terça-feira, 30 de junho de 2009

Para Refletir...(30/06/09)
"Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu" (Eclesiastes 3:1). Que bem faria, ao fazendeiro, ficar zangado com sua plantação por demorar mais a produzir as frutas do que ele imaginava que demoraria? Sua raiva de nada adiantaria. Não produziria nenhuma modificação em sua plantação. Ele não tem poder para apressar o amadurecimento das frutas. Da mesma forma que o fazendeiro põe em prática a sua paciência e longanimidade esperando pelo tempo certo da terra produzir o seu fruto, devemos nós esperar pela presença do Senhor.
Nós, seres humanos, somos muito apressados. Não sabemos esperar por nada. Qualquer atraso, seja do que for, nos irrita e tira a nossa paz. Queremos tudo na hora, ou até"para ontem" como muitos dizem. Esquecemos que a paciência é uma virtude, um dom divino, uma maneira de viver muito mais abundantemente. Quando temos um sonho a realizar, queremos que aconteça na hora por nós determinada. Quando enfrentamos uma dificuldade qualquer, queremos que seja solucionada imediatamente. Não aceitamos nem alguns minutos a mais. Quando oramos pedindo uma bênção, cremos que ela virá no mesmo instante e, caso isso não aconteça, começamos a murmurar pelo descaso e indiferença de Deus.
Mas não deve ser desta forma. Assim como os frutos têm um tempo próprio para crescer e madurar, todas as demais coisas têm seu tempo determinado para acontecer. O nosso Deus é soberano. Ele sabe o tempo certo. Ele tem coisas maravilhosas para nós mas, não é dirigido por nossa vontade. Se você está esperando com ansiedade uma bênção do Senhor, não desanime. Seja paciente que ela logo chegará.
PAULO ROBERTO BARBOSA – Um Cego na Internet .
MINISTÉRIO PARA REFLETIR.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Maciel (Foto)
Maciel Gonzaga*
A tradição cultural é algo que jamais pode ficar para trás e não deve ser reverenciada apenas por respeito e memória. O passado é imprescindível na criação do novo. É de onde se tira inspiração de muitos elementos para se moldar o novo. Na Academia, tem sido árdua a luta de educadores para fomentar a elaboração de estratégias que possam trabalhar arte e cultura junto às crianças e adolescentes, cujas “mentes e corações” estão ocupadas com ritmos, sons e costumes que estão na moda. Não se trata de forçar os adolescentes a abandonar os gostos próprios ou “impostos” pelos meios de comunicação de massa mas, de conhecer e valorizar a história da sua terra, da sua gente.
É isto que me estimula a participar de iniciativas que buscam resgatar o passado e tudo aquilo que possa oferecer ao presente um mundo de justiça e felicidade. Penso que seja um bom papel que todos devemos desempenhar em um país que consegue, sabe Deus como, conviver lado a lado com tanta beleza e com tanta feiúra. Ajudar a olhar o que das tradições que herdamos merece ser preservado, o que deve ser jogado fora. Ajudar a olhar o que alimenta as nossas esperanças e os nossos sonhos, e o que nos faz deixar de acreditar e de lutar por eles. Ajudar a olhar o que nos torna diferentes e originais, ao contrário daquilo que nos confunde e que nos deixa bastante parecidos com os demais.
Importante seria que nossas crianças soubessem valorizar a nossa história, que elas tivessem historia para contar, para que também não fossem futuramente jovens desregrados, e para que esses jovens não se tornassem adultos sem criatividade e fossem vozes de protesto contra o que a mídia joga aos seus filhos. Tudo isso, para que não se construam pessoas sem objetivos.
Dentro desse parâmetro, desejo abordar um tema que faz parte da história da nossa querida cidade nos anos 60. Pombal era animada, cheia de festejos. Pela inspiração de “Pedrão” Adonias surge na então estrada de terra para Serra Negra, precisamente em frente à propriedade de Chico Benigno, as “Corridas de Prado”. Era uma nova perspectiva de lazer. O Prado que chega ao Brasil através do imperador Dom Pedro II, era um esporte que não exigia força e desempenho das pessoas, mas, sim, dos animais. A população comparecia apenas como espectadores, apostadores e admiradores do "esporte" e das corridas dos cavalos. Era uma festa. O cavalo “Gato Preto” – de “Pedrão Adonias” - era a grande sensação. Imbatível e admirado por todos nós.
Idealizador e homem de visão, Natal Queiroga então planeja ir mais além. A princípio, comprou o cavalo “Esperança” ao maior vaqueiro e aboiador da Região Nordeste, o pernambucano conhecido por Zé Vaqueiro. “Esperança” chega a Pombal para desbancar “Gato Preto”. Porém, a sua especialidade não era o Prado, mas, sim a Vaquejada. Foi quando Natal Queiroga começou a idealizar o seu Parque de Vaquejada, na Fazenda Rogério. E Vaquejada surge em Pombal com uma visão mais ampla, não só da derrubada do boi, mas, também, como geração de renda, de parque de lazer para a população. Talvez, em poucas cidades do NE estava nesse contexto, com premiações vultosas e, principalmente, a participação popular.
Foi assim que surgiu a Vaquejada de Pombal, tendo o primeiro grande evento ocorrido no Centenário da Cidade. Lembro-me do cavalo “Esperança” desfilando pomposo, carregando Natal Queiroga que, em certo local descia do animal e este saía seguindo-o por onde ele andasse, sem que o dono ao menos pegasse no cabresto. Era algo que atraía muita gente para ver a proeza de “Esperança”. Eu vi, ninguém me contou.
Lembro-me de Zé Vaqueiro, que corria, comprava e vendida cavalos, aboiava e ainda montava no boi sem a “cia”, ou seja, sem segurar em nada, diferente do que ocorre com os peões de rodeio de hoje. Depois, Manuel Adonias também entrou nessa mesma linha e passou a montar e correr no boi sem a “cia”. De Zé Vaqueiro, nunca esqueci este aboio: “Menina me dê um beijo / Só não quero no pescoço / Quero no bico do peito / Que é lugar que não tem osso / Que é pra quando eu ficar velho / Me lembrar que já fui moço”.
A “Difusora do Brack” (LORD AMPLIFICADOR) de propriedade do intrépido Clemildo Brunet de Sá transmitia todo o evento. Em recente conversa com o meu irmão Massilon Gonzaga, chegamos à conclusão que Clemildo Brunet foi, talvez, o pioneiro no Nordeste em transmissão de vaquejadas. A Barraca Universitária era a mais chic atração da festa. Menino, eu ficava olhando Waldemir Martins, Ghandi, Valdecir Silva, Mibel Silva, Ugo Ugulino e tantos outros sentados às mesas conversando, debatendo os problemas do País.
E eu, meu irmão Massilon e tantos outros meninos pobres ali próximos, todos a espera que alguém jogasse fora o coco gelado para comer a “raspa” – com gosto de whisk, é claro. Mas, sempre pensando comigo mesmo: um dia eu vou ser universitário igual a eles. Esta era a Pombal de antigamente, lembranças que não esqueço jamais...
*Natural de Pombal, Jornalista, Advogado e Professor. Natal - RN

