sexta-feira, 30 de junho de 2017

Onaldo Queiroga
Onaldo Queiroga*

Quem é esse homem que trabalha com o boi, vive diuturnamente em função dele. Sua roupa, o puro couro do boi, para resistir aos espinhos da caatinga. Sim, sua  couraça é uma armadura denominado de gibão.
Esse elemento humano embrionariamente semeado no sertão nordestino com ingredientes étnicos da raça branca, da vermelha e com uma pitada do negro resultou uma figura das mais expressivas do nosso sertão – o vaqueiro.
Euclides da Cunha, disse: “O sertanejo antes de tudo, é um forte”. Realmente é verdade. E quando esse sertanejo é personificado nesse homem destemido e lendário chamado vaqueiro, sua fortaleza torna-se ainda maior. Em seus escritos Euclides, ainda, pontificou: "O vaqueiro criou-se em uma intermitência, raro perturbada, de horas felizes e horas cruéis, de abastança e misérias – tendo sobre a cabeça, como ameaça perene, o sol, arrastando de envolto no volver das estações, períodos sucessivos de devastações e desgraças. Fez-se forte, esperto, resignado e prático".
Na visão de Câmara Cascudo, esse solitário sertanejo nos carrascais de outrora era uma espécie de escravo, pois a ele incumbia a tarefa de ser o senhor do gado e dos cavalos. Embrenhado na caatinga ou nos tabuleiros. Corria, corria solto driblando os garranchos ressequidos em busca de recuperar as reses perdidas, quase sempre ariscas.
Mesmo sendo visto como escravo, os antigos relatam que o vaqueiro já teve vida melhor. Sim, ele trabalhava numa tradição que reinava em todo o sertão, onde o sistema de meia era cumprido eficazmente.
Essa assertiva coincide com um depoimento dado por Luiz Gonzaga ao programa Conexão Nacional, exibido pela antiga Rede Manchete, à época apresentado pelo repórter Roberto Faith. Na ocasião, o reporte indagou do Lua: “Seu Luiz, o vaqueiro como símbolo do homem sertanejo e modo de vida, isso ainda existe, ainda está preservado ou é pura nostalgia?” Luiz, então respondeu: “Só na imagem. O vaqueiro caiu muito. Antigamente o vaqueiro andava em cavalo gordo, participava do lucro da fazenda. De quatro bezerros, um era do vaqueiro e, mesmo que ele não criasse, mas, negociava com o patrão. Mas, começou só entrar aqui o direito do trabalhador, e pro vaqueiro não sobrou nada, pois só sabe mesmo lidar com o gado. Então, ele passou a usar burro. Não dão mais a partilha pra ele. Hoje ele não usa nem burro, ele anda de pé dando uma de tangerino ou mesmo montado em jegue. É o mais pobre dos nordestinos. É o pobre do vaqueiro. Anda de fazenda em fazenda pedindo trabalho, e nada.”
Luiz já demonstrava sua preocupação com o vaqueiro. Sua obra reserva espaço para a defesa desse esquecido e injustiçado sertanejo. Gravou a música A Morte do Vaqueiro e criou a Missa do Vaqueiro, celebrada desde o terceiro domingo de 1971. E hoje, o que fazer? Devemos Lutar para manter vivo esse símbolo.

*Escritor pombalense e Juiz de Direito

quarta-feira, 28 de junho de 2017

W. J. Solha
Por W. J. Solha*

Cheguei a Pombal com um pouco menos de 22 anos, no dia da inauguração da agência do Banco do Brasil em que iria trabalhar durante 7 - 16 de março de 63. Vi que todo mundo – incluindo autoridades - estava lá dentro, fazendo e ouvindo discursos, coisa de que nunca gostei, fiquei na calçada, fumando. E, fumando, lá vem aquele senhor alvo e de bom porte – fora dos padrões sertanejos, mas trajando a mesma roupa simples, camisa desensacada, calçando sandálias – me dizer, de cara, que via meu rosto irradiando luz, como o de Moisés ao descer do Sinai. “Horácio de Freitas – apresentou-se. - Fui contratado como avaliador da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial, aí da agência”. “Ah, – eu disse - é o setor de que vou ser encarregado” Na verdade, sem contar o gerente, o subgerente e os contínuos, começávamos aquele trabalho pioneiro na cidade – que não tinha nenhuma livraria, nenhuma banca de jornais, nenhum outro banco - somente com três funcionários: o Josmar, cearense, que se ocuparia do cadastro; o Lessa, alagoano, que ficaria com os depósitos e cobrança; e eu, paulista, que ficaria com a CREAI. Muito bem.
Na primeira vez em que estive no minifúndio MUNDO NOVO – do Horácio - , fora da cidade, surpreenderam-me, na prateleira que ele tinha como estante, na sala, alguns livros interessantes, inclusive de Bertrand Russell, e muitos de ioga. Quando nos aproximamos do açude, um toque igual ao da apresentação: disse-me que andava sobre as águas. Pensei em lhe pedir uma demonstração, mas me pareceu que me responderia como no Evangelho, “Não tentarás ao Senhor teu Deus”. Era, de qualquer modo, um homem extraordinário: seus laudos de avaliação para financiamentos rurais eram muito bons. E sua fala mansa e densa, a calma permanente, levaram-me a um respeito imenso por ele, nos anos que se passaram, quase todos com muito trabalho, nossa agência crescendo, recebendo mais e mais funcionários, pelo que passei a fazer literatura e teatro com dois deles. Um belo dia, o Zé Bezerra ganhou um prêmio no então estado da Guanabara com seu primeiro romance, “Fogo”, e um outro novato – Ariosvaldo Coqueijo – me levou a escrever pra teatro e a representar. Aí – uma coisa levando a outra – o Bezerra decide fundar uma produtora de cinema, a Cactus Produções Cinematográficas Ltda,, pra filmar seu livro, e me deixei levar por seu entusiasmo, vendendo casa, carro, tudo, tornando-me o maior acionista da empresa, o que ajudou a convencer muito empresário da cidade e do campo a entrar na sociedade. Quando se foi montar o elenco, Linduarte Noronha – o diretor – perguntou “Quem poderia fazer o papel do Gedeão?” Bezerra disse à queima-roupa: “O Solha – de cujo tipo me servi quando fui descrever o personagem”. De fato, fomos parceiros de república e, depois, vizinhos na "rua dos bancários", construída exclusivamente pra explorar o novo filão. “E o pai dele, quem seria?” Não me lembro se fui eu ou o Bezerra a dizer: “Horácio de Freitas!” Horácio jamais fora ator, mas éramos loucos. E havia precedentes notáveis, tipo “Umberto D”, do De Sicca, em que o velho protagonista jamais vira uma câmera antes. “Não importa – disse o diretor – Todo mundo terá de fazer teste!”
Foi assim que, em certa manhã de domingo, reunimo-nos para isso, no Mundo Novo. Horácio botou uma mesa com cadeiras no terraço acimentado, e – tendo na direção de fotografia ( em 16 mm ) o famoso Rucker Vieira, do “Aruanda” ( no filme substituído por Manuel Clemente ) - preparam-nos para viver ali uma das cenas do filme. Eu no papel de Gedeão, Horácio como meu pai, Bezerra – apenas pra colaborar com nosso teste - como... a minha irmã Joaninha.
Linduarte explicou:
- Quando se tem refletores, tudo começa quando eu digo “Luz!” – e as luzes são acesas. “Câmera!” – e o Rucker botará a geringonça pra funcionar. “Ação!” – e vocês se põem a interpretar. OK?”
- OK.
- “Luz!” – ele disse. “Câmera!” – e Rucker disparou a sua. “Ação!”: e Bezerra, em falsete de que ninguém riu, disse a sua fala. Horácio – espantosamente, pois eu jamais o vira no Cine Lux ( o único da cidade ) - disse a sua réplica com absoluta perfeição – até que o interrompi dizendo “Pai!” – e vi o desastre da mão engarrada, tão teatral quanto a voz.
- Não – eu disse – Estou fora.
- Solha – Bezerra tentou, querendo salvar a situação – Se você tem consciência da canastrice, isso já é meio caminho andado!
O assistente de direção, Jurandy Moura, me emprestou “O Ator de Cinema”, de Pudovkin, e foi assim que o que o amigo Horácio fez com enorme facilidade, saiu-me com esforço e angústia. Não foi surpresa quando recebi a notícia de que passaria a fazer o pistoleiro de aluguel, evidentemente porque teria pouquíssimas falas: duas: “Quem é Chico Gregório?” – quando vou matá-lo na abertura do filme - e “Cadê o meu dinheiro?” – perto do final. Foi curioso ver o Horácio de Freitas como o pai – porque poderia passar como sendo o meu; a Eliane Giardini – minha sobrinha, que eu trouxera para tentar o papel da que seria minha irmã, por termos o mesmo tipo físico; e o Valderedo Paiva – escolhido porque parecia uma versão minha bastante melhorada – louro de olhos azuis e o físico de halterofilista – sem que eu mesmo não fosse, mais, da família: o Edson Borges foi chamado para o meu lugar, eu relegado a um sótão de onde observava o entra-e-sai desse grupo. Mas ficou o prazer sem tamanho de ver o Horácio brilhar na figura do fazendeiro que é constrangido a me acoitar.
Certo dia terminamos uma cena às 13:30: eu, da janela, lá em cima, vendo Édson e Eliane chegarem da feira com os sacos no lombo de um jumento, a mãe ( Margarida Cardoso ) dando com o filho ferido no rosto, numa briga por causa da irmã.
- Corta! – gritou o diretor e, em seguida – O resto fica pra amanhã.
- Oxente, Linduarte – me espantei - não vai filmar agora a sequência da cena lá embaixo?
- Não, porque tem que ser trocada a lata de filme, que é para interior por outra, para exterior.
- E qual o problema? Será muito melhor do que eu ter de pegar o jumento de novo, amanhã cedo, e fazer toda a produção da chegada outra vez!
Horácio, que assistia ao diálogo;
- Amanhã começa o inverno, e vocês não vão poder filmar mais nada do lado de fora.
Linduarte disse que a gente não entendia nada de cinema e todo o circo foi desarmado. No dia seguinte, chuva. No outro, idem. E, com essas e outras, a produção, que deveria ser rodada em 30 dias, demorou o dobro, o que nos fez ter um prejuízo tremendo. Cabeça baixa, ouvi o Horácio me dizer: “O que vocês fizeram pra juntar tanta gente ruim?”
Eliane Giardini teve sorte: voltou pra São Paulo e, lá, fez a brilhante carreira que começara ali. Já a do excelente ator que Horácio se revelava, morreu ali, com a nossa, de produtores.
Um belo dia, vinte e tantos anos mais tarde, – 1994 - toca o telefone e é o Paulo Betti – então marido de minha sobrinha - me dizendo que iria fazer o “Capitão Lamarca”, com o Sérgio Rezende, e queria o Horácio no elenco, pelo que me pedia que intermediasse a contratação. “Caramba, com todo o prazer, Paulo!” – e, por telefone, localizei o amigo em Pombal:
- Horácio?
Passei-lhe a boa nova. E ele, na mesma fala mansa – de eterna tristeza, notava agora – me respondeu:
- É pena, mas não vou poder participar. Peça ao Paulo Betti e ao Sérgio Rezende que me perdoem: estou com uma hérnia terrível e não posso fazer qualquer esforço.
Morreu, não muito tempo depois.

*W. J. Solha - Escritor, Dramaturgo e Ator
João Costa
João Costa*

A gravidade da situação política que o país vive neste momento não tem solução dentro dos marcos da Constituição de 88, já rasgada. Michel Temer não deu o golpe sozinho, está se lixando para o país e os brasileiros; recusa apelos para que renuncie, abrindo assim caminho para recorrente “acordão” que o país sempre adotou em momentos de crise aguda. Causa tristeza a tolerância da Nação para este governante e uma malta de parlamentares corruptos – num silêncio claramente criminoso. 
Curioso estou para assistir a sessão da Câmara Federal, em agosto próximo, momento em que os deputados darão autorização para o Supremo Tribunal Federal processar Temer. Estarão embrulhados na bandeira nacional? Ao microfone pontificarão eles o amor à família e a Deus dizendo “Não” à abertura desse primeiro processo, por corrupção passiva?
Mas se Temer - o traidor e golpista, agora denunciado por ser destinatário de propina, conseguir votos suficientes para arquivar a denúncia, virá à segunda: por obstrução da justiça, depois uma terceira, por integrar organização criminosa. E ainda assim, mais uma vez, embrulhados na bandeira brasileira os deputados serão cínicos o suficiente para bradarem: Não! Aí sim nossa tragédia será completa!
Temer não disse, mas insinuou que o procurador-geral, Rodrigo Janot, é suposto corrupto, por conta do procurador Marcelo Miller, que deixou o Ministério Público Federal  para prestar serviços ao corruptor Joesley Batista, no escritório Trench, Rossi & Watanabe Advogados, que negociou os termos de leniência do grupo JBS com a justiça brasileira – tal escritório teria na sua carteira empresas como Petrobras; e sua sede fica nos Estados Unidos, país que recebeu Joesley e seus negócios. 
Não custa lembrar que, graças aos irmãos Batista e ao trabalho desse ex-procurador federal, os Estados Unidos agora são o maior fornecedor de proteína animal de mundo, como também está levando, de lambuja, o pré-sal  depois de destruir a Odebrecht, que constrói o primeiro submarino nuclear da nossa Marinha.
A Nação historicamente teima em acreditar na decência do Congresso Nacional, em momentos de crise. A mídia nativa, a mesma que cavou esta cova profunda para enterrar a soberania nacional, a vontade popular expressa nas eleições livres de 2014 com pás de ódio e ressentimentos ao povo que soberanamente havia escolhido seu governo, é a mesma que agora se volta contra quem ela própria protegeu e colocou no Palácio do Planalto.
Esta mesma mídia agora clama e avaliza um entendimento político de  “salvação nacional”, desde que as ditas reformas, da Previdência e trabalhista sejam aprovadas e empurradas goela abaixo do povo. Desde que o desmonte da soberania do país sucumba. Ela, parte do Judiciário e do empresariado, mal conseguem escamotear que estão mancomunados  com forças externas, presentemente comprando terras, destruindo projetos de Defesa militar e se apoderando sem disparar um só tiro do pré-sal e de outras riquezas nacionais. 
Estas mesmas forças, a exemplo da primeira greve geral, vão entender a segunda, do próximo dia 30 como uma “deixa” ideal, um momento oportuno para desatar sangria e atentarem contra a democracia – pois em estado de exceção praticamente o país está. É possível!

