quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Clemildo Brunet
CLEMILDO BRUNET*

A vida humana é caracterizada por momentos. Momentos disso, momentos daquilo, momentos simples, momentos pomposos. Onde o ser humano seguir, ir e vir, o antitético é manifesto na simbologia dos momentos que se vive. Não há neste mundo quem não passe por momentos os quais desejaria que fossem repetidos, não obstante, há momentos que jamais deveriam ser lembrados.

Quão maravilhosos são os momentos dos que se amam. Juntos desfrutam as alegrias que o amor lhes proporciona, ansiosos para que as horas durem uma eternidade! Logo que se despedem, aguardam outro dia, sonhando com os momentos que tiveram, recarregando as esperanças de um novo encontro.

Quão triste, porém, são os momentos daqueles que perdem um ente querido, quando o infortúnio da morte lhes bate a porta; são lembrados com saudades, o que o pranteado morto gostava de fazer. Seu trabalho, entretenimentos, ações de bondade, relatos de família sufocando a dor da separação.

Momentos que passam... Angústias e sofrimentos, ainda bem que passam! Momentos que ficam guardados na lembrança e que jamais são esquecidos. Momentos que forçamos para nos lembrar e não conseguimos. Nosso ser se desespera, fica ansioso.

Momentos em que estamos só em meio a multidão como que perdidos numa grande floresta. Somos consumidos pela melancolia; um místico de solidão e desventura. Momentos que o pensamento vai e volta!

Momentos que se perdem a toa, sem nenhum significado, de nenhum proveito. Momentos de riquezas, vaidades, egoísmos, de lutas que jamais acabam. Momentos de aconchego, de exaltação e desprezo. Momentos que fingimos esquecer!

Momentos que nos falta um amigo, momentos de encontros e confraternizações. Momentos de alegria e prazer. Momentos que provamos a dor, momentos que a felicidade nos invade. Momentos que nos marcam.

Momentos de festas... Nascimentos, batizados, casamentos, Natal, Ano Novo. Momentos de procura, de reconciliação, de novas amizades e de reencontro com os amigos. Momentos que ficam!

Momentos são iguais àqueles
Em que eu te amei
Palavras são iguais àquelas
Que eu te dediquei
Eu escrevi na fria areia
Um nome para amar
O mar chegou, tudo apagou
Palavras leva o mar

Teu coração praia distante
Em meu perdido olhar
Teu coração, mais inconstante
Que a incerteza do mar
Teu castelo de carinhos
Eu nem pude terminar
Momentos meus que foram teus
Agora é recordar..

Nossos Momentos (1960)
Elizeth Cardoso
Composição: Haroldo Barbosa / Luiz Reis

FELIZ ANO NOVO!

Pombal, 28/12/2010
*RADIALISTA
Contato brunetco@hotmail.com
Twitter: @clemildobrunet
Web. www.clemildo-brunet.blogspot.com
Eronildo Barbosa
Eronildo Barbosa*

Compre uma rede meu bom patrão/Sou Paraíba /Sou redeiro do sertão/É rede boa, tem tieta e tem jamanta/Tem manta crua e bordada/Feita de puro algodão. (Tihino de Almeida)

Dezenas de jovens cruzam as ruas de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e de outras cidades do estado levando sobre os ombros um pesado fardo de rede de dormir, com aproximadamente 20 quilos, que, depois de algumas horas, conforme me relatou o redeiro Chico do Cego, a sensação é que o peso triplica.

A imensa maioria desses trabalhadores veio da Paraíba, da pequena São Bento do Brejo do Cruz, importante centro de fabricação de rede. Todos os dias, em média, cinco caminhões carregados de rede partem desse munícipio para os grandes centros do país, isso sem falar da produção de outras cidades da Paraíba e do Ceará.

A confecção de rede é uma tradição antiga no Nordeste. Começou com os índios bem antes da frota de Cabral aportar naquela Região, entretanto, com a introdução das máquinas de tear, no século XIX, foi largamente difundida. Depois, na década 1960, com a instalação de máquinas mais modernas, a produção de rede que estava voltada para o Norte e Nordeste, ganhou escala e passou a atender também as praças do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e parte da América do Sul.

A conquista dos grandes centros pelos vendedores de rede foi ancorada em relações de trabalho típicas do início do século XX. Alguns donos de fábrica de rede reuniram centenas de jovens, prometeram dias melhores para todos, e partiram para vender suas mercadorias pelos rincões do Brasil.

Essa iniciativa ensejou o nascimento de uma das mais complicadas relações de trabalho que se tem notícia no Brasil. O redeiro, até os dias de hoje, não tem a garantia assegurada pela Legislação Trabalhista Nacional. Não tem contrato e nem carteira de trabalho registrada. Ele se desloca de uma cidade para outra em cima de caminhão baú, com 12 metros quadrados, junto com rede e malas, num total de vinte pessoas por veículo, na sua expressiva maioria analfabetos, portanto, em tese, mais vulnerável à exploração econômica e social.

Dorme nos postos de gasolina, no relento, em rede armada na lateral do caminhão. Em Campo Grande o posto escolhido é o (Sem-Limite) na saída para São Paulo. Pela manhã, cedo, o redeiro organiza seu fardo de rede e sai sem rumo pelas ruas da cidade à procura de clientes. À noite, cansado, sem uma melhor alternativa, se diverte bebendo e jogando sinuca, sem se esquecer da buchada de bode que vai saborear quando voltar à terrinha.

Até o final da década de 1980 o retorno econômico com a venda de rede era positivo. Isso permitia que o redeiro mandasse dinheiro para a família ou comprasse moto, terreno, entre outros bens, mas, com a crise econômica dos anos 1990, caiu enormemente à demanda por rede, inclusive alguns mais experientes largaram a profissão e foram labutar em outras atividades.

Na tentativa de driblar a crise, o remédio adotado pelo capital foi aumentar o número de vendedores por carro. Nessa nova fase garotos de 14 e 15 anos foram cooptados normalmente e subiram nos caminhões para ganhar o mundo, mas, por outro lado, perder parte importante da sua adolescência.

Para burlar alguns Postos Rodoviários da Paraíba que proibiam menores em caminhão de rede, os corretores enviavam seus vendedores em automóveis, até um local que não houvesse mais a ameaça de serem identificados. O pior é que os garotos abandonavam os estudos para se aventurar numa atividade informal e duvidosa.

Daí que era muito comum encontrar meninos com um fardo de rede sobre as costas, quase do seu tamanho, pelas ruas de Campo Grande, fazendo de tudo para vender uma rede, na qual, com muita sorte, ganharia em torno de 35% por peça.

O Ministério Público da Paraíba foi acionado e tem tomado providências para tentar modernizar as relações de trabalho nesse setor. Não se tem mais visto garotos vendendo redes, mas, por outro lado, continuam as ilegalidades, basta conversar com algum redeiro que ele conta às dificuldades que enfrenta pelo fato de continuar trabalhando na informalidade.

Quando escrevia esse artigo liguei para um corretor e perguntei por que o vendedor de rede não tem sua carteira de trabalho registrada como manda à lei. Ele me respondeu, sob a condição de seu nome não ser citado, que se isso acontecer a economia da cidade de São Bento vai quebrar. Esse argumento é tão falso quanto aqueles usados pelos donos de escravos que juravam de pé junto que só não libertavam seus cativos porque a economia brasileira entraria em crise.

*Eronildo Barbosa é professor universitário e autor do livro Sindicalismo em Mato Grosso do Sul – 1920 / 1980.
Jerdivan N. Araújo
Nós que já vivemos, muito, tudo e tão bem (se é que viver é demais) agora sonhamos em reviver este nosso passado maravilhoso de tantos amigos e aventuras dentro dos nossos textos.

O bom dos nossos desejos e sonhos é que eles são um tanto que coletivos. As pessoas das nossas aventuras de adolescentes estão por ai sonhando os mesmo sonhos e querendo ler ou ouvir uma estória que as leve de volta as sombras das algarobas, Coreto do Centenário, Avelosão ou ingazeiras do rio Piancó.

Estive em Pombal e ouvi muita gente dizer que chorou ao ler o livro que fiz Ignácio. Chorar pode ser de alegria, de saudade e às vezes de tristeza. Os nossos textos permitem que se chore por um dos três motivos.