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Clemildo (Foto)
CLEMILDO BRUNET*
“Não estou tão bem quanto pensas, nem mal quanto me desejas. Porque enquanto força tiver e o mundo puder rodar, aqui estarei para melhor lhe informar”. Quem não lembra ainda dessas palavras que eram ditas pelo seu titular, como jargão, logo na abertura do Programa “Orácio Bandeira” ao meio dia, na Rádio Liberdade 96 FM em conexão com a Rádio Bonsucesso AM, que ecoavam nos quatro cantos do nosso e de outros Municípios circunvizinhos?
A minha homenagem hoje vai para o nosso Orácio Bandeira que está aniversariando neste dia 26 de junho. Logo cedo se sentiu vocacionado para a arte da comunicação e levado pelo prazer de falar em público, iniciou suas atividades fazendo locução em um parque de diversões que era armado no largo da Estação Ferroviária, por ocasiões dos eventos festivos que se davam no bairro dos Pereiros, onde ele morava bem próximo na casa de seus pais Pergentino Mecenas de Torres Bandeira (saudosa memória) Tereza Bernadina Bandeira e suas duas irmãs Maria Sandra Bandeira e Maria Cleide Bandeira, estas últimas residem atualmente em Rondônia. Casou-se com Mariza de Sousa Bandeira em julho de 1982 de cuja união nasceram três filhas: Mariela de Sousa Bandeira, Macela Monique de Sousa Bandeira e Moama de Sousa Bandeira.
Em sua juventude pouco a pouco, Orácio Bandeira foi se interessando pela arte que abraçara e como aprendiz começou a mostrar seu talento auxiliando Genival Severo nas coberturas das Festas de São Pedro no bairro dos Pereiros vindo depois a participar em 1976 do Serviço de Alto Falantes LORD AMPLIFICADOR de minha propriedade. Em 1982, Orácio Bandeira é convidado para integrar juntamente comigo o quadro de funcionários da primeira estação de rádio convencional em nossa cidade. A Rádio Maringá de Pombal AM.
Habilidoso e demonstrando excelente desempenho em suas tarefas radiofônicas, Orácio começou a despertar para o cotidiano das pessoas e de repente ficou fascinado pela informação do boletim policial, área que veio desempenhar o seu trabalho jornalístico com muita propriedade e competência, casando-se tão bem com sua voz firme e segura ao fazer a narração dos fatos das ocorrências policiais.
Eu diria que um pouco a frente de seu tempo, Orácio Bandeira como repórter policial, optou não somente por dar a notícia fornecida pelo BO da Policia, ele foi muito mais do que isso. Naquele tempo o noticiário policial resumia-se apenas a fornecer a prisão do elemento sem maiores detalhes. Mas Orácio, com seu jeito especulativo queria muito mais, envolveu-se de tal modo nessa aventura que acompanhava de perto toda ação da policia, averiguando por fora os acontecimentos, terminava por fazer uma reportagem investigativa para levar com autenticidade para seus ouvintes a informação.
A despeito de muitos não gostarem da maneira como Orácio fazia suas reportagens no âmbito policial, ele tinha também um estilo que lhe era peculiar. Dava suas informações livremente indo direto ao assunto sem medir as consequências e, por conseguinte insurgia o contraditório levando em conta que Orácio gostava de polemizar. Muita vezes o assunto que avultava grande repercussão na sociedade e que era badalado pela opinião pública, ficava sendo reprisado a cada nova versão bombástica da marcha dos acontecimentos.
Por outro lado, aqueles que não eram atingidos nem de leve com as reportagens transmitidas pelo repórter policial investigante e polêmico, aplaudiam as matérias na forma como elas eram abordadas por Orácio e exaltavam a coragem e o destemor do radialista.
Se para muitos que exercem a profissão de radialista a vida é boa, aperreada, para Orácio, acredito que foi mais além, sofreu muitas ameaças, até mesmo agressões físicas que não convém relatar. Basta o que lhe fizeram quando da necessidade de sua aposentadoria por invalidez, diante de um quadro irreversível de seu estado de saúde, cortaram-lhe o benefício a que tinha direito, vindo a passar privações com sua família. Para reverter tal situação teve de recorrer a Justiça Federal que lhe concedeu a volta dos proventos depois de considerável tempo, cujo atraso está sendo ressarcido paulatinamente.
O amor e desvelo de Orácio como comunicador e em tudo que ele fez no exercício de sua profissão, foi uma entrega de corpo e alma usando como instrumento a sua voz no combate a prática do crime em suas diversas modalidades. Denunciando com fundamento e facultando o direito que as pessoas têm de se defender; tanto é que as duas partes eram ouvidas. Pode-se dizer assim: Um trabalho feito com honestidade no cumprimento fiel de seu ofício.
Por muitos anos a voz de orácio se fez ouvir através da Rádio Progresso de Sousa, pois apesar de não ter sido funcionário da citada emissora, semanalmente comandava “O Que o Povo Precisa Saber”, programa de linha partidária do PMDB, que tinha como comandante maior e personagem principal entre os entrevistados o saudoso Deputado Levi Olímpio. Esse Programa mais tarde, veio a ser levado ao “AR” também pelas Rádios Bonsucesso AM e Liberdade 96 FM de pombal a partir de 1993, quando da aquisição dessas duas emissoras pelos deputados: José Luiz Clerot (Federal) e Levi Olímpio (Estadual).
O livro Parabéns, Pombal! História viva da comunicação de autoria da Professora, poetisa e madrinha dos radialistas de nossa terra, Mª Bom Sucesso de Lacerda Fernandes, registra o evento - Destaque 98 na Comunicação realizado na Rádio Bonsucesso de Pombal no dia 19 de dezembro de 1998, promovido pelas Associações Comunitárias dos bairros Jardim Petrópolis e Nova Vida, oportunidade em que foram homenageados com comendas, os comunicadores e outras personalidades de Pombal. Orácio Bandeira estava entre os homenageados, no exato momento de receber o Troféu “Honra ao Mérito” o insigne radialista ouviu as seguintes palavras proferidas por Cessa Lacerda:
“Entregar essa comenda é uma honra para mim, pois conheço sua idoneidade, o seu talento e sua coragem ao executá-la com tanta responsabilidade. Você é um comunicador útil a nossa região e que eu muito o admiro. Este Certificado significa muito não só pra você, como pra todos os ouvintes que o admiram e o Troféu foi um apoio coincidentemente da Rádio Maringá, onde fez a sua prestação de serviço, parabéns”.
A categoria dos radialistas de Pombal por sua vez prestou as suas honrarias ao nosso confrade Orácio Bandeira, por ocasião da Festa dos Radialistas promovida no dia 14 de novembro de 2007 em solenidade realizada na AABB de Pombal, entregando-lhe o Certificado e Troféu Imprensa 2007 – Radialista Clemildo Brunet. Ele também foi alvo de homenagens em 2001 no transcurso do Primeiro Aniversário do Programa “Saudade Não Tem Idade” da Rádio Liberdade 96 FM, na festa dançante animada por Ogírio Cavalcante e banda no Recreio Maçônico “Vale das Acácias”.
Orácio Bandeira (Foto recente)
Orácio Bandeira foi considerado um dos radialistas mais privilegiado de Pombal, a desenvoltura e aptidão de seu trabalho, o levaram para diversas emissoras aqui no sertão. A começar da Rádio Maringá, seguindo-se depois, Difusora Rádio Cajazeiras, onde foi destaque no Programa mais ouvido da Região “Boca Quente”. Rádio Educadora de Conceição onde fazia o Jornal do Vale. Rádio Oeste da Paraíba em Cajazeiras com a crônica policial e Rádio Jornal de Sousa com o Programa “Tribuna Livre”. Durante alguns anos Orácio foi correspondente do Jornal Correio da Paraíba e depois de haver transitado por essas emissoras, ainda na Rádio Maringá AM, fez “Um Caso de Polícia” programa de linha independente, obtendo alto índice de audiência no horário do meio dia.
Em 1993 com a instalação da Rádio Liberdade 96 FM, a convite do deputado estadual Levi Olímpio, Orácio veio trabalhar nesta emissora criando um programa que recebeu seu próprio nome. Programa: “Orácio Bandeira”. Em 2001 sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) em pleno gozo do exercício de sua principal função no programa, provocando em definitivo o seu afastamento do rádio.
Orácio, seus ouvintes jamais poderão esquecer a relevância de seu serviço e os que fazem a comunicação esses sim, haverão de reconhecer o contributo dado por você; não somente as rádios de Pombal, mas também a toda região sertaneja.
PARABÉNS, FELIZ ANIVERSÁRIO!
*RADIALISTA.
Ignácio Tavares (Foto)
Ignácio Tavares de Araújo*
Talvez o único arquivo vivo que temos em Pombal seja Zé de Bú. Quem não conhece o nosso querido Zé de Bú? Cuidadoso Pai, bom amigo e fiel escudeiro quando assume um compromisso político. Eu disse arquivo vivo porque ele carrega na sua memória a história e a fotografia de uma Pombal que todos nós sentimos saudades.
Muitos jovens de hoje, não sabem o quanto era boa a Pombal de seus avós. Tínhamos um bom futebol com excelentes craques como Zé Pretinho de Dona Neca e seu irmão Belino, Manu, Alencar; Nicodemos e tantos outros que me fogem a lembrança. Tudo isso nos anos quarenta. Já nos anos cinqüenta e sessenta, conhecemos outros craques como Agnelo, Zé de Dozinho, Zaqueu, Dilau, Chico Sales, Alfredo Bezerra, Valdemar Pereira, Ruy Aquino e outros que ainda estão também por aí.
As noites, eram animadas com passeios na praça Getúlio Vargas, onde centenas de rapazes e moças trocavam olhares e juras de amor. A meia noite, as serestas com Bideca, Chico de Doura e outros notívagos.
Pombal, não era uma Cidade tão pobre o quanto é hoje. As pessoas vestiam-se bem e eram menos desencantadas. É verdade que poucas pessoas tinham veículos para locomoção não porque eram pobres, mas sim porque naquele tempo não existiam tantas facilidades para se comprar um carro como existem hoje e até porque o Brasil não tinha uma indústria automobilística como tem hoje, sendo, portanto muito difícil importar um veículo a peso de ouro.
A indústria automobilística surgiu na segunda metade dos anos cinqüenta e logo surgiram os primeiros fuscas em Pombal, comprados por aquelas pessoas de maior poder aquisitivo.
Zé de Bú sabe melhor do que eu. A cidade de Pombal se rivalizava com suas vizinhas Patos, Sousa, Cajazeiras não só no futebol, como também na prosperidade. A banda de música, Santa Cecília era considerada uma das melhores do sertão sob a batuta de Elizeu Veríssimo. Na produção de algodão, só perdíamos para Sousa por conta das suas imensas várzeas que permitiam o plantio de milhares de hectares dessa cultura e outras de subsistência. Eta que tempo bom... não era Zé de Bú?
A Brasil oiticica, representava uma riqueza particular em Pombal. Gerava muitos empregos e ainda animava a sociedade com suas noites de dançantes no pequeno clube nas suas dependências, onde as moiçolas e rapazes mostravam suas habilidades de dançarinos, com destaque para Jéferson Trigueiro e Luiz Silva que eram habilidosos no passo e na marcação nas danças de boleros, tangos, fox-trot e outras modalidades. Tudo se foi e grande parte dos atores desse tempo também se foi. Restam poucos, mas estes se lembram com a alegria estampada no rosto, da felicidade que aquele tempo, que não volta mais, os proporcionaram.
E agora José, como diz o poeta maior, a festa acabou e quase nada restou a não ser o nosso Zé de Bu. Não fique triste porque resta muita coisa. Digo, restam nossas esperanças de que tudo pode mudar. Essa mudança depende de você a partir do momento que o seu imaginário e também o imaginário coletivo tomar consciência de que não são as palavras que mudam as coisas e sim as ações.
As palavras, na maioria das vezes são enganosas, são vãs e até certo ponto perversas e ameaçadoras, mas as ações são bem pensadas, planejadas e por isso, transformadoras. Quando se transforma, muita coisa muda para melhor e quando isso acontece quem sai ganhando é o povo. Que assim seja.
Um forte abraço e peço desculpas a Zé de Bú, ao prestar-lhe esta singela homenagem usando o seu nome aqui neste texto sem consultá-lo. Acredito que você vai gostar Zé, porque você é dez. Até breve!
*Escritor filho da terrinha.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

