JACÚ DOS RODRIGUES Na REVÊNCIA e RAMADINHA SÃO JOÃO (UM) e PAU DE LEITE No OLHO D’ÁGUA e VARZINHA VÁRZEA COMPRIDA DOS LEITES SÃO JOAQUIM e MALHADINHA A CAIÇARA DE BAIXO, GADO BRAVO e PITOMBEIRA PADRE ANTONIO bom amigo COATIBA e GAMELEIRA LAGOA DO POLTRO E VARJOTA MANIÇOBA e CAPOEIRA Fui a MORADA DO TOCO RIACHÃO DE CIMA e TAPERA RIACHÃO DE BAIXO e MUCAMBO SÃO JOSÉ ta na esfera Montado no meu jumento Um outro sitio me espera Fui também no SÃO JOÃO (DOIS) MUNDO NOVO e AREIAL JACÚ DE ASSIS DO Ó Voltei pelo BAMBURRAL Jantei lá no MONTE ALEGRE Mas vim dormir em POMBAL Da CACHOEIRA DE BAIXO Fui para o ALAGADIÇO Fui lá no sítio PINHÕES Comer do porco o chouriço Depois fui à ARRUDA CÂMARA Pra não ver o rebuliço Da CACHOEIRA DE CIMA Eu passei pela JUREMA Fui até o GENIPAPO Pra caçar uma sariema E foi lá no VALE VERDE Que comi carne de ema Fui a LAGOA ESCONDIDA TIMBAÚBA e PEDRA BRANCA Também passei na TRINCHEIRA Bebi cerveja na banca Fui ao ESTRELO e JUÁ Num jegue da perna manca Quando cheguei no GINETE Me chamaram pro RECANTO Porém fui pro TABULEIRO Consolar de um cabra um pranto Eu passei em SANTA MÔNICA Me enrolei com seu manto De MARIA DOS SANTOS (UM) Me dirigi pro SÃO BRAZ Na PAULA e no RETIRO Tomei logo umas a mais Depois voltei pro BEZERRO Comprei uma vaca a um rapaz Eu passei pelo CAPÃO CARAIBAS e a BARRA VÁRZEA COMPRIDA OLIVEIRA Terra boa até de farra Depois passei no PONTEIRO Cortando areia e piçarra De MARIA DOS SANTOS (DOIS) Fui em AÇUDE e UMARI CASA FORTE e RIACHÃO XIQUE-XIQUE bem ali Depois fui ao sitio LAJES Trazer na lata um siri. Eu passei em SANTA INÊS LARANJEIRA e RONCADOR Quando já de tardezinha Conheci um caçador Eu jantei na casa dele Enchi o radiador Em ARRUDA CÂMARA e ABA No RECANTO eu fui passar Na CACHOEIRA e nos GROSSOS No MOFUMBO E JATOBÁ Chegando a SANTA MARIA Rezei minha prece lá. Eu passei no SANTO AMARO ACARAPE e JOBOATÃO Fui lá na ponte do trem Pra comer um arrubacão Namorar e tomar banho Depois tocar violão Passei em CANTINHO DO BOI, No CAMANO e LOGRADOURO Depois cumpri a sentença Enfrentar na arena um touro Botar o bicho no chão Sangrar e tirar o couro De CAJAZEIRA DOS BATISTAS Eu tirei para GANGORRA Dancei forró com uma velha Fendendo que só a porra Passei a noite bebendo Dei uma surra na cachorra O povo de lá é legal Recebe a gente na boa Eu jamais posso esquecer A comunidade CAMBOA Peço desculpa aos amigos Se algum nome esqueci Só achei 98 Assim como descrevi Mas, si só faltou o seu Fica o abraço meu Dei um adeus e parti. Pode até ter escapado Um nome que seja tal... Se foi uma comunidade O esquecimento é fatal No próximo vai sair tudo Da cidade de POMBAL. POMBAL tem filhos ilustres Capazes e competente Que ama essa cidade De uma forma decente Zela a cultura deixada Preserva o MEIO AMBIENTE.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

CLEMILDO BRUNET* (foto ilustrativa)
Conhecido em muitos países como o Dia de Valentim, tendo como base a tradição cristã, romana e pagã. O Imperador romano Cláudio II, queria constituir um exército numeroso, no entanto não conseguia pelo simples fato dos homens não quererem deixar suas famílias. Então, o imperador proibiu o casamento entre jovens. Valentim sacerdote cristão contemporâneo de Cláudio II resolveu realizar casamentos secretos. Tendo sido descoberto, Valentim foi preso e condena à morte. Muitos jovens na época foram-lhe atirar flores e bilhetes na prisão, dizendo que ainda acreditavam no amor. Uma jovem cega filha do carcereiro pediu permissão para visitar Valentim. Apaixonaram-se e ela milagrosamente recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem usando assinatura: “De seu Valentim”, expressão utilizada até hoje. Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 depois d.C. Esta é a razão que em alguns países o dia dos namorados é celebrado em 14 de fevereiro. Aqui no Brasil a data é 12 de junho véspera do dia de Santo Antonio, o santo casamenteiro. Celebra-se neste dia a união entre os casais com a troca de mensagens e presentes, prática iniciada pelo comercio paulista passando depois para todo comercio brasileiro. A silhueta de um coração e a figura de um cupido com asas são símbolos modernos usados para identificar o amor entre os namorados. Amor, romantismo, poesia, canção, tudo que esteja envolto a este assunto, só quem não sente é quem não tem coração. E não tendo coração não vive, vegeta. Passou apenas aqui sem amar ou nunca foi amado. Deus é um ser pessoal e seu amor divino é único e verdadeiro; na sua onisciência, Ele como Criador e mantenedor das coisas criadas, sabe o que se passa no coração humano sede das emoções dos indivíduos. “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações”. Jr 17:9,10 O grande pregador Charles H. Spurgeon Exclamou: “Ai de nós! Nosso coração é nosso maior inimigo” O amor é manifesto entre as pessoas de muitas maneiras. O nosso dialeto é vasto na discrição sobre o amor: Amor à primeira vista – amor súbito, ao primeiro encontro. Amor Carnal - O que busca a satisfação sexual, amor físico. Amor livre – o que repudia a consagração religiosa ou legal, representada pelo casamento. Amor platônico – ligação amorosa sem aproximação sexual. Dez mil amores – de todo gosto, com o maior prazer, com prazer. Fazer amor – ter relações sexuais, copular. Pelo que se vê há no pensamento humano muito conceitos sobre o amor. Mas, o verdadeiro amor está expresso na bíblia: O apóstolo Paulo diz: “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. 1 Co 13:4-7. Para o homem natural é difícil aceitar a definição dada pelo apóstolo dos gentios. Este é o amor sacrifical não aceito pela maioria. No entanto, alguns já se dispuseram recebê-lo pela eficácia da graça de Cristo em suas vidas e afirmam esta verdade mediante as palavras do apóstolo do amor que declara: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” 1 Jo. 4:19 O dia dos namorados, apesar da apelação feita pelos reclamos comerciais, é oportuno também para os casais fazerem uma reflexão sobre o amor. Pois muitos não fizeram vindo arrepender-se depois. O livro Cântico ou cantares de Salomão nos mostra a pureza e beleza que existe no amor entre um homem e uma mulher. Revela ainda que por detrás de todo ser humano puro,se encontra o amor de Deus, o maior e mais profundo amor que existe. “As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, seria de todo desprezado”. Ct 8:7. Nesta simples e singela homenagem que presto aos namorados de ontem, hoje e amanhã, deixo o poema de J.G. de Araújo Jorge:
“Os versos que te dou”
Ouve estes versos que te dou, eu Os fiz hoje que sinto o coração Contente Enquanto o teu amor for meu Somente, Eu farei versos... e serei feliz... E hei de fazê-los pela vida afora, Versos de sonho e de amor, e hei Depois Relembrar o passado de nós dois... Esse passado que começa agora... Estes versos repletos de ternura são Versos meus, mas que são teus também... Sozinha, hás de escutá-los sem ninguém Que possa perturbar nossa ventura... Quando o tempo branquear os teus cabelos Hás, de um dia, mais tarde, revivê-los nas Lembranças que a vida não desfez... E ao lê-los... com muita saudade em tua dor... Hás de rever, chorando, o nosso amor, Hás de lembrar, também, de quem os fez... Se nesse tempo eu já tiver partido e Outros versos quiseres, teu pedido deixa Ao lado da cruz para onde eu vou... Quando lá novamente, então tu fores, Pode colher do chão todas as flores, Pois São versos de amor que ainda te dou. Salve 12 de junho Dia dos Namorados! RADIALISTA* WEB. http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