*João Costa é radialista, jornalista e diretor de teatro, além de estudioso de assuntos ligados à Geopolítica. Atualmente, é repórter de Política do Paraíba.com.br

sábado, 24 de junho de 2017

José Antonio Albuquerque
Por José Antonio Albuquerque*

Há 10 anos Cajazeira se despedia do MONSENHOR LUÍS GUALBERTO DE ANDRADE, o apóstolo da fé e da educação, com lágrimas e comoção. O seu sepultamento ocorreu no dia 24 de junho de 2007, na Catedral de Nossa Senhora da Piedade, sob o altar de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
No dia 23 junho de 2007, noite de São João, falecia em Cajazeiras o Mons. Luís Gualberto de Andrade aos 85 anos de vida. A sua história feita de humildade, obediência, trabalho e fé, teve uma perspectiva messiânica e profética e fez mudar a face de uma região, quando assumiu em 1969, a direção da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras, mantida pela FESC – Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras, idealizada e criada pelo então Bispo da Diocese de Cajazeiras, Dom Zacarias Rolim de Moura.
Conheci o Padre Gualberto, como gostava de ser chamado, no ano de 1963, nas minhas peregrinações como Presidente da Associação dos Estudantes Secundários de Cajazeiras (AESC), na cidade de Pombal, PB, quando fui seu hóspede no Hospital Janduí Carneiro, instituição que pertencia a Diocese de Cajazeiras, a qual dirigia.
Somente em 1969 voltamos a nos encontrar. Acabara de ser nomeado diretor da FAFIC. Recém chegado de Louvain, na Bélgica, onde foi fazer um curso de especialização. Em Cajazeiras assumiu a direção da FAFIC: uma espinhosa e difícil missão. Com uma visão bem mais ampla do mundo e com uma larga e longa experiência no setor educacional, não perdera tempo: já fazia funcionar nas dependências da antiga sede da Ação Católica, na Rua Padre Rolim, um cursinho pré-vestibular. Na cidade não se falava em outra coisa, a notícia chegava célere aonde quer que morasse um cajazeirense. Cajazeiras ia ter uma faculdade.
Padre Gualberto era o quarto diretor a ser nomeado pelo Bispo. Os outros três não conseguiram ir além das próprias portarias que o nomeavam. Recebendo “carta branca” do Bispo, Padre Gualberto em pouco tempo reconstruiu todo o velho prédio da Ação Católica, e no terreno vizinho, que pertencia à diocese, triplicou a área coberta e transformou a sede da FAFIC, num belo edifício.
Em 1970, já realizava o primeiro vestibular. O sonho de muitos cajazeirenses se tornava realidade e já não era mais preciso os estudantes secundaristas, juntamente com os universitários, nos cortejos momescos, realizarem o enterro simbólico da faculdade de filosofia.
Jornadas longas, penosas, dolorosas e difíceis foram enfrentadas e vencidas. Verdadeiras maratonas na busca de professores, na compra de equipamentos, na formação do acervo bibliográfico e nos entraves burocráticos do Ministério de Educação, sem esquecer o temido Conselho Federal de Educação e seus fiscais, eram lutas constantes na vida deste educador.
Quantos quilômetros terá percorrido o Padre Gualberto entre Cajazeiras, João Pessoa, Recife e Brasília, ao longo dos nove anos à frente da FAFIC? Os nossos laços de amizade se estreitaram tanto, que nas suas viagens para o Recife, se tornara por exigência nosso hóspede, no apartamento onde estudavam os filhos e os netos de seu amigo Arcanjo. O quarto onde dormia, ficou inclusive conhecido até hoje como “o quarto de Padre Gualberto”. Servi muitas vezes, com prazer imenso, de motorista e guia em suas andanças na busca contínua e apaixonada da consolidação da faculdade. As viagens eram quase sempre feitas no seu famoso “fusquinha”, que rasgava as estradas poeirentas da BR-230. Nas longas conversas , durante as viagens, se aprofundavam os sonhos, mesmo sabendo que eram muitos os espinhos a ferir nesta dolorosa estrada, mas à vontade de vencer sempre apontavam os caminhos da esperança e a certeza de que todo aquele trabalho não seria em vão.
Ao concluir o curso de História em 1971, em Recife, já em 1972, recebi o convite de Padre Gualberto para dar aulas na FAFIC, no curso de História. Regressei para Cajazeiras e nesta ocasião a recém diplomada, também pela Universidade Católica de Pernambuco, a professora Maria Antoniêta Cavalcante, riograndense do Norte, se incorporou a uma plêiade de docentes já contratados pela faculdade. Era o pioneirismo. A vanguarda.
Os alicerces estavam feitos. Não havia mais como parar a construção desta catedral de sonhos que era a implantação e consolidação do projeto pioneiro da interiorização do Ensino Superior no Nordeste brasileiro. Processava-se uma inversão de valores. Concretizava-se uma revolução. Na cabeça dos “intelectuais” do litoral, na considerada elite pensante das praias da capital, além de não acreditarem no projeto, lisonjeavam e até faziam piadas e galhofas do empreendimento. O sorriso largo, acompanhado de uma boa e gostosa gargalhada era a resposta que Padre Gualberto mandava para os incrédulos.
O governo do Estado se tornou parceiro na caminhada, na figura de João Agripino. O Deputado Federal Wilson Leite Braga e o Senador Rui Carneiro se irmanaram na luta de Padre Gualberto. Algumas instituições estrangeiras atenderam os pleitos do Diretor da FAFIC e para aqui vieram da Alemanha professores e recursos.
Padre Gualberto tocava sua obra com carinho e perseverança. Os recursos que aportavam na tesouraria se multiplicavam milagrosamente. Alguns fatos me despertavam a atenção no dia do pagamento do pessoal: o cheque que Dona Maria, a zeladora da escola, recebia era do mesmo valor que o cheque do Diretor: um salário mínimo. O desprendimento, o gesto de doação e o seu sacerdócio elevavam cada vez mais junto aos que o cercavam a admiração e o respeito pelo seu trabalho. O caráter do diretor e a firmeza nas decisões cada vez mais credenciavam a instituição. A FAFIC se consolidava.
Padre Gualberto dirigia ao mesmo tempo a FAFIC e o Colégio Diocesano Padre Rolim. Ambos com a mesma abnegação. Costumava brincar quando lhe perguntavam como iam as duas escolas: “é uma ceguinha puxando a outra”, referindo-se as dificuldades porque sempre passaram as escolas particulares deste País.
Um dos momentos mais fortes e de imensa e incontida alegria, que vi na vida deste sacerdote, foi quando o Conselho Federal de Educação, reconheceu os cursos da FAFIC, após um longo e doloroso processo. As milhares de páginas que faziam parte do processo, foram levadas de ônibus para Brasília sob a guarda de um dos dedicados funcionários da casa, que depois se tornou professor da UFCG, Francisco Valdeberto de Lira. Foi um dia de festa. Houve até um feriado extra.
Um capítulo a parte na vida deste sacerdote é o que trata da implantação do CAMPUS V, da UFPB em Cajazeiras. Somente dois homens com a coragem e a visão do bem comum, poderiam praticar tal ato: Padre Gualberto e Dom Zacarias Rolim de Moura. Em 1979, no dia 1º de agosto, a FESC transferiu todo o seu acervo para a Universidade Federal da Paraíba. Fez-se tudo isto por amor a causa da educação. A FAFIC era uma instituição particular. Pagava-se mensalidade. A partir de então a cidade e toda região ganhavam uma unidade de ensino superior pública e gratuita. Não se pode avaliar o bem e a grandiosidade deste gesto. Em pouco tempo o orçamento do Campus V era superior ao da Prefeitura Municipal de Cajazeiras. A amizade conquistada pelo Padre Gualberto, junto ao Reitor da UFPB, quando o mesmo ainda era um dos diretores do MEC, em Brasília, professor Linaldo Cavalcanti, foi fundamental para esta importante mudança. Linaldo e Gualberto se irmanaram na consolidação da interiorização do ensino superior no interior da Paraíba.
Estes são apenas alguns fatos e atos da vida deste homem que dedicou mais de 40 anos de sua vida a serviço do povo de Cajazeiras e da região. Uma vida pautada na honradez de caráter, na honestidade dos atos e ações, na fidelidade e obediência ao seu sacerdócio, no reconhecer a gratidão dos que lhe ajudaram, num sertanejo que se sentia agredido ao ver a miséria e a fome, de conversa inteligente e saudável e sempre de palavra confortadora e alegre.
Foram muitos os momentos, nos trinta e oito anos de convivência e que privei da sua amizade e tive a felicidade de beber no cálice de sua sabedoria. Eu e minha esposa Antonieta tivemos a grata satisfação de tê-lo como padrinho do meu primogênito, Sávio, que se orgulhava de ser seu afilhado. É apenas um testemunho de um grande admirador. Com certeza a história lhe fará justiça e Cajazeiras lhe será grata pelos grandes benefícios praticados aos seus filhos e a sua gente. Resta-nos a sua lembrança e uma imensa saudade.

*Professor e Diretor Presidente do Sistema de Comunicação Rádio Alto Piranhas e Gazeta do Alto Piranhas

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Emmanoel R. Carvalho
Professor Emmanoel Rocha Carvalho aborda importância do complexo Curema-Mãe d’Água. Artigo publicado em versão algo diverso na Revista Genius n°. 12, seção “História/Economia (Out-Nov-Dez/2015).