Aos que morreram na flor da idade deixando mesas vazias e fotos amareladas pelas lágrimas dos nossos pais, fica a saudade. Por isso, é bom poder dizer que como disse o poeta que embalou nossa juventude:

“Quando eu estou aqui
Eu vivo esse momento lindo
Olhando pra você
E as mesmas emoções
Sentindo...

São tantas já vividas
São momentos
Que eu não me esqueci
Detalhes de uma vida
Histórias que eu contei aqui...”

Não sei de outras cidades, mas falo da nossa Pombal, onde eu vi e vive momentos inesquecíveis. Alguns que, naquele instante não queríamos testemunhar, mas que a história nos colocou ali naquele momento, como a morte de Lúcio Flávio, Zé Piloto, Bau, Tião, Vigó, e tantos outros que cedo deixou saudade.

Porém, entre mortos e feridos, nos restam às boas estórias a serem contadas. Historia dos Parques na Festa do Rosário, dos álbuns de figurinha colecionados no armarinho de Antonio de Cota e que me leva ao nosso Gilmar de António de Cota, amigo do G. E João da Mata.

Hoje, quando abria o blog de Clemildo, o que faço todos os dias em busca de estórias da nossa terra, eu me lembrava dos comícios do “Bolinha”, ele sempre cercado de correligionários ou levado nos braço pelo seu povo. Você lembra-se do “Bolinha”? Lembra-se das musicas de Biró de Beradeiro no tempo das eleições?

“Avelino é candidato de conceito.
Com Nelito vão marchar para a vitória.
O povo já lhes considera eleitos.
Vai ser o nosso Prefeito
Que vai ficar na história
Pombal agora
Vai dar um passo à frente.

Duas figuras decentes.
Vão governar sem demora.
É Avelino e Nelito que o povo quer.
Vai ser nosso Prefeito
Em Pombal se Deus quiser”

Tanto tempo, não?

Eu havia prometido não mais escrever sobre nossas reminiscências. Havia prometido que já chega de reviver o passado. Mas, vez por outra me pego viajando na máquina do tempo que é esse nosso cérebro, que tanto nos leva ao futuro como nos transporta de volta ao passado de uma cidade onde homens e animais, cruzavam as ruas sem pressa, onde a noite podia-se sentar em cadeiras nas calçadas das Ruas do Comércio e de Baixo para ouvir boas histórias contadas pelos mais velhos, estes construtores da nossa cidade que nos legaram tão boas estórias a ser contada, como as que hoje leio nos textos de Ignácio Tavares, seus e do nosso Paulo Abrantes.

Eu também quero de volta o Cine Lux, os Sobrados, o Bloco de Sujos, Os Águias, os bailes na SAOB, os trabalhadores da Brasil Oiticica, e as ruas do nosso tempo. Quero e as tenho quando fecho os olhos, apenas. Se o tempo os transformou em cinzas e “a força grana que ergue e destrói coisas belas” fez o seu papel, hoje, na minha idade, o que importa é o que eu posso e sou capaz de reconstruir dentro de mim.

Se eu quiser ainda posso entrar no Mercado Publico e encontrar Valdemar soldado vendendo Feijão, Zé Peixoto, João de Mocinha e seu Benigno vendendo macaúbas, de quem sempre roubávamos uma ou duas, antes de descer para o banho no Rio Piancó. (Nego Rubens me disse certo dia que sabia que eu roubava aquelas macaúbas, mas, não sei por que só agora ele me confessou. Nós sempre achávamos que fazíamos tudo certinho).

O nosso mundo, quando já se viveu meio século, é abstrato, principalmente hoje quando tudo muda a cada segundo e somos considerados absoletos a este mundo.

Na semana passada recebi um telefonema de João Maria de Cabina dizendo que ao ler uns textos meus chorou como uma criança. Ele disse que voltou a ser menino e correr pela Rua de Baixo. Ate lembrou-se de outras histórias que estavam presas na sua memória. Lembrei-me até das brigas de Godo com Enedina -, disse-me.

Portanto, você esta certo ao dizer que:

“Todo ser humano cria ao longo dos anos seu mundo de fantasia e nele se delicia sem nenhuma justificativa, pois as palavras não explicam os sonhos Cada um tem algo a realizar ou conquistar; são desejos, vontades, anseios, sentimentos que se resumem numa só palavra: sonhos.

Nosso desejo talvez seja levar os nossos conterrâneos de volta as ruas de Pombal de antes de 1980.

Continue fazendo isso que segurei teus rastros.

Joao Pessoa, agora, de 2010-12-29

Jerdivan Nóbrega de Araujo

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Prof° Vieira
Por Francisco Vieira*

Sonhar é possível, realizar o sonho, nem sempre.

Todo ser humano cria ao longo dos anos seu mundo de fantasia e nele se delicia sem nenhuma justificativa, pois as palavras não explicam os sonhos Cada um tem algo a realizar ou conquistar; são desejos, vontades, anseios, sentimentos que se resumem numa só palavra: sonhos. Alguns são possíveis, outros, presos ao mundo abstrato, estão além das possibilidades humanas, por isso, não passam de imaginação, são simplesmente sonhos. Contudo, sonhamos. Não há, portanto, uma pessoa sequer que não acalente um sonho na vida, quer seja novo ou antigo, proibido ou não, viajam no mundo imaginário alimentando a esperança de concretizá-los. Assim, pelo menos em sonhos nos sentimos senhores de nós mesmos, de nossas vontades, poderosos e capazes de dominar até o mundo. Segundo Paulo Coelho “o mundo está nas mãos daqueles que tem a coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos.”

Quem neste mundo não deseja galgar um curso superior e projetar-se no mundo infinito do conhecimento; quem não aspira sua independência através de um bom emprego? Quem é que não sonha conquistar a mulher amada, adquirir o carro do ano, a casa própria, um passeio de férias ou conhecer pessoas importantes que se tornaram ídolos. Enfim, quem não aspira alcançar uma vida estável. Com certeza gostaríamos de realizar todos esses sonhos para satisfação do nosso ego e se dependesse de nossa egocêntrica vontade, todos de uma só vez. Almejamos o bom, queremos o melhor, sonhamos com a felicidade – se é que podemos chamar isso de felicidade.

Via de regra, também alimento sonhos. São vontades sonhadas, algumas desde a mais tenra idade que vem desde a infância e da adolescência e que ainda permanecem sonhados e perseguidos na esperança de concretizá-los um dia para massagear o ego.

Para os insensatos todo sonhador é um louco, vive fora da realidade. Em resposta, prefiro antes ser louco ser sonhador que não ter o prazer de sonhar. Quem sonha ama a liberdade.

Ser sonhador é adormecer sonhando com coisas boas e não querer acordar. É valorizar o sonho sabendo que nele reflete seus anseios. É ser ousado e cultivar com teimosia a esperança de tornar os sonhos realidades.

Neste artigo falo de mim mesmo onde me denuncio um sonhador e revelo sonhos que podem parecer futilidades. O curioso é que são simples, por isso, fáceis de realizar. Por outro lado me faz uma pessoa de poucos sonhos - o que é bom – pois é sinal que tenho realizado a maioria deles.

Portanto, mergulhando no campo do sobrenatural, dando asas a imaginação, vislumbro sonhos que gostaria de alcançá-los. Viajando nos ares da fantasia me vejo em sonho desfilando pela “Mangueira” – minha escola do coração - e de preferência na bateria, tocando qualquer instrumento de percussão e conquistar o título de campeão do carnaval.

Outro sonho que proporcionaria alegria seria ver o Botafogo F. R conquistar mais um título de Campeão Brasileiro - desculpem os rubro-negros a sinceridade – vencendo o Flamengo na final por um placar no mínimo de 4 x 0.

Ah! Como gostaria de comemorar em festa o aniversário de casamento. Que essa festa fosse animada por conjuntos musicais da Jovem Guarda como Renato, Fevers, Incríveis, The Pops e os cantores Roberto e Erasmo Carlos, Agnaldo Timóteo, Jerry Adriane, Wanderley Cardoso e outros, onde eu pudesse dançar a noite inteira e reviver os anos sessenta.

Se possível fosse também gostaria de reunir os amigos de infância. Como seria bom relembrar o passado e gargalhar das travessuras cometidas. Seria melancólico lembrar os que já se foram; uns levados pelas águas frias e traiçoeiras do Rio Piancó como Jair de D. Lídia ou esmagado pelo peso da carranca de um trem de ferro que implacável ceifou a vida de Arereu de João Espalha. Sentir a falta de seu irmão Joãozinho e suas histórias recheadas de aventuras e sensacionalismo. Seus detalhes eram tantos que pareciam até verdades. É que a mentira bem contada faz até o próprio autor acreditar nela.

