CLEMILDO BRUNET DE SÁ

ROMERO CARDOSO: UMA INTELIGÊNCIA RARA!

Clemildo Brunet

CLEMILDO BRUNET*

Bom seria que nós seres humanos estivéssemos sempre prontos a falar coisas boas de nossos semelhantes e assim estaríamos cumprindo a recomendação do apóstolo Tiago quando diz: “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz”. Tiago 4:11.

Apesar de haver nascido em Pombal, a minha aproximação com o dileto amigo Romero Cardoso, dista de uns quinze anos aproximadamente. Foi através de entrevistas concedidas por ele em nossas emissoras de rádio, que conseguimos firmar nossa amizade.

SAUDADES DO JORNAL “O GRILO”

Ignácio Tavares

Ignácio Tavares*
Nos anos cinquenta, a sociedade de Pombal vivia intensamente os bons momentos proporcionados pelo “boom” econômico que marcou o inicio do primeiro ciclo econômico do município. As festas eram animadas, pois o dinheiro era fácil em razão da posição de Pombal como o segundo maior produtor de algodão do Estado, depois do município de Sousa.

A juventude por ocasião das festas, orgulhosamente ostentava vestes elegantes, símbolo de classe média bem sucedida. Nessa época eu era menino, mas observava atentamente a movimentação da sociedade opulenta dos anos cinquenta. O núcleo da juventude era formado por Raimilson Felinto, Manoel Bandeira, Epitácio Queiroga, Zé Pretinho, Agu Rodrigues dos Santos, Belino Queiroga, Raminho Rodrigues, Carneiro Arnaud entre tantos outros que me fogem a memória.

Eram esses jovens que movimentavam a sociedade de Pombal no início dos anos cinquenta ao lado de belas jovens cujos nomes deixo de citá-los para não cometer omissões por esquecimento. Pois é,

Asfixia dos Sonhos

Onaldo Queiroga

Onaldo Queiroga*

Tudo era festa, mas, quando se deixa a razão de lado para priorizar o dinheiro, então, se potencializam os riscos para o surgimento de tragédias.

Era madrugada na cidade de Santa Maria, lugar de universitários, berço educacional do Rio Grande do Sul, templo de jovens e de seus sonhos, sonhos norteados pela construção de um futuro melhor, de um país mais justo, com menos analfabetos e miseráveis, um Brasil exemplo de dignidade e

Seca e fome na zona rural da região mossoroense

J. Romero Araújo Cardoso

 Por José Romero Araújo Cardoso*

Tenho o hábito de sair vagando pela zona rural da região mossoroense, visando conhecer mais sobre as atuais condições de vida da população da área em que resido, pois, dever do geógrafo que prioriza o humano em pesquisas e análises, faz-se necessário constatar in loco quais problemas mais agudos afligem o povo pelo qual se deve firmar compromisso a fim de contribuir para a busca de soluções que erradiquem níveis insatisfatórios revelados em indicadores socioeconômicos.

A atual situação apresentada pelo quadro natural da região semiárida, quando a efetivação de seca dramática se responsabiliza pela exponencialização de agudos episódios envolvendo a população local, vem

Democracia Mórbida

Genival Torres Dantas

Genival Torres Dantas*

No período do governo militar, o mesmo do regime de exceção, em que as garantias individuais e sociais eram restritas, ou mesmo ignoradas, teve apoio dos partidos políticos existentes na época (1964), com participação efetiva dentre os apoiadores do antigo PSD (Partido Social Democrático) e UDN (União Democrática Nacional), sendo o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), principal opositor ao novo sistema implantado. Com a posse do General Humberto de Alencar Castelo Branco, 26° presidente do Brasil, em 15 de abril do mesmo ano e o avanço da oposição nas eleições no ano seguinte, principalmente com a vitória do Brigadeiro José Vicente Faria Lima, janista, para a Prefeitura de São Paulo, considerado opositor ao sistema, em 22 de março de 1965, fizeram parte dos motivos de extinção dos 13 partidos existentes, à época, e

ESPERANÇA: A GRANDE CONSOLADORA!