José Sarney (foto)
Alberg Bandeira de Oliveira*
Nesta semana, quiçá, tenha sido a maior surpresa dos meus quase 39 anos de vida em termos de política institucional. Tal fato se deu quando em discurso proferido na Tribuna do Senado, o Presidente daquela Instituição, desafiou todo o Povo Brasileiro, com a seguinte expressão - mais ou menos assim: - “O país não tem o direito de questionar meus atos”.
A minha surpresa, reside justamente no fato, de que até o momento daquele inusitado ato (discurso), eu, que sou um simples mortal, jurava a todos que estávamos numa REPÚBLICA FEDERATIVA, mas pelo visto, estamos exatamente em uma MONARQUIA, porquanto um Homem Público, melhor dizendo, um Senador não da República, mas de uma Monarquia, que se julga está isento do clivo fiscalizador do Povo, da crítica da mídia e das instituições, não é Senador, mas REI.
Mas outro fato me deixou ainda mais abismado, é que, nenhum dos Senadores e Senadoras daquela CASA, ousaram questionar, ou até mesma apartear o REI. Aqui vai a minha indagação, onde estavam os Homens que se dizem sérios daquele Poder, a citar: Pedro Simon, Eduardo Suplicy, Cristóvão Buarque? A resposta é simples. Que falta faz ao País as ausências do Senador Jeferson Perez (falecido) e da Senadora Heloisa Helena, porque tenho certeza que resposta aquele Rei Mal Coroado iria receber.
Falo de Rei Mal coroado, pelo fato daquele cacique velho e ultrapassado, não na idade, mas na ortodoxa prática de fazer política, jamais foi eleito Presidente da República pela via do Povo, mas através dos conchaves políticos efetuados no Congresso Nacional, quando o País saiu do tenebroso período Militar e entrou numa pseudo democracia. De fato, foi aquele Rei Mal coroado quem recebeu a honrosa missão de democratizar o País, no entanto, o que vimos foi a nefasta prática da velha política, do é dando que se recebe, do nepotismo e da malversação do dinheiro público - quem não lembra quando o seu genro foi preso pela PF com uma maleta de dinheiro em 1998 -, com obras super faturadas etc.
Sarney, leia-se Rei mal coroado, até por ter formação Jurídica, posto que ostenta diploma de direito, deveria saber, que em uma República a ninguém é dado o privilégio de dizer que não deve satisfação ao Povo. Deve sim, e ele deve muito mais do que qualquer outro cidadão brasileiro, pois, recebeu dos Militares o País e o transformou num poço sem fim de velhas e arcaicas práticas políticas, como por exemplo, o uso imensurado dos meios de comunicações do seu Estado e de outros rincões do País.
É, REI MAL COROADO, o seu reinado nos parece que se não está perto do fim, apodreceu, cuja fedentina se encontra estampadas nas manchetes dos Jornais, pois, se não bastassem os ilegais “ATOS SECRETOS”, agora se descobriu que o mordomo da sua filha, Governadora biônica do Estado do Maranhão, é pago com recursos do SENADO, onde aquele servidor recebe R$ 12.000,00, para atender os gostos da família SARNEY.
Parece-nos que esta Gente, subestima muito o senso critico do povo brasileiro, porquanto além de não respeitar a vontade das urnas provenientes do Estado do Maranhão, ainda se arvora no direito de dizer que ” O País não tem o direito de questionar os seus atos”. Sarney, repita-se, REI MAL COROADO, no seu discurso, o Senhor, só esqueceu de um detalhe: É que, a Constituição Federal, lei das leis, diz o seguinte no Parágrafo único do seu artigo 1º, “Todo PODER EMANA DO POVO”.
Assim, termino este modesto artigo, que para mim, é muito mais um desabafo do que um discurso político, dizendo o seguinte: A partir daquele discurso não considero o País como República Federativa do Brasil, mas MONARQUIA DA FAMÍLIA SARNEY, mesmo porque, foi o próprio PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LEIA-SE, DA MONARAQUIA DA FAMILÍA SARNEY QUEM O DEFENDEU PUBLICAMENTE. Assim, viva Montesquieu, Viva Voltaire, Rousseau e VIVA O SOFRIDO POVO BRASILEIRO.
Pombal –PB EM 20 DE JUNHO DE 2009.
*Advogado e Cidadão Brasileiro

terça-feira, 23 de junho de 2009

Faculdades Pioneiras: FAP / FCCP - “INSTALAÇÃO” Artigo: Nº 002 Autor: Alberto Salgado Bandeira*
A Faculdade de Ciências Contábeis de Pombal e a Faculdade de Agronomia de Pombal, fundadas através das Portarias do MEC Nº 1.681 de 19 de outubro de 2000 e Nº 334 de 23 de fevereiro de 2001 respectivamente, tendo como mantenedora a Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras – FESC, entidade ligada diretamente a Diocese de Cajazeiras-PB, iniciaram a formação de vários grupos de trabalho com a finalidade de angariar recursos necessários às instalações das mesmas.
A primeira equipe foi formada para esse fim, coordenada por Padre Sólon Dantas de França com a participação de vários membros da sociedade pombalense: Espedito Joaquim de Abrantes; José Félix Faustino (Concluinte no período 2008.2 do Curso de Agronomia); Olivaldo Nobre da Silva; Alberto Salgado Bandeira; José Ednor Varela; Felemon Benigno de Araújo Filho; Maria do Bom Sucesso Fernandes(D. Cessa); Francisco Fernandes da Silva(Bibia); Terezinha da Silva Almeida; Acilon Ferreira de Lima(Nogueira); Ana de Almeida Venceslau(Anita); Maria de Assis Queiroga(D. Marieta); Diana Maria de Oliveira Assis; Adeilson Nunes de Melo(Juiz de Direito da 1ª Vara); Nadir Batista Queiroga de Almeida; João Ferreira de Almeida Neto; Antonio Fernandes da Silva (Concluinte no período 2008.2 do Curso de Agronomia); Raimundo de Almeida Martins(Raimundinho); Ana Izabel Alencar Martins; Professores e Alunos dos Colégios de Pombal; além de órgãos e instituições: Rádio Maringá de Pombal; Rádio Liberdade de Pombal; Rádio Bom Sucesso de Pombal; Rádio Opção de Pombal; Lojas Maçônicas de Pombal; Pastorais das Paróquias de Pombal; Exército Brasileiro - Tiro de Guerra Unidade de Pombal; Rotary Clube de Pombal; Rotaract Clube de Pombal; Interact Clube de Pombal.
A Campanha adotou como estratégia do Padre Solon Dantas de França, visitar os proprietários rurais de Pombal e região, no horário diurno e as residências familiares da cidade de Pombal, no horário noturno, solicitando contribuições em dinheiro, ao tempo em que as Emissoras de Rádios divulgavam em sua programação os itinerários das visitas pelas referidas equipes. Foi, na época, a primeira fonte de renda obtida pelas Faculdades de Pombal. Os Produtores Rurais, visitados individualmente, contribuíram com doações de animais Bovinos, Caprinos e Ovinos.
As Prefeituras dos municípios de Pombal, São Domingos, São Bentinho e Cajazeirinhas (gestão: 2000-2004) tiveram uma participação importante na elaboração de “Convênios” com as Faculdades. A Prefeitura Municipal de Pombal elaborou importante projeto de doação de recursos financeiros direto às Faculdades. A Câmara Municipal de Pombal aprovou a liberação dos recursos, permitindo à Prefeitura a destinação da importante contribuição que caracterizou a primeira verba pública em benefício das unidades de ensino superior de nossa cidade.
As Faculdades foram instaladas nos prédios do Colégio “Josué Bezerra”, antiga “Escola Normal Arruda Câmara” e Educandário “Nossa Senhora de Fátima”, antigo Orfanato do mesmo nome, em regime de comodato juntamente a outras unidades físicas constituídas pelas Fazendas Várzea da Serra, Várzea do Padre e o Centro Social Nova Betânia pertencentes à Paróquia São José de Paulista-PB; no município de Pombal-PB registramos a Fazenda Vassoura, cedida por Martinho Queiroga Salgado; Sítio Bom Jesus de Alberto Salgado Bandeira; Granja Granforte de José Alves Feitosa & Filhos; Granja Dois Irmãos de propriedade de Lavoisier Pereira Paixão, as duas primeiras utilizadas como Empresa Júnior com o objetivo de gerar renda para a manutenção dos Projetos, e as demais seriam destinadas à implantação de experimentos técnicos e aulas práticas das diversas disciplinas.
Estão incluídos nesse acervo os Laboratórios de Química, Biologia, Citologia e Histologia, Desenho Técnico, Solos, Sementes, Microbiologia/Fitopatologia, convenientemente instalados no Educandário Nossa Senhora de Fátima. Nos próximos artigos será dada continuidade à história desse importante episódio de sucesso, marcante na vida dos pombalenses.
Médico Veterinário*
(Membro Fundador, Ex-Vice Diretor, Administrador e Ex-Professor da FAP) Colaboradores desta Edição: (15/05/2009) Prof. Doutor, José Cesário de Almeida (Adequação à ABNT) Profª. Especialista Terezinha da Silva Almeida (Revisão Ortográfica) Maria José Leite da Nóbrega (Ex-Secretária Geral das Faculdades) Espedito Joaquim de Abrantes (Ex-Diteror da FCCP)

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Jerdivan Nóbrega de Araujo*
Na casa em que nasci, na Rua de Baixo, e vive até meados de mil novecentos e setenta, lembro-me apenas de dois pés de côcos, um de ciriguelas e outro de cuités, além da cerca verde feita de Algodãodo Pará. Tínhamos ainda, na Rua de Baixo, o frondoso pé de tamarindo por trás da casa de Godôr e o não menos imponente trapiazeiro do corredor dorio, bem no quintal de seu Joaquim pai de Nedina doida e, no final do corredor do Rio, a grande Marizeira.
Zé de Godor costumava catar as amêndoas que cozia para comermos contando histórias deassombradas e de botijas. Mas, a Pombal dos anos sessenta era pródiga em verde, o que fazia da cidade, mesmo em meio aos seus 34 ou 38 graus, (à noite, quando soprava o vento da serra do Acari, baixava para 25 ou 27 graus) agradável e até despertava a preguiça convidativa a cesta do meio dia, ás sombras dos Fícus Benjamin que rodeavam a Praça Getulio Vargas. A Praça do Centenário era de um arvoredo tão esplendoroso e de copas tão fechadas que mal deixavam à luz do sol chegar ao chão.
Eram tamarineiras, marizeiras, trapiás e muita Acácia Ferrugina, além de uma árvore espinhosa, cujo nome foge-me a memória, mas que achamávamos de “mata fome” por nos oferecer uma vargem de polpa avermelhada que era gostosa de se comer. Acredito ser também uma variação das mil e duzentas variações de Acácias existentes nomundo. As Palmeiras Imperiais só vieram a ser plantadas no inicio dos anos oitenta. Outra árvore de igual espécie havia no pátio do João da Mata, onde hoje está instalado o Hospital Distrital de Pombal, e muitas outras sombreavam as calçadas das Ruas: Nova, Joubert de Carvalho e do Comércio, alterando-se com Acácias amarela e ferrugina. Como estas plantas resistem por quarenta anos, ainda deve existir remanescentes naquelas ruas.“Meu flanboyan na primavera, que bonito que ele era dando sombra no quintal” Sempre que escuto esta música lembro-me do grande flamboyant da casa de Doca de seu Mizim.
Na primavera as flores pareciam sangrar em carne viva e no verão as suas vargens, em forma de facão, que usávamos para brincar de guerra de espada. Em mil novecentos e setenta e dois foi construída uma praça em frente a Prefeitura, Hoje Praça Hermínio Monteiro Neto, ornamentada só com palmeiras Imperiais e Jambeiros, este ultimo não se adaptou ao clima ao ponto de produzir frutos, porém as suas copas deram uma beleza especial ao local. Nas roças de tia Mila, Bozó e dona Porcina, valia a pena nos arriscarmos para roubar mangas, carnaúbas, Trapiás e Pinhas ou Fruta do Conde, como preferir.
No centro da cidade, exceto na Rua Padre Amâncio Leite, Leandro Gomes de Barros e Jerônimo Rosado, poucos jardins haviam. Porém haviam nestes, muitas rosas vermelhas, bugaris brancos, boa noite, boa tarde, bom dia e raramente girassóis. Na casa de Doutor Atêncio um outroflanboyan e, na lateral havia um pé de Araçá, além do Jasmineiro-branco que perfumava toda a rua nos finais de tardes. Do jardim da casa de seu Saturnino, na Coronel José Avelino, peço que mandem-me pelo menos um cheiro daquele Jasmineiro. Ao lado da Igreja Matriz, na casa de Cícero Gregório, um enorme Fícus Benjamim nos divertia: a idéia era fazer com que os desavisados olhassem para cima, para encher os olhos de micuim ou incensar as vestes com o fedor dos percevejos.
Mas, o mais engraçado eram os seis mudos de João Josias, que se aproveitavam da sombra para gozar dos transeuntes com as gargalhadas marcantes.O corredor do rio era ladeado por cercas vivas de Melão de São Caetano, Jerimuns, Algodão do Pará, Marizeiras, Trapiás e Cajazeiras, Canafístolas e muitas Oiticicas que outrora fora a redenção financeira da cidade de Pombal. As matas ciliares do rio Piancó eram formadas por Ingazeiras e Mufumbus, em sua maioria, onde o passaredo se agasalhava. No campo de futebol o Aveloz, de tão abundante que era, emprestou o seu nome ao campo de futebol da cidade que, batizado de “Estadio Municipal Vicente de Paula Leite, para nós, porém, sempre foi o bom “Aveloszão” das nossas tardes futebolísticas, assistidas dos galhos das avelozes.. Depois e só depois, vieram as algarobas que substituíram os Fícus Benjamim por se tratarem de plantas resistentes aos ventos fortes na temporada das chuvas e por resistirem a seca quando da escassez da água.
Deixei para o fim a grande castanholeira do João da Mata. Animais e gente disputavam as sombras desta arvore, porém, o mais gostoso para os moleques era se esconder em suas frondosas copas e, de lá atirar castanholas maduras nas pessoas que passavam nas imediações. Era uma árvore enorme, cuja copa sombreava os dois lados da rua, e o tronco não era abraçada senão por três homens de mãos dadas. Porf icar na esquina das duas ruas e um pouco fora da calçada, era comum motoristas bêbados baterem com seus veículos no tronco da grande árvore. Lembro-me que seus galhos chegavam até o chão. Hoje as ruas de Pombal continuam arborizadas e não poderia ser diferente. Não há outra forma de suportar o calor dentro de casa e uma arvore na calçada continua sendo necessário. O que nos falta hoje é tempo e disposição para uma boa cadeira preguiçosa a sombra destas arvores onde poderíamos prosear, jogar ludo ou baralho, numa boa conversa acalentada pelas difusoras do “Lord Amplicador’ ou sintonizando um rádio de pilhas no programa “Terreiro da Fazendo”da “ Rádio Alto Piranhas” de Cajazeiras.
*Escritor Pombalense