quarta-feira, 11 de junho de 2008

jerdivan nóbrega de Araujo* É como se nos anos de 1940 alguém criasse um cenário para rodar uma série de filmes, com a mesma história, o mesmo velho e borrado cenário, mudando apenas os protagonistas. Foi assim que eu vi a Rua de baixo de hoje. Alguns personagens que a noite sentam-se a calçada para conversar lorotas, falar de política ou do ultimo capítulo da novela das oito, são filhos ou netos dos do meu tempo de protagonista naquela encenação. Se perguntar por esse ou aquele do meu tempo a informação é sempre a mesma: morreu; foi pra São Paulo e não deu mais noticias; ta preso, e por ai vai. É como se ainda fosse, e acho que é, o mesmo roteirista a escrever as cenas que estão fadadas a representar anos a fio. Não há memória dos que passaram por ai. Mesmo conversando com um neto de Godofredo o nosso Godô, que foi "o faz de tudo e para todos" da Rua de Baixo: aguador (denominação aos que possuíam tropas de jumentos e vendiam água nas ruas mais acima; Barbeiro (fazia barba e cabelo aos domingos sem cobrar um centavo dos clientes; Marchante (matava porco de "meia"); Sapateiro (quantas "meia sola" colocou nos sapatos dos jovens da Benigno Ignácio Cardoso?; Agricultor (cultivava, sem muita empolgação, um pedaço de chão nas terras dos meus avós). Oleiro fazia telhas e tijolos na "Outra banda", terras da nossa família" etc... não soube ele dizer quem era esse personagens que povoou as historias da nossa infância ali na Rua de Baixo. Outros que já citei em histórias anteriores, da mesma forma, poucos são lembrados. Até mesmo minha prima e professora, Dona Raimunda, não mais habita a memória dos por ela alfabetizados ali no João da Mata. No meu tempo, quando a Escola Normal Arruda Câmara formava professoras, e que se dizia jocosamente, pelos seus próprios moradores de alta estima no nível do chão, que "a rua de baixo jamais vai dá a Pombal um doutor" eu ainda criança, via passar as nossas jovens vestidas de saias pretas plissadas, meias três quarto, sapatos de verniz ao brilho, blusa branca com sianinha azul e gravata também azul marinho, carregando as mãos o velho e Livro de Admissão, onde em suas páginas de tudo, em matéria de informação pedagógica, se podia encontrar. Era o De Larousse dos anos de 1960. Pois sim. Foram essas moças da Rua de Baixo que mais tarde ensinaram as primeiras letras aos hoje doutores que levam o nome de Pombal a patamares mais altos. Sempre há de haver um desses doutores que teve as suas primeiras letras garatujadas pelas mãos de uma professora nascida na Rua de Baixo e formada nas cadeiras da Escola Normas Arruda Câmara. Porém, a Rua de baixo ta ali: perdida no tempo esquecida pelo poder publico: Nenhuma praça, sem rede de esgoto, nenhuma creche, casebre desafiando as leis de Newton, iluminação precária e sempre a espera da visita do Rio Piancó. Algumas casas parece congeladas no tempo. Até a pintura da fachada e das janelas é a mesma do meu tempo de criança e ai já se vai mais de trinta e cinco anos. Quantos protagonistas ainda terão que encenar a mesma malfadada história, até que escrevamos um novo capitulo para um cenário de esperança para aquele povo? *Escritor pombalense.