Lembrar ainda num só tempo de Zé Piloto e Branco de D. Neném, ambos debulhando um rosário de nomes obscenos. Parece até que estudaram na mesma cartilha.

Enquanto isso, aproveitar a rara oportunidade e reunir com todos, de preferência no Bar Centenário ou Praça Getúlio Vargas e puder conversar com Pretinho meu irmão – era assim que eu chamava - Clemildo Brunet, Assis Caetano, João Costa (filho de Chicó), André e Francisquinho de Toinho Queiroga, Ghandy e Nequinho de Seu Lelé, Paulo Abrantes e Carlito, Biú de Maurício Bandeira, Mundinho e Fitita de Zé Canuto, Mané Maluco, Toneco de D. Preta e outros. São tantos que é impossível enumerá-los. Suas histórias são inúmeras e relembrá-las é também impossível, pois muitas se desgastaram com o tempo, caíram no rol do esquecimento.

Tudo isso, embora pareça exagero, são apenas sonhos, e sonhar não estabelece limites, portanto, não devo ser interpretado de outra forma, senão, como um sonhador. E, como o verdadeiro sonhador é aquele que não desiste do sonho vou continuar sonhando, esses e outros sonhos que não contei, vou seguir perseguindo OS SONHOS QUE ACALENTO.

Pombal, 27 de dezembro de 2010.
*Professor, ex-Diretor da Escola Estadual João da Mata, ex-Secretário de Administração do Município de Pombal.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Clemildo (Foto)
CLEMILDO BRUNET*

Nesta época, as pessoas sentem-se motivadas para se doar de forma mais humana envolvidas pelo o espírito cristão de comemorar o nascimento de Jesus Cristo. As cidades ficam cintilantes de lâmpadas multi coloridas, árvores são montadas com ornamentações esplêndidas, trocas de presentes, mensagens e outros apetrechos do momento são utilizados deslumbrando aos nossos olhos, o que há de mais lindo, para que nos regozijemos com o evento, repetido anualmente.

O pensamento humano vagueia sobre o Natal e o seu significado. Para alguns, Natal é reunir a família, os amigos e se banquetearem numa noite, em meio a uma conversa em que o aniversariante não participa nem é lembrado, pois os assuntos giram em torno de interesses puramente especulativos como política, trabalho, planos para o ano, lembranças do que passou, falar mal das pessoas, etc.

Para outros - Natal é Papai Noel distribuindo presentes com a criançada. É uma figura lendária que embora apareça somente nessas circunstâncias veio se tornar uma simbologia do Natal, no modo de doar presentes aos pequeninos, abraçá-los e receber a gratidão deles. Os pais sabem da realidade. No entanto, a criança absolve as estórias sobre Papai Noel como verdade.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

Ainda para outros, Natal é montar o Presépio ou visitá-lo na data magna da cristandade.

Significado do presépio de Natal

O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.

Origem do presépio de Natal

De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico, montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.

No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

Tradição da montagem do presépio

É tradição em várias regiões do mundo a montagem do presépio na época de Natal. Os presépios podem varias em tamanho e materiais usados. Existem presépios minúsculos e outros em tamanho real. As peças podem ser feitas de madeira, argila, metal ou outros materiais. O mais comum, atualmente, é a montagem dentro das casas das famílias cristãs. Porém, encontramos também presépios em lojas, empresas, praças, escolas e outros locais públicos.

Outra prática para as comemorações do Natal é reunir todos da casa ao redor da árvore ornamentada com diversos símbolos, e retirar dela os presentes que são entregues a cada membro da família. Para este grupo de pessoas, isso é Natal.

História e significado da árvore de Natal

Em vários países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para enfeitar casas e outros ambientes. Junto com as decorações natalinas, as árvores garantem um clima especial nesta importante época do ano.

De acordo com pesquisadores das tradições cristãs, a montagem de árvore de Natal teve início no ano de 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Numa determinada noite, enquanto andava pela floresta, Lutero ficou impressionado com os lindos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a formar a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua residência. Além das estrelas, algodão e outros ornamentos, Lutero usou velas acesas para mostrar aos seus familiares a linda cena que havia visto na floresta.

Esta tradição chegou ao continente americano através de alguns alemães, que vieram residir na América durante o período colonial.

No Brasil, país em que o cristianismo prevalece, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares na época natalina, pois, além de decorar, simbolizam paz, alegria e esperança. As árvores de Natal também simbolizam a vida, pois em dezembro no hemisfério norte, ocorre o inverno e as árvores perdem as folhas. Uma árvore frondosa e cheia de enfeites simboliza a vida.

Dia de montar a árvore de Natal

- De acordo com a tradição católica, a árvore de Natal deve ser montada a partir do dia 30 de novembro, que é o começo do período do advento. Sua montagem deve ser aos poucos, intensificando-se a partir de 17 de dezembro (momento em que a Bíblia começa a falar do nascimento de Jesus). Em 6 de janeiro (Dia de Reis), de acordo com esta tradição, é o dia de desmontar a árvore de Natal.

Mas, para o verdadeiro cristão, o Natal e seu significado são:

Deus com os Homens!

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”Jo 1:14

“Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” Mt. 1:21

“No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! Jo 1: 29

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida Eterna” Jo.3:16

BOA-NOVA DE SALVAÇÃO!

“O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo; é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi o Salvador, que é Cristo, o Senhor”. Lc 2:10

Feliz Natal!

Pombal, 22/12/2010

Bibliografia: Sua Pesquisa.com

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Eronildo (foto)
Eronildo Barbosa*

“Quem não sonhou em ser um jogador de futebol”( Skank)

Tive o prazer de ler o livro Futebol Pombalense (1920-1990), do pesquisador Verneck Abrantes, que decidiu lançar luzes sobre a história do Brasil a partir do município. Está fazendo aquilo que Michel Foucault, filósofo Francês, chamou de Micro-História.

Com as condições que tem ele vai à luta. Garimpa dados em Museus, Cartórios, Igrejas, Jornais, Bibliotecas, Cemitérios, Casa de família, entre outras fontes, inclusive a oral, com o compromisso de legar as novas gerações informações sistematizadas sobre fatos relevantes de Pombal.

Nessa oportunidade ele escolheu o futebol de Pombal como objeto de investigação. A decisão foi acertada porque poucos conhecem a história desse esporte, na terrinha, como o autor.

No início dos 1960 Verneck já transitava com facilidade no ambiente futebolístico de Pombal. Viu jogar boleros como Agnelo, Natal Queiroga, João Rapadura, Dilau, Carrinho, Panela, Buá, Luís de Camilo, Nêgo Adelson, entre outros da chamada velha-guarda do futebol, coesionada em torno do São Cristóvão Futebol Clube.

Mais tarde, na segunda metade dos anos 1960, já como atleta, Verneck dividiu os campos e as quadras com Carlos Cesar, Ridinei, Almivan, Condida, Esdras, Bosco, Mosquito, Amauri, Manezinho,Tuzin e outros craques do seu tempo.

O fato de Verneck ter vivenciado esse processo facilita muito o trabalho de investigação, porém, não é determinante para êxito da empreitada. O sucesso depende do esforço desenvolvido para encontrar documentos que respaldem a pesquisa. E isso Verneck fez muito bem.

As fotos dispostas ao longo do livro é outra obra à parte. Ver os jogadores trajando camisas com manga comprida, com cadarço para amarrar a gola, toca na cabeça como os antigos jogadores ingleses, além do estandarte do time na mão, é uma delícia.

O livro mostra mais: quem anda pelas ruas centrais de Pombal não sabe que nos terrenos em que foram construídos o açougue e o bar-centenário eram campos de futebol, onde Agnelo e outros jogadores mostravam suas discretas habilidades nas quatros linhas.

Verneck deixou o povo falar em seu livro. São vários os depoimentos de pessoas que ajudaram a desenvolver o esporte na terrinha. Algumas histórias são mais do que hilariantes. O porco, doente, que foi servido aos atletas de Pombal por ocasião de um jogo de futebol em Cajazeiras; ou as camisas de um time de futebol que, quando lavadas, deixou a água do Rio Piancó avermelhada, graças a precariedade do tecido e da tinta, não pode deixar de ser lida pelos amantes do futebol e da boa literatura.