sábado, 20 de junho de 2009

Francisco Vieira*
Calma! Não é ateísmo, heresia nem blasfêmia. Os demônios a quem me refiro são: OS DEMÔNIOS DA GAROA - conjunto musical mais antigo em atividade em nosso país.
Contrariando a opinião de alguns críticos, principalmente os mais radicais – pra não dizer bairristas – de que somente no Rio de Janeiro se faz samba, o conjunto paulista “Demônios da Garoa”, mostra exatamente que esse ritmo não é exclusividade do carioca. Na verdade, o samba, não é propriedade nem privilégio de ninguém. Sabe-se, entretanto, que tem origem no processo de migração afro descendente que ao adentrar o Brasil, trouxe consigo o ritmo, conforme se manifesta de diversos tipos e maneiras nos quatro cantos do país. Em suma, está ligada diretamente aos batuques e manifestações rurais. Enfim, está mais que comprovada a influência africana manifestada com a presença sonora dos tambores nas festas populares, inicialmente na Bahia e depois no Rio de Janeiro, pelos escravos.
Com o passar do tempo, o ritmo que sofreu modificações, invadiu as cidades, atingiu a popularidade, tornando-se a dança nacional brasileira, sendo por isso, reconhecida pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, como patrimônio cultural do Brasil. Portanto, o samba está inserido no nosso corpo - no sangue e na alma. É um ingrediente a mais que circula ritmado para controlar as batidas do coração. Aliás, dizem até que o coração do sambista não bate - balança. Funciona como uma fonte de energia que faz mexer o corpo, o espírito e a alma.
O conjunto “Os Demônios da Garoa” é oriundo do Bexiga, bairro da capital paulista. Surgiu na década de 1940, com o nome de “Grupo do Luar”, devido suas apresentações no período noturno. Sua primeira apresentação ao público ocorreu em 1943, no programa de calouros: “A HORA DA BOMBA” na Rádio Bandeirante, do qual foi vencedor, ganhando contrato com a referida emissora. Logo em seguida, nos anos de 51 e 52, foi campeão do carnaval paulista com as músicas “Malvina” e “Joga a chave”. Portanto, já começou grande. Tempo depois passou a chamar-se “Demônios da Garoa”, nome escolhido pelo público através de concurso promovido pelo radialista Vicente Leporace.
Seu nome, embora pareça de mau gosto, nada tem de pejorativo ou maligno. Esta denominação – diga-se de passagem – bem sugestiva, está associada ao fato de que as músicas do repertório que nada tem de demoníacas são irresistíveis e cantadas à noite para animar e aquecer os casais na aconchegante garoa paulista.
Na verdade o conjunto projetou-se a partir de 1949, quando seus membros conheceram o compositor Adoniran Barbosa, por ocasião das gravações do filme O Cangaceiro. A partir desse momento se formava uma parceria entre ambos tendo o conjunto gravado seus principais sucessos e alcançando o reconhecimento musical do público. Foi o casamento que deu certo. Ainda hoje não há como separar um do outro.
Os Demônios da Garoa, além de se constituir um grande conjunto pela qualidade vocal e harmônica, destaca-se também pelo seu bom humor, transmitido numa linguagem bem peculiar e irreverente, o que se tornou sua marca registrada como podemos observar nas músicas: “Ói nóis aqui trá veiz – Tiro ao Álvaro – Samba do Arnesto”.
Graças à qualidade de suas composições e o talento dos seus componentes, “Os Demônios da Garoa”, tem resistido até hoje, e o que é mais importante, agradando a várias gerações Suas músicas ainda são as mais cantadas em rodas de samba e brincadeiras de amigos, até mesmo pelos mais novos. Seguramente, não há um jovem sequer, que não saiba sofrejar “Trem das Onze”, “Iracema” e “Saudosa Maloca”.
Precisa ser realmente bom para permanecer na ativa. Afinal, é mais de meio século de atividade, o que representa uma vida de resistência e muito bem vivida. Somente a qualidade resiste ao desgaste do tempo. Assim, por todos esses preceitos o conjunto tornou-se uma referência e motivo de orgulho para os paulistas. E, para imortalizá-lo, em 1994, o grupo foi incluído no Guines Bock – Livro dos Recordes Brasileiro, onde ainda permanece como o grupo vocal mais antigo do Brasil em atividade, tendo inclusive sido agraciado com DISCO DE OURO pelo álbum de 50 ANOS DE CARREIRA.
Pasmem. Exatamente sessenta e seis anos depois, em plena atividade, o grupo comemorou o acontecimento com dois grandes shows em S.Paulo no início de junho de 2009, oportunidade em que o jornalista e historiador Assis Ângelo fez o lançamento do livro “Pascalingundun – Os Eternos Demônios da Garoa”, que narra a história do conjunto. A propósito, pascalingundun, é uma onomatopéia presente na música “Trem das Onze”, maior sucesso dos “Demônios”. O grupo é detentor de enorme bagagem musical composta de 69 compactos simples, 06 compactos duplos, 34 Lps e 13 CDs, além de um DVD lançado recentemente na qual constam sucessos inesquecíveis.
Sua formação atual é composta pelos músicos: Roberto Barbosa (Canhoto), Serginho Rosa, Sydnei, Izael e Ricardinho, este último, já da 3ª geração, pois é neto de Arnaldo Rosa, um dos fundadores do grupo. Lamentavelmente dos fundadores não resta nenhum, todos já se encontram na eternidade. Com certeza cantando no conservatório de Deus. Os fundadores Arnaldo Rosa e Toninho Gomes, últimos remanescentes, faleceram respectivamente em 2000 e 2005, sendo Arnaldo vítima de cirrose hepática decorrente de um tratamento na coluna, enquanto Toninho devido complicações de diabetes e mal de Alzheimer.
Ao longo da histórica carreira o grupo acumulou cerca de 100 prêmios. E, o mais impressionante: durante oito anos consecutivos em temporada semanal em São Paulo, o conjunto registrou mais de 750 apresentações no Bar Brahma todas às quintas-feiras. Ainda hoje, mesmo sem contar com nenhum dos remanescentes do grupo original sua presença é marcante nas noites paulistas e nos grandes eventos. Em suma, mais “Demônios” do que nunca ou “Demônios” como sempre.
Com certeza, a longevidade do conjunto se justifica pelo repertório romântico aceito na época, além do solo instrumental de “Canhoto”- exímio violonista - e o esquema vocal de três vozes que se colocavam harmonicamente uma sobre a outra. Portanto, por tudo isso e muito mais, ratifico: OS DEMÔNIOS DA GOROA SÃO REALMENTE DIVINOS.
Pombal, 19 de junho de 2009.
*Professor.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