CLEMILDO BRUNET*

Não há nada mais salutar na vida de cada um de nós do que viver de esperança. Sim, porque se tudo que idealizamos fazer ou projetamos construir pudesse ser concluído, seríamos frustrados, cruzaríamos os braços; nossos propósitos desapareceriam deixando um vazio profundo a ponto de perdermos o sentido da vida. Não é sem razão que se diz: “Enquanto há vida, há esperança”!

Esperança é expectativa, confiança em se conseguir o que se deseja – esperar... Sempre esperar. Isso faz melhor a vida que é cheia de percalços, adversidades, sofrimentos, tristezas e alegrias. Que seria da vida se não houvesse esperança?  É um bálsamo que acalenta a nossa alma e

Altemar Dutra, o eterno "rei dos boleros"

J. Romero Araújo Cardoso

Por José Romero Araújo Cardoso*

A voz inigualável de Altemar Dutra imortalizou grandes sucessos musicais, principalmente diversos de autoria da genial dupla Evaldo Gouveia e Jair Amorim, chegando a ser conhecido como o “rei dos boleros".

Impressiona a técnica musical que se tornou marca registrada de Altemar Dutra, pois a sonoridade precisa embalou paixões e

Ventos da Seca

Onaldo Queiroga

Onaldo Queiroga*

Entra ano e sai ano, dias e noites, e, de vez em quando a estiagem faz morada no sertão. Essa fêmea impiedosa trás o Sol para bem perto do chão e um calor insuportável começa a beber a água dos riachos, açudes e barragens.

Vêm, então, os ventos que sopram e que levantam poeiras quentes. No meio delas monstros que se erguem e engolem plantações, animais, homens, a paciência, a esperança e sonhos. Os ventos da seca são como facas amoladas, que no descampado mundo sertanejo corta olhares romeiros, espalha as nuvens que molhariam e banhariam as terras e lajedos. São ventos que trazem aos nossos ouvidos o canto agourento da Acauã. Ventos que levam a chuva, que conduz a fome e

SEPARAÇÃO



Separação é uma palavra recorrente, principalmente, em conversa de boteco. Já ouvi várias narrativas sobre esse tema. Temos vários tipos de separação, quando criança, por razões diversas, e

O Céu do Araripe



Onaldo Queiroga 
Onaldo Queiroga*

Se não há Luar mais belo do que o do Sertão é porque inexiste um Céu mais exuberando do que o daquele lugar. Sou filho do Sertão, pois nasci em Pombal, Paraíba, ali vivi na infância e adolescência, ocasiões em que tive a oportunidade de contemplar inúmeras vezes a beleza extraordinária do céu noturno sertanejo.

Naquelas noites, sentado numa cadeira de balanço, lá da calçada eu ficava a ouvir as histórias relatadas pela avó Raimunda, ao tempo em que olhava aquele mundão de estrelas espalhadas pelo céu. Eram infinitas e

THE END



W. J. Solha
W. J. Solha*

Adeus ao cinema. Tenho recebido alguns convites – não muitos, mas expressivos – pra integrar elencos de outros filmes, depois de O Som ao Redor e de Era uma vez eu, Verônica – de Kleber Mendonça Filho e Marcelo Gomes - e faço este comunicado porque não quero parecer – a este ou aquele diretor - estar recusando o trabalho que acaso vier a me oferecer.

Estava exausto, no final de 2010, quando voltei do Recife com esses dois títulos no currículo e a caminho do sertão, pra participar do curta Antoninha, Laércio Ferreira em sua primeira experiência com ficção. Fui ao sítio Acauã justamente pra não parecer subestimar o roteiro, de que gostara muito, nem o produtor Heleno Bernardo, que me convidara. Mas não tive condições físicas de fazer minha parte como deveria, e acho que tirei o brilho maior que o filme poderia ter. Pela primeira vez eu sentia o que significa “idade”.