Até o autor dessas linhas, um interessado na história de Pombal, foi comtemplado no livro do Verneck. Um artigo que escrevi em abril de 2009, em que trato da importância do Campinho do Ginásio Diocesano para minha geração, publicado no site da Rádio Liberdade, foi agasalhado nessa obra.

O livro é muito bom. As histórias permitem que o leitor faça uma bela viagem a Pombal de antigamente. Só senti falta de uma bibliografia. Ela é importante porque aponta pistas para outros pesquisadores que querem dá continuidade a essa investigação.

Boa leitura. Boas gargalhadas. Valeu Verneck!

*Eronildo Barbosa é professor universitário autor do livro Sindicalismo em Mato Grosso do Sul -1920-1980.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

CLEMILDO BRUNET*

Ultimamente tem crescido cada vez mais a criminalidade na Paraíba. É do conhecimento dos paraibanos o descuido dos nossos governantes no setor da segurança pública em nosso estado; haja vista, que dois anos atrás foi publicada uma pesquisa constando que a criminalidade havia crescido oito vezes mais que a população, segundo dados oficiais da Secretaria de Segurança e defesa Social (Seds). Ocorrências de crimes tiveram alta de 30% nos últimos cinco anos, oito vezes mais que a população com apenas 3,48%.

A nossa capital tem sido considerada a cidade mais violenta deste estado, registrando-se taxa de 747 crimes para cada 10 mil moradores. Condomínios, residências, bancos com explosões de caixas, casas lotéricas, agencias de correios e até delegacia de polícia foram e tem sido alvo das ações devastadoras de bandidos que mesmo até durante a luz do dia, assaltam sem nenhum escrúpulo, aterrorizando as vítimas.

O Centro da cidade e os bairros de Manaíra e do Valentina Figueiredo são as áreas mais violentas. Mas a violência também campeia no Bessa, Cristo, Cruz das Armas, Mangabeira, Torre, Varadouro e Bancários. Os dados da Seds mostram, ainda, que 74,77 dos criminosos têm até 32 anos, e são desempregados, estudantes e serventes de pedreiros, em sua maioria (49,5% dos acusados identificados pela polícia).

Preocupado com a onda de violência que vem se alastrando em nosso Estado, O Governador eleito Ricardo Coutinho (PSB), na tarde da última terça feira dia 14 de dezembro, utilizando o seu miniblog (Twitter), um desses sites da rede social, ele mesmo, divulgou os nomes dos auxiliares que vão compor a grande força tarefa da segurança pública na Paraíba, certamente com tempo hábil para começar a planejar desde agora, as metas, com o fim de reduzir o índice de criminalidade no nosso Estado.

Diferentemente de outros governantes, Ricardo Coutinho deixa transparecer aos paraibanos, um novo modelo de governar, pois a escolha é do próprio governador, adotando o critério de capacidade técnica e não política, através de entrevistas e diálogos com a Polícia Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, querendo assim a integração dessas corporações com o fim de unir as forças de segurança para combater a criminalidade. Veja o perfil dos escolhidos que a partir de janeiro de 2011, ficará a frente do comando da segurança pública em nosso Estado:



Secretário de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social:
Dr. Claudio Coelho Lima
Delegado da Polícia Federal, natural do Ceará, formado em Direito pela Universidade Mackenzie e com Curso Superior de Polícia. Possui cursos de Gestão e Inteligência Policial e Planejamento e Gestão de Operações Policiais, pela Academia Nacional de Polícia. Já foi superintendente regional da Polícia Federal nos Estados do Maranhão e da Paraíba e secretário de Defesa Social de Pernambuco, um dos responsáveis pela implantação e execução do programa estadual de Segurança Pública, denominado Pacto pela Vida.


Secretário Executivo da Segurança Pública e da Defesa Social
Dr. Raymundo José Araújo Silvany
Natural de Salvador (BA), delegado da Polícia Federal aposentado, advogado, especialista em Gestão de Políticas e Segurança Pública. Atuou como chefe da delegacia de Polícia Federal de Campina Grande; chefe do Núcleo de Inteligência da Superintendência da Delegacia da Polícia Federal da Paraíba; Corregedor Geral da Secretaria da Defesa Social de Pernambuco; chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários da Delegacia de Polícia Federal do Maranhão.



Comandante da Polícia Militar
Coronel Euller de Assis Chaves
Natural de João pessoa, formado pelo Curso de Formação de Oficiais pela Polícia Militar do Ceará e bacharel em Ciências Jurídicas pelo Unipê. Possui pós-graduação em Gestão Estratégica da Segurança Pública; Planejamento Estratégico e Gestão em Policiamento Comunitário e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas no Serviço Público. Já foi comandante do Pelotão Especial de Choque; Ajudante de Ordens do Governador; presidente da Comissão de Licitação da PMPB; chefe de gabinete do Comandante Geral; Comandante do Centro de Educação da PMPB e Ouvidor da PMPB.



Subcomandante da Polícia Militar
Coronel Washington França da Silva
Formado no Curso de Formação de Oficiais, promovido pela Academia de Polícia Militar da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul (1987); Graduado em Pedagogia, pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB (1998); Possui Pós-Graduação em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança Pública, pela Universidade Federal Fluminense – UFRJ (2002); Comandante da Academia de Polícia Militar do Cabo Branco (2004-2005); Comandante do 5º Batalhão de Polícia Militar (2005-2006); Coordenador Estadual do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROEERD) na Paraíba (2000-2001 e 2008-2009); Chefe da 3ª Seção do Estado-Maior Geral da Polícia Militar da Paraíba (2008-2009); Corregedor da Polícia Militar do Estado da Paraíba (2010).




Delegado Geral da Polícia Civil
Dr. Severiano Pedro Nascimento Filho
Natural de Campina Grande é formado em Direito e mestre em Direito e Desenvolvimento pela Universidade do Ceará. É professor de Direito da Universidade Estadual da Paraíba, onde coordena o Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Violência e atua como chefe adjunto do Departamento de Direito Privado. Atuou como Diretor de Ensino da Academia de Polícia Civil, Assessor de Ações Estratégicas da Polícia Civil e Corregedor da Secretaria de Segurança e Defesa Social da Paraíba.



Comandante Geral do Corpo de Bombeiros
Coronel Jair Carneiro de Barros
Natural de João Pessoa fez o Curso de Formação de Oficiais pela Academia de Bombeiro Militar do Distrito Federal, com pós-graduação em Gerenciamento Estratégico nas Organizações; Planejamento Estratégico e Cenário Prospectivo e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas na Administração Pública. Já foi comandante dos Batalhões do Bombeiro Militar de João Pessoa, Cabedelo, Patos e Campina Grande, além de subcomandante da Academia de Polícia Militar e coordenador do Curso de Formação de Oficiais.



Subcomandante Geral do Corpo de Bombeiros
Coronel Denis da Silva Nery
Natural de João Pessoa, oficial formado pelo curso de Formação do Corpo de Bombeiro Militar do Rio de Janeiro e Bacharel em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. Possui especialização pelo Ministério da Aeronáutica, de Polícia Judiciária do Centro de Ensino da PMPB; e superior de comando na Escola de Bombeiro Militar do estado do Rio de Janeiro. Já esteve nas funções de chefe do estado Maior do Corpo de Bombeiros; subcomandante geral do Corpo de Bombeiros; Corregedor; Comandante da 1º seção de Combate a Incêndio e diretor de Atividades Técnicas, dentre outras.



Secretário Chefe da Casa Militar do Governador
Coronel Fernando Antônio Soares Chaves
Natural de João Pessoa, oficial formado pela Polícia Militar do Estado de Goiás, bacharel em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. Atualmente está fazendo doutorado em Direito Civil pela Universidade de Ciências Sociais da Argentina. Ele é especialista em Direito Penal e Criminologia, com curso de Segurança de Autoridades. O coronel foi um dos responsáveis pela implantação da Operação Manzuá; comandante da Cptran; chefe da Divisão de Ensino da PMCE; chefe da Assessoria Militar da Assembleia Legislativa da Paraíba e chefe da Assessoria Militar da Procuradoria de Justiça do Ministério Público e Comandante do Batalhão de Polícia Militar de Sousa e de Cajazeiras.