No ano de 1911 o Presidente Hermes da Fonseca – eleito pelo Partido Conservador (PRC), para o período de 15.11.90 a 15.11.1914 – autorizou a elaboração do megaprojeto do empreendimento. Era governador do estado da Paraíba o Senhor João Lopes Machado, eleito para o período de 28.10.1908 a 22.10.1912.
O projeto foi elaborado à época da antiga IOCS (Inspetoria de Obras Contra as Secas), criada em 21.10.1909, tida como a mais adequada instituição para o enfrentamento dos problemas trazidos com as frequentes secas no Nordeste semiárido brasileiro durante longos anos. Contribuíram com a sua elaboração técnicos americanos ligados ao US Bureau of Reclamation, criado em 1902, agência americana voltada para abastecimento, irrigação e hidrelétrica no Oeste do Estados Unidos.
Cabiam à IOCS os estudos, predomínio de levantamentos e reconhecimentos da área, de suas potencialidades e recursos naturais, missão de que se desincumbiu muito bem, chegando, na sua curta existência, a construir algumas obras estruturantes como estradas, pontes, pequenos açudes, perfuração de poços, dentre outras. Foi ela sucedida pela IFOCS-Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas, através do Decreto 13.687/1919, com atividades ampliadas, a exemplo de construção de grandes reservatórios, de campos de pouso (aeroportos), portos, vilas operárias, escolas, além de serviços de eletrificação.
Durante sua existência, grandes açudes públicos da região Nordeste foram construídos, marcados com a atuação de dois grandes presidentes:
1 - Epitácio Pessoa, eleito pelo Partido Republicano Mineiro (PRC), período de 28.06.1919 a 15.11.1922 e cujo governo autorizou a construção dos açudes Boqueirão de Piranhas e São Gonçalo, na Paraíba, cujas obras somente foram realizadas nos anos de 1932 a 1936); e
2 - Getúlio Vargas, colocado no governo pela Aliança Liberal (AL), período de 03.11.1930 a 29.10.1945 e, no segundo governo, pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), período de 31.01.1951 a 24.08.1954, quando se suicidou.
O Projeto Curema-Mãe d’Água
Por motivos até hoje não bem esclarecidos, o governo de Epitácio Pessoa não foi o responsável pela partida inicial da implementação do projeto, o maior elaborado para a região Nordeste, contemplando, em especial, represamento de águas, perenização de rios e irrigação. A sede do projeto – hoje Coremas(PB), no alto sertão – dista 403 km da capital.
Elaborado no governo de Hermes da Fonseca, durante muitos anos o projeto esteve arquivado. Somente no governo de Getúlio Vargas ele foi lembrado e enquadrado no Plano de Ação do presidente, assim mesmo, de forma tardia, certamente por força do volume de recursos que demandaria a sua execução, uma vez que outros projetos menores, no estado, foram ali contemplados (Boqueirão de Piranhas, atual Barragem Engenheiro Ávidos, com capacidade nominal de represamento de 255 milhões de m3, iniciado em 1932 e concluído em 1936, no então município de Cajazeiras, e São Gonçalo, com capacidade nominal de represamento de águas de 44,6 milhões de m3, iniciado em 1932 e concluído em 1936, no município de Sousa). No meu entendimento, a inclusão do projeto do complexo Curema-Mãe d’Água no Plano de Ação do presidente Getúlio Vargas deveu-se ao empenho do grande estadista paraibano José Américo de Almeida, que era Ministro da Viação e Obras Públicas.
O projeto Curema-Mãe d’Água era gigante, formado por dois grandes açudes, o de Curema, com quatro barragens de terra (a maior, com 1.550 km, com uma proteção interior de uma cortina central de concreto armado, e revestimento de cimento em toda extensão, a montante; e com capacidade nominal de represamento de águas de 720,0 milhões de m3) e o de Mãe d’Água, com uma única barragem, de concreto ciclópico (com capacidade nominal de represamento de 638,0 milhões de m3), sendo que esta seria o sangradouro do referido complexo hídrico.
Para se ter uma ideia da dimensão do referido complexo (1,36 bilhão de m3) é bastante reportar-se à capacidade da barragem Gramame/Mamoaba, no município do Conde, de 56,9 milhões de m3, e que abastece cerca de 60% da região metropolitana da capital do estado, aqui entendida como João Pessoa, Cabedelo e grande parte de Bayeux. Vale esclarecer que a referida barragem recebe águas, também, de rio perenizado.
Dados técnicos da barragem de Curema
O coroamento (extensão) da barragem principal, como foi visto, é de 1.550 m; a bacia hidráulica é de 5.950 ha; a bacia hidrográfica é de 6.840 km2 e a altura máxima é de 47 m; o volume de terra zoneada com cortina central de concreto armado é de 2.687.530 m3. Com a inclusão das três barragens auxiliares, são acrescentados – embora dispersos - ao coroamento 945 m e ao volume, 76.040 m3 de terra; o rio barrado é o Rio Piancó.
Os dados sobre a bacia hidrográfica – área captadora das chuvas, cujas águas são direcionadas para a barragem - vêm sendo hoje contestados, havendo informações oficiais que levaram o escritor Francisco Teotônio de Sousa a registrar no seu livro PIANCÓ – O Pequeno Grande Rio - edição da Editora Universitária, da UFPB, João Pessoa, 2008 - que a mesma é de 9.242,75 km2.
Entendo que o atual desenvolvimento tecnológico concernente confere mais credibilidade aos atuais instrumentos de medição (o projeto data do início do século passado). A bacia hidráulica é aquela formada pela lâmina d’água represável/represada, de medição pouco menos complexa.
Objetivos do projeto do complexo
Dentre tantos objetivos, o projeto do complexo focava a perenização dos rios Piancó, Aguiar e Piranhas, na Paraíba, e Açu, no Rio Grande do Norte, bem assim a irrigação das várzeas de Sousa, na Paraíba, então estimadas em 20.000 ha, e das várzeas do baixo vale do Açu, no Rio Grande do Norte, estimadas em 25.000 ha.
O foco central do plano era dirigido para o barramento do Rio Piancó, com nascente no riacho Santa Inês, ao sopé da serra da Baixa Verde, no hoje município de Santa Inês (PB), a 120 km do local onde seria construída a primeira grande barragem, de Curema, no boqueirão do mesmo nome, na Serra de Santa Catarina; numa segunda etapa, seria barrado o Rio Aguiar, com nascente no local Timbaúba, no então município de Itaporanga (PB), a 80 km da barragem de concreto a ser construída no boqueirão de Mãe d’Água, na mesma serra de Santa Catarina, a cerca de 3,7 km do boqueirão de Curema.
Com a construção das várias barragens (quatro no açude Curema e uma no açude Mãe d’Água), as águas represadas destinar-se-iam à dessedentação humana e de animais, irrigação, e perenização dos referidos rios, com o que se produziria alimentação barata, inclusive peixes, para as comunidades adjacentes e carentes, além de manter a população no interior dos sertões envolvidos (Paraíba e Rio Grande do Norte).
Como a irrigação principal seria dirigida às várzeas de Sousa (e do baixo Açu), o projeto previa a construção de um canal para o açude de São Gonçalo, que alimentaria as necessidades aquíferas das referidas várzeas. Seria uma obra de elevado custo, mesmo porque contemplava construção de longo canal, de 45 km, com elevação e construção de túneis no percurso, estes com 15 km de extensão.
A Longa Execução do Projeto
A história da IFOCS é rica de feitos marcantes, de estudos e obras estruturantes na região do semiárido do Nordeste brasileiro, por longo tempo esquecida. Para o êxito do seu grande papel, aquela inspetoria criou várias comissões técnicas, a exemplo da Comissão Técnica de Reflorestamento e Postos Agrícolas do Nordeste, e Comissão Técnica de Piscicultura, em 1932. No ano de 1935 criou a Comissão do Alto Piranhas, para construir os açudes Curema e Mãe d’Água, e as primeiras obras de irrigação do açude São Gonçalo, além de trechos de estradas de Curema a Catolé do Rocha e Sousa a Curema, via São Gonçalo. Sua sede foi fixada em Curema.
A execução do amplo projeto foi entregue ao Dr. Estevam Marinho, rio-grandense do Norte, nomeado Chefe da Comissão do Alto Piranhas. Diferentemente do que muitos pensaram por longos anos, ele era geógrafo. Graduou-se engenheiro civil somente em 1948, juntamente com o seu filho Luciano Marinho, em Recife(PE), em pleno exercício da chefia daquela referida Comissão.
O local escolhido para a construção do primeiro dos dois grandes açudes foi o boqueirão de Curema, juntinho do povoado Boqueirão de Curema. Acredito que o nome Curema se traduza numa homenagem à valente tribo Coremas, da nação Cariri, que teria povoado, nos séculos XVI e XVII, parte do estado de Pernambuco e extensa região do Vale do Piancó, chegando até os boqueirões da Serra de Santa Catarina.
No capítulo I, “Da povoação de Curema ao início da construção da barragem”, do livro BARRAGENS DE CUREMA E MÃE D’ÁGUA – Nos bastidores da construção, edição do Autor, João Pessoa, 2013, de minha autoria, procurei mostrar, claramente, que o nome da barragem é Curema. Pelo Decreto-Lei 1.164, de 15.11.1938, o distrito de Curema é alterado para Coremas e com este nome foi mantido com a Lei 1.005, de 30.12.1953, que criou o município, cuja instalação se deu em 04.04.1954.
A construção da barragem de Curema: 1ª. etapa operacional do complexo
Grandes dificuldades foram enfrentadas para a construção da grande barragem (local pobre, de diminuto povoamento (estimei, para o ano de 1935, uma população de 500 pessoas, com argumentos expendidos na minha obra citada), de estradas carroçáveis precárias e, como consequência, um pequeno comércio, desprovido de quase tudo, o que, de início, já se constituía num grande desafio para o Dr. Estevam Marinho.
O Dr. Estevam Marinho partiu para as primeiras e acertadas providências. Logo instalou à margem esquerda do Rio Piancó, juntinho do boqueirão da Serra de Santa Catarina , o acampamento que abrigaria o sistema IFOCS-Curema, separado da sede do povoado, que ficava à margem direita do mesmo rio. Não pensou duas vezes, deu celeridade, entre as construções de obras de infraestrutura, à edificação de casas que viriam abrigar as famílias dos engenheiros e dos funcionários técnico-administrativos, além de 113 casas na vila operária, para pessoal semiqualificado; ao lado desses serviços, em 1936 foi criada a Cooperativa de Consumo dos Funcionários do DNOCS, e iniciados os trabalhos de escavação profunda no boqueirão, para a formação da base principal de fundação do açude Curema, no local onde hoje está a galeria.
Em março de 1937 — às vésperas do início da construção da barragem, ocorrido em abril seguinte — estavam concluídos o projeto urbano e o de obras estruturais (construção do almoxarifado, casa de força, do escritório central, redes elétrica, hidráulica e sanitária, hospital e maternidade, grupo escolar, hotel, casa de hóspedes e grandes prédios e galpões para abrigar garagens e oficinas, instalação de serviços de radiotelegrafia e telefonia, além de linda capela, devotada a Santa Terezinha, para aliviar as carências espirituais dos moradores do acampamento.
Na parte sócio-desportiva, segundo antigos moradores que residiram no citado acampamento, fazia gosto ver funcionar aquilo tudo previsto no projeto, mas de uma forma muito melhorada, graças à visão e o sentimento do Administrador Chefe: parque esportivo-social constituído de grande piscina, campo para tênis (segundo o tenista José do Patrocínio de Oliveira Lima, meu saudoso amigo e ex-colega no BB, o acampamento da IFOCS chegou a sediar, na década de 1940, campeonato Norte-Nordeste, na modalidade, o que me levou a admitir que o esporte chegou a Curema bem antes de chegar a João Pessoa), campo para vôlei e basquete, e clube social.
O campo de futebol foi construído em espaço diferente, junto ao final da vila operária, nem por isso deixando de ser um primor. Ah, como deve ter sido bom aquele tempo! Faço tal juízo porque eu cheguei a utilizar os mesmos equipamentos comunitários a partir de 1947, já contando seis anos e frequentando a escola (Grupo Escolar Arrojado Lisboa). Ali vivi uma infância da adolescência feliz, junto dos meus pais, irmãos e amigos, estudando, brincando, pescando, caçando e criando pássaros.
As vantagens da construção tardia da barragem de Curema
Como foi visto anteriormente, o projeto Curema-Mãe d’Água só foi desarquivado quando os projetos de Boqueirão de Piranhas e o de São Gonçalo estavam em adiantada execução, já próximos da finalização. Estes foram concluídos em 1936, e puderam liberar mão-de-obra experiente para a grande barragem de Curema (topógrafos, auxiliares de topografia, mecânicos, serralheiros, carpinteiros etc.).
De outro lado, os projetos de Boqueirão de Piranhas e de São Gonçalo contrataram, no início da construção dos açudes, um número elevado de operários, porquanto foram utilizados trabalhadores atrelados a animais no transporte de materiais, durante boa parte da execução dos serviços. Esse transporte foi substituído nos dois últimos anos das construções por patrulhas mecanizadas, que foram parcialmente liberadas para o início da construção da barragem de Curema. Por isso, embora a execução do projeto tenha sido iniciada tardiamente, a barragem de Curema foi significativamente beneficiada, ao contar, de partida, com mão-de-obra qualificada e experiente, além de equipamentos modernos.
Com os serviços de infra-estrutura e de fundação concluídos — iniciados em 1935 e terminados em março de 1937 —, foi a construção da barragem iniciada, efetivamente, em 08.04.1937, segundo o historiador Cristovam de Abreu, no seu livro CONJUNTO ESTEVAM MARINHO, edição dos familiares (sob a minha coordenação), João Pessoa, 2014. Na obra, são tratadas, em versos, as construções das barragens Curema e Mãe d’Água, sendo de destacar que o Sr. Cristovam exerceu, com competência, a função de topógrafo nas citadas barragens, tendo sido grande servidor da IFOCS/DNOCS por longos anos. De outro lado, considerada a grande dimensão do empreendimento, a IFOCS chegou a utilizar, conjuntamente, seis engenheiros, espalhados pelas diversas frentes de trabalho, no inicio da grande obra.
Pelo gigantismo do empreendimento e dificuldades financeiras enfrentadas pelo país, com uma então economia focada, consideravelmente, na exportação de commodities agrícolas, a obra caminhava lentamente, mesmo porque, antes e durante muitos anos, o Nordeste semiárido do Brasil não era uma prioridade nacional. Era sempre lembrado – e quase somente isso – nos períodos de grandes estiagens, de mortes de pessoas e animais, dentre outras ocorrências nefastas. Somente na seca de 1877, que se estendeu a 1879 e que foi chamada de a “Grande Seca”, morreram mais de 500.000 pessoas no estado do Ceará e regiões circunvizinhas.
A construção do complexo foi iniciada sob a administração da IFOCS, com o aparelhamento singelo mas com a forte atuação em favor da referida região, calcada na competência dos seus servidores. A referida IFOCS recorria sempre ao US Bureau of Reclamation, dos Estados Unidos, para obter cooperação na solução de problemas técnicos enfrentados, já que aquele país contava com experiência no trato com região semiárida semelhante em alguns estados daquela grande Nação. E o que é mais importante, socorria-nos e nos oferecia tecnologias novas na área. Um exemplo disso é sua participação na elaboração do projeto do complexo e o socorro que nos prestou no açude de Boqueirão de Piranhas, em 1972, para solução de problemas técnicos na barragem e no sangradouro.
Em 1938, a IFOCS autorizou a instalação de um Laboratório de Solos e Concreto, no acampamento em Curema, que chegou a prestar serviços a obras da autarquia em outros estados do Nordeste brasileiro. Teria sido o primeiro laboratório da espécie no país, o que não consegui comprovar em pesquisas efetuadas. Instalou, também, um lindo e confortável prédio (para os padrões da época), onde eram exibidos filmes interessantes, em sessões noturnas, sem nada dever aos mostrados em regiões desenvolvidas do país. Era o Cine CAP (Comissão do Alto Piranhas), que muito o frequentei na minha infância/adolescência.
A barragem de Curema mereceu visitas de pesquisadores, turistas e autoridades nacionais, dentre elas os Presidentes Getúlio Vargas, em 16.10.1940, e Eurico Gaspar Dutra, em 01.10.1949; em julho de 1955 visitou-a o general Juarez Távora em campanha eleitoral para a presidência da República, em disputa com Juscelino Kubitschek de Oliveira. Este a conheceu quando veio inaugurar a barragem de Mãe d’Água e a hidrelétrica de Coremas, em 15.01.1957.
Com muitas dificuldades, a barragem de Curema foi concluída em 08.05.1942, sem festas e sem inauguração. Uma tristeza! Naquela época o país se encontrava envolvido com interesses, no meu entender, muito delicados, diante da ocorrência da 2ª. Guerra Mundial (1939/1945). Em fevereiro de 1942 o Brasil teve embarcações comerciais torpedeadas pelos países do Eixo, em represália à sua adesão aos compromissos da Carta do Atlântico, que previa o alinhamento automático com qualquer nação do continente americano que fosse atacada por uma potência extracontinental.
Entendo importante registrar que ao término da construção da barragem, Coremas contava com população urbana em torno de 2.500 pessoas, bem superior ao número de 500 pessoas estimado por mim no início da obra, por ocasião da pesquisa realizada para a produção do livro Barragens de Curema e Mãe d’Água, já citado. De outro lado, como citado no mesmo livro, a Revista Brasileira dos Municípios (no. 30, ano VIII, 1955) informa que a população de Coremas era de 2.982. A justificativa que entendo para o número de 2.500 em maio de 1942, é que as obras do complexo estiveram paralisadas durante sete anos.
Ao reinício das obras, com a construção do açude Mãe d’Água, pouca gente foi recrutada, cerca de 130 pessoas, segundo escreveu Raimundo Carvalho (mestre de obras naquela barragem, 1949/1957), em relatório manuscrito que produziu para mim, a partir da sua prodigiosa memória, aos 91/92 anos, informações contidas no meu livro citado. Por fim, registro que os insumos adquiridos pela autarquia responsável pela construção eram adquiridos, na expressiva maioria, em centros comerciais do estado e de estados vizinhos. É possível que tudo isso, naturalmente, tenha impedido um crescimento significativo da população entre 1942 e 1955.
Paralisia na construção do Complexo Curema-Mãe d’Água
O projeto esteve paralisado durante vários anos, por motivos já conhecidos. Nem por isso o acampamento da IFOCS foi dissolvido. As casas permaneciam ocupadas, com o engenheiro Chefe e auxiliares qualificados e experientes, aguardando o reinício das obras do complexo, ou seja, a construção da barragem de Mãe d’Água.
Foi um período de mansidão, de descanso para aqueles que deram tudo de si para verem construído o primeiro açude, que soltava águas pelas comportas, no período seco, e pelo Riacho Seco, afluente do Rio Aguiar, em tempo de chuvas – quando a barragem enchia -, para irrigar culturas ribeirinhas, da Paraíba ao Rio Grande do Norte.
Os serviços de piscicultura eram ampliados; o açude recebia novos alevinos, com o que o povoamento total era composto de pirarucu, tucunaré, curimatã, piau, traíra, cangati, cascudo, apaiari e até (não sei porque) piranha. Tilápias e pescadas, só décadas depois.
Caía por terra a esperança de levar águas do complexo para as Várzeas de Sousa, mesmo a longo prazo, em decorrência do enfraquecimento, durante a segunda Guerra Mundial, de várias nações compradoras de produtos da pauta das exportações brasileiras.
Sob o ponto de vista técnico, até que foi válida a interrupção da construção do complexo. O projeto foi revisto e se chegou à conclusão que o encaminhamento das águas para as várzeas de Sousa, a partir da conclusão da barragem de Mãe d’Água, seria inviável, pela forma com que fora inicialmente planejado - via açude São Gonçalo -, devido ao alto custo das obras do canal e as dificuldades financeiras do país durante a guerra mundial antes referida.
Barragem do açude Mãe d’Água – 2ª etapa operacional do complexo
Dados técnicos da barragem
O coroamento (extensão) é de 175 m; a bacia hidrográfica é de 1.128 km2; a bacia hidráulica é de 3.844 ha; a altura máxima é de 35 m; o volume de concreto ciclópico é de 95.100 m3 e o rio barrado é o Rio Aguiar.
Já citado, o relatório produzido por Raimundo Carvalho registra 45 m para a altura da barragem e 95.000 m3 para o volume de concreto ciclópico, enquanto o relatório de Cristovam de Abreu — que serviu de base central do seu livro publicado, Conjunto Estevam Marinho — registra 49,05 m para a altura e 91.242 m3 para o volume de concreto ciclópico, isso tudo depois da barragem concluída.
Sobre a bacia hidrográfica, fineza considerar as justificativas apresentadas logo após os dados técnicos da barragem de Curema.
A construção da barragem de Mãe d’Água
“... em outubro de 1941, teve início a locação; em 1943, início da barragem em fundação e; e em 10 de outubro de 1948, a concretagem em ação. Foi com esses três versos que o escritor e topógrafo Cristovam de Abreu ofereceu importantes informações à história da construção da barragem, no seu livro, já citado, Conjunto Estevam Marinho, informações essas não fornecidas nem tampouco confirmadas por antigos funcionários da IFOCS, em Coremas, à época da construção, nem no Distrito do DNOCS (que sucedeu à IFOCS), em João Pessoa, nem, ainda, na Sede do Órgão, em Fortaleza, em 2013, quando pesquisei bastante para a pesquisa do meu livro já citado. Uma lástima!
Não duvido das palavras do incansável e competente topógrafo Cristovam de Abreu. Pelo contrário, tenho muita crença nelas e louvação em tudo que ele fez. Isso tanto é verdade que incluí o seu nome numa diminuta e muito bem selecionada lista de HOMENS ÍNTEGROS, no meu último livro, recém editado, VANDONY DANTAS – Um exemplo de integridade. Era Cristovam de Abreu um homem honrado, competente e simples. Muito respeitado. Era também, sem fazer alardes, sobrinho do grande historiador Capistrano de Abreu, de muitas obras publicadas e um dos mais respeitados e antigos escritores sobre a história do Brasil.
Pelo espaçamento das datas citadas pelo Sr. Cristovam, há de se imaginar que a obra também foi atingida por paralisações, certamente por escassez de recursos financeiros.
Em 28.12.1945, pelo Decreto-Lei nº 8.486, é criado o DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), sucedendo à IFOCS e que nasceu com enriquecido acervo de obras e estudos técnicos e científicos das antigas IOCS e IFOCS. A novel Instituição (considerada secular, computando também os anos de funcionamento da IOCS e IFOCS), outrora prestigiada e atuante no semiárido nordestino, encontra-se hoje sem o necessário apoio governamental.