CLEMILDO BRUNET*
Muito antes da chegada do Cristianismo as festas juninas já existiam. Era costume entre os romanos fazerem rituais homenageando a deusa Juno. Havia a adoração ao fogo, culto à fertilidade da terra e do homem. A história registra que as festas juninas também eram realizadas na Ásia e na África, havendo rituais que homenageavam diversas divindades e tinha também características de natureza agrária. Sobrepondo a mitologia romana chega o cristianismo, mesmo assim, os costumes na cultura do povo europeu superaram as expectativas e os povos continuaram celebrando suas festas juninas.
O termo Festas juninas é definido de dois modos. Primeiro porque os festejos ocorrem no mês de junho, já foi chamado até de festa joanina. O outro modo é porque teve sua origem em países católicos da Europa que comemoravam o São João. Foi durante o período colonial que os portugueses trouxeram essas festividades para o Brasil.
O saudoso Câmara Cascudo, em seu Dicionário do Folclore Brasileiro, diz: “Portugal possuiu no espírito da sua população todas as superstições, adivinhações, crendices e agouros amalgamados na noite de 23 de junho, convergência de vários cultos desaparecidos e de práticas inumeráveis, confundidos e mantidos sob a égide de um santo católico” . Foi com a data do santo católico que os portugueses introduziram em nosso país, os festejos juninos que se constituiu na união dos cultos pagãos (Louvor ao fogo, a terra e à fertilidade humana).
Nesta época do ano diversos elementos sedimentam o paralelo que existe entre o profano e o sagrado, seja através dos fogos de artifícios, dos cultos aos três santos católicos (Santo Antonio, S. João e São Pedro) como na procissão do acorda povo ou nas tradições dos negros vindos da África, em suas louvações a Xangô – senhor dos raios e dos trovões.
Mesmo sendo festejada em outras partes do Brasil, a predominância das festas juninas se dá mesmo é no Nordeste. O símbolo maior da festa está nas fogueiras e nas danças como: coco, ciranda, xaxado e quadrilha - um estilo musical marcado pela contribuição proveniente das culturas portuguesas, indígena e negra. Revive ainda costumes caipiras através da indumentária que vestem e da culinária vinculada ao começo da colheita do milho.
Na Paraíba as festas juninas são comemoradas a começar da cidade rainha da Borborema – Campina Grande. Desde 1983, ocupando uma área de mais de 80 mil metros quadrados no Parque do Povo, em quatro planos distintos - os festejos juninos se estendem pelo Arraial Luiz Gonzaga, a Pirâmide Jackson do Pandeiro, Arraial Hilton Motta e o Centro de Arte e Cultura Popular. Conhecido como o Maior São João do Mundo, o evento ocorre durante 31 dias, revestido de cenografias que elevam os valores juninos combinando com características arquitetônicas e históricas da cidade.
O Maior São João do Mundo é também descentralizado para os bairros e distritos da cidade valorizando a tradição do povo, como vem ocorrendo nos distritos de Galante e São José da Mata ponto alto do evento em sua programação diurna.
Finalmente, as festas que ocorrem durante o mês de junho, são os eventos mais esperados pelos brasileiros depois do Carnaval. O calendário marca a metade do ano, e no currículo escolar o período é de férias.
O Nordeste é o ponto de convergência onde se reúne o maior número de gente de todas as partes e lugares deste país. Há uma intensa mobilização de pessoas, alguns para as brincadeiras que os festejos sugerem, outros para visitarem parentes e amigos em lugares distantes.
*RADIALISTA.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Por Severino Coelho Viana*
A crítica destrutiva é um mal que às vezes atormenta o autor, mas esta temeridade só recai em cima dos inseguros, dos fracos de posicionamento e dos imaturos de conhecimento do tema que se propôs a dissecar, principalmente quando o mal destruidor advem de origem por uma despeita pessoal ou nascido de um sentimento invejoso.
Sabemos que escutar adjetivos poucos lisonjeiros a respeito de tarefa ou trabalho literário, quando o autor consumiu horas de sua vida debruçado sobre o papel ou alinhado ao computador não é realmente nada agradável ver distorcido o trabalho realizado com afinco, dedicação e amor. Observemos de onde foi atirada a seta venenosa e de quem partiu a mira e qual o alvo que quer atingir com uso da cavilação.
A crítica construtiva, por ser benéfica, não deve ser desregrada ou ilimitada no sentido de saciar o narcisismo do autor. Esta deve ser refletiva com base num raciocínio verdadeiro, que não seja somente para agradar o seu parente próximo nem o seu amigo íntimo. Deve ser tão verdadeira que somente depois de uma leitura segura e benfazeja que seja dirigida uma mensagem ao autor, alertando os pontos: positivo e negativo. Já o autor, por sua vez, não deve especular a leitura, forçar um comentário ou tentar um elogio repentino ou imaturo, que poderá cair na armadilha do ato enganoso e sair exalando ar de impureza.
A leitura, nos seus diversos ramos, (romance, crônica, conto, poesia etc.) traz um desejo de satisfação pessoal e o alívio de uma boa viagem num terreno antes desconhecido. Através da leitura, todos nós aprendemos a ler e a contar história, a escrever com desenvoltura e a pensar com mais lógica; conhecemos os grandes pensadores e aproximamo-nos dos escritores clássicos; perquirimos os grandes textos sagrados, legamos boas lições da história e os avanços da ciência; identificamos os valores que regem as sociedades modernas e rebuscamos o conhecimento das sociedades primitivas; aprendemos a sonhar com outros mundos e recriamos utopias; às vezes nos deparamos com o riso ou com o choro; aprendemos a rezar em nome da paz e adquirimos a sensação de amor ao próximo; achamos as minudências que nos cerca e descobrimos as sutilezas que rodeiam a nós próprios.
A leitura torna-se um sistema de estrutura essencial para o exercício da nossa inteligência e serve como instrumento para nossa ginástica mental, que se firma no binômio: comunicação/informação. Afinal, a leitura amolda definitivamente a nossa memória, refaz a nossa identidade individual e reforça o nosso sentimento coletivo, bem como transforma a nossa visão de mundo.
É a reflexão sobre a leitura que nos leva ao caminho da crítica construtiva, que se firma como lema no ideal do aperfeiçoamento. A crítica é construtiva quando alerta sobre algum erro (de qualquer ordem) que pode/deve ser corrigido. Quem não erra? Quem é o dono da verdade absoluto? Quem é ilimitado dentro da cultura geral. Este é o ponto fundamental que leva às coisas se acertarem.
A crítica é construtiva quando se faz uma observação para alguma pessoa com o único interesse que ela melhore, progrida, cresça, apontando suas falhas e buscando ajudar para que ela reconheça e chegue ao ponto de equilíbrio entre o certo e o errado. Salientar pontos positivos e mostrar pontos negativos, este é o guia de orientação correta que são as bases da crítica construtiva.
Há pessoas que se consideram intocáveis no mundo insondável de sua consciência e traz um peso de sentimento no seu nível de cultura, que não aceitam a menor palavra de contrariedade aos seus próprios brios e aos seus trabalhos literários. De uma sensibilidade a flor da pele. Esta pessoa precisa de uma reciclagem nos seus próprios sentimentos. Ouvir a crítica também é questão de saber aproveitar o tijolo arremessado para, posteriormente, fazer alguma construção. No entanto, existem aquelas pessoas que não admitem que se lance sobre elas nem um grão de areia. Se a base do seu castelo de sonhos foi construída na solidez do solo petrificado não há o que temer dos pingos de areia molhada!
A crítica é uma excelente forma de expressão até o momento em que ela toma o lugar do assunto criticado. Toda crítica passional é suspeita. Independente do que está sendo criticado. A boa crítica é aquela que analisa o que é belo ou bom, segundo o que é verdadeiro e filtrado pela razão, afastando o estado emocional.
Antes de descer o verbo em tudo que pensamos e achamos que é errado, sem que antes observemos a nossa própria pequenez, é importante refletir com profundidade em que realmente se fundamenta a nossa indignação. Mesmo em coisas simples. Vemos um buraco na rua logo ficamos indignados por que o maldito governo capitalista é corrupto e deve ser derrubado, ou o problema é realmente o buraco que incomoda quem passa por ali? É claro que o buraco é consequência desta corrupção, mas o objetivo real de acabar com ela tem que ser os buracos e não a simples raiva contra o sistema. Na leitura, no texto de um desafeto, somente por que este é autor, não significa que não presta. Será que todo o conteúdo foi perdido, nada o agradou?
A pior situação vivenciada dá-se quando o autor é movido por uma vaidade incomensurável ou procura concorrer com os outros na tentativa de mostrar que o seu trabalho é superior ao demais. Neste caso, torna-se tão pequeno quanto o grão de areia molhada. Não passa dos limites do seu egoismo individual.
A leitura é um estado de espírito emocional, de acordo com o momento que se está vivendo e o conteúdo está em união e compatibilidade com as linhas deste estado emocional, o trabalho merece o elogio desejado, mas se ocorrer o contrário, não rasgue da primeira à úlitma página e não se pode também jogar na lixeira. Passando este estado emocional repentino, numa outra situação aquele mesmo trabalho literário poderá ser aplaudido e colocado em destaque no travesseiro de sua vida. João Pessoa, 18 de junho de 2009.
*Promotor Público em João Pessoa-PB.
Maciel Gonzaga (Foto)
Maciel Gonzaga*
Em julgamento realizado na quarta-feira (17/06), o Supremo Tribunal Federal deu provimento ao Recurso Extraordinário RE 511961, interposto pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo. Neste julgamento histórico, o STF pôs fim a obrigatoriedade de diploma para exercício da profissão de jornalista, instituída pelo decreto-lei nº 972/69. A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) considerou a decisão do STF um retrocesso.
O principal argumento, entre os tantos que se pode levantar para a exigência do diploma de curso de graduação de nível superior para o exercício profissional do jornalismo, foi o de que a sociedade precisa, tem direito à informação de qualidade, ética democrática.
Qualquer pessoa que conheça a profissão sabe que qualquer cidadão pode se expressar por qualquer mídia, a qualquer momento, desde que ouvido. Quem impede as fontes de se manifestar não é nem a exigência do diploma nem a regulamentação, porque é da essência do jornalismo ouvir infinitos setores sociais, de qualquer campo de conhecimento, pensamento e ação, mediante critérios como relevância social, interesse público e outros. Os limites são impostos, na maior parte das vezes, por quem restringe a expressão das fontes.
Nunca é demais repetir, também, que qualquer pessoa pode expor seu conhecimento sobre a área em que é especializada. Por isso, existem tantos artigos, na mídia, assinados por médicos, advogados, engenheiros, sociólogos, historiadores. E há tanto debate sobre os problemas de tais áreas. Além disso, nos longínquos recantos do país existe a figura do “provisionado”, até que surjam escolas próximas.
Diante disso, é de se perguntar como e por que confundir o cerceamento à liberdade de expressão e a censura com o direito de os jornalistas terem uma regulamentação profissional que exija o mínimo de qualificação? Por que favorecer o poder desmedido dos proprietários das empresas de comunicação, os maiores beneficiários da não-exigência do diploma, os quais, a partir dela, transformam-se em donos absolutos e algozes das consciências dos jornalistas e, por conseqüência, das consciências de todos os cidadãos? A informação jornalística é um elemento estratégico das sociedades contemporâneas.
Juristas de renome ocuparam-se do assunto e não foram poucas as vozes respeitáveis que se levantaram contra a necessidade do diploma para a prática do ofício, sob o argumento inteligente de que a profissão não reclama qualificações profissionais específicas, que possam constituir-se em base estrutural indispensável ao exercício da função, sem expor a sociedade a riscos. Aplaudo e reverencio a tese, mas entendo que a chave da questão da não obrigatoriedade do diploma pode ser facilmente encontrada na lei nº 9.610/98, dita Lei de Direito do Autor, consoante com o pétreo princípio da liberdade de expressão intelectual, consagrado pelo Texto Constitucional.