domingo, 8 de junho de 2008

MACIEL GONZAGA* (Foto) Dentro das muitas atribuições que tenho na vida profissional uma delas é viajar por algumas cidades do Rio Grande do Norte. E quando o faço, dedico-me com exclusividade aos afazeres profissionais e até me desligo do contato com amigos. Ao retornar a Natal e encontrar um pouco de tempo para me dedicar à Net, eis que vejo com surpresa neste Blog (de Clemildo) a notícia da morte de Gilson Fernandes. Indaguei-me: seria Gilson “Cara de Broa Preta”, irmão de “Pássaro Preto”? Ele mesmo. Orei ao Criador e pedi que reservasse um bom lugar para o meu velho amigo. Mas, não poderia deixar de contar um fato que presenciei. Nos anos 70 (talvez, não tenho bem certeza), “Nego Gilson”, como era chamado carinhosamente por nós em Campina Grande, arranjou um emprego de roupeiro do Treze Futebol Clube. É provável que tenha sido Massilon Gonzaga quem intermediou o fato, a pedido de Pássaro Preto, junto à diretoria do Galo da Borborema, que era comandada pela família Gadelha, principalmente Buega e Petrônio Gadelha. O velho Galo estava sempre em crise, não ganhava campeonatos e vinha levando o maior “coro” do Campinense Clube. Por conta da crise, “Nego Gilson” chegou, algumas vezes, a substituir o massagista titular do clube, que era “Pelado”. Teria de ser pombo-correio, ou seja, levar e trazer recados do treinador para os jogadores, quando estes caíam em campo e eram atendidos pelo Departamento Médico. O fato que relato agora foi presenciado por mim que, na época, era repórter-esportivo da Rádio Caturité e estava bem próximo do banco de reservas do Treze, que jogava contra o Santos F. Clube de João Pessoa (o famoso Santos de Tereré). Era técnico do Galo, Zé Lima, conhecido por Zé Preto que, quando jogador de futebol foi um dos maiores zagueiros que vi jogar. Nunca deu um chutão na bola. Como treinador também era competente. O jogo segue 0 x 0 e um dos jogadores do Galo – aliás, era a estrela do time, o centro-avante Adelino – cai no gramado e levanta o braço. Zé Lima diz para o massagista: “Gilson vê o que ele quer”. Em outras palavras, o que o jogador estava sentindo e se poderia continuar no jogo. O nosso massagista saiu correndo, de braços abertos, simulando asas de um avião, sendo que em uma das mãos levava a bolsa de medicamentos. Atende o jogador e retorna. Passa ao meu lado e eu pergunto: “Broa Preta, porque esses braços abertos?”. A resposta foi: “É porque eu sou um pombo e sou de Pombal. “Seu” Zé Preto disse que eu sou um pombo-correio”. A minha reação foi uma gargalhada sem fim. Ao retornar ao banco de reservas, o treinador pergunta ao seu massagista: “Gilson o que ele tem?”. Resposta: “Eu não entendi nada, ele (o jogador) só fez glú-glú-glú”. Zé Preto, que era muito brincalhão, reagiu: “E ele é um perú!”. O jogo segue, ainda 0 x 0. Zé Preto, preocupado com o jogador que cai mais uma vez, manda o Gilson novamente perguntar o que é que Adelino estava sentindo. Mais uma vez o folclórico massagista sai correndo e “voando”. Ao retornar, diz ao treinador: “Seu Zé, eu perguntei o que ele estava sentindo e ele não respondeu, apertei a perna dele e ele só fez: aí-ai. Eu disse a ele: deixe de frescura, faça um gol e pronto”. Mesmo com a paciência de que era detentor, o treinador Zé Preto perdeu a cabeça e reagiu: “Nego Gilson, preste atenção ao serviço!”, ou seja,, queria obter informações concretas para o bom desenvolvimento do seu trabalho. Nesse momento Adelino faz um gol de cabeça. Ai o nosso personagem (Gilson Fernandes) grita: “Tô prestando atenção seu Zé Preto! O senhor não disse que eu tenho que ser um pombo-correio, eu disse a ele que fizesse um gol e deixasse de frescura, ele fez. Fique frio!”. Depois dessa, eu não vi mais “Nego Gilson” como massagista do Treze. Faço minhas as palavras de Clemildo Brunet: “Rogamos a Deus o conforto e as consolações para a família do nosso amigo Gilson Fernandes, na certeza de que o amor de esposo e pai que ele dedicou à família sirva de exemplo aos seus descendentes”. Descanse em paz, meu velho amigo “Cara de Broa Preta”! *Jornalista, Advogado, Apresentador de TV e Professor.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