Mas por que me esgotara tanto? Por causa do peso da responsabilidade que assumira ante tão grandes roteiristas-diretores, em Pernambuco. Passava as noites em claro, nos quartos em que fiquei em Boa Viagem, entregue a ensaios solitários, procurando, milimetricamente, a exatidão de cada olhar, gesto e

A Credibilidade Precisa ser Mantida


Genival Torres Dantas*

Segunda metade dos anos 60, assume o ministério da Fazenda o economista paulistano, Antonio Delfim Netto, ficando no cargo de 1967/1974. Nesse período o Brasil foi presidido pelo gaucho, General Artur da Costa e Silva, 15/03/1967 até 31/08/1969, com seu impedimento legal e morte, assume o governo em 31/08/1969, a Junta Governativa Provisória de 1969, triunvirato governamental de três ministros militares: General Aurélio de Lira Tavares, paraibano, Ministro do Exército; Almirante Augusto Rademaker, carioca, Ministro da Marinha, e o Brigadeiro Marcio de Souza Mello, catarinense, Ministro da Aeronáutica. Transmitindo o cargo ao eleito indiretamente, General Emilio Garrastazu Médici, gaúcho  em 30/10/169, ocupando o cargo até 15/03/1974.

Durante todo esse período o paulistano Antonio Delfim Netto, mandava na economia brasileira, figura respeitada, professor emérito da Faculdade de Economia e

DR. ATENCIO: HOMENAGEM AOS 100 ANOS DE SEU NASCIMENTO

Clemildo Brunet

CLEMILDO BRUNET*

Culto, simples, discreto, tímido e prudente – Doutor ATENCIO BEZERRA WANDERLEY em sua trajetória de vida foi um fiel seguidor desses princípios que nortearam sua existência aqui neste mundo. Este mês marcam 21 anos e cinco meses de seu falecimento ocorrido em 14 de agosto de 1992, em São Paulo, no Hospital da Beneficência Portuguesa, tendo sido sepultado em Pombal em 16 de agosto 1992. Nasceu a 10 de janeiro de 1913 no sítio Arruda - município de Pombal, filho do Cel. Josué Bezerra de Sousa e de dona Esmerina Bezerra Wanderley.

Dr. Atencio antes de frequentar escola recebeu ensinamentos de seu pai que tinha apenas o primário incompleto. O interesse pela leitura impulsionou-o para que começasse a estudar sozinho, debruçando-se nos livros de Aritmética, Álgebra, Geometria, História do Brasil, Geografia, Ciências Naturais, Gramático e

Mané Garrincha: Trinta anos sem a alegria do povo


“Ergue os seus braços e corre outra vez no gramado 
Vai tabelando o seu sonho e lembrando o passado, 
No campeonato da recordação faz distintivo do seu coração, 
Que as jornadas da vida, são bolas de sonho.Que o craque do tempo chutou.” (Balada Número 7 – Alberto Luiz)

J. Romero Araujo Cardoso
Por José Romero Araújo Cardoso*

Manuel Francisco dos Santos nasceu no dia vinte e oito de outubro de 1933 na pequena localidade de Pau Grande (RJ) e faleceu no dia vinte de janeiro de 1983, data dedicada a São Sebastião.

Foi ele quem se tornou responsável pela volta do sorriso no Maracanã, depois da trágica partida entre Brasil e

NO TEMPO DO VOTO CÍVICO E GRACIOSO

Ignácio Tavares

Ignácio Tavares*

A minha formação como eleitor livre e consciente vem do inicio dos anos sessenta do século passado. Nessa época o voto era uma manifestação cívica através do qual eram escolhidos prefeito, vereadores para  mandatos de quatro anos. As escolhas eram feitas em função do partido o qual o eleitor se dizia seguidor. Por sua vez os candidatos vinculados a esse ou aquele partido recebiam os votos de forma graciosa sem exigências de qualquer recompensa financeira, entre outras formas de favorecimentos.