A primeira concretagem da barragem foi iniciada em 1948, tendo como mestre de obras o Sr. João de Paiva, sobre quem Cristovam de Abreu registrou muito boas referências no seu livro já várias vezes citado. Naquela época, continuava no comando da Comissão do Alto Piranhas o Dr. Estevam Marinho. Os serviços de concretagem eram realizados em reiterados espaços de três dias e três noites, ininterruptamente, fato que exigia a presença do mestre de obras na empreitada, chamada, naquele tempo, de “virada”, numa alusão à virada do dia para noite, trabalhando.
Surpreendentemente, meu pai, Raimundo Carvalho — que prestara relevantes serviços na construção da barragem de Curema —, foi procurado em casa, em setembro de 1949, por emissário do Dr. Estevam Marinho, que solicitava a presença dele no seu Gabinete. Da conversa, resultou um convite para acompanhá-lo numa viagem à obra. No dia seguinte, uma séria conversa no trajeto de ida e volta (cerca de 8 km), com intervalo para mostrar a construção.
Na oportunidade, Dr. Estevam Marinho lhe segredou que não estava satisfeito com o andamento dos serviços, que liberava muito dinheiro e que os serviços não correspondiam ao esperado. Finalizou, dizendo, “preciso do senhor para assumir a função de mestre de obra da construção da barragem do Mãe d’Água”.
Meu pai, surpreso, disse: “Como, logo eu que estou exercendo função de almoxarife e que pouco conheço sobre cimento armado?”
O Dr. Estevam Marinho, arrematando, falou: “O senhor, sim! Venho acompanhando seus serviços há anos e tenho informações que o senhor já esteve várias vezes no Laboratório de Solos e Concreto, no afã de conhecer os serviços ali praticados. Pense sobre o meu pedido”.
Semanas depois o Sr. João de Paiva se afastou da condução da obra, alegando necessidade de ir morar em Natal e dar educação aos filhos. Diante disso, Raimundo Carvalho é guinado à função de mestre de obras da grande barragem de Mãe d’Água, em dias de outubro de 1949. Com isso, estava sepultada a vida mansa de almoxarife e diminuídas as atividades de lazer que tanto amava, a caça e a pesca. Em contrapartida, ganhava carro com motorista, telefone e uma grande área para plantio, nos fundos da casa onde morávamos, com cerca de 3 ha. Foi muito bom para a família, e para o Dr. Estevam Marinho, acredito.
Os trabalhos em ação faziam Raimundo Carvalho e o Dr. Estevam Marinho felizes.
O Dr. Estevam Marinho, que padecia de problemas cardíacos, convenceu o médico Dr. Firmino Ayres Leite — que morava em Piancó — a vir residir em Coremas, assegurando-lhe residência confortável no acampamento do DNOCS, ao tempo que invocava a necessidade de cuidados especiais, já que sua sede residencial era em Recife, onde permanecia a sua esposa, conduzindo mais de perto a educação dos filhos. Dr. Firmino também era político e escritor.
Quando tudo corria bem, em 1952 o Dr. Estevam Marinho foi nomeado Chefe do 2º. Distrito do DNOCS, em João Pessoa-PB, sendo substituído pelo adjunto, Dr. Egberto Carneiro da Cunha, seu fiel amigo, que conhecia bem a capacidade do mestre de obras e tinha por ele grande admiração; por isso, manteve Raimundo Carvalho no cargo.
Em 23.02.1953 faleceu em João Pessoa o Dr. Estevam Marinho, cujo corpo foi sepultado em Recife (PE), onde morava sua família.
O Dr. Egberto, fiel aliado do Dr. Estevam Marinho era, como ele, portador de problemas de saúde. Em decorrência disso, retornou em 1955 para Fortaleza — de onde viera há anos — para cuidar da precária situação da saúde. Foi substituído por um engenheiro jovem, Dr. Ivanildo Marinho Cordeiro Campos, egresso da sede do DNOCS, em Fortaleza, com pouca ou quase nenhuma experiência em concreto. Talvez por isso, manteve Raimundo Carvalho no cargo de mestre de obras da barragem. Sua passagem por Mãe d’Água foi meteórica; não consegui apurar os motivos.
Foi ele substituído por um outro jovem engenheiro, o Dr. Vitoriano Gonzalez y Gonzalez, também inexperiente em serviços de concreto e em administração de grandes obras. Vinha, em 1955/56, do pequeno açude Escondido, com barragem de terra, no município de Brejo do Cruz-PB, com capacidade nominal de armazenamento d’água de apenas 16,6 milhões de m3. Certamente uma promoção. De cara, via-se diante da administração da maior barragem de concreto em construção pelo DNOCS, projetada para 640 milhões de m3, o que se constituía em grande desafio. Talvez por isso, meu pai, já amadurecido conhecedor dos serviços de concreto e de condução da obra, permaneceu no cargo de mestre de obras, dando a sua indispensável colaboração.
Por ato ministerial, a barragem de Curema passou a se chamar de barragem Estevam Marinho, conforme ofício do Sr. Diretor Geral do DNOCS, de número 636 T, de 03.06.1955, o que foi traduzido como homenagem merecida ao saudoso construtor, respeitável administrador e acreditado engenheiro. É uma tristeza que a barragem continuasse a ser chamada de Curema depois da homenagem. Ele não merecia isso! Hoje, até o DNOCS, quando se reporta à barragem Estevam Marinho traz, entre parênteses, a expressão “ex-Curema”.
Com as sucessivas mudanças de engenheiros na direção da construção da barragem de Mãe d’Água, Raimundo Carvalho era cada vez mais exigido, explorado diante dos seus conhecimentos em concreto. A sorte dele veio com a execução do plano governamental do Presidente Juscelino Kubitschek (eleito em 1955), denominado Plano de Metas, que previa ações de cinquenta anos em cinco. Nesse diapasão, foi incluído o açude de Mãe d’Água entre aquelas grandes obras inauguráveis em 1956, com o que recursos financeiros para a obra passaram a aportar celeremente.
Acreditava meu pai que isso lhe exigiria muito mais, todavia, em compensação, após o ato inaugural poderia descansar longamente. Esse seu desejo não foi satisfeito. Após a inauguração, com serviços de acabamento ainda em curso, foi ele convocado pelo DNOCS para realizar serviços de concreto na adutora de Campina Grande e, depois, nos açudes Banabuiú e Orós, no Ceará, onde se aposentou na autarquia.
Segundo me afirmou Raimundo Carvalho, mestre de obras da barragem de Mae d’Água, no período de 1949 a 1957, muitos engenheiros e acadêmicos de engenharia visitaram a barragem durante quase todo o período da sua construção, sendo ele, a partir de 1949, sempre indicado para prestar esclarecimentos e informações sobre a respeitável obra de cimento ciclópico, a maior do DNOCS.
Entendo até que aquela obra era vista como um centro tecnológico de concreto do Nordeste, pelo muito que instruiu centenas de estudiosos e pesquisadores que por lá passaram. No final de 1955, a barragem de Mãe d’Água, em construção, já barrava o Rio Aguiar, afluente do rio Piancó, desaguando neste antes do encontro do rio Piranhas com o Piancó, nas proximidades de Pombal (PB).
Diante da impossibilidade da construção do canal partindo da barragem de Mãe d’Água para o açude São Gonçalo, a Diretoria do DNOCS mandou elaborar projeto de construção/instalação de uma hidrelétrica na barragem de Curema, já que a água que estava sendo solta com destino ao Rio Grande Norte era suficiente para fazer funcionar a referida hidrelétrica.
Ela foi imediatamente construída e inaugurada juntamente com a barragem de Mãe d’Água. Do seu funcionamento, resultou fornecimento de energia elétrica para várias cidades do sertão, a partir de Coremas; depois, Piancó, São Gonçalo, Sousa, Cajazeiras, Patos, Catolé do Rocha e Itaporanga, segundo Cristovam de Abreu, no livro já citado, Conjunto Estevam Marinho.
Para a realização dos serviços de distribuição da energia, foram gastos consideráveis valores com aquisição de transformadores, postes e linhas de transmissão de alta tensão. No final de 1969, esses serviços, à exceção dos de Coremas, foram absorvidos pela CHESF, segundo o engenheiro Evandro Souza Araújo, Chefe do Órgão em Coremas (a referida hidrelétrica foi desativada em 2014, quando produzia energia só para o município).
Paralelamente à realização dos serviços finais para a inauguração da barragem de Mãe d’Água, foi construído o canal vertedouro na região Riacho Seco, através do qual as águas do açude Curema se interligam com as do açude de Mãe d’Água. Na verdade são dois reservatórios distintos, barrando rios distintos. Só com abundância de chuvas nas suas cabeceiras os açudes se interligam, na cota 237, formando um imenso reservatório, com capacidade nominal de 1,36 bilhão de m3.
Essa capacidade está hoje reduzida, efetivamente, para 1,16 bilhão de m3, segundo serviços de batimetria realizados nos dois açudes em dezembro de 2013, de que resultou uma capacidade nominal de 591,6 milhões de m3 para Curema e 568,0 de m3 para Mãe d’Água, tudo por força de assoreamento de muitos anos. Esses serviços de batimetria (determinação do relevo do fundo da área lacustre) tornaram-se necessários a partir da inclusão dos dois reservatórios dentre aqueles que, espera-se, receberão águas do Rio São Francisco, com a transposição de suas águas para reservatórios receptores nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
Pessoalmente e diante das gravíssimas dificuldades financeiras por que passa o país – com possibilidades de se manterem e/ou se a agravarem nos próximos semestres – e as hídricas no Nordeste, não acredito que as águas do São Francisco cheguem aos açudes de Curema e de Mãe d’Água nem tão cedo, ainda mais porque a crise hídrica por que passa a região do semiárido nordestino vem ocorrendo desde 2012 e já há registros midiáticos de estudos sobre a possibilidade do seu prolongamento.
Finalmente, depois de inaugurada a barragem, com a presença do Presidente Juscelino Kubitschek, em 15.01.1957, estava concluído, em termos de represamento de águas, o complexo Curema-Mãe d’Água, que se constituía no maior reservatório público construído pelo DNOCS, no Nordeste, então com capacidade nominal de represamento de 1,368 bilhão de m3 .
Outros grandes reservatórios lhe seguiram, também construídos pelo DNOCS, tomando a sua hegemonia: açude Orós (barragem Juscelino Kubitschek de Oliveira), no Ceará, com 2,1 bilhões de m3, concluído em 1961; açude Açu (barragem Armando Ribeiro Gonçalves), no Rio Grande do Norte, com 2,4 bilhões de m3, concluído em 1963; açude Banabuiú (barragem Miguel Arrojado Lisboa), no Ceará, com 1,7 bilhão de m3, concluído em 1966; e o último — resultado de uma parceria do governo do Ceará/DNOCS —, o açude Castanhão (barragem Padre Cícero), no Ceará, com 6,7 bilhões de m3, concluído em 2002. Todos esses reservatórios, inclusive os que integram o complexo Curema-Mãe d’Água, apresentam baixos níveis de represamento, devido à prolongada estiagem na região semiárida do Nordeste, desde 2012.
A barragem do açude Mãe d’Água, anos depois, em data que não consegui apurar, passou a ser denominada de Barragem Egberto Carneiro da Cunha, homenagem do DNOCS a um dos seus construtores. Para minha tristeza, tal como ocorreu com a homenagem prestada ao Dr. Estevam Marinho, que emprestou o nome à barragem do açude Curema, os nomes dos engenheiros construtores foram esquecidos. As duas barragens continuam conhecidas, no âmbito externo do DNOCS, como Curema e Mãe d’Água, sendo mesmo, e oficialmente, Barragens Estevam Marinho e Egberto Carneiro da Cunha, respectivamente.
Registro que o cuidadoso povoamento de peixes no reservatório de Curema – tão bem executado e acompanhado pelo saudoso Estevam Marinho – foi um sucesso até poucos anos depois do falecimento do grande construtor Chefe. Não sei se sua decadência deveu-se à omissão e/ou desinteresse da Chefia da Comissão do Alto Piranhas, ou pela falta de recursos para manter ativo e equilibrado o referido povoamento. O fato é que o município de Coremas se tornou grande produtor e distribuidor de peixes durante muitos anos, incluindo os dois açudes.
A pesca predatória ali exercida era afrontosa, sem fiscalização na década de 50. Lembro-me bem, quando adolescente e antes de deixar o município em 1957, para residir em Campina Grande, presenciei nos reservatórios centenas de pescadores do local, do Ceará e do Rio Grande do Norte, atuando livremente, sem atropelos de quaisquer fiscalizações. Isso foi um grande mal. Aos poucos o município de Coremas ia passando da condição de produtor e exportador para a de importador e distribuidor de peixes, como hoje se encontra, adquirindo pescados no Ceará, provenientes, na maioria, do açude Castanhão, já que os reservatórios do complexo Curema-Mãe d’Água — outrora comprovadamente piscosos — encontram-se praticamente despovoados das diferentes espécies.
Projeto de irrigação das várzeas de Sousa (PIVAS)
Com a eleição do sousense Antônio Marques da Silva Mariz para governador do estado (1995-1999), o projeto de irrigação das várzeas de Sousa voltou à tona. Ele assumiu os primeiros estudos e encaminhamentos, contudo, em vista do seu falecimento precoce em 17.09.95, as ações iniciais pareciam caminhar para o esquecimento.
Não foi isso o que aconteceu; com a posse do seu vice, o Dr. José Targino Maranhão, o desejo de Antônio Mariz foi honrado e o canal que levaria águas da barragem de Mãe d’Água para o município de Aparecida (PB), praticamente nos portões das várzeas, de 37 km, foi construído. Com isso, finalmente as várzeas de Sousa receberiam as tão esperadas águas do açude Mãe d’Água.
Em 2004 — quando já existia a grande barragem de Açu, no município do mesmo nome, no estado do Rio Grande do Norte, e não se vislumbrava o período de longa estiagem que enfrentamos —, foi editada pela ANA (Agência Nacional de Águas), a Resolução nº 687, de 03 de dezembro, que dispõe sobre o Marco Regulatório para a gestão do Sistema Curema-Açu e estabelece parâmetros e condições para emissão de outorga preventiva e de direito de uso de recursos hídricos e declaração de uso insignificante.
A referida resolução cita, nos “considerandos”, o Convênio de Integração celebrado entre a ANA, os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte, e o DNOCS, para a gestão integrada, regularização e ordenamento dos usos dos recursos hídricos na bacia do rio Piranhas-Açu, em particular, do Sistema Curema-Açu. No Art. 2º estabelece a vazão máxima disponível de 27,30 m3/s considerada para o Sistema Curema-Açu, sendo 6,4 m3/s na Paraíba (o Conselho Gestor posteriormente criado para gerir as águas do Sistema Curema-Açu limitou as vazões de Mãe d’Água para as várzeas de Sousa em 2,0 m3/s e em 4,4 m3/s a vazão do açude Curema para a Paraíba e o Rio Grande do Norte, através dos rios Piancó e Piranhas) e 20,9 m3/s no Rio Grande do Norte.
O parágrafo único do Art. 5º estabelece que a ANA deverá delegar para os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte competência para emitir outorgas no Sistema Curema-Açu. Esse sistema é compartilhado com o Sistema Piranhas-Açu, pelo encontro dos rios Piancó e Piranhas, na região do Areial, bem próxima da cidade de Pombal (PB). Apenas no parágrafo único do Art. 1º da citada Resolução 687, no item I, o açude de Mãe d’Água é citado, nestes termos: “Trecho no. 1: Curema. Corresponde ao perímetro da bacia hidráulica dos reservatórios Curema e Mãe d’Água. Trecho localizado integralmente no Estado da Paraíba”.
Durante a fase de pesquisa, feita nos primeiros meses de 2013, para produção do livro Barragens de Curema e Mãe d’Água, constatei que em Dez/2012 a vazão do açude Mãe d’Água era de 1,9 m3/s e a estimada do açude Curema estava em torno de 3,5 m3/s. Recentemente, obtive informações extraoficiais junto à Coordenadoria Estadual do DNOCS, na Paraíba, de que a vazão autorizada para as várzeas de Sousa, a partir do açude Mãe d’Água, é de cerca de 0,82 m3/s, inclusive cerca de 0,17 m3/s para a adutora de Sousa, a ser inaugurada; a do açude Curema, de cerca de 2,0 m3/s, é destinada aos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.
O que é mais grave e me preocupa bastante, é que essas vazões atuais ocorrem num momento muito difícil, diante de: a) perspectivas de prolongamento da atual e preocupante estiagem na região das bacias hidrográficas dos dois açudes, Curema e Mãe d’Água; b) baixo nível de disponibilidade de águas nos dois reservatórios, respectivamente de 15,1% e de 18,6% (posição em 10.09.15 - fonte: AESA-PB).
Com a realização da pesquisa, em 2013, para a produção do meu livro citado Barragens de Curema e Mãe d’Água — que trata, também, sobre o PIVAS – e com a experiência de ex-analista de projetos agroindustriais na alta Direção Geral do BB em Brasília, à época do PROÁLCOOL, visitando, no mais das vezes, bases agrícolas dos projetos em diversificadas regiões do país, firmei juízo no referido livro sobre a temática, sobre o precário funcionamento do projeto em 2012, quando já consumia considerável volume de água do açude Mãe d’Água. Cheguei a listar algumas informações e/ou considerações pertinentes no referido livro, adiante resumidas:
- os recursos destinados ao PIVAS (parceria do governo estadual com o federal) totalizaram R$ 160,5 milhões e corrigidos pela IPCA, a preços de maio de 2013, atingiam a 351,9 milhões.
- a área do projeto, de 6.335,74 ha, contempla, principalmente, 992,53 ha destinados à implantação de 179 lotes para colonos, ao que fui informado, já ocupados; 2.336,32 ha destinados a 19 lotes empresariais, sendo 03 ocupados e, ainda, 1.007,30 ha destinados ao INCRA, para assentamento de 141 famílias (que estariam hoje ocupados; por outro lado, o Projeto de Irrigação do Perímetro de São Gonçalo, com área irrigável de cerca de 3.000 ha, foi implantado há muitos anos nas várzeas de Sousa, muito próximo da região onde se instalou o PIVAS, e que chegou a ser orgulho para o DNOCS nas décadas de 50/70, encontra-se hoje abandonado, sem água, sem crédito e sem rumo, com os cerca de 450 experientes irrigantes entregues à própria sorte; o açude São Gonçalo – que o alimentava – encontra-se com apenas 5,7% da sua disponibilidade aquífera, fonte AESA, 10.09.15, dirigidos para Sousa-PB);
- em novembro de 2012, foi remetida pelo açude Mãe d’Água uma vazão de 1,9 m3/s; apenas 0,96 m3/s chegou ao PIVAS (desperdício de 49%, causado por furto de águas em 122 pontos do canal);
- as terras utilizadas pelo PIVAS não seriam as melhores das várzeas de Sousa (opinião do experiente agrônomo Dr. José Furtado da Silva, ex-técnico e ícone do DNOCS, Mestre em Fitotecnia pela Escola de Agronomia de Piracicaba, com vários estágios e treinamentos no exterior, que trabalhou no Projeto de Irrigação do Perímetro de São Gonçalo e que conhece muito bem a constituição das terras das várzeas, segundo me afirmou);
- diminuto uso de mão de obra em 2013 (776 empregos diretos, contra 15.000 do projeto).
Destacada importância benéfica no uso das águas de Curema
Dentre os benefícios do complexo Curema-Mãe d’Água, listarei aqui somente aqueles que considero de grande alcance social; no passado:
a) desenvolvimento populacional, educacional/cultural/esportivo/turístico, econômico e religioso no antigo e atrasado povoado do Boqueirão de Curema – a população, que era de cerca de 2.500 pessoas ao término da construção do açude, em 1942, hoje está acima de 15.000 habitantes;
b) produção e distribuição de energia elétrica para várias cidade do sertão;
c) fornecimento de águas para irrigação de terras ribeirinhas do estado e do Rio Grande do Norte (apurei junto ao DNOCS que os 2,0 m3/s liberados pelo açude Curema não chegam ao grande açude Açu-RN); e
d) produção e distribuição de pescados próprios (hoje, continua centro distribuidor, porém de pescados de outras regiões).
Dentre benefícios do presente e de um passado recente, cito a utilização de águas por 25 municípios/distritos do alto sertão paraibano, bem assim por populações ribeirinhas do estado e do Rio Grande do Norte, sem falar em incontáveis carros-pipas que as distribuem nas zonas rurais.
Vejamos os 25 municípios/distritos beneficiados, a partir de pontos, minissistemas e sistemas adutores, seja no próprio açude ou nos rios Piancó e Piranhas (este, também perenizado, a partir do encontro com o Rio Piancó): Areia de Baraúnas, Assunção (serviços já concluídos mas ainda não ativada a adutora), Belém de Brejo do Cruz, Brejo do Cruz, Cacimba de Areia, Cajazeirinhas, Catolé do Rocha, Condado, Coremas, Malta, Patos, Paulista, Passagem, Piancó, Pombal, Salgadinho, Quixaba, Santa Gertrudes, Santa Luzia, São José de Espinharas, São José do Sabugi, São Mamede, São Bentinho, São Bento, Várzea e Vista Serrana. Ao todo, cerca de 180.000 pessoas são assistidas pelo sistema Curema-Açu. Tem-se como certa a adutora de Sousa, a ser inaugurada proximamente, com água de Mãe d’Água.
Informações colhidas em Coremas dão conta de que a água da cidade foge ao controle da CAGEPA e as águas do açude estariam poluídas, o que — é de se apurar — constitui-se em ameaça à saúde dos usuários locais e dos atendidos pelo sistema adutor originário do açude Curema.
Como último registro sobre os dois açudes, informo que a primeira sangria do complexo Curema-Mãe d’Água ocorreu entre a noite do dia 19 e a madrugada do dia 20.03.1960, segundo me passou o saudoso amigo de infância, José Virgulino Guerra, conceituado servidor do DNOCS/CHESF, que esteve presente a tão importante momento histórico.
Nesta oportunidade, invoco a atenção das autoridades responsáveis pelo gerenciamento dos recursos hídricos do estado para um controle mais rígido dos poucos ainda disponíveis nos dois reservatórios. Igualmente, invoco o Ministério Público para acompanhar, de perto, esse gerenciamento, presente a possibilidade de prolongamento da estiagem, o que levaria o estado a enfrentar sérios problemas de abastecimento d’água para o consumo humano, no sertão. Ademais, faz-se necessário agir rapidamente para a eventual solução de problemas suscitados no presente trabalho, especialmente os que dizem respeito à qualidade das águas distribuídas para o consumo humano e animal, focando, prioritariamente, a saúde e as necessidades aquíferas desses seres, ao meu sentir mais importantes que quaisquer outros interesses.
Ao finalizar, manifesto o entendimento de que se outros benefícios não resultaram do megacomplexo é porque o homem não deu o exemplo que era esperado para a proteção da sofrida região semiárida do Nordeste do nosso Brasil. A propósito, permito-me transcrever as contundentes e apropriadas palavras que um dos mais inteligentes, competentes e respeitados cientistas do quadro do DNOCS, o engenheiro Dr. Miguel Arrojado Ribeiro Lisboa em 28.08.1913, no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro, ao discursar sobre soluções para mitigar os graves efeitos das secas no nosso semiárido nordestino; encerrou a palestra assim:
“[...] Chegamos, assim, ao mais grave de todos os problemas: o da educação! Só ela, unicamente ela, permitirá que o povo goze de sã higiene, aprenda a aperfeiçoar a irrigação, promova a indústria compatível com a ambiência, adote a fenação e use o silo, não abandone o gado e melhore-lhe a raça, facilitando-lhe a água não contaminada, desenvolva as culturas nas grandes várzeas irrigadas, abra por si poços, faça pequenos açudes, compreenda, enfim, a importância desse grande esforço que está sendo empregado em prol do seu bem estar”.