CLEMILDO BRUNET* “Grandes coisas fez o Senhor Por nós; por isso, estamos alegres” Aqui no sertão costuma-se dizer que por falta de um grito perde-se uma boiada. Pois bem, no ano passado conversando com o Jornalista João Costa nosso conterrâneo e colunista político do Paraíba.com, falei que pretendia escrever um livro sobre a história do rádio e comunicação de Pombal. Ele me fez ver que para essa iniciativa eu criasse um site na Internet, o qual me serviria de subsídio coletando informações de ex-integrantes do setor que deram seu ponta pé inicial nas diversas modalidades de sistemas radiofônicos desde as chamadas difusoras (Serviço de Alto Falante), até os dias atuais. Sem esta ação, dizia ele, seria impossível realizar o meu intento. Atendi o grito de alerta feito pelo nobre Jornalista e no dia primeiro de junho de 2007, Dia da Imprensa em nosso País, de minha residência, instalei um blog na Net, denominando-o de Clemildo, Comunicação e Rádio, cuja porta de acesso é, http://clemildo-brunet.blogspot.com/ hoje com um ano de atividade, existem outras maneiras de se ter acesso a este portal, até mesmo utilizando o meu nome, ou o título do blog. Logo, logo, o portal começou a conquistar os internautas e comecei a receber comunicados de companheiros e amigos que externavam alegria e contentamento pela idéia de se fazer um portal diferente, onde todos pudessem saber dos acontecimentos relacionados a uma área de trabalho até então, desconhecida por muita gente de nossa terra. Lembro-me ainda que quando não havia nem pensado na criação do blog, uma jovem Universitária de Pombal, veio a minha procura, no sentido de buscar conhecimento através de pesquisa, sobre a comunicação e emissoras de rádio em Pombal, pois segundo ela, já havia procurado em livros e não havia encontrado; tendo alguém indicado o meu nome como fonte para as informações que ela precisava. Disse-me ela que era um trabalho passado pelo Professor José Antonio da UFCG. Campi de Cajazeiras. Hoje tenho motivos para comemorar esta data, pois através de contatos pela Net, pela graça de Deus, conheci e conquistei muitas outras amizades nesse contexto da globalização. E para brindar tão glorioso acontecimento de um ano de existência, ele acontece juntamente com os duzentos anos de imprensa em nosso país, na semana de duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão. Permitam- me agora reportar os primeiros contatos que recebi quando da instalação do blog na internet:
Meu caro Clemildo...Passaram-se os anos, décadas, e de repente me deparo com a história radiofônica da minha cidade contada através do seu blog, indicação feita pelo ilustre José Tavares. Confesso que um filme antigo rodou à minha cabeça, lembrei-me do som do "serviço de alto-falantes “Lord Amplificador" a tocar sucessos da jovem guarda e reminiscências de outros tempos. Final dos anos 60 e você, meu caro, um jovem predeterminado a fazer rádio, insistia no seu objetivo, tive o privilégio de conviver com você, por pouco tempo, no "Lord Amplificador", mas o suficiente para admirar sua coragem e obstinação. Depois de todo esse tempo, e distante da minha linda Pombal, vejo que o seu sonho transformou-se numa realidade digna da sua capacidade de realizações, quero felicitá-lo pelo ilustre conterrâneo que vc o é, e que você sirva de exemplo à juventude pombalense.Um fraternal abraço extensivo à todos aqueles que ajudaram na sua trajetória de sucesso. Sergio Kantewww.kantepoemas.com.br Querido Clemildo,Parabéns!Reconhecemos, há