Diretor do Instituto de Polícia Científica
Dr. Humberto Jorge de Araújo Pontes
Graduado em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB (1986). Perito Criminal Oficial, Classe Especial, do Instituto de Polícia Científica do Estado da Paraíba (desde 1989); Gerente Executivo da Gerência de Criminalística do Instituto de Polícia Científica do Estado; Instrutor da Academia de Polícia Civil do Estado da Paraíba – ACADEPOL (2003-2006); Coordenador do Curso de Formação dos Servidores do Instituto de Polícia Científica do Estado (2004-2010); É o atual Presidente da Associação Brasileira de Criminalística.



Secretária da Gerência Executiva de Polícia Civil Metropolitana
Dra. Daniela Vicuuna
Natural de Goiânia (GO), ela é bacharel em Direito e especialista em Segurança Pública e Direitos Humanos. Foi delegada de Homicídios de João Pessoa por cinco anos e, atualmente, ocupa o cargo de corregedora auxiliar da corregedoria de Polícia Civil da Paraíba.

Delegado Regional de Polícia Civil da Segunda Região – Campina Grande
Dr. Wagner Paiva de Gusmão Dorta
Formado em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB (2003); Possui Especialização em Aperfeiçoamento em Ciências Jurídicas no Curso Damásio de Jesus em Recife (2005); Delegado de Polícia Civil (2006-2009); Atualmente é Delegado do Grupo de Operações Especiais (GOE); Comandou a Operação Espelho de Prata, que culminou no desmantelamento da Organização Criminosa que fraudava a emissão de Carteiras Nacionais de Habilitações.

Delegado Regional de Polícia Civil da Quinta Região – Patos

Dr. Cristiano Jacques de Lima Araújo
É Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Olinda; Pesquisador Científico da AESO; Pós-Graduado pela Escola de Magistratura de Pernambuco; Coordenador do Grupo Tático Especial (GTE) de Patos.

Pombal, 16/12/2010

*RADIALISTA
Contato: brunetco@hotmail.com
Twitter @clemildobrunet
Web. www.clemildo-brunet.blogspot.com

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Maciel Gonzaga (Foto)
Por Maciel Gonzaga*

Lendo o jornal Tribuna do Norte, de Natal, na coluna “Livros”, lá estava uma nota que falava de “um paulistano-paraibano que é universal”. O fato me interessou. Logo quis saber de quem se tratava. E lá estava um comentário sobre o nosso ilustre W. J. Solha ou Waldemar José Solha. O comentário era sobre o livro intitulado “História Universal da Angústia”, de W. J. Solha, Editora Bertrand Brasil, 448 páginas. A nota rasgava elogios ao livro. Comentei com a minha esposa (Euclimar), que se tratava também de um pombalense, muito querido por todos nós, pois foi em Pombal que Solha aportou na Paraíba vindo trabalhar na agência do Banco do Brasil.

Na primeira oportunidade, fui à livraria Siciliano, no Shopping Midway Mall, aqui em Natal, a procura do livro. Não tinha. Mas, por sorte, encontrei um amigo advogado e também jornalista, que me indicou quem tinha o livro. Ligou para o colega e o mesmo afirmou dispor da obra. Fui buscar.

O livro de Solha é genial, incomparável e mostra todo o seu talento. É dividido em capítulos que mais parecem livros independentes, cada qual com sua característica, sem a necessidade de uma trama única. Não é um romance, portanto. São várias novelas sobre o mesmo tema, que revisita de forma original as dramáticas trajetórias dos grandes personagens de nossa cultura.

Através de sete narrativas longas, o autor recria à sua maneira - meio paulista, meio paraibana, totalmente brasileira, porém sem nunca perder o caráter universal - figuras históricas, mitológicas e literárias. Da Bíblia às catástrofes do século XX, passando pelas obras de Shakespeare e pelas tragédias gregas, Solha mescla arte e realidade ao elaborar uma obra erudita e, ao mesmo tempo, popular.

Como o próprio Solha afirma, História Universal da Angústia "tem muito de Zé Limeira... e dos nossos grandes poetas e cantadores Zé Ramalho e Vital Farias": o livro mostra o evangelista Lucas internado em um sanatório do Nordeste brasileiro, debatendo as razões divinas; o rei Saul diante da coragem de Davi derrotando o gigante Golias; centenas de cenas de violência moderna, incluindo torturas do tempo da ditadura militar e assassinatos domésticos; a lenda de Parsifal, escondido da violência do mundo pela mãe que o superprotege a ponto de negar-lhe conhecimentos fundamentais acerca da vida e dos homens, proteção que se revelará insana e inútil; Édipo e seu crime duplo, o parricídio e o incesto, e a conclusão de que a consciência é terrível, além de inútil; e Hamlet, com seu destino inquietante que eternamente inspira a arte. Embora no título esteja a palavra "angústia", o tema é a violência - física e moral. O termo escolhido por W. J. Solha refere-se à forma como todos lidamos com essas tragédias, de um jeito perturbador, sempre angustiado.

Gostei muito do segundo capítulo, A Angústia do Rei Saul. Aqui, o leitor ilustrado vai rir de tremer a barriga, ao percorrer as linhas eivadas de ironia e bom humor com que Solha nos presenteia. Do seu ponto de vista, o heróico rei judeu não passa de um trapaceiro, invejoso e sem caráter. E o famoso rei Davi, passa até por desconfianças quanto a, como diriam os politicamente corretos, sua orientação sexual. Uma beleza de texto que não deve ser lido por fanáticos religiosos.

W.J.Solha (Foto)
Waldemar José Solha, nascido em Sorocaba (SP), em 1941, é um escritor romancista, dramaturgo, ator, diretor de teatro e artista plástico, que engrandece o nosso Brasil, nossa Paraíba e a nossa Pombal. Radicou-se na Paraíba desde 1962. Escreveu os romances: "Israel Rêmora", Prêmio Fernando Chinaglia 1974, editado pela Record em 1975; "A Canga", 2º prêmio Caixa Econômica de Goiás, 1975, editado pela Moderna, de São Paulo, em 1978, e pela Mercado Aberto, de Porto Alegre, em 1984; “A Verdadeira História de Jesus", editado pela Ática, de São Paulo, em 1979; "Zé Américo Foi Princeso no Trono da Monarquia", lançado pela Codecri em 1984; "A Batalha de Oliveiros", Prêmio INL 1988,publicado pela Itatiaia, de Belo Horizonte, em 1989; "Shake-up", publicado pela editora da UFPb em 1997; E ainda o poema longo "Trigal com Corvos", publicado pela Palimage, de Portugal, em 2004, Prêmio João Cabral de Melo Neto 2005 como melhor livro de poesia do ano anterior e "História Universal da Angústia", Prêmio Graciliano Ramos 2006 e finalista do Prêmio Jabuti 2006.W. J. Solha tem passagens também pelo teatro. Escreveu e montou "A Batalha de OL contra o Gígante Ferr" em 1986, e "A Verdadeira História de Jesus" em 1988. Escreveu também "Os Gracos" (inédito), "A Bagaceira" e "Papa-Rabo" (montadas por Fernando Teixeira em 1982 e 1984), "Burgueses ou Meliantes" (montada por Ubiratan de Assis em 1988), "A Batalha de Oliveiros contra o Gigante Ferrabrás", Montada por Ricardo Torres em 1991. Fez os textos para "Cantata Pra Alagamar", música de José Alberto Kaplan, gravação Discos Marcus Pereira 1980, "Os Indispensáveis", para música de Eli-Eri Moura, apresentada em João Pessoa em 1992. Trabalhou como ator nos filmes “O Salário da Morte”, dirigido por Linduarte Noronha em 1969, “Fogo Morto”, dirigido por Marcus Farias, "Soledade", dirigido por Paulo Thiago (ambos de 1975), "A Canga", de Marcus Vilar, em 2001 e "Lua Cambará", dirigida por Rosemberg Cariry em 2002. É autor dos painéis "Homenagem a Shakespeare", de 1997, em exposição permanente no auditório da reitoria da UFPb, e "A Ceia", de 1989, no Sindicato dos Bancários da Paraíba.