Esta lei qualificou o trabalho jornalístico, de qualquer natureza, como bem de caráter intelectual (art. 17, cc. 5º, VIII, "h" e 7º, XIII), retirando o jornalista, por conseguinte, da condição de mero prestador de serviços no campo da comunicação (DL. 972/69), para colocá-lo no nível de autor de obra cultural. Aliás, a lei autoral revogada (nº 5.988/73) não havia descurado do assunto (artºs 15 e 31), mas a atual enfrentou-o com clareza e precisão.
Não há dúvida que enquanto profissionais como médicos, engenheiros, advogados, etc., necessitam de cursos técnicos específicos e de diplomas que atestem sua capacitação profissional, para o desempenho regular das atividades escolhidas, o jornalista escora-se no dom do espírito, em razão do qual expressa-se intelectualmente, independentemente da natureza da sua profissão. É daí que brota a sensibilidade para a captação do fato de interesse público, que será submetido à consciência da coletividade.
Pessoalmente, mesmo sendo favorável a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, entendo que ser jornalista é saber ver o que está acontecendo. Para isso é preciso conhecimento e, acima de tudo, experiência. Conhecimento não se adquire apenas na escola, mas em livros, filmes, discos e, agora, também através de computador. Experiência, só no dia-a-dia. Por isso, a minha posição pessoal é: Com ou sem diploma, o jornalista precisa é de ÉTICA.
* Natural de Pombal-PB, Jornalista, Advogado e Professor. Natal -RN.
Mª do Bom Sucesso L. Fernandes Neta*
Muito tem sido discutido nesses últimos dias. De forma simplificada serão abordados alguns pontos relevantes, no que diz respeito a essa patologia que vem espalhando medo na população, na tentativa de facilitar o entendimento da situação vigente.
A famosa “gripe suína” é causada por uma mutação do vírus da gripe, o chamado vírus Influenza A (H1N1). A transmissão se dá de pessoa para pessoa, através de tosse e/ou espirro de pessoas infectadas. Caso seja transmitida, os sintomas podem se iniciar no período de 3 a 7 dias após o contato. Não há registro de transmissão para pessoas por meio da ingestão de carne de porco e/ou produtos derivados.
O CDC (Centers for Disease Control and Prevention) norte-americano classifica os casos como suspeitos ou confirmados. Estes últimos dizem respeito aos pacientes com sintomas respiratórios associados ao isolamento do vírus (em secreção de vias aéreas superiores). Já os casos suspeitos são representados por indivíduos com sintomas respiratórios e que são oriundos de áreas de risco, ou seja, com casos da doença confirmados (principalmente do exterior) ou ainda em caso de o paciente apresentar sintomas e referir contato próximo (nos últimos 10 dias) com pessoa classificada como caso suspeito de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1).
Os sintomas são comuns a outras gripes, sendo eles: febre alta repentina (> 38ºC), tosse, coriza, rinorréia, dor de cabeça, dor muscular e/ou dificuldade respiratória. O paciente pode também apresentar uma ou mais das seguintes complicações: sinusite, otite, pneumonia, asma, piora de doença pré-existente e, em casos extremos, síndrome da angústia respiratória entre outros. Sabe-se que os indivíduos mais susceptíveis são crianças, idosos, pacientes imunocomprometidos ou com doenças crônicas, a exemplo de diabetes ou insuficiência renal crônica.
No que diz respeito ao diagnóstico, é feita a pesquisa direta do vírus em secreção de vias aéreas superiores. É realizado através do teste de Imunofluorescência indireta (IFI), seguido da reação em cadeia pela polimerase (PCR), específica para este novo vírus, que permite caracterizar casos altamente suspeitos.
O tratamento baseia-se no uso de antivirais. A procura por auxílio médico, em casos suspeitos deve ser estimulada, já que há distintos protocolos terapêuticos (disponíveis no site do CDC) para diferentes faixas etárias (especialmente, crianças); gestantes devem ser avaliadas com cautela. Diante da alta transmissibilidade da doença, a prevenção é deveras importante. Em seguida, algumas recomendações:
1º) Para indivíduos saudáveis assintomáticos: manter distância de no mínimo um metro de indivíduo com sintomas de gripe; reduzir o tempo de contato com pessoas potencialmente doentes e/ou a permanência em ambientes com aglomeração de pessoas; evitar levar as mãos à boca e ao nariz e higienizar as mãos com freqüência (com água e sabão ou soluções alcoólicas).
2º) Para indivíduos com sintomas respiratórios: higienizar as mãos com freqüência (com água e sabão ou soluções alcoólicas), especialmente se tocar a boca e nariz ou superfícies potencialmente contaminadas, principalmente após tossir ou espirrar; cobrir o rosto (boca e nariz) quando tossir ou espirrar; permanecer em casa durante dez dias, utilizando máscara cirúrgica descartável; reduzir contatos sociais desnecessários; mensurar a temperatura três vezes ao dia; ficar atento para o surgimento de febre maior que 38º C e tosse; procurar imediatamente serviço de saúde de referência para avaliação se os sintomas persistirem.
Obter informação e tomar cuidados necessários é imprescindível, a fim de reduzir a disseminação da doença. Em quaisquer dúvidas, procure seu médico. Prevenir é a melhor saída. Referências
1) Informações divulgadas no site http://http://www.medcenter.com/, fornecidas pelo Dr. Alexandre Fernandes (Neuropediatra e professor da Universidade Federal Fluminense);
2) Site do CDC norte-americano (http://www.cdc.gov/);
3) “Informe Técnico sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1, 2009”, elaborado pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e pela Associação Médica Brasileira (AMB), disponível no site da SBI (http://www.infectologia.org.br/)
E-mail para contato: sucessomed@hotmail.com
*Natural de Patos-PB, 20 anos, mais conhecida como Cessinha, acadêmica do 6º período de medicina da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande, filha de Francisco Fernandes da Silva Júnior e Zeneida Furtado Leite Fernandes, donos da Hiperfarma Bom Sucesso em Patos.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Celso Furtado (in memorian) Foto
POR JOSÉ SERRA.
Início de 1963, aeroporto de Congonhas, São Paulo, porta de desembarque, sábado ensolarado. Lá estava eu aguardando a chegada de um Convair da Ponte Aérea que trazia o então ministro do Planejamento, Celso Furtado, para levá-lo a um debate sobre o Plano Trienal, preparado por ele mesmo para João Goulart, cujo governo saíra fortalecido depois da recente vitória do presidencialismo contra o sistema parlamentarista, num plebiscito.
Eu tinha 20 anos e presidia a União Estadual dos Estudantes, que, junto com a UNE, organizara o seminário. Celso chegou sozinho, elogiou a iniciativa do debate e propôs tomarmos um café, antes de seguirmos para a Cidade Universitária. Por seus livros e, principalmente, pela Operação Nordeste e criação da Sudene, para nós ele já era um mito e foi uma surpresa constatar que era um homem simples, cordial e discreto.
Na mesa, o debatedor principal era Mário Alves, baiano da geração do ministro e dirigente nacional do Partido Comunista Brasileiro. O Plano Trienal pretendia, de fato, combater a inflação, naquela altura superior a 50% ao ano, promover reformas no setor público e oferecer um caminho para que a economia brasileira retomasse o dinamismo da segunda metade da década anterior. Previa deter o galope inflacionário combatendo o déficit público, controlando a expansão monetária, melhorando a oferta agrícola, atenuando o desequilíbrio externo e freando a espiral preços-salários.
A esquerda criticava não os objetivos, mas os instrumentos e a consistência do próprio plano, que, embora defendesse a reforma agrária, não previa a ampliação da participação do Estado na economia nem maiores restrições ao capital estrangeiro, considerados por ela como fatores chave de qualquer estratégia econômica nacional bem-sucedida.
Para os padrões atuais, o debate foi civilizadíssimo. Mário Alves, que poucos anos depois morreria assassinado sob tortura nos porões da ditadura, falou de forma crítica mas bem-educada, e as perguntas e comentários do público seguiram a mesma linha. As pessoas, principalmente estudantes, estavam a fim de se informar, de aprender. Celso fez uma exposição clara, com domínio de conceitos e perspectiva histórica, rebateu de forma suave as críticas, esclareceu dúvidas e respondeu com clareza e elegância a todas as questões. Um poço de racionalidade. Ganhou o debate e mesmo aqueles que não se convenceram de suas teses devem ter saído de lá desejando que sua razão fosse a verdadeira. A maioria, estivesse ou não fora da realidade, não apostava no quanto pior melhor. Naquela tarde, assistindo ao debate (e até falando, imaginem!), decidi que, depois de concluir meu curso de engenharia, iria estudar economia. Ficara fascinado pelo duelo entre Mário e Celso, e, mais ainda, com a complexidade da economia e dos problemas econômicos do país, cuja compreensão pareceu-me essencial para a construção do Brasil que ambiciosamente sonhávamos.
No bojo da instabilidade política e sob o impacto da aceleração da inflação, que já estava em andamento, as diretrizes do Plano Trienal mal saíram do papel. No segundo semestre daquele ano, Celso já havia voltado para a Sudene. Em abril do ano seguinte, rumava para o exterior, depois do golpe militar que cassou seus direitos políticos e vitimou a democracia brasileira do pós-guerra. Já nos primeiros meses angustiados do exílio, inicialmente na França, debrucei-me sobre três livros do ex-ministro brasileiro: "Formação Econômica do Brasil", "Desenvolvimento e Subdesenvolvimento" (um conjunto de ensaios que, para mim, são o melhor livro de Celso Furtado) e "A Pré-Revolução Brasileira". Ele combinava os instrumentos da melhor análise econômica cambridgeana, o conhecimento histórico, o domínio e a confiança na razão como elemento mobilizador e transformador das sociedades. Um estilo seco, objetivo, sem qualquer grandiloqüência.
Nenhum intelectual exerceu tanta influência entre nós quanto Celso Furtado, e nenhum brasileiro foi tão reconhecido, ouvido e publicado no exterior como ele, com sua obsessão pela compreensão histórico-estrutural do processo de subdesenvolvimento e das condições complexas para superá-lo. Um dos fundadores da "escola" estruturalista latino-americana, ele foi seu mais profícuo formulador.Com Celso, aliás, vai o último grande personagem dessa escola, que firmou o que há de identidade latino-americana na segunda metade do século passado: Raul Prebisch, Jorge Ahumada, Juan Loyola e o grande Aníbal Pinto. Como disse ontem seu principal auxiliar na Sudene, Francisco de Oliveira, "poucos cientistas sociais podem se orgulhar de terem visto suas idéias transformarem-se em força social e política; a obra de Furtado passou por essa dura prova da história. Contra ou a favor, ela exige que se tome posição a seu respeito".
Uma obra cuja valorização é extremamente oportuna quando nosso país vai completando um quarto de século de semi-estagnação econômica, a pior fase desde o ultimo terço do século 19 -e, mais ainda, quando a falta de um projeto nacional de desenvolvimento chega a ser apreciada pelo pensamento dominante como virtude nacional. Como se as grandes questões do país pudessem ser resolvidas pela combinação de "inativismo" estatal, sinalizações amigas ao mercado e assistencialismo, estigmatizando-se o debate sobre políticas macroeconômicas alternativas.
A última vez que encontrei Celso Furtado foi em abril último, no seu pequeno apartamento em Paris, que visitei em companhia dos jornalistas Reale Júnior e Mario Sergio Conti. Sua lucidez estava intacta, ao contrário de suas condições físicas. Entre outros temas, numa conversa despretensiosa, ele falou de sua formação, da figura de seu pai. Mas começou esclarecendo-me que a poltrona de couro já havia sido aposentada, houvera poucas semanas. Explico: quando houve o golpe no Chile, em 1973, antes de ser preso, eu havia enviado móveis e livros para a França, para onde iria com minha família, convidado para trabalhar em universidade. Depois da prisão e de uma longa reclusão numa embaixada, mudei os planos.
Uma vez na Europa, visitei-o em Paris, onde ele morava, e depois em Cambridge, na Inglaterra, onde passou um tempo como professor visitante. Hospedou-me alguns dias em sua casa. Numa conversa descontraída, eu lamentei: "Se for mesmo para os Estados Unidos (como veio a acontecer), vou acabar perdendo meus móveis. Você não quer guardar, e usar, uma poltrona de couro nova, que eu gosto tanto e mal cheguei a usar?" Ele topou e, no final, é obvio, eu nunca quis a poltrona de volta, a mesma que durante 30 anos foi usada por ele, Rosa e suas visitas, para minha enorme satisfação.
(Especial para Folha de São Paulo) 22/11/2004).