As eleições eram uma festa cívica. O povo manifestava-se segundo as cores das bandeiras partidárias. Improvisavam-se letras e

O Quadro Energético e a Tensão no Mercado Produtivo




Um dos assuntos que vem sendo manchete na mídia nacional, nesses primeiro onze dias de 2013, é a situação gerada pelas informações desencontradas, dadas pelo governo brasileiro, no que se refere a nossa real situação da produção, distribuição e estoque da energia elétrica consumida no nosso país, obtida pelas hidrelétricas e

CRÍTICA PESSOAL E PÚBLICA

Severino Coelho Viana

 Por Severino Coelho Viana*

A pessoa que ingressa na vida pública, no caso meritório, através do concurso público, honestamente homologado; no caso de cargo eletivo, eleito democraticamente pelo povo sem a ingerência do poder econômico. Todo o serviço público deve ser realizado com eficiência correspondendo às expectativas do cidadão; o cidadão, por sua vez, cobrando e exigindo do agente público um melhor funcionamento da máquina administrativa. E deve ser cobrado, é retorno dos impostos em forma de serviços, programas e obras de qualidade em favor da comunidade.

A falha no ato administrativo será criticada em decorrência da função pública que exerce, no entanto, a crítica no campo pessoal não se condiz com o estado democrático de direito. A ineficiência administrativa deve ser, sim, criticada; os atos pessoais dever ser, sim, respeitados. O particular e

ESCRITA: FIXAÇÃO DA LINGUAGEM DOS HOMENS

Clemildo Brunet

Clemildo Brunet*

A escrita é uma das ferramentas a qual o ser humano dela se utiliza para comunicar-se com o seu semelhante a fim de externar o que se passa em seu âmago. É na escrita onde se pode encontrar a melhor maneira de com palavras extravasar o que se passa no pensamento.

O que se deu no passado na história da humanidade tem sido perpetuado na vida da espécie humana ao longo dos anos e lembrados por muitos por causa da escrita. Escrevendo ou lendo os seres humanos sequencia fatos e acontecimentos do cotidiano cumprindo o que já antes fora determinado para sua jornada aqui neste mundo.

Como então os homens estabeleceriam leis, regras, acordos, contratos, etc., se não fosse à escrita para cumprimento e

A morte de Josué de Castro no exílio

J. Romero Araújo Cardoso

José Romero Araújo Cardoso*

“Não se morre apenas de infarto agudo do miocárdio ou de glomeronefrite crônica, se morre também de saudades” (Josué de Castro)

 Quando o calendário marcar o dia vinte e quatro de setembro de 2013 assinalar-se-á a triste cronologia referente aos quarenta anos de falecimento no exílio na França do médico, geógrafo, sociólogo e cidadão do mundo Dr. Josué Apolônio de Castro.
         
O célebre autor de Geografia da Fome (1946) e Geopolítica da Fome (1951) integrou a lista dos cassados políticos pela Ditadura Militar quando da publicação do Ato Institucional Número Um (AI-1), o qual, além de Josué de Castro, trazia ainda nomes que também foram banidos do país e

2013 - QUE SERÁ?

Onaldo Queiroga

Onaldo Queiroga*

A mídia noticiou diversas profecias apocalípticas para 2012. Estudiosos comentavam sobre o Livro Perdido de Nostradamus e lançavam previsões sobre o fim de velhos paradigmas e um novo começo a partir de 2012. Os Monges Tibetanos sinalizavam o fim dos dias para 2012. Outros estudiosos indicavam a existência de um Código da Bíblia que sinalizava o fim dos tempos no ano de 2012. Já o TimewaveZero e a Profecia Hopi, como a Cosmologia Maia, apontavam o nosso fim para o dia 21 de dezembro de 2012, mas pelo que observamos essa data ficou para trás e até o momento nada mudou.