Solha é tio da atriz brasileira Eliane Giardini. Aliás, foi com ele que a atriz fez seu primeiro trabalho no cinema. Sempre fez questão de dizer que escolheu vir trabalhar em Pombal e essa decisão influenciou a sua vida. Em nossa cidade, ele se encontrou com a arte, envolveu-se com artistas e estudantes onde diz que teve surpreendente descoberta de uma casta de intelectuais do mais alto nível em pleno Sertão paraibano. Sempre expressou toda sua gratidão a Pombal, relembrando o casamento, o nascimento dos filhos, os bate-papos com amigos, nos banhos de rio e de açude, com cachaça, arrubacão, tira-gosto e buchada de bode. Aqui, ao lado de José Bezerra Filho, Solha ajudou a fundar o TEP – Teatro de Estudantes de Pombal – e montou as peças: “Guerra de Canudos” e “O Vermelho e o Branco”, com grande sucesso de público e crítica. É por esta e outras razões que Waldemar José Solha é “um paulistano-paraibano-pombalense que é universal”.

*Jornalista, Advogado e Professor. Natal-RN.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Paulo e Verneck Abrantes (foto)
Por Paulo Abrantes*

Li “Futebol Pombalense (1920-1990) de um fôlego só. Dediquei-me à leitura entusiasticamente; era como se eu estivesse novamente em campo, na ponta direita do Panaty, cruzando para Nim de João Martins cabecear e fazer o gol. Assim foi Verneck, com este livro maravilhoso fazendo gol, com seus escritos, datas, fatos e fotos com o talento de quem sabe o que faz. A leveza da narrativa parece à suavidade de Velázquez, prendendo o leitor do começo ao fim. Já joguei nestes dias, lendo este livro, onde me achava fazendo gol em pleno aveloszão, me deliciando com os “causos” ali narrados.

Parabéns, Verneck, pela simplicidade e pela iniciativa de reunir em livro, um elenco futebolístico que já tinha fugido da história, mas nunca de nossa memória. Agora sim, está registrado, e tão bem registrado para as gerações futuras, é tanto que o livro já se encontra com a primeira edição esgotada. Ninguém soube contar tão bem esta página futebolística de sua terra, como você, é um livro que tem história, enredo e cheiro de Pombal. Suas crônicas são providas de uma característica incomum, por retratar, com absoluta fidelidade, o perfil e hábitos de seus conterrâneos, companheiros de futebol, tornando os fatos e fotos numa leitura tão gostosa.

O livro traz reminiscências de futebol, lembrando as figuras de Mestre Elísio, Cachorra Velha, Nêgo Adelson, Milico, Nêgo Índio e as bicicletas de Agnelo, jogadores do passado, que deixaram algo de pitoresco numa época de esplendor desse esporte na cidade.

Agora, deixo com vocês, não vou contar tudo para não perder a graça de lerem o livro. Só sei dizer que a história do futebol Pombalense prende o leitor, da primeira à última página. O livro é bem escrito. Merece ser lido e saboreado. É como diz o autor: Dizem que as pernas cansaram e o time do tempo venceu. E que já caminha com certa dificuldade. As glórias do passado, hoje, são apenas sonhos de um passado distante...

*Engenheiro Civil e Escritor

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Eronildo (Foto)
Eronildo Barbosa*

É bom chegar aos 50 anos e poder contar velhas histórias. Algumas boas, outras, não tão boas assim. O importante é dividi-las com as novas gerações de pombalenses que não tiveram, obviamente, a oportunidade de viver na terrinha no início dos anos 1970, década em que a cidade viveu importantes transformações econômicas e sociais, alavancadas pelas rodovias, televisão, Colégio Estadual, água tratada, telefone, entre outros benefícios.

Nesse período, no geral, o divertimento dos jovens, notadamente daqueles que nasceram no final dos anos 1950 e início de 1960, consistia em jogar bola no campinho do Ginásio Diocesano, tomar banho nas três pedras do rio, circular no bar-centenário, trocar figurinha no entorno da antiga rodoviária, além de assistir filme no Cine Lux, sem esquecer, claro, de comprar balas no fiteiro volante do Raildo Macena que, todas as noites, estava de plantão defronte ao cinema.

Para ter direito a esse lazer era necessário estudar. Uma parte dos jovens frequentava o Colégio Estadual Arruda Câmara, mas, até 1973, os que tinham uma melhor condição financeira estudavam no Ginásio Diocesano. As moças, que desejavam seguir a carreira de professora, frequentavam o Colégio das Freiras. Era uma delicia vê-las com saias pliçadas, azul, um pouco acima do joelho, desfilando garbosamente pelas ruas da cidade.

Os homens, à noite, por volta das 19:30 horas, ocupavam os bancos da Praça Getúlio Vargas. O assunto principal era futebol. Os bancos da referida eram de madeira, porcamente parafusados, o que ensejava que alguns ficassem soltos. Era a senha para à maldade. Quem sentava no final do banco corria o risco de se acidentar. Os que estavam no centro se levantavam ao mesmo tempo, combinado, provocando a inclinação da madeira e a queda do miserável.

Numa noite, quando esperávamos o corpo de Dr. Avelino chegar do Paraná, o motorista Nêgo Tana, falecido, foi uma das vitimas dessa antipática brincadeira. Só que o bicho pegou. Não ficou um moleque na praça. Todos dormiram mais cedo.

A Praça Getúlio Vargas é o coração de Pombal. Antigamente ela expressava a divisão de classes da cidade. Não era algo formal, claro, as coisas aconteciam normalmente. Cada tribo ocupava seu espaço nesse logradouro. Tinha até o lugar das “primas”, na esquerda do bar-centenário, próximo da velha televisão pública, cuidada por Lauro Barbosa.

Nos primeiros bancos, próximo a Igreja Matriz, ficavam o autor, Durão, Memém, Gato, Careca, Joaquim, Galego de Vanda, Macaco, Diar, Beba, Jurandir, Dedé, entre outros. Era um lugar estratégico, pois, aos domingos, éramos os primeiros a contemplar as beldades que saíam da missa, loucas para pecarem, como dizia Nêgo Breu.

Um pouco mais abaixo, defronte a casa de Pedro Adonias, se reunia um grupo mais experiente, de classe média, cujo debate principal era a politica. Integravam essa tribo: Antônio Neto, Leozinho, Geraldinho, Pedrinho, Werneck, entre outros. O germe do marxismo circulava nesse meio. Provavelmente por conta disso, os mais afoitos, tiveram que dar explicações à Policia Federal sobre supostas ações politicas que se efetivavam na cidade. Os homens da lei queriam saber a origem de umas “bombinhas” que foram detonadas no interior de um circo.

Nas proximidades da Coluna da Hora, por seu turno, outra tribo se reunia, embora não fosse fixa, para falar de futebol e outras amenidades, mas, vez ou outra, a politica entrava no centro, puxada por Wertevan Fernandes, defensor do velho e bom MDB de guerra. Integravam ainda esse grupo: Boquinha (José Tavares), Bilú, Candido Filho, Anchieta, entre outros. O autor, às vezes, participava dos colóquios dessa turma, embora não fosse de lá.

Certa feita, nessa praça, no final do ano de 1974, inspirados nos bons exemplos de Nero, Titico, Marçal, Chico de Camilo, Ignácio Tavares, Bajara, entre outros boêmios e amantes da boa pinga, resolvemos experimentar a “marvada”

Assim, no outro dia, nove horas da manhã, estavam o autor, Wertevan, Boquinha, Candido Filho e Bilú, no mercado, comprando um “tubo” de Pitú, como dizia Dorgival Barbosa, casco branco, duas latas de sardinha e meio quilo de farinha.

De lá partimos direto para o rio. Poucas horas depois a cachaça acabou. Restou apenas cinco jovens bêbados, sem saber direito como chegar em casa, pois, naquela época, sem prática, era natural que o corpo ficasse mole e pouco obedecesse ao que o cérebro ordenava. O corredor do Rio Piancó ficou pequeno. Foi um Deus nos acuda!

Recordo de poucos detalhes dessa experiência, estávamos todos na casa dos 15 anos, entretanto, sei que Candido Filho ficava correndo pela rua, com seu pai no encalço, com medo de entrar em casa. No caso do autor foi, sem dúvida, a pior noite vivida. A rede rodava com a mesma velocidade da roda gigante do Parque Maia. O cachorro, Veludo, ficou embaixo da rede esperando alguns nacos de sardinha.

Até hoje, mesmo depois de já ter consumido muitos litros de destilados, quando vejo alguém bebendo aguardente com sardinha, procuro um jeito de cair fora. Lembro-me rapidamente do “porre” de 1974.