anos, em você, um arauto do rádio com uma verve que faz eclodir de suas entranhas o amor pela divulgação radiofônica. Você, com seus valores e qualidades peculiares, continua participando ativamente da construção simbólica da história do rádio, meio de comunicação que ofereceu as bases tecnológicas para o surgimento da televisão. O rádio, com uma linguagem peculiar e como extensão do ouvido humano, atravessa os mais longínquos limites e encontra ecos na máxima de MacLuhan: "o meio é a mensagem".Meus cumprimentos com um grande abraço,Sônia Guedes Grande Clemildo, teu blog ficou um primor. Só vc mesmo, com a grande experiência adquirida de vários anos trabalhando em rádios para poder falar sobre esses assuntos! Mt sucesso e quando puder visite nosso blog sobre música!Um Grande Abraço da Equipe WRlink! Josinaldo Martins Lopes disse: Clemildo você não existe! Você é uma lenda! KKkkkkkk Falando sério meu brother, seu blog está simplesmente fantástico! Parabéns pelos relevantes serviços prestados a cidade de Pombal e adjacências através desse meio de comunicação tão poderoso que é a rádio! Depois de alguns anos de silencio te reencontrar através da net e poder manter o contato contigo traz um contentamento muito grande ao meu coração! Deus te abençoe seu predestinado!Um forte abraço!Seu brother Josinaldo. 10.06.2007 Clemildo parabéns pela iniciativa de falar no seu blog, algo que as pessoas tanto precisam ouvir a sabedoria da palavra de Deus... josinite Nóbrega - vidavida73@hotmail.com 02.06.2007 Clemildo, mando um abraço e fico feliz por esse espaço para matar saudades, afinal fiz parte do grupo de funcionários originais da Rádio Maringá, ao seu lado e mais: Rosil Bezerra, Gregório Dantas, Genival Severo e outros mais. Hoje, resido em João Pessoa, mas continuou com saudades dessa terrinha maravilhosa. Zé Alves - Redator 03.06.2007 Meu caro Clemildo nasci em Guarabira, no brejo paraibano, mas, moro em João Pessoa há 49 anos. Mas, já estive várias vezes na linda cidade de Pombal e te confesso, é lamentável que esta Rádio esteja fora do ar. A Rádio Maringá ficou gravada em minha mente como uma das muitas coisas boas de Pombal. Não dar para falar de Pombal e não vir logo na memória a lembrança da Radio Maringá. É uma situação que nos entristece. Mas, quem sabe se um dia as autoridades ou empresarios do ramo não resgatam esse instrumento tão importante para o povo pombalence e os adjacentes. Aproveito querido amigo para parabenizá-lo pelo seu Blog, muito bom e de conteúdo inteligente. Já está nos meus favoritos. Eliezer Gomes - eliezergomes@gmail.com http://eliezergomes.com 01.06.2007 Parabéns pelo blog, Clemildo. Acho que sempre que fazermos referência aos grandes filhos de Pombal jamais poderemos esquecer Celso Furtado e Ruy Carneiro, como também Manuel de Arruda Câmara, grande humanista, médico, botânico responsável pela classificação taxonômica de parte da flora nordestina, alem da introdução da maçonaria no Brasil), e de Leandro Gomes de Barros, o pai de nossa literatura de cordel. José Tavares Araújo.
Muitos outros contatos poderiam ser registrados, no entanto o espaço é pequeno para tantos. Agradeço a todos que nos enviaram seus recados e também aos que contribuíram com os seus artigos e mensagens de otimismo. Com este artigo que ora escrevo perfaz um total de 154 postagens com os mais variados assuntos dentro do contexto da Comunicação e também da história de nossa querida Pombal. Obrigado a vocês internautas que sempre nos acompanham no nosso dia a dia.
A JESUS CRISTO: Toda honra, todo louvor e toda glória. Porque dele e por meio dele e para ele são todas as coisas. A Ele, pois a glória eternamente amém! *RADIALISTA WEB. http://clemildo-brunet.blogspot.com/ CONTATO: brunetcomunicador@hotmail.com

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Foto: Ubiratan Lustosa.