E agora?

Os Fatos se Repetem

(Foto: Carolina Lauriano/G1)

Genival Torres Dantas*

O que verificamos na primeira semana de 2013 é exatamente a reprodução das políticas públicas empreendidas pelo governo brasileiro e

CINE LUX - 60 ANOS EM 2013

Verneck Abrantes
Verneck Abrantes*

Tudo começou no ano de 1953, quando o construtor Chiquinho Formiga iniciou a construção do Cine Lux, sendo inaugurado no ano seguinte com a presença de Luiz Gonzaga. Um grande prédio com excelentes condições para projeções cinematográficas, sendo o local aproveitado para show, teatro, conferências, debates políticos etc. Em 1956, o cinema é vendido para Afonso Mouta, que sob sua administração exibiu seu primeiro filme, denominado: “A Mulher que Perdi”, uma película mexicana, e, logo em seguida, inaugurou as projeções em cinemascope com o filme: “Os Cavaleiros da Távora Redonda”.

A tela grande agora era o orgulho e

ISTO/ É / UMA / VERGONHA

W. J. Solha

W. J. Solha

Pense num concurso de poesia promovido pelo Governo do Estado da Paraíba, Fundação Espaço Cultural,  em que concorressem Antonio Mariano, Joedson Adriano, Sérgio de Castro Pinto, Celso Japiassu, José Bezerra Cavalcante, Águia Mendes, Amador Ribeiro Neto, Astier Basílio, Vitória Lima, Otávio Sitônio, Jessier Quirino, Bruno Gaudêncio, Bráulio Tavares, Chico César, Lau Siqueira, etc, etc, e o vencedor aclamado fosse... Augusto dos Anjos.

Pois é exatamente o que acaba de acontecer com o Prêmio Alphonsus de Guimarães, da Fundação Biblioteca Nacional, onde eu – com meu Marco do Mundo – concorri com outros cento e tantos poetas, e

MARCAS DO QUE SE FOI

Clemildo Brunet

CLEMILDO BRUNET*

Todos nós carregamos em nossas lembranças a marca do tempo. Alguns têm guardado na memória as peripécias da infância. Que tempo bom dizem! Realmente, pensamos assim. Na infância não existe preocupação com o que se passa ao nosso redor e sentimo-nos leves e satisfeitos com tudo que nos cerca.

Lembro-me ainda dos meus tempos de criança quando havia aquela inquietude e

A SECA DE 2012: O que precisa mudar?

Ignácio Tavares

Ignácio Tavares*

A seca de 2012 foi tão devastadora a ponto de surpreender a todos que dependem da terra para produzir suas necessidades de consumo, além de gerar excedente para o mercado. É verdade que ninguém esperava uma redução no regime das chuvas de tamanha dimensão, nem mesmo os mais qualificados meteorologistas da região.

Se as chuvas ao menos fossem suficientes para repor a carga dos açudes e ainda assegurar a babuja para alimentação do gado, com certeza os prejuízos materiais, financeiros seriam insignificantes. Se assim fosse, seria um alivio e

O CRIME DA RUA DA CRUZ

Paulo Abrantes

Paulo Abrantes de Oliveira*

O poeta Jerdivan Nóbrega nos apresenta mais um livro: O CRIME DA RUA DA CRUZ. Esta obra, que considero um marco cultural na sua carreira, vem reunir o que há de melhor da sua verve literária criativa e também apresentar o teor jurídico que nela estar inserida na sua fase atual.

É de longo tempo que admiro os escritos do poeta Jerdivan Nóbrega e a sua produção literária. Assim, tecer comentário sobre seu livro é tarefa deveras agradável. Num ato de significativo interesse, li o seu livro e