*É professor universitário e autor do Livro Educação e Sindicalismo em Mato Grosso do Sul.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Clemildo Brunet (Foto)

CLEMILDO BRUNET*

“No temor do Senhor, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos” Pv. 14:26


O tema acima foi sugerido pela Sociedade Bíblica do Brasil e aceito pelas diversas denominações evangélicas do nosso país, para celebrar de modo festivo o Dia da Bíblia neste segundo domingo do mês dia 12 de dezembro. Por sinal, muito bem colocado este tema, haja vista que a família tem sofrido desgastes variado em todos os aspectos das relações humanas e perante a sociedade. Filhos contra pais, pais contra filhos, filhas contra mães, mães contra filhas, irmãos contra irmãos, sogra contra noras e vice versa e por vai...

Acontece que na luta do bem contra o mal há ocasiões em que o mal parece vencedor, só que essa vitória, não levará muito tempo. Um dia o bem sobrepujará o mal. Para isso, a família e a sociedade como um todo, devem compreender e atentar sobre o sentido da vida nos ensinamentos da palavra de Deus.

Nós somos culpados deste mundo em desacerto, há uma ganância na espécie humana que, quem tem menos quer ter mais e quem tem mais quer muito mais ainda! Jesus foi, é, e tem sido referencial de discussões, no entanto poucos dão ouvidos aos seus ensinamentos. O Natal está chegando e muitos sequer lembram a que Ele veio e qual foi sua missão neste mundo. ELE disse: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus”... ”Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim”. Mt. 22:29 e Jo.5:39.

Segundo o dicionário da Bíblia de John D. Davis: Bíblia (em grego – Bíblia livros, no latim eclesiástico – Bíblia). Crê-se que a palavra grega bíblia, foi aplicada a princípio aos livros sagrados, por João Crisóstomo, patriarca de Constantinopla, entre 398 e 404 A. D. Etimologicamente considerada, a palavra Bíblia quer dizer “os livros”, e quando não for precedida por adjetivo, quer dizer que esses livros são tidos como um conjunto de escritos superiores a todos os outros produtos literários – são os livros por excelência. A mesma idéia se compreende na palavra Escritura e Escrituras.

A Bíblia – o livro mais lido, traduzido e distribuído do mundo – desde as suas origens, foi considerada sagrada e de grande importância. E, como tal, deveria ser conhecida e compreendida por toda a humanidade. A necessidade de difundir seus ensinamentos, através dos tempos e entre os mais variados povos, resultou em inúmeras traduções para os mais variados idiomas. Hoje é possível encontrar a Bíblia, completa ou em porções, em mais de 2.400 línguas diferentes.

Ainda hoje em muitos lares cristãos se pratica o culto doméstico é um momento no lar em que se reúne a família logo após o café, para meditar em textos da bíblia, cantar louvores a Deus e fazer oração. Por esta razão devemos lembrar aqui o cuidado que Paulo tinha com os efésios no exercício da palavra, orientando sempre sobre o comportamento cristão em relação aos casados, aos filhos, aos empregados, patrões e ao próximo.

O Dia da Bíblia teve sua origem na Grã-Bretanha em 1549, pelo Bispo Cranmer, incluindo a data no livro de orações do Rei Eduardo VI, com a finalidade de interceder em favor da leitura da Bíblia. Aqui no Brasil a data começou a ser celebrada em 1850, quando da chegada dos primeiros missionários evangélicos da Europa e dos EUA. O segundo domingo de dezembro, Dia da Bíblia, passou a integrar o calendário oficial de nosso país, pela Lei Federal 10.335, de 19 de dezembro de 2001, que instituiu a celebração do Dia da Bíblia em todo território nacional.

A incentivadora para as comemorações do dia do livro sagrado em nossa nação tem sido a Sociedade Bíblica do Brasil, fundada em 10 de junho de 1948, no Rio de Janeiro, a partir daí, assumiu atividades tais como: Tradução, produção e distribuição da Bíblia em todo território brasileiro. SBB esta é sua sigla é uma entidade filantrópica, social e cultural amplamente reconhecida pelos órgãos oficiais brasileiros com os seguintes títulos e certificados:

1965 - Título de Utilidade Pública Federal

1966 - Título de Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro

1967 - Registro no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS)

1967 - Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social

1998 - Título de Entidade de Utilidade Pública do Município de Barueri (SP)

1999 - Certificado de inscrição no Conselho Municipal de Assistência Social de Barueri (SP)

1999 - Título de Entidade de Utilidade Pública do Estado do Pará

2001 - Título de Utilidade Pública do Município de Belém (PA)

2001 - Certificado de inscrição no Conselho Municipal de Assistência Social de Recife (PE)

2002 - Ordem do Mérito Cultural

Além do trabalho na área de tradução e publicações de Bíblias, a SBB se destaca por sua atuação no campo da ação social. Desde 1962, quando inaugurou o barco Luz na Amazônia para prestar assistência espiritual e social aos ribeirinhos, a SBB tem desenvolvido inúmeros programas sociais que atendem a diferentes segmentos da população como estudantes, índios, presidiários, enfermos e deficientes visuais. http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=3

Durante muito tempo na história dos homens, os contrários a sã doutrina usaram e abusaram de todos os meios para impedir que a palavra de Deus chegasse ao conhecimento dos povos, mas o cumprimento do que nela está escrito, jamais a deixaria falhar. “Assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei” Is. 55:11... “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor” Am 8:11.

Monumento da Bíblia - Prata PB
Salve o segundo domingo de dezembro: DIA DA BÍBLIA!

Pombal, 09/12/2010

*RADIALISTA

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Eronildo Barbosa (Foto)
Eronildo Barbosa*

As eleições, felizmente, mudaram muito nas últimas décadas. O rigor da legislação eleitoral e a introdução de novas tecnologias permitiram ao eleitor um pouco mais de liberdade e conforto para escolher e votar no seu candidato.

O advento da urna eletrônica foi uma ideia relevante. Ela tem sido a responsável para que as votações e apurações dos pleitos ocorram com rapidez e segurança.

Mesmo o horário eleitoral, que depois das três primeiras exibições se torna chato e repetitivo, sem falar dos marqueteiros dizendo cada palavra que o candidato deve pronunciar, além das pesquisas “maquiadas” que são divulgadas naquele espaço, se revelou uma fonte importante para ajudar o eleitor a escolher os seus representantes.

A legislação eleitoral que continua necessitando de ajustes para coibir a compra aberta ou disfarçada de votos, em qualquer eleição, mesmo naquela que só votam os filiados do partido para escolher os candidatos majoritários, vem contribuindo para diminuir os ilícitos nas eleições.

Claro que os avanços aqui mencionados só podem ser medidos se tomarmos como parâmetro as eleições de antigamente em que os eleitores tinham mais complicação para escolher seu candidato e votar.

A base das campanhas do passado eram o comício e as visitas aos chamados “currais eleitorais”, cidades e ou distritos em que os coronéis de plantão controlavam com mão-de-ferro cada voto. Daí que surgiu a história do “voto de cabresto”

Os comícios eram realizados à noite, mas em algumas cidades que tinham feiras públicas poderiam ser feitos durante o dia. O candidato se apresentava como ele era. Não havia truques de imagem, marqueteiro ou pesquisa.

Os oradores costumavam discursar gritando porque os equipamentos sonoros eram precários. Nessas oportunidades não faltavam um bêbado para criar algum constrangimento ao inflamado pregador.

O palanque era montado em cima de um velho caminhão, colocado em uma rua estreita da cidade, para “embretar” o público e passar a ideia que havia muita gente no evento.

A polícia e as demais autoridades tendiam a proteger os candidatos ligados ao governo de plantão. O político de oposição “comia o pão que o diabo amassou” para realizar atividades em cidades mais distantes.

Não eram poucas as vezes que a energia da cidade ou do distrito era desligada propositalmente para que a oposição não realizasse o evento. Isso quando não havia ameaça concreta promovida por jagunços a soldo dos situacionistas.

O dia da votação era considerado especial. O eleitor vestia a sua melhor roupa e ia garbosamente cumprir seu compromisso cívico. Antes, porém, tinha que enfrentar uma enorme fila e um exército de cabos eleitorais que se postava estrategicamente em torno dos locais de votação para cabalar votos.

Os filiados do PTB, UDN e PSD, os principais partidos até 1965, iam para as ruas com paixão. Havia mais fidelidade às agremiações. Mesmo no tempo do MDB e da Arena a lealdade continuou acesa. Depois...