*Emmanoel Rocha Carvalho, Historiador e Escritor da União Brasileira de Escritores, em São Paulo - UBE-SP

10 Anos

DEZ ANOS DE BLOG Clemildo Brunet* Para brindar tão glorioso acontecimento, ele acontece juntamente com os duzentos e nove anos de imprensa em nosso país, justamente na semana que intercala as duas datas importantes para os nossos meios de comunicação: 1 de junho – Dia da Imprensa Nacional Brasileira e 7 de Junho Dia da Liberdade de Expressão.

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JUSTIÇA

Severino Coelho Viana Por Severino Coelho Viana* Tentamos usar uma linguagem objetiva ao alcance corriqueiro e de um vocabulário us...

Quem sou eu

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CLEMILDO BRUNET DE SÁ – Iniciou sua carreira radiofônica em 1961 nas antigas difusoras de Pombal. Em 1966 montou sua própria emissora “A VOZ DA CIDADE”, que teve o seu destaque na formação de muitos profissionais que atuam hoje nos veículos de comunicações como: Rádios, Jornais, TVs e Portais da Web. Em 1968 instalou o serviço de Alto Falantes “LORD AMPLIFICADOR”. Atuou no rádio como: Locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista. Foi correspondente durante dez anos do Jornal Estadual da Rádio Tabajara da Paraíba entre 1980/1990. Ex-diretor comercial das Rádios Maringá AM e Liberdade 96 FM de Pombal. Passando ainda pela Opção 104 FM de Pombal e Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras exercendo nesta última, suas atividades jornalísticas nos Programas, Rádio Vivo e Trem das Onze. Foi agraciado com a mais alta honraria da Assembléia Legislativa da Paraíba “A Medalha Epitácio Pessoa”, no dia 10 de junho de 2010. Aposentado, atualmente vem divulgando temáticas sobre o rádio, a cultura e a história de Pombal, em seu Portal CLEMILDO, COMUNICAÇÃO & RÁDIO. Sigam-me no Twitter: http://twitter.com/clemildobrunet

Arquivos do Blog

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.

VISITA DE CORTESIA A PRODUTORA DE VÍDEOS "SALES DANTAS" EM JOÃO PESSOA-PB.
CLEMILDO E SALES DANTAS EXIBINDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007".

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.

NO RESTAURANTE "CACIOROLLE" EM JOÃO PESSOA.
ELIEZER GOMES OFERECE LAUTO ALMOÇO AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET E AO CRONISTA ESPORTIVO JOSÉ CARLOS ARAÚJO.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
OS RADIALISTAS DA TERRA DE MARINGÁ QUE FORMAM A GRANDE COMISSÃO DA FESTA.

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

´TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
CERIMONIAL: ADELTON ALVES, LADEADO PELAS PROFESSORAS: DIANA E SONIA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
A GRANDE COMISSÃO COMPOSTA PELOS RADIALISTAS DE POMBAL.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ENTREGA DO CERTIFICADO "PARCEIRO AMIGO DA IMPRENSA" AO REPRESENTANTE DA CASA BORBOREMA.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07
ALDO NUNES DO SEBRAE RECEBE DAS MÃOS DE CLEMILDO "O TROFÉU IMPRENSA 2007.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO EM SEU DISCURSO AGRADECEU AS HOMENAGENS A ELE TRIBUTADAS.

AGRADECIMENTO

Meu querido Clemildo Brunet

Tomei conhecimento por intermédio de minha mãe, Dona Zélia que o nobre Jornalista tinha feito uma homenagem ao meu querido e inesquecível Pai, Cirurgião Dentista e Historiador Wilson Nóbrega Seixas, em seu Blog, de pronto como seu filho mais velho estou lhe enviando esse E-mail agradecendo em nome de minha família as atenções.

Do conterrâneo e amigo,

Antonio Chateaubriand Carneiro Arnaud Seixas

CONGRATULAÇÕES

Clemildo amigo,

Gostei de suas palavras sobre o nosso conterrâneo Paulo Abrantes. Você, como sempre, valorizando os filhos da terra. Abraços para você e para o homenageado.
Carneiro Arnaud

PASTOR CLODOALDO

Querido Clemildo
Agradeço a Deus a oportunidade que me concedeu de conhecer pessoalmente o meu primo Pr Clodoaldo. Os que confiam no Senhor são como águias, renovam-se e revigoram as forças. São ditosos e, asseguram-nos as escrituras, frutuosos todo tempo. As bênçãos de Deus se revelam na longevidade e a misericórdia Dele proporciona-nos ver os filhos dos filhos. No caso aqui , poderei dizer , primo dos primos. Tive o privilégio de conhecer, pessoalmente, o Pr Clodoaldo na ocasião das comemorações do centenário de nascimento do meu saudoso e amado Pai ( Flavio Brunet) . Como foi gratificante para mim, encontrar o Pr Clodoaldo , pois eu só ouvia falar dele. Não me lembro se o conheci quando ele era criança, mas tenho certeza que nunca nos havíamos encontrado. Depois que ele dedicou sua vida ao Ministério, encontrá-lo, como servo de Deus, foi como um refrigério a minha alma.
Lendo seu relato, vi como o Nosso Deus é Misericordioso com aqueles que obedecem a Sua Palavra. Posso imaginar como foi a vida desse homem de Deus que entregou sua vida para proclamação do Evangelho. Sei perfeitamente o quanto é difícil para um missionário iniciar um trabalho!! Mas sei, também, o quanto é agradável fazer a obra de Deus. As dificuldades se sobrepujam ao regozijo das nossas almas. Parabéns, Pr Clodoaldo, por mais um ano de vida dedicado ao serviço do Nosso Senhor Jesus Cristo, levando mensagem de Salvação. Parabéns Clemildo, pelo dom que Deus lhe deu. Você sabe, como ninguém, homenagear as pessoas que lhe são queridas. Um grande Abraço Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

PARABÉNS PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FlÀVIO BRUNET DE SÁ

Caro Clemildo,
Moro em São Luís, Ma, e já estive na Paraíba , terra querida do meu pai, que aí nasceu e morou até os dezoito anos, em Catolé do Rocha.Veio muito cedo para o Maranhão e aqui se estabeleceu. Faleceu em 1979, com 68 anos. Ele falava com saudades da sua terra e me fez gostar dela. Por isso, eu amo a Paraíba .
Associo-me às homenagens prestadas in memoriam, ao seu Flávio Brunet que não conheci pessoalmente, mas que admiro e respeito pelos seus feitos em prol da família, da igreja e da comunidade. Aprendi a admirá-lo também pelo amor a ele dedicado pela sua filha Rose Mary,
Parabéns pelas festas do centenário de nascimento desse ilustre paraibano que sem alarde , deixou um legado que se perpetuou nas novas gerações de filhos, netos , sobrinhos e amigos. Ao lado de D. Eunice, de saudosa memória,soube construir um patrimônio irretocável de amor, generosidade, e , sobretudo, de um testemunho de vida que o tempo não vai conseguir apagar.
E a você, de modo especial, toda a minha admiração pelo blog que destaca de forma brilhante essa comemoração. Que ela sirva de inspiração a todos quantos busquem como paradigma aqui na terra, um homem valoroso, trabalhador e temente a Deus. Seu Flávio aqui viveu de modo digno, desempenhando a contento a obra que lhe foi confiada por Deus
Com estima,
Dina Barreto da Silva

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO EMPRESÁRIO GENIVAL TORRES DANTAS EX-INTEGRANTE DO LORD AMPLIFICADOR NA DÉCADA DE 70.

AUSÊNCIA JUSTIFICADA!

Bom dia Clemildo!
Conseguir entrar no seu blog e vir todas as homenagens dedicadas a seu Flávio, mais do que merecido como todos nós sabemos.
Não podemos marcar presença, pois Júlio estava com problema alergico e tive medo de viajar.
Parabéns pelo seu maravilhoso trabalho.
Obrigado
JÚLIO E SÔNIA BRUNET

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O DESEMBARGADOR RAPHAEL CARNEIRO ARNAUD EM SEU DISCURSO REFERIU-SE AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS POR CLEMILDO A COMUNICAÇÃO PARAIBANA.

PARABÉNS, PELO BLOG

Elias Medeiros
Estimado Clemildo. Acessei seu blog. Parabéns. Encontramos poucos blogs hoje em dia como o seu. Um blog sério que promove valores (espirituais, familiares, amizades, etc) que muitos blogeiros esqueceram de ressaltar. Parabéns, portanto, pelo blog muito informativo e formativo. Elias e Fokjelina Medeiros

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB EM 14-11-07.
CLEMILDO CUMPRIMENTA A MADRINHA DOS RADIALISTAS COM UM BEIJO.

COMENTÁRIO: O CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ.

Rivanilda Ramalho de Sá comentou sobre a sua postagem no blog



...tudo que ele faz será bem sucedido. Salmo 1.3 Assim é as coisas que você promove. Foi um evento perfeito organizacionalmente e emocionalmente... Uniu gerações da família...Agradável aos olhos de Deus. Parabéns!

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
ACADEMIA DE LETRAS DE POMBAL ENTREGA CERTIFICADO HOMENAGEANDO OS RADIALISTAS DE POMBAL.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
O JORNALISTA JOÃO COSTA EM SEU DISCURSO ENALTECEU AS QUALIDADES DO HOMENAGEADO!

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.

TROFÉU IMPRENSA 2007 NA AABB DE POMBAL EM 14-11-07.
DONA CESSA MADRINHA DOS RADILISTAS ENTREGA O TROFÉU IMPRENSA AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET.

NOVO CONTADOR DE VISITA INICIADO EM 27/06/12









SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÂO SOLENE NA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU ESTA PLACA CARACTERIZANDO O RECONHECIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES!

JOÃO LEITE FILHO CUMPRIMENTANDO O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET NO MOMENTO DA ENTREGA DA COMENDA.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÃMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO DIA 14-11-07.
CLEMILDO RECEBEU MAIS ESTA COMENDA DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA CASA.

MEU PRIMO GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE A NOSSA GRATIDÃO PELA ORGANIZAÇÃO DA FESTA.

Pensava eu, em prestar uma homenagem ao meu pai, primeiramente agradecendo a Deus o que ele representou para sua família enquanto viveu. Depois queria que a meus filhos e convidados soubessem um pouco mais da vida desse grande homem. Abro aqui um parêntese para dizer, que vivemos no mundo de hoje em que honestidade é sinônimo de desvantagem. As pessoas só querem tirar vantagens uns dos outros sem se importarem do verdadeiro sentido da Vida. O ter é mais importante do que o SER. Sempre vi meu pai, pensando nos outros, nutria suas amizades com aqueles que gostavam não por aqueles que tinham maiores condições de vida. Sempre teve amigos verdadeiros. Voltando agora, dos meus pensamentos sobre meu querido e saudoso pai. Não poderia fazer o que pretendia sem ajuda desse importante comunicador. Clemildo fez o link do meu passado com o presente. Muito Obrigada, dileto primo!!!

Rose.

EMOCIONADA AO VER FAMÍLIA REUNIDA

Fiquei muito emocionada ao ver a família reunida. Agradeci a Deus por estar presente primeiro porque sei o quanto a minha avó Eunice ficaria feliz se viva estivesse; segundo porque considerei um milagre o meu chefe me liberar para viajar, já que havia muito trabalho no gabinete e me surpreendi quando ouvi ele dizer que considerava importante a minha presença no evento.
Não poderia imaginar uma homenagem mais bonita para o meu avô. Agradeço a todos que compareceram, principalmente, ao Pastor Clodoaldo, por ter sido um instrumento de Deus para trazer a mensagem, ao Dr. Clemildo pela organização de reunir todas as informações sobre o ”seu Flavio", aos meus tios Rose e Eli pela iniciativa, amo vocês.
Miriam Brunet

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE FLÁVIO BRUNET DE SÁ!

Obrigada Clemildo pelo relato das nossas homenagens ao nosso Pai Flavio Brunet de Sá. Agradecemos a Deus, o que papai representou para nós, em vida. Comemoramos os 100 anos de nascimento dele. Esse exemplo de vida merecia ser lembrado até para as pessoas que não tiveram o privilégio de conhecê-lo. Fiquei muito feliz com o que aconteceu naquela noite. Agradeço de coração a todos que compareceram e, de uma forma ou de outra contribuíram para uma noite tão agradável. Uma noite de pura emoção!!! Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DOUTOR ATÊNCIO, MEU MÉDICO!

Gostei de ler o brilhante relato sobre a vida do Dr. Atencio. Ele foi o meu médico, nos primeiros meses de meu nascimento. Sempre ouvi a Mamãe e minha babá Raquelzinha falar sobre o Dr Atencio, da sua dedicação como médico. No ano de 2001, encontrei com a D. Cacilda em João Pessoa. Ela me reconhecendo como filha de Flavio Brunet de Sá e Eunice Ramalho Brunet foi logo me falando: “meu marido foi o seu médico". Eu disse que sempre tinha isso na minha lembrança que o Dr Atencio além de ser o meu médico era amigo da nossa família. Rose Mary Ramalho Brunet Medeiros.