Autor: Ubiratan Lustosa*

A liberdade de expressão é o primeiro degrau da escada que conduz à democracia. Sem ela, não se pode sequer pensar em qualquer outra liberdade.A liberdade de expressão é a garantia de defesa contra os abusos, contra o autoritarismo, contra o desrespeito aos direitos do cidadão. Por isso, em todo e qualquer regime de exceção, a primeira preocupação é a colocação de mordaça nos meios de comunicação. E se amordaçam os meios de comunicação por diversos modos, alguns dos quais muito sutis, mas não menos indignos que aqueles que se aplicam pela força.Esses métodos são muito conhecidos de todos nós. Os cortes de verbas oficiais, destinadas à divulgação e propaganda em jornais e emissoras de rádio e televisão;as pressões com a exclusão de empresas privadas em compras feitas pelos órgãos públicos; as ameaças, os atentados, até a invasão e tomada de veículos de comunicação - tudo isso acontece por todo o mundo, em demasiada freqüência para que se ignorem essas atitudes que aviltam a consciência e pisoteiam o direito. Toda nação que puder exercer o direito de liberdade de expressão será uma nação mais feliz, porque nada é mais dignificante para um cidadão do que poder dizer livremente aquilo que pensa. Em quantos países, por esse mundo afora, poder-se-á falar livremente? Em quantos pontos da terra terá o homem o direito de pensar em voz alta? Lamentavelmente, todos sabemos, não é em toda parte que se tem liberdade de expressão. Não é em toda parte que se pode discordar, que se pode criticar livremente, que se pode contrapor idéias próprias àquelas impostas pelos mais fortes. E isso é uma pena, porque uma das mais valiosas conquistas da humanidade é essa de poder exprimir-se, e é graças a ela que muito se tem evoluído. Em 7 de junho comemora-se o Dia da Liberdade de Imprensa. O vocábulo imprensa engloba, em sua abrangência, todos os meios de comunicação, os jornais e revistas, o rádio, a televisão, a Internet, qualquer forma da qual o homem se utilize para se comunicar e transmitir o seu pensamento.A data não pode passar sem um registro. Pela importância que tem, pelo que significa, pois nobre é o homem que discordando das nossas idéias, mesmo assim, defende o nosso direito de expô-las; mais dignos seremos nós se, igualmente, defendermos o direito de expressar-se livremente àquele que de nós discorda. Ninguém é dono da verdade e, muitas vezes, é ouvindo aqueles que nos criticam que conseguimos aperfeiçoar a nossa opinião e corrigir os nossos rumos. Saudemos a liberdade de expressão, porque ela se constitui num dos bens mais caros de todos nós.

*Advogado, Poeta, Teatrólogo, Radialista e Jornalista. Curitiba Paraná.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Jerdivan Nóbrega de Araujo* Foi muita chuva. Os mais velhos lembravam que nunca tinham visto tanta chuva nesta época do ano. A noite toda foi de desespero, mas, o que me lembro mesmo é que era noite de Natal. Tio Cândido passou a noite andando de casa em casa procurando ajudar aos desabrigadas. Muitas casas de barro e chão batido não resistiram e foram ao chão. Eu via aquele povo entrando sala a dentro na minha casa, com o resto que sobrou do que era seu. As crianças da minha idade chorando sem saber o que acontecia. A minha mãe espalhou por toda casa um grande quantidade de redes estendidas onde, em muitas se agasalhavam até três crianças: a noite é sempre fria quando não se tem um teto para se abrigar. A solidariedade do povo da Rua de Baixo é um lençol quente a abrigar todos, nestas horas de desespero. Eu não me importo se Papai Noel não lembra que existe criança na Rua de Baixo. Eu sei que Deus fica com raiva dos homens da Rua de Baixo que, aos domingos, deixam de ir à missa para jogar Ludo e tomar cachaça a sombras das oiticicas e ingazeiras à beira do Rio Piancó, mas, acho que não é justo que, em plena noite de Natal, Deus lave os pecados do povo com tamanho toró. Ele poderia pelo menos