Pela manhã, cedo, começavam a chegar os caminhões da zona rural lotados de eleitores. O carro ia direto para a casa do candidato ou de um cabo eleitoral importante.

Nessa casa se montava um pequeno “curral eleitoral” onde o eleitor tinha a sua disposição comida e bebida o dia inteiro. Só saia de lá para votar, com a cola no bolso, sob a supervisão atenta de um homem da confiança do candidato.

A compra de voto não era escancarada como nos dias de hoje. Havia limite. O eleitor considerado fiel costumava receber um corte de pano, um óculos, uma prótese dentária, botina ou outro mimo.

O processo de apuração dos votos era manual. Demoravam-se vários dias para que os sufrágios fossem contados. Havia um locutor oficial para divulgar os resultados parciais.

Entre uma parcial e outra os votos migravam de candidato. Os escrutinadores combinavam entre si e garfavam facilmente os sufrágios que desejavam. Tinham casos em que todos os votos de um determinado município eram direcionados ilicitamente para um candidato.

Hoje, quando as pessoas votam em poucos segundos e o resultado total da eleição é publicado em seguida, sem o assédio dos cabos eleitorais e outros inconvenientes, é difícil acreditar que no passado recente as eleições eram uma verdadeira guerra.

*É doutorando em educação e autor do livro Sindicalismo em Mato Grosso do Sul: 1920-1980

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Verneck Abrantes (Foto)
Verneck Abrantes de Sousa*



Algumas Lembranças...


Trabalhando na Extensão Rural paraibana, vivenciei muitas histórias por onde andei, conheci incontáveis pessoas, cidades e lugares inesquecíveis. Fui pioneiro na EMATER-PB, junto com Marcondes Correia, Francisco Veras, Bezerrinha, Johannes, Genival Soares, Edmilson, José Marinho, Paulo Padilha, na elaboração e implantação de projetos técnicos de irrigação para pequenos produtores rurais. No tempo em que tudo era calculado na ponta dos lápis. Na execução dos projetos, as visitas se estendiam pela manhã, à tarde e ocasionalmente, entrava pela noite quando nos baixios irrigados, iluminados pela lua ou o farol de um velho jipe, fazíamos teste de vazão do poço amazonas, a determinação da pressão de serviço do aspersor, a retirada de perdas localizadas na tubulação, o ajuste da altura monométrica total, etc., etc.

A satisfação do produtor:

- Doutor, o moto-bomba é bom demais! A gente liga o danado de macaca batida, ele roda zunindo os aspersores e vadeia com a água no mundo.

Tempos bons, mas, onde anda nossos primeiros parceiros irrigantes? Seu Alvino, Biano, Zé Moreno, Chico Ferreira, Dedé Duarte, Tristão, Seu Adalço, Melquides... Alguns já se foram... Ainda sinto saudades quando da satisfação de cada um vendo a produção das culturas de algodão, milho e feijão sendo triplicadas por hectare. Depois, fazendo Extensão Rural nas áreas irrigadas ou de sequeiros, vivi situações inusitadas pelos caminhos do sertão: Socorri de queda mulher grávida na seca de 1983, quando caçava um camaleão em cima de uma ingazeira para amenizar a fome; fiz acordo de vizinhos jurados de morte; cheguei num sítio com 75 inscrições para “fichar trabalhadores da emergência” e me deparei com mais de 200 pessoas. Depois, ainda fiquei no meio de tiroteio quando do pagamento da “emergência”. Dei nome de planta à criança recém nascida; conheci muitos rios e riachos de inverno a verão; emiti laudo de perdas na mata fechada e espinhosa, onde só podia ir de burro ou cavalo; soltei passarinho engaiolado, cachorro amarrado no sol quente; saí muitas vezes antes do sol e voltei com a lua e as estrelas. Já me perdi pegando atalho errado, mas depois, me achei no caminho certo. Pela estrada de terra batida sofri virada de carro; na caatinga seca, longe de tudo, fiquei com o carro quebrado onde só se ouvia o tinido do chocalho de uma vaca, distante, quase inaudível. Corri com medo de touro brabo, vaca de bezerro novo; socorri mulher com dor de parto; abri e fechei incontáveis cancelas; entrei em casebres e me emocionei com a fome e a miséria. Vivi a tristeza das irregularidades das chuvas de inverno, vendo tudo que se plantou se perdendo. A seca torrando ainda mais a terra ressequida, a tormenta da falta d’água, o gado morrendo de fome, homem e animais silvestres migrando e as famigeradas “frentes de emergências”. O sertão abrasador das cactáceas, dos mandacarus, das macambiras, dos pereiros, faveleiras, angicos, jurema preta, catingueiras... Também, vivi o esplendor das chuvas de inverno, bem relampejadas e trovejadas, fazendo renascer das cinzas às flores e o verde escuro da vegetação nativa. O plantio no solo arado, a alegria das colheitas, o aboio do vaqueiro, vacas paridas, piracema de cumatã, o perfume do mato verde e das flores silvestres em meio à sinfonia dos cantos dos passarinhos. A chuva exalando o cheio da terra molhada para satisfação do trabalhador... Um dia, remexendo nas gavetas, revendo velhos papeis, a minha filha, ainda criança, pega um cartão amarelecido pelo tempo e pergunta:

- Quem é Chico Rodrigues?

Sim, os velhos Cartões de Natal e Ano Novo que recebia dos produtores rurais: Chico Rodrigues do Bom Sucesso. O tempo... 30 anos já se passaram e ai vai toda uma vida marcada pelo trabalho no semi-árido paraibano. Diante disso, a certeza de que foram muitos os caminhos por onde andei, incontáveis propriedades visitadas, a dinâmica da comunicação, o semeio de muitas amizades, sementes plantadas, produções colhidas e, sem dúvida, uma grande experiência vivida com pessoas memoráveis e lugares que jamais serão esquecidos.

Em meio a tudo isso, os Escritórios da EMATER e nossos famosos Relatórios de Compromissos: Plano Anual de Ação, Relatório Diário do Executor, Cadastro dos Produtores, Folha de Freqüência, Relatório de Crédito Rural Orientado, Informativo Mensal de Preços, Controle de Quilometragem do Veículo, Prestação de Contas, Relatórios de Informações Mensais das Atividades, Fundação Getulio Vargas, Pesquisa Semanal de Preços da CONAB, Campanha de Vacinação, Laudos Emitidos e Encaminhados ao Banco do Nordeste, Guia de Tráfico Animal, Reuniões, Avaliações, solicitações outras incontáveis.

Ainda ressalto que na Amazônia, com os colegas Baracuhy e Beranger, implantamos projeto agroflorestal em 14 aldeias dos índios Munduruku/Sateré, mais uma convivência inesquecível...

Em meio a tudo isso, entre perdas e ganhos, acredito no dever cumprido e no trabalho da Assistência Técnica e Extensão Rural, que reflete dedicação, paciência, perseverança, o amor à natureza entre outras qualidades intrínsecas desses abnegados Extensionistas, que dos tempos idos, vem trabalhando incansavelmente na busca do desenvolvimento rural brasileiro.

Essas lembranças me chegaram porque outro dia, caminhando pelo centro de Campina Grande, me deparei com um colega dos tempos de faculdade. A velha e boa amizade nos conduziu a uma conversa descontraída, e depois de algumas recordações prazerosas, prosas e lorotas, ele me perguntou:

- O que vocês fazem na EMATER?

*Verneck Abrantes de Sousa
É da ABER - Academia Brasileira de Extensão Rural

Com Sede em Brasília-DF

A ACADEMIA BRASILEIRA DA EXTENSÃO RURAL é uma organização voltada para construção, promoção e socialização da extensão rural no Brasil, com o objetivo de desenvolver programas especiais, em universos da ciência, cultura e da arte, com edições especiais de biografias, com a promoção de seminários e conferências em temas e áreas relacionadas à Extensão Rural; construir e socializar acervo sobre a história e horizontes futuros da extensão rural brasileira, reportar a abrangência de atuação dos extensionistas rurais e seu papel na implantação das políticas voltadas para o desenvolvimento sustentável; elaborar, editar, publicar e distribuir revistas, livros, artigos, cartilhas, vídeos e afins.

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

UM CASO DE ANTROPOFAGIA EM POMBAL (1877)

José Ozildo dos Santos José  Ozildo dos Santos 1. Intróito A seca de 1877 castigou o homem sertanejo, expulsando-o de sua t...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

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COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!