terça-feira, 16 de junho de 2009

Francisco Vieira*
Este é o titulo da música vencedora da Iª Eliminatória do FORRÓ-FEST 2009, realizado em Patos - PB no último dia 30 de maio. A composição é de autoria de Francisco Almir – XICHICO – que embora filho de Coremas é radicado em Pombal onde trabalha no INSS, considerando-se portanto, pombalense de coração. A música alcançou com louvor o primeiro lugar, por conseguinte, o direito de disputar a grande final que ocorrerá no dia 27/06/09, em C. Grande, cidade que patrocina o MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO. Teve como interprete o renomado cantor pombalense Valtécio, cuja interpretação foi alvo de elogios e apupos da platéia.
Realmente digno de respeito o trabalho de XICHICO no campo da música. Seu nome é presença marcante no Forró-Fest - maior festival nordestino no gênero - realizado anualmente na Paraíba, tornando-se um concorrente de peso, graças à qualidade de suas composições. Xichico, como fiel escudeiro de nossas tradições, é defensor da autêntica música nordestina – o forró raiz – linha difundida pelo imortal Luiz Gonzaga. Sua destacada história teve início em, 1991, quando participou do FORRÓ-AÇO em J. Pessoa, tendo chegado à final com a música “Saudade Baião”, composta em parceria com Carlos Abrantes, cuja composição trata-se de um tributo ao Mestre Gonzaga e gravada pelo cantor pessoense Nodje Andrade. Particularmente, sem desmerecer a uma centena de outras dedicatórias, “Saudade Baião”, representa a maior e mais completa homenagem dirigida a Gonzagão. Posteriormente, nos anos de 2005 e 2007, também alcançou a final do Forró-Fest, com as composições “Canção das Águas”; crítica ao descaso do homem com o meio ambiente e “Sem volta e sem laço”.
Graças ao seu talento musical e excelente qualidade de suas composições que exprimem verdadeira veia poética, Xichico foi mais além, pois já conta com diversas músicas gravadas por artistas de renome. Em, 2003, compôs a música “Poeta Verdade”, letra que homenageia o grande ícone do forró Antonio Barros e gravada por Marinês em seu disco “Cidadã do Mundo”. Tempo depois, gravou com a Banda Alegria e Aleijadinho de Pombal os xotes “Coração Ferido” e “Mensageiro Locutor”, esta última, enaltecendo o profissional do radio, verdadeiro comunicador de massas.
Xixico (Foto)
Este ano, com o baião “Sertão sem moda”, o compositor traz um tema bastante atual, no qual faz um paralelo entre o passado e o presente, enfocando com evidência a diferença de costumes em épocas tão adversas. Em versos bem metrificados, revestidos por uma melodia audível, isto é, agradável aos nossos ouvidos sem, contudo, desmerecer o avanço tecnológico e a sua importância, mostra também que a modernidade está destruindo velhos costumes e tradições. Todavia, grita por um sertão onde os efeitos do progresso não afetem o seu estado natural e simplista. Segundo os críticos, a moda é feita pelo homem, que deve ater-se quanto ao seu uso correto, pois do contrário é prejudicial.
Quiçá, seja este, o ano da sonhada conquista. Oxalá! Seja agora a realização do sonho acalentado há muitos anos. Seria mais que um prêmio. Seria a recompensa maior pela perseverança. Enfim, seria o reconhecimento de um trabalho sério e autêntico, por isso, digno do nosso respeito. Com certeza “Sertão sem moda” é uma grande concorrente, o que justifica o nosso entusiasmo e alimenta nossa esperança. Entretanto, independente de qualquer resultado contrário a nossa expectativa, você já tem o prêmio do nosso reconhecimento, do nosso aplauso. Parabéns. Que Deus realize seus sonhos.
*Professor.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Alberto Bandeira (Foto)
Faculdades Pioneiras: FAP / FCCP - “FUNDAÇÃO”
Artigo: Nº 001
Autor: Alberto Salgado Bandeira*
A Faculdade de Agronomia de Pombal – FAP e a Faculdade de Ciências Contábeis de Pombal - FCCP, Estado da Paraíba, mantida pela Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras – FESC, deram seu primeiro passo aos oito dias do mês de Maio de 1997, na Fazenda Vassoura desse município, onde ocorreu importante reunião com as presenças do Delegado do Ministério da Educação e Desporto – DEMEC, no Estado da Paraíba, Professor Martinho Queiroga Salgado; representante de Ensino Superior da DEMEC a Professora Giannina Faraco; Padre Solon Dantas de França – Diretor do Colégio Josué Bezerra de Pombal e, Vigário das Paróquias de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Pombal-PB e da Paróquia de São José de Paulista-PB, representando na ocasião o reverendíssimo Bispo da Diocese de Cajazeiras, Dom Matias Patrício de Macedo; os representantes da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Cajazeiras – FAFIC, o Diretor Padre Antonio Luis do Nascimento; o Vice-Diretor Padre Agripino Ferreira de Assis, a Coordenadora de Ensino Professora Maria Ieda Felix Gualberto.
A Comunidade pombalense foi representada pelas ilustres autoridades: Professor Olivaldo Nobre da Silva, Vice-Diretor do Colégio Josué Bezerra, Professor Expedito Joaquim de Abrantes, Médico Veterinário Alberto Salgado Bandeira, Extencionista da Emater-PB e a Professora Almira Lins Pinheiro. Na oportunidade o Delegado do DEMEC Prof. Martinho Queiroga Salgado, além de outras informações, apresentou em público resultado da pesquisa realizada junto a comunidade estudantil e sociedade em geral do município de Pombal e regiões circunvizinhas sobre a necessidade de criação de “Cursos de Graduação” e preferência popular no atendimento a essa importante solicitação. Os cursos de maior preferência foram: Agronomia, Ciências Contábeis, Enfermagem e Administração, sendo as duas primeiras as mais aceitas.
Na seqüência procedeu-se a indicação da “Comissão Provisória de Instalação” das Faculdades de Agronomia e Ciências Contábeis de Pombal, indicados e aceitos como Coordenador o Professor Olivaldo Nobre da Silva, Tesoureiro Expedito Joaquim de Abrantes, Secretário Alberto Salgado Bandeira e o nome da Professora Almira Lins Pinheiro para Assessorar a Comissão na elaboração do projeto. Para finalizar o encontro, o Delegado da DEMEC e sua equipe prestaram esclarecimentos e orientações diversas sobre os assuntos em pauta e ficou determinado que, a partir daquele momento, a “Comissão Provisória de Instalação” das Faculdades de Pombal seria responsável para gerir os trabalhos concernentes à instalação dos referidos cursos. Os trabalhos seguiram seu rumo sem interrupção até a data de novo acontecimento importante.
O segundo passo aconteceu às nove horas do dia 17 de julho de 1997 na “Fazenda Nova Betânia” município de Paulista-PB, com a realização de uma reunião com o objetivo principal de “Oficialização e Criação” das Faculdades de Agronomia e Ciências Contábeis de Pombal. Presentes à reunião, estiveram o Bispo Diocesano Dom Matias Patrício de Macedo, Presidente da Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras - FESC, Padre Agripino Ferreira de Assis, Padre Solon Dantas de França, Professor Olivaldo Nobre da Silva, Expedito Joaquim de Abrantes, Alberto Salgado Bandeira. Além do Delegado da DEMEC, Martinho Queiroga Salgado e seu substituto Professor Paulo Abrantes e Professora Giannina Faraco. Na importante reunião estavam os Prefeitos Municipais: Abmael de Sousa Lacerda, Pombal - PB; Abnete Vieira de Almeida, Paulista - PB, Ivan Olimpio, São Bentinho - PB, José Leopoldo, Jericó - PB, Cristovão Amaro da Silva, Cajazeirinhas - PB, José Eudes de Queiroga, São Domingos - PB, representado por Dr. Inácio Marinho das Chagas. Os Prefeitos dos municípios de Malta - PB, Condado - PB e Aparecida - PB foram representados pelo Professor Martinho Queiroga Salgado.
O Professor Martinho Queiroga Salgado e o Professor Paulo Abrantes ressaltaram a viabilidade da criação das Faculdades de Pombal, enquanto o Bispo Diocesano, no uso da palavra, fez referência à Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras - FESC, entidade por ele presidida, oferecendo apoio ao projeto em estudo. Na seqüência se pronunciaram o Padre Solon Dantas de França, o professor Martinho Queiroga Salgado e outros, todos demonstraram total confiança na realização e execução do projeto de instalação das Faculdades de Pombal. As Professoras Almira Lins e Maria Socorro Queiroga fizeram explanações técnicas, demonstrando as potencialidades que propiciariam a criação dos referidos cursos. A Professora Giannine Faraco fez considerações sobre as exigências legais do Ministério da Educação e Cultura.
Os Prefeitos Municipais presentes e representados admitiram a importância da criação das Faculdades para a região, oferecendo total e irrestrito apoio. O Padre Agripino e o Vereador Posidônio Fernandes do município de Paulista – PB manifestaram motivações para a continuação dos trabalhos, oferecendo apoio incondicional. Os membros da “Comissão Provisória de Instalação” Alberto Salgado Bandeira, Expedito Joaquim de Abrantes e Olivaldo Nobre da Silva se comprometeram em envidar todos os esforços no desempenho dos trabalhos. O Bispo Diocesano encerrou a reunião demonstrando satisfeito e confiante nas equipes, agradecendo a presença e o apoio de todos.
As lutas, as campanhas, as várias reuniões sucessivas, as iniciativas incansáveis do Padre Solon Dantas de França culminaram na formação da “Comissão de Elaboração do Projeto Político Pedagógico” constituída pela Profª. MS. Almira Lins Pinheiro(UEPB); Profª MS. Maria do Socorro Queiroga(UFPB); Engº Agrº MS. Felemon Benigno de Araujo Filho(EMATER-PB); Engº Agrº M.S. Inácio Marinho das Chagas(EMATER-PB); Med.Vet. Alberto Salgado Bandeira(EMATER-PB); Profª Maria Iêda Felix Gualberto(FESC); Prof. Martinho Queiroga Salgado e Equipe(DEMEC); Expedito Joaquim de Abrantes; José Felix Faustino(EMATER-PB), este, auxiliado pelo comerciante José Ednor Varela, nomeado tesoureiro da comissão.
Depois de concluído o projeto, antes do envio ao MEC, houve a necessidade da indicação da
“Primeira Diretoria das Faculdades”, para isso foram emitidas as Portarias pela FESC em 22 de outubro de 1997, nomeando para Diretor da Faculdade de Agronomia, o Padre Solon Dantas de França e Vice-Diretor Alberto Salgado Bandeira e Diretor da Faculdade de Ciências Contábeis, Expedito Joaquim de Abrantes e Vice-Diretor Olivaldo Nobre da Silva.
Posteriormente, outros momentos significados e de grandes emoções foram acontecendo, um deles foi a visita de inspeção da Comissão de Verificação do Ministério de Educação e Cultura que resultou na criação legal da Faculdade de Ciências Contábeis de Pombal, através da Portaria MEC Nº 1.681 de 19 de outubro de 2000, publicada em 23 de outubro do mesmo ano e, Um ano após foi a vez da criação legal da Faculdade de Agronomia de Pombal, através da Portaria MEC Nº 334 de 23 de fevereiro de 2001, publicada em 26 de fevereiro do mesmo ano. Assim, se confirmavam as autorizações para a realização dos primeiros vestibulares das Faculdades de Agronomia e Ciências Contábeis de Pombal. Tendo a FCCP realizado o seu vestibular logo em seguida.
Para a maior satisfação de todos os envolvidos, e agora já do conhecimento de toda sociedade foi publicado no Diário Oficial da União do dia 28 de janeiro 2002 o Edital para a realização do Primeiro Vestibular da Faculdade de Agronomia de Pombal, de acordo com a legislação vigente, nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2002 e publicado o resultado oficial em 25 de fevereiro através da imprensa oficial e local, com data marcada para o início das aulas em 04 de março de 2002, desta feita, concretizou-se o “sonho dos sonhadores e de guerreiros lutadores”.
A FAP e FCCP funcionaram como Instituições de Ensino Superior Privadas até o ano 2007, passando à condição de Públicas, incorporadas pela Universidade Federal de Campina Grande por Processo de Federalização, com a criação do Campus da UFCG em Pombal, tendo como o seu primeiro Diretor o Professor Martinho Queiroga Salgado, ex-delegado da DEMEC. Nos próximos artigos será dada continuidade à história desse importante episódio de sucesso, marcante na vida dos pombalenses.
*Por Alberto Salgado Bandeira
Médico Veterinário
E.MAIL: betobandeira2@gmail.com (Membro Fundador, Ex-Vice Diretor, Administrador e Ex-Professor da FAP)
Colaboradores desta Edição:
Prof. Doutor, José Cesário de Almeida (Adequação da ABNT)
Profª. Especialista Terezinha da Silva Almeida (Revisão Ortográfica)