esperar até que as árvores de natal sejam guardadas para que possa castigar com chuva o povo da Rua de Baixo. O sol ainda não saiu e as pessoas começam a contar seus prejuízos. Quantas, e a casa de quem desabou? O rio fez água? Ainda dá para atravessar com água na cintura ou vai precisar da canoa de mestre Álvaro? Logo vem a respostas. O rio sequer sentiu a chuva que não foi uniforme, não atingindo os afluentes acima do açude de Coremas. Não vai ser preciso termos que sair da Rua de Baixo com as tralhas na cabeça, a procura de um lugar mais alto aonde o rio não venha nos perturbar. O meu medo era que ao amanhecer o Prefeito mandasse em cada casa a visita de seu Zé de Santa para aplicar injeção contra tétano. Não posso me esquecer daquela agulha de aço furando meu couro, como se fosse um espinho de mandacaru. Anda sinto a dor... Ouvia-se ao longe o berro das crianças: ele era impiedoso. A água escorria pelo meio da rua, vindo das partes mais altas onde a chuva não fazia lama. Eram as ruas calçadas e bem tratadas, onde seus moradores dormiram por toda a noite, após a ceia de Natal, sem se dar conta do desespero dos moradores da Rua de Baixo. Só terão essa noticia lá pelas oito ou nove horas quando as mulheres da Rua de Baixo que trabalham para eles começarem a chegar com certo atraso, para preparar a refeição de mais um dia de luta. Quando eles se sentarem a suas mesas e perceberem que Dona Isaura, por exemplo, não lhes veio esquentar o pão comprado na Padaria de seu Napoleão Brunet ou ferver o leite comprado lá em dona Delva e seu Arrudinha, colocando-o bem a sua frente, eles perceberão que o Natal da Rua de Baixo foi bem diferente dos seus, porém igual a tantos outros que se passaram e ainda hão de passar por aquela comunidade esquecida. Um dia igual a tantos outros! Não se ouviu o ronco da tuba de Zé Vicente nem tampouco trombone de Chico de Lourdes. Godô não apareceu para contar nenhuma história de Trancoso nem seu Dorsim passou com a cabaça para o lado do Araçá. Não se ouviu o grito de Seu Joaquim chamando por Nedina doida nem Seu Elizeu a procura de Nezim, o filho retardado. A hora é de contar o prejuízo, e, isso não se faz em voz alta. Edmundo, Pier, Pedro, e eu sentamos a beira da calçada e ficamos represando a água que ainda descia lentamente da parte de cima da cidade. Para as crianças de seis anos as tragédias só duram uma noite. A água trazia para a Rua de Baixo a lembrança de uma noite feliz na parte de cima da cidade. Caixas coloridas de brinquedo papéis de presentes e alguns brinquedos quebrados que haviam sido colocados no lado de fora das casas para que algum menino sortudo da Rua de Baixo, Rua do Fogo, Nova Vida ou Rua do Pereiros, pudessem fazer bom proveito. Chico de Godô e Crocodilo ainda não estão bêbados. Natércio rasga o chão a procura de iscas para pescar umas "piabas" para tirar gosto ao final do feriado de Natal. Mauricio Alves conta os filhos. Zé Martins não foi trabalhar nas Casas Bandeiras: é feriado. Vó Ana, já chegando aos 70 anos, passou para Outra Banda com sua enxada nas costas. Mesmo com rio cheio ela o atravessa a nado, mas, não deixa de cuida da sua roça. O pé de manga da roça de Dona Porcina amanheceu verdejante. Percebe-se que nasceu "babuje", no campinho de futebol que fica em frente a casa de Dona Raimunda. O Posto de Puericultura suspendeu a distribuição de Leite em pó e estaphilase para as crianças carentes de Pombal. A chuva que trás a tragédia é a mesma que renova a vida. Acho também que chegou um circo na cidade. Não vai haver tempo para se lembrarem da nossa noite de Natal. *ESCRITOR POMBALENSE

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

A IMPORTÂNCIA DO COMPLEXO CUREMA-MÃE D’ÁGUA: CONSIDERAÇÕES HISTÓRICAS E SOCIOECONÔMICAS

Emmanoel R. Carvalho Professor Emmanoel Rocha Carvalho aborda importância do complexo Curema-Mãe d’Água. Artigo publicado em versão alg...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!