DE ROSE MARY RAMALHO BRUNET MEDEIROS, PARA CLEMILDO BRUNET

• Rose Medeiros
Meu primo querido!!! Não tenho palavras para lhe agradecer o seu empenho de organizar e concretizar o meu sonho!!! Fiquei muito gratificada em poder fazer a homenagem para o papai . Ele ainda vive nos nossos corações!!!A fazenda Cajazeiras é tudo que podemos ter para que essa lembrança seja materializada. Fiquei recompensada com as palavras que ouvi ontem sobre o meu pai. Foi tudo o que pensei e idealizei, e isso não seria possivel sem a sua ajuda. Com todo meu carinho sua prima Rose Medeiros
01 DE AGOSTO: HOMENAGEM A CLEMILDO PELO TRANSCURSO DE SEU ANVERSÁRIO!

Deus está sempre contigo
Ele renova o teu coração
Unge os teus pensamentos
Sempre a vida com gratidão

Dar-te força e Coragem
E faz viver com emoção

A vida é sempre bela
Mesmo que haja provação
A Mão de Deus torna singela

Dar a ti felicidade
E a Saúde para viver

Cada momento de tua vida
O amor de Deus te faz sentir
Reinar em ti toda hora
Altivez está em ti
Com o teu dom a disputar
A estrela sempre a brilhar
Os teus anos vem florir

Maria de Lourdes P. de Almeida Araújo

COMENTÁRIO DE WJ.SOLHA

Beleza, meu caro. Alcancei o tempo do Cine Lux ainda de Affonso Mouta, com salas sempre cheias, ainda vejo na memória, o infalível padre Andrade a chegar mancando, vejo uma área reservada a prostitutas, vejo a infalível mãe de Eneida, esposa do colega do BB, Ramiroo, . a bilheteria na curva da esquina. Infelizmente posso dizer que seu Affonso, que mantinha um padrão alto de filmes que projetava, morreu em meu lugar. Ione, minha mulher, estava em Fortaleza, com um problema de saúde e pedi à Brasil Oiticica que, se fosse possível, me desse uma vaga em seu avião que ia semanalmente para lá. Tudo certo, mas, quando chegou o dia, recebi a ligação dizendo que, infelizmente, teriam de levar um motor que precisaria de reparos urgentes, só possíveis no Ceará. Era uma mentira gentil: tinham cedido o lugar a mim prometido para seu Affonso. Que foi tomar o avião e foi sugado pela hélice, que lhe abriu o abdôme. No Cine Lux sofri muito vendo os copiões de O Salário da Morte, um dos rolos completamente desfocado, pelo que tivemos de refilmar tudo de novo.
Quanto ao cinema de Patos, eu me lembro dele com o nome de Eldorado. Indelével porque o cine Eldorado, em Sorocaba, de onde eu viera, era o único cinema que eu jamais frequentara.
Boas lembranças. Bom texto, meu caro.

COMENTÁRIO: DIA DO PROFESSOR.

Prezado Clemildo,

Parabenizo o ilustre colunista, pelo brilhante artigo sobre a origem da data comemorativa 15 de outubro "DIA DO PROFESSOR", acredito que um grande número de colegas nossos, não conhecem o motivo pelo qual comemora-se nesta data. Fico honrado e agradecido (enquanto profissional) pelo encorajamento, incentivo e prestígio que o colunista faz ver ao leitor sobre esse profissional,... Que infelizmente não é reconhecido pelos nossos governantes. Uma prova da falta desse reconhecimento está no embate jurídico sobre o reconhecimento e pagamento do PISO SALARIAL.

Muito obrigado Clemildo, por lembrar dessa figura tão importante na formação dos demais profissionais. O PROFESSOR.

Curimatá(PI), 13 de outubro de 2012

Francisco De Assis Soares

FELICITAÇÔES

Caro amigo Clemildo, você me surpreendeu com o seu encantador artigo que molda parte da minha vida e de meus amigos em Pombal. A sua inteligência lhe acompanha pelos mais recônditos lugares de sua alma. Parabéns meu amigo, não merecia tanto, valeu para relembrar esses bons momentos relatados. Abraço do amigo Paulo Abrantes.

RIACHO DE PRATA: TERCEIRA OBRA LITERÁRIA DE PAULO ABRANTES!

Dr Paulo foi um imenso prazer conhecê-lo pessoalmente e poder ouvi-lo dia 30.09.11 na ocasião da inauguração da Biblioteca da Câmara Municipal de Pombal que leva o nome de nossa Mãe Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes; com voz mansa e doce, falou com sua simplicidade sobre o evento que estava acontecendo e apresentou sua nova obra a qual fui premiado por vós e que vou lê-lo com muito apreço e depois comentar aqui mesmo neste blog.
Queria agradecê-lo em primeiro lugar, em meu nome e da minha família pela sua presença ao evento e pelo livro a mim presenteado, saiba que a sua amizade com meus pais é sincera e pura como o sentimento de uma criança, há fidelidade mútua e o amor fraternal vos une, extensivamente agora comigo e os meus. Sucesso com esta mais nova obra literária.GRAÇA E PAZ, AMÉM.
JUNIOR BOM SUCESSO
PATOS PB, 01.10.2011.

MARINGÁ: ...FICOU SENDO A RETIRANTE QUE MAIS DAVA O QUE FALÁ...

Meu caro Clemildo:
Histórias sobre Maringá sempre povoaram o imaginário de toda gente de Pombal ao longo do tempo, alimentando o desejo de desvendar essa história. No caso presente, Jerdivan Nóbrega, meu escritor predileto, traz á tona êste palpitante tema, no seu encantador romance, "A Saga da Cabocla Maringá", apresentando como nunca vi igual, uma idéia literária que empolga e gera tanta expectativa no seio da sociedade pombalense. Porquê popularmente a Maria do Ingá ,ou seja, "Maringá", é um hino de amor, é uma canção de louvor a nossa terra, é um idílio que não gostaríamos que tivesse sido interrompido, é afinal uma história, um desfecho que tinha de ser contado, e Jerdivan fez e fez muito bem. Clemildo você está como Jerdivan, cada vez melhor, acertando no alvo que o povo de nossa terra quer saber.
"A Saga da Cabocla Maringá", de Jerdivan Nóbrega de Araújo, é uma obra muito interessante, cuja magia está no enredo e na simplicidade de linguagem utilizada pelo autor em todos os momentos. È um livro que deve ser lido por todos. Parabéns a ambos.
Paulo Abrantes é engenheiro civil e escritor pombalense.

Olá Clemildo Brunet. Bom dia!
Beleza mesmo. Isso precisa ser acessado por todos os pombalenses. É cultura.
José Haroldo.

Caro amigo Clemildo:
Como é bom constatar o carinho que vocês têm por Pombal. Faz bem para a gente e serve de exemplo. Certamente "A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ" terá grande aceitação e já que o autor é seu amigo torço pelo sucesso dele.
Um abraço bem grande Clemildo.
Ubiratan. Curitiba PR.

CARÍSSIMO CLEMILDO.
Confesso, gostei imensamente do seu comentário sobre “A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ”, o mais recente livro do conceituado escritor pombalense Jerdivan Nóbrega.
A partir do título bastante sugestivo e oportuno você foi muito feliz na peça discursiva. Admiro seu elevado discernimento e a facilidade com que discorre o conteúdo da obra direcionando seus aspectos para os diversos lados.
Seu comentário é, portanto, uma sinopse da obra que por si só já nasceu grande, graças ao reconhecido talento literário do seu autor, do qual sou admirador.
Se hoje a Lenda de Maringá passou da canção para o livro, quem sabe amanhã seja encenada e exibida por esse Brasil afora. Seria a perpetuação de uma história que nasceu para sempre.
Enfim, este é o comentário que gostaria de ter feito.
Parabéns com louvores.
Prof. Francisco Vieira.

POMBAL, SEMPRE POMBAL
Caro Amigo e Conterrâneo,
Clemildo Brunet.
Essa história da cabocla Maringá se arrasta por muito tempo. Eu era criança pequena nos arredores de Pombal e ouvia falar de histórias e estórias da retirante. Quando surgiu a música, ela mexia com a sensibilidade de muitos idosos daquela época. Homens e mulheres se manifestavam: "como é 'penosa' essa história"!
Mas ninguém se propunha a desvendar o mistério que até hoje permanece rondando por essas cercanias. O nosso grande Ruy Carneiro, talvez tenha mantido um amor proibido. Proibido, dada a diferença de classe. Ele não foi o primeiro a frustrar-se em ocasiões tais.
Conta-se, por aí, que dois irmãos originários de classe média, conheceram duas irmãs de classe menos favorecida e mantiveram um amor proibido, até que chegou ao conhecimento do público. A mãe dos rapazes lhes pediu que não casassem com aquelas moças porque não faziam futuro nenhum. Eles a obedeceram, mas na seguinte condição: Um não poria mais os pés no chão de Pombal; o outro, resolveu abraçar a vida celibatária.O caritó, para as mulheres. Assim fizeram.
Quando ela, a mamãe, adoeceu eles vierem visitá-la. Um pediu que o levassem nos braços, porque não pisaria mais nessa terra, pois assim jurara. Assim cumpriu o seu pretexto. O outro,cumpriu o propósito de não mais se casar, foi servir na Polícia Militar do Estado do Parahyba,lutou na "Revolução de Princesa", obteve uma carreira bem sucedida, no Quadro de Oficiais. E, na reserva, chegou a ser Prefeito de Pombal. E muito trabalhou pelo Município. Fez o Distrito de Paulista tomar um impulso nunca visto.
Agora, advinhe quem foram eles...
Cansei de ouvir contar essa história, quando ainda menino de calças curtas.
Forte Abraço - JOSÉ SANTOS DINIZ

Prezado amigo Clemildo Brunet:
Fiquei feliz em reencontrar você em plena movimentação cultural, escrevendo sobre a "Cabocla Maringá", um blogueiro de primeira categoria. Quero dizer a você que o site do "Caldeirão Político" www.portalcaldeiraopolitico.net está aqui as suas ordens.
Você já leu o seu artigo "DA CANÇÃO PARA O LIVRO - A SAGA DA CABOCLA MARINGÁ", já inserido no nosso site? Quero continuar transcrevendo os seus artigos. Pode encaminhá-los. Como também outras notícias de Pombal.
CHICO CARDOSO

Olá meu amigo!
Essa história da existencia em corpo e alma da cabocla Maringá, bem como a sua presença nas terras de Pombal, deixou-me encafifado por muito tempo. Busquei vesitigios da sua presença onde pudesse encontra-lo, Li a obra de Jose Gregorio que narra os principais acontecimentos de Pombal, exato no tempo que possivelmente a Cabocla poderia estar entre nós. Nada, nenhuma referencia àquela fascinante mulher. Conversei a exaustão com a minha Mãe, por sinal da mesma idade de Ruy. Amigos de infancia e adolescencia, estudaram juntos, por isso firmaram uma amizade que terminou com a morte de ambos. Minha Mãe dizia que esta mulher jamais existiu em Pombal. Em sendo Maringá dotada de uma beleza singular, com certeza a sua presença no lugar teria chamado atenção das moças da época. A única paixão de Ruy em Pombal, foi uma prima de minha Mãe cujo nome era Ana Dantas de Alencar ou Nina, na intimidade da familia. Afora essa moça, não há registro de que Ruy tenha namorado outra moça.com os supostos dotes fisicos de Maringá. Em resumo, Maringá nasceu no rio de Janeiro, Não tem Mãé, só tem pai cujo nome é Joubert de Carvalho. O resto é lenda e nada mais. Jerdivan, na construção da sua obra, sabiamente manteve essa questão fora da trama, com certeza para evitar questionamentos infrutiferos que podem desviar atenção da riqueza criativa e essencia do seu livro. Abraços Ignacio Tavares

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO "RIACHO DE PRATA"

Distinto amigo Paulo Abrantes.
Li Riacho de Prata.Sua literatura é empolgante, sobretudo percebo tratar-se também, de um excepcional DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO sobre a sua terra natal - POMBAL, em detalhes de um colorido fantástico, num reflexo de sentimento familiar, social, tudo ornamentado por um paisagismo impressionante. Sinto-me diante duma leitura amena, que conforta a alma e o espírito, trazendo ao leitor mavioso recreio, que, neste vendaval turbulento que ora vivemos, é a meu ver, um caleidoscópio oriental dos velhos tempos que se foram, revestidos de humanidade e ternura, valores que não já não vemos mais, tão frequentemente.
Do companheiro-alado, velejando no mundo da nossa internet.
MILTON ALVES
Auditor da Receita Federal.

Prezado Paulo Abrantes,
Venho agradecer pelo envio do livro "Riacho de Prata - Crônicas & Contos", de sua autoria.
Parabéns pela idéia de homenagear a sua terra natal, Pombal, incluindo além de seus próprios textos, os de outros conterrâneos.
Cumprimento-lhe ainda por proporcionar aos leitores essa "viagem" que remonta às origens e revivem na memória lembranças de momentos inesquecíveis, em sua vida, e certamente na de muitos pombalenses.
Atenciosamente,
Roberto CavalcanteCorreio da Paraiba

Como foi bom ler seu livro, Paulo Abrantes! Foi como se visitasse Pombal, mas não agora, e sim à época em que vivi lá, de 63 a 70! Quanta gente daquele tempo me veio à memória! Quanto riacho revivi, no seu texto gostoso, "em desabalada correnteza, ecoando um estalar de troncos e ramos partidos"!
Como foi bom saber que Nena Queiroga, que me encantou tanto com sua tranquila elegância, seus livros e suas viagens à Europa, também encantou você. Não sabia que ela ensinava religião!
E como foi gostoso ler o que você escreveu sobre a Rua Estreita, onde vivi a primeira cena do filme O Salário da Morte, na qual enchi a velha porta da farmácia do Epitácio com cinco buracos do que deveriam ser balas de festim!
Mas bom, mesmo, é o texto que v. produziu sobre A Rua Estreita, um desfile de personagens fabulosos, como seu Zé de Duca e a quebra de resguardo da mulher por conta de um lobisomem; como seu Hormídio puxando a gaveta para dela tirar o catálogo homeopático, com que curaria a pobre senhora; com o transe do espírita Generino, com a pregação de Pedro Marcelino!
Sucesso pra você e seu livro, meu caro!
W.J.Solha.

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO PIANCÓ: QUEM VAI CUIDAR DO NOSSO RIO?

Meu caro Clemildo, Pombal tem essa felicidade de ter filhos como você, filho que relata e traz guardado no peito uma história que agrada e reacende as lembranças de nosso tempo de banhos neste rio abençoado de tantas gerações. Obrigado pelas referências, este texto escrevi em momento de inspiração e de saudade. Um abraço fraternal, Paulo Abrantes

COMENTÁRIO SOBRE A POSTAGEM "Dr. Avelino, o médico: Uma das maiores lideranças Políticas de Pombal

Clemildo amigo,
Inicialmente os agradecimentos pela parte que me coube como médico filho de Pombal. Em seguida, parabéns pela homenagem feita ao Dr. Avelino. Abraços Carneiro Arnaud

Amigo Clemildo.
Além de brilhante, sua ideia foi por demais oportuna em homenagear a classe médica na pessoa do saudoso Dr. Avelino Elias de Queiroga.
Homenageando o inesquecível "Bolinha", você está resgatando com muita justiça um dos maiores expoentes de nossa história. Sua contribuição foi imensurável para com a nossa terra, não apenas como médico e político, mais sobretudo, como amigo, qualidades que lhe constituíram como um dos maiores líderes populares de Pombal e região.
Parabéns.
Abraços: Prof. Francisco Vieira.

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

POMBALENSES SAEM AS RUAS PARA VER A SUPER LUA

FOTO DO ENCONTRO

FOTO DO ENCONTRO
EU E ROBSON PIRES

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.

VISITA DE CORTESIA A RURAL AM E FM DE CAICÓ RN.
Visita de Clemildo a Rádio Rural 95 FM em Caicó. Na foto com Clemildo os comunicadores Ronyson Nery e Yanny Danniely.
Tecnologia do Blogger.

CLEMILDO FAZ VISITA DE CORTESIA A COLEGA DE PROFISSÃO EM CAICÓ RN.