sábado, 13 de junho de 2009

Jerdivan (Foto)
Jerdivan Nóbrega de Araújo
Meu caro Maciel
A vida é assim. Os jornais não trazem noticias minhas Não trazem noticias suas Não trazem noticias nossas. Nosso tempo já vai longe Já vão longe nossas estórias Nossos tombos, nossos escombros. Outras esquinas são as nossas. As estórias que temos para contar são de pessoas que não mais vem pro jantar. Quem não veio? Quem não mais virá? Nossos textos são assim! Falar de um tempo que já vai longe Dizer hoje dos filhos e amanhã dos netos. Contar nos dedos das mãos os amigos que Ainda estão por aqui. Na Rua Nova ti vi passar Na Matriz ti vi ajoelhar e rezar. Os cabelos brancos do velho professor Ali na mesa do lado. O rosto envelhecido dos alunos que fomos nós e que outrora tanto lhe deu trabalho. Agora é um espelho a nos refletir.Um rio inteiro para mergulhar Transforma-se em mergulho ao fundo Na saudade e na nostalgia. Os Pontões vão dançar. Façam silêncio!
Acho que vou chorar! Que noticias trás de lá?
Que noticias posso te dar? Faz diferença ta por lá? Dizer do cinema Diga-me dos sobrados Qualquer noticia de lá.
Quem é aquele lá? Você não lembra? Ele me abraçou tão forte.Um rosto familiar Tal qual rosto do nosso pai.A saudade é assim: Tanto pra falar E o silêncio é o que temos Para compartilhar.▬Foi bom te reencontrar...Meu caro Maciel continue a sua tela Não poupe na tinta, no pincel, Nos traços, mesmo se tortos. Sua tela tem histórias E elas são nossas. A Voz da Cidade e O Lord Amplificador Nunca silenciou em nós. Nosso tempo em uma cidade
Quando esta ainda existia Tem ecos eternos.
Maciel (Foto)
MACIEL GONZAGA*
RESPONDO As INDAGAÇÕES!
Recebo email de uma conterrânea – que não divulgo o seu nome por não ter a devida autorização - demonstrando uma certa preocupação com a minha pessoa em razão de sucessivos artigos de nossa autoria no Blog de Clemildo, sem que seja, do conhecimento da mesma, qual o meu vínculo com a cidade de Pombal. Foram feitas algumas indagações, entre elas: Quem é você? Nasceu em Pombal? Quem é sua família? Por que você nunca aparece na cidade, nem mesmo na Festa do Rosário? Para a autora do email respondi todas as perguntas com detalhes de informações.
Particularmente, considero que o auto-elogio é prejudicial e negativo, torna a pessoa arrogante aos olhos das demais. Cheira mal. Quem me conhece sabe que sempre detestei este tipo de atitude. Isso me enoja, causa-me repugnância. Prefiro a humildade. Em Tiago 4:6 e em I Pedro 5:5 lemos: "Deus dá graça aos humildes". Deus ampara os desamparados e os humildes. Os que se julgam auto-suficiente, não precisam de amparo. Deus dá ajuda em tempo oportuno aos humildes. Os que se julgam poderosos, não precisam de graça. A graça de Deus sempre está ao lado dos espiritualmente fracos e necessitados. Veja o que Jesus disse a respeito disso em Marcos 2:17 e também em Lucas 5:32 "Aos que se julgam perfeitos não precisam de misericórdia".
Reconheço, porém, que embora, no mais íntimo de nosso ser, todos nós tenhamos nosso auto-conceito já formado de acordo com o que fazemos, deixamos de fazer, falamos ou deixamos de falar, com todas as limitações possíveis. Eu, particularmente, prefiro ser avaliado julgado por outras pessoas que estejam em condições para isso, seja no tocante a desempenho no trabalho e a relacionamento pessoal e social.
Mas, aproveitando esta deixa, como estou ausente de Pombal desde o dia 3 de janeiro de 1969, neste artigo quero responder para conhecimento dos leitores as perguntas da nossa conterrânea.
Nasci no dia 5 de dezembro de 1950, na rua Vicente de Paula Leite, quando ainda era chamada de Rua Nova Vida. Meu padrinho de batismo foi “Seu” Toinho de Souza. Somos três irmãos – eu, Massilon e Marcelina. Sou filho de José Firmino de Luna, conhecido por “Alegria da Brasil Oiticica”. A minha mãe – Roza Gonzaga de Luna – era conhecida na cidade por Roza Rica”, apelido que lhe foi dada pelo Padre Luiz Gualberto de Andrade, pois quando alguém assim lhe chamava ela respondia: “Sou rica da glória de Deus”. Foi lavadeira de roupas durante anos nas águas do Rio Piancó, trabalhou como empregada doméstica na casa do deputado Chico Pereira e, depois, foi funcionária ASG do Hospital e Maternidade Sinhá Carneiro, por onde se aposentou.
E mais: sou sobrinho de Antônio Gazo (vendedor de cestas), Carminha Gaza, Dora Rezadeira e de Mané Pinga. Sou primo legítimo de Antônio Pinga e Nego Tico Pinga. Do lado paterno há muitos primos meus ainda aí em Pombal. Do lado materno também há muitos primos, dois deles, muito conhecidos: Zé Barbosa (vigilante do Hospital) e Antônio Barbosa (vigilante do Colégio Diocesano), ambos residindo em João Pessoa.
Estudei na Escola de Dona Almira, na Fazenda Nova Vida, de Paulo Pereira. Depois, na Escola de Dona Anita, em seguida no Grupo Escolar, na Escola de Dona Marinheira e no Ginásio Diocesano. Durante muitos anos fui coroinha, praticamente residindo na Casa Paroquial, com o Mons. Oriel Antônio Fernandes e Côn. Francisco Ferreira de Andrade. Nos anos 60, ao lado de Clemildo Brunet de Sá, Zeilto Trajano, Eurivo Donato, Genival Severo, Gago de Chico, meu irmão Massilon Gonzaga e tantos outros, participei ativamente daquela que foi o embrião do Rádio Pombalense – “A Voz da Cidade”.
Em 1969 fui estudar em Campina Grande e por lá fiquei por 20 anos. Depois, fui convidado para trabalhar em Natal (na TV Ponta Negra/SBT, emissora da qual fui fundador e trabalhei por 14 anos). Constitui família em Natal, onde permaneço até hoje. Quanto a me encontrar afastado de Pombal, não visitando a cidade nem mesmo na Festa do Rosário, isso ocorreu sempre em razão de meus afazeres particulares tanto em Campina Grande, como agora em Natal. Mas, considero ser esta um falha de minha parte.
O importante de tudo que não nego o meu passado, pois assim agindo certo estou de que estaria negando a minha própria existência. Faço sempre questão de dizer: “Nasci e me criei em Pombal, a terra de Ruy e Janduhy Carneiro, Celso Furtado, José Medeiros Vieira, Leandro Gomes de Barros, Raphael Carneiro Arnaud, Jerdivan Nóbrega, Professor Vieira , Dona Cessa, Bibia, Clemildo Brunet de Sá e tantos outros. Isso muito me orgulha”.
*Jornalista, advogado e Professor

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

Postagem Destaque

UM HOMEM DAS LETRAS

Nonato Nunes Por Nonato Nunes*  O livro "Memoriais & Legados", do radialista e escritor pombalense Clemildo Brunet de...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

TWITTER X FACEBOOK

- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

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COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!