Nesta quarta feira dia (02), estive na Rádio Rural de Caicó, ocasião em que visitei o colega Robson Pires (pombalense), que apresenta o Grande Jornal Rural da emissora; fiz-lhe o convite para prestigiar a solenidade da entrega da Medalha Epitácio Pessoa. "Conheci o Robson menino nas ruas de Pombal, ele tinha o apelido de Pelé e eu costumava dizer é o único Pelé branco. Hoje em Caicó ele é temido por suas reportagens e conhecido como o Xerife do Rio Grande do Norte"

POMBALENSE ASSISTE PELA TV ASSEMBLÉIA, SESSÃO ESPECIAL DA MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Prezado Clemildo:
Impossibilitado de comparecer à Assembléia Legislativa para prestigiar o Ilustre conterrâneo no ato de recebimento da merecida Comenda, quando todos que o conhece, ficamos felicíssimos, venho, embora tardiamente, mas, nunca é tarde para recolher o seu grande valor, como profissional, como ser humano.
Submeti-me a uma cirurgia oftalmológica, mas fiz questão de ligar para o colega que me operou para que liberasse e fui liberado para assistir pela TV Assembléia, a tão honrosa Sessão Especial, ao lado de meu querido pai, aposentado dos Correios e Telégrafos, que com muito orgulho também prestigiou o filho do saudoso Seu Napoleão grande amigo dele.
Como médico orgulha-me de ser pombalense e de ter presenciado boa parte da sua crescente trajetória profissional no rádio.
PARABENS CLEMILDO BRUNET. DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.
MANOEL ANGELO FILHO

AGRADECIMENTO!

Caro amigo Clemildo:
Agradeço sensibilizado pelos cumprimentos enviados na passagem do meu aniversário.
O tempo passa depressa e a gente nem sente. Eu sou muito grato a Deus pela longa vida que me deu, pela família com que me brindou e pelos amigos com os quais fui presenteado e entre os quais você se destaca.
Muito obrigado pela carinhosa homenagem, desejo a você e seus familiares um Feliz Natal e de um Ano Novo de muitas alegrias com as bênçãos de Deus.
Um grande abraço.
Ubiratan.

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO/2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL DE FIM DE ANO

CONDOLÊNCIAS

A passagem para o Oriente Eterno do Irmão Francisco Fernandes da Silva, conhecido por Bibia, esposo de Dona Cessa poetisa pombalense falecida a um ano, foi uma grande perca para a Maçonaria brasileira e para a nossa Pombal. Aos seus Familiares manifetamos sentimentos de pêsames rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que os iluminem e guarde para sempre. Alberto Salgado Bandeira e Fátima Bandeira

Caro amigo Clemildo!

Ao ler no seu conceituado Blog a noticia da morte do amigo Bibia, confesso que fiquei confuso por algum instante. Logo Bibia? Perguntei-me. É isso mesmo, ninguém pode fugir dos ataques traiçoeiros da maldita morte. Sem querer desmerecer os demais amigos e amigas, aqui em Pombal, dois casais de amigos faziam a diferença para mim: refiro-me ao compadre Belino e comadre Lili, ambos de saudosa memória e a Bibia e Cessa. Quantas e quantas vezes a gente se reunia lá na casa do alto para jogarmos conversa fora! Depois do falecimento de Belino e Lili, restaram-me Cessa e Bibia. E agora? Ora, só me resta preservar na memória os bons momentos de convivência harmoniosa que mantivemos por dezenas de anos. Bibia, peço ao Senhor Jesus que lhe dê a paz e a felicidade que você sempre desejou em vida. Ademais, tenho certeza de que o seu encontro com a sua amada Cessa será comemorado com grande festa patrocinada por todos os amigos que estão na eternidade. Aos filhos e netos desse belo casal que Deus reclamou, desejo-lhes muita paz e conforto, pois vale a pena lembrar que morte não é o fim, é apenas uma passagem de uma vida para outra, Aceitem todos meus sentimentos.
Ignácio Tavares

DE UBIRATAN LUSTOSA: RECEBI O LIVRO

Ubiratan Lustosa
Para CLEMILDO BRUNET
De:
Ubiratan Lustosa (ulustosa@ulustosa.com)
Enviada:
sábado, 29 de outubro de 2011 19:02:10
Para:
CLEMILDO BRUNET (brunetcomunicador@hotmail.com)
Olá, amigo Clemildo.

Recebi o livro "Riacho de Prata", de autoria do seu amigo Paulo Abrantes, e agradeço a sua gentileza de me enviar esse presente. Na primeira folheada já percebi que vou saber mais sobre a sua Pombal querida e isso me trará muita alegria. Por coincidência, gravei meu programa na quarta-feira, para ser apresentado domingo, e nele estará a música "Maringá", com Carlos Galhardo. Aproveitei para lhe mandar um abraço.
Renovo meus agradecimentos e envio um grande abraços a você, pedindo que seja extensivo ao autor Paulo Abrantes.
Ubiratan.
Curitiba - PR.
LINK: http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radioam_ao_vivo.php
DO PROGRAMA DE UBIRATAN, APRESENTADO ÀS 6 HORAS DA MANHÃ DOS DOMINGOS (NOSSO HORÁRIO).

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.

SESSÃO SOLENE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL EM 14-11-07.
EM SEU DISCURSO CLEMILDO FEZ UM RELATO HISTÓRICO DA RADIOFONIA POMBALENSE E LEMBROU VELHOS COMPANHEIROS!

COMENTÁRIOS: A EVIDÊNCIA DA MÚSICA BREGA...

Clemildo Brunet,
Sua matéria publicada sobre o BREGA é excelente e muito oportuna e irá contribuir para a aprovação do Projeto de Lei.
José de Sousa Dantas -Poeta e Escritor pombalense.

Adilson Ribeiro
clemildo brunet, parabéns pela matéria sobre o brega. As vezes eu acho que se Elvis presley fosse brasileiro, ele não passaria de um cantor de brega. Então eu só quero dizer que nao adianta fugir, qualquer cantor brasileiro é brega. Não pense que... Caetano Veloso é menos brega do que Waldick. A América, a Europa, nao gostam de brasileiros. Porque o próprio brasileiro não se gosta, quer ser americano de qualquer jeito. Ver se lá em nova york, tem alguma frase em portugues. Aqui no Brasil é pit stop, personal trainer, as propagandas de produtos é quase tudo em inglês. Temos que nos valorizar. Um cantorzão como o Nilton Cesar, se fosse americano, era o rei de qual coisa. Porque o americano se ama e ama seus idolos. Parabéns ao nobre deputado Tião Gomes, que dê certo sua iniciativa em relação ao brega.
Adilson Ribeiro - Cantor e Compositor.
Ananindeua, Brazil.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.

POSE PARA FOTO APÓS COLETIVA.
Radialista Clemildo Brunet ladeado pelo Vice Geraldinho e a Prefeita Polyana.

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

POSE PARA FOTO IMPRENSA, POLYANA E GERALDINHO

TIBURTINO GOMES DE SÁ: SEGUIDOR DO BLOG COM MUITA HONRA!

Seu blog, meu caro primo Clemildo é muito profundo e de muito conhecimento, próprio da família, que diz - "Sá quando não é inteligente demais é 'doido'" Brincadeira. Já sou seu seguidor com muita honra. Mais tarde estarei fazendo um "tourner" pelo blog! Saudações primo!
Sousa,11/10/2011
Tiburtino Gomes de Sá

É ASSIM QUE SE FAZ CIDADANIA

Caro amigo Clemildo.
O seu Portal está maravilhoso. Uma homenagem bem merecida. Os paraibanos reconhecem o seu valor, especialmente os pombalenses. É assim que se faz cidadania. É demonstrando amor pela terra onde nasceu. Patriotismo, por que não dizer. São valores que jamais a História de Pombal os excluirá de suas páginas. Você está de parabéns. Sinto-me feliz quando vejo um conterrâneo trazer ao conhecimento público o retrato falado do nosso Município, como pioneiro do Sertão Paraibano. Portanto, volto a dizer: Você merece mais do que a homenagem que lhe foi prestada pelo Poder Legislativo do Nosso Estado.
Forte Abraço.
José Santos DINIZ.

COMENTÁRIO DO DR. ELISEU JOSÉ DE MELO NETO NO FACEBOOK

Eliseu José De Melo NetoClemildo Brunet de Sá Agradeço muito. Você fez a minha biografia com muita precisão. Detalhes da minha vida que até por mim passava desapercebido, você publicou com precisão. Parece que teve ajuda de alguém muito próximo. Foi muito real. Felicidades! E muita saúde para você, que considero como um dos meus grandes amigos!
O RÁDIO AINDA É O MAIOR MEIO DE COMUNICAÇÃO!

FAZENDA RAMADINHA

FAZENDA RAMADINHA
4 JANEIRO 2009

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO" OUTUBRO 2014
JORNAL "ALTO SERTÃO" EDIÇÃO ESPECIAL FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL. OUTUBRO 2014

À MEMÓRIA DE DONA CESSA: EXEMPLO A SER SEGUIDO POR TODOS NÓS...

Estimado amigo Clemildo:
Lindo e comovente o seu artigo. Sinto-me honrado por você ter incluído nele a citação do meu texto sobre saudade. Na verdade, esse carinho que você e o povo de Pombal dedicam à memória de Dona Cessa é um exemplo a ser seguido por todos nós. Pessoas como ela sempre devem ser lembradas pela sua doação à coletividade e grandeza de sentimentos.
Parabéns, amigo, e um grande abraço.
Ubiratan.

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
APRESENTAÇÃO DA CANTORA NARA CASTRO

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
COMPOSIÇÃO DA MESA. AO CENTRO O PROMOTOR DE JUSTIÇA SEVERINO COELHO VIANA AUTOR DA OBRA LITERÁRIA.

COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO: LINDUARTE NORONHA: "uma saudade a mais, uma esperança a menos".

Caro Clemildo,
O seu artigo em homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, é uma página feliz não só pela lembrança da morte daquele que viria inspirar o chamado Cinema Novo no Brasil, como nos trazer um relato inédito, do escritor Solha , de suma importância histórica para a compreensão daqueles que esperavam da película "O Salário da Morte" um desfecho feliz de vingança e vitória. Para melhor entender, nos anos 70, o longa-metragem "O Salário da Morte” foi e é, um registro histórico para o cinema paraibano, em especial para Pombal, como fator de notoriedade, como o foi Aruanda para o cinema nacional, devido ter surgido numa cidade interiorana de pequeno porte. Na época, Solha, surpreendeu o mundo artístico paraibano com o seu roteiro original debaixo do braço e partiu para a capital na busca de pessoas competentes e identificadas com a arte cinematográfica para dar asas a sua imaginação, ao seu projeto. Não entenderam que estavam diante de um jovem ousado, inteligente, de idéia privilegiada, um visionário do sucesso. Aí, aconteceu o pior, cortaram a luz da película, o seu roteiro original, aquele que se dirigia para o sucesso, dando lugar a uma tentativa frustrada. Solha, vendeu tudo, casa, carro, tomou dinheiro emprestado, e nada disso o abalou. Continua forte e firme como as aroeiras e baraúnas de nosso sertão e escrevendo divinamente e colhendo os bons frutos que a História Universal da Angústia lhe conferiu e a alegria do fantástico Árkadich lhe proporciona. Assim é o Solha, impávido colosso.
Paulo Abrantes

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!

CONFRATERNIZAÇÃO DE ANO NOVO!
ALMOÇO FAZENDA RAMADINHA

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!

LANÇAMENTO DO LIVRO: PODER DA CIDADANIA!
SEVERINO COELHO VIANA FAZENDO APRESENTAÇÂO DE SUA SÉTIMA OBRA LITERÁRIA.

AO IMORTAL POETA

AO IMORTAL POETA
RONALDO CUNHA LIMA

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO: A FESTA DO ROSÁRIO DE POMBAL OFICIALIZADA...

Parabéns, CLEMILDO, pelas suas excelentes e oportunas matérias publicadas em seu site na internet, referentes ao DIA ESTADUAL DA MÚSICA BREGA e à FESTA DO ROSÁRIO EM POMBAL, esta como você bem disse: “...EMBORA TARDE...”, mas agora instituída no calendário de eventos do Estado.
São matérias sumamente importantes para a divulgação e o fortalecimento da cultura do Estado, fazendo com que as pessoas tomem conhecimento e valorizem mais as manifestações culturais de Pombal e do Estado.
José de Sousa Dantas - Poeta e Escritor Pombalense

O ANIVERSARIANTE DE HOJE 30/06/12, COM A FAMÍLIA!

PARABÉNS CESSINHA...

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA

PUBLICADO NO FACEBOOK POR EDMILSON PEREIRA
Edmilson Pereira Silva - Aqui apareço ao lado de um grande amigo e uma referência do rádio paraibano, Clemildo Brunet de Sá

CLEMILDO ANIVERSÁRIO 1° DE AGOSTO

de Prepare-se está para Clemildo Brunet.

Parabéns!!! Este dia foi especialmente preparado pelo SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24) Deus te abençoe grandemente

de Cassimiro Neto para Clemildo Brunet.

Parabéns! Hoje é mais um dia de festa. É o dia que celebramos o teu aniversário. E nesse dia festivo te cercamos de abraços e felicitações. Você é uma pessoa muito querida e por isso todos os teus amigos e parentes te desejam tudo de bom. E eu, presenteio você com essa singela homenagem. Porém repleta de todo o meu carinho. Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida! Abraços e FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Cassimiro Neto.

de Elias para Clemildo Brunet.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

São os meus mais sinceros votos

Elias Mesquita

de Chagas Vitoriano para Clemildo Brunet.

Quero nesta data especial, rogar a Deus que sua vida seja plena de muitas felicidades, que a luz do Divino Redentor lhe ilumine a cada passo e que só coisas boas lhe aconteçam!!! Meus sinceros Parabéns!!!

Caro Clemildo,

Parabéns pelo seu aniversário!

Receba meus cumprimentos e os melhores votos de saúde e felicidades.

São passados 63 anos de nossas vidas, temos apenas um mês de diferença de idade. Sentamos no mesmo banco escolar da Igreja Paroquial de nossa infância querida em Pombal. Nunca duvidei que estivesse diante de um talentoso artista, pelo seu espírito irrequieto, inteligente e capaz. O tempo mostrou que ali em Pombal, residia um dos maiores radialistas do sertão. Este homem que foi agraciado com a maior condecoração da Assembléia Legislativa, a “Medalha Presidente Epitácio Pessoa” numa justa homenagem que lhe foi prestada no ano de 2010.

Quero lhe dizer neste 1º de agosto, neste alvorecer de sua nova idade, com as bênçãos de Deus, sua vida seja de paz e que seus desejos e projetos se realizem.

Com um grande abraço, do amigo de infância, Paulo Abrantes.

primo/amigo, Clemildo Sá, não poderia me furtar jamais de partilhar deste momento de alegria em sua vida, pela passagem de mais um aniversário na certeza de que você vem cumprindo sábio e fielmente com a doutrina que o Senhor lhe outorgou à ser cumprida no decorrer da sua estada neste plano de existência! Que Deus te abençoe sempre! E... FELIZ ANIVERSÁRIO!

Tiburtino Castelo Sá Gomes.

Clemildo Brunet, A equipa do Palco Principal deseja-te um feliz aniversário! Obrigado por continuares conosco. Que a música esteja sempre contigo! Parabéns!

A equipa do Palco Principal

DE VERNECK ABRANTES PARA GENIVAL TORRES

Genival Torres,

Agradecemos as suas palavras motivadoras e de alerta sobre a importância histórica de lembrar as datas marcantes da nossa cidade.

Na verdade, os 150 anos de elevação ao status de cidade, deveríamos ter estabelecido um marco dessa passagem, assim como ficou registrado a denominação do Bar Centenário quando dos 100 da nossa cidade, também nesse mesmo dia, citar o lançamento do livro do nosso Wilson Seixas: O Velho Arraial de Piranhas. Por quanto, até então, ficamos sem um marco de lembrança dos 150 anos do aniversário de Pombal. Que continue nos prestigiando com seus belos texto, onde mantemos em arquivo.

Um abraço com admiração,

Verneck Abrantes

BODAS DE OURO

BODAS DE OURO
Almir e Marlene em Natal Comemorando 50 anos de Feliz União Conjugal. Parabéns pelas Bodas de Ouro!

CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA

Prezado Clemildo,

Lembro aos meus ilustres conterrâneos, fui propositadamente bastante sucinto nas indicações no meu texto, Descaso ou Indiferença, para não ser prolixo. Ainda sensibilizado com a resposta do nosso ilustre escritor pombalense, Verneck Abrantes, e concordando plenamente com a sua indicação, mais ainda, e como referência para análise posteriori, caso Pombal queira deixar um marco material, paralelo, exposto à visitação pública, temos a Chaminé da Brasil Oiticica que poderia ser denominada Chaminé Sesquicentenária, como homenagem alusiva data, e de certa forma, tornando real a possibilidade de não se jogar por terra essa construção que é um marco na indústria da cidade. Transformando numa monumental peça da construção civil, um dos segmentos que fizeram, e que ajudaram a construir a história da nossa gente. Fraternal abraço a todos.

Genival Torres Dantas

CLEMILDO,

Como marco da passagem dos 150 anos da elevação de Pombal ao status de cidade, veja a ideia de Genival Torres Dantas: CHAMINÉ SESQUICENTENÁRIA. Com uma pequena praça no seu entorno e Pombal teria mais uma referência histórica e lugar para visitas turísticas, exposição de fotografias ou representações artísticas. Achei excelente o pensamento de Genival.

Um abraço,
Verneck

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.

ENCONTRO DE POMBALENSES EM TERRA POTIGUAR.
Nesta foto registro o meu encontro em terra potiguar com o conterraneo amigo e Empresário no Rio de Janeiro, Almir Almeida. Na conversa matamos saudades dos velhos tempos de nossa Pombal.

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO

HOMENAGEM DA POETISA A CLEMILDO
Mª DE LOURDES ALMEIDA PEREIRA DE ARAÚJO NA FOTO COM CLEMILDO

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

A PARAÍBA PERDE UM GRANDE ESTADISTA: RONALDO CUNHA LIMA!

Um dos últimos políticos da Paraíba que soube honrar com altivez e destemor a prática da honestidade nos procedimentos com o erário público, esse sim, fez parte da geração onde a política era feita pelo o idealismo de servir ao povo a exemplo do Senador Ruy Carneiro e do Deputado Federal Janduhy Carneiro, assim era o poeta, ex vereador, ex- prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador, ex senador e ex-deputado federal RONALDO CUNHA LIMA. A PARAÍBA NÃO SÓ PERDE UM POLÍTICO AUTÊNTICO, MAS UM GRANDE HOMEM QUE SOUBE REPRESENTÁ-LA MUITO BEM NO CENÁRIO NACIONAL. NOSSA SOLIDARIEDADE DE PESAR AO SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA, EXTENSIVO A TODA FAMÍLIA!

Clemildo Brunet - Radialista.

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA

PARABÉNS AO AMIGO BIBIA
REGISTRAMOS COM GRANDE SATISFAÇÃO NA DATA DE HOJE 07 DE FEVEREIRO, O ANIVERSÁRIO DO AMIGO FRANCISCO FERNANDES DA SILVA, BIBIA, QUE DEUS LHE CONCEDA MUITOS E MUITOS ANOS DE VIDA E MUITAS FELICIDADES JUNTO A SUA ESPOSA CESSA E TODA FAMÍLIA. PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO!

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- Parabéns pelos temas enfocados através do seu BLOG. Vc é o Cara

: parabéns pelos cinco anos do seu blog. Conheço a sua garra e o seu profissionalismo. Siga em frente.

MARINGÁ - O NOME VERDADEIRO.

Graças à interferência de meu estimado amigo paraibano Clemildo Brunet, acabo de receber o livro do escritor Severino Coelho Viana "Maringá - o nome verdadeiro". Ele trás novas descobertas sobre a bela Maria do Ingá que Joubert de Carvalho resumiu para Maringá em sua composição famosa. A existência de Maria do Ingá, por algum tempo considerada pura imaginação poética,... Aos poucos ganhou contornos de realidade e já se descobriu até o verdadeiro nome dela. Já diversas vezes focalizei esse assunto em meu programa "Revivendo" e após concluir a leitura do livro voltarei a ele porque é muito interessante, especialmente para nós paranaenses que temos uma grande cidade com esse nome. Meus agradecimentos ao escritor Severino Coelho Viana e ao Clemildo Brunet.

Ubiratan Lustosa - Radialista paranaense.

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
TAYANE DEYSE- BALIZA, FILHA DO RADIALISTA E PROFESSOR CEZÁRIO DE ALMEIDA

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
PELOTÃO ESPECIAL HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

LANÇAMENTO/AGRADECIMENTO

Estimado amigo
Clemildo Brunet:

Agradecemos pela reportagem que fez sobre o lançamento do oitavo livro de nossa autoria, intitulado de MARINGÁ – O NOME VERDADEIRO,
evento cultural realizado nas dependências do Pombal Ideal Clube.
Os Promotores de Justiça, Bertrand Asfora e Amadeus Lopes Ferreira, ficaram encantados pelo comparecimento maciço de tão seleto auditório assim como o nível cultural do povo de Pombal.
O seu artigo já repercute a nível estadual, pois a nossa caixa de e-mail está lotada, vamos lendo aos poucos.
Em nome de minha família, agrademos pela cobertura que deu ao evento. É neste caminho que Pombal deve apresentar os seus valores.
Sentimos que a cada lançamento aumenta o número de participantes, isto é uma prova inconteste do crescimento cultural de nossa terra.
Além do Blog Clemildo Brunet Comunicação, idêntica reportagem foi reproduzida no Portal Pombal e Rádio Opção.
O Caldeirão Político fez uma reportagem de todo o lançamento, através do radialista Chico Cardoso.

SEVERINO COELHO VIANA

7 DE SETEMBRO DE 2007

7 DE SETEMBRO DE 2007
HOMENAGEM AO LORD AMPLIFICADOR DE CLEMILDO BRUNET
PARA SATISFAÇÃO NOSSA E DE SEUS PAIS, REGISTRAMOS A VITÓRIA DA NOSSA COLUNISTA DO CANTINHO DA SAÚDE, DOUTORA Mª DO BOM SUCESSO LACERDA FERNANDES NETA, QUE FOI GRADUADA EM MEDICINA PELA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE NESTE MÊS DE JUNHO DE 2012. CESSINHA NETA É NATURAL DE PATOS MEMBRO EFETIVO DA ACADEMIA PATOENSE DE ARTES E LETRAS (DESDE 2009). ESCRITORA E POETISA TEM PARTICIPADO DE
AMOSTRAS DE POESIA E FOTOGRAFIA E PUBLICADOS ARTIGOS RELACIONADOS A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, EM JORNAIS, REVISTAS E SITES HAVENDO SIDO CLASSIFICADA EM SETE CONCURSOS PÚBLICOS. A CESSINHA, NOSSOS PARABÉNS!
contato: sucessomed@hotmail.com

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007

PELOTÃO ESPECIAL 7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A IMPRENSA POMBALENSE

SOBRE HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO: "JUBILEU DE OURO PELA VIDA"

Caro Clemildo,

parabéns pelo magnífico relato sobre o Hospital Napoleão Laureano, sobretudo porque você deu enfoque merecidamente, a pessoa extraordinária de Dr. Antonio Carneiro Arnaud que exprime uma personalidade de sentimentos, espiritualidade e humanismo para com os seus conterrâneos, representando um orgulho para todos nós paraibanos. Dr. Carneiro, desempenhou um importantíssimo papel na sua formação, deu asas a sua expansão, que cabe repetir a frase do Ministro Alcides Carneiro: "Esta é uma casa que por infelicidade se procura e por felicidade se encontra" Parabéns a você e a ele.
Abraço, do amigo Paulo Abrantes.

Clemildo amigo,

Gostei muito do seu artigo. Você retratou com fidelidade toda a vida não somente do Hospital Napoleão Laureano, mas também da Fundação Laureano a entidade mantenedora, da qual foi Diretor Presidente o nosso conterrâneo Dep. Janduhy Carneiro e hoje tenho a honra de ocupar a tão importante função. Muito já foi feito, mas ainda existe muito para ser feito. Em breve estaremos instalando a Ressonancia Magnética e se Deus quizer tambem o PET-Scam. Divulgue tudo no seu BLOG que é muito consultado. Abraços Carneiro Arnaud.

Amigo Clemildo:

Muito oportuna a sua evocação da figura extraordinária de Napoleão Laureano. Meus parabéns pelo seu trabalho.

Um fraternal abraço do

Ubiratan.

Berta Leticia Wanderley Clemildo,parabéns, pela sua reportágem, sobre o Laureano, está muito boa mesmo! Nós estamos precisando do número do seu celular para entrarmos em contato com você,

7 DE SETEMBRO 2007

7 DE SETEMBRO 2007
HOMENAGEM A DIFUSORA GUARANI DE MANOEL BANDEIRA!

Seguidores

DE IGNÁCIO TAVARES PARA CLEMILDO

MENSAGEM DE IGNÁCIO TAVARES EM RESPOSTA AOS MEUS AGRADECIMENTOS...

Caro Clemildo
A minha amizade com vocês, pode-se dizer, é histórica. Os amigos, Clovis e Cláudio, ambos de saudosa memória, Carlos e você sempre formaram uma amizade sem fronteiras. Quanto ao seu pai e sua mãe dona Sinhazinha, guardo boas lembranças, pois frequentava a sua casa com certa liberdade, qual fosse um membro da família, dada a minha amizade com os meninos, como carinhosamente éramos chamados por nossos pais. Seja feita a sua vontade, o texto é seu e de toda família. Abraços Ignácio

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
VICE PREFEITO DR. GERALDINHO E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT

CONFRATERNIZAÇÃO DO PT
PREFEITA POLYANA E O RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
CIRCULANDO - ESPECIAL ANIVERSÁRIO DE POMBAL. EDIÇÃO JULHO/ 2014

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 3ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" JULHO DE 2014.

JORNAL "ALTO SERTÃO"

JORNAL "ALTO SERTÃO"
EM CIRCULAÇÃO A 2ª EDIÇÃO DO JORNAL "ALTO SERTÃO" DEZEMBRO DE 2013.

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007

EM CAJAZEIRAS: OS MELHORES DO ANO 2007
PROF DR. JOSÉ CEZÁRIO RECEBE COMENDA DE HONRA AO MÉRITO NO "LA FIESTA" EM CAJAZEIRAS NO DIA 23-02-2008.

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"

PRESTIGIANDO A FESTA "MELHORES DO ANO 2007"
CLEMILDO RECEBE OS CUMPRIMENTOS DE SEU VELHO COMPANHEIRO DA RÁDIO ALTO PIRANHAS RADIALISTA GERALDO NASCIMENTO EM 23-02-2008 CLUB LA FIESTA EM CAJAZEIRAS.

JORNAL"ALTO SERTÃO"

JORNAL"ALTO SERTÃO"
PRIMEIRA EDIÇÃO OUTUBRO/2013

SOBRE O ARTIGO "CLEMILDO BRUNET" DE ONÉLIA QUEIROGA.

Clemildo, li o que Onélia escreveu e lacrimejei... como me lembro da bolacha peteca e do pão doce... a peteca molhada no leite e frita com manteiga de garrafa... é demais a saudade... assino embaixo tudo que ela falou sobre vc.
Maryloide Brunet

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO

ESCRIVANINHA DE CLEMILDO
COMENDAS RECEBIDAS EM 2007

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"

COMENTÁRIO DE MARCIA REJANE SOBRE A POSTAGEM "ZEILTO: 25 ANOS,UM EXPOENTE DA COMUNICAÇÃO"
Caro Clemildo, confesso que é muito gratificante e emocionante ler artigos que relatam histórias do meu amado e querido pai. Obrigado por guardar com tanto carinho, lembranças do saudoso Zeilto Trajano. Ass.Marcia Rejane (A caçulinha do Zeilto) Foto com Clemildo.

GREGÓRIO DANTAS

GREGÓRIO DANTAS
HOMENAGEM PÓSTUMA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA

ZEILTO TRAJANO DE SOUSA
HOMENAGEM PÓSTUMA

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!

HOMENAGEM: VISITA DE CORTESIA E ENTREGA DE TEXTO!
Na manhã deste dia 18 de janeiro de 2010, na sede do CECAN em Natal RN, o radialista Clemildo Brunet em visita de cortesia a Secretária Geral da Instituição, Sra. Joelma Alves, fez a entrega do texto: "OS 60 ANOS DA LIGA NORTE RIO-GRANDENSE CONTRA O CÂNCER". Na oportunidade, a Secretária agradeceu e parabenizou o radialista; porém, fez uma correção no parágrafo da DEPECON; onde se ler (17 vagas de residencia médica), leia-se 08 vagas R1, admtindo ter sido um erro do site da Liga.

SÉRGIO LUCENA

SÉRGIO LUCENA
HOMENAGEM PÓSTUMA

CONGRATULAÇÕES E JUSTIFICATIVA

Ignácio:
Sem dúvida Clemildo, foi um momento histórica pra voce e todos nós pombalenses que acompanhamos todo seu trabalho, assim como a sua vitoriosa trajetória no mundo do rádio e do jornalismo. Infelizmente, como já lhe expliquei fui um ausente nesta grande festa. Mas, onde estava, numa reunião demorada e cansativa, lembrava-me a todo momento, com uma ponta de tristeza por não estar presente. Tem nada não, noutras oportunidades nos encontraremos. O que conteceu foi apenas início de uma série de manifestação de reconhecimento do seu valor como abnegado homem de comunicação,com relevantes serviços prestados a comunidade do qual é parte integrante, Abraços Ignácio Tavares.

Caro amigo Clemildo:

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao amigo o convite da sessão da entrega da Medalha Epitácio Pessoa ao nobre repórter. Não pude comparecer, fato que já havia explicado a você por conta de exames de saúde que iria realizar na capital paraibana. Mas, acompanhei o desenrolar da sessão da Assembléia Legislativa, através da Rádio Liberdade FM 96,3. Gostei muito do que você falou lembrando as coisas do rádio de Pombal - PB. E naquele momento lembrei muito da campanha de prefeito do ano de 1976, embate que ficou marcado em minha memória, embora adolescente, via você na veraneio do PMDB, veículo que você mesmo denominou de amarelinho, como também do célebre comício da rua Capitão Lindolfo, mais conhecida como rua do Fogo, onde você, juntamente com José Coelho, hoje residente em São Paulo, anunciavam a presença naquele momento do grande orador e saudoso senador o Dr. Marcos Freire. Do amigo de sempre, Joaquim Candido da Silva Filho.

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EXCLUSIVO: ENTREVISTA DO CANTOR NILTON CESAR AO RADIALISTA CLEMILDO BRUNET

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COMENTÁRIO: A FAMÍLIA "ESPALHA" E SEUS MENESTRÉIS.

Gostaria de parabenizar o amigo professor Vieira pelo belo artigo sobre a família Espalha. Tive o prazer de conhecer um dos membros desta conceituada família o saudoso Bideca, seresteiro por ofício e boêmio por natureza. A sua ausência hoje sentida por todos que com eles conviveram me fazem refletir, "Belos tempos, Belos dias"
Adriano Fernandes

Caro Vieira, bom dia.

Somente hoje tomei conhecimento do seu artigo sobre os “Espalhas”, estava de férias e me desliguei de tudo.

Fiquei surpreso e emocionado com o artigo e a origem da palavra “espalha”, confesso que desconhecia esses detalhes.

Aquela rua em que morou Chico Espalha (por várias décadas), deveria ter o seu nome, porque ele foi um dos pioneiros dali, juntamente com meu avô “seu Otávio frandeleiro”, Euclides, Zé Branco, Julio Barbosa, e outros mais que não recordo no momento.

Infelizmente a intitularam Domingos de Medeiros, que talvez nem conhecesse o local e nem a família Espalha. Lamentável.

Agradeço em nome de todos os Espalhas em vida, e a lembrança registrada daqueles que se foram e fizeram parte do nosso convívio.

Até uma próxima oportunidade

Valdir Mendonça

AGRADECIMENTO

Meu amigo-irmão Clemildo, agradeço de todo coração os seus elogios com relação ao meu (nosso) passado pelo mundo radiofonico - principalmente em Pombal onde tudo começou.
Logo que cheguei em Cajazeiras na manhã da sexta-feira foram muitos amigos me informando da sua postagem no face book - (você tem seguidores que não acaba mais).
Também minha imensa surpreza da informação por parte da presidente da API Marcela Sintônio, o ex-presidente da nossa Associação João Pinto e vários e vários outros colegas da imprensa paraibana que foram a Cajazeiras para a festa da Reencontro e que são seus assíduos leitores-seguidores.
Por fim agradeço pelas gentis palavras dizendo; você foi generoso até demais para com esse seu discípulo.
Obrigado Irmão!!
Otacílio Trajano

CONGRATULAÇÕES / MEDALHA EPITÁCIO PESSOA.

Mary Loide Brunet:
Parabéns! Vc fez por merecer! Também fico muito feliz e honrada com a honra que lhe é reconhecida. Mary Loide.

Marcelino Neto:
Amigo Clemildo! Não pude comparecer ao seu evento maravilhoso. No entanto registrei na Espinharas de Patos o fato e acredite fiquei muito feliz pela sua conquista. Certamente entre tantos importantes nomes da radiofonia pombalense e paraibana o seu para mim é um dos maiores destaques. Um